All American pode ganhar série derivada
A rede The CW está planejando mais um spin-off. A emissora que ainda se manifestou sobre os projetos já apresentados de spin-offs de “Arrow” e “The 100”, e que recentemente também encomendou pilotos de derivados de “Raio Negro” (Black Lightning) e “Nancy Drew”, deu sinal verde para a produção de um episódio de “All American” que possa ser desdobrado numa nova série. A ideia é que a série derivada acompanhe a personagem Simone Hicks, interpretada por GeffriMaya. O potencial spin-off seria introduzido em um episódio da vindoura 3ª temporada, que será dedicado a Simone, enquanto ela freqüenta uma faculdade historicamente negra. Em “All American”, a personagem é uma veterana da escola de ensino médio Beverly High, em que se passa a trama de futebol americano colegial, além de ser namorada de um dos personagens centrais, Jordan Baker (Michael Evans Behling). A 2ª temporada de “All American” se encerrou com o protagonista Spencer James (Daniel Ezra), agora campeão estadual de futebol, tendo que tomar uma decisão difícil. Ele precisa decidir se fica em Beverly Hills e joga para o treinador Billy Baker (Taye Diggs) ou volta para casa no sul de LA, reúne-se com sua mãe (Karimah Westbrook), irmão (Jalyn Hall), e joga no time de seu pai (Chad Coleman), o novo treinador do South Crenshaw Chargers. “All American” é uma produção da Warner Bros Television e da CBS Television Studios em associação com Berlanti Productions, produtora responsável por pelo menos metade dos programas da CW.
Mark Hamill brinca após The Mandalorian: “Algo bom na TV?”
Mark Hamill usou o Twitter na sexta-feira (18/12) para perguntar, brincando com os fãs de “Star Wars”: “Têm visto algo bom na TV ultimamente?”. Quem acompanha a série “The Mandalorian” sabe do que ele está falando. Mas é spoiler para quem ainda não assistiu ao capítulo final da 2ª temporada. O desfecho da história de Grogu, também conhecido como “a criança” e “Baby Yoda”, aconteceu com participação de ninguém menos que Luke Skywalker, interpretado pelo próprio Hamill. O personagem clássico de “Star Wars” chega no último minuto e, como um exército de um homem só, demonstra todo seu poder de mestre jedi para derrotar um pelotão de “dark troopers”, espécie de exterminadores do futuro da franquia. É exatamente como os fãs esperavam ver Luke na nova trilogia. Fãs da saga, que não se conformam com o destino dado ao personagem nos filmes recentes, devem ter vibrado. Até Hamill aprovou, após confessar não ter concordado com os rumos de seu mestre jedi no segundo longa da nova trilogia. “Não é meu Luke Skywalker”, ele chegou famosamente a dizer. Como “The Mandalorian” se passa anos antes da história vista mais recentemente, quando Luke se revela a Din Djarin (o mandaloriano interpretado por Pedro Pascal), ele ainda tem a aparência jovem que Hamill tinha nos anos 1980. O ator foi rejuvenescido digitalmente para participar da série, surgindo com o visual da época de “O Retorno de Jedi” (1983). Como o seu, o meu e o dele Luke Skywalker. E não aparece sozinho. Seu fiel companheiro R2-D2 também faz uma participação especial no episódio. Outro detalhe reminiscente da trilogia original ficou para a cena pós-crédito, em que Boba Fett (vivido por Temuera Morrison), retorna a Tatooine para se vingar dos criminosos remanescentes do bando de Jabba the Hut e reivindicar o palácio de seu antigo empregador. Esta história vai continuar num spin-off, “The Book of Boba Fett” (O Livro de Boba Fett), anunciado para dezembro de 2021. Vale observar ainda que, com o desfecho da temporada, “The Mandalorian” pode ter se despedido de seu maior trunfo, o “Baby Yoda”, que vendeu inúmeros brinquedos e produtos da Disney. Mas deixa o gancho de uma 3ª temporada focada no destino do planeta Mandalor, com um conflito pendente e inevitável entre Din Djarin e Bo-Katan Kryze (Katee Sackhoff). Seen anything good on TV lately? — Mark Hamill (@HamillHimself) December 18, 2020
HBO Max revela primeiras cenas da nova Gossip Girl em comercial de sua programação
A HBO Max divulgou um comercial com sua programação para 2021, onde destaca a polêmica iniciativa de lançar filmes simultaneamente nos cinemas e no streaming. O vídeo também revela cenas inéditas de seus futuros projetos, entre elas as primeiras imagens da continuação de “Gossip Girl”. O breve vislumbre traz de volta estudantes de elite sentados nas escadarias do MET (Museu Metropolitano de Arte), em Nova York, onde a série original, que foi ao ar entre 2007 e 2012, teve alguns de seus momentos mais marcantes. No vídeo, é possível ver o novo elenco, que inclui Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Alta Fidelidade”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”) e o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”), mas detalhes sobre seus respectivos personagens estão sendo mantidos em sigilo. Passada oito anos depois da série original, a atração seguirá a nova geração da mesma escola de elite nova-iorquina e contará novamente com Kristen Bell (“The Good Place”) como narradora, no papel da “garota fofoqueira”, que espalha rumores sobre a vida das personagens via internet. Vale lembrar que, apesar da voz ser feminina, o final da série original revelou que a verdadeira Gossip Girl – o responsável pelo blog de fofocas – era um homem: Dan Humphrey, papel de Penn Badgley (hoje na série “Você”). O ator, por sinal, já se dispôs a fazer uma participação para ligar as tramas. O comercial da plataforma também revelou que outro spin-off bastante esperado, “House of the Dragon”, prólogo de “Game of Thrones”, só vai estrear em 2022. Veja o vídeo abaixo.
The Flight Attendant: HBO Max renova série de suspense de Kaley Cuoco
Um dia após exibir o capítulo final de “The Flight Attendant”, originalmente anunciada como minissérie, a HBO Max revelou que vai estender o voo de Kaley Cuoco numa 2ª temporada da atração. A nova série estrelada pela Penny de “The Big Bang Theory” contou, ao longo de oito episódios, toda a história do livro em que era baseada e precisará inventar uma trama completamente inédita para seus próximos capítulos. A extensão da história reflete o sucesso da produção, que ganhou elogios rasgados dos críticos norte-americanos – 98% de aprovação no Rotten Tomatoes – e aparentemente também atraiu grande público para a plataforma da WarnerMedia. Em comunicado, a HBO citou que “The Flight Attendant” foi a série original com mais audiência em seu serviço de streaming. Sem citar números, a empresa apontou que o público disparou 55% entre o começo e o fim da exibição. “Dizer que estou extasiada seria um eufemismo”, disse Cuoco, em comunicado. “A resposta positiva à nossa série superou todas as nossas expectativas e estou muito orgulhosa de toda a equipe por trás de seu sucesso”. “Estamos muito satisfeitos que o programa tenha ressoado tão fortemente com o público e os críticos”, acrescentou o diretor de conteúdo da HBO e da HBO Max, Casey Bloys. “Parabenizamos Kaley, Steve, Greg e Sarah, junto com o resto do elenco incrivelmente talentoso, o executivo produtores e nossos parceiros da Warner Bros. Television em todo o sucesso da primeira temporada. Estou ansioso para ver onde Cassie irá a seguir. ” A trama original prendeu o público com um suspense intenso e uma trama de mistério. Inspirado no livro homônimo de Chris Bohjalian, “The Flight Attendant” gira em torno de Cassandra (Cuoco), a comissária de bordo do título em inglês, que após um voo internacional acorda alcoolizada em um quarto de hotel em Dubai, com um passageiro morto ao seu lado na cama. Com medo de chamar a polícia e sem lembrar o que aconteceu na noite anterior, ela segue o seu dia como se nada tivesse acontecido. Mas quando seu voo chega à Nova York, o FBI está lhe aguardando no aeroporto e ela precisa dar muitas explicações que não parecem fazer sentido. A adaptação foi escrita pelo roteirista Steve Yockey (“Supernatural”), os dois primeiros episódios foram dirigidos pela cineasta Susanna Fogel (“Parceiras Eternas”) e a produção ficou a cargo da própria atriz principal, via sua empresa Yes Norman, em parceria com o ubíquo Greg Berlanti (“The Flash”, “Riverdale”, etc), o produtor com mais séries exibidas simultaneamente em todos os tempos. O projeto é o primeiro de um contrato assinado por Cuoco com a WarnerMedia. Pelo acordo, a atriz vai criar, produzir, dirigir e estrelar diversas séries para o estúdio nos próximos anos. Em sua 1ª temporada, a atração também incluiu em seu elenco Michiel Huisman (“Game of Thrones”), Rosie Perez (“Aves de Rapina”), Zosia Mamet (“Girls”), Michelle Gomez (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), T.R. Knight (“Grey’s Anatomy”), Colin Woodell (“The Originals”), Merle Dandridge (“The Night Shift”), Griffin Matthews (“Cara Gente Branca”) e Nolan Gerard Funk (“Awkward.”). A série, assim como a HBO Max, ainda está não disponível no Brasil.
Virgin River é renovada para 3ª temporada
A Netflix renovou “Virgin River”, drama romântico passado no interior rural dos EUA, para sua 3ª temporada. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge, ex-“American Horror Story”), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela descobre que precisa se adaptar ao novo lar e se reconciliar consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson, ex-“Grey’s Anatomy”). Mas como essa história tem que durar mais de uma temporada, esse amor é marcado por várias idas e vindas. A 2ª temporada foi disponibilizada no dia 27 de novembro em streaming. Com a renovação, a produção será reforçada com a participação dos atores Zibby Allen (“The Flash”) e Stacey Farber (“Saving Home”), que integrarão o elenco dos próximos dez capítulos.
Skye Aubrey (1945 – 2020)
A atriz Skye Aubrey, que participou de várias séries dos anos 1960 e 1970, morreu em 27 de novembro de causas naturais em DeBary, Flórida, anunciou sua família nesta sexta (18/12). Ela apareceu em séries como “O Fazendeiro do Asfalto”, “Marcus Welby, Médico”, “Têmpera de Aço”, “O Jogo Perigoso do Amor” e “Ilha da Fantasia”, mas um detalhe que chama atenção em sua trajetória é a forte ligação de sua vida com as adaptações dos quadrinhos da DC Comics, do primeiro ao último papel. Aubrey estreou nas telas na série “Batman” em dois episódios de 1967. O primeiro foi um capítulo do segundo ano da produção, que trazia Eli Wallach como Senhor Frio. Já o segundo, da 3ª temporada, deu-lhe bastante destaque como uma “princesa hippie” responsável por organizar um festival de flores, que acabava sequestrada e sofria lavagem cerebral do vilão Louie, o Lilás (Milton Berle). Por coincidência, ela encerrou a carreira três décadas mais tarde também em dois episódios de uma série derivada das publicações da DC: “Superboy”, nos quais interpretou duas vilãs diferentes, Vora em 1989 e Tiger Eye em 1990. Além disso, ela era filha de Phyllis Thaxter, que interpretou Martha Kent, a mãe de Clark Kent/Superman no clássico “Superman – O Filme” (1978), e foi casada de 1976 a 1979 com Ilya Salkind, produtor dos filmes do Superman estrelados por Christopher Reeve. Seu pai, por sua vez, era James T. Aubrey, presidente da rede CBS de 1959 a 1965 e chefe do estúdio MGM de 1969 a 1973. Apesar de toda esse legado, ela apareceu em apenas um filme, no papel de uma enfermeira no suspense “Receita: Violência” (1972), estrelado por James Coburn (“Sete Homens e um Destino”), baseado num romance de Michael Crichton (“Jurassic Park”) e dirigido por Blake Edwards (“A Pantera Cor de Rosa”). Longe das telas, ela seguiu atuando no teatro até os últimos anos de sua vida.
Locke & Key tem renovação antecipada para 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação antecipada da série de terror “Locke & Key” para a 3ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), lembrando que a série ainda precisa exibir a 2ª temporada em 2021, a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. Para completar, a empresa firmou um contrato de desenvolvimento exclusivo com a co-showrunner da série, Meredith Averill, para que ela crie novas séries e outros projetos para a plataforma. Averill comanda “Locke & Key” em parceria com o prolífico produtor-roteirista Carlton Cuse (que tem seu próprio contrato com a Disney), que foi um dos mentores de “Lost” e criou “Bates Motel”, “Colony” e “Jack Ryan”. “Carlton e Meredith construíram um mundo incrível em ‘Locke & Key’, e estamos entusiasmados com o retorno dos Lockes para mais aventuras na 3ª temporada”, disse Brian Wright, vice-presidente geral de negócios da Netflix. Ele acrescentou que também estava “muito feliz por expandir nossa parceria criativa com Meredith Averill, uma talentosa criadora com um olho aguçado para o melhor horror e narrativa sobrenatural.” Os créditos de Averill também incluem “A Maldição da Casa da Colina”, “Jane the Virgin” e “The Good Wife”. Ela desenvolveu “Locke & Key” com Cuse e Aron Eli Coleite (que foi co-showrunner em uma encarnação anterior da série, que não se materializou na Hulu). “Estou extremamente grata por ter encontrado um lar na Netflix onde me sinto constantemente apoiada, desafiada e inspirada”, disse Averill. “Estou ansioso para continuar e expandir nosso relacionamento.” Cuse acrescentou: “Temos algumas aventuras incríveis reservadas para a família Locke na 3ª temporada, e não poderíamos estar mais animados para continuar contando nossa história com nossos grandes parceiros da Netflix.” O sucesso evidente de “Locke & Key” na Netflix coroa a perseverança dos interessados em transformar a história em série, após o projeto ser reprovado em outros canais. A produção sofreu quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a trama. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse decidiu refazer tudo e apresentar sua ideia para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – a terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. Aparentemente, faltava apenas Meredith Averill para o projeto dar certo. Com seus textos e produção, “Locke & Key” intrigou o público e garantiu grande audiência no serviço de streaming. Para quem não viu, a série acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Apesar da renovação antecipada, a data de retorno da série ainda não está definida. Locke and Key fans, the cast has some news for you: The show has been picked up for Season 3! But first, Season 2 will arrive in 2021! pic.twitter.com/d4c0dheBkZ — Netflix (@netflix) December 18, 2020
Grey’s Anatomy: Patrick Dempsey voltará em novos capítulos
“Grey’s Anatomy” chegou ao midseason finale de sua 17ª temporada na noite de quinta-feira (17/12) nos EUA, refletindo com uma narrativa intensa a pandemia e o estado real do mundo. Mas, para os fãs, o ponto alto da atual fase do drama médico foi o retorno de Patrick Dempsey ao papel de Derek Shepherd, ainda que tenha sido uma aparição de sonho. O personagem, que morreu na 11ª temporada após um acidente fatal de carro, apareceu nos sonhos de Meredith Grey (Ellen Pompeo), enquanto ela enfrenta a contaminação de covid-19 em sua cama de hospital. A boa notícia é que as aparições não se restringirão aos dois episódios já exibidos. McDreamy, como Shepherd também era conhecido, estará de volta na segunda parte da temporada. “Você vai ver McDreamy novamente na segunda metade da temporada”, garantiu a showrunner Krista Vernoff para a revista Variety, em entrevista após a exibição do episódio de quinta, “No Time for Despair”. Mas apesar de confirmar o retorno de Dempsey nos episódios que vão ao ar em 2021, Vernoff não disse quem mais pode aparecer. Isto porque ela tem esperança de recrutar mais atores antigos, que saíram da série de forma trágica, em cenas de morte nas últimas 17 temporadas. “Todos nós temos esperanças, mas ainda não temos nada de novo para relatar”, assumiu a produtora. Entre os atores que estariam sendo sondados estariam Chyler Leigh, a Lexie Grey, irmã de Meredith, e Eric Dane, intérprete de Mark Sloan, também conhecido como “McSteamy”, dois dos personagens favoritos dos fãs que morreram em um acidente de avião no início da 9ª temporada. Na época do retorno de Dempsey, a mídia social explodiu de entusiasmo. “Grey’s Anatomy” é o drama médico de maior duração na história da televisão, tendo ultrapassado “Plantão Médico” (ER). O programa ainda não foi renovado para uma 18ª temporada, embora continue sendo um dos mais vistos da ABC, uma vitória impressionante para uma série tão longa. A criadora Shonda Rhimes disse em várias ocasiões que encerraria a série quando Ellen Pompeo estivesse pronta para desistir de interpretar Meredith. Pompeo, que também é produtora, encerra seu contrato neste ano, mas pode renová-lo – caso a ABC aceite lhe pagar um aumento. Por conta disso, ela chegou a dizer recentemente à Variety que ninguém sabe quando o programa terminará. “Não sabemos quando a série vai acabar. Mas a verdade é que pode ser até neste ano”, afirmou Pompeo. Vernoff também não tem certeza sobre a data do final de “Grey’s Anatomy”. “’Não sei’ é a resposta honesta”, diz a produtora. “Eu não sei. Mas eu planejei uma temporada fenomenal, que pode conduzir tanto a uma nova temporada quanto ao final da série. ”
Matthew Rhys viverá alienígena em nova série do FX
Vencedor do Emmy por “The Americans”, Matthew Rhys vai voltar a viver uma espécie de espião em nova série. Depois de espionar os americanos para os comunistas, seu novo trabalho secreto será para uma raça alienígena. Rhys será o protagonista “Wyrd”, produção em desenvolvimento no canal pago FX, o mesmo de “The Americans”. Seu personagem é um extraterrestre enviado à Terra para observar a humanidade, que trabalha disfarçado como detetive particular e está sempre disposto a investigar casos extraordinários. Trata-se de uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Curt Pires e Antonio Fuso, lançados numa minissérie de quatro edições em 2019 pela editora Dark Horse Comics. A trama é descrita no site oficial como “um encontro de James Bond com o ‘Arquivo X’”. A adaptação está sendo feita por Sheldon Turner, roteirista de “Amor sem Escalas” (2009) e “X-Men: Primeira Classe” (2011). Além de estrelar, Rhys será produtor da série, junto com sua esposa, a atriz Keri Russell, com quem ele coestrelou “The Americans”. O ator também continua envolvido com a série “Perry Mason”, que foi renovada para a 2ª temporada na HBO.
Final de The Mandalorian anuncia série de Boba Fett
Durante a apresentação do Dia do Investidor da Disney, a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, anunciou a produção de 10 séries do universo “Star Wars” na plataforma Disney+ (Disney Plus), e em seguida descreveu nove títulos inéditos. Muitos consideraram, então, que a conta incluía “The Mandalorian”. Na verdade, havia um 10º título que pulou aquela apresentação. A novidade foi revelada nos últimos segundos do capítulo final da 2ª temporada de “The Mandalorian”, disponibilizado nesta sexta-feira (18/12). A cena pós-créditos do episódio traz Boba Fett (Temuera Morrison) e a caçadora de recompensas Fennec Shand (Ming-Na Wen) de volta à Tatooine (numa locação bem conhecida de “O Retorno de Jedi”), enquanto uma legenda anuncia “The Book of Boba Fett” (O Livro de Boba Fett) para dezembro de 2021. Em suma, “The Mandalorian” ganhará um spin-off centrada em Boba Fett – que a maioria dos fãs da franquia acreditava que tinha morrido em “O Retorno Jedi”, até a série criada por Jon Favreau decidir mostrar que ele sobreviveu. A série de Boba Fett vai se juntar a outros dois spin-offs anunciados de “The Mandalorian”: “Ahsoka”, que trará Rosario Dawson reprisando o papel de Ahsoka Tano, a jedi de “Clone Wars”, e “Rangers of the New Republic”, provavelmente centrada em Cara Dune, personagem de Gina Carano. Estas duas produções foram anunciadas por Kennedy durante a conferência do Dia do Investidor.
Séries online destacam final de The Mandalorian e começo de The Expanse
O desfecho da 2ª temporada de “The Mandalorian” e o começo do 5º ano de “The Expanse” marcam um fim de semana sci-fi entre as estreias de streaming. Enquanto “The Mandalorian” virou um fenômeno popular, “The Expanse” é queridinha da crítica. A série da Disney+ (Disney Plus) chega a seu capítulo final com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e planos para dois spin-offs, demonstrando que o futuro da franquia “Star Wars” é mesmo o streaming. Já a atração da Amazon festeja sua terceira temporada consecutiva com 100% de aprovação da critica norte-americana. Visualmente impressionante e com riqueza narrativa, os novos episódios encaminham a série para uma conclusão épica, que virá na já confirmada 6ª temporada. A programação também destaca duas séries documentais de temática musical. O registro de Anitta está dando o que falar pelas revelações da cantora, como um estupro que sofreu aos 15 anos. Já “Por Trás Daquele Som” é para quem gosta de saber todos os detalhes da criação de canções de sucesso. A 2ª temporada é bastante eclética, esmiuçando hits de Dua Lipa, The Killers e Nine Inch Nails, entre outros. O Top 10 segue com produções da Espanha, Finlândia, Coreia do Sul e África do Sul – a aventura medieval espanhola e o terror sul-coreano chamam mais atenção. E ainda há a possibilidade de maratonar todas as quatro temporadas da cultuada série animada “A Lenda de Korra”! Confira abaixo todas as dicas de séries desta semana e clique nos títulos em vermelho para saber mais sobre cada uma delas. The Expanse | EUA | 5ª Temporada (Amazon Prime Video) The Mandalorian | EUA | Fim da 2ª Temporada (Amazon Prime Video) El Cid | Espanha | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Sweet Home | Coreia do Sul | 1ª Temporada (Netflix) FBI: Os Mais Procurados | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) Namorado de Natal | Noruega | 2ª Temporada (Netflix) Como Acabar com o Natal | África do Sul | 1 Temporada (Netflix) Anitta: Made In Honório | Brasil | 1 Temporada (Netflix) Por Trás Daquele Som | EUA | 2ª Temporada (Netflix) A Lenda de Korra | EUA | 4 Temporadas (Netflix)
L.A. Law vai ganhar continuação com ator original
Um dos dramas jurídicos mais famosos da televisão americana pode ganhar continuação. A rede ABC encomendou o piloto de uma nova encarnação de “LA Law”, fenômeno de público e crítica da década de 1980, que venceu nada menos que quatro Emmys de Melhor Série de Drama. Ao todo, a série original, criada por Steven Bochco, faturou 15 prêmios Emmy durante seu auge. A trama girava em torno dos funcionários de um poderoso escritório de advocacia de Los Angeles, mostrando os casos que defendiam e também suas vidas fora do trabalho, com ênfase para as competições entre os advogados dentro da própria firma. Há três anos, a Fox recusou o projeto de um remake da atração, escrito pelo próprio Bochco. Agora o projeto se apresenta como uma continuação, centrada num dos personagens dos anos 1980. Blair Underwood vai reprisar seu papel como advogado Jonathan Rollins e também participará do projeto como produtor executivo. Na trama, o escritório de advocacia McKenzie Brackman será reinventado como um escritório de litígio especializado apenas nos casos mais importantes e incendiários, que desafiam limites legais. Nesta versão, Rollins deixou de ser idealista para se mostrar mais conservador, ao entrar em conflito com uma geração mais jovem para decidir o melhor caminho para a empresa, em meio às mudanças políticas e jurídicas dos dias atuais. Embora o foco seja numa nova geração de advogados, outros membros do elenco original provavelmente farão aparições se a série for aprovada. O piloto está sendo desenvolvido pelo produtor-roteirista Marc Guggenheim (cocriador de “Arrow”) e sua parceira Ubah Mohamed (roteirista de “Arrow”) e terá direção de Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”). O projeto tem a benção do filho de Bochco, o diretor e produtor de TV Jesse Bochco, e da viúva do falecido produtor, Dayna Bochco. Os dois terão créditos na produção, por meio de sua empresa, Steven Bochco Productions. A “LA Law” original durou oito temporadas na NBC, de 1986 a 1994, e ainda rendeu um filme de reunião em 2002. Muitos dos casos apresentados no programa tratavam de questões polêmicas, como pena de morte, aborto, racismo, homofobia, assédio sexual, HIV e violência doméstica. Underwood juntou-se ao elenco na 2ª temporada e permaneceu no programa até o final, ganhando uma indicação ao Globo de Ouro por seu papel.
Série clássica Os Pioneiros vai ganhar remake
A série clássica “Os Pioneiros” (Little House on a Prairie), que marcou época nos anos 1970, vai ganhar um remake da Paramount Television Studios. O estúdio se juntou à produtora Anonymous Content para o projeto, que conta a história de uma família imigrante que tenta estabelecer uma pequena fazenda em terra selvagem, no interior do Kansas, Minnesota e outros locais remotos, durante o século 19. A narrativa é baseada na coleção de livros best-seller de Laura Ingalls Wilder (1867-1957). Embora ela tenha escrito os livros como histórias para crianças nos anos 1930 e 1940, a trama foi inspirada em sua própria vida como filha de pais pioneiros. Na série, Michael Landon e Karen Grassle eram os patriarcas da família Ingalls, que contavam com a ajuda de suas primeiras três filhas – entre elas a narradora Melissa Gilbert, no papel da própria Laura – para realizar seu sonho americano. Mas embora a adaptação televisiva tenha sido um grande sucesso, ficando no ar por nove temporadas na rede NBC, de setembro de 1974 a maio de 1982, a história de Wilder teria grande dificuldades de ser aceita da mesma forma hoje em dia sem atualizações culturais. Nos livros e na série, os Ingalls são apresentados como colonizadores benevolentes, que ocupam uma terra desabitada, quando na verdade a terra pertencia a nativos americanos, que nas obras da escritora eram descritos como sub-humanos. Apesar disso, “Os Pioneiros” continuou a ser reprisado e ganhou nova vida na TV em alguns telefilmes – que continuaram a história – e até num primeiro remake, uma minissérie baseada nos livros exibida em 2005. Para completar, a plataforma Peacock anunciou que vai disponibilizar todos os episódios da série clássica em seu serviço em 2021.












