A Caçada: Universal lança novo trailer e retoma estreia do filme que Trump chamou de racista
A Universal divulgou um novo trailer, poster e data de estreia para “A Caçada” (The Hunt), filme que quase desistiu de lançar. O cartaz, inclusive, faz referência ao fato de que a produção estava originalmente prevista para setembro passado, mas agora chegará aos cinemas americanos em 13 de março. O thriller satírico foi adiado em meio a uma onda de atentados nos EUA e um dia após sofrer um ataque explícito do presidente Trump no Twitter. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu Trump em agosto. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”, completou o presidente dos EUA. “A Caçada” mostra uma dúzia de integrantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Tramas de caçada humana por esporte fazem parte do DND de Hollywood desde o clássico “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). Mas “A Caçada” injeta crítica social no contexto. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. O trailer e o pôster demonstram que, após ponderar, o estúdio resolveu transformar o ataque de Trump em marketing. Um letreiro no meio do vídeo afirma que “o filme mais falado do ano é um que ninguém ainda viu”, enquanto o cartaz destaca frases sensacionalistas contra a produção. Para completar, a prévia ainda destaca clichês e preconceitos odiosos, seja nas falas dos direitistas pobres, que sugerem que atores não são pessoas reais, seja nos diálogos dos esquerdistas ricos, que transformam correção política numa caricatura insensível. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos, como destaca uma das falas do vídeo abaixo. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.
Loki: Gugu Mbatha-Raw entra na série da Marvel
A atriz inglesa Gugu Mbatha-Raw (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”) entrou na série “Loki”, atualmente em desenvolvimento para plataforma Disney+ (Disney Plus). A Marvel não revelou o papel da atriz, que vai se juntar a Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, além de Owen Wilson (“Extraordinário”) e Sophia Di Martino (“Yesterday”) em papéis não identificados. Loki é o vilão mais proeminente da Marvel, tendo aparecido em sete filmes até o momento, entre o primeiro “Thor” (de 2011) e o último “Vingadores” (de 2019). A série, por sinal, vai encontrá-lo após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos. A atração tem roteiros de Michael Waldron (“Rick e Morty”), direção de Kate Herron (“Sex Education”) e produção de Kevin Feige, o chefão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A estreia está marcada para o começo de 2021 e sua trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.
Emily Blunt vai estrelar minissérie da Amazon
Emily Blunt vai estrelar a segunda minissérie de sua carreira, num gênero que nunca filmou antes. Ela será a protagonista de “The English”, um western coproduzido pela rede britânica BBC e a plataforma de streaming da Amazon. “The English” é a nova criação de Hugo Blick, produtor, roteirista e diretor das minisséries “The Honorable Woman” (2014) e “Black Earth Rising” (2019). Até então, o único papel fixo de Blunt na TV tinha sido a minissérie “Empire”, de 2005, passada na época do Império Romano. Ela nunca tinha participado de um western. A atriz inglesa terminou recentemente as filmagens de três longas: “Um Lugar Silencioso – Parte II”, que estreia em 19 de março, “Jungle Cruise”, marcado para 23 de julho, e “Wild Mountain Thyme”, ainda sem previsão de estreia.
Todxs Nós: Trailer de nova série brasileira da HBO discute identidade de gênero
A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Todxs Nós”, nova série brasileira, que tem como gancho a questão da identidade de gênero. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Heitor Dhalia (“Tungstênio”) e Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”), a série também abordará, ao longo de oito episódios de 30 minutos, questões como racismo e assédio. A prévia dá uma mostra de como esses temas são colocados no cotidiano dos personagens vividos por Clara Gallo (“Mãe Só Há Uma”), Kelner Macêdo (“Corpo Elétrico”) e Julianna Gerais (do vindouro “Selvagem”). Clara vive Rafa, jovem de 18 anos, pansexual e não-binário que decide deixar a família no interior de São Paulo e mudar-se para a casa de seu primo gay, Vini (Kelner Macêdo), na capital. Vini, que já divide o espaço com Maia (Julianna Gerais), fica surpreso ao descobrir que Rafa se identifica com o pronome neutro e não com o gênero feminino ou masculino. Enquanto isso, uma denúncia de assédio acontece no ambiente de trabalho de Maia. Realizada com recursos próprios da HBO Latin America – em outras palavras, sem apoio do governo – , a série tem estreia marcada para 22 de março.
The Walking Dead ganha novo trailer com cenas inéditas da 10ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou o trailer da volta de “The Walking Dead”. A prévia traz narração de Alpha (Samantha Morton) e mostra várias cenas do cerco de Alexandria pelos Sussurradores e seus “guardiões”. Uma das imagens que mais chama atenção é o choro de Judith (Cailey Fleming), entre closes sugestivos de Michonne (Danai Gurira). Michonne está com os dias contados na série, já que sua intérprete não renovou contrato para continuar na atração. Outro detalhe que se destaca é um prenúncio de confronto entre Alpha e Negan (Jeffrey Dean Morgan), que aparece resignado. A metade final da 10ª temporada vai mostrar o destino dos sobreviventes presos numa caverna lotada de zumbis, enquanto Alpha se prepara para dar seu golpe final contra Alexandria. Intitulado “Squeaze”, o capítulo que retoma a série será transmitido em 23 de fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Milton Gonçalves sofre AVC e seu estado de saúde inspira cuidados
O ator Milton Gonçalves, de 86 anos, sofreu um acidente vascular cerebral isquêmico e está internado no Hospital Samaritano Barra, no Rio de Janeiro. Segundo a colunista do Jornal O Dia Fábia Oliveira, Milton teria sofrido o AVC após ter participado da feijoada do Salgueiro, no último domingo (9/2). Nesta terça-feira (11/2), a assessoria de imprensa da unidade hospitalar divulgou um boletim médico, que revela que o ator recebeu atendimento cirúrgico e seu estado de saúde inspira cuidados. “O Hospital Samaritano Barra informa que o Sr. Milton Gonçalves deu entrada na unidade na manhã da última segunda-feira,10/02, em virtude de um acidente vascular cerebral isquêmico. Ele recebeu atendimento clínico e cirúrgico endovascular e encontra-se internado na unidade neuro intensiva. O estado de saúde do paciente inspira cuidados”, diz a íntegra do comunicado. Presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro (Sated/RJ), Milton foi visto recentemente na TV como protagonista do especial de Natal da Globo, “Juntos a Magia Acontece”, e ainda está no elenco da inédita cinebiografia “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”, que não tem previsão de estreia.
Superstore é renovada para sua 6ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação de “Superstore”, série de comédia estrelada por America Ferrera (série “Ugly Betty”), para sua 6ª temporada. Atualmente na metade de sua 5ª temporada, a série atingirá seu episódio de número 100 com a renovação. “Estamos empolgados com o fato de a ‘Superstore’ continuar falando sobre muitas questões importantes e atuais, ao mesmo tempo em que é hilária”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, co-presidentes de programação da NBC Entertainment, em comunicado. Sitcom de ambiente de trabalho criada por Justin Spitzer (produtor da série “The Office”), “Superstore” acompanha funcionários variados de uma grande loja americana, que vende de tudo e precisa lidar com um cotidiano repleto de emoções – desde raivosos caçadores de promoções, liquidações que causam motins e sessões de treinamento intermináveis. Além de America Ferrera, que vive uma funcionária transformada em gerente, o elenco da série inclui ainda Ben Feldman (série “Silicon Valley”), Mark McKinney (série “Man Seeking Woman”), Lauren Ash (série “Super Fun Night”), Colton Dunn (série “Key and Peele”), Nichole Bloom (série “Shameless”) e Nico Santos (“Segurança de Shopping 2”). “Superstore” está atualmente em hiato e retorna em na quinta (7/3) para a parte final de sua 4ª temporada nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Altered Carbon: Trailer e fotos apresentam a temporada estrelada por Anthony Mackie
A Netflix divulgou mais de 30 fotos, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Altered Carbon”, destacando a participação de Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”) como protagonista. A prévia revela que ele terá que enfrentar um antigo intérprete do mesmo papel, o que é possível graças à premissa da sci-fi. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. O personagem principal, Takeshi Kovacks, era originalmente um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “The Good Doctor”) em flashbacks da temporada inaugural, mas assumiu a forma do sueco Joel Kinnaman ao despertar para a nova realidade em que se passa a trama, e agora será interpretado por Mackie. Nos novos episódios, o corpo original (Lee), preservado via criogenia, irá enfrentar a mente original, que atualmente habita o corpo de Mackie. Além de Lee, a série também preservou os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Já as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. A 2ª temporada chega ao serviço de streaming em 27 de fevereiro.
O “segredo” do sucesso de Parasita: apoio e incentivo do governo sul-coreano
A consagração do primeiro longa não falado em inglês no Oscar de Melhor Filme tem rendido – e ainda vai render – muitos debates em Hollywood e em todo o mundo. E o Brasil faria muito bem se prestasse atenção. Afinal, enquanto o governo brasileiro atacou seu único representante na disputa, o país de “Parasita” apoiou seu representante do começo ao fim. Agora, com o aval da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, a Coreia do Sul poderá colher a fartura, que representa a mudança de status comercial de sua indústria cinematográfica, traduzindo-se em mais exportações e divisas para a economia do país. O cinema sul-coreano penou durante 26 anos o sucateamento nas mãos de uma ditadura militar, após um golpe em 1961 instalar censura – ou “filtros” – para permitir apenas a produção de filmes nacionalistas e de apoio ideológico ao governo. Só que o público sul-coreano rejeitou esse modelo, levando a uma queda de 60% no consumo de cinema do país, entre 1969 e 1979. A reação da ditadura foi abrir o mercado para produções estrangeiras em 1986, preferencialmente de Hollywood, que voltaram a atrair espectadores, enquanto os filmes locais se notabilizavam como sinônimos de fracasso comercial. O fim da ditadura abriu ainda mais o mercado. Em 1988, todas as restrições foram derrubadas e os estúdios americanos começaram a se estabelecer no país. Poderia ter sido o fim completo do cinema local, desacreditado pelos temas impostos pela ditadura, mas o novo governo democrata acionou a política de cotas de exibição para produções nacionais, implantada pelos militares nos anos 1960, que foi gradativamente ampliada. Apesar disso, os filmes sul-coreanos ainda respondiam por apenas 16% das bilheterias do país até 1993. As cotas acabaram complementadas por incentivos e financiamento público em todas as etapas, da produção à exibição de filmes do país. Graças à política cultural, o governo atraiu grandes companhias, como a Samsung, que passaram a investir no cinema nacional. Estas mudanças possibilitaram o surgimento de uma nova geração de cineastas no final dos anos 1990, que começou a se apresentar para o mundo em festivais internacionais no final dos anos 1990. Diretores importantes iniciaram suas carreira nesse período, em meio ao movimento batizado pela mídia de “Novo Cinema Coreano”, como Park Chan-wook, Kim Jee-woon e até Bong Joon-Ho, diretor de “Parasita”. Desde seu filme de estreia, “Cão Que Ladra Não Morde” (2000), Bong Joon-Ho conta com apoio do governo, que em 1999 reformou o conselho de cinema do país, rebatizando-o e transformando-o em órgão de incentivo e fomento da produção cinematográfica local. O Korean Film Council (KOFIC, na sigla oficial) é equivalente à Ancine brasileira e faz tudo o que a Ancine poderia/deveria fazer – mas que deixou parcialmente de fazer sob o governo Bolsonaro – , desde financiar despesas de produção, estabelecer políticas de renúncia fiscal, organizar o mercado nacional e dar suporte financeiro para filmes sul-coreanos participarem de eventos internacionais, com autonomia em relação ao partido no poder. Graças ao KOFIC, em pouco tempo o cinema sul-coreano virou o jogo, passando a dominar as bilheterias do país e a vencer prêmios importantes nos maiores festivais de cinema do mundo. Tanto que, em 2006, os filmes nacionais já representavam 50% das bilheterias do país e o governo pôde diminuir a cota de tela sem causar qualquer efeito negativo no mercado. Mesmo com cota menor, a média de lançamento de filmes sul-coreanos manteve-se como uma das maiores do planeta, com pelo menos um título novo por semana. A força das produções locais ainda propiciou que mais empresas, como a Hyundai, passassem a investir nesse segmento. E assim as conversas sobre regulamentação atingiram outro patamar, em torno de apoio maior para os pequenos estúdios e menos incentivo para projetos mais comerciais e lucrativos – o oposto do que Osmar Terra, ministro da Cidadania, planejava para o futuro do cinema brasileiro, em discurso registrado no ano passado. Outras mudanças não tão óbvias também contribuíram para esse resultado, como a educação da população. O estudo de Cinema passou a ser incluído no currículo escolar. Cai no (equivalente ao) vestibular. Estudantes também têm direito à meia-entrada nas bilheterias. Além disso, o governo incentivou aberturas de cursos e escolas de Cinema, contribuindo para a formação de técnicos capazes de realizar trabalhos dignos de Hollywood, e patrocinou a criação de festivais, como o de Busan, que se tornou um dos mais importantes da Ásia. No Brasil, estatais do governo Bolsonaro cortaram o apoio a festivais e ameaçam despejar uma das escolas de cinema mais tradicionais. Para completar, esse apoio às artes foi estendido a várias outras áreas da cultura sul-coreana. E o sucesso mundial do K-Pop é outro grande exemplo da diferença que faz o apoio do Estado à cultura de um país.
Selma Blair confessa estar mal com sintomas de esclerose múltipla
A atriz Selma Blair postou um desabafo em seu Instagram, ao comentar seu atual estado de saúde. Ela sofre de esclerose múltipla e tem falado publicamente de todo o sofrimento trazido pela doença, conforme ela evolui, sem dourar a pílula. “Essa é a questão: eu me sinto mal. É isso que acontece. Não tem nenhuma luz brilhante glamourosa. É óbvio. São longas noites. Quase todas as noites. Os músculos no meu rosto e pescoço têm espasmos. Ou ficam tão contraídos que eu não acho uma forma de alongar. E eu estou tentando há três horas. No chão, alongando. Eu tive uma virose. Obrigada, Arthur! E eu estou ainda mais derrotada agora. Por enquanto. Mas eu não morro por isso”, começou Selma em seu texto, citando seu filho, Arthur Saint Bleick, de 8 anos. A atriz de 47 anos continuou: “Eu sou forte o suficiente para não ser mais derrubada por um urso comum. São ótimas notícias. Uma validação excelente. Eu me recupero. Eu tropecei semana passada. Na rua. Eu não me lembro de isso acontecer. Ou da dor. Me contaram. E meu tornozelo está torcido e isso me faz sentir ainda mais frágil. Uma simples torção no tornozelo. E eu sou sortuda por um milhão de motivos. Eu sei. E eu ainda me sinto sozinha e vulnerável e com medo sobre o futuro como mãe solteira”, ponderou. “Eu não estou mais perto de morrer do que ninguém. Eu só estou machucada. Parece que eu estou quebrando. Então existe uma verdade a ser contada para qualquer um que esteja se sentindo assim. É triste. E assustador. Não se sentir bem. E eu sinto muito mal. Essa sou eu para vocês. Nas primeiras horas da manhã. Porque eu não sei mais o que fazer e eu quero tanto melhorar. Que a luz positiva esteja sempre a nossa volta. E nos guie para fora da escuridão”, refletiu. Por fim, agradeceu: “Obrigada a todos por serem o meu maior amor. Eu estou indo devagar. Eu preciso me recuperar. Eu quero me recuperar. E eu nem sei o que isso realmente significa. Eu mando para todos um calor reconfortante. Todos nós precisamos”, encerrou. Apesar da doença, Selma Blair não parou de trabalhar. Desde que os sintomas se manifestaram, ela contou com apoio e ajuda da equipe de “Outra Vida” (Another Life) para estrelar a 1ª temporada da série, que foi renovada pela Netflix. Também apareceu em episódios de “Perdidos no Espaço” (Lost in Space) e integrou o elenco de dois filmes, entre eles a continuação ainda inédita do romance teen “After”, reprisando seu papel como mãe da protagonista vivida por Josephine Langford. Ver essa foto no Instagram This is the thing. I feel sick. This is what happens. There is no bright light of glamour. Of course. It is long nights. Almost all nights. My muscles in my face and neck are in spasm. Or so tight I can’t even find a way to stretch. And I have been trying for three hours. On the ground stretching. I have had the stomach flu. Thanks Arthur! And I am even more sideways now. For now. But I am not killed by it. I am strong enough not to be taken down any more than the average bear. That’s great news. Excellent reassurance. I recover. I stepped wrong last week. In the street. I don’t remember it happening. Or the pain. I was told. And my ankle is sprained and it makes me feel even more fragile. A simple ankle sprain. And I am lucky on a million counts. I know. And I am still feeling alone and vulnerable and scared about the future as a single mom. I’m not dying any more than anyone. I am just hurting. It feels like I am just breaking down. So there’s a truth to give to anyone else feeling this way. It’s just miserable. And scary. To feel unwell. I am so sorry. This is just me to you. In the early hours of the morning. Cause I don’t know what else to do and I want so much to do better. May the silver lining surround us all. And guide us out of the darkest. Thank you all for being the biggest loves. I am in a slow time. I need to recover. I want to recover. And I don’t know what that even really means. 💛. I send you all a reassuring warmth. We all need it. Uma publicação compartilhada por Selma Blair (@selmablair) em 11 de Fev, 2020 às 4:26 PST
Macauley Culkin diz que nunca viu Michael Jackson abusar de menores
Macauley Culkin, que até hoje é lembrado como o pequeno Kevin de “Esqueceram de Mim” (1990), aceitou falar sobre sua relação com Michael Jackson, durante uma entrevista à revista Esquire, publicada nesta terça (11/2). Hoje com 39 anos, o ator tinha apenas 11 quando estrelou o clipe de “Black and White” em 1991, iniciando sua amizade com o cantor. Nos anos seguintes, estouraram acusações de pedofilia contra Michael, o que ele sempre negou. Na entrevista, Culkin garante que, durante sua convivência com o Rei do Pop, numa sofreu abuso nem testemunhou nada nesse sentido. “Olhe, essa é a verdade: ele nunca fez nada comigo. Eu nunca o vi fazer nada. E especialmente neste momento da vida, eu não tenho motivos para esconder nada”, afirmou o ator. “Eu não diria que virou moda ou algo assim, mas agora seria um bom momento para falar. E, se eu tivesse algo para falar, eu falaria com certeza. Mas não, eu nunca vi nada: ele nunca fez nada.” No passado, Culkin chegou a se comparar com o cantor, dizendo que ambos tiveram infâncias semelhantes, foram alçados à fama muito cedo, e por isso tinham uma ligação especial – ainda que tivessem 22 anos de diferença. O último encontro entre eles aconteceu em 2005, quando Culkin teve de testemunhar no julgamento de Michael Jackson, acusado de intoxicar e molestar um garoto de 13 anos. Mas eles não conversaram na ocasião. “Melhor não nos falarmos”, disse Jackson, de acordo com Culkin. “Não quero influenciar seu testemunho.” O cantor foi absolvido. Quatro anos depois, morreu por uma overdose por medicamentos. Durante a conversa com a Esquire, Culkin contou uma história que ilustra como as pessoas pensam que ele teria sido abusado por Michael. “Uma vez eu cruzei com James Franco em um avião. Eu tinha encontrado com ele dois ou três anos antes. Nós nos acenamos enquanto guardávamos nossas malas de mão. Foi logo depois de ‘Leaving Neverland’ [documentário com acusações contra o cantor] e ele falou: ‘Então, aquele documentário, né?’. E foi tudo o que ele falou. Eu fiquei meio: ‘Aham…’. Silêncio. Então ele disse: ‘O que você achou?’. Eu virei e falei: ‘Você quer falar sobre algum amigo SEU morto?’. Ele respondeu: ‘Não, não quero’. Então, eu disse: ‘Legal, cara, foi bom te ver”, concluiu. Culkin também revelou um conselho que deu para Paris Jackson, que é sua afilhada, quando a filha do Rei do Pop se tornou mais “pública”. “Não se esqueça de ser boba, não se esqueça de tirar algo desta experiência toda e não se esqueça de sempre ter algo na manga”, completou
Filha de Dwayne “The Rock” Johnson vai disputar campeonato de luta livre
A filha do astro Dwayne “The Rock” Jonhson, Simone Garcia Johnson, entrou na WWE, organização responsável pelos campeonatos de luta livre na TV americana. A WWE anunciou nesta terça (11/2) que Simone Johnson irá se reportar ao Performance Center em Orlando, onde começará oficialmente o seu treinamento para participar de lutas televisionadas. Segundo o site Uproxx, o objetivo da WWE é transformar a jovem de 18 anos em “uma estrela mundial da empresa”. Ao assinar com a WWE, Simone vai dar sequência a um legado da família. Antes de estrear no cinema, seu pai se projetou como The Rock, em lutas da WWE, e seu avô, Rocky Johnson, é considerado uma lenda das lutas livres americanas. A garota é a única filha do relacionamento do astro de filmes de ação com Dany García. Eles ficaram casados por 10 anos, de 1997 a 2007. Dwayne Johnson tem mais duas filhas com a atual namorada Lauren Hashian: Jasmine, de três anos, e Tiana, de um ano.
Warner muda título de Aves de Rapina após fracasso nas bilheterias
A Warner anunciou uma mudança no título do filme “Aves de Rapina”. O filme, que antes se chamava “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” passa agora a ser chamado oficialmente de “Harley Quinn: Birds of Prey” – ou “Arlequina: Aves de Rapina” – nos cinemas dos Estados Unidos. A alteração foi uma reação ao desempenho de bilheteria, considerado fraquíssimo no fim de semana de estreia. E comprova que a Warner não fez o dever de casa em relação ao filme. O título equivocado foi um dos tópicos levantados entre as avaliações pós-desastre do estúdio, diante da abertura de US$ 33,2 milhões no mercado americano – a pior estreia de um filme de super-heróis da DC Comics desde o fiasco de “Mulher-Gato” em 2004. Antes que alguém ligue o fato de “Aves de Rapina” e “Mulher-Gato” serem estrelados por mulheres como fator preponderante do fracasso – “Capitã Marvel” e “Mulher-Maravilha” enterraram essa tese – , há outros detalhes que aparecem em comum entre os dois filmes. Em ambos, as reclamações dos fãs sobre a escalação das intérpretes, que não refletem o perfil das personagens dos quadrinhos, jamais foram consideradas. A contratação de um(a) cineasta inexperiente só começou a ser tida como equivocada após os desempenhos negativos. Assim como o tom indeciso do roteiro, entre a comédia e a ação, que não agradou quem esperava mais de um ou de outro. O título, claro, era um dos problemas óbvios de “Aves de Rapina”. Afinal, porque o filme não se chamou “Arlequina”, se ela era a única conhecida? Parece que deu certo com “Coringa”. Mas agora, após uma fortuna gasta em marketing para divulgar “Aves de Rapina”, a Warner parece ter finalmente se dado conta do erro. Outro problema aparente teria sido a afobação do estúdio em construir um “universo cinematográfico”, que previa lançar uma franquia de “Aves de Rapina” paralela a novos filmes da Arlequina. Essa pressa resultou num segundo “Liga da Justiça” – que, em vez de lançar franquia, virou fim de linha. Ao contrário da Marvel, as adaptações da DC Comics tem sido bem-sucedidas quando não compartilham um “universo” de personagens. E, lógico, não há como entender a classificação etária “R” (para maiores nos EUA). “Esquadrão Suicida”, que lançou a Arlequina no cinema, foi exibido para menores (PG-13). E a própria Arlequina é uma personagem de desenho animado infantil. Além disso, ao contrário de “Coringa”, “Deadpool” ou “Logan”, “Aves de Rapina” não apresentou nenhuma cena especialmente violenta ou sexual, apenas linguagem imprópria – um ou outro palavrão – que a dublagem nacional tende até a esconder. A Warner também vacilou na data de estreia, marcada para o fim de semana do Oscar, quando o público ainda corria para ver os filmes indicados ao prêmio da Academia. Tanto é assim que o Top 10 do fim de semana resgatou até “Entre Facas e Segredos”, que já havia saído do topo do ranking – lançado em novembro passado! No mercado internacional, “Aves de Rapina” saiu-se um pouco melhor, elevando o total para US$ 81,2 milhões em todo o mundo. No Brasil, o longa liderou a bilheteria do último fim de semana. Mas como os cinemas chineses e de parte da Ásia estão fechados, devido ao coronavírus, o montante global não deve se tornar a “salvação” de sua balança comercial.












