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  • Série

    O Justiceiro: Cena inédita da 2ª temporada mostra Billy Russo com uma máscara

    6 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou uma cena inédita da 2ª temporada de “O Justiceiro”, que mostra Billy Russo (Ben Barnes) com uma máscara. A cena registra uma sessão de terapia após ele ter tido seu rosto mutilado pelo protagonista Frank Castle (Jon Bernthal). Vale destacar porém que o personagem não vai adotar o nome de Retalho, como nos quadrinhos. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª temporada em data ainda não revelada. Os novos episódios do Justiceiro chegam em 18 de janeiro em streaming.

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  • Filme

    Aquaman lidera bilheterias com US$ 940 milhões em todo o mundo

    6 de janeiro de 2019 /

    “Aquaman” manteve seu fôlego fenomenal em seu terceiro fim de semana no topo das arrecadações da América do Norte, faturando mais US$ 30,7M (milhões) nos últimos três dias nos Estados Unidos e Canadá. Ao todo, o filme estrelado por James Momoa já soma US$ 259,7M no mercado doméstico, o que representa a maior arrecadação de um lançamento de 2018 da Warner e a 7ª maior bilheteria do ano na região. Mas onde o longa realmente impressiona é no resto do mundo. Graças ao sucesso internacional, “Aquaman” atingiu US$ 940,7M mundialmente. O montante é maior que as projeções estimadas para seu desempenho no período, o que indica que a produção deve atingir a casa do US$ 1B (bilhão) antes do próximo fim de semana. Até hoje, apenas dois filmes de super-heróis da Warner chegaram nesse patamar, “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). O filme do herói marinho já deixou para trás todos os demais lançamentos do universo compartilhado da DC, iniciado por “O Homem de Aço” em 2013, ao superar a arrecadação de “Batman vs Superman” (US$ 873,6M) na sexta-feira. E vale lembrar que “Aquaman” ainda não estreou num mercado importante. O lançamento no Japão está marcado apenas para 8 de fevereiro. Ou seja, a onda do filme deve continuar grande por mais tempo. Em meio a esse tsunami, a semana teve apenas uma estreia. O terror “Escape Room” abriu em 2º lugar com US$ 18M. Melhor que o esperado, considerando as críticas pouco empolgadas e a avaliação medíocre no Rotten Tomatoes, onde atingiu 53% de aprovação. Como custou apenas US$ 9M de produção, provavelmente menos que seu orçamento de marketing, deve dar lucro para a Sony. A estreia no Brasil está marcada apenas para 7 de fevereiro. De resto, os demais lançamentos infantis do fim de 2018, “O Retorno de Mary Poppins”, “Homem-Aranha no Aranhaverso” e “Bumblebee”, completam o Top 5. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aquaman Fim de semana: US$ 30,7M Total EUA e Canadá: US$ 259,7M Total Mundo: US$ 940,7M 2. Escape Room Fim de semana: US$ 18M Total EUA e Canadá: US$ 18M Total Mundo: US$ 18M 3. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 15,7M Total EUA e Canadá: US$ 138,7M Total Mundo: US$ 257,9M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 13M Total EUA e Canadá: US$ 133,8M Total Mundo: US$ 275,3M 5. Bumblebee Fim de semana: US$ 12,7M Total EUA e Canadá: US$ 97,1M Total Mundo: US$ 289,1M 6. A Mula Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 81,1M Total Mundo: US$ 81,1M 7. Vice Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 29,7M Total Mundo: US$ 29,7M 8. Uma Nova Chance Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 32,9M Total Mundo: US$ 39,5M 9. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 187,1M Total Mundo: US$ US$ 404,7M 10. Holmes & Watson Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 28,4M Total Mundo: US$ 35,5M

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  • Filme

    Dumbo ganha comerciais e pôsteres de personagens

    5 de janeiro de 2019 /

    A Disney divulgou dois comerciais e cinco pôsteres de personagens de “Dumbo”, remake live-action do clássico animado de 1941. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Trilha nacional de WiFi Ralph ganha clipe com Luísa Sonza

    3 de janeiro de 2019 /

    A Disney divulgou o clipe oficial de “Esse É o Lugar”, canção em português da trilha sonora nacional de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, entoada por Luísa Sonza. O vídeo acompanha o lançamento da animação nos cinemas brasileiros, que aconteceu nesta quinta (3/1). Em ritmo de pop genérico adolescente, o clipe mostra a cantora em um estúdio de gravação, em meio a cenas do filme. A divulgação também ajuda aos mais velhos a desvendarem que Luísa Sonza não é uma ex-BBB, tendo em vista a cobertura intensa de sua vida de celebridade – “Luísa Sonza vai à praia”, “A maquiagem do casamento de Luísa Sonza”. Luísa Sonza, claro, é a cantora de “Nunca Foi Sorte”, que contém a frase: “quem disse que azul é a cor que ele tem que usar”. Vale lembrar que, nesta semana, a letra ganhou resposta. Quem disse, afinal, foi a recém-empossada Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.

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  • Etc,  Filme

    Disney bate a concorrência com mais de US$ 7 bilhões nas bilheterias mundiais

    3 de janeiro de 2019 /

    A Disney encerrou o ano como o estúdio mais bem-sucedido de Hollywood em 2018. A bilheteria total de seus filmes registrou a segunda melhor arrecadação mundial de sua história, atingindo US$ 7,3B (bilhões) de faturamento em todo o mundo. Foi a segunda vez que a Disney ultrapassou os US$ 7B de arrecadação mundial. Em 2016, a empresa cinematográfica registrou seu melhor desempenho, com US$ 7,6B. Nenhum outro estúdio fez US$ 7B até hoje. Os dados impressionantes do ano passado são consequências das bilheterias dos filmes da Marvel “Vingadores: Guerra Infinita” (U$$ 2B), “Pantera Negra” (U$$ 1,3B) e “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), da animação da Pixar “Os Incríveis 2” (US$ 1,2B) e até de “Han Solo: Uma Aventura Star Wars” (US$ 392,9M), da Lucasfilm, com apenas “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (US$ 355,4M) representando o sucesso solitário do estúdio em 2018. A ironia é que a maioria dos filmes próprios da Disney floparam em 2018 – isso inclui “Uma Dobra no Tempo” (US$ 132,6M em todo o mundo), “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” (US$ 197,6M) e “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” (US$ 169,9M). Mesmo considerando todo o conglomerado, a Disney só lançou 10 títulos em 2018, incluindo o recente “O Retorno de Mary Poppins” (US$ 204,7M). E esta é outra ironia, já que o estúdio que menos produziu foi o que mais ganhou dinheiro com filmes. Para 2019, a expectativa da Disney é quebrar seu recorde de arrecadação, com títulos fortes como “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato”, da Marvel, “Star Wars: Episódio IX”, da Lucasfilm, “Toy Story 4”, da Pixar, além de “Dumbo”, “Alladin”, “Rei Leão” e “Frozen 2” de sua produção própria. Isto sem considerar que 2019 também inaugura a fase de incorporação da Fox como marca da Disney – e isto significa “Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Kingsman 3”, para começar.

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  • Série

    Novo teaser de O Justiceiro confirma data de estreia da 2ª temporada

    3 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais e um novo teaser da 2ª temporada de “O Justiceiro”, que confirma a data de estreias da atração. O vídeo também junta o personagem-título, vivido por Jon Bernthal, e seu antagonista Billy Russo, papel de Ben Barnes, que voltarão a se enfrentar nos próximos capítulos. Apesar de Russo aparecer com uma máscara, ele não vai assumir a alcunha de Retalho, como é conhecido nos quadrinhos. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª temporada em data ainda não revelada. Os novos episódios do Justiceiro chegam em 18 de janeiro em streaming.

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  • Filme

    WiFi Ralph é a primeira grande estreia de 2019 nos cinemas

    3 de janeiro de 2019 /

    Principal estreia da semana, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” é uma animação divertida, mas também uma piada pronta. Ao levar dois meses para chegar ao Brasil, serve para demonstrar a lentidão do mercado brasileiro, quase tão devagar quanto a internet nacional, que não precisa de Ralph para quebrar. Maior sucesso original dos estúdios Disney em 2018, “WiFi Ralph” desembarca nos cinemas locais após fazer mais de US$ 350 milhões em todo o mundo. E com 88% de aprovação das críticas publicadas em idioma inglês, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. A trama parte da premissa de “Toy Story 3”, ao mostrar a obsolescência dos velhos games em que Ralph e Vanellope habitam. Com os equipamentos quebrados ou em eterna manutenção, os dois acabam migrando para outro mundo – dos games online, por meio do wi-fi. O mais interessante é como, a partir daí, o desenho passa a comunicar diferentes intertextos. Por um lado, serve de introdução à forma como a internet funciona, ilustrando, de forma acessível para as crianças, nunces complexos da tecnologia online. Por outro, assim como os spammers que não param de anunciar produtos para os protagonistas, trata-se também de um empreendimento de sinergia comercial para a Disney. Não faltam referências às franquias do próprio estúdio, como as princesas da Disney, que se destacam tanto na história que podem germinar sua própria animação – uma espécie de Vingadores de princesas. “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” também é o primeiro filme a misturar personagens da Disney, Pixar, Lucasfilm e Marvel. E se a franquia continuar, podem esperar o terceiro longa passado no país das maravilhas do streaming, um lugar mágico chamado Disney+ (Disney Plus). Cinismo à parte, vale a pena ver com as crianças, que nem vão ligar para a falta de todos aqueles astros famosos da dublagem original – desde as intérpretes originais das princesas da Disney até Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) como uma piloto de corridas radical, sem esquecer John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Sarah Silverman (“A Guerra dos Sexos”), respectivamente como Ralph e Vanellope. Estas participações custaram uma fortuna para o estúdio, mas foram prontamente substituídos por profissionais assalariados da dublagem nacional. O principal concorrente da superprodução da Disney é outro desenho animado. “Dragon Ball Super Broly – O Filme” apela aos fãs da série em que se baseia. E oferece exatamente um episódio vitaminado da atração televisiva, contando uma história antiga com a mesma animação tosca, que pouco evoluiu desde anos 1990 – num contraste com a trama, baseada na “evolução” dos personagens. No circuito limitado, o destaque é “Lizzy”, suspense indie que reimagina um dos assassinatos mais brutais dos Estados Unidos, ao apresentar uma versão lésbica de Lizzie Borden, jovem acusada de matar os próprios pais à machadas no final do século 19. Chloë Sevigny (série “Bloodline”) vive a personagem-título, que nesta versão é uma mulher que busca se libertar do pai dominador e agressivo. Ela encontra uma cúmplice na empregada da família, Bridget Sullivan (Kristen Stewart, de “Personal Shopper”), que sofre assédio de seu pai, enquanto sua mãe finge não ver. A identificação das duas vira romance e, a partir daí, tudo transcorre para o desfecho trágico que marcou a história dos crimes americanos. Apesar de o roteiro ser creditado ao iniciante Bryce Kass, a teoria do relacionamento lésbico entre Lizzie e Bridget foi formulada originalmente pelo escritor Ed McBain em seu romance de 1984, que também se chamava apenas “Lizzie”. O caso real se tornou o primeiro julgamento midiático dos Estados Unidos e seu veredito rende discussões e teorias até hoje, já que deixou em aberto a identidade do verdadeiro(a) assassino(a). Mesmo inocentada, Lizzie Borden acabou virando lenda urbana e entrou na cultura pop, tendo rendido várias músicas, filmes e séries. Para fãs de filmes “de arte”, a dica é o francês “A Nossa Espera”, que venceu prêmios em sua jornada por festivais internacionais secundários, como Torino e Hamburgo. Profundamente humano, diferencia-se de outros filmes sobre a luta cotidiana por melhores condições de vida por não apostar em soluções sentimentais ou lições de moral. Cinéfilos mais devotados também devem conferir o tunisiano “Meu Querido Filho”, que parece ser um melodrama de família aflita pela doença comum de um filho, mas esconde em suas entranhas uma metáfora sobre doença muito mais séria: o extremismo. De resto, há também um terror alemão gravado de forma amadora para justificar uma trama ao estilo de “A Bruxa de Blair”. Veja os trailers e as sinopses abaixo. WiFi Ralph: Quebrando a Internet | EUA | Animação Ralph, o mais famoso vilão dos videogames, e Vanellope, sua companheira atrapalhada, iniciam mais uma arriscada aventura. Após a gloriosa vitória no Fliperama Litwak, a dupla viaja para a world wide web, no universo expansivo e desconhecido da internet. Dessa vez, a missão é achar uma peça reserva para salvar o videogame Corrida Doce, de Vanellope. Para isso, eles contam com a ajuda dos “cidadãos da Internet” e de Yess, a alma por trás do “Buzzztube”, um famoso website que dita tendências. Dragon Ball Super Broly – O Filme | Japão | Animação Apesar da Terra estar em um período de calmaria, Goku se recusa a parar de treinar constantemente – ele quer estar pronto para quando uma nova ameaça surgir. O que ele não imaginava era que seu novo inimigo seria Broly, um poderoso super saiyajin sedento por vingança, que deseja destruir todos que encontrar pela frente. Lizzie | EUA | Suspense 1892, em plena Era Vitoriana. Lizzie Borden (Chloë Sevigny) é uma mulher solteira que ainda vive sob a rigidez de seu pai, Andrew (Jamey Sheridan), por mais que tenha atitudes consideradas ousadas para a época. Tal situação vive provocando atritos entre pai e filha, ampliados pelo frágil estado de saúde dela. Menosprezada como filha e como mulher, Lizzie aos poucos se aproxima de Bridget Sullivan (Kristen Stewart), uma jovem criada que trabalha há pouco tempo para a família. O Manicômio | Alemanha | Terror Um grupo de youtubers entra ilegalmente na área de cirurgia (supostamente assombrada) em um manicômio abandonado para um desafio de 24 horas, com a esperança de viralizar o vídeo e conseguirem mais seguidores. Porém, não demora muito para eles descobrirem que não estão sozinhos e não são bem-vindos ali. O desafio, na verdade, é o da sobrevivência. A Nossa Espera | França | Drama Olivier (Romain Duris) é o politizado funcionário de uma fábrica, onde volta e meia bate de frente com seus superiores para defender os colegas de trabalho. Um dia, ele é surpreendido com o súbito desaparecimento de sua esposa, Laura (Lucie Debay). Sem saber o que aconteceu nem para onde ela foi, Olivier precisa conciliar o trabalho com a criação de seus dois filhos, Elliot (Basile Grunberger) e Rose (Lena Girard Voss). Meu Querido Filho | Tunísia | Drama Riadh (Mohamed Dhrif) está prestes a se aposentar como motorista no porto de Túnis. Com Nazli (Mouna Mejri), ele forma um casal unido em torno de seu único filho, Sami (Zakaria Ben Ayyed). As repetidas enxaquecas dele preocupam seus pais e no momento em que Riadh acha que seu filho está melhor, ele desaparece.

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  • Filme

    Dumbo entra o Ano Novo voando em novo teaser do remake live-action

    1 de janeiro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo teaser do remake live-action de “Dumbo” em suas redes sociais. A prévia celebra o Ano Novo como um período para se voar mais alto, numa relação com a trama do elefantinho voador. “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como bebê elefante de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o elefantinho para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas”, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio em 2010. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Don’t just fly, soar into 2019. #HappyNewYear! #Dumbo #NewYearsEve pic.twitter.com/IWl4saJcmv — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) 31 de dezembro de 2018

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  • Série

    O Justiceiro queima perdão presidencial em teaser da 2ª temporada

    1 de janeiro de 2019 /

    A Marvel divulgou em seu Twitter um teaser da 2ª temporada da série “O Justiceiro”, que mostra o personagem-título, vivido por Jon Bernthal, queimando um perdão presidencial por seus crimes, em preparação para novos atos de vigilantismo. O detalhe é que o post não foi replicado pela Netflix, que ainda não fez divulgação da volta da série, que acontece em poucos dias. Cientes disso, os seguidores da Marvel comentaram que o destino da série já estaria selado: cancelamento uma semana após a estreia dos novos episódios. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª e também provavelmente última temporada em data ainda não revelada. A estreia dos novos episódios do Justiceiro deve acontecer em 18 de janeiro em streaming. Back to work. #ThePunisher pic.twitter.com/VFL98VxqJL — Marvel Entertainment (@Marvel) 1 de janeiro de 2019

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  • Filme

    Aquaman reina nos EUA e já supera Esquadrão Suicida em bilheteria mundial

    30 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” fincou seu tridente no topo das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics faturou US$ 51,5M (milhões) entre sexta e domingo (30/12), uma queda de apenas 27% de arrecadação em relação à semana passada. Com isso, chegou a US$ 188,7M em 10 dias nos Estados Unidos e Canadá. No mercado internacional, onde foi lançado há quatro semanas, o longa somou mais US$ 85,4M de 75 países. Totalizando tudo, a produção da Warner atingiu US$ 748,7M mundialmente, superando as arrecadações finais de “Liga da Justiça” (US$ 657M), “Homem de Aço” (US$ 668M) e “Esquadrão Suicida” (US$ 746,8M). Neste ritmo, “Aquaman” pode ultrapassar “Mulher-Maravilha” (US$ 821,8M) até o próximo fim de semana e, possivelmente, até “Batman vs Superman” (US$ 873,6M) em mais alguns dias, o que faria do filme dirigido por James Wan o mais bem-sucedido do universo compartilhado da DC Comics. O resto do Top 5 está exatamente igual ao ranking da semana passada, com “O Retorno de Mary Poppins”, “Bumblebee”, “Homem-Aranha no Aranhaverso” e “A Mula” completando a lista. Vale destacar que “A Mula” representa outra vitória da Warner neste fim do ano. Sua arrecadação de US$ 60,7M marca o terceiro melhor desempenho do diretor Clint Eastwood no mercado doméstico nos últimos tempos, atrás de “Sully” e “Sniper Americano”. O filme ainda não foi lançado no resto do mundo e chega no Brasil apenas em 14 de fevereiro. As novidades só aparecem em 6º e 7º lugares. “Vice” e “Holmes & Watson” chegaram aos cinemas norte-americanos na terça (25/12), durante o feriado de Natal, mas não tiveram muito impacto nas bilheterias. “Vice” não virou o queridinho da crítica que muitos apostavam que seria. Apesar dos elogios à transformação de Christian Bale, ficou com 64% de aprovação no site Rotten Tomatoes, abaixo do recomendado para sua aspiração a prêmios. Desembarca no Brasil em 31 de janeiro. Já “Holmes & Watson” chegou a registrar 0% de aprovação. Mas acabou melhorando, ao terminar o fim de semana com 9%, pior avaliação da carreira da maioria dos envolvidos. A data de sua estreia no Brasil sumiu “misteriosamente”. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aquaman Fim de semana: US$ 51,5M Total EUA e Canadá: US$ 188,7M Total Mundo: US$ 748,7M 2. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 28M Total EUA e Canadá: US$ 98,9M Total Mundo: US$ 173,3M 3. Bumblebee Fim de semana: US$ 20,5M Total EUA e Canadá: US$ 66,7M Total Mundo: US$ 156,7M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 18,3M Total EUA e Canadá: US$ 103,6M Total Mundo: US$ 213,2M 5. A Mula Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 60,7M Total Mundo: US$ 60,7M 6. Vice Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 17,6M Total Mundo: US$ 17,6M 7. Holmes & Watson Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 19,7M Total Mundo: US$ 23,7M 8. Uma Nova Chance Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 21,7M Total Mundo: US$ 28,3M 9. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 175,7M Total Mundo: US$ US$ 350,4M 10. O Grinch Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 265,5M Total Mundo: US$ 469,4M

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  • Série

    Deborah Ann Woll vai voltar a viver Karen Page em O Justiceiro

    29 de dezembro de 2018 /

    O cancelamento da série “Demolidor” não foi a despedida da atriz Deborah Ann Woll do universo das séries da Marvel. Em entrevista para o site Collider, o showrunner Steve Lightfoot revelou que a atriz voltará a viver Karen Page na 2ª temporada de “O Justiceiro”. “O relacionamento dela com Frank Castle vai continuar sendo muito importante”, afirmou o produtor de “O Justiceiro”, que ainda destacou: “Deborah tem um papel enorme nessa temporada”. Mas os fãs não devem se animar muito, porque “O Justiceiro” deve ser cancelado logo após a exibição dos novos episódios, considerando a postura bélica da Netflix em relação às produções da Disney. Pesquisas de duas empresas diferentes apontaram que “Demolidor” era uma das séries de maior audiência da Netflix quando foi cancelada, juntando-se a “Punho de Ferro” e “Luke Cage” na lista de dispensas da plataforma. Um fio de esperança reside no fato de “O Justiceiro” não fazer parte da lista original de séries encomendadas pela Netflix e, por isso, possuir contrato diferenciado. Não está claro se o acordo de sua produção também inclui a cláusula que proíbe a retomada da produção por um período de dois anos após seu cancelamento. Esta cláusula impede a Disney de relançar as três séries já canceladas de forma imediata. Se “O Justiceiro” não tiver essa ressalva, a Netflix pode se ver mais inclinada a renová-la, já que a série poderia ressurgir imediatamente no Hulu, FX, ABC ou (muito dificilmente) no vindouro serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). “O Justiceiro” retorna em janeiro na Netflix, em dia ainda não revelado.

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  • Filme

    Capitã Marvel: Jude Law tem papel confirmado e desconfirmado em minutos

    28 de dezembro de 2018 /

    O site oficial do filme “Capitã Marvel” incluiu por alguns minutos a confirmação de que Jude Law está mesmo interpretando a versão cinematográfica de Mar-Vell, o Capitão Marvel original da Marvel. Tanta redundância no nome do personagem deveria significar uma confirmação categórica. Mas, minutos depois de a publicação ter ido ao ar, veio o efeito “Ops” e a tecla Del entrou em ação. Veja uma cópia da confirmação abaixo, que aconteceu por meio da identificação do ator e do personagem na legenda de uma foto. Desde que foi anunciado no elenco, Jude Law vem sendo mencionado como Mar-Vell, mas, recentemente, a linha de bonecos Funko POP! dedicada ao filme sugeriu que o papel do ator seria na verdade Yon-Rogg, grande inimigo de Mar-Vell nos quadrinhos. Após cometer essa revelação, a embalagem do brinquedo teve seu nome mudado para “Star Commander”. E, logo em seguida, a Lego lançou sua própria linha de bonecos, batizando o personagem de Jude Law como Mar-Vell. Ou seja, ele será Yon-Rogg, porque isso é tática diversionista. Vale uma aposta? Confira toda essa novela abaixo. Vale lembrar que quem Jude Law interpreta não fará a menor diferença para a maioria do público que for assistir à produção, já que o Capitão Marvel está morto desde 1982 e o público-alvo do filme nem tinha nascido nesta época.

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  • Filme

    2018 registrou a maior bilheteria total de cinema de todos os tempos

    27 de dezembro de 2018 /

    O ano de 2018 termina com um recorde. A arrecadação mundial da indústria cinematográfica foi a maior já registrada em todos os tempos. De acordo com um relatório da consultoria comScore, a bilheteria projetada até 31 de dezembro prevê um faturamento total de US$ 41,7B (bilhões). O valor supera o recorde anterior, registrado no ano passado, o primeiro em que o montante ultrapassou os US$ 40B – US$ 40,6B exatamente. O crescimento se deve principalmente ao mercado norte-americano, que aumentou seu faturamento em 7% em relação ao ano passado, enquanto o setor internacional subiu apenas 1%. Os países que mais arrecadaram foram Estados Unidos/Canadá (que unificam suas bilheterias), China e também o Brasil. A Disney foi responsável por três das cinco maiores bilheterias do ano (“Vingadores: Guerra Infinita”, “Pantera Negra” e “Os Incríveis 2”), enquanto a Fox, que foi comprada pela Disney contribuiu com um título no Top 5 (“Deadpool 2”) e a Universal com outro (“Jurassic World: Reino Ameaçado”). Mas o ano também foi marcado por surpresas, com sucessos maiores que o esperado de filmes realizados com pouco ou médio investimento, como “Podres de Rico”, “Um Lugar Silencioso”, “Bohemian Rhapsody”, “Nasce uma Estrela” e “A Freira”.

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