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Série

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Série

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    Kate Beckinsale vai estrelar série de comédia da roteirista de New Girl

    16 de dezembro de 2020 /

    A atriz Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”) terá o papel principal em “Guilty Party”, uma nova série de comédia de humor negro produzida pela trupe Funny or Die. Ela substitui Isla Fisher, que originalmente foi escalada para o papel, mas desistiu devido a circunstâncias relacionadas à pandemia. Escrita por Rebecca Addelman (“New Girl”) e dirigida por Trent O’Donnell (“No Activity”), “Guilty Party” vai trazer Beckinsale como Beth Baker, uma jornalista desacreditada e desesperada para salvar sua carreira, que decide contar a história de uma jovem mãe condenada à prisão perpétua por mutilar e assassinar seu marido, crimes que ela afirma não ter cometido. Na tentativa de descobrir a verdade, Beth/Beckinsale se vê perdendo a cabeça enquanto enfrenta contrabandistas de armas do Colorado, a cultura clickbait, o marasmo do casamento e seu próprio passado problemático. A série está sendo produzida pela CBS Studios, em associação com as produtoras Funny Or Die e Mosaic, para a plataforma Paramount+ – novo nome da CBS All Access a partir de 2021. “’Guilty Party’ é uma série que aborda questões contemporâneas – o sistema prisional, a morte do jornalismo impresso e a cultura das armas, para citar algumass – mas tem, em sua essência, personagens femininas inteligentes, engraçadas, ambiciosas e profundamente complicadas”, disse Addelman no comunicado de apresentação do projeto. Antes desta série, Beckinsale será vista na comédia “El Tonto”, estreia na direção do ator Charlie Day (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), que já foi filmada, mas ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Série

    Suposta influência da CIA na banda Scorpions vai virar série

    16 de dezembro de 2020 /

    Uma lenda envolvendo a banda de rock Scorpions vai inspirar uma nova série encomendada pela plataforma Hulu. Intitulada “Wind of Change”, a série vai explorar a teoria de conspiração de um podcast sobre o hit da banda alemã que nomeia a atração. O podcast hospedado pelo jornalista Patrick Radden Keefe, que foi lançado em maio e se tornou uma das séries de áudio mais badaladas do ano, sugeriu que a agência secreta americana CIA foi quem realmente compôs “Wind of Change”. Os episódios seguiram Keefe enquanto ele explorava o boato que ouviu de uma fonte da CIA sobre a autoria do sucesso internacional de 1990. A trama selvagem revela espiões fazendo o impensável e uma história secreta de propaganda escondida na música pop e um labirinto de segredos do governo, que ainda envolve um dos grandes mistérios da Guerra Fria. A power ballad “Wind of Change” (vento de mudança) foi composta (supostamente) pelo vocalista Klaus Meine logo após a queda do Muro de Berlim e durante uma visita da banda à URSS no auge da perestroika, sendo lançada em 1990, na sequência do golpe fracassado que acabaria por levar ao colapso da União Soviética. A exploração da conspiração por trás da música está sendo desenvolvida como série pelo ator, roteirista e diretor Alex Karpovsky (visto em “Girls” e criador de “Oh Jerome, No”), e produzida pelo estúdio 20th Television em associação com a Small Dog Pictures (de Jason Winer, criador de “1600 Penn”), Crooked Media, Pineapple Street Studios e Spotify. A encomenda da série também marca o primeiro acordo de desenvolvimento de TV para a Crooked Media, que foi estabelecida em 2017 por três ex-funcionários da administração Barack Obama – Tommy Vietor, Jon Favreau (homônimo do diretor) e Jon Lovett. Lembre a música “Wind of Change” abaixo.

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  • Série

    Tribes of Europa: Nova série distópica da Netflix ganha primeiro trailer

    16 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado de “Tribes of Europa”, série sci-fi alemã da produtora W&B Television, a mesma de “Dark”. Criada e dirigida por Philip Koch (“Picco”, “Play”), em parceria com Florian Baxmeyer (“O Sangue dos Templários”), a trama se passa em 2074, após a Europa ser divida em “estados tribais”. Estes grupos disputam poder e soberania numa distopia que, apesar de avanços tecnológicos, fez a civilização retroceder aos tempos do feudalismo medieval. Neste período marcado por conflitos, três irmãos se veem forçados a trilhar o próprio caminho no meio de uma guerra perigosa. Os protagonistas são vividos por Emilio Sakraya (o JC de “Warrior Nun”), Henriette Confurius (“Duas Irmãs, Uma Paixão”) e David Ali Rashed (“O Beautiful Night”), e o elenco ainda inclui Oliver Masucci (“Dark”), Melika Foroutan (“Pari”), James Faulkner (“Game of Thrones”), David Bowles (“Carta ao Rei”) e Benjamin Sadler (“Shadowplay”). A série tem estreia prevista apenas para fevereiro.

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  • Série

    Atriz de Into the Badlands vai estrelar nova série de terror dos criadores de Dark

    16 de dezembro de 2020 /

    A atriz inglesa Emily Beecham, que viveu a Viúva em “Into the Badlands” e venceu o prêmio de Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe” (2019), vai estrelar a nova série dos criadores de “Dark” na Netflix. Beecham é o primeiro nome escalado em “1899”, terror de época dos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”. Programado para entrar em produção no segundo trimestre de 2021, “1899” vai girar em torno de um navio a vapor que vai de Londres a Nova York. Quando os passageiros descobrem outro barco à deriva, sua jornada se transforma em um pesadelo horrível. Nas últimas semanas, Baran Bo Odar postou vários testes de câmeras e roupas para a série em sua conta do Instagram, que se seguiram à foto de um roteiro do episódio 1, intitulado “The Ship”. Ele e Friese foram os primeiros criadores europeus a fechar um contrato de desenvolvimento geral com a Netflix em 2018. Sobre “1899”, Odar chegou a dizer: “O que realmente nos conectou a essa ideia foi o conceito de ter uma série verdadeiramente europeia com um elenco misto de países diferentes. Em seu cerne, está a questão do que nos une e do que nos divide. E como o medo pode ser um gatilho para o último.” Além deste projeto, Beecham terminou recentemente de filmar, ao lado de Emma Stone (“La La Land”), a vindoura fábula da Disney “Cruella”. Ela também estará na ficção científica da Netflix “Outside The Wire”, co-estrelada por Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), e no drama da Amazon “The Pursuit Of Love”, com Lily James (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por baranboodar (@baranboodar)

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    Netflix encomenda série baseada em livro do Papa Francisco

    16 de dezembro de 2020 /

    A Netflix encomendou uma série documental baseada em “La Saggezza del Tempo” (“A Sabedoria do Tempo”), livro escrito pelo Papa Francisco. A série tem produção de Simona Ercolani (“Alive: Storie di Sopravvissuti”) e da produtora Stand By Me, e será lançada em 2021. Editado pelo diretor da revista dos jesuítas La Civiltà Cattolica, Padre Antonio Spadaro, o livro publicado em 2018 é uma história coral, que conta com 250 entrevistas realizadas em mais de 30 países, para destacar a importância do encontro e o diálogo entre as gerações, principalmente dentro da mesma família. A adaptação contará com quatro episódios e mostrará mulheres e homens com mais de 70 anos de todo o mundo compartilhando suas histórias com jovens cineastas com menos de 30 de seus respectivos países. Os idosos representarão várias etnias, origens socioeconômicas e religiões. A atração também contará com uma entrevista exclusiva com o Papa Francisco, que apresentará um ponto de vista único.

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    Série da Netflix revela que Anitta foi estuprada aos 15 anos

    16 de dezembro de 2020 /

    A nova série documental “Anitta: Made In Honório” estreou à meia-noite desta quarta (16/12) na Netflix e já virou o assunto mais comentado no Twitter. Não apenas por causa dos fãs de Anitta, mas devido a uma revelação bombástica. Na série, a cantora revela pela primeira vez que sofreu um estupro “aos 14 ou 15 anos”. A violência é abordada logo no primeiro episódio, por meio de um depoimento da própria Anitta. Quase sem encarar a câmera, ela conta detalhes da noite de terror que viveu com um homem, que a manipulou e a forçou a fazer sexo ainda menor de idade. “Eu tinha medo dele, ele era autoritário comigo, falava de forma autoritária. Eu era diferente quando eu era adolescente, não era como eu sou hoje em dia”, conta ela. “Ele estava muito nervoso, muito estressado. Eu estava com bastante medo das reações dele e eu acabei perguntando se ele queria ir pra um lugar só nós dois. Rapidamente, na mesma hora, ele parou o estresse dele e perguntou se eu tinha certeza. Eu falei que sim. Mas hoje eu tenho plena certeza que eu falei que sim, porque eu tinha muito medo do estresse dele”, desabafa. Emocionada, Anitta continua seu relato. “Quando eu cheguei lá, eu realizei que não era certo fazer aquilo por medo e eu falei que não queria mais. Mas ele não ouviu. Ele não falou nada. Ele só seguiu fazendo o que ele queria fazer. Quando ele acabou, ele saiu, foi abrir uma cerveja e eu fiquei olhando pra cama cheia de sangue”, conta. Ela disse que levou alguns anos para tomar coragem e dizer o que aconteceu para a família. No episódio, um dos irmãos dela, Renan, diz que ela pediu que eles não a encarassem enquanto ela relatava o crime. Até hoje ela demonstra desconforto ao falar sobre o assunto. A cantora explica ainda que durante muitos anos conviveu com o drama de achar que aquilo tinha sido culpa sua. “Faz muito pouco tempo que eu parei de achar que isso é culpa minha, que eu causei isso pra mim. Eu sempre tive medo do que as pessoas iam falar: como ela pode ter sofrido isso e hoje ser tão sexual, ser tão aberta, fazer tanta coisa’. Eu não sei. O que eu sei é que eu peguei isso que eu vivi e transformei em uma coisa pra me fazer sair por cima, sair melhor”, continua. A agressão é uma das muitas revelações da série sobre a vida da jovem Larissa de Macedo Machado antes de virar Anitta. Revelações, inclusive, que também ajudam a explicar porque ela virou Anitta. Em “Anitta: Made In Honório”, ela finalmente conta a história por trás do nome artístico. “Pra todos vocês que se perguntam de onde nasceu a Anitta. Nasceu daí. Da minha vontade e necessidade de ser uma mulher corajosa, que nunca ninguém pudesse machucar, que nunca ninguém pudesse fazer chorar, magoar. Que sempre tivesse uma saída para tudo. Foi daí. Eu criei essa personagem aí”, aponta. Já o sucesso de Anitta veio da dedicação, das horas de trabalho sem fim e exigências extremas, que sua equipe precisa se desdobrar para cumprir. Mas que ela própria tem dificuldades para levar a cabo, acontecendo de ter viajar por conta de compromissos em três países no mesmo dia. Por isso, as horas livres são contadas e seus muitos relacionamentos amorosos não duram quase nada. Mostrando os bastidores de seus trabalhos, a cantora ainda dá uma alfinetada no Rock in Rio, onde o show não saiu como ela queria. Para deixar claro o que deu errado, ela fez a reprodução do mesmo show em Honório Gurgel, bairro onde cresceu no subúrbio do Rio e que batiza a série. Cenas dessa apresentação permeiam toda a série e encerram a produção. Assim como “Vai Anitta”, outra série que a cantora lançou na Netflix em 2018, “Anitta: Made In Honório” contém seis episódios de pouco mais de 30 minutos cada. Veja o trailer da série abaixo.

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    (Des)encanto: Trailer mostra personagens em novas Terras Encantadas

    15 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “(Des)encanto”, série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”. A prévia mostra a princesa Bean indo a outras terras encantadas, como a Terra das Máquinas, onde recebe a oferta de uma aliança entre a magia e a ciência. A trama se passa em um lugar mágico chamado Terra dos Sonhos (Dreamland), descrito como “um reino medieval em ruínas”, e acompanha três protagonistas: a Princesa Bean, o elfo chamado Elfo e o demônio Luci. Eles são dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”), respectivamente. Com 10 episódios, a 3ª temporada estreia em 15 de janeiro em streaming. Uma boa notícia para os fãs é que a produção já está confirmada até a 4ª temporada. Uma má notícia para os fãs é que a Netflix costuma cancelar as séries quando elas atingem essa duração.

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    Trailer revela os perigos da 2ª temporada de Jurassic World: Acampamento Jurássico

    15 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Jurassic World: Acampamento Jurássico”, série animada derivada da franquia “Jurassic Park”. A continuação foi confirmada após três semanas da estreia da 1ª temporada, disponibilizada em 18 de setembro. A trama de “Acampamento Jurássico” (Jurassic World: Camp Cretaceous) é basicamente a mesma de “Jurassic World” (2015), com crianças correndo perigo após ataques de animais pré-históricos, à solta no parque temático. De fato, a história acontece simultaneamente aos eventos do primeiro filme da nova trilogia, antes do parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, ser desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018). Na nova prévia, as crianças da série descobrem que não estão sozinhas, sugerindo o aparecimento da versão animada de alguns dos protagonistas da franquia. A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”), e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A 2ª temporada estreia em 22 de janeiro.

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    Namorados de Karatê Kid 2 se reencontram em cena de Cobra Kai

    15 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma cena da 3ª temporada de “Cobra Kai”, que registra o reencontro de Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Kumiko (Tamlyn Tomita). Os dois chegaram a namorar no longa “Karatê Kid 2: A Hora da Verdade Continua”, de 1986, mas terminaram antes dos eventos de “Karatê Kid 3”. A cena do reencontro sugere que a separação foi amigável. Mas o mais interessante é que, quando Daniel lamenta não poder contar mais com os conselhos do Sr. Miyagi (Pat Morita), Kumiko diz algo surpreendente, sugerindo alguma forma de reuni-lo novamente com o falecido sensei. Confira abaixo. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro ao streaming.

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    Servant é renovada para 3ª temporada

    15 de dezembro de 2020 /

    A Apple TV+ antecipou a renovação da série de terror “Servant”, produzida pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”). A atração recebeu a encomenda de sua 3ª temporada, um mês antes da estreia dos episódios de seu segundo ano de produção. “Servant” é a quarta série original da Apple TV+ renovada para a 3ª temporada, juntando-se a “For All Mankind”, “Dickinson” e “Ted Lasso”. Além de produzir, Shyamalan também assina alguns episódios da atração, criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”. A série acompanha gira em torno de uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”) contratada para cuidar de uma criança recém-nascida. O detalhe é que o bebê morreu no parto e a a família o substituiu por um boneco. Para espanto do pai, a babá achou tudo normal e até compactua com a situação, concebida para contornar um surto da mãe, que não suportou a perda da criança. Mas quando ela some com o boneco, o arranjo conduz ao caos. O elenco também destaca Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) como os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o tio (irmão da personagem de Ambrose) do bebê de brinquedo. A 2ª temporada estreia em 15 de janeiro na plataforma de streaming da Apple. Veja abaixo o trailer dos próximos capítulos.

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    Estrela de Aladdin vai estrelar série do criador de Big Little Lies

    15 de dezembro de 2020 /

    Depois de estrelar os blockbusters “Aladdin” e “As Panteras”, a atriz Naomi Scott será protagonista de uma nova série da Netflix. Ela entrou num dos papéis principais de “Anatomy of a Scandal”, atração baseada no best-seller homônimo de Sarah Vaughan, que está sendo adaptada pelo prolífico produtor-roteirista David E. Kelley (“Big Little Lies”). Scott não fazia uma série desde que se projetou na curta, mas cultuada sci-fi “Terra Nova”, em 2011. Ela se junta a um elenco que também inclui Sienna Miller (“Crime sem Saída”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”) e Rupert Friend (“Homeland”). A série está sendo apresentada como uma antologia sobre consentimento e privilégio sexual, e vai contar uma história diferente por temporada. A produção inicial terá apenas seis episódios. Ambientada em Londres, a trama vai trazer Scott como Olivia Lytton, uma pesquisadora parlamentar com um futuro brilhante que enfrenta um poderoso adversário. Os roteiros são de David E. Kelley e Melissa James Gibson (“The Americans”), e a direção está a cargo de SJ Clarkson (“Jessica Jones”).

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    Ilha da Fantasia vai ganhar remake televisivo

    15 de dezembro de 2020 /

    A série “Ilha da Fantasia”, grande sucesso dos anos 1970, ganhará um remake televisivo passado nos dias atuais. A rede Fox encomendou a produção de uma temporada completa do projeto. A nova versão está sendo desenvolvida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e a Gemstone Studios, braço da Sony criado para a realização de conteúdos independentes. A nova versão terá formato de semi-antologia, com um pequeno grupo de atores compondo o elenco principal e novos convidados fazendo participações especiais em todos os episódios. Na trama, pessoas do mundo inteiro buscam abrigo na famosa Ilha da Fantasia, um lugar com um caríssimo resort em que é possível realizar as mais profundas fantasias, mas nem sempre recebendo o que pagaram – tem uma lição de vida embutida em cada pacote de estadia. “Estamos particularmente focados em fornecer aos telespectadores séries de verão que possam oferecer uma verdadeira fuga da vida cotidiana – com certeza, agora mais do que nunca”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em um comunicado . “’Ilha da Fantasia’ é um programa amado, e o mundo que Liz e Sarah criaram para essa adaptação contemporânea é uma série perfeita para os tempos de hoje. Afinal, quem entre nós não gostaria de fazer uma viagem (segura) para a Ilha da Fantasia agora?”, concluiu Exibida originalmente entre 1977 e 1984, “Ilha da Fantasia” teve 154 episódios exibidos ao longo de sete temporadas. A produção era estrelada por Ricardo Montalbán (1920-2009) como o misterioso Sr. Roarke, anfitrião do resort, e Hervé Villechaize (1943-1993), que interpretava Tattoo, seu assistente anão. No Brasil, a série foi exibida na Globo e na extinta TV Manchete. Recentemente, a série foi adaptada para o cinema como um filme de terror de baixíssima qualidade, com Michael Peña (“Homem-Formiga”) no papel do Sr. Roarke e sem Tattoo. Disponível em VOD, o filme tem uma das piores avaliações do ano, com apenas 7% de aprovação no site agregador de críticas Rotten Tomatoes.

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    Fox desiste de fazer spin-off de Empire

    14 de dezembro de 2020 /

    A Fox decidiu não produzir o spin-off da série “Empire”, que seria centrado na personagem de Cookie Lyon, interpretada pela vencedora do Globo de Ouro Taraji P. Henson. Agora, a 20th Television, divisão da da Disney TV Studios, que produz o projeto com a Imagine TV, vai tentar encaixar a produção em outro local. Segundo o site Deadline, há conversas com a rede ABC e a plataforma Hulu, que pertencem ao conglomerado Disney. A série “Empire” foi exibida na Fox por seis temporadas, mas acabou sem exibir seu capítulo final planejado, graças à interrupção da produção pela pandemia de covid-19. A esperança do público saber o que aconteceu com os personagens principais após o desfecho improvisado da série seria a produção do spin-off. O spin-off estava sendo desenvolvido pelos criadores de “Empire”, o roteirista Danny Strong e o cineasta Lee Daniels. Em “Empire”, Cookie era a imprevisível executiva do ramo da música que ajudou o marido, Lucious (Terrence Howard), a fazer sucesso. Seu passado inclui uma condenação criminal, que a levou a passar anos na cadeia, ao assumir a culpa por um crime que Lucious cometeu. Henson foi indicada a dois Emmys e venceu um Globo de Ouro pelo papel. Mas “Empire” acabou se tornando vítima de seus coadjuvantes, encerrando-se neste ano, em sua 6ª temporada, após uma série de polêmicas envolvendo dois intérpretes de filhos de Cookie, Jussie Smollett e Bryshere Y. Gray. Além da produção de Strong, o spin-off contaria com roteiros de Stacy Littlejohn (“Máquina Mortífera”) e Yolonda Lawrence (“Riverdale”), e direção de uma veterana de “Empire”, Sanaa Lathan. Embora os chefões da Fox tenham considerado que o spin-off não era o programa certo para a emissora no momento, eles decidiram apostar em outra atração de Lee Daniels, dando sinal verde para o produtor montar uma sala de roteiristas de “Our Kind of People”, sobre uma mãe de classe média que tenta se infiltrar na elite dos milionários negros da região de Martha’s Vineyard.

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