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  • Filme,  Música

    Baterista do Lynyrd Skynyrd vence sobreviventes da banda pelo direito de contar sua história no cinema

    12 de outubro de 2018 /

    O filme sobre o acidente aéreo de 1977 que matou os integrantes da banda Lynyrd Skynyrd foi liberado pela justiça americana, após uma liminar do ano passado impedir sua distribuição. Os herdeiros e alguns dos sobreviventes tentaram impedir a produção da cinebiografia da banda de rock, “Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash”. Isto porque os sobreviventes fizeram um “juramento de sangue” de nunca mais usar o nome Lynyrd Skynyrd para evitar evocar a tragédia, e esse juramento já foi considerado um contrato verbal por um tribunal, que impediu o lançamento de um álbum ao vivo dos membros remanescentes com o nome de Lynyrd Skynyrd em 1987. Entretanto, de acordo com a sentença, o ex-baterista Artimus Pyle tem o direito de contar sua história, apesar da objeção de outros integrantes do banda, conhecida por sucessos como “Sweet Home Alabama” e “Free Bird”. Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. Em outubro de 1977, no auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines (irmã de Steve), o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. 20 pessoas sobreviveram ao acidente, incluindo Pyle. O filme foi baseado em parte nas experiências de Pyle, que se juntou ao Lynyrd Skynyrd como baterista em 1975 e escapou com vida do desastre aéreo. Outros guardiões do legado de Lynyrd Skynyrd, incluindo a viúva do cantor Ronnie Van Zant, Judith Van Zant Jenness, o membro fundador Gary Rossington, além de representantes dos ex-membros Allen Collins e Steve Gaines, tentaram impedir a exibição do filme. O filme é uma produção independente, dirigida por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também assina o roteiro. O título da produção usa o nome do álbum “Street Survivors”, que a banda tinha lançado três dias antes da tragédia e trazia os músicos, de forma premonitória, em meio à chamas (imagem acima).

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  • Música

    Baixista do Fall Out Boy vira motorista de Uber no novo clipe da banda Weezer

    11 de outubro de 2018 /

    A banda Weezer lançou o clipe e “Can’t Knock the Hustle”, que segue a linha do mais recente, o cover de “Africa”, com protagonista convidado. Desta vez, o vídeo traz outro músico, Pete Wentz (baixista do Fall Out Boy), como um motorista de Uber que conduz um casal apaixonado. E o que acontece dentro do carro é quase um curta de comédia bizarra. O casal parece que vai transar no banco de trás, de tantos amassos e agarrões, mas é uma relação fetichista, para repulsa do motorista que desaprova aquele comportamento. Tudo muda bruscamente quando o celular da mulher toca com mensagens de outro homem – Rivers (o Bibliotecário Quente) Cuomo, líder do Weezer – e o clima esquenta em outro sentido, com discussões igualmente intensas, que incluem um garfo erguido. Uma freiada se encarrega de espalhar sangue por toda a parte. Em desespero, a mulher pede para o motorista levá-los a um hospital, esquece da briga e retoma a beijação, que agora é sanguinária, a ponto de nem reparar no fim da viagem. É preciso que o motorista grite mais alto que a música para eles irem embora. Ao final, ainda há uma sátira aos clipes que andam embutindo publicidade em seu conteúdo. A direção é de Guy Blelloch, que até então só tinha feito clipes de rap, e o casal apaixonado são a modelo francesa Romane Récalde e o YouTuber Krispyshorts (James Ryan Ohliger), que já namoraram na vida real. “Can’t Knock the Hustle” é o primeiro single da era “Black Album”, dando sequência a outro costume – antigo e conhecido – de identificar os discos da banda por cores. Ainda não há data de lançamento para o álbum.

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  • Música

    Camila Cabello namora Dylan Sprouse no clipe de Consequences

    11 de outubro de 2018 /

    A cantora Camila Cabello divulgou seu novo clipe, feito para a música “Consequences”, em que contracena com o ator Dylan Sprouse (“Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”). Dirigido por Dave Meyers, com quem Camila gravou o premiado clipe de “Havana” (vencedor do MTV Video Music Awards), a obra tem clima outonal, inspirada por pinturas impressionistas francesas. Traz a cantora passeando num parque, onde relembra os momentos felizes ao lado do ex-namorado representado por Sprouse. As lembranças surgem como elementos fantasmagóricos, evocando um passado que se evapora, enquanto as cenas românticas (com direito a beijo) mudam para discussões entre o casal. A transformação do relacionamento ilustra a parte da letra que recorda que ficar junto tinha consequências. Ao final, o fantasma do passado conforta a Camila do presente, numa referência dickensiana sobre mudar de direção para seguir em frente. No fundo, os efeitos visuais ilustram uma mensagem de empoderamento, de que nenhum homem vale sofrimento. Nem o bonitinho do Dylan Sprouse – que de cabelo curto ficou a cara do irmão Cole Sprouse (o Jughead, de “Riverdale”). Em 24 horas de divulgação, o vídeo chegou a quase 3 milhões de visualizações no YouTube. Camila apresentou a música ao vivo pela primeira vez na noite de quarta (10/10), durante a premiação do American Music Awards, e poucas horas depois encarou uma viagem de avião até o Brasil, onde desembarcou na manhã desta quinta-feira (11/10) para fazer quatro shows.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody: Filme sobre a banda Queen terá exibição em estádio no Brasil

    10 de outubro de 2018 /

    O filme “Bohemian Rhapsody”, biografia da banda Queen, terá uma sessão especial em estádio no Brasil. A Fox Film anunciou que o filme será exibido no estádio Allianz Parque Hall, em São Paulo, no dia 30 de outubro. Trata-se da área destinada a shows para público entre 5 mil e 11 mil pessoas, que fica atrás de um dos gols do estádio, entre as traves e a arquibancada – isto é, não inclui o gramado. 4 mil espectadores serão admitidos no evento, divididos entre três setores. A exibição do filme será seguida por shows de Frejat e da banda Malta, que tocarão homenagens ao Queen. Os ingressos para o evento já estão a venda no site oficial e saem entre R$120 e R$180 (inteiras), de acordo com os setores. A iniciativa lembra que os shows do Queen costumavam lotar estádios, como o próprio filme buscou registrar. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, e acompanha a evolução de sua banda, dos primeiros ensaios ao sucesso no Live Aid. O elenco também destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Participam ainda Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia nos cinemas brasileiros vai acontecer em 1 de novembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos e dois dias após a première em estádio.

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  • Música

    Barbra Streisand lança clipe poderoso com música contra Trump

    9 de outubro de 2018 /

    A multitalentosa Barbra Streisand retomou a carreira musical e também a função de diretora com o lançamento do clipe de “Don’t Lie to Me”. O vídeo é uma colagem de imagens poderosas, que denunciam as mentiras do governo de Donald Trump, em meio a imagens de devastação do meio-ambiente, racismo, protestos políticos e escândalos saídos dos noticiários, inclusive a investigação contra o presidente conduzida pelo Departamento de Justiça. “Don’t Lie to Me” faz parte do próximo álbum de estúdio de Streisand, intitulado “Walls”, que tem previsão de lançamento para 2 de novembro. A atriz e cantora afirmou, em entrevista à revista Billboard, que todo o disco está carregado de mensagens políticas. “Eu já escrevi alguns artigos sobre isso. Essa pessoa [Trump] não tem educação, insulta todo mundo, zomba de pessoas com deficiências. As novas músicas são sobre isso, porque no que mais eu poderia estar pensando neste momento?”, disse. Diretora de três longas de ficção e quatro documentários, Barbra Streisand tem dois Oscars na carreira: Melhor Atriz por “Funny Girl: A Garota Genial” (1968) e Melhor Canção Original por “Evergreen”, da trilha de “Nasce uma Estrela” (1976).

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  • Filme,  Música

    Trailer de documentário do RBD tem até Lula tocando guitarra com a banda mexicana

    8 de outubro de 2018 /

    O ex-produtor do RBD, Pedro Damían, postou em suas redes sociais o trailer de um documentário sobre o grupo musical da novela “Rebelde”. O filme será lançado em dezembro, 10 anos após o último show do sexteto, realizado em Madri. Como é possível ver no trailer, o documentário, produzido com a ajuda de Pedro, contará a trajetória da banda mexicana formada por Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, e Maite Perroni, que ganharam o mundo por meio da novela “Rebelde”. Entre as imagens, é possível ver como seu sucesso impactou o Brasil, com direito a cenas do então presidente Lula brincando de tocar guitarra com os integrantes do grupo. Com a divulgação, a hashtag #DocuRBD ocupou os destaques do Trending Topics no twitter. E olha que já faz 14 anos que a novela “Rebelde” foi exibida originalmente na Televisa, no México. No Brasil, o grupo ficou conhecido quando o SBT passou a exibir as três temporadas do fenômeno latino. O sucesso foi tão grande, que até rendeu um remake brasileiro. O documentário é um projeto antigo do produtor, que afirma ter mais de 300 horas de cenas inéditas, com imagens de shows, bastidores e entrevistas dos Menudos dos anos 2000.

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  • Filme,  Música

    Lady Gaga canta soul em novo clipe da trilha de Nasce uma Estrela

    8 de outubro de 2018 /

    Lady Gaga divulgou um novo clipe da trilha de “Nasce uma Estrela”. Desta vez, trata-se da música “Look What I Found”. O vídeo começa com uma cena em que a personagem da atriz cantarola a melodia da canção para Bradley Cooper em um restaurante, e logo a cena passa para um estúdio de gravação, onde um piano passa acompanhar a cantora. Aos poucos, novos instrumentos são incluídos na base, inclusive sopros de metal, resultado num soul grandioso. Só faltou o coral gospel e uma intérprete clássica do gênero. Definitivamente, uma ótima música e nada parecida com o repertório tradicional de Lady Gaga, numa gravação que remete mais a Carla Thomas e ao soul da Stax. Em “Nasce Uma Estrela”, Lady Gaga interpreta uma cantora iniciante que ganha uma chance de se tornar conhecida com o apoio de um músico veterano (Cooper), com quem se envolve. Mas quando ela passa a fazer sucesso, ele entra em decadência, vítima do alcoolismo, que atrapalha até o romance com a nova estrela. Além de marcar a estreia da cantora como atriz de cinema, o filme também é o primeiro dirigido por Bradley Cooper, além da quarta versão desta história de 81 anos levada às telas. O lançamento está marcado para quinta-feira (11/10) no Brasil.

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  • Filme,  Música

    Kelly Clarkson vai cantar e dublar personagem da continuação de Trolls

    7 de outubro de 2018 /

    A cantora Kelly Clarkson entrou no elenco de dubladores da sequência de “Trolls” (2016), intitulada “Trolls: World Tour”. Ela dará voz à personagem Delta Dawn, prefeita da Cidade Troll, e também cantará uma música original no filme. Segundo a sinopse oficial da DreamWorks Animation, o novo desenho irá “continuar de onde o primeiro filme parou”. “Tudo é brilho e alegria na Cidade Troll até que a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente – existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. Quando uma misteriosa ameaça coloca todos os Trolls em perigo, Poppy, Branch e sua banda de amigos precisam embarcar em uma jornada épica por lugares desconhecidos para fazer o impossível: criar harmonia entre os diversos Trolls para uni-los contra a destruição garantida. Justin Timberlake e Anna Kendrick retornam aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente, ao lado de James Corden, Caroline Hjelt, Aino Jawo e Kunal Nayyar. Entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”) e Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). Walt Dohrn retorna como diretor, desta vez acompanhado por David P. Smith (da série animada “Sr. Peabody e Sherman Show”), e a estreia está marcada para fevereiro de 2020.

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  • Música

    Eleitores de Bolsonaro ajudam novo clipe de Pabllo Vittar a disparar em visualizações no YouTube

    7 de outubro de 2018 /

    Pabllo Vittar virou alvo de bolsonaristas por conta da estreia de seu clipe novo, “Disk Me”. Eleitores do candidato da extrema direita à Presidente do Brasil organizaram uma campanha nas redes sociais para dar dislike no vídeo e, assim, passar a impressão de rejeição ao trabalho da artista. Os mutirões são incentivados em grupos fechados no Facebook. Uma das mensagens disseminadas nas redes diz: “Cadê a família bolsonariano reunindo para dar dislike nesse lixo que está em #2 em alta no Youtube? Porque é o último dele no Brasil. Amanhã ele já vai para a Cuba. Acesse o link e deixe seu dislike. Vamos aumentar esse lixo de dislike”. Veja abaixo. A ordem está sendo seguida com rigor militar. Em poucas horas, o clipe de “Disk Me” atingiu mais de 80 mil dislikes. Mas isso não se compara às reações positivas, com mais de 220 mil likes. Mas além de causar indignação em muitos artistas – Preta Gil que fez questão de demonstrar seu sentimento em um único comentário: “Nojo!” – , a campanha negativa está, na verdade, sendo muito boa para o clipe. Para dar dislike, os bolsonaristas precisam entrar na página do YouTube de Vittar, o que conta como uma nova visualização. Assim, o clipe lançado na sexta (5/10) já foi visto mais de 5,6 milhões de vezes. Com a ajuda de Bolsonaro, tornou-se um dos maiores sucessos de artistas brasileiros no YouTube em 2018.

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    Pabllo Vittar vende sorvete e dá seu telefone no clipe de Disk Me

    5 de outubro de 2018 /

    Pabllo Vittar lançou o clipe de “Disk Me”, que inova na estratégia de marketing. Não é por fazer uma propaganda descarada de sorvete, com a artista segurando o pote feito assistente de palco para mostrar o rótulo em posição frontal, com o logo voltado obrigatoriamente para o público de casa, mesmo porque a maioria dos clipes nacionais já caiu nesse dilema de virar comercial com som de música. A novidade do clipe brega é que o número exibido com evidência no celular da artista existe mesmo. Quem ligar para lá encontra uma gravação da “Central Disk Me”. “Central Disk Me. Você tentou retornar ligação para aquele boy lixo, mas estamos aqui pra te ajudar a ‘desaquendar’ daquele boy”, diz a gravação, que oferece opções numéricas para navegar pelo menu do atendimento, entre elas ouvir os conselhos de Pabllo. Diferente. Já a música, em si, não tem novidade. Na verdade, a melodia é reciclada de um brega histórico que falta vir na ponta da língua, interpretada de forma tão esganiçada que estoura a escala Florence Foster Jenkins da diva-pretensão. De resto, as imagens em que tudo brilha ou fica à mostra seguem a linha da ostentação e objetificação, que entope os tubos do YouTube. “Disk Me” faz parte do segundo álbum de Pabllo, “Não Para Não”, lançado na quinta (4/10).

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  • Filme,  Música

    Eminem vira Venom em clipe cheio de efeitos visuais para a trilha do filme

    5 de outubro de 2018 /

    O rapper Eminem divulgou o clipe de “Venom”, música-tema do filme homônimo. Repleto de efeitos visuais, o vídeo acompanha como um vírus se espalha a partir do novo CD do artista e passa a “possuir” pessoas aleatórias, levando-as a cantar a letra da música e se comportar de forma agressiva. A forma como a infecção alienígena pula de pessoas em pessoas lembra exatamente o bem-recebido filme, com 76% de aprovação no Rotten Tomatoes… “Hidden – O Escondido” (1987), produção sci-fi cultuadíssima. Mas como o último infectado vira Eminem, que, por sua vez, vira Venom, o espectador é convidado a não confundir a confusão dos responsáveis pelo vídeo. Trata-se mesmo de uma obra derivada do filme com 28% de aprovação, que estreou na quinta-feira (4/10) no Brasil. A música faz parte do disco “Kamikaze”, que dividiu opiniões.

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  • Filme,  Música

    Vídeo de bastidores de Bohemian Rhapsody mostra transformação de Rami Malek em Freddie Mercury

    3 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um vídeo de bastidores do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen, centrado na transformação do ator Rami Malek (série “Mr. Robot”) no cantor Freddie Mercury. A prévia mostra ensaios, figurinos e revela que ele dispensou coreógrafos para trabalhar com uma técnica de movimentos, visando andar e se mover como o líder do Queen. Além de Rami Malek (série “Mr. Robot”), o elenco destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Não por acaso, os vídeos de bastidores das filmagens não trazem declarações de nenhum cineasta, mas do produtor Graham King (“Tomb Raider: A Origem”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Thom Yorke revela nova música hipnótica da trilha do terror Suspiria

    3 de outubro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou uma nova faixa de sua estreia como compositor de trilhas sonoras. Intitulada “Has Ended”, trata-se de uma música de “Suspiria”, remake do terror homônimo de 1977 com direção de Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”). A divulgação foi feita no YouTube, com um vídeo criado a partir de cenas de dança do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). Assim como a faixa anterior, “Has Ended” traz o vocal característico do cantor do Radiohead – embora a maioria das composições criadas para o filme sejam instrumentais. A nova música tem um clima hipnótico e é mais reminiscente do krautrock do fim dos anos 1960 que da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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