Roman Polanki é alvo de nova denúncia de estupro cometido nos anos 1970
A fotógrafa francesa Valentine Monnier acusou publicamente o cineasta Roman Polanski de tê-la estuprado em 1975 na Suíça, quando ela tinha 18 anos. A denúncia foi publicada pelo jornal Le Parisien nesta sexta (8/11), a poucos dias da estreia do novo filme do diretor de 86 anos. Este, por sinal, teria sido o motivo dela decidir se manifestar. Monnier disse que resolveu revelar o estupro devido à estreia do filme “An Officer and a Spy” (J’accuse), em que Polanski filma um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. Polanski já teceu comentários comparando o seu caso com o de Dreyfus. “Não tinha qualquer relação com ele, pessoal ou profissional, só o conhecia”, relatou Monnier, que foi modelo em Nova York e participou de alguns filmes nos anos 1980, como “Três Homens e um Bebê”. “Foi de uma violência extrema, após esquiar, em seu chalé em Gstaad (Suíça), me agrediu até que me entreguei. Então me violentou me fazendo sofrer”. O advogado do cineasta, Hervé Temime, afirmou ao jornal Parisien que Polanski “nega firmemente qualquer acusação de estupro”, e destaca que fatos que teriam ocorrido há 45 anos “jamais foram levados ao conhecimento das autoridades”. A denunciante confirmou que jamais informou o crime – agora prescrito – à polícia. Ela foi a sexta mulher a acusar Polanski de estupro. O cineasta é considerado foragido pela justiça dos Estados Unidos, após se exilar na França em meio ao julgamento de 1977 em que se declarou culpado de ter mantido relações sexuais com Samantha Geimer, então com 13 anos. Ela foi compensada financeiramente por Polanski e ainda escreveu um livro sobre sua história, e nos últimos anos vem defendendo o diretor por considerar que ele cumpriu sua pena – ficou preso alguns dias nos anos 1970 e novamente em 2009, além de ficar impedido de trabalhar em Hollywood mulheres surgiram com denúncias de abuso sexual de décadas atrás. As denúncias anteriores também relataram casos acontecidos nos anos 1970. A atriz alemã Renate Langer, vista em “Amor de Menina” (1983) e “A Armadilha de Vênus” (1988), relatou ter sido estuprada duas vezes em 1972, quando ela tinha 15 anos e Polanski 39, também na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após o primeiro ataque, Polanski teria convidado Langer para figurar em seu filme “Que?”, como pedido de desculpas. O segundo abuso teria acontecido durante as filmagens, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Outras acusações partiram da atriz britânica Charlotte Lewis (“O Rapto do Menino Dourado”), que denunciou ter sido estuprada em 1983, quando ela tinha 16 anos, de uma mulher identificada apenas como Robin, que acusa o diretor de tê-la estuprado nos anos 1970, também quando tinha 16 anos, e de Marianne Barnard, atacada em 1975 aos 10 anos de idade, durante uma sessão de fotos em que Polanski lhe pediu que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. A maioria das denúncias só veio à tona recentemente, durante o auge do movimento #MeToo, que Polanski chamou de “histeria coletiva” e “hipocrisia”. Por conta das novas denúncias, o cineasta foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que lhe premiou com o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista”, em 2003. O novo filme do diretor, “An Officer and a Spy” (J’accuse), também foi premiado. Venceu o Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) do Festival de Veneza deste ano. A estreia está marcada para quinta-feira (13/11) na França, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
The Magicians: Trailer da 5ª temporada se inspira em Vingadores: Ultimato
O canal pago Syfy divulgou o primeiro trailer da 5ª temporada de “The Magicians”. A prévia traz os personagens de luto pela morte de Quentin (vivido por Jason Ralph), que foi o grande protagonista da série em suas primeiras temporadas, ao mesmo tempo em que introduz nova ameaça apocalíptica iminente. O perigo servirá para unir novamente o grupo formado por Alice (Olivia Taylor Dudley), Julia (Stella Maeve), Penny (Arjun Gupta), Margo (Summer Bishil), Kady (Jade Tailor), Josh (Trevor Einhorn) e Elliot (Hale Appleman) e ajudá-los a superar a perda do amigo. Desenvolvida por Sera Gamble (ex-showrunner de “Supernatural” e criadora também de “Você”), “The Magicians” é uma adaptação da saga literária conhecida como “Os Magos”, de Lev Grossman (na qual Quentin não morreu), e seus próximos episódios deverão superar a trama publicada. Pelo vídeo, os roteiristas resolveram se basear em “Vingadores: Ultimato” para apresentar o luto e o novo arco. Com direito a comentário metalinguístico de Elliot: “Quando você teve tempo de ver ‘Ultimato'”? A 5ª temporada estreia em janeiro nos Estados Unidos. A série também faz parte da programação do canal pago Syfy no Brasil.
Atividade Paranormal vai ganhar sétimo filme
O terror não tem fim. “Atividade Paranormal 7” apareceu no cronograma de produção da Paramount, divulgado na quinta-feira (7/11) nos Estados Unidos, com data de estreia marcada para 19 de março de 2021. Ainda sem detalhes revelados sobre a trama, “Atividade Paranormal 7” só tem confirmada até o momento a volta do produtor Jason Blum, que produzirá o longa por meio de sua empresa, Blumhouse. O filme original foi o primeiro grande sucesso comercial de Blum, que se transformou num dos produtores mais bem-sucedidos do terror a partir de lançamentos mais sofisticados, como “Corra!” e “Fragmentado”. Gravado com câmeras amadoras, manipuladas por atores para criar um efeito “documental” no registro dos fenômenos da história, o primeiro “Atividade Paranormal” foi feito com apenas US$ 15 mil de orçamento em 2007 e rendeu quase US$ 200 milhões em todo o mundo, inspirando inúmeras cópias e paródias. Com as continuações e derivados, a franquia já arrecadou cerca de US$ 900 milhões e se tornou a mais lucrativa de todos os tempos – em termos de custo e retorno financeiro. O último filme da saga, “Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma”, foi lançado em 2015. Feito em 3D, custou bem mais: US$ 10 milhões. E faturou bem menos: US$ 78 milhões mundiais.
A Dama e o Vagabundo: Cena icônica do jantar romântico ganha vídeo
A Disney divulgou um novo vídeo da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia destaca a cena do jantar romântico que o casal de cachorros famosamente compartilha, mas termina antes do “beijo”. Dura o suficiente, porém, para demonstrar como essa versão é pouco sutil em sua analogia racial, sobrepondo a cena do casal formado pelo vira-lata e a cadela com pedigree com comentários de um casal humano interracial no restaurante. Esta analogia se estende para outros casais e gera um grande anacronismo na produção, que impede a recriação correta da época em que a trama se passa. Por um lado, a produção buscou ser a mais realista possível, usando cachorros e verdade em vez de animação – inclusive um vira-latas abandonado, resgatado de um canil em que seria sacrificado, no papel de Vagabundo. Mas como a trama se passa em 1909, período da animação clássica da Disney, esse realismo entra em choque com a opção do filme por maior inclusão, que resultou numa mudança na etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos antes de “O Nascimento da Nação” ser elogiado pela crítica americana por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. A opção também enfatiza didaticamente a analogia sobre as diferenças – de raça e de classe – entre o casal canino e seus donos, que até então não existia. Mas o resto da história é a mesma. Assim como no clássico animado de 1955, a história mostra o que acontece após Dama perder a atenção de seus donos, com o nascimento de um bebê, e ir parar na rua. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. É durante o reforço desse ponto de vista que o filme recria a cena icônica de espaguete romântico, que termina num dos beijos mais breves e famosos da história do cinema. A versão live-action tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e do vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada na terça (12/11) nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil no final de 2020.
Fresh off the Boat é cancelada
A rede americana ABC anunciou que “Fresh off the Boat” vai acabar ao final da atual temporada, que será mais curta, com apenas 15 episódios – sete a menos que a média da atração. A série de comédia está atualmente em sua 6ª temporada e entrará em hiato de fim de ano na semana que vem, voltando ao ar no começo de 2020 para exibir seus seis episódios remanescentes. A data de exibição do último capítulo ainda não foi marcada. Única série sobre uma família asiática na TV americana – e a primeira com protagonistas asiáticos da TV aberta desde 1994 – , a atração criada por Nahnatchka Khan (série “Apartment 23”) é inspirada no livro de memórias do chef Eddie Huang e investe no tom nostálgico, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, “Os Goldbergs” e “Anos Incríveis”. Passada nos anos 1990, conta como a família taiwanesa do menino Eddie se adapta ao choque cultural de morar em Orlando, na Flórida. “Fresh off the Boat” perdeu muito público nos últimos anos, tanto que a renovação para a atual temporada causou surpresa e revolta na atriz Constance Wu, que soltou um monte de palavrões no Twitter após o anúncio de produção do 6º ano. É raro um ator reclamar por ter o emprego garantido por mais um ano, mas a atriz está mais focada em sua carreira cinematográfica, que deslancha com um sucesso atrás de outro – de “Podres de Ricos” a “As Golpistas”. Os números mostraram que Wu tinha razão em apostar no cancelamento. “Fresh off the Boat” caiu de 3,9 milhões de telespectadores na 5ª temporada para 2,3 milhões ao vivo nos episódios atuais. Além de Constance Wu, o elenco traz Randall Park, Hudson Yang, Forrest Wheeler e Ian Chen.
Série de Loki terá ligação com próximo filme do Doutor Estranho
“WandaVision” não será a única série da plataforma Disney+ (Disney Plus) que terá ligação com o próximo filme do Doutor Estranho. O chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a trama de “Loki” também afetará o próximo filme do personagem vivido por Benedict Cumberbatch. “Não sei se já tínhamos confirmado isso antes, mas terá ligação”, ele afirmou sobre “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston. A revelação joga nova luz sobre o título do filme, que foi batizado, em inglês, de “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal). Como a própria existência de Loki – e provavelmente do Visão em “WandaVision” – resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade cronológica do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? A primeira arte conceitual de “Loki” mostrou o vilão em 1975, enquanto a arte de “Wandavision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, evocou a estética dos anos 1950. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Também foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que junta Anthony Mackie e Sebastian Stan e já começou a ser gravada, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A Disney+ (Disney Plus) será lançada na terça-feira (12/11) na América do Norte e só deve chegar ao Brasil no final de 2020.
Série do Gavião Arqueiro era originalmente um filme
A série do Gavião Arqueiro, prevista para a plataforma Disney+ (Disney Plus), seria originalmente um filme solo do herói. A revelação foi feita pelo chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, em uma abrangente entrevista para a Bloomberg. Feige contou que viu a oportunidade de transformar o projeto numa série após consulta de Bob Iger, CEO da Disney, sobre projetos da Marvel para o streaming. Mas admitiu ter ficado preocupado sobre como Jeremy Renner reagiria à mudança de planos. Segundo ele, o ator foi compreensivo. “Ele entendeu completamente e disse ‘vamos nessa'”, disse Feige à Bloomberg. A série está sendo escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”) e vai introduzir Kate Bishop, jovem que é treinada por Clint Barton (Jeremy Renner, reprisando seu papel dos filmes) para se tornar a substituta do Gavião nos Vingadores. Ainda não há confirmação oficial da escalação da intérprete da heroína, mas a Variety chegou a noticiar que Hailee Steinfeld (“Bumblebee”) negociava o papel. Curiosamente, a atriz já interpretou uma heroína da Marvel nos cinemas. Ela dublou a Gwen-Aranha em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Gavião Arqueiro será a quarta série da Marvel no Disney+ (Disney Plus), com lançamento previsto para o fim de 2021. Ela vai chegar na plataforma após “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision” e “Loki”.
Novo clipe de Major Lazer traz IZA e Ciara cantando em português
O trio americano Major Lazer, comandado pelo DJ Diplo, lançou mais um clipe com artista brasileira. Depois de dar um empurrão na carreira internacional de Anitta e Pabllo Vittar com o hit “Sua Cara” e outras parcerias, a estrela da vez é IZA, que canta “Evapora” em português com a americana Ciara. O versos em português também são repetidos pela texana Ciara. O que torna ainda maior o contraste da canção com os elementos da cultura árabe muçulmana que aparecem nos figurinos das duas estrelas, de forma absolutamente gratuita. Mas isso também já tinha em “Sua Cara”, assim como o cenário desértico – este “Saara” é californiano. IZA vem em ascensão no mercado nacional e o clipe pode ajudar a torná-la mais conhecida fora do Brasil. Mas a música é um funk/R&B pop genérico demais, igual aos lançados às pencas em qualquer país sul, centro e norte-americano, sem mencionar os similares africanos, desde a escolha do efeito vocal até o manjadíssimo recurso de começar a faixa com um ai-ai-ai. Enfim, a direção do clipe também é de brasileiro: Felipe Sassi, que já tinha trabalhado anteriormente com IZA.
Kristen Bell voltará a dar voz à Gossip Girl
O volta de “Gossip Girl”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming HBO Max, vai manter sua narração clássica. A voz responsável por espalhar as fofocas virtuais da nova geração será a mesma da série original. A atriz Kristen Bell, estrela das séries “Veronica Mars” e “The Good Place”, e que ainda dubla a princesa Anna na animação “Frozen”, voltará como a voz oficial de “Gossip Girl” na nova produção. No comunicado em que anunciaram o retorno da atriz, os produtores Josh Schwartz, Stephanie Savage e Joshua Safran afirmaram que Bell “foi e sempre será a voz de Gossip Girl”. A nova série terá 10 episódios e apresentará uma nova turma de estudantes lindos e ricos das escolas de elite de Manhattan. De acordo com a anúncio da HBO Max, o programa “abordará o quanto a mídia social – e a paisagem de Nova York – mudaram” desde o fim de “Gossip Girl”, exibida entre 2007 e 2012. A série original foi um fenômeno entre o público adolescente e diversos de seus atores seguiram carreiras de sucesso, como Blake Lively, que virou atriz de cinema, Penn Badgley, atualmente matador na série “Você” (You), Leighton Meester, na série “Single Parents”, e Chace Crawford, em “The Boys”, maior sucesso da Amazon. Mas também há o caso de Taylor Momsen, que trocou a carreira de atriz pela de roqueira endiabrada, à frente da banda The Pretty Reckless, e o de Ed Westwick, que recentemente sofreu várias denúncias de estupro. Ainda não há previsão de estréia para a “Gossip Girl 2.0”.
Karl Urban anuncia fim das gravações da 2ª temporada de The Boys
O ator Karl Urban (“Thor: Ragnarok”) informou, em post no Intagram, que as gravações da 2ª temporada de “The Boys” foram finalizadas. Ele ainda acrescentou que os novos episódios chegarão no meio de 2020 à plataforma Amazon Prime Video. No selfie que acompanha a informação, Urban aparece caracterizado como seu personagem, Billy Butcher, à frente de Laz Alonso (“Breakout Kings”) e Erin Moriarty (“Jessica Jones”), respectivamente intérpretes de Leite (Mother’s Milk) e Starlight. Veja abaixo. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Nos quadrinhos, os protagonistas são um grupo de vigilantes truculentos que investigam as atividades clandestinas dos super-heróis. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. Para completar, na série os boys surgem como um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias. Só que, numa reviravolta narrativa, desta vez eles têm razão. O elenco também inclui Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Com 8 episódios e capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10″), a 1ª temporada estreou em 27 de julho, virando rapidamente uma das séries mais vistas da plataforma Prime Vídeo. “Nós estamos muito orgulhosos em anunciar que ‘The Boys’ ultrapassou todas as nossas expectativas”, disse a chefe de conteúdo da plataforma, Jennifer Salke, duas semanas após o lançamento. “É algo que traz confiança para a 2ª temporada ser ainda melhor”, completou a executiva em comunicado. Ver essa foto no Instagram Cut and print !? That’s a wrap for Billy Butcher on season 2 of @theboystv . Massive thanks to our awesome Crew n cast , love you all . ?The Boys 2? On yer telle Mid 2020 #gonefishing? ?? Uma publicação compartilhada por Karl Urban (@karlurban) em 6 de Nov, 2019 às 7:33 PST
Weeds vai ganhar revival com Mary-Louise Parker
O canal pago americano Starz está desenvolvendo um revival de “Weeds” com sua protagonista original. A série estrelada por Mary Louise-Parker foi um dos primeiros e maiores sucessos de outro canal, o Showtime, e durou oito temporadas de 2005 a 2012. Os direitos de produção pertencem ao estúdio Lionsgate, que é dono do Starz, e a revelação do projeto veio à tona durante uma teleconferência sobre os resultados trimestrais da empresa, na quinta-feira (7/11). Criada por Jenji Kohan, que depois ficou ainda mais famosa com as produções de “Orange Is the New Black” e “GLOW” na Netflix, a série original acompanhava Nancy Botwin (vivida por Mary Louise-Parker), uma dona de casa suburbana que passava a traficar maconha após a morte inesperada do marido, como forma de pagar as contas e sustentar a casa e os dois filhos. Logo, os meninos, seu contador e até seu cunhado se envolvem no negócio, que cresce, ultrapassa fonteiras, a leva até ao México e a torna foragida, em fuga da polícia e de traficantes perigosos. Louise-Parker vai retomar o papel de Nancy e produzir o revival, que vai continuar a história de sua família em tempos de consumo legalizado de maconha. Vale lembrar que o capítulo final já apresentava um salto temporal para mostrar o futuro dos Botwin. Não há informações sobre o retorno do restante do elenco, que incluía Hunter Parrish e Alexander Gould como os filhos, além de Justin Kirk, Kevin Nealon, Elizabeth Perkins, Andy Milder, Allie Grant, Tonye Patano e Romany Malco. Lembre abaixo a abertura original da série.
Ben Affleck vai estrelar próximo filme de Robert Rodriguez
O ator Ben Affleck (“Batman vs. Superman”) vai estrelar “Hypnotic”, novo thriller de ação do diretor Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Na trama, Affleck será um detetive que investiga um caso misterioso, envolvendo sua filha desaparecida e um programa secreto do governo, além de uma série de assaltos impossíveis. A filmagem tem um orçamento entre US$ 60 milhões a US$ 80 milhões e está prevista para começar em abril. Ainda não há previsão para a estreia.
Zoe Saldana vai estrelar minissérie romântica da Netflix
A atriz Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) vai estrelar uma minissérie da Netflix baseada no best-seller “From Scratch: A Memoir of Love, Sicily, and Finding Home”. O livro foi escrito pela também atriz Tembi Locke (das séries “Eureka” e “The Magician”) com base em sua própria vida. A adaptação vai ser produzida pela própria Zoe Saldana em parceria com Reese Witherspoon (de “Big Little Lies”). O drama começa de forma romântica, ao acompanhar uma americana que se apaixona por um siciliano enquanto estuda na Itália e posteriormente constrói uma vida com ele nos Estados Unidos. Mas então vem a reviravolta tradicional dos livros do gênero – veja-se toda a prateleira de obras de Nicholas Sparks. É spoiler, então digamos apenas que envolve doença e a necessidade de seguir em frente. A diferença nesse caso é que a história é real. “Esta é uma história verdadeira de amor e família que precisa ser levada para as telas de forma vívida, como Tembi Locke trouxe para as páginas”, disse Saldana em comunicado. “As memórias de Tembi são uma exibição crua e terna da vida em todas as suas peças”, completou Witherspoon. “Ela te transporta para o seu amor, sua perda e sua resiliência com muita vulnerabilidade e força”. A adaptação está a cargo da roteirista Attica Locke, que escreveu episódios de “Empire” e da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us). Com a atração, Witherspoon aumenta o portfolio de sua produtora Hello Sunshine. Ela já venceu um Emmy por produzir “Big Little Lies” na HBO, desenvolveu “The Morning Show” e o vindouro “Truth Be Told” para a Apple TV+ e ainda prepara “Little Fires Everywhere” na plataforma Hulu. “From Scratch” ainda não tem previsão de lançamento na Netflix.












