Godfather of Harlem é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano Epix renovou “Godfather of Harlem” para sua 2ª temporada. A serie criminal de época é uma criação de Chris Brancato e Paul Eckstein (que também criaram “Narcos”) e estrelada por Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A produção é inspirada na vida real do chefão do crime Bumpy Johnson, papel de Whitaker, e retrata uma colisão do movimento dos direitos civis dos anos 1960 com o submundo do crime. A trama se passa no início da década de 1960 e acompanha o protagonista, um gângster negro, após cumprir dez anos de prisão e reencontrar o Harlem, que ele comandou, controlado pela máfia italiana. Disposto a retomar a influência sobre a região nova-iorquina, ele decide se aliar ao ativista radical Malcolm X, pegando carona nos discursos de agitação social para iniciar uma guerra pelo tráfico de drogas, que ameaça destruir a cidade. Vale reparar que o intérprete de Malcolm X, Nigel Thatch, já interpretou o famoso ativista no filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” (2014). O elenco grandioso ainda incluiu Vincent D’Onofrio (o Chefão do Crime de “Demolidor”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Ilfenesh Hadera (“Billions”), Paul Sorvino (“Os Bons Companheiros”), Chazz Palminteri (“Lendas do Crime”), Lucy Fry (“11.22.63”), Kelvin Harrison Jr. (“StartUp”) e Kathrine Narducci (“Power”). Além de estrelar, Whitaker também é um dos produtores da atração, ao lado de Brancato e Eckstein. A série teve 10 episódios na 1ª temporada, que estreou em 29 de setembro, alcançando 91% de aprovação da crítica, na média registrada pelo site Rotten Tomatoes.
The Iron Mask: Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger brigam em trailer de fantasia russa
A Signature Entertainment divulgou o trailer americano de “The Iron Mask”, filme russo que conta com Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger em seu elenco. A prévia traz Schwarzenegger e Chan brigando no interior da Torre de Londres. E logo fica claro que todas as participações dos dois astros acontecem na mesma cena, picotada e estendida ao longo do vídeo. Isto porque o filme, na verdade, é continuação de “Império Proibido” e estrelado pelo inglês Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), que volta ao papel do cartógrafo do século 18 Jonathan Green. Depois de mapear a Transilvânia no primeiro longa – maior bilheteria russa de 2014 – , o personagem recebe do czar Pedro, o Grande, a missão de mapear o Leste da Rússia, junto ao território chinês, onde encontra criaturas bizarras, princesas e mestres de artes marciais. Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger fazem apenas uma pequena participação no longa, que ainda inclui no elenco Yao Xingtong (“Operação Zodíaco”), Charles Dance (série “Game of Thrones”) e o falecido Rutger Hauer (do “Blade Runner” original) num de seus últimos trabalhos. Com direção de Oleg Stepchenko (de “Império Proibido”), o filme estreou em setembro passado na Rússia e na China com o título de “Journey to China: The Mystery of Iron Mask”. O lançamento está marcado para abril nos EUA e ainda não há previsão para o Brasil.
Após vencer o Oscar, Parasita chegará em mais salas de cinema no Brasil
Grande vencedor do Oscar 2020, “Parasita” vai multiplicar seu circuito de exibição no Brasil. A partir desta quinta-feira (13/2), o suspense de Bong Joon-ho será exibido em 248 salas por todo o país. Quando estreou no território nacional, em novembro passado, o filme recebeu distribuição em apenas 60 salas. Mas aí começou a ganhar diversos prêmios, atraindo curiosos ao cinema, que fizeram seu circuito ser ampliado de forma gradual. Até esta quarta, “Parasita” estava sendo exibido em 137 salas. Ao todo, a produção sul-coreana já foi vista por mais de 400 mil espectadores no Brasil. Primeiro longa de língua não inglesa a vencer o Oscar de Melhor Filme, a obra-prima de Bong Joon Ho também conquistou os troféus de Melhor Filme Internacional, Melhor Roteiro Original e Melhor Direção do ano, na cerimônia realizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas no último domingo (9/2) em Los Angeles. Antes disso, já tinha vencido o Festival de Cannes e se consagrado no Globo de Ouro, Critics Choice, SAG Awards, WGA Awards, BAFTA Awards, Spirit Awards e em muitas outras premiações internacionais.
Bob Esponja zoa Sonic: O Filme
Nem toda sinergia é elogiosa, como demonstrou um post da conta oficial de Bob Esponja sobre “Sonic: O Filme”. Publicado na terça (11/2), o post traz uma imagem de Bob Esponja totalmente distorcida, com olhos pequenos, olheiras e dentes realistas, que chega a aparecer assustadora. Veja abaixo. A legenda explica a inspiração da imagem: “Se Bob Esponja fosse ‘Sonic: O Filme'”. O comentário faz referência ao primeiro design de Sonic no filme live-action, que estreia nesta quinta (13/2). O visual humanizado, com dentes e pernas muito longas, adotado para retratar o ouriço azul no primeiro trailer (devidamente deletado pelo estúdio) sofreu grande rejeição do público – no Brasil, chegou a ser comparado à Carreta Furacão. Diante da repercussão negativa, o estúdio e o diretor Jeff Fowler decidiram interromper a pós-produção para que a equipe de efeitos mudasse o visual de Sonic. O resultado é um Sonic mais fofo, que mesmo mantendo o aspecto felpudo (como Pikachu em seu filme live-action) lembra mais o personagem dos games clássicos da Sega. Jeff Fowler faz sua estreia como diretor de longas à frente de “Sonic”, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. O elenco inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”), Ben Schwartz (“House of Lies”) como a voz em inglês de Sonic e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic nos games. Vale lembrar que Bob Esponja é um personagem da série homônima do canal pago Nickelodeon e “Sonic: O Filme” tem produção da Paramount. Nickelodeon e Paramount fazem parte do mesmo conglomerado, ViacomCBS, e o estúdio de cinema vai distribuir um novo longa animado de Bob Esponja em dezembro – o primeiro com visual computadorizado, mais realista, ops. if SpongeBob were the #SonicMovie pic.twitter.com/T4OzpG0yYA — SpongeBob (@SpongeBob) February 11, 2020
Rick Moranis larga aposentaria por continuação de Querida, Encolhi as Crianças
O ator Rick Moranis vai abandonar a aposentadoria para voltar a atuar no novo filme da franquia “Querida, Encolhi as Crianças”. Assim como no longa clássico de 1989 e em suas continuações (de 1992 e 1997), ele vai interpretar o cientista Wayne Szalinski, que vive inventando tecnologias para “encolher” ou “esticar” objetos e causando confusões. A nova sequência vai girar em torno do filho do personagem de Moranis, que em sua versão adulta será interpretado por Josh Gad (“A Bela e a Fera”). Ele também se torna um cientista e, obcecado em repetir a experiência que o encolheu na infância, acaba repetindo o erro de seu pai e encolhe os próprios filhos. Recentemente, Moranis recusou convites para fazer participações em dois filmes derivados de outra franquia famosa de sua filmografia, a versão feminina de “Caça-Fantasmas” e a nova continuação, ainda inédita, que trará de volta os personagens originais. Ele se aposentou em 1997, logo após “Querida, Encolhi a Gente”, para cuidar das duas filhas após a morte da mulher, Ann Belsky, de câncer de mama. Desde então, fez apenas eventuais trabalhos de dublagem, como em “Irmão Urso” (2003), da Disney, e sua continuação para o mercado de home video, lançada em 2006. Intitulado apenas “Shrunk” (Encolhido, em português), o filme deverá ser dirigido pelo diretor do longa 1989, Joe Johnston, que hoje mais conhecido por “Capitão América: O Primeiro Vingador”. Ainda não há previsão de estreia para a produção.
Rose McGowan ataca feminismo de Natalie Portman: “Fraude”
A atriz Rose McGowan, uma das primeiras a denunciar o produtor Harvey Weinstein, criticou a colega Natalie Portman pelo look pseudo-feminista que ela adotou na cerimônia do Oscar 2020, chamando-a de “fraude”. Portman usou uma capa no qual apareciam os sobrenomes das cineastas esnobadas pela Academia: Lorene Scarfaria (“As Golpistas”), Lulu Wang (“A Despedida”), Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”), Mati Diop (“Atlantique”), Marielle Heller (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), Melina Matsoukas (“Queen & Slim”), Alma Har’el (“Honey Boy”) e Céline Sciamma (“Retrato de uma Jovem em Chamas”). Nenhuma diretora mulher foi indicada ao Oscar 2020, categoria vencida pelo sul-coreano Bong Joon Ho na cerimônia realizada no domingo (9/2) passado. Para McGowan, a iniciativa não foi realmente feminista e mostrou apenas que Portman representou um “papel” de feminista. “[É] O tipo de protesto que recebe elogios da grande mídia por sua bravura. Corajoso? Não, nem de longe. Mais como uma atriz representando o papel de alguém que se importa, como muitas fazem”, escreveu McGowan nas redes sociais. “Não estou escrevendo isso com amargura, estou escrevendo com nojo. Eu só quero que ela e outras atrizes mostrem que se importam”, continou. Para demonstrar a hipocrisia da colega, McGowan apontou que Portman trabalhou com poucas mulheres cineastas na carreira, além de ter uma produtora que já realizou seis filmes, dos quais apenas um foi dirigido por mulher -por sinal, a própria Portman. “O que há com atrizes do seu tipo? Vocês do primeiro escalão podem mudar o mundo caso se posicionem, em vez de ser o problema”, escreveu McGowan. “Sim, você, Natalie. Você é o problema. O apoio falso a outras mulheres é o problema.” Para McGowan, Portman é uma “fraude”, já que ela “não diz nada e não faz nada”. E ainda sugere que a vencedora do Oscar por “Cisne Negro” “pendure seu casaco de ativista”. “Estou dizendo para parar de fingir que você é algum tipo de militante de algo que não seja você mesma. Quanto a mim, estarei aqui levantando minha voz e lutando por mudanças sem qualquer compensação financeira. Isso é ativismo.” Cinismo por cinismo, vale lembrar que Rose McGowan lançou recentemente um livro em que se apresenta como ativista feminista, que esse tipo de “papel” militante ajuda a divulgar. Em 2018, ela também atacou a iniciativa Time’s Up, criada por um grupo de personalidades femininas para apoiar vítimas de abuso e lutar por maiores oportunidades e igualdade salarial para as mulheres. O motivo, aparentemente, foi o fato de não ter sido convidada a fazer parte de sua liderança. A atriz reclamou especificamente de não ter chamada para os “almoços e eventos” do grupo. “Honestamente, eu nem quero ir. É tudo a m**** de uma mentira. É uma mentira que faz com que elas se sintam melhor”, disse, em entrevista à revista dominical do jornal britânico The Times. “Eu acho que elas [os membros do Time’s Up] são umas cretinas”, acrescentou. “Elas não são campeãs, são perdedoras. Eu não gosto delas. Como você explica o fato de que ganhei um prêmio de ‘homem do ano’ da GQ, mas nenhum grupo de mulheres ou revista de mulheres me apoiou?”. As diatribes que ela dispara geralmente são dirigidas a colegas de profissão, em contraste à afirmação da sororidade que costuma ser defendida pela nova geração de feministas. Para piorar, McGowan chegou a fazer alegações mentirosas contra a atriz Asia Argento, acusando-a de ter tido relações com um ator-mirim de 12 anos que foi seu filho num filme. A bomba serviu de farto material para a imprensa sensacionalista e prejudicou a italiana. Depois de Argento perder o emprego e a reputação, McGowan veio à público pedir desculpas, dizendo-se “profundamente” arrependida por ter divulgado “um comunicado sobre Asia Argento que agora eu sei que continha um número de fatos incorretos”. E ficou tudo por isso mesmo.
Margot Robbie vai estrelar filme com Christian Bale
Batman e Arlequina juntos no cinema? Quase isso. Margot Robbie (a Arlequina) vai protagonizar o próximo filme do diretor David O. Russell ao lado de Christian Bale (o Batman da trilogia do “Cavaleiro das Trevas”), além de Michael B. Jordan (Erik Killmonger em “Pantera Negra”). Bale e Russell já tinham trabalhado juntos em “Trapaça” (2013), mas é a primeira vez que a estrela de “Aves de Rapina” e o vilão de “Pantera Negra” participarão de um filme do diretor. Ainda sem título oficial, mas chamado de “Amsterdam” durante seu desenvolvimento, o filme tem roteiro do próprio Russell e sua premissa está sendo mantida em sigilo pelo estúdio New Regency. O diretor não filmava desde “Joy: O Nome do Sucesso”, de 2015, tendo perdido tempo ao se envolver numa série da The Weinstein Company para a Amazon, que teve a produção interrompida e descartada após o estouro do escândalo sexual do produtor Harvey Weinstein. Com agenda lotada, Margot Robbie está atualmente em cartaz com “Aves de Rapina” e reprisará o papel de Arlequina em “Esquadrão Suicida 2”, atualmente em pós-produção. Além disso, está confirmada em mais três filmes, entre eles a versão live-action da boneca “Barbie”.
Bruna Marquezine vai estrelar série da Netflix com Keanu Reeves
Começam a vir à tona os projetos que levaram Bruna Marquezine à sair da Globo. A atriz, que disse querer dedicar mais tempo aos estudos e ao cinema, abriu mão do contrato de exclusividade com o canal para tentar também a carreira internacional. Ela estará em “Conquest”, série estrelada e produzida por Keanu Reeves (“John Wick”), que foi rodada em São Paulo e Santos com direção de Carl Erik Rinsch (“47 Ronins”), e ainda não tem previsão de estreia na Netflix. Com a atração, a atriz segue o caminho de seus colegas Marco Pigossi, Bruno Gagliasso e Tainá Muller, que trocaram contratos por longo prazo na Globo para estrelar produções da plataforma de streaming. Bruna também poderá ser vista, a partir de 5 de março, em “Vou Nadar Até Você”, drama codirigido por Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick, que marca sua estreia como protagonista de cinema, após pequenos papéis na infância e participação no filme americano “Breaking Through: No Ritmo do Coração” (2015). Enquanto isso, a atriz continua ligada na Globo, como comentarista não oficial do Big Brother Brasil nas redes sociais, por conta de sua torcida pela amiga Manu Gavassi, e aproveitando a exposição para fazer muitas campanhas de publicidade.
Sophie Turner e Joe Jonas estão esperando o primeiro filho
O jovem casal formado pela atriz Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) e o cantor Joe Jonas está esperando o seu primeiro filho. A informação foi apurada pelo Just Jared e confirmada pelo programa E! News e a revista US Weekly. A atriz de 23 anos se casou com o membro dos Jonas Brothers em maio passado, em cerimônia improvisada em Las Vegas, e renovaram os votos no mês seguinte, num castelo na França. “O casal está mantendo a gravidez em segredo, mas os amigos mais próximos e a família foram avisados, e estão muito felizes por eles”, comentou a fonte do Just Jared. Os representantes dos dois não quiseram confirmar ou negar a história. Joe será o segundo dos irmãos Jonas a virar papai. Kevin Jonas, o mais velho do trio, já tem dois filhos com a mulher Danielle, com quem se casou em 2009.
Jussie Smollett volta a ser indiciado por suposta mentira sobre ataque racista e homofóbico
O ator americano Jussie Smollett, que interpretou Jamal Lyon na série “Empire”, voltou a ser indiciado por supostamente forjar um crime e mentir para a polícia. Em janeiro de 2019, ele alegou ter sido vítima de um ataque racista e homofóbico de apoiadores do presidente americano Donald Trump, em Chicago. O caso foi marcado por contradições de parte da polícia, que no curso da investigação transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. Problemas em relação ao tratamento público da investigação fez a promotora do caso desistir do processo, o que nunca caiu bem entre as autoridades de Chicago. Insatisfeito com a decisão da promotora Kim Foxx, o juiz do caso, Michael Toomin, resolveu nomear um novo promotor, Dan K. Webb, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia, enquanto “sabia que ele não foi vítima de um crime”. Smollett, por sua vez, já tinha decidido processar o município e autoridades de Chicago por considerar que o prefeito e o chefe de polícia da cidade “arruinaram” sua reputação. Ele foi demitido da série “Empire” após a polícia prendê-lo e declarar que ele forjou o ataque que alegou ter sofrido. Em 29 de janeiro do ano passado, Smollett foi levado a um hospital com ferimentos leves, afirmando ter sido atacado por dois homens durante a madrugada nas ruas de Chicago. O ator, que é negro e gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. A investigação da polícia, no entanto, chegou aos irmãos Ola e Avel Osundairo, personal trainers de descendência nigeriana que já haviam aparecido como figurantes em “Empire”. Eles testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. Na verdade, as autoridades policiais cometeram diversas irregularidades no caso. Ao prender o ator, a polícia afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tinha um dos maiores salários do elenco de “Empire”, acabara de receber aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do suposto falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. Em entrevista coletiva pouco antes da prisão do ator, o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Johnson também afirmou à imprensa que Smollett havia escrito uma carta de conteúdo ameaçador contra si mesmo, que chegou à produção de “Empire” alguns dias antes do ataque. Na realidade, segundo o TMZ, as investigações da polícia e do FBI não conseguiram determinar que o ator foi autor da carta. Diante dessa avalanche de equívocos, trazidos à público pela própria polícia, a promotora Kim Foxx desistiu de processar o ator. Ela explicou que, se fosse a julgamento, Smollett teria no máximo que prestar serviço comunitário, mas como o ator já realiza trabalho voluntário em Chicago, a condenação seria redundante. No entanto, caso fosse inocentado, deixaria a polícia numa situação difícil. Isto, porém, não impediu o Prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, e o chefe de polícia da cidade, Eddie Johnson, de continuar atacando o ator publicamente e insistindo na versão de ataque de mentira. Por isso, os advogados do ator alegam que a cidade deve uma indenização a ele. “Apesar do descarte de todas as acusações contra o Sr. Smollett, a conduta da polícia de Chicago e as declarações falsas dos irmãos Osundairo fizeram com que ele fosse sujeitado ao ridículo em público e o prejudicaram muito”, diz o processo movido pelo ator. “O Sr. Smollett também sofreu, e continua sofrendo, substanciais perdas monetárias. Ele perdeu oportunidades de emprego e precisou pagar muito dinheiro a advogados que o defenderam durante o caso”, continua o texto. O ator foi limado da 6ª e última temporada de “Empire”, que foi ao ar sem o seu personagem, e não aparece nas telas desde então. O processo contra a cidade de Chicago ainda cita que Smollett sofre de “angústia e estresse agudos” por causa do caso. Ele também alega ser vítima de racismo duplo, de seus atacantes e da polícia. E sempre manteve a mesma história, declarando-se inocente das acusações. Seu estresse e angústia agora tendem a aumentar. A justiça de Chicago decidiu ir para o “tudo ou nada”, com o objetivo de provar que Smollett mentiu e, no processo, desmoralizar a promotora original, que, como o ator, também é negra. Em sua declaração à imprensa, o novo promotor frisou que “ainda” não encontrou evidências de má conduta da equipe anterior de acusação. A advogada do ator, Tina Glandian, também emitiu um comunicado, observando que está em litígio com o Departamento de Polícia de Chicago e levantou questões sobre se seria justo para Webb basear parcialmente sua investigação nas evidências desse departamento. Ela aproveitou a frase de Web para destacar o fato de que ele disse não ter encontrado evidências de irregularidades por parte dos promotores. “A tentativa de processar novamente Smollett um ano depois, na véspera da eleição do procurador do estado de Cook, é claramente uma questão de política e não de justiça”, disse ela no comunicado. A promotora original, Kim Foxx, está concorrendo à reeleição e enfrenta uma primária no próximo mês, na qual seus oponentes criticam a forma como lidou com o caso Smollett. Apesar das “evidências robustas” que Webb afirma possuir, não será um caso fácil de provar.
Fim de Festa: Vencedor do Festival do Rio ganha trailer
A Imovision divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Fim de Festa”, filme vencedor do Festival do Rio – que também ganhou o troféu Redentor de Melhor Roteiro. Segundo longa dirigido por Hilton Lacerda, “Filme de Festa” retoma a parceria de “Tatuagem” entre o cineasta e o ator Irandhir Santos – e que também inclui vários outros filmes roteirizados por Lacerda. O elenco ainda inclui Suzy Lopes (“Bacurau”), Ariclenes Barroso (“Me Chama de Bruna”) e Hermila Guedes (“Segunda Chamada”). Na trama, Irandhir vive um detetive de polícia que tenta desvendar um crime que aconteceu durante o Carnaval. Ao voltar antecipadamente de suas férias, ele passa a investigar a morte de uma jovem turista francesa e, durante o inquérito, depara-se com fatos que se confundem com sua própria história. O filme retrata situações do Brasil atual e é parcialmente inspirado no caso real da turista alemã Jennifer Kloker, assassinada em 2010 em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, a mando da própria sogra. “Fim de Festa” tem estreia marcada para o dia 5 de março.
Vídeo legendado de Sonic destaca desempenho de Jim Carrey como Robotnik
A Paramount divulgou um vídeo de bastidores de “Sonic: O Filme”, centrado no desempenho de Jim Carrey como o Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic. A prévia traz cenas e depoimentos do ator, destacando sua canastrice no papel. Segundo a sinopse, um policial da cidade de Green Hills (James Marsden) ajudará o Sonic (voz original de Ben Schwartz) a fugir das autoridades – e Robotnik – que estão atrás dele. “Sonic: O Filme” marca a estreia de Jeff Fowler como diretor de longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004), e conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. O lançamento está marcado para esta quinta (13/2) no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
The French Dispatch: Novo filme de Wes Anderson ganha primeiro trailer com muitos astros e estilo
A Searchlight Pictures já começou sua campanha para o Oscar 2021. Isto é, lançou o pôster e o primeiro trailer de “The French Dispatch”, novo filme do diretor Wes Anderson. A prévia exalta as características marcantes da filmografia do diretor, que incluem o elenco numeroso e repleto de famosos, as cenas estáticas, inclusive em momentos de ação, a fotografia em tons pastéis, a proporção de tela pré-widescreen, o figurino caprichado e a cenografia minunciosamente detalhista. Apesar de conter grande identificação com “O Grande Hotel Budapeste” (2014), primeira obra de Anderson passada na Europa – e seu último filme live-action – , o vídeo também sugere influência da animação stop-motion de “Ilha dos Cachorros” (2018), com personagens sem expressão facial, movimentos artificiais e a impressão de que os sets são maquetes. Trata-se, como sempre, de uma obra estilizadíssima. O trailer também revela que o filme é uma antologia, reunindo diferentes histórias como se fossem reportagens do jornal que batiza a produção. A trama gira em torno da apuração de jornalistas, considerados párias em seus países natais, para um jornal francês de expatriados, fundado pelo personagem de Bill Murray. As cenas também se alternam entre cores e preto-e-branco e sugerem uma colagem de diferentes épocas, mas principalmente o começo dos anos 1960 – o que é reforçado pela seleção musical da trilha. Além de Murray, o elenco estelar incluiu outros integrantes da trupe que acompanha Anderson na maioria de seus projetos, formada por Owen Wilson, Jason Schwartzman, Adrien Brody, Willem Dafoe, Tilda Swinton, Edward Norton, Bob Balaban, Anjelica Huston, Frances McDormand, os “novatos” Tony Revolori, Saoirse Ronan, Léa Seydoux, Mathieu Amalric, Fisher Stevens (que entraram na turma em “O Grande Hotel Budapeste”) e Liev Schreiber (em “Ilha dos Cachorros”), além de diversos estreantes no universo do diretor: Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Christoph Waltz (“Django Livre”), Jeffrey Wright (“Westworld”), Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Lyna Khoudri (“Papicha”), Cécile de France (“O Garoto da Bicicleta”), Rupert Friend (“Homeland”), Alex Lawther (“The End of the F***ing World”), Henry Winkler (“Barry”), Lois Smith (“Lady Bird”), Griffin Dunne (“This Is Us”), Guillaume Gallienne (“Yves Saint Laurent”), Stephen Park (“O Expresso do Amanhã”), Hippolyte Girardot (“Amar, Beber e Cantar”) e até Morgane Polanski (“Vikings”), filha do cineasta Roman Polanski. A estreia está marcada para 24 de julho nos EUA, muito cedo para o Oscar, mas dá para apostar numa première no Festival de Cannes como ponto de partida para suas pretensões. Desde “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), os filmes de Anderson nunca faltam à premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Ainda não há previsão de lançamento para o Brasil.












