Continuação de Sex and the City é oficializada na HBO Max
“Sex and the City” está oficialmente voltando para a televisão. As estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), anunciaram no domingo (10/1) que voltarão numa minissérie na HBO Max, que se chamará “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original. Veja o teaser oficial abaixo. A nova trama acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Michael Patrick King, que ganhou um Emmy por seu trabalho de direção da série e escreveu e dirigiu os dois filmes, também está de volta na produção executiva do projeto, que terá 10 episódios. Já Darren Star, criador da série original, que tem um rico contrato geral com a ViacomCBS, não está envolvido. Uma busca por um showrunner está atualmente em andamento, visando começar a produção no final da primavera (depois de março) em Nova York. “Eu cresci com essas personagens e mal posso esperar para ver como sua história evoluiu neste novo capítulo, com a honestidade, a pungência, o humor e a cidade amada que sempre as definiu”, disse Sarah Aubrey, diretora da originais na HBO Max, em comunicado. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)
Série de Queen Latifah baseada em O Protetor ganha primeiro teaser
A rede CBS divulgou nas redes sociais o primeiro teaser do reboot de “The Equalizer”. Na primeira versão da série, exibida nos anos 1980, o protagonista Robert McCall era vivido pelo branco Edward Woodward. O personagem virou o negro Denzel Washington em sua recente transição para o cinema em dois filmes de “O Protetor”. E na nova versão a mudança inclui o sexo. McCall agora é uma mulher negra, vida por ninguém menos que Queen Latifah (“Star”). Com praticamente a mesma premissa, Latifah estrela a série como Robyn McCall, uma mãe solteira com um histórico misterioso, provavelmente aposentada do serviço secreto, que usa suas habilidades para proteger e defender aqueles que não podem fazer isso por si mesmos. Enquanto atua como um anjo da guarda para os outros, ela também está buscando sua própria redenção. O teaser apresenta a protagonista e sua filha, Delilah, interpretada por Laya DeLeon Hayes (“Uma Pitada de Magia”), além de Chris Noth (“Sex and the City”), que interpreta um ex-diretor da CIA. Latifah também é creditada como co-criadora da série ao lado de Richard Lindheim, que foi um dos criadores da versão original. A produção está a cargo do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”). E o elenco também inclui Tory Kittles (“Colony”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Liza Lapira (“Nancy Drew”) e Adam Goldberg (“God Friended Me”). A estreia marcada vai acontecer em 7 de fevereiro nos EUA, após o Super Bowl (final do campeonato de futebol americano, que tradicionalmente rende a maior audiência da TV no país). She’s the one you call when you can’t call 911. #TheEqualizer premieres February 7 after the Super Bowl on @CBS and @CBSAllAccess. pic.twitter.com/Hsu3Ubs41a — The Equalizer (@TheEqualizerCBS) January 9, 2021
Novo Clube do Terror retorna com trailer assustador
O Nickelodeon divulgou o trailer da 2ª temporada do revival de “Clube do Terror” (Are You Afraid of the Dark?). A prévia introduz os personagens e apresenta a nova assombração, além de deixar claro que a nova versão da série tem clima bem mais assustador que o da atração original, exibida na década de 1990 pelo canal pago infantil. Criado por D.J. MacHale e Ned Kandel, “Clube do Terror” acompanhava um grupo de adolescentes, autodenominado de Sociedade da Meia-Noite (Midnight Society), que se reunia de noite, em volta de uma fogueira, para contar histórias assombrosas. O revival troca os diferentes sustos semanais dos anos 1990 por uma história completa anual, numa proposta de antologia nos moldes de “American Horror Story”. A história da 2ª temporada é intitulada em inglês “Curse of the Shadows” (maldição das sombras) e segue um grupo diferente de crianças da Sociedade da Meia-Noite, que aprendem sobre a terrível maldição lançada sobre sua pequena cidade à beira-mar e são assombrados por uma criatura misteriosa conhecida como Shadowman (Homem-Sombra). Os protagonistas são Bryce Gheisar (“The Astronauts”), Beatrice Kitsos (“iZombie”), Malia Baker (“O Clube das Babás”), Dominic Mariche (“See”), Parker Queenan (“Andi Mack”) e o estreante Arjun Athalye. Os seis episódios de “Are You Afraid of the Dark? Curse of the Shadows” contam com direção e produção do cineasta Jeff Wadlow (“A Ilha da Fantasia” e “Verdade ou Desafio”) e têm estreia marcada para 12 de fevereiro nos EUA.
Big Sky foi maior estreia de sucesso multiplataforma da TV americana em 2020
A série “Big Sky” se consolidou como o maior sucesso da temporada pandêmica de 2020 da TV americana com a soma de suas visualizações multiplataformas após um mês de exibição de seu primeiro episódio. Com mais de 35 dias de disponibilização em plataformas lineares e digitais, o episódio inaugural atingiu 14,7 milhões de espectadores totais, tornando-se a estreia mais assistida da rede ABC desde “The Good Doctor” em setembro de 2017. “Big Sky” também se destacou no alvo demográfico favorito dos anunciantes (adultos de 18 a 49 anos), subindo para uma classificação de 3,97 pontos, na escala da consultoria Nielsen – o que representa quase seis vezes a classificação inicial do dia de estreia na TV aberta (0,68). Além disso, o drama da ABC conquistou 10,5 milhões de espectadores adicionais em relação à média inicial de sua exibição ao vivo (4,2 milhões), graças à exibição em streaming e gravações digitais. O sucesso também foi acompanhado por polêmica. Com uma trama centrada no rapto de mulheres brancas, a produção foi criticada pelas comunidades indígenas por ignorar que na região em que a história se passa existe uma tendência endêmica de raptos de mulheres nativas, nem sequer mencionada pelos roteiristas. Os produtores prometeram abordar a questão nos próximos episódios. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). Vale destacar ainda que o primeiro episódio teve direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”). Veja abaixo o trailer da série, que deve chegar no Brasil pela plataforma Star Plus (Star+), a “Hulu brasileira” da Disney.
Losing Alice: Série de suspense com atriz de Demolidor ganha trailer da Apple
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Losing Alice”, série israelense estrelada por Ayelet Zurer (a mãe biológica de Superman no filme “Homem de Aço” e a Vanessa da série “Demolidor”). Criação de Sigal Avin (“Michaela”), a série de oito episódios é um thriller sexual sobre Alice (Zurer), uma cineasta de cerca de 50 anos que entrou em decadência depois de resolver constituir família. Mas um encontro casual num trem muda tudo. Ela conhece e se envolve inesperadamente com Sophie (Lihi Kornowski, de “The Burglar”), uma bela e jovem roteirista, autora de uma história que pode recuperar sua carreira. O envolvimento também acontece de forma sexual e vira obsessão, ao mesmo tempo em que Alice começa a descobrir segredos sinistros da garota – como o fato de seu roteiro sombrio ser mais relato de fatos que ficção. Logo ela se pega ultrapassando limites e questionando até que ponto vale a pena chegar para reconquistar o sucesso de outrora. A versão impactante de “Hounds of Love”, sucesso de Kate Bush, utilizada na prévia foi gravada em 2010 pela cantora feroesa Eivør. A série de suspense tem estreia marcada para 22 de janeiro.
Diretores do terror cult Primavera entram na série do Cavaleiro da Lua
A série “Moon Knight” da Marvel Studios, baseada nos quadrinhos do herói Cavaleiro da Lua, acrescentou diretores adicionais. A dupla Justin Benson e Aaron Moorhead, especialistas em terrores independentes, como os premiados e cultuados “Primavera” (2014) e “O Culto” (2017), estão se juntando a Mohamed Diab, o cineasta egípcio que comandará o episódio piloto da atração, estrelada por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Diab é considerado uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio, recebendo vários prêmios por seus primeiros longas “Cairo 678” (2010), sobre vítimas de abuso sexual em busca de justiça, e “Clash” (2016), passado num camburão repleto de prisioneiros durante a Primavera Árabe que sacudiu o Egito com protestos. Já Benson e Moorhead, além de dirigir também são roteiristas, produtores e editores de filmes. Eles filmam juntos desde 2013, quando lançaram o terror “Resolution” (2012), premiado no Festival de Neuchâtel, na Suiça. Desde então, suas obras são celebrados em festivais de cinema fantástico e arrancam elogios da crítica. “Primavera”, que causou sensação da Mostra Midnight Madness do Festival de Toronto, transformou Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) em fã da dupla, enquanto “O Culto”, exibido no Festival de Tribeca, arrancou críticas elogiosíssimas da crítica – 92% no Rotten Tomatoes. Seu filme mais recente foi o thriller sci-fi “Synchronic” (2019), estrelado por Anthony Mackie e Jamie Dornan. Além deles, a equipe conta com o roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix). Foi ele quem tirou o projeto do papel, após uma década de desenvolvimento por outros roteiristas. Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. O personagem é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. “Moon Knight” fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel.
Deezer D (1965 – 2021)
O ator e rapper Deezer D, que marcou a série “Plantão Médico” (ER) como o bem-humorado enfermeiro Malik McGrath, morreu na quinta-feira (7/1) de suspeita de ataque cardíaco em sua casa em Los Angeles, aos 55 anos. Deezer D era o nome artístico que Dearon Thompson assumiu ao estrear no cinema em 1991, no longa “Na Onda do Rap”, estrelado por Vanilla Ice (ele também apareceu no clipe “Cool as Ice” do cantor). Como ator, ainda se destacou na comédia musical “CB4 – Uma História Sem Rap End” (1993), ao lado do comediante Chris Rock, antes de entrar em “Plantão Médico”. Ele foi um dos poucos atores que participou de todas as 15 temporadas da série médica. “Que espírito especial todos nós perdemos!”, escreveu o colega de “Plantão Médico”, Mekhi Phifer, no Instagram . “Desde o primeiro dia em que o conheci no set, ele absolutamente me fez sentir em casa e muito bem-vindo. Meu irmão fará falta para sempre! Muitas condolências aos amigos, fãs e familiares”, completou. Outra antiga colega, Parminder Nagra, acrescentou: “Isso é tão incrivelmente triste”. E o produtor da série, Neal Baer, lembrou-se do ator como um “homem muito doce, gentil e maravilhoso de se trabalhar junto”. Seu crédito de atuação mais recente foi a comédia de 2017 de Kristy Swanson, “Crowning Jules”, e sua última gravação de rap, “History Can’t Be Stopped”, foi lançada postumamente na quinta-feira (8/1). O ator-rapper, que se submeteu a várias cirurgias cardíacas na última década, tinha anunciado a música no Instagram há apenas quatro dias. Veja abaixo, com um trecho de clipe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Deezer d. (@deezerd10)
Série da filha do Arqueiro Verde é descartada
A rede The CW decidiu não realizar a série “Green Arrow and The Canaries”, produção derivada de “Arrow” (2012-2020), que acompanharia a filha do Arqueiro Verde e duas intérpretes de Canário Negro. A série seria a primeira do canal protagonizada por um grupo de mulheres – Mia Smoak Queen (Katherine McNamara), Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy). A decisão tornou-se conhecida praticamente um ano após a exibição do penúltimo episódio de “Arrow”, que serviu de piloto para a série não aprovada. Detalhe: foi o capítulo de maior audiência de toda a temporada, à exceção do episódio do crossover de “Crise nas Infinitas Terras”. As personagens, entretanto, ainda devem aparecer no Arrowverso – nome que se torna cada vez mais dissociado do universo de séries da DC Comics exibidas na rede The CW. O produtor Marc Guggenheim chegou a afirmar que havia um plano B para concluir a história inacabada do piloto em “Legends of Tomorrow”. Ironicamente, a rede ainda não descartou o outro derivado que estava avaliando, da série sci-fi “The 100”. O que deixa claro que o parâmetro para a rejeição não foi a audiência do piloto. O capítulo que introduziu o spin-off teve uma das piores audiências da temporada final de “The 100”.
Séries online: Lupin, Beforeigners e Doctor Who são destaques da semana
A semana das séries online oferece boas novidades europeias. A principal é uma produção francesa da Netflix: “Lupin”, aventura que homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário de 100 anos atrás, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. O astro Omar Sy (“Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin para se disfarçar e mudar de identidade em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – que, por sinal, serve de parâmetro para o clima da série. Primeira produção norueguesa da HBO, “Beforeigners: Os Visitantes” é uma série policial com vikings. Vários guerreiros nórdicos da Idade Média aparecem misteriosamente nas praias da Noruega e são integrados na sociedade contemporânea. A trama, que estreia no domingo (10/1), divide-se em explorar o choque cultural desses estranhos na era moderna e em investigar crimes que possam estar cometendo. Para isso, o departamento de polícia junta um detetive tradicional e uma recruta viking. A premissa já foi usada com alienígenas na série clássica “Alien Nation” e com orcs no filme “Bright”, mas a versão nórdica é mais divertida. Outros destaques incluem o especial de Ano Novo da sci-fi britânica “Doctor Who”, que a Globoplay disponibilizou na segunda-feira (três dias depois do Reino Unido), e a 2ª temporada da comédia da Apple “Dickinson”, em que Hailee Steinfeld vive a versão teen da poeta Emily Dickinson. Além disso, a série policial brasileira “Rota do Ódio” entrou na Globoplay na íntegra, com três temporadas, enfocando skinheads e crimes de ódio em São Paulo. Confira abaixo essas e outras dicas do Top 10 de séries de streaming da semana. Lupin | França | 1ª Temporada (Netflix) Beforeigners: Os Visitantes | Noruega | 1ª Temporada (HBO Go) Doctor Who | Reino Unido | Especial de Ano Novo (Apple TV+) Dickinson | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) This Is Us | EUA | 5ª Temporada – Parte 2 (Fox Premium) Rotas do Ódio | Brasil | 3 Temporadas (Globoplay) No Escuro | EUA | 2 Temporadas (Globoplay) A História do Palavrão | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Faz de Conta que NY é uma Cidade | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Marvel Studios: Lendas | EUA | 1ª Temporada (Disney Plus)
Sucesso de Bridgerton faz disparar procura das músicas da série no Spotify
O sucesso de “Bridgerton”, que já teria a 5ª maior audiência da Netflix, chegou a outras plataformas de streaming. Os fãs descobriram que as músicas da trilha sonora, com versões instrumentais de sucessos do pop internacional, foram gravadas pelo Vitamin String Quartet. Agora, o Spotify informou que os números de acesso às músicas do grupo tiveram um salto de 170% globalmente, registrado entre o dia do lançamento de “Bridgerton” em 25 de dezembro e o dia 4 de janeiro. Especificamente nos Estados Unidos, o streaming das músicas do Vitamin String Quartet cresceu 110%. Entre as gravações mais tocadas, estão as versões de “Thank U, Next”, da cantora Ariana Grande, e “Girls Like You”, da banda Maroon 5, que muitos consideram pontos altos da trilha sonora da série. O Spotify ainda informou que foram criadas mais de 5,8 mil playlists com “Bridgerton” no título por usuários da plataforma de todo o mundo. Versões de “In My Blood” (o original é de Shawn Mendes), “Bad Guy” (Billie Eilish) e “Blinding Lights” (The Weeknd) — além das originais “Simon and Ladu Danbury” e “The Latest Whistledown” — também compõem a relação de faixas mais incluídas nas playlists dos fãs da série. Veja abaixo os clipes do Vitamin String Quartet para “Blinding Lights” e “Bad Guy”.
Hard: 2ª temporada da série “pornô” de Natália Lage ganha data de estreia
A 2ª temporada da série de comédia brasileira “Hard” ganhou data de estreia na HBO e na HBO Go: dia 21 de fevereiro. Com direção geral de Rodrigo Meirelles (“Psi”, “Vade Retro”) e realizada em coprodução com a Gullane, a série de seis episódios é uma adaptação da atração francesa homônima e já tem a 3ª temporada confirmada. Na trama, Natália Lage (“A Divisão”) vive Sofia, uma dona de casa que, ao ficar viúva, descobre que o marido mentia sobre sua verdadeira profissão. Ela recebe como herança uma produtora pornô e precisa se adaptar à essa nova forma de sustentar a família. Na nova temporada, Sofia é seduzida pelo mundo pornô realizando fantasias de suas clientes, mas ainda tem que lidar com os preconceitos da família e com a nova carreira de Marcello (Julio Machado, de “Divino Amor”). O elenco também traz Martha Nowill (“A Garota da Moto”), Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”) e Denise Del Vecchio (“Os Dez Mandamentos”).
Revival de Punky, a Levada da Breca ganha primeira foto oficial
A plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou a primeira foto oficial do elenco do revival da série clássica “Punky, a Levada da Breca” (Punky Brewster). A foto destaca ao centro a intérprete original. A atração vai voltar com a mesma atriz que vivia a menina nos anos 1980, Soleil Moon Frye. Concebida como continuação da trama original, a nova série vai mostrar Punky (Frye) como uma mulher adulta, uma atrapalhada mãe solteira de três crianças, que conhece uma jovem que a lembra de sua própria infância. A premissa segue uma tendência de outras produções em que crianças de séries clássicas retornam adultas para estrelar continuações, o que aconteceu recentemente em “Fuller House” e “A Casa da Raven” (Raven’s Home). Soleil Moon Frye não é a única integrante do elenco original que está de volta. Chrie Johnson também retoma seu papel como Cherie, melhor amiga de Punky. As novidades ficam por conta de Freddie Prinze Jr. (“Ela É Demais”), que vive o marido, Noah Cottrell (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), Oliver de los Santos (“Occupation: Rainfall”) e Lauren Lindsey Donzis (“No Good Nick”) como os filhos e a estreante Quinn Copeland, como a nova “Punky” – ou melhor, Izzy. “Punky, a Levada da Breca” foi exibida originalmente entre 1984 e 1988 e girava em torno de uma garota abandonada pela mãe em um shopping. Sem se deixar abater, ela começa a morar num apartamento vago de um prédio administrado pelo viúvo Henry (George Gaynes), que depois a adota. No Brasil, a sitcom foi transmitida com grande sucesso pelo SBT, e depois de cansar de reprisar por lá passou ainda pela Rede Bandeirantes. Além disso, uma versão em desenho animado da série, batizada de “Punky” (também Punky Brewster no original), foi produzida entre 1985 e 1987. A série acabou quando Soleil Moon Frye tinha 12 anos. Mas ela não parou de atuar, aparecendo em várias outras atrações televisivas, inclusive em “Friends”, “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) e “Anos Incríveis” (The Wonder Years), até se destacar num papel fixo em “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003) e como dubladora da franquia animada baseada nas bonecas “Bratz” (2004-2013). O revival de “Punky” estava sendo desenvolvido pelos irmãos Steve e Jim Armogida (criadores da série “School of Rock”) para os estúdios Universal, visando um lançamento na rede NBC, lar da série original. Mas o projeto de streaming da empresa mudou tudo. A produção agora vai se juntar ao revival de “Galera do Barulho”, outro sucesso adolescente antigo, na plataforma Peacock. A volta de “Punky” terá 10 episódios e, por enquanto, não tem previsão de estreia.
Diretor de fotografia confirma Oscar Isaac como Cavaleiro da Lua
O diretor de fotografia escalado para trabalhar em “Moon Knight”, nova série da Marvel na Disney+ (Disney Plus), confirmou a escalação de Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) no papel do personagem-título, o herói Cavaleiro da Lua. A confirmação marca um retorno do ator ao mundo dos super-heróis da Marvel, já que ele interpretou o vilão de “X-Men: Apocalipse” (2016). A Disney não fez nenhum pronunciamento oficial e, até esse vazamento, as reportagens sobre a participação do ator indicavam apenas que existiam “negociações” para que ele interpretasse o personagem. Mas em sua página no Instagram, Gregory Middleton foi bastante claro, ao anunciar a sua própria contratação para a série. “Bom, o segredo está revelado. É uma honra fazer parte da introdução de um personagem ao MCU como o Cavaleiro da Lua. Quem disse que diretores de fotografia se preocupam com trajes brancos? Não se eles são personagens complexos interpretados por um ator tão bom quanto Oscar Isaac. Obrigado ao diretor Mohamed Diab por me convidar a entrar a bordo”. Middleton é conhecido por trabalhos em séries premiadas como “Game of Thrones” e “Watchmen”. Na nova atração, ele vai trabalhar com o cineasta Mohamed Diab, considerado uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio – ele recebeu vários prêmios por seus primeiros longas: “Cairo 678” (2010), sobre vítimas de abuso sexual em busca de justiça, e “Clash” (2016), passado num camburão repleto de prisioneiros durante a Primavera Árabe que sacudiu o Egito com protestos. Além deles, a equipe conta também com o roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix). Foi ele quem tirou o projeto do papel, após uma década de desenvolvimento por outros roteiristas. Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. O personagem é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. “Moon Knight” fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gregory Middleton AscCsc (@middlecam)












