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  • Série

    Robô de O Império Contra-Ataca vai aparecer na primeira série live-action de Star Wars

    26 de dezembro de 2018 /

    O diretor-produtor Jon Favreau (“Mogli”, “Homem de Ferro”) publicou em seu Instagram uma nova imagem de personagem de “The Manalorian”, primeira série live-action ambientada na galáxia distante de “Star Wars”, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus). E se trata de um velho conhecido, ao menos para quem realmente prestou atenção nos filmes clássicos. Veja acima. Trata-se do robô IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980) junto com os caçadores de recompensas Boba Fett, Dengar, Bossk, Zuckuss e 4-LOM. A aparição de IG-88 reforça a conexão da série com Boba Fett e alimenta boatos de que outros caçadores de recompensa tenham presença na trama. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai” Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Jon Favreau revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O elenco da série destaca Pedro Pascal (“Narcos”), Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Mas os atores não são as únicas estrelas da produção. A série terá episódios comandados por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”) Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e até pela atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming da Disney.

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  • Filme

    Diretores revelam que Vingadores: Ultimato deve ter três horas de duração

    24 de dezembro de 2018 /

    Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, revelaram que o filme pode ter três horas de duração. “Existe uma possibilidade muito grande de que esse filme conte com cerca de três horas. É um filme muito grande, com muita história”, afirmou Anthony, em entrevista à revista britânica Empire. “Tentamos contar a melhor história possível com esses personagens. Isso está encerrando a primeira década de histórias. Acho que só isso tem um poder dramático muito grande”, acrescenta Joe. Os cineastas também contaram que a jornada de Thanos está completa. “Ele obteve sucesso no que se propôs a fazer. Ele conseguiu. Ele está aposentado”, completou Joe, sem dar informações sobre como o vilão aparecerá no próximo longa. “Vingadores: Ultimato” deve mostrar o embate final entre Thanos e os Vingadores, com a inclusão de Capitã Marvel e Homem-Formiga no time de heróis. O longa tem estreia prevista nos cinemas brasileiros para 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Aquaman afunda Mary Poppins e Bumblebee nas bilheterias da América do Norte

    23 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” surfou nas bilheterias com enorme facilidade em sua estreia na América do Norte, liderando o fim de semana mais concorrido de 2018. O super-herói da DC Comics enfrentou nada menos que quatro estreias amplas e duas ampliações simultâneas. E afundou a competição. Faturando US$ 67,4M (milhões) de sexta a domingo (23/12) e mais uns trocados em premières, o filme atingiu US$ 72,1M em sua arrancada nos Estados Unidos e no Canadá. Ainda que o valor represente a pior abertura de uma adaptação dos quadrinhos da DC no mercado doméstico, é importante levar em consideração que nenhuma das estreias anteriores precisou enfrentar tamanha concorrência. Além disso, a Warner pode comemorar o sucesso internacional do longa, que está a poucas horas de atingir os US$ 500M de arrecadação mundial. Isto indica que “Aquaman” pode ultrapassar a arrecadação total de “Liga da Justiça” (US$ 657M) até o próximo fim de semana. Outro motivo de alegria para o estúdio é ver seus rivais morrerem na praia. Candidatos a blockbusters, “O Retorno de Mary Poppins” e “Bumblebee” disputaram o 2º lugar e acabaram próximos. Ou melhor, bem distantes de “Aquaman”, respectivamente com US$ 22,2M e 21M. “O Retorno de Mary Poppins” está numa corrida diferente dos demais, já que musicais não costumam ter uma boa largada, mas conseguem longa sobrevivida em cartaz. O exemplo mais emblemático é a performance de “O Rei do Show”, que abriu em 4º lugar com apenas US$ 8M no ano passado, mas acabou com US$ 174M domésticos e US$ 430M mundiais. Já “Bumblebee” foi vítima do excesso de opções. E de uma grande ironia. O único dos “Transformers” elogiado pela crítica (94%, quase uma obra prima, segundo o Rotten Tomatoes) teve a pior de todas as aberturas da franquia. É um caso insano de o público preferir os piores filmes. Outras duas estreias entraram no Top 10, mas bem abaixo no ranking. A comédia romântica “Uma Nova Chance”, com Jennifer Lopez, fez US$ 6,5 milhões no 7º lugar – Ok, para um orçamento de US$ 16 milhões. E a comédia dramática “Bem-Vindos a Marwen” arrecadou apenas US$ 2,3 milhões (para um orçamento de US$ 39 milhões), abrindo em 9º lugar. Cotado para prêmios, o desempenho do filme de Robert Zemeckis ficou bem abaixo das expectativas. Ambos têm lançamentos previstos no Brasil para 10 de janeiro. Ampliando sua distribuição, “Duas Rainhas” fechou o Top 10 à frente de “A Favorita” (11º lugar). Os dois filmes sobre rainhas britânicas tiveram lançamentos limitados há algumas semanas e agora elevaram a ocupação de telas, atingindo cerca de 790 cinemas. Bem abaixo da média habitual dos lançamentos americanos, que gira em torno de 2 mil salas. Em termos de comparação, as estreias de “Aquaman” e “Mary Poppins” ocuparam mais de 4 mil telas individualmente. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aquaman Fim de semana: US$ 67,4M Total EUA e Canadá: US$ 72,1M Total Mundo: US$ 482,8M 2. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 22,2M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 51,3M 3.Bumblebee Fim de semana: US$ 21M Total EUA e Canadá: US$ 21M Total Mundo: US$ 52M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 16,7M Total EUA e Canadá: US$ 64,8M Total Mundo: US$ 129,6M 5. A Mula Fim de semana: US$ 9,9M Total EUA e Canadá: US$ 35,6M Total Mundo: US$ 35,6M 6. O Grinch Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 253,2M Total Mundo: US$ 422,5M 7. Uma Nova Chance Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 6,5M Total Mundo: US$ 11,1M 8. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 162M Total Mundo: US$ 307,5M 9. Bem-vindos a Marwen Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 2,3M Total Mundo: US$ US$ 2,3M 10. Duas Rainhas Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 3,5M Total Mundo: US$ 3,5M

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  • Série

    Jon Bernthal revela que quebrou a mão e precisou de cirurgia durante gravações de Justiceiro

    22 de dezembro de 2018 /

    As gravações da 2ª temporada de “O Justiceiro” foram hardcore. Durante entrevista para a revista Men’s Health, o ator Jon Bernthal revelou que chegou a quebrar uma das mãos e precisar passar por uma cirurgia de emergência após uma cena de ação dar errado. “Me lembro de ter quebrado a mão em nosso primeiro dia de gravações da 2ª temporada, na primeira cena de luta. No segundo dia, continuei trabalhando como se nada tivesse acontecido, o que me causou problemas nos ligamentos, e então no terceiro dia, meu braço ficou totalmente deslocado e precisei de uma cirurgia de emergência.” Bernthal ressaltou porém que sua paixão pela profissão ainda é maior do que esses imprevistos. “Não foi uma decisão inteligente continuar gravando com uma mão quebrada. Eu poderia ter voltado muito antes se tivesse tratado devidamente. Mas, ao mesmo tempo, sei que minha carreira acabará um dia. Em algum momento, o telefone vai parar de tocar.” Ele também contou que, numa cena de luta, levou um soco certeiro e desabou inconsciente, preocupando toda a equipe. E está com o corpo coberto de cicatrizes que não são efeitos especiais. “O Justiceiro” retorna em janeiro de 2019 na Netflix, possivelmente pela última vez. Assim como aconteceu com “Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”, a série deve ser cancelada logo em seguida.

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  • Filme

    Disney confirma novo Piratas do Caribe sem Johnny Depp

    20 de dezembro de 2018 /

    A Disney confirmou nesta quinta-feira (20) que planeja um reboot de “Piratas do Caribe” sem Johnny Depp. Intérprete do pirata Jack Sparrow em todos os filmes da franquia, o ator foi descartado da nova sequência de filmes, que está sendo escrita pela dupla Rhett Reese e Paul Wernick, de “Deadpool”. Sean Bailey, diretor de produção do departamento de filmes live-action da Disney, explicou à revista The Hollywood Reporter que o estúdio quer “trazer nova energia e vitalidade” para a franquia. “Eu amo os filmes de Piratas. A parte tão interessante de trazer Paul e Rhett é uma renovação. E é isso que eu pedi para eles”. Embora o assunto não seja abordado abertamente, a reputação de Johnny Depp virou um problema, que a Disney não quer assumir. Acusações de violência doméstica de sua ex-mulher, Amber Heard, briga com o ex-empresário que expôs sua fama de perdulário e a agressão a um profissional num set de filmagem acabaram com o perfil de astro de filmes infantis que Depp cultivou. Isso sem contar os problemas criados nos bastidores de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, supostamente feito com Depp bêbado e brigando com a esposa. Recentemente, o ator apareceu em “Animais Fantásticos 2: Os Crimes de Grindelwald”. Vale considerar que o quinto filme já tinha a intenção de fazer uma transição suave para uma nova fase de “Piratas do Caribe”, com a introdução de novos personagens, mas os escândalos do ator e a baixa bilheteria da produção – a menor dos cinco lançamentos da franquia nos EUA – fez a Disney optar por um reboot radical.

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  • Etc

    Disney é acusada de apropriação cultural com O Rei Leão

    19 de dezembro de 2018 /

    O ativista Shelton Mpala, natural do Zimbábue, criou uma petição no site Change.org para protestar contra a Disney, que teria se apropriado da frase “Hakuna Matata”. O título da famosa canção entoada por Timão e Pumba em “O Rei Leão”, clássico animado de 1994, é comum na língua africana suaíli, e significa “sem problemas”, ou “sem preocupações”. Para Mpala, o problema não é o uso da frase, que está contextualizada, mas o fato de a Disney ter registrado direitos autorais sobre ela. “Junte-se a nós para dizer não à Disney ou a qualquer corporação e indivíduo que tente clamar direitos autorais sobre uma frase que eles não inventaram”, escreve Mpala na petição. “‘Hakuna Matata’ é uma frase usada pela maioria dos povos e países que falam suaíli”. Entrevistado pela BBC, o ativista afirmou que cidadãos de diversos países africanos se mostraram “chocados” quando souberam que a Disney havia se apropriado da frase. “É mais um exemplo de como a África é explorada”, completou. O professor de linguística queniano Ngũgĩ wa Thiong’o, que ensina na Universidade da Califórnia, também foi ouvido pela reportagem da BBC e disse apoiar a petição de Mpala. “Seria como se eu tentasse clamar direitos autorais pela frase ‘good morning’ [‘bom dia’, em inglês]. É uma frase comum, usada todos os dias. Nenhuma empresa pode ter direitos sobre ela”, comentou. A Disney conseguiu aprovar o registro dos direitos autorais sobre “Hakuna Matata” em 2003, mas a discussão foi reascendida pela aproximação do lançamento da nova versão de “O Rei Leão”, que chega aos cinemas em 2019. O remake, que usará animais criados por computação gráfica, tem direção de Jon Favreau (“Mogli, o Henino Lobo”) e vai recriar algumas das cenas musicais mais marcantes do desenho original, incluindo “Hakuna Matata”.

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  • Filme

    Primeiras fotos da versão live-action de Aladdin causam polêmica

    19 de dezembro de 2018 /

    A revista americana Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens do remake com atores do clássico animado “Aladdin”. E elas já renderam polêmica. Tudo porque Will Smith aparece como nasceu: negro, em vez de azul, a cor do Gênio da Lâmpada da Disney. Smith precisou usar seu Instagram para tranquilizar aos fãs no Instagram, comentando, ao lado da capa da Entertainment Weekly em que aparece junto a Mena Massoud (Aladdin) e Naomi Scott (Jasmine): “Sim, eu serei azul!”. Nos comentários, Smith elaborou a explicação: “Este é o visual do Gênio em sua forma humana/disfarçada. Meu personagem será feito em CGI pela maior parte do filme”. Na própria reportagem da Entertainment Weekly, o diretor Guy Ritchie explicou que a versão em CGI do Gênio ainda não está finalizada. O filme, que será lançado nos cinemas em 23 de maio, reformulou o visual do personagem. “Para mim, é como se ele fosse um pai musculoso dos anos 1970. Ele tinha que ser grande o bastante para parecer uma força da natureza, mas não musculoso demais a ponto de parecer que estava contando suas calorias todos os dias. Ele é formidável”, definiu o diretor. “A coisa mais incrível sobre o papel do Gênio é que ele é uma plataforma para o ator criar uma versão exagerada de si mesmo. É um ótimo papel para um ator com uma grande personalidade”, acrescentou o cineasta. O próprio Smith admitiu que ficou intimidado com a perspectiva de viver o papel, após a versão de Robin Williams. “Aos poucos, eu precisei ganhar confiança de que poderia fazer algo que fosse uma homenagem a Robin e, ao mesmo tempo, musicalmente diferente. Eu queria dar um sabor diferente ao personagem, assim não seria uma competição”, conta. “Eu acho que meu Gênio vai ser bem único no universo Disney. Não acho que houve muito hip-hop nos filmes da Disney até agora”, completou, dando pistas da direção da produção. Entre as mudanças da animação para o filme, o novo “Aladdin” inclui uma canção solo para Jasmine. Alan Menken, que criou os temas musicais do clássico, trabalhou com Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land: Cantando Estações”) na nova faixa e em algumas outras composições inéditas. Endereçar os estereótipos associados com o Oriente Médio que foram perpetuados no filme de 1992 também era uma prioridade para o diretor. “Desta vez, criamos um mundo mais aberto, em que abraçamos várias identidades”, garante. Veja abaixo as imagens divulgadas, todas com logotipos da publicação. Visualizar esta foto no Instagram. BAM!! First look at the Genie ?‍♂️, Princess Jasmine, and #Aladdin! Check Me Rockin’ the Top Knot Ponytail Vibes in @entertainmentweekly ? (and yes, I’m gonna be BLUE! 🙂 ) Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 19 de Dez, 2018 às 5:28 PST

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  • Filme

    Novo A Dama e o Vagabundo será “estrelado” por cachorros de verdade

    18 de dezembro de 2018 /

    A Disney não vai usar computação gráfica para criar os cachorros da versão “live-action” de “A Dama e o Vagabundo”. Pelo menos foi o que garantiu o ator Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) em entrevista ao site Collider. O ator é um dos poucos integrantes humanos da trama, casado com a personagem de Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”). Os dois são donos da Dama. Mas os cães vão falar na trama com vozes famosas. Portanto, embora não sejam criados por computador com os bichos de “Mogli, o Menino-Lobo” e o vindouro “O Rei Leão”, os cachorros terão bocas e expressões manipuladas digitalmente para parecer que conversam. O elenco de dubladores inclui Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) como a Dama, Justin Theroux (“The Leftovers”) como o Vagabundo, Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”) como a vira-lata Peg e Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O filme está sendo desenvolvido para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.

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  • Etc

    George Lucas é a celebridade mais rica dos Estados Unidos

    18 de dezembro de 2018 /

    “Star Wars” transformou o cineasta George Lucas em bilionário. Um levantamento da revista Forbes para estabelecer as celebridades mais ricas dos Estados Unidos apontou o criador da franquia espacial no topo. O patrimônio líquido do roteirista, diretor e produtor de 74 anos foi estimado em US$ 5,4 bilhões. A maior parte desse império vem da venda por US$ 4,05 bilhões da produtora Lucasfilm para a Walt Disney Company em 2012. Em 2º lugar, ficou o colega de Lucas em outra franquia popular, “Indiana Jones”. O cineasta Steven Spielberg, que completou 72 anos nesta terça-feira (18/12), teve sua fortuna estimada em US$ 3,7 bilhões. Ele não vendeu sua produtora, Amblin, e continua faturando com novas produções. Em 3º lugar aparece Ophah Winfrey, que aos 65 anos é a celebridade feminina mais rica dos Estados Unidos, com um patrimônio estimado em US$ 2,8 bilhões. A atriz, produtora e apresentadora tem seu próprio canal de televisão, a OWN (Oprah Winfrey Network). A maior novidade na lista foi a inclusão de Kylie Jenner. Os dividendos da Kylie Cosmetics pode levá-la, com 21 anos, a se tornar a mais jovem empreendedora bilionária dos EUA, afirma a revista. Os números da Forbes são estimativas baseadas nas propriedades, obras de arte e ações de empresas das celebridades, entre outros bens. Mas é difícil comprová-los sem ajuda de um auditor fiscal do governo federal americano.

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  • Filme

    Super-Heróis da Marvel dominam pré-seleção do Oscar em Efeitos Visuais

    17 de dezembro de 2018 /

    Além da lista dos pré-selecionados ao Oscar 2019 de Melhor Filme em Língua Estrangeira, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou nesta segunda-feira (17/12) os 10 filmes que seguem na disputa do troféu de Melhores Efeitos Visuais. E o que mais chama atenção na seleção é o predomínio de super-heróis da Marvel. O estúdio comparece com os três filmes que lançou neste ano: “Homem-Formiga e a Vespa”, “Vingadores: Guerra Infinita” e “Pantera Negra”. Já a produção do super-herói da DC, “Aquaman”, ficou de fora da lista. A última vez que um filme de super-herói venceu a categoria foi em 2005, com “Homem-Aranha 2”. Além das produções da Marvel, o conglomerado Disney ainda incluiu mais três filmes na relação: duas fábulas de seu próprio estúdio, “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” e “O Retorno de Mary Poppins”, e a sci-fi “Han Solo: Uma Aventura Star Wars”, da Lucasfilm. É 60% – ou, se preferir, mais da metade – do total de pré-selecionados. Os demais filmes na disputa são “Jurassic World: Reino Ameaçado”, “Jogador Nº1”, “O Primeiro Homem” e “Bem-vindos a Marwen”. Todos os indicados ao Oscar 2019 serão anunciados em 22 de janeiro e a cerimônia de premiação está marcada para 24 de fevereiro, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Série

    Criadora e estrela de SMILF é denunciada por conduta imprópria nos bastidores da série

    17 de dezembro de 2018 /

    Criadora e estrela de “SMILF”, Frankie Shaw virou a primeira produtora acusada de conduta imprópria nos bastidores de sua série desde o advento do movimento #MeToo. A revista The Hollywood Reporter apurou que várias queixas foram registradas numa linha criada pela Disney para reclamações sobre o ambiente de trabalho em suas produções. O estúdio é coprodutor da série, via ABC Signature, junto ao canal pago Showtime, que exibe a atração. Uma atriz decidiu abandonar o programa, alegando quebra de contrato por violação de regras profissionais. Outras reclamações incluem a separação dos roteiristas da série por raça. Segundo apurou a publicação, perto do fim da produção da 2ª temporada de “SMILF” em agosto, a atriz Rosie O’Donnell teria entrado em contato com uma executiva do Showtime, Amy Israel, e com o produtor executivo Scott King, para expressar sua preocupação com uma série de questões, particularmente o tratamento dispensado por Shaw à atriz Samara Weaving. Samara Weaving interpretava o interesse amoroso de Rafi (Miguel Gomez), que é o pai do jovem filho do personagem de Shaw. Ela é que estaria saindo da série após problemas de bastidores durante a gravação de uma cena de sexo. O rumor é que ela reclamou tanto com a Disney quanto com o sindicato dos atores, SAG-AFTRA, depois que Shaw instruiu os monitores de vídeo a serem ligados mesmo que o set fosse fechado, com apenas uma equipe limitada presente. A atriz sentiu sua intimidade exposta e violada sem seu consentimento, já que todos podiam vê-la sem roupas. Este ato já seria retaliação de Shaw por um incidente na 1ª temporada. Weaving teria sido surpreendida ao chegar no set com a exigência de ficar nua para uma cena, apesar de ter incluído uma cláusula de não-nudez em seu contrato. Uma fonte do THR conta que quando a atriz se recusou a tirar a roupa, Shaw a puxou para um trailer, arrancou sua própria blusa e exigiu saber porque Weaving tinha problema com nudez quando ela própria não tinha. Quando Weaving viu que teria outra cena de sexo, foi conversar com a diretora Cate Shortland sem Shaw presente. Ela explicou o conflito da 1ª temporada e enfatizou a importância de ter sua privacidade respeitada. Na manhã da filmagem, ela estava de camiseta e calcinhas, o set fechou e os monitores externos foram desligados. Mas Shaw, que não estava presente naquele dia, mandou uma mensagem para um funcionário instruindo que os monitores fossem religados. Mais de uma dúzia de funcionários viram a cena nas telas, dizem as fontes, sem que a atriz soubesse. Quando descobriu, ela teria relatado o incidente ao sindicato e ao Showtime. “Foi muito pouco profissional”, disse a supervisora ​​de roteiro Kristin Calabrese, que no momento em que viu o que estava acontecendo tratou de tirar todo mundo da frente dos monitores. “Eles deveriam ter avisado imediatamente aos nossos atores e a nossa diretora. Em qualquer programa, se um ator está inseguro ou desconfortável com alguma coisa, é nossa responsabilidade fazê-lo se sentir seguro”. Miguel Gomez contou uma versão diferente por email para o THR, descrevendo o set “como uma família” e que enquanto as cenas de nudez são “sempre estranhas… Frankie sempre verifica isso antes e garante que esteja me sentindo confortável e à vontade”. “Quando eu disse a ela que não queria mostrar minha bunda na cena de sexo, ela me disse imediatamente que não havia problema algum e só faria o que me sentisse à vontade”, acrescentou. Ele reconhece que “as coisas poderiam ter sido melhoradas” após a 1ª temporada e que houve discussões sobre a importância de um set fechado antes de filmar a cena na 2ª temporada, mas ele relata que os monitores estavam ligados apenas para a diretora e a sala de roteiristas, como habitual, e não para toda a produção. Weaving não quis comentar a história e Rose O’Donnell evitou falar diretamente do assunto, emitindo a seguinte nota para o THR: “Eu trabalhei com Frankie Shaw por dois anos e meio. Ela é uma jovem talentosa, imensamente talentosa. Eu adoro atuar em ‘SMILF’, um programa do qual estou extremamente orgulhosa”. Shaw também respondeu os pedidos de contato da reportagem por meio de comunicado, no qual negou qualquer preconceito ou problema ético. “Eu trabalho diariamente para criar um ambiente no qual todos se sintam seguros e no qual eu possa continuar a crescer como líder e gerente. Estou e sempre estive aberta para ouvir e abordar todas as preocupações e questões que estão sob meu controle. Dói-me saber que alguém se sentiu desconfortável no meu set. Espero sinceramente que possamos trabalhar juntos para resolver todas e quaisquer questões, pois estou comprometida em criar um local de trabalho no qual todas as pessoas se sintam seguras e ouvidas”. O outro problema foi registrado junto ao sindicato dos roteiristas, WGA, com reclamações de que os roteiristas “de cor” foram separados dos demais e tiveram várias ideias usadas na série sem receber os devidos créditos. O sindicato está estimulando os roteiristas a processarem a produção. Em sua declaração à THR Shaw diz que se dedicou a criar “um local de trabalho intersecional em que mais de um terço dos escritores eram mulheres de cor”. Andrew Brettler, advogado de Shaw acrescentou que nunca houve intenção ou desejo de agrupar os escritores com base em gênero, raça ou orientação sexual, e isso não foi feito conscientemente por ninguém, mas que é costume dividir os roteiristas em “grupos formados unicamente com base na capacidade e nos pontos fortes dos escritores individuais.” Os roteiristas negros que trabalharam na série se recusaram a comentar a reportagem. Por outro lado, vários membros da equipe da “SMILF” – incluindo o figurinista Kameron Lennox, o gerente de locação Ryan Cook e a operadora de câmera Abby Linne – enviaram emails à THR para dizer que trabalhar no programa foi uma experiência positiva. “Eu nunca estive em um trabalho onde me sinti mais seguro e com poderes para fazer o meu melhor trabalho”, escreveu Linne, enquanto Cook elogiou Shaw: “Frankie estabeleceu um novo padrão de inclusão e igualdade em seus sets que não tem sido a norma para Hollywood”. Mas outros profissionais de “SMILF” que conversaram com a THR sob condição de anonimato disseram estar extremamente temerosos de que Shaw tente sabotá-los profissionalmente se eles falarem publicamente sobre os supostos problemas da série. Eles também expressam grande desapontamento com o que descrevem como um tratamento manipulador e injusto vindo de uma showrunner feminina em ascensão durante a época dos movimentos #MeToo e Time’s Up. “Ela usa essa ideia de ser feminista e progressista como camuflagem”, disse um dos anônimos. “Muitas séries são estressantes. As pessoas ficam bravas umas com as outras, mas depois acaba e você celebra o trabalho. Desta vez, não foi assim. As pessoas ficaram realmente traumatizadas. Foi muito desagradável”. Em sua própria declaração à THR, a ABC Studios, que abriga a ABC Signature, diz que está “comprometida com um ambiente de trabalho seguro”. “Reclamações foram trazidas à nossa atenção após a produção da 2ª temporada e estamos investigando. Vamos dar os passos apropriados se a 3ª temporada for encomendada.” A Showtime se recusou a comentar, embora seus executivos estivessem intimamente envolvidos na produção da série e estivessem cientes de pelo menos algumas das alegações. O canal ainda não renovou a série para a 3ª temporada.

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  • Etc,  Série

    Netflix contrata ex-presidente do maior canal da Disney para cuidar de suas séries

    17 de dezembro de 2018 /

    A Netflix continua sua guerra declarada contra a Disney com mais um golpe cirúrgico. A plataforma de streaming anunciou nesta segunda (17/12) a contratação de Channing Dungey, ex-presidente da rede ABC, principal canal de TV do conglomerado Disney. Seu cargo oficial é de Vice-Presidente de Conteúdo Original, o mesmo de Cindy Holland, com quem Dungey vai dividir a chefia da produção cada vez maior de programas originais da Netflix. “Channing é uma força criativa cujo gosto e talento lhe renderam a admiração de seus pares em toda a indústria”, disse o presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado. “Ela é uma pessoa que gosta de correr riscos e ter talentos para trabalhar com ela. Eu não poderia estar mais feliz em recebê-la na Netflix.” Dungey havia pedido demissão de seu cargo na ABC logo após a definição de que, com a compra da Fox, Dana Walden, ex-presidente da rede Fox, assumiria o chefia do departamento televisivo da Disney, ficando numa posição acima dela. Talvez fosse o cargo que ela queria. O fato é que não houve jeito de mantê-la no comando da rede de TV depois disso. Ela entrou para a Walt Disney Co. em 2004, após uma passagem bem-sucedida pelo estúdio de cinema da Warner, onde ajudou a desenvolver “Matrix”, e passou a maior parte de sua carreira na ABC – primeiro no ABC Studios e depois na rede ABC (ABC Entertainment). Como líder do departamento de produção da ABC Studios, ajudou a construir o império televisivo de Shonda Rhimes a partir do zero, com um papel fundamental no desenvolvimento de “Scandal” e na escalação de Kerry Washington. Com sua promoção à presidente da ABC em 2016, Dungey se tornou a primeira mulher negra a comandar uma grande rede de TV dos EUA. Sua contratação na Netflix acontece após a plataforma ser criticada pela falta de diversidade de seus executivos. E após a demissão de seu principal porta-voz, Jonathan Friedland, em decorrência de comentários racialmente “insensíveis” dirigidos à sua equipe. Na Netflix, Dungey vai reencontrar antigos conhecidos. Em função do clima bélico entre a plataforma e a Disney, Sarandos fechou contrato de exclusividade com vários criadores de conteúdo que fizeram carreira na ABC, como a própria Shonda Rhimes (criadora também de “Grey’s Anatomy”) e Kenya Barris (“Black-ish”). Esta estratégia é tanto retaliação quanto prevenção. A Disney se antecipou ao anunciar que tiraria todo o seu conteúdo da Netflix em 2019, com o lançamento de sua própria plataforma de streaming, o que fez a Netflix aumentar sua produção de originais. Sabendo que perderia séries da ABC, tratou de contratar os criadores dessas séries para desenvolver conteúdo exclusivo para o streaming. O mesmo movimento justificou a contratação de Ryan Murphy (“American Horror Story”) da Fox, após a Disney comprar esse estúdio. A Netflix também está cancelando as séries que coproduzia com a Disney, como as atrações da Marvel “Demolidor”, “Punho de Ferro” e “Luke Cage”, ao mesmo tempo em que desenvolve um relacionamento melhor com o futuro rival Warner Media (que também tem planos de lançar sua própria plataforma) para o licenciamento de séries dos super-heróis da DC Comics e investe na criação de suas próprias revistas em quadrinhos, com o acordo com Mark Millar (“Kingsman”, “Kick-Ass”) e sua Millarworld. Por curiosidade, Channing Dungey é a segunda executiva de grande rede de TV americana contratada para comandar a produção de conteúdo de uma plataforma de streaming. Em fevereiro, Jennifer Salke trocou a rede NBC pela chefia do departamento de séries e filmes do Amazon Studios.

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  • Filme

    X-Men: Fênix Negra ganha novas fotos

    17 de dezembro de 2018 /

    A Fox divulgou novas fotos de “X-Men: Fênix Negra”, que destacam a personagem do título, vivida por Sophie Turner, bem como os demais X-Men e a misteriosa vilã alienígena interpretada por Jessica Chastain. O filme vai mostrar a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra, traçando sua evolução desde a infância até sua explosão de raiva contra a humanidade e o momento em que os X-Men decidem enfrentá-la. Esta é a segunda vez que o roteirista Simon Kinberg aborda a mesma trama. É dele o roteiro do péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia, resultando num reboot no filme seguinte, “X-Men: Primeira Classe” (2011), após um hiato de cinco anos. Em “O Confronto Final”, Kinberg reinventou completamente “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, e agora filma novamente o mesmo enredo. Além de escrever e produzir, desta vez, Simon Kinberg ainda é responsável pela direção, em sua estreia na função. O elenco volta a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). A estreia foi remarcada (pela segunda vez) para 6 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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