Série Clube da Anittinha estreia já renovada para a 2ª temporada
A animação infantil de Anitta, “Clube da Anittinha”, vai estrear já renovada para a 2ª temporada. A série, que chega nesta quarta-feira (3/10) nos canais pagos Gloob e Gloobinho, teve nova temporada encomendada para 2019. Além disso, entrou para o portfólio de produtos licenciados da unidade infantil da Globosat, responsável pelos canais. Outra novidade é que cada episódio terá uma música inédita, interpretada pela própria cantora, que também dubla a voz da personagem principal. E todas as canções estarão disponíveis no Spotify após a exibição dos episódios. A 1ª temporada terá 11 episódios, com os dois primeiros exibidos na estreia, em sequência – a partir das 17h30 no Gloob e, às 18h30, no Gloobinho. Os demais episódios vão ao ar diariamente neste mesmo horário até o dia 11. Em 12 de outubro, Dia das Crianças, os canais farão uma maratona da temporada completa. Além da dublagem feita pela própria cantora, Clube da Anittinha” terá personagens inspirados em sua mãe, pai, irmão, amigos, além de seus animais de estimação. Na série animada, ela vai morar em um trailer chamado “Poderosa”, que tem a capacidade de se transformar em trio elétrico. Os desenhos tem produção da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix, e abordarão temas como meio-ambiente, amizade, a importância do brincar e o respeito às diferenças.
Henri Castelli vai viver pai de Thammy na cinebiografia de Gretchen
A cinebiografia da cantora Gretchen confirmou mais um nome em seu elenco. Henri Castelli (da novela “Tempo de Amar”) vai interpretar um dos muitos ex-marido da “rainha do bumbum”, o delegado Silva Neto, pai de Thammy Miranda. “Compartilhamos palco por quase dois anos e agora a parceria se repete, tenho certeza que você vai arrebentar meu amigo, obrigada por estar comigo em mais uma jornada, de sucesso obviamente”, a diretora Antonia Fontenelle escreveu em seu Instagram, após liberar a notícia para o “fofoqueiro” profissional Leo Dias. O papel da protagonista caberá a Mel Lisboa (“O Matador”). “É ficção, mas 90% baseado na vida dela. Tô fazendo um elenco muito bom, uma equipe muito boa”, disse anteriormente Fontenelle, que é atriz (“Assalto ao Banco Central”) e fará sua estreia na direção com este projeto. Vale lembrar que Gretchen já virou recentemente personagem de cinema. Ela foi interpretada por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Visualizar esta foto no Instagram. Compartilhamos palco por quase dois anos e agora a parceria se repete, tenho certeza que você vai arrebentar meu amigo, obrigada por estar comigo em mais uma jornada, de sucesso obviamente. ?❤️ #cinema #henricastelli #mellisboa #gretchenalemdorebolado #antoniafontenelle #comingsoon Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 2 de Out, 2018 às 8:57 PDT
Brasil sofre destruição apocalíptica no novo clipe de Criolo, candidato a melhor do ano
O rapper Criolo divulgou o clipe de “Boca do Lobo”. E sem exagero dá para dizer que é candidato a melhor clipe do ano. É uma loucura, que combina cenas reais da destruição do Brasil com efeitos surreais de sci-fi apocalíptica, em que mutações gigantes se encarregam de exterminar os últimos sobreviventes. São muitas citações à realidade nacional, do incêndio do Museu Nacional, no Rio, à tragédia da barragem de Mariana, em Minas Gerais, com imagens chocantes de corrupção explícita e da violência policial cotiana contra a população negra pobre do país. Além do corpo estendido no chão e do menor cheio de hematomas, também estão lá a falência do sistema de saúde, o avanço dos incêndios no centro de São Paulo, as correrias dos protestos reprimidos à bombas de gás, o blackout da crise energética, a multiplicação das pestes urbanas, com ratos gigantes surgindo de obras abandonadas do metrô paulistano e mosquitos transmitindo novas epidemias em série, em meio ao lixão que se tornaram as grandes cidades brasileiras. “É que a industria da desgraça pro governo é um bom negócio/ Vende mais remédio, vende mais consórcio/ Vende até a mãe, dependendo do negócio”, comenta a letra certeira, à queima-roupa. Óbvio que a imagem final, do morcego voando em Brasília, é uma metáfora para o presidente vampiro. Mas todos os atores políticos, da extrema direita à extrema esquerda, compactuam para criar este retrato apocalíptico, fruto da corrupção extrema sem ideologia, que se materializa na obra sombria-expressionista dirigida por Denis Kamioka, profissionalmente conhecido como Denis Cisma. Diretor de comerciais internacionais, ele já tinha feito dois clipes futuristas para Criolo há quatro anos, “Duas de Cinco” + “Cóccix-ência”. E este novo trabalho é mais apocalíptico que o próximo projeto “Cloverfield”, do produtor hollywoodiano J.J. Abrams.
Charles Aznavour (1924–2018)
Morreu Charles Aznavour, o último dos grandes nomes da canção francesa do século 20. O cantor e compositor faleceu na madrugada desta segunda-feira (1/10), aos 94 anos em sua casa em Apilles, no sul da França. Filho de imigrantes armênios, seu verdadeiro nome era Shahnour Varinag Aznavourian. Mas também era chamado de o Frank Sinatra da França. A carreira deslanchou após a 2ª Guerra Mundial, quando Edith Piaf foi conferir seus shows de cabaré. Encantada, ela o consagrou ao convidá-lo para abrir o seu show no famoso Moulin Rouge e o levou em uma turnê pelos Estados Unidos e Canadá. Assim, Aznavour passou a compor alguns dos sucessos mais populares da cantora, tornando-se também conhecido por conta de seu talento. A carreira durou oito décadas, vendeu mais de 100 milhões de discos e rendeu canções mundialmente conhecidas como “La Bohème”, “La Mamma” e “Emmenez-moi”. Além de sucessos próprios, ele também compôs para artistas como Maurice Chevalier e Charles Trenet. Aznavour também teve uma carreira paralela muito bem-sucedida como ator, que a maioria dos talentos de Hollywood não consegue igualar. Foram cerca de 80 filmes, a princípio em pequenas participações vivendo a si mesmo, como em “Até Logo, Querida!” (1946). Mas a atuação se tornou uma atividade séria a partir de “Os Libertinos” (1959), de Jean-Pierre Mocky. O cantor logo virou protagonista de clássicos franceses, como “A Passagem do Reno (1960), do mestre André Cayatte, e o famoso nouvelle-noir “Atirem no Pianista” (1960), dirigido simplesmente por François Truffaut. Estes filmes o lançaram de vez como astro de cinema, levando-o a multiplicar sua presença nas telas, a ponto de fazer três filmes por ano na década de 1960. A safra incluiu “As Virgens” (1963), de Mocky, “Breve Encontro em Paris” (1966), de Pierre Granier-Deferre, e seu primeiro filme falado em inglês, o psicodélico “Candy” (1968), de Christian Marquand. A estreia em Hollywood propriamente dita veio logo em seguida, como par romântico de Candice Bergen em “O Mundo dos Aventureiros” (1970), de Lewis Gilbert. Ele também se aventurou pelo cinema inglês, com “Os Jogos” (1970), de Michael Winner, pelo cinema policial italiano, estrelando “Tempo de Lobos” (1970) e “O Belo Monstro” (1971), ambos dirigidos por Sergio Gobbi, e até pelo suspense alemão em “O Último dos Dez” (1974), uma adaptação de “E Não Sobrou Nenhum” (mais conhecido como “O Caso dos Dez Negrinhos”), de Agatha Chistie. Tornou-se um astro de cinema internacional. E embora fizesse filmes dispensáveis em Hollywood, como o thriller “Fortaleza Proibida” (1976), acabou aparecendo em clássicos que marcaram época, como “O Tambor” (1979), do alemão Volker Schlöndorff, “Os Fantasmas do Chapeleiro” (1982), do conterrâneo Claude Chabrol, e “Viva la Vie (1984), do também francês Claude Lelouch. A partir dos anos 1990, passou a fazer mais séries e telefilmes, diminuindo sua presença no cinema. Mesmo assim, estrelou algumas produções recentes, como “Ararat” (2002), do egípcio Atom Egoyan, sobre um tema que lhe interessava em particular, o genocídio armênio. Também contracenou com Henry Cavill (o Superman) em “Laguna” (2001). E estava finalizando um último longa, “Une Revanche à Prendre”, do francês Kader Ayd, com quem tinha trabalhado em 2005 em “Ennemis Publics”. Mesmo quando não era visto, Aznavour também era lembrado pelo cinema em suas trilhas sonoras. Ele é o compositor, por exemplo, de “She”, a canção tema do filme “Um Lugar Chamado Notting Hill”, estrelado por Julia Roberts. Lançada em 1974, a música liderou as paradas britânicas por 14 semanas e ficou entre as mais tocadas em diversos países. E voltou a demonstrar sua atualidade como parte da trilha do filme de 1999, na voz de Elvis Costello. Nos últimos 40 anos, ele ainda teve suas composições gravadas por cantores tão diferentes quanto Elton John, Sting, Bob Dylan, Placido Domingo, Céline Dion, Julio Iglesias, Liza Minnelli e Ray Charles.
Globo planeja minissérie sobre a vida de Angela Maria
A cantora Angela Maria, falecida na madrugada de domingo (30/9) em São Paulo, aos 89 anos, terá sua vida contada em minissérie pela rede Globo, em produção prevista para 2019. O texto é de Filipe Miguez, um dos autores da novela “Cheias de Charme”, e cobrirá o período de 1950, quando ela conheceu seu marido, Daniel D’Angelo, até 1980. Segundo a colunista do UOL Cristina Padiglione, Miguez gostaria que a própria Ângela fizesse uma participação especial na série, e ela estava disposta a se inteirar do assunto, assim que deixasse o hospital – onde estava internada havia 34 dias. Ainda não está definida quem interpretará Ângela na série – Cláudia Abreu seria um nome cotado. A direção artística está nas mãos de Denise Saraceni, que, além de diversas novelas, dirigiu a minissérie “Ligações Perigosas” e estreia no cinema em breve à frente de outra cinebiografia musical, “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”.
Beck libera o clipe de Colors, com atriz de GLOW e direção do cineasta de Em Ritmo de Fuga
Após um longo período de exclusividade na Apple Music, o clipe de “Colors”, faixa-título do novo álbum de Beck, foi finalmente liberado para todas as plataformas. Originalmente disponibilizado em março apenas para os assinantes da Apple Music, o vídeo tem direção do cineasta Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”) e conta com participação de Alison Brie (“GLOW”). Marcado por uma montagem brilhante e pela abundância das cores amarelo e azul, “Colors” faz justiça ao seu nome. Acompanhados por figuras coloridas, que dançam em frente a cenários sempre em movimento, Beck e Brie embarcam numa coreografia que é quase stop-motion, movida a cortes, e contrastando com os tons brilhantes ao seu redor por aparecerem em preto-e-branco. A alternância cromática é hipnótica e culmina num caleidoscópio vivo, que coloca a produção entre os melhores exercícios estéticos vistos em clipes neste ano.
Avril Lavigne lança clipe desesperado, que simboliza sua luta contra a doença
A cantora Avril Lavigne lançou o clipe do seu novo single, “Head Above Water”. A música é a primeira inédita da cantora desde 2013, e a letra reflete a sua luta contra a doença de Lyme. Lavigne revelou o seu diagnóstico em 2015. Embora tratável, a doença de Lyme pode causar diversos problemas, incluindo a paralisação de um ou ambos os lados da face, palpitações cardíacas e dores de cabeça severas. No refrão de “Head Above Water”, Lavigne recorre até à religião para enfrentar a doença. “Deus, mantenha minha cabeça acima da água/ Não deixe eu me afogar, está ficando mais difícil/ Eu te encontrarei lá no altar/ Enquanto caio de joelhos”. No vídeo dirigido pelo cineasta Elliott Lester (“Em Busca de Vingança”), a artista canadense aparece vestida de branco, correndo em direção ao abismo – um região rochosa à beira-mar. A certa altura, ela decide se jogar do penhasco, afundando no mar. Mas luta, ao submergir, para tentar retornar à superfície. Lavigne confessou, em carta para os fãs anunciando o single, que os últimos cinco anos foram “os piores de sua vida”. Ela declarou, no entanto, que “conseguiu transformar esta luta em músicas que a deixam realmente orgulhosa”. “Obrigada por terem aguardado tão pacientemente enquanto eu lutava e continuo lutando a batalha da minha vida”, escreveu Lavigne na carta. “‘Head Above Water’ foi a primeira música que eu escrevi, da cama, durante um dos momentos mais assustadores da minha vida. Eu tinha aceitado a morte e senti meu corpo se desligando”. “Eu tenho um álbum forte, triunfante, poderoso e verdadeiro para entregar a vocês. Estou animada para retornar com novas músicas e por ter vocês nesta jornada comigo. Vamos fazer isso! Nova era!”, finalizou. Ainda não há título ou data de estreia para o novo álbum da cantora.
Lady Gaga e Bradley Cooper cantam balada poderosa em clipe da trilha de Nasce uma Estrela
Lady Gaga divulgou um clipe da trilha de “Nasce uma Estrela” em seu canal no YouTube. A música se chama “Shallow” e é uma balada cantada em dueto com o ator Bradley Cooper. Assim como a cantora surpreendeu muita gente pelo desempenho dramático no filme, o ator também impressiona ao virar roqueiro. Ao explicar as influências que adotou para dar vida a seu personagem, o ator assumiu ter se inspirado em Neil Young. E inclusive tocou no filme com a banda de apoio do velho músico, Promise of the Real, liderada pelo guitarrista Lukas Nelson, filho da lenda do country Willie Nelson. O clipe destaca a performance de Shallow” numa captação que mescla a gravação de estúdio com uma encenação ao vivo diante de uma plateia numerosa de festival. O dueto foi gravado diante de uma multidão de fãs de Lady Gaga, durante um intervalo do Coachella, no ano passado. As cenas transmitem energia de show real. Em “Nasce uma Estrela”, Cooper vive um cantor que mergulha no alcoolismo, conforme sua carreira entra em decadência. Mas antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora (Lady Gaga), que pretende lançar ao estrelato. E logo o sucesso dela acaba lhe ofuscando. Esta é a quarta vez que esta história é levada às telas, mas a apenas segunda passada no mundo da música, após justamente a versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. Nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E na direção está o próprio Bradley Cooper, estreando na função. Uma estreia, por sinal, muito elogiada durante a première mundial do filme no Festival de Veneza 2018. O lançamento está marcado para 11 de outubro no Brasil, uma semana após os Estados Unidos.
Miranda Cosgrove estrela clipe da parceria entre DJ Marshmello e a banda Bastille
O DJ Marshmello e a banda Bastille lançaram o clipe de “Happier”, que acompanha a amizade de uma menina e seu cachorro ao longo dos anos, até ser a vez de sua filhinha ganhar um igualzinho, no melhor estilo de “Quatro Vidas de um Cachorro”. Bastante sentimental, mostra a ternura da amizade e a tristeza da despedida do animalzinho. Os fãs de séries vão reconhecer a intérprete da fase adolescente da protagonista. Trata-se de Miranda Cosgrove, que tende a ser sempre lembrada como a personagem-título de “iCarly. Marshmello, de apenas 26 anos, vem lançando várias parcerias de sucesso, inclusive uma recente gravação com o falecido rapper Lil Peep. Falando sobre a música para a revista Billboard, o DJ disse: “Recentemente, eu perdi o meu melhor amigo, meu companheiro pela vida. Eu queria que o vídeo fosse sobre abraçar essa dor de sacrificar algo, e entender o ciclo da vida que vem com isso”.
Serviço de streaming YouTube Premium chega ao Brasil
O YouTube finalmente inaugurou no Brasil seus serviços pagos YouTube Music e YouTube Premium. Ambos existem desde 2015 e foram reformulados em maio com incremento de programação. Além do Brasil, outros 21 países passaram a receber acesso aos serviços a partir desta terça-feira (25/9). O serviço YouTube Music é basicamente o equivalente do portal ao Spotify, Deezer e outros serviços de streaming de música, enquanto o YouTube Premium – que já foi chamado de YouTube Red – equipara-se a uma Netflix, com acesso a séries e programas exclusivos da plataforma. Ambos oferecem acessos a conteúdo sem inserções publicitárias, algo cada vez mais invasivo no portal e que inspira a proliferação de adblockers. Os serviços trazem ainda o recurso “audio only”, que permitem a execução do som em segundo plano. Isto permite que o YouTube continue tocando música quando o app é minimizado no celular, durante uma volta à tela inicial. Além disso, permitem o download de conteúdo sem limitação, o que inclui discos e singles apenas em áudio. O app contará com inteligência artificial para filtrar e apresentar todo o conteúdo musical da plataforma, incluindo envios independentes e feitos por usuários. Para fãs de séries, o YouTube Premium oferece acesso aos YouTube Originals, nome dado aos programas exclusivos para assinantes, entre eles a série sci-fi “Impulse”, derivada do filme “Jumper” (2008), e a série de comédia “Cobra Kai”, baseada dos personagens e com os mesmos atores do clássico “Karate Kid” (1984). Ambas já foram renovadas para a 2ª temporada. A plataforma recebeu grande investimento do Google para se posicionar no mercado de streaming e já anunciou diversas séries novas. A lista inclui duas sci-fi: “Origin”, estrelada por Tom Felton e Natalia Tena, ambos ex-integrantes da franquia “Harry Potter”, e “Weird City”, produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra!”). Outro projeto aguardado é “On Becoming a God in Central Florida”, série de comédia com Kirsten Dunst (“Homem-Aranha”). O YouTube Music custará inicialmente R$ 16,90. Mas o pacote do Premium, oferecido a R$ 20,90, também inclui o serviço do Music. Ambos serviços ainda contarão com planos família para acesso a mais de uma pessoa por assinatura.
Millie Bobby Brown faz participação em show do Maroon 5
A atriz Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) brincou de virar cantora pop durante uma participação especial no show da banda Maroon 5 em Nashville, no fim de semana. Ela postou em seu Instagram dois trechos de sua performance, quando subiu ao palco para cantar “Girls Like You”, assumindo o dueto que originalmente foi gravado por Cardi B. Ao final, a música se transforma num cover de “Forever Young”, do Alphaville. Veja abaixo. Millie tem relação com a música. A adolescente de 14 anos foi uma das convidadas do clipe oficial de “Girls Like You”, que foi lançado em maio com diversas participações de mulheres famosas – Gal Gadot, Ellen Degeneres e Camila Cabello foram outras que marcaram presença no vídeo. Visualizar esta foto no Instagram. soooo 2nite was insane!!! i love @maroon5 and my dear friend @adamlevine ??? Uma publicação compartilhada por ?????? (@milliebobbybrown) em 23 de Set, 2018 às 8:52 PDT
Weird Al Yankovic vira cantor do Weezer em clipe do cover de Africa
Weezer divulgou o clipe de “Africa”, cover da banda Toto, com participação do comediante Weird Al Yankovic. O vídeo é uma paródia do primeiro clipe do Weezer, “Undone — The Sweater Song”, de 1994, com Weird Al no lugar do vocalista Rivers Cuomo. Compare abaixo. A gravação de “Africa” aconteceu depois da banda passar a tocá-la o vivo, o que motivou uma campanha dos fãs nas redes sociais para que ganhasse uma versão de estúdio. O single se tornou o maior sucesso da banda nas paradas de sucesso desde 2009. A faixa original foi a única música do Toto que atingiu o topo das paradas americanas, em 1982. Mesmo ano, por sinal, em que Weird Al lançou sua primeira paródia – “I Love Rocky Road”, zoando “I Love Rock’n’Roll”, de Joan Jett.
Zoë Kravitz vai estrelar série baseada no filme Alta Fidelidade
A atriz Zoë Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vai estrear a série baseada em “Alta Fidelidade”, o cultuado livro de Nick Hornby que virou comédia romântica de sucesso em 2000, estrelada por John Cusack. Apesar do tom romântico do filme, “Alta Fidelidade” é mais celebrado pela imersão do protagonista na história do rock. Sua relação com a música tinha nível geek, que o levava a criar listas de Top 5 com trilhas imaginárias para todos os seus momentos. A série, que está sendo desenvolvida para o novo serviço de streaming da Disney, pretende manter essa característica geek. Mas trará uma grande diferença em relação à fonte original. O protagonista será uma mulher, dona de uma loja de discos, que usa músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Kravitz vai viver a fã de música definitiva, que sabe tudo sobre astros e discos clássicos de rock. Mas isso deve ser natural para atriz, que tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de de Zoë Kravitz é a atriz Lisa Bonnet, que viveu a ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação está a cargo das roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull” – que terão a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. Ainda não há previsão para o começo da produção ou data de lançamento, como ocorre com todas as séries projetadas para o serviço D2C (direct to consumer) da Disney. “High Fidelity”, o título original do projeto, será a terceira série de Zoë Kravitz, que participou de “Californication” em 2011 e atualmente está no elenco de “Big Little Lies”.












