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Reality

“A Fazenda 18” elimina Igor com apenas 10,07% dos votos

Ator é o 4º eliminado do reality e provoca a primeira baixa na Alcateia, grupo liderado por Jottapê

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Filme

Steven Soderbergh assume filmagens de Batman: Parte II após afastamento de Matt Reeves

Diretor de “Onze Homens e um Segredo” concluirá gravações enquanto Matt Reeves enfrenta problema familiar

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15 de outubro de 2026
Série

Spin-off de Tulsa King com Samuel L. Jackson ganha teaser e data de estreia

“Frisco King” acompanha um assassino profissional que decide criar seu próprio império criminoso no Texas, com participação de Sylvester Stallone

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15 de outubro de 2026
Reality

Alfredo peita Murilo em briga por tarefa em A Fazenda 18: “Eu que mando aqui”

Novo Fazendeiro coloca namorada de Murilo para cuidar da égua Serena e provoca confronto com troca de ameaças e acusações

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15 de outubro de 2026
Etc

Vorcaro controlava Jornalismo da grande imprensa com dinheiro do Master

Mensagens revelam interferência em pautas do Metrópoles, O Globo, Valor, IstoÉ, Vogue, Brazil Journal e outros sites, com pagamentos milionários e vetos editoriais

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15 de outubro de 2026
  • Filme

    Minha Mãe É uma Peça 3 já é terceiro filme brasileiro mais visto em todos os tempos

    13 de fevereiro de 2020 /

    O público do filme “Minha Mãe É uma Peça 3” não pára de crescer. Nesta quinta (13/2), a comédia de Paulo Gustavo atingiu 11,2 milhões de espectadores, superando os 11,1 milhões de ingressos vendidos de “Tropa de Elite 2”. Com isso, transformou-se no terceiro filme mais visto da história da indústria cinematográfica nacional, atrás apenas dos dramas “Nada a Perder” (2018) e “Os Dez Mandamentos” (2016), justamente os filmes que têm seu público questionado, por conta de uma estratégia da Igreja Universal, que esgotou os ingressos das sessões sem preencher os assentos dos cinemas com espectadores. Como a diferença é pequena, os números polêmicos do 2º colocado devem ser superados em breve. A diferença para “Os Dez Mandamentos” é de apenas 100 mil ingressos, enquanto “Nada a Perder” tem cerca de 900 mil de vantagem. Atualmente em 3º lugar no ranking nacional, “Minha Mãe É uma Peça 3” ainda continua lotando suas sessões. No fim de semana passado, levou 209 mil espectadores aos cinemas. Basta atingir metade desse número até domingo para superar o recorde de “Os Dez Mandamentos”. Há oito semanas em cartaz, a comédia da Dona Hermínia já tem um faturamento de R$ 175 milhões, que representa a maior bilheteria do cinema brasileiro em todos os tempos – recorde superado em janeiro passado, cerca de 40 milhões atrás. O valor se tornou, inclusive, maior que a soma da arrecadação conjunta dos dois primeiros filmes da franquia. A franquia “Minha Mãe É Uma Peça” é baseada na peça homônima, criada e estrelada por Paulo Gustavo como Dona Hermínia. Os dois primeiros filmes, lançados em 2013 e 2016, atingiram juntos o público de 13 milhões de espectadores e uma arrecadação total de R$ 173,7 milhões. O imenso sucesso e alcance de “Minha Mãe É Uma Peça 3” também coloca em cheque a definição do presidente Jair Bolsonaro sobre filmes que só agradam “uma minoria”, já que se trata de uma produção assumidamente LGBTQIA+. Sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), tem como tema um casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada.

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  • Etc

    Chloe Bennet revela ter passado por cirurgia para tratar endometriose

    13 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Chloe Bennet, que interpreta Daisy/Tremor na série “Agents of SHIELD”, revelou ter passado por uma cirurgia na sexta passada (7/2) para tratar sua endometriose, doença com a qual convive há pelo menos dez anos. Em post publicado no Instagram, ela compartilhou duas fotos em que aparece se recuperando na cama do hospital. Ao lado das imagens, Bennet confessou ter passado muito tempo com vergonha da doença, por se tratar de um “problema de saúde feminino”. Mas decidiu vencer o bloqueio e postar sobre o problema, “porque esse sentimento de vergonha é a razão exata pela qual tantas mulheres não procuram tratamento”. “Levei muitos anos tentando médicos diferentes, pesquisando no google e acreditando que estar com muita dor o tempo todo NÃO podia ser normal como me diziam”, ela contou. “Foi preciso encontrar uma médica incrível que não apenas validasse meus sintomas com uma imensa quantidade de conhecimento sobre a doença, mas, o mais importante, ela me incentivou a não ter vergonha. É um luxo não sentir vergonha de algo depois de tanto tempo. Por fim, estou compartilhando isso, porque muito do que me ajudou nos últimos 10 anos foram posts de blogs ou artigos aleatórios”. Ela também citou as contas de Instagram que abordam a endometriose, como a de Lena Dunham (“Girls”), que recentemente passou por uma cirurgia para retirada do útero por conta do problema, e pediu para que “doenças femininas” sejam tratadas mais abertamente para evitar desinformação. Por conta da ignorância, ela lembra que seu “instinto sempre foi agir como se não fosse grande coisa, tolerar a dor e simplesmente não falar sobre isso”. Mas a doença é séria. A endometriose é uma condição em que células semelhantes às do endométrio – a camada de tecido que reveste o útero – crescem no seu exterior. Os locais de crescimento mais frequentes são os ovários, as trompas de Falópio e o tecido que envolve o útero e os ovários. Os principais sintomas são dor na parte inferior do abdômen e infertilidade. Cerca de metade dos casos apresentam dor pélvica crônica, enquanto em 70% a dor ocorre durante a menstruação. Também é comum ocorrer dor durante as relações sexuais. Confira o relato completo da atriz abaixo. Ver essa foto no Instagram So last Friday I got surgery to help treat my Endometriosis, a disease I have been quietly suffering from since before I can remember. I wasn’t going to post about this because it’s all very personal, and well, honestly because this is about a “feminine health issue” … and even now, writing this out makes me feel… slightly embarrassed and uncomfortable, and I hate that. Because that feeling of embarrassment is the exact reason why so many women don’t seek out treatment. The shame that surrounds most women’s health issues often fuels the voices in our heads that tell us we are somehow “over reacting” or “shouldn’t be taken seriously”. It trickles down into how we are treated in the work place, into what is covered by insurance, and notably, how heath care professionals treat us. It took me many years of trying different doctors, late night google searches, and just believing that being in a severe amount of pain ALL the time WAS NOT normal and doesn’t have to be to get treatment. It took finding an incredible doctor who could not only validate my symptoms with an immense amount of knowledge on the disease, but most importantly she encouraged me to be absolutely shameless about it. It’s a luxury to not feel shame about something after so long. Ultimately I’m sharing this because so much of what has helped me over the past 10 years has been the small little blogs or the random articles, the Endo Instagram accounts, or the Lena Dunham’s of the world (she is a BADASS) sharing their stories, despite what it must look like to everyone else. Whether it’s Endometriosis, PCOS, hormone imbalances, dealing with the insane side effects of birth controls, GIVING (Fucking) BIRTH, or just a regular old period, I feel like we need to talk about it. Normalize the conversation. Feel no shame. No more passing tampons in our sleeves or under the table so the boys don’t see, that shits whack. So yeah, I guess I’m speaking about this now because my instinct has always been to act like it’s no big deal, tolerate the pain and just not talk about it. So this is me talking about it. (And also despite being high as a kite, I looked cute in these compression socks) Uma publicação compartilhada por Chloe Bennet (@chloebennet) em 11 de Fev, 2020 às 12:44 PST

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  • Série

    Katy Keene: Série derivada de Riverdale será lançada pela HBO no Brasil

    13 de fevereiro de 2020 /

    A série “Katy Keene”, derivada de “Riverdale”, será exibida no Brasil pelo canal pago HBO. É uma iniciativa curiosa, pois “Riverdale”, que já tem crossover com a atração, é exibida pelo canal pago Warner. Ambas as séries são exibidas nos EUA no mesmo canal, The CW. “Katy Keene” estreou na quinta-feira passada (6/2) nos EUA, após sua personagem-título aparecer em “Riverdale” para estabelecer a ligação entre as duas produções. Além disso, a nova atração ainda conta com uma personagem transplantada de “Riverdale”, Josie McCoy. Ashleigh Murray reprisa seu papel de Josie, que se muda para Nova York para perseguir seu sonho de virar cantora profissional. Lá, ela vai morar com a amiga nova-iorquina de Veronica, Katy Keene, passando a dividir apartamento também com a drag queen Jorge/Ginger Lopez. Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) vive Katy Keene e Jonny Beauchamp (a Angelique de “Penny Dreadful”) é Ginger. O elenco também destaca Julia Chan (a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”) como Pepper Smith, uma promoter cheia de contatos, e Lucien Laviscount (“Scream Queens”) no papel de Alexander Cabot, um empresário musical. Todos os personagens buscam realizar seus sonhos na cidade grande, mas enfrentam sucessivas desilusões e a inveja de rivais poderosos. No caso de Alexander, é sua própria irmã, Alexandra (Camille Hyde, de “American Vandal), uma milionária esnobe e controladora. Vale lembrar que os irmãos Cabot faziam parte da trupe do desenho animado “Josie e as Gatinhas”, de onde saiu Josie McCoy. Todos os três personagens, que eram brancos na animação e nos quadrinhos da Archie Comics, são interpretados por atores negros na série. “Katy Keene” é a terceira criação de Roberto Aguirre-Sacasa baseada em personagens da Archie Comics, após “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. Lançada nos anos 1940, a personagem original dos quadrinhos era uma atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, mas na série é apresentada como vendedora de loja de roupas que sonha em virar estilista de moda. A atração estreia em 6 de março na HBO e no streaming HBO Go.

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  • Série

    Most Dangerous Game: Liam Hensworth aposta a própria vida no trailer da série

    13 de fevereiro de 2020 /

    A plataforma Quibi divulgou os pôsteres e o trailer de “Most Dangerous Game”, série estrelada por Liam Hemsworth (“Jogos Mortais”) e Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”). Na prévia, o personagem de Hemsworth recebe a notícia de que é um doente terminal. Desesperado para deixar algum dinheiro para sua esposa grávida, ele acaba aceitando a proposta sinistra do personagem de Waltz, de apostar a própria vida num jogo de caçada mortal, em que tudo que tem fazer é ficar vivo por 24 horas. Cada hora de sobrevivência representará depósitos milionários na conta de sua mulher, mas também maiores ameaças à sua vida. A história é supostamente baseada no famoso conto homônimo do escritor Richard Connell, que já foi adaptado em vários filmes, inclusive o clássico “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). Apesar disso, o trailer também parece evocar a trama de “Vidas em Jogo” (1997), thriller estrelado por Michael Douglas. “Most Dangerous Game” é a segunda série criada por Nick Santora (criador de “Scorpion” e roteirista de “Prison Break”) para a Quibi. Ele também está por trás do reboot da série clássica “O Fugitivo”, a primeira produção da plataforma a ter seu trailer revelado. Ambas serão lançadas em em 6 de abril, dada da inauguração do novo serviço de streaming. Voltada à transmissão de conteúdos para dispositivos móveis, a Quibi só produzirá programas com episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. O nome do serviço vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Criada por Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, a plataforma prepara um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Até o momento, foram divulgados os trailers para o mencionado “The Fugitive”, o thriller de sobrevivência “Survive” e a comédia “Flipped”, mas ainda há projetos de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Sam Raimi (“Evil Dead”), Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos outros.

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  • Série

    Survive: Sophie Turner sofre desastre aéreo no primeiro trailer da série

    13 de fevereiro de 2020 /

    A plataforma Quibi divulgou o pôster e o trailer de “Survive”, nova série estrelada por Sophie Turner (a Sansa “Game of Thrones”). A prévia apresenta sua personagem como uma jovem viciada que, ao embarcar num voo, sofre um acidente de avião. Apenas ela e outro passageiro, vivido por Corey Hawkins (“24: Legacy”), sobrevivem à queda, mas ainda precisarão enfrentar o desafio de descer uma montanha congelada para voltar à civilização. “Survive” é baseada no livro homônimo de Alex Morel, sobre dois sobreviventes de um acidente aéreo presos em um ambiente frio e montanhoso, que precisam lutar por suas vidas, enfrentando a natureza e seus traumas pessoais. Com episódios dirigidos por Mark Pellington (da série “Blindspot” e do drama indie “A Ultima Palavra”), a série vai estrear em 6 de abril junto da plataforma. Voltada à transmissão de conteúdos para dispositivos móveis, a Quibi só produzirá programas com episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. O nome do serviço vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Criada por Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, a plataforma prepara um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Até o momento, foram divulgados os trailers para o reboot da série clássica “O Fugitivo” e a comédia “Flipped”, mas ainda há projetos de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Sam Raimi (“Evil Dead”), Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos outros.

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  • Etc

    Noah Centineo revela vício de drogas na adolescência

    13 de fevereiro de 2020 /

    Crush das adolescentes com assinatura da Netflix, Noah Centineo revelou ter um passado sombrio, em entrevista para a revista Harper’s Bazaar. O astro de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e a recém-lançada continuação “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você” contou que teve um vício terrível em drogas. Centineo admitiu que foi viciado dos 17 até a véspera do aniversário de 21 anos. Isto aconteceu devido à forma como a indústria do entretenimento deslumbra os jovens. Ele disse que costumava frequentar muitas festas em Hollywood, que, de acordo com ele, acontecem todos os dias com a participação de muitos jovens. Sua rotina nesse período “era tomar ecstasy e conversar com os amigos por cinco horas sobre questões existenciais profundamente filosóficas”. “Não havia muitas drogas que eu não usasse. Eu nunca injetei nada, o que é bom. Eu fumei muitas coisas. Eu estava muito triste. Foi uma época sombria da minha vida“, disse ele. Atualmente com 23 anos, Noah diz que aprendeu a lidar com as suas emoções de uma forma bem mais saudável. “Eu surto muito. Gosto de banhos. Gosto de meditação. Gosto de escrever em diários. Eu falo bastante comigo mesmo se estou bravo com algo que eu fiz. Eu realmente grito comigo, olhando no espelho. Falo tipo: ‘Cara, para, isso é inaceitável. Você é melhor do que isso’. Eu me culpo muito, mas também consigo me tirar de ciladas. E isso é poderoso”, contou. Para concluir, o ator comentou sobre como lida com sua condição atual de celebridade. “É mais uma benção do que uma maldição. Me pergunte novamente em cinco anos, quando eu provavelmente não conseguirei mais sair dessa carreira. Se esse for o meu caminho, eu talvez tenha uma resposta diferente para você, mas agora estou tentando aproveitar cada momento disso”, respondeu.

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  • Série

    Billions: Trailer da 5ª temporada introduz novas rivalidades

    13 de fevereiro de 2020 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da 5ª temporada de “Billions”, destacando as rivalidades da trama, que não se limitam mais aos protagonistas originais, o bilionário Bob Axelrod (Damian Lewis) e o promotor Chuck Rhoades (Paul Giamatti). A série se passa no mundo da especulação financeira, com Damian Lewis interpretando um ambicioso executivo de fundos de investimento, que bate de frente com o promotor público politicamente correto vivido por Paul Giamatti. Entre as novidades do quinto anot, destacam-se Corey Stoll (“Homem-Formiga”) como um empresário agressivo e Julianna Margulies (“The Good Wife”) no papel de uma professora e autora de best-sellers. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), “Billions” encanta a crítica, aumentando sua avaliação positiva no Rotten Tomatoes a cada nova temporada – a última atingiu 96% – , e também tem público cativo, que se mantém em torno dos 800 mil telespectadores ao vivo desde a 2ª temporada. A 5ª temporada estreia em 3 de maio. No Brasil, os episódios de “Billions” são disponibilizados pela Netflix.

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  • Filme

    Diretor e roteirista de Doutor Estranho nunca trabalharam na continuação

    13 de fevereiro de 2020 /

    Afastado da continuação de “Doutor Estranho”, o diretor Scott Derrickson nem chegou a trabalhar no desenvolvimento da produção. O roteirista C. Robert Cargill, que escreveu o primeiro longa do herói e acreditava que retornaria para a sequência, revelou que nem ele nem Derrickson tiveram a oportunidade de apresentar um projeto para a nova trama. “Como estão aparecendo novas notícias, vale notar que Scott e eu nunca tivemos a oportunidade de escrever o esboço de ‘Multiverso da Loucura’, então o que quer que eles estejam trabalhando agora não é derivado de nosso trabalho”, ele explicou, num post no Twitter. Diretor do primeiro filme, Derrickson revelou em janeiro que não faria parte do segundo longa devido à “diferenças criativas”. Segundo ele, a decisão foi tomada de mútuo acordo. Atualmente, a Marvel negocia com Sam Raimi, diretor da primeira trilogia do Homem-Aranha, para assumir a função. A história de “Doctor Strange in The Multiverse of Madness” estava sendo escrita pela iniciante Jade Halley Bartlett, que escreveu um dos rascunhos de “Os Órfãos”, terror recém-lançado que está sendo considerado um piores exemplares do gênero nos últimos anos. Mas, na semana passada, ela foi substituída por Michael Wardon, responsável pela vindoura série “Loki”, na Marvel, na plataforma Disney+ (Disney Plus). Since it keeps coming up in news stories, it's worth noting that Scott and I never had the opportunity to write a draft of MULTIVERSE OF MADNESS, so whatever they are working with now isn't derivative of our work. I am of course very excited to see where they take Stephen next. — C. Robert Cargill (@Massawyrm) February 8, 2020

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  • Série

    HBO renova série de comédia espacial Avenue 5

    13 de fevereiro de 2020 /

    A HBO renovou a comédia espacial “Avenue 5”, estrelada por Hugh Laurie (“House”), para sua 2ª temporada pela HBO. O anúncio foi feito pelo próprio ator em seu perfil no Twitter e confirmada pela emissora num comentário à postagem. A renovação aconteceu após a exibição de apenas quatro episódios da série, que estreou no dia 19 de janeiro. Na trama concebida por Armando Iannucci, o criador de “Veep”, Laurie vive o capitão de uma nave espacial luxuosa de turismo, que passa por diversas dificuldades técnicas, enquanto os responsáveis por enfrentar a situação demonstram sua incompetência. A atração marca uma nova parceria entre Laurie e o produtor. O ator teve participação recorrente em “Veep”, aparecendo em 15 episódios entre a 4ª e a 6ª temporada da série. Além disso, também está no novo filme de Iannucci, “The Personal History of David Copperfield”, que lhe rendeu o troféu de Melhor Ator Coadjuvante na recente premiação do BIFA (British Independent Film Awards). O elenco ainda inclui Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Zach Woods (“Silicon Valley”), Nikki Amuka-Bird (“Hard Sun”), Rebecca Front (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Lenora Crichlow (“Deception”), Suzy Nakamura (“Dr. Ken”), Himesh Patel (“Yesterday”) e Ethan Phillips (“12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição”). OF COURSE IT HAS 👏👏👏 — HBO (@HBO_UK) February 13, 2020

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  • Etc

    Miguel Falabella diz que é “uma vergonha” ministro da Economia ser comparado a Caco Antibes

    13 de fevereiro de 2020 /

    Uma fala do ministro da Economia Paulo Guedes viralizou nas redes sociais e fez com que ele fosse comparado a Caco Antibes, personagem arrogante e esnobe que odiava pobres na sitcom “Sai de Baixo”. O intérprete do personagem, Miguel Falabella, acabou comentando a comparação. Para o ator, roteirista e diretor é “lamentável” que uma declaração de um ministro faça lembrar o marido de Magda, famoso por dizer que “tem horror a pobre”. “Caco Antibes é um personagem psicótico da ficção, que representa o que há de pior na elite brasileira. Ser comparado a ele deveria ser uma vergonha pro ministro. Uma vergonha”, afirmou Falabella ao jornal carioca Extra. O assunto tomou as redes sociais após o ministro da Economia defender na quarta-feira (12/2), em um evento em Brasília, que o dólar alto era bom para o país. Durante sua argumentação, ele afirmou que antes, com a moeda baixa, era uma “festa danada” e que até empregadas domésticas estavam visitando a Disney. “Todo mundo indo para a Disneylândia, empregada doméstica indo para Disneylândia, uma festa danada. Pera aí. Vai passear ali em Foz do Iguaçu, vai passear ali no Nordeste, está cheio de praia bonita. Vai para Cachoeiro do Itapemirim, vai conhecer onde o Roberto Carlos nasceu, vai passear no Brasil, vai conhecer o Brasil. Está cheio de coisa bonita para ver”, disse. A frase de Guedes disputa lugar entre as piores do ministro, que já disse que a mulher do presidente francês Emmanuel Macron “é feia mesmo”, que a culpa da destruição do meio ambiente é dos pobres e chamou os funcionários públicos de “parasitas” do orçamento nacional. Todas caberiam na boca do personagem de Miguel Falabella.

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  • Filme

    Disney contrata roteiristas para dar início à continuação de Aladdin

    13 de fevereiro de 2020 /

    A Disney deu início ao projeto de filmar a continuação do blockbuster “Aladdin”. Segundo a revista Variety, o estúdio contratou John Gatins (“Power Rangers”) e Andrea Berloff (“Rainhas do Crime”) para desenvolver o roteiro da sequência. Os dois já foram indicados ao Oscar – ele por “O Vôo”, ela por “Straight Outta Compton”. O elenco do primeiro filme, encabeçado por Will Smith, Mena Massoud e Naomi Scott, deve voltar na continuação, respectivamente como Gênio, Aladdin e Jasmine, mas as negociações só vão começar após os produtores aprovarem o roteiro. Por enquanto, também não há nada definido a respeito do retorno do diretor Guy Ritchie. O estúdio planeja a sequência desde agosto do ano passado, quando o filme ultrapassou a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. A continuação será um lançamento de cinema, não um título da Disney+ (Disney Plus). A ressalva é importante, porque o longa animado original teve duas sequências lançadas diretamente em vídeo. A nova produção também não será baseada nas histórias desses produtos, mas numa ideia inédita, que por enquanto não está sendo detalhada. Ainda de acordo com as fontes da Variety, os produtores passaram seis meses discutindo ideias e se encontrando com roteiristas, até optarem pela premissa proposta por Gatins e Berloff. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Natalie Portman responde ataque de Rose McGwan

    13 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Natalie Portman respondeu o ataque de Rose McGowan, que a chamou de “fraude” por desfilar no tapete vermelho do Oscar com uma capa da Dior, onde era possível ver os nomes das diretoras que fizeram trabalhos de destaque neste ano, mas não foram lembradas na categoria de Melhor Direção nos prêmios da Academia. Apenas homens receberam indicações ao prêmio, vencido pelo sul-coreano Bong Joon Ho. McGowan foi ao Facebook reclamar da aparição da atriz, dizendo que o protesto era, em sua opinião, “profundamente ofensivo”. Ela escreveu: “[É] O tipo de protesto que recebe elogios da grande mídia por sua bravura. Corajoso? Não, nem de longe. Mais como uma atriz representando o papel de alguém que se importa, como muitas fazem”. Ela ainda sugeriu que a vencedora do Oscar por “Cisne Negro” “pendure seu casaco de ativista”, apontando que Portman trabalhou com poucas mulheres cineastas na carreira, além de ter uma produtora que já realizou seis filmes, dos quais apenas um foi dirigido por mulher – por sinal, a própria Portman. “O que há com atrizes do seu tipo? Vocês do primeiro escalão podem mudar o mundo caso se posicionem, em vez de ser o problema”, escreveu McGowan. “Sim, você, Natalie. Você é o problema. O apoio falso a outras mulheres é o problema.”. Na noite de quarta (12/1), Portman respondeu à provocação num comunicado. “Eu concordo com McGowan que é impreciso me chamar de ‘corajosa’ por usar uma roupa com nomes femininos. Bravo é um termo que eu associo mais fortemente a ações como as das mulheres que testemunharam contra Harvey Weinstein nas últimas semanas, sob incrível pressão”. A citação a Weinsten não é casual, porque apesar de se apresentar como líder do movimento #MeToo, McGowan não foi testemunha da acusação contra Weinstein no atual julgamento do ex-produtor por abuso sexual em Nova York. Na verdade, ela nem quis ser entrevistada na reportagem pioneira do New York Times que precipitou o #MeToo e derrubou o poderoso magnata de Hollywood, embora tivesse sido citada e procurada pelas repórteres. Isto porque teria recebido dinheiro para ficar quieta. Já Ashley Judd foi corajosa e deu voz à denúncia, dando início a um movimento. Depois que várias outras atrizes acusaram Weinstein, McGowan trocou a fuga do assunto pelo tom de ativista nas redes sociais, faturando com o lançamento um livro sobre sua suposta coragem. Portman ainda acrescentou: “Nos últimos anos, surgiram oportunidades na direção (de filmes) para as mulheres, devido aos esforços coletivos de muitas pessoas que estão desafiando o sistema. O presente tem sido esses filmes incríveis. Espero que o que foi concebido como um simples aceno para elas não desvie suas grandes realizações”, disse. “É verdade que só fiz alguns filmes com mulheres. Em minha longa carreira, só tive a chance de trabalhar com diretoras algumas vezes – fiz curtas, comerciais, videoclipes e longas-metragens com Marya Cohen, Mira Nair, Rebecca Zlotowski, Anna Rose Holmer, Sofia Coppola, Shirin Neshat e eu mesma. Infelizmente, os filmes não feitos que tentei fazer são como uma história de fantasmas”. Natalie Portman realmente teve vários projetos com direção feminina abortados. Entre eles, um “Thor” dirigido por Patty Jenkins. A atriz jogou sua influência na contratação da futura cineasta de “Mulher-Maravilha”, mas conflitos artísticos no começo da produção de “Thor: O Mundo Sombrio” (2013) fizeram a cineasta ser substituída por Alan Taylor. Portman chegou a ameaçar se demitir, mas precisou cumprir o contrato que assinou quando Jenkins entrou no filme. Outro projeto que deu errado foi o western feminista “Em Busca da Justiça” (2015), que seria originalmente dirigido por Lynne Ramsay. Logo na primeira semana de filmagem, a cineasta inglesa surtou e foi demitida, interrompendo a produção até que um substituto fosse contratado – Gavin O’Connor realizou o filme em situação de emergência – , dando grande prejuízo para a própria Portman, que empenhou seu dinheiro como produtora. Sem contar a história dos fantasmas que assombraram sua carreira, Portman continuou: “Como Stacy Smith da USC bem documentou, os filmes femininos têm sido incrivelmente difíceis de serem feitos nos estúdios ou de serem financiados de forma independente. Se esses filmes são feitos, as mulheres enfrentam enormes desafios durante a realização deles. Eu tive a experiência algumas vezes de ajudar as mulheres a serem contratadas em projetos dos quais elas foram forçadas a sair por causa das condições que enfrentavam no trabalho”, relembrou. “Depois de feitos, os filmes dirigidos por mulheres enfrentam dificuldades para entrar em festivais, obter distribuição e receber elogios por causa de obstáculos de todos os níveis. Então, eu quero dizer, eu tentei e continuarei tentando. Embora eu ainda não tenha tido sucesso, espero que estejamos entrando em um novo dia”, finalizou. A polêmica com Portman é apenas a última de uma série de ataques de McGowan contra colegas da indústria cinematográfica. Em 2018, ela também atacou a iniciativa Time’s Up, criada por um grupo de personalidades femininas para apoiar vítimas de abuso e lutar por maiores oportunidades e igualdade salarial para as mulheres. O motivo, aparentemente, foi o fato de não ter sido convidada a fazer parte de sua liderança. A atriz reclamou especificamente de não ter chamada para os “almoços e eventos” do grupo. “Honestamente, eu nem quero ir. É tudo a m**** de uma mentira. É uma mentira que faz com que elas se sintam melhor”, disse, em entrevista à revista dominical do jornal britânico The Times. “Elas não são campeãs, são perdedoras. Eu não gosto delas. Como você explica o fato de que ganhei um prêmio de ‘homem do ano’ da GQ, mas nenhum grupo de mulheres ou revista de mulheres me apoiou?”. Ela também caluniou e levou Asia Argento a ser demitida de um programa da TV italiana, posteriormente retratando-se com um pedido de desculpas por espalhar “um número de fatos incorretos”, e é acusado pela família de sua ex-empresária, Jill Missick, de tê-la levado ao suicídio. Missick admitiu, em email usado pela defesa de Weinstein, que McGowan teria lhe dito que seu relacionamento com o produtor tinha sido “consensual”. McGowan reagiu como costuma reagir e sua ex-empresária, que sofria de depressão, matou-se em fevereiro de 2018.

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    Estreias de Sonic: O Filme e O Grito são bons motivos para ir ao cinema… (re)ver Parasita

    12 de fevereiro de 2020 /

    Sem empolgar, a programação de estreias desta quinta (13/2) serve de desculpa para rever ou – para quem ainda não viu – conhecer “Parasita”, que vai dobrar sua ocupação de salas após vencer o Oscar no domingo passado (9/2). Quando estreou no território nacional, em novembro passado, o filme de Bong Joon Ho recebeu distribuição limitada em apenas 60 salas, mas, graças ao boca-a-boca e conquista ininterrupta de prêmios, já tinha atingido 137 salas no fim de semana passado. A partir de agora, a oferta aumenta para 248 salas em todo o país. A distribuição ampla torna “Parasita” a melhor alternativa aos lançamentos dos cinemas de shopping center, que recebem a produção infantil “Sonic: O Filme” e o terror “O Grito”. “Sonic: O Filme” teve um desenvolvimento conturbado, precisando refazer seus efeitos após o visual humanizado do personagem-título, um ícone dos videogames, ter sido amplamente rejeitado pelo público. Infelizmente, não deu para refazer o filme inteiro, cujas críticas estão sendo escondidas dos espectadores. Apesar de estrear na sexta nos EUA, as primeiras análises foram derrubadas na internet por intervenção do estúdio Paramount. Fato: o Google indexou várias resenhas, inclusive nacionais, que levam a páginas com erro 404. A maioria tinha teor negativo. Por outro lado, exaltações de comentaristas obscuros estão liberadas no Twitter. Ao esconder as críticas profissionais, o estúdio aposta na curiosidade dos fãs do game para fazer a maior bilheteria de abertura possível, antes da constatação de sua qualidade. Fica a dica. “O Grito”, por outro lado, já é constatadamente ruim. Como o filme estreou em janeiro na América do Norte, a péssima recepção já se encontra disseminada. Não apenas entre a crítica, que lhe deu só 21% de aprovação (podre) no Rotten Tomatoes, mas também entre o público, com direito à pior nota CinemaScore possível, F, votada pelos espectadores na saída das sessões de cinema dos EUA. No circuito limitado, o título que ocupa mais telas é “O Preço da Verdade”, um drama jurídico ao estilo de “Conduta de Risco” (2007), em que Mark Ruffalo (o Hulk) vive um advogado de grandes corporações. Inspirado em história real, o longa mostra como ele sofre uma crise de consciência ao perceber que um de seus maiores clientes está poluindo sua cidadezinha natal, matando o gado e envenenando a população – inclusive sua família. É quando decide usar tudo o que sabe sobre litígio empresarial para enfrentar seus colegas de trabalho e (ex)patrão. Com 89% no Rotten Tomatoes, o drama tem direção do premiado Todd Haynes (“Carol”) e ainda traz no elenco Anne Hathaway (“As Trapaceiras”). Já a distinção de melhor lançamento inédito do fim de semana cabe ao elogiadíssimo “Antologia da Cidade Fantasma”, considerado o ponto alto da carreira do canadense Denis Côté (“Vic+Flo Viram um Urso”). Apesar da premissa de terror sobrenatural, a história é apresentada como um drama. Numa cidadezinha em que nada acontece, um acidente de carro fatal inicia um ciclo de perturbações. Pessoas estranhas começam a aparecer ao redor da cidade, observando os moradores à distância, em cada vez maior número, e o tempo parece não passar como deveria. Altamente atmosférico, conquistou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. A programação se completa com “Dilili em Paris”, mais recente animação de Michel Ancelot, premiada no César de 2019 – mas sem a qualidade de “Kiriku e a Feiticeira” (1999) e “Príncipes e Princesas” (2000) – , o drama sérvio “Cicatizes”, em que mãe justiceira enfrenta complô de rapto de bebês, e o documentário musical “Inaudito”, dedicado à carreira do guitarrista Lenny Gordin, cujos acordes eletrificaram a Tropicália. Confira abaixo os detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. Sonic: O Filme | EUA | Infantil Sonic tenta se adaptar à sua nova vida na Terra com seu recém-descoberto melhor amigo humano Tom Wachowski, e os dois unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik capture Sonic e use seus poderes para dominar o mundo. O Grito | EUA | Terror Em uma casa, uma maldição nasce após uma pessoa morrer em um momento de terrível terror e tristeza. Voraz, a entidade maligna não perdoa ninguém, fazendo vítima atrás de vítima e passando a maldição adiante. O Preço da Verdade | EUA | Drama Robert Bilott (Mark Ruffalo) é um advogado de defesa corporativo que ganhou prestígio trabalhando em casos de grandes empresas de químicos. Quando fazendeiros de sua cidade chamam sua atenção para mortes que podem estar ligadas a lixo tóxico de uma grande corporação, ele embarca em uma luta pela verdade, em um processo judicial que dura anos e põe em risco sua carreira, sua família e seu futuro em geral. Antologia da Cidade Fantasma | Canadá | Drama Em uma pequena e distante cidade do interior do Canadá, um homem morre em um acidente de carro sob circunstâncias misteriosas. Enquanto os poucos habitantes do local permanecem relutantes em debater as possíveis causas da tragédia, a família do falecido e o prefeito Smallwood começam a perceber estranhos e atípicos eventos que mudam suas concepções de realidade. Dilili em Paris | França | Animação Com a ajuda do seu amigo, um entregador, Dilili, uma jovem Kanak, investiga uma série de sequestros misteriosos a jovens garotas que está assolando a Paris da Belle Epoque. Encontrando uma série de personagens misteriosos, cada um deles com pistas que vão ajudar na sua busca. Cicatrizes | Sérvia | Drama Há 20 anos, Ana sofre de uma dor implacável. Ela passou todo esse tempo convicta de que seu filho, alegado natimorto pelo hospital, na realidade teria sido vendido para um esquema de adoção ilegal que vigora até os dias atuais na Sérvia. Com uma nova pista e o relato de outras dezenas de mulheres que acreditam ter passado pela mesma situação, Ana vê motivos para recuperar as esperanças. Inaudito | Brasil | Documentário Nascido na China, Lanny Gordin fez carreira como músico no Brasil durante as décadas de 1960 e 1970. Neste período, trabalhou em discos e shows de Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Jards Macalé e outros ícones da música popular brasileira. O ostracismo veio no final da década de 1970, associado ao desenvolvimento de esquizofrenia. Aos 65 anos, Lanny relata sua chegada ao país e revela seus pensamentos sobre a vida e, especialmente, sua relação com a música.

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