Ministério da Justiça muda classificação de As Five após cenas quentes
O Ministério da Justiça mudar a classificação indicativa da série “As Five”, da plataforma Globoplay, após várias cenas quentes darem o que falar nas redes sociais. Antes inadequada para menores de 14 anos, agora a série é imprópria para menores de 16. A alegação para a mudança foi “a presença de drogas, violência e conteúdo sexual”. Concebida pelo cineasta Cao Hambúrguer, a trama reflete a fase adulta das protagonistas adolescentes de “Malhação – Viva A Diferença”. Num dos episódios que mais movimentaram a web, Dira Paes contracenou cenas quentes com Manoela Aliperti. A exibição levou o nome da atriz veterana aos TrendingTopics do Twitter. Mais recentemente, também repercutiu um beijo triplo entre Rafael Vitti, Sophia Abrahão e Ana Hikari. As cenas costuma render elogios à produção e até declarações apaixonadas para as atrizes. Cao Hamburger já terminou de escrever os roteiros da 2ª temporada, que agora estão sendo submetidos à avaliação dos executivos da Globoplay. Com o fim da 1ª temporada nos próximos dias, eles vão avaliar o que funcionou e o que não foi tão bem para, então, fazer algum ajuste.
Edmundo vai virar ator em série da Globoplay
O ex-jogador de futebol Edmundo vai fazer sua estreia como ator em “O Jogo que Mudou a História”, nova série da plataforma Globoplay. A trama retratará um campeonato entre times de favelas do Rio. Criação da equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia, a série mostrará a origem da guerra do narcotráfico no Rio de Janeiro e também fará crossover com outra atração da plataforma, “A Divisão”. Na trama, Marcos Palmeira retomará o papel do delegado Benício, de “A Divisão”. A produção mostrará o surgimento das grandes facções criminosas, situando sua trama entre os anos de 1977 e 1989. Portanto, antes dos eventos de “A Divisão”. Outro ator confirmado é Matheus Nachtergaele, que viverá gêmeos – um ex-policial e um respeitado líder comunitário de uma favela. .
Estrelas de Sex and the City terão cachê milionário para retomar série
As protagonistas da série clássica “Sex and the City”, Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, vão receber um cachê milionário para participar do revival da série. A revista americana Variety apurou que cada uma das protagonistas vai receber mais de US$ 1 milhão por episódio. Além de atuar, o trio principal também terá créditos como produtoras executivas da nova atração, que terá 10 episódios com exibição prevista para a plataforma de streaming HBO Max. Procurados para confirmar as cifras, representantes das três atrizes não responderam os pedidos da publicação. Mas a Variety não considerar os valores supreendentes, já que esse cachê virou referência para projetos de elenco cobiçado nos últimos anos. Nicole Kidman, Jeff Bridges e Reese Witherspoon, entre outros, estão entre os atores que fecharam contratos nesse valor para realizar séries na própria HBO, além da Netflix e Hulu. Intitulada “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original, a nova trama acompanhará as personagens Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. A produção deve começar a ser gravada em Nova York ainda no primeiro semestre de 2021.
Willow: Série baseada em filme de 1988 perde o diretor de Podres de Ricos
O cineasta Jon M. Chu (“Podres de Ricos”) precisou desistir de dirigir o piloto da série “Willow”. Chu, que também seria produtor executivo da série Disney+ (Disney Plus), anunciou que está deixando o projeto devido a conflitos de agenda e a chegada de um novo bebê. “Estou com o coração partido em informar a todos que, infelizmente, tenho que deixar de dirigir Willow”, escreveu Chu em um comunicado. “Com o cronograma de produção mudando, devido aos lockdowns contínuos no Reino Unido, e com um novo bebê chegando neste verão (surpresa!), o cronograma não vai mais funcionar para mim e minha família.” Chu acrescentou que a obra original era um de seus “filmes favoritos desde que eu era criança”. E que, por isso, ficou “arrasado por não ser capaz de trabalhar com alguns dos meus heróis antigos e novos como Kathy, Ron, Jon, Wendy, Michelle e o incrível elenco e equipe que eles formaram”. “Como uma criança vendo ‘Willow’ pela primeira vez nos anos 1980, vou ficar ansioso para ver este novo mundo mágico se desdobrar como um fã muito entusiasmado”, completou. Para quem não lembra, o filme original de 1988 era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh), após uma profecia espalhar que a criança traria a queda da rainha do mal. Para cumprir sua missão, ele acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. A série será uma continuação dessa história e Warwick Davis voltará ao papel principal. Ele tinha 18 anos na época de “Willow” e agora está com 50. A atração foi desenvolvida pelo roteirista Jonathan Kasdan (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e contará com Wendy Mericle (“Arrow”) como showrunner. Os responsáveis pelo filme original, Ron Howard e o roteirista Bob Dolman, também estão envolvidos como produtores e consultores da série, que será realizada pela Lucasfilm para a Disney Plus. Howard já tinha adiantado boa parte dos planos da produção há vários meses, durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, quando revelou que pretendia trazer de volta Warwick Davis como um Willow maduro. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard, na ocasião. Ainda não existe uma previsão de estreia para a série.
Criador de House of Cards desenvolve série baseada no jogo de tabuleiro Risk
O roteirista Beau Willimon, criador de “House of Cards”, da Netflix, vai transformar o jogo de tabuleiro “Risk”, da Hasbro, numa série. O projeto é o primeiro resultado da assinatura de um contrato de Willimon com o estúdio eOne, de propriedade da Hasbro, para desenvolver novas atrações. Willimon, que também criou o drama espacial “The First”, da Hulu, escreverá e supervisionará a adaptação do jogo de estratégia, que foi criado pelo cineasta Albert Lamorisse (“A Viagem de Balão”) em 1957 e se tornou um dos jogos de tabuleiro mais populares da história. No Brasil, o equivalente mais parecido se chama “War”. “Risk” se junta a outros projetos da eOne focados no catálogo de propriedades da empresa gigante de brinquedos. Comprado pela Hasbro em 2019 por cerca de US$ 4 bilhões, o estúdio também está trabalhando em adaptações para TV e cinema de “Power Rangers”, “Dungeons and Dragons”, “Monopoly”, “Action Man”, “GI Joe” e “Clue” (jogo conhecido no Brasil como “Detetive”).
Nicole Kidman e Javier Bardem negociam viver astros de I Love Lucy em filme
Nicole Kidman e Javier Bardem estão em negociações para interpretar Lucille Ball e Desi Arnaz, os astros casados do sitcom clássico “I Love Lucy” (1951-1957), num filme sobre o relacionamento que marcou época na TV americana. Intitulado “Being the Ricardos”, o filme vai se passar durante uma semana de produção de “I Love Lucy”, quando Lucy e Desi enfrentam uma crise que pode encerrar suas carreiras e seu casamento. O cineasta Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”) assina o roteiro e vai dirigir o longa para a Amazon Studios. Os contratos ainda precisam ser fechados por ambos os atores, mas a produção ainda não tem previsão para começar, já que a pandemia de covid-19 continua a paralisar os planos dos estúdios de cinema.
Criador de Giri/Haji será responsável pela série de Batman na HBO Max
O roteirista britânico Joe Barton, criador da série “Giri/Haji” na Netflix, juntou-se à série derivada do novo longa de “Batman” como showrunner e produtor executivo, substituindo Terence Winter (“Boardwalk Empire”), que se afastou do projeto em novembro, alegando diferenças criativas com o diretor do filme, Matt Reeves. Desenvolvida para a plataforma HBO Max, a produção pretende acompanhar os detetives do DPGC, o departamento de polícia de Gotham City, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. A ideia é inspirada nos quadrinhos de “Gotham Central”, criado pelos roteiristas Ed Brubaker e Greg Rucka. Ainda sem título definido, a série se passaria durante o “Ano Um” da carreira de Batman. Isto localiza a trama como um prólogo de “Batman”, que Reeves já disse ser ambientado durante o “Ano 2” do personagem-título. Ao anunciar o projeto em agosto passado, o diretor não esclareceu se Batman ou mesmo o Comissário Gordon de seu longa-metragem aparecerão na série, mas observou que a trama seguirá um policial que luta contra a corrupção dentro da GCDP (departamento de polícia de Gotham). Enquanto isso acontece, o mito do Cavaleiro das Trevas começa a crescer, então provavelmente a série fará referências ao herói. Dito isto, não está claro se as estrelas de “Batman”, Robert Pattinson (Batman/Bruce Wayne) e Jeffrey Wright (James Gordon), aparecerão no lançamento da HBO Max.
Rod Perry (1941 – 2020)
O ator Rod Perry, que estrelou a série “SWAT” nos anos 1970, morreu em 17 de dezembro aos 86 anos, anunciou sua família nesta segunda (11/1). Ele se destacou como atleta – estabeleceu o recorde mundial nos 200 metros com barreiras em 1957 – antes de se tornar modelo para a agência Ford e estrear na Broadway como ator em 1968. Um de seus primeiros papéis na tela foi no telefilme “The Autobiography of Miss Jane Pittman” (1974), em que retratou Joe Pittman, um cowboy que tem um casamento breve, mas feliz, com a mulher do título (Cicely Tyson). A estreia no cinema aconteceu no ano seguinte, durante o ciclo da blaxploitation, vivendo o “poderoso chefão” de “A Fúria do Poderoso Chefão” (1974). Ele ainda participou de outro lançamento do gênero, “The Black Gestapo” (1975), antes de ingressar na “SWAT”. Rod Perry interpretou o sargento David “Deacon” Kay ao lado de Steve Forrest e Robert Urich na série policial, produzida por Aaron Spelling e Leonard Goldberg. Apesar de ter durado só 37 episódios entre 1975 e 1976, as reprises transformaram a atração num grande sucesso, que, mais recentemente, inspirou um filme e um revival televisivo. O longa “SWAT” de 2003 também contou com participação de Perry como o pai de seu personagem original, vivido no cinema por LL Cool J (Jay Harrington interpreta o mesmo personagem na versão atual da série). Outros de seus trabalhos televisivos incluem aparições em episódios das séries “Barney Miller”, “Good Times”, “Projeto U.F.O.” e “Babylon 5”.
Personagem do filme O Poder e a Lei vai ganhar série na Netflix
A Netflix encomendou uma série baseada no livro “The Lincoln Lawyer”, de Michael Connelly (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”), que foi adaptado no filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. “O Poder e a Lei” foi o filme que fez McConaughey ser levado à sério, encerrando sua fase de galã de comédias românticas – três anos depois, ele venceu o Oscar (por “Clube de Compra Dallas”). O sucesso chegou a render anúncio da produção de uma continuação, que curiosamente nunca saiu do papel. O projeto da série circulava no mercado desde junho de 2019, quando estava sendo considerado pela rede CBS. Trata-se de uma nova produção de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing” e “Big Sky”, entre outras séries. Ele assina a série com o co-roteirista, produtor e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). A trama deve acompanhar outros casos defendidos pelo advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. Não vai faltar material para adaptação. Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que ironicamente virou série na Amazon: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O papel principal já está definido com Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) como Mickey Haller, “Estou muito feliz em chamar a Netflix de nossa casa”, disse Connelly, que também vai produzir a adaptação, em um comunicado. “E estou animado para trazer essa história rica e multifacetada, cheia de personagens e mistérios intrigantes, para milhões de telespectadores – fãs novos e antigos – em todo o mundo.”
História dos Sex Pistols vai virar série do diretor de Trainspotting
O diretor Danny Boyle (“Trainspotting”) vai fazer uma minissérie sobre a banda Sex Pistols, responsável pela explosão punk no Reino Unido, para o canal pago americano FX. A série vai contar a história do grupo a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou o período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). “Steve Jones estava no centro da tempestade que abalou o establishment do rock e estamos emocionados em ter Danny e o resto da equipe criativa contando sua história como membro de uma das bandas mais notórias da música”, disse Nick Grad, presidente de conteúdo original do FX. A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além da vida em Londres nos anos 1970, especialmente da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção serão interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones no início, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde, Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. As gravações estão previstas para começar em março deste ano.
Clarice: Série derivada de O Silêncio dos Inocentes ganha trailer completo
A rede CBS divulgou o primeiro trailer completo de “Clarice”, baseada na personagem Clarice Starling de “O Silêncio dos Inocentes”. A prévia mostra que a protagonista ainda tem pesadelos com o poço de Buffalo Bill, o serial killer que ela prendeu no filme, mas apesar disso irá atrás de novos psicopatas e enfrentará o machismo dos anos 1990, que dificulta seu trabalho de investigação. A personagem-título é vivida pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. A personagem criada pelo escritor Thomas Harris rendeu um Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster em “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e foi interpretada por Julianne Moore na continuação, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos do primeiro filme, encontrando Clarice em 1993, mas não poderá citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. Segundo informações da revista Entertainment Weekly, os direitos dos personagens criados pelo escritor Thomas Harris estão divididos entre a MGM e a Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar os personagens que apareceram em “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, seu colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a garota sequestrada que ela salvou, Catherine Martin. Eles serão vividos por Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”), Michael Cudlitz (“The Walking Dead”), Simon Northwood (“Code 8: Renegados”) e Marnee Carpenter (“Painter”), respectivamente “Clarice” é uma criação de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). A estreia está marcada para 11 de fevereiro nos Estados Unidos.
The Boys é o grande vencedor da premiação Critics Choice Super Awards
A premiação Critics Choice Super Awards aconteceu na noite de domingo (10/1) nos EUA, com o ator-diretor Kevin Smith e a atriz Dani Fernandez como anfitriões. Diferente da versão tradicional do prêmio, o Super Awards destaca os gêneros de filmes e séries favoritos dos geeks, com categorias focadas em super-heróis, sci-fi, terror, ação e animação. No topo da lista de vencedores deste ano estão os filmes “Palm Springs” e “Soul”, com três vitórias cada, enquanto “The Boys”, da Amazon, liderou as votações das séries – e a premiação geral – com quatro troféus. No ano do streaming, a Netflix foi a plataforma/estúdio mais premiada, conquistando cinco Super Awards graças a “Destacamento Blood”, “The Old Guard” e “BoJack Horseman”. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. MELHOR FILME DE AÇÃO Destacamento Blood (Netflix) MELHOR ATOR EM UM FILME DE AÇÃO Delroy Lindo – Destacamento Blood (Netflix) MELHOR ATRIZ EM UM FILME DE AÇÃO Betty Gilpin – A Caça (Universal) MELHOR FILME ANIMADO Soul (Disney+) MELHOR ATOR DE VOZ EM UM FILME ANIMADO Jamie Foxx – Soul (Disney+) MELHOR ATRIZ DE VOZ EM UM FILME ANIMADO Tina Fey – Soul (Disney+) O MELHOR FILME DE SUPER-HERÓI The Old Guard (Netflix) MELHOR ATOR EM UM FILME DE SUPER-HERÓI Ewan McGregor – Aves de Rapina (Warner Bros.) MELHOR ATRIZ EM UM FILME DE SUPER-HERÓI Margot Robbie – Aves de Rapina (Warner Bros.) MELHOR FILME DE HORROR O Homem Invisível (Universal) MELHOR ATOR EM UM FILME DE HORROR Vince Vaughn – Freaky (Universal) MELHOR ATRIZ EM UM FILME DE HORROR Elisabeth Moss – O Homem Invisível (Universal) MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FILME DE FANTASIA Palm Springs (Hulu MELHOR ATOR DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FILME DE FANTASIA Andy Samberg – Palm Springs (Hulu) MELHOR ATRIZ EM UM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FANTASIA Cristin Milioti – Palm Springs (Hulu) O MELHOR VILÃO EM UM FILME Jim Carrey – Sonic The Hedgehog (Paramount) SÉRIE DE MELHORES AÇÕES Vikings (History) MELHOR ATOR DE UMA SÉRIE DE AÇÃO Daveed Diggs – Snowpiercer (TNT) MELHOR ATRIZ DA SÉRIE DE AÇÃO Ângela Bassett – 9-1-1 (Fox) MELHOR SÉRIE ANIMADA BoJack Horseman (Netflix) MELHOR ATOR DE VOZ EM UMA SÉRIE ANIMADA Will Arnett – BoJack Horseman (Netflix) MELHOR ATRIZ DE VOZ EM UMA SÉRIE ANIMADA Kaley Cuoco – Harley Quinn (HBO Max) MELHOR SÉRIE DE SUPER-HERÓI The Boys (Amazon) MELHOR ATOR DE UMA SÉRIE DE SUPER-HERÓI Antony Starr – The Boys (Amazon) MELHOR ATRIZ DA SÉRIE DE SUPER-HERÓI Aya Cash – The Boys (Amazon) MELHOR SÉRIE DE HORROR Lovecraft Country (HBO) MELHOR ATOR DA SÉRIE DE HORROR Jensen Ackles – Supernatural (The CW) MELHOR ATRIZ DA SÉRIE DE HORROR Jurnee Smollett – Lovecraft Country (HBO) MELHORES SÉRIES DE FICÇÃO / FANTASIA CIENTÍFICAS The Mandalorian (Disney+) MELHOR ATOR EM UMA SÉRIE DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FANTASIA Patrick Stewart – Star Trek: Picard (CBS All Access) MELHOR ATRIZ DA SÉRIE DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FANTASIA Natasia Demetriou – What We Do in the Shadows (FX) O MELHOR VILÃO DE UMA SÉRIE Antony Starr – The Boys (Amazon)
Nova série com versão mirim de Bob Esponja ganha primeira prévia
A Paramount+ divulgou o primeiro vídeo da nova série derivada de Bob Esponja, que mostra os personagens do desenho longevo da Nickelodeon em suas versões infantis, num acampamento de férias. Intitulado em inglês “Kamp Koral: SpongeBob’s Under Years”, o novo desenho mostra como era a vida de Bob Esponja, Patrick, Sandy e companhia aos 10 anos de idade. A prévia revela quase um episódio completo. Na trama, o jovem Bob Esponja e seus amigos podem ser vistos participando das atividades do acampamento de verão mais popular da Fenda do Biquíni, o Kamp Koral, que tem como instrutores os adolescentes sr. Siriguejo e Lula Molusco. Todos os personagens foram criados por Stephen Hillenburg, que morreu em novembro de 2018 aos 57 anos de idade. Ele sofria de ELA (esclerose lateral amiotrófica), uma doença degenerativa do sistema nervoso, que acarreta paralisia motora progressiva e irreversível. Apesar da morte de seu criador, a Nickelodeon garantiu que a série original, que já tem duas décadas, não deixará de ser produzida. Ao contrário. O anúncio do spin-off acompanha os planos do canal pago para expandir a franquia. “Estamos animados com ‘Kamp Koral’, que vai provar o quanto esses personagens são amados ao redor do mundo”, disse Ramsey Naito, chefe de animação da Nickelodeon. Dois produtores da série original, Marc Ceccarelli e Vincent Waller, comandarão o spin-off, que também se diferencia do original por utilizar animação computadorizada. O vídeo ainda marca a primeira publicidade oficial da Paramount+, novo nome da plataforma CBS All Access, que entrará em vigor já no início de 2021.












