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Filme

“Resident Evil” ganha trailer com nova história e protagonista inédito

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    Bloodshot: Vin Diesel vira super-herói no novo trailer da adaptação de quadrinhos

    14 de janeiro de 2020 /

    A Sony divulgou o segundo trailer de “Bloodshot”, adaptação de quadrinhos estrelada por Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). A prévia é repleta de efeitos e ação, numa trama que costura referências de clássicos do gênero sci-fi heroico, como “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990) e “Soldado Universal” (1992), embalada com trilha bombástica e genérica. “Bloodshot” foi criado em meio às referências desta época, em 1992, por Kevin VanHook e Yvel Guichet, mas com trama bem diferente da mostrada no trailer. Os quadrinhos originalmente acompanhavam o assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acabava traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar, com suas memórias apagadas e diversos nanocomputadores implantados em seu corpo. O detalhe é que, ao longo da história, ao relembrar seu passado, ele começa a perceber que na verdade era outra pessoa, um soldado de elite chamado Raymond Garrison… A trama se complica, mas o roteiro do filme simplifica, ao mostrar Diesel apenas como Garrison no longa. A fabricação de falsas memórias e a regeneração por nanites mantêm-se como destaques da prévia. Além de Diesel, o elenco inclui Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Talulah Riley (“Westworld”), Lamorne Morris (“New Girl”) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Os Inocentes”). O roteiro foi escrito por Eric Heisserer (“Bird Box”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) e a direção está a cargo de Dave Wilson, que vai estrear na função após trabalhar em diversos blockbusters (inclusive da Marvel) como técnico de efeitos visuais. A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Víúva Negra: Novos vídeos legendados revelam novidades do próximo filme da Marvel

    14 de janeiro de 2020 /

    A Marvel divulgou dois novos vídeos legendados de “Víúva Negra”, filme solo da heroína vivida por Scarlett Johansson. Um deles traz entrevistas e cenas antigas da participação da atriz no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), enquanto o outro (oficialmente chamado de “conteúdo especial”) funciona como um novo trailer, com cenas inéditas da produção. Entre as novidades reveladas, estão um exército de Viúvas Negras e uma luta mais detalhada contra o novo vilão – supostamente o Treinador – , cuja habilidade no manejo do escudo chama atenção da heroína, remetendo ao Capitão América. “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”) como a “família” russa da protagonista. A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Oscar 2020: Bolsonaro chama Democracia em Vertigem de “porcaria”

    14 de janeiro de 2020 /

    O presidente Jair Bolsonaro finalmente comentou em público o que achou da indicação do documentário brasileiro “Democracia em Vertigem” ao Oscar 2020. Na entrada do Palácio da Alvorada, onde cumprimentou um grupo de eleitores nesta terça (14/1), ele classificou o filme da cineasta Petra Costa como ficção, lixo e porcaria. “Ah, não, pera. Ficção. Para quem gosta do que o urubu come, é um bom filme”, afirmou o presidente, sugerindo tratar-se de lixo (que o urubu come). Perguntado pela Folha se havia assistido ao documentário para fazer esse comentário, ele disse que não ia “perder tempo com uma porcaria dessas”. Apesar dessa opinião, Bolsonaro está no filme. Ele concedeu uma entrevista exclusiva para a equipe da produção quando era deputado federal, que foi incluída no trabalho final. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Turma da Mônica: Começam as filmagens do novo filme, que ganha primeiras fotos

    14 de janeiro de 2020 /

    As gravações de “Turma da Mônica: Lições”, o segundo filme live-action da franquia, já começaram. O anúncio foi feito pelas redes sociais da produção, junto da divulgação das primeiras imagens oficiais do longa, que mostram o quarteto central de uniforme escolar. “As filmagens estão muito lindas”, disse Daniel Rezende, que retoma a direção após conduzir “Turma da Mônica: Laços”. O longa será filmado até 11 de fevereiro na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, voltando a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Assim como no primeiro filme, a continuação também será baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, os quatro amigos esquecem de fazer as lições da escola e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará ainda mais a amizade desta turma. “Preparem os lenços porque ‘Turma da Mônica – Lições’ será um filme ainda mais lindo e emocionante que ‘Laços’. O sucesso do primeiro só demonstra que o brasileiro dá valor aos seus personagens e histórias. E é com muita alegria que elenco e equipe estão reunidos de novo para a sequência, que vai ter muitas surpresas e vários personagens novos. E podem esperar mais filmes do universo Mauricio de Sousa em breve porque não vamos parar por aqui’, revelou o diretor Daniel Rezende, em comunicado. Mauricio de Sousa, criador dos personagens e produtor do filme, completou: “Se a emoção já foi grande com ‘Laços’, a expectativa só aumenta para ‘Lições’! Como todos os fãs da turminha, não vejo a hora de chegar dezembro de 2020!”. Além do elenco mirim, também seguem no elenco Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola. Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Eles estão de volta ao Bairro do Limoeiro! As filmagens de Turma Da Mônica – Lições, o segundo filme da Turminha mais amada do Brasil, já começaram. Quem está contando os dias para ver Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão nas telonas de novo? #TurmaDaMônicaOFilme ❤ Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica – Lições (@turmadamonicaofilme) em 14 de Jan, 2020 às 6:00 PST Ver essa foto no Instagram Eles estão de volta ao Bairro do Limoeiro. E agora na escola. Primeira imagem do “Turma da Mônica Lições”. As filmagens estão muito lindas. . ❤️💚💛🧡 @turmadamonicaofilme @turmadamonica @gabriel_mmoreira @laurarauseo @giuliabenite @kevin_vechiatto @bionicafilmes #turmadamonica #turmadamonicaofilme #turmadamonicalicoes #cinemanacional Uma publicação compartilhada por Daniel Rezende (@danirez) em 14 de Jan, 2020 às 8:26 PST

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    Spike Lee vai presidir o Festival de Cannes em 2020

    14 de janeiro de 2020 /

    A organização do Festival de Cannes anunciou nesta terça (14/1) que o diretor americano Spike Lee foi escolhido como o próximo presidente do juri internacional do grande evento de cinema, responsável pela premiação da Palma de Ouro. Lee será o primeiro negro a presidir o prestigioso festival francês em seus 73 anos de sua existência. “Quando me chamaram para presidir o juri de Cannes 2020 não acreditei, fiquei feliz, surpreso e orgulhoso ao mesmo tempo”, revelou o cineasta de 62 anos, em comunicado oficial. O diretor também se declarou “honrado” por ser o primeiro afro-descendente a assumir este cargo no festival. Ele apresentou sete de seus filmes no Festival de Cannes e recebeu o Grande Prêmio do Júri em 2018 por “Infiltrado na Klan” (BlackkKlansman). Além de presidir o júri, ele também receberá uma homenagem pelas realizações de sua carreira, com a entrega de uma Palma de Ouro honorária. Spike Lee terá a tarefa de suceder o diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, que presidiu a premiação com louvor no ano passado, apresentando ao mundo “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro em 2019. O Festival de Cannes de 2020 vai acontecer entre 13 e 23 de maio na Riviera Francesa.

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    Oscar 2020: Imprensa americana polemiza ao considerar Antonio Banderas “de cor”

    13 de janeiro de 2020 /

    Branco e europeu, o ator Antonio Banderas foi descrito como “de cor” pela imprensa americana, em análises publicadas nesta segunda (13/1) sobre os indicados ao Oscar 2020. A lista da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas foi criticada pela falta de diversidade, mas para os americanos o fato de Banderas ser espanhol aumentou a cota das minorias raciais. Veículos especializados na cobertura de Hollywood, como Deadline e Vanity Fair, citaram Banderas, que concorre como Melhor Ator por “Dor e Glória”, ao lado da afro-americana Cynthia Erivo, indicada como Melhor Atriz por “Harriet”, como os dois únicos intérpretes de “cor” na disputa do Oscar. “Só dois atores de cor foram nomeados nas categorias principais de atuação, enquanto as mulheres ficaram ausentes no prêmio de melhor direção”, escreveu o Deadline no Twitter. A postagem pesou, com tantos comentários que lembraram a origem europeia de Banderas. Diante da polêmica, o Deadline rapidamente apagou seu tuíte original, sem pedir desculpas. Os comentários aproveitaram o equívoco para criticar a forma como os Estados Unidos veem os latinos. Franceses, italianos e portugueses também são “latinos”, mas nem por isso são automaticamente considerados “de cor”. O problema é o preconceito com a língua espanhola. A Vanity Fair forçou a inclusão de Banderas ao lado de Erivo sem se dar conta desse preconceito. “Ainda que os espanhóis não sejam tecnicamente considerados pessoas de cor, cabe destacar que Antonio Banderas foi nomeado por seu papel principal no drama em espanhol ‘Dor e Glória'”, escreveu a revista. Este trecho ainda está indexado no Google, mas foi apagado do site da revista após a repercussão negativa. Há uma semana, outro veículo importante da indústria de entretenimento americana, a revista/site The Hollywood Reporter, incluiu Banderas em um artigo sobre a falta de diversidade da Academia Britânica, ao citar que ele tinha sido ignorado nos prêmios BAFTA, assim como Lupita Nyong’o – atriz “afro-americana” que, na verdade, nasceu no México! A indicação ao Oscar por “Dor e Glória” foi a primeira de Banderas, que tem 59 anos de idade e quase quatro décadas de carreira.

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    Adam Sandler “comemora” falta de indicação ao Oscar 2020

    13 de janeiro de 2020 /

    Entre as muitas comemorações geradas pelo anúncio das indicações ao Oscar 2020, a mais inusitada veio de Adam Sandler, que acabou esnobado pela Academia. O ator era forte candidato por seu desempenho em “Joias Brutas” (Uncut Gems), mas o Oscar barrou produções indies de um modo geral – o filme dirigido pelos irmãos Joshua e Benjamin Safdie é uma produção do estúdio A24, o mesmo de “Moonlight”, vencedor do Oscar 2017. Com bom humor, Sandler comemorou sua não-indicação em um texto publicado no Instagram, destacando o lado positivo. Adepto de camiseta, boné e bermuda, ele celebrou o fato de não precisar mais usar ternos na temporada de premiações. “Más notícias: Sandman não recebeu amor da Academia. Boas notícias: Sandman pode parar de usar ternos. Parabéns a todos os meus amigos que foram indicados, principalmente à Mama”, escreveu, destacando uma foto de Kathy Bates, que viveu sua mãe no clássico “O Rei da Água”, em 1998. Ela concorre ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “O Caso Richard Jewell”. “Joias Brutas”, em que Sandler interpreta um joalheiro endividado de Nova York, vai chegar ao Brasil em 31 de janeiro, exclusivamente pela Netflix. O filme ganhou vários prêmios da crítica americana e foi lançado nos cinemas dos EUA em 13 de dezembro, atingindo 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ver essa foto no Instagram Bad news: Sandman gets no love from the Academy. Good news: Sandman can stop wearing suits. Congrats to all my friends who got nominated, especially Mama. Uma publicação compartilhada por Adam Sandler (@adamsandler) em 13 de Jan, 2020 às 7:54 PST

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    Petra Costa comemora indicação de Democracia em Vertigem – e Leonardo DiCaprio – nas redes sociais

    13 de janeiro de 2020 /

    A cineasta Petra Costa, diretora do documentário “Democracia em Vertigem”, representante solitário do Brasil no Oscar 2020, comemorou a indicação de seu filme em inglês e português nas redes sociais. Dizendo-se extasiada – e também “in ecstasy” – , ela escreveu no Twitter, em inglês: “Numa época em que a extrema direita está se espalhando como uma epidemia, esperamos que esse filme possa nos ajudar a entender como é crucial proteger nossas democracias”. E exaltou: “Long live Brazilian cinema!”. O post ganhou versão bilíngue no Instagram, com texto ampliado. “Está se tornando cada vez mais evidente o quanto o pessoal é político para tantos ao redor do mundo, e acredito que é por meio de histórias, linguagem e documentários que as civilizações começam a se curar”, ela acrescentou. Conversando com os seguidores do Twitter, a diretora adiantou que, se puder, pretende aproveitar a cerimônia da Academia para encontrar e pedir desculpas a Leonardo DiCaprio pelos ataques feitos por Jair Bolsonaro. “Eu diria “i’m sorry” (desculpas) a Leonardo DiCaprio em nome do povo brasileiro e agradeceria por tudo que ele tem feito pelo meio ambiente e pela Amazônia”. E acrescentou um “thank you”, num outro post em inglês voltado ao ator americano. “Adoraria que você visse nossa ‘Democracia em Vertigem’ para entender melhor como as chamas são acesas”, disse. As declarações, claro, renderam muitos comentários, à esquerda e à direita. “Democracia em Vertigem” vai competir no Oscar com “Indústria Americana”, “The Cave”, “For Sama” e “Honeyland”, quatro dos documentários mais falados e premiados de 2019 – outros favoritos, como “Apollo 11” e “One Child Nation”, não conseguiram indicações. A seu favor conta o cenário político dos Estados Unidos, em que o presidente Donald Trump também enfrenta um processo de impeachment, mas vale reparar que, em outras disputas importantes, como o Gotham e o IDA Documentary Awards, o filme de Petra Costa perdeu para os adversários atuais. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Ver essa foto no Instagram Estamos absolutamente emocionados e extasiados por nossos colegas terem reconhecido a urgência deste filme, e honrados por estarmos na companhia de documentários tão importantes. Numa época em que a extrema direita está se espalhando como uma epidemia, esperamos que esse filme possa nos ajudar a entender como é crucial proteger nossas democracias. Está se tornando cada vez mais evidente o quanto o pessoal é político para tantos ao redor do mundo, e acredito que é por meio de histórias, linguagem e documentários que as civilizações começam a se curar. Gracias a todos que nos ajudaram, a cada passo, a construir essa história. ****************** We are absolutely thrilled and delighted that our colleagues have recognized the urgency of this film and humbled to be in the company of such important storytelling. In a time where the far right is spreading like an epidemic we hope this film can help us all understand how crucial it is to protect our democracies. We are at a time where the personal has become utterly political for so many around the world and I believe it is through stories, language and documentaries that civilizations begin to heal. Thank you, from the bottom of my heart, to all who believed in this story and helped us through every step to bring it to life. Uma publicação compartilhada por Petra Costa (@petracostal) em 13 de Jan, 2020 às 8:01 PST We are in ecstasy for @TheAcademy’s recognition of the urgency of ours #TheEdgeOfDemocracy. In a time in which the far right is spreading like an epidemic, we hope our film can help us understand how crucial it is to protect our democracies. Long live Brazilian cinema! pic.twitter.com/8JasYIaDQQ — Petra Costa (@petracostal) January 13, 2020 Eu diria “i’m sorry” (desculpas) a @LeoDiCaprio em nome do povo brasileiro e agradeceria por tudo que ele tem feito pelo meio ambiente e pela Amazônia https://t.co/FtQ9ef7UVe — Petra Costa (@petracostal) January 13, 2020 Thank you @LeoDiCaprio for all that you have been doing for the Amazon. I would love for you to see our #TheEdgeOfDemocracy to further understand how the flames were lit. pic.twitter.com/qx9qn18LGQ — Petra Costa (@petracostal) January 13, 2020

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    Casal Obama comemora sua primeira indicação ao Oscar

    13 de janeiro de 2020 /

    Em sua estreia como produtores de cinema, o ex-presidente dos EUA Barack Obama e sua esposa Michelle Obama conquistaram sua primeira indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Documentário, por “Indústria Americana”. O filme, que narra o que aconteceu quando os funcionários de uma empresa chinesa assumiram o controle de uma fábrica abandonada da General Motors, lançou a produtora do casal, Higher Ground, e foi disponibilizado pela Netflix Felizes com a repercussão de seu trabalho, o casal Obama comemorou a indicação nas redes sociais. “Fico feliz em ver ‘Indústria Americana’ indicado para o Oscar de Melhor Documentário. É o tipo de história que não vemos com bastante frequência e é exatamente o que Michelle e eu esperamos alcançar com a Higher Ground. Parabéns aos cineastas incríveis e toda a equipe!”, escreveu o ex-presidente. “Muito emocionados que Julia Reichert, Steven Bognar e todas as pessoas incríveis por trás da ‘Indústria Americana’ foram nomeadas para o Oscar de Melhor Documentário! Estamos muito orgulhosos deles e impressionados com o talento deles para contar histórias”, completou a ex-primeira dama dos EUA. Dirigido por Julia Reichert e Steven Bognar, “Indústria Americana” vai disputar o Oscar de Melhor Documentário com o brasileiro “Democracia em Vertigem”, também distribuído pela Netflix, além de “The Cave”, “For Sama” e “Honeyland”, inéditos no Brasil. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Glad to see American Factory’s Oscar nod for Best Documentary. It’s the kind of story we don’t see often enough and it’s exactly what Michelle and I hope to achieve with Higher Ground. Congrats to the incredible filmmakers and entire team! — Barack Obama (@BarackObama) January 13, 2020 So thrilled that Julia Reichert, Steven Bognar, and all of the incredible people behind #AmericanFactory are nominated for the Best Documentary Oscar! We’re so proud of them and amazed by their talent for storytelling. See for yourself now on @Netflix. pic.twitter.com/pLEE5zg0gr — Michelle Obama (@MichelleObama) January 13, 2020

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    Rodrigo Santoro comemora indicação de Klaus ao Oscar de Melhor Animação

    13 de janeiro de 2020 /

    Rodrigo Santoro, que participou da versão brasileira da animação “Klaus”, comemorou a indicação do filme da Netflix ao Oscar 2020 nesta segunda (13/1) com um post em seu Instagram. O ator dublou um dos protagonistas da história, Jasper, mas apenas para o mercado brasileiro – Jasper tem a voz de Jason Schwartzman nos EUA. “Que alegria receber a notícia de que ‘Klaus’ foi indicado ao Oscar 2020 na categoria Melhor Animação. Parabéns a todos que fizeram parte dessa construção tão bonita. É, sem dúvida, uma história que emociona crianças e adultos”, escreveu o ator, como legenda do post que destaca o cartaz nacional do filme, atualizado com a indicação. Em “Klaus”, Jesper é um carteiro enviado a uma ilha no Círculo Polar Ártico, onde os habitantes locais não se falam. Lá, ele se torna amigo de Klaus, um misterioso carpinteiro que vive sozinho em uma casa cheia de brinquedos feitos à mão. Vendo a facilidade do velho para fabricar brinquedos, Jesper se propõe a distribuir suas criações às crianças da cidade, causando uma revolução – e inventando o Natal. O filme marca a estreia na direção do espanhol Sergio Pablos, que é o autor da história original de “Meu Malvado Favorito” (2010) e chegou a trabalhar em “Rio” (2011). Ele também assina o roteiro com os americanos Zach Lewis e Jim Mahoney (autores do curta “The Hobbit: Kingdoms of Middle-earth – Dance Battle”). “Klaus” vai competir com “Toy Story 4”, “Link Perdido”, “Como Treinar Seu Dragão 3” e “Perdi Meu Corpo” pelo Oscar de Melhor Animação. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Ver essa foto no Instagram Que alegria receber a notícia de que #Klaus foi indicado ao #Oscar2020 na categoria “Melhor Animação”. Parabéns a todos que fizeram parte dessa construção tão bonita. É, sem dúvida, uma história que emociona crianças e adultos. Se ainda não assistiu, aproveite: está disponível na @netflixbrasil @theacademy . Very happy to hear the news that #Klaus was nominated by the Academy Awards for the #Oscars2020 in the “Best Animation” category. Congratulations to everyone who was part of creating and telling this beautiful story. It is undoubtedly one that touches both audiences, children and adults. If you haven't watched it yet, enjoy it: it’s available on @netflix @theacademy Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 13 de Jan, 2020 às 1:32 PST

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    Oscar 2020 consagra conservadorismo com histórias masculinas, heterossexuais e brancas

    13 de janeiro de 2020 /

    As indicações ao Oscar 2020, reveladas na manhã desta segunda (13/1), representaram, em muitas formas, um retrocesso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, ao privilegiar majoritariamente histórias de homens brancos heterossexuais. Isto aconteceu um ano após o esforço de diversificação da organização ter rendido um número recorde de mulheres premiadas e grande representatividade temática. Vale comparar. Na lista de concorrentes de Melhor Filme no Oscar 2019 estavam “Pantera Negra”, “Infiltrado na Klan”, “A Favorita”, “Roma”, “Nasce Uma Estrela”, “Bohemian Rhapsody”, “Vice” e “Green Book”. Apenas um desses filmes representava uma história de homem branco heterossexual: “Vice”, apropriadamente sobre um político de direita dos EUA. Neste ano, as tramas sobre brancos heterossexuais totalizaram seis títulos, de um total de nove indicados ao Oscar de Melhor Filme: “Ford x Ferrari”, “O Irlandês”, “Jojo Rabbit”, “Coringa”, “1917” e “Era uma Vez em Hollywood”. Extremamente masculinos, filmes como “O Irlandês” e “1917” chegam a relegar mulheres a papéis de figuração. “1917” tem uma desculpa narrativa, já que mulheres não lutaram no front da 1ª Guerra Mundial. Mas “O Irlandês”, que projeta décadas de desenvolvimento de personagens, não tem qualquer justificativa para dar a sua principal atriz menos de uma página de diálogos. Apenas uma obra indicada ao Oscar de Melhor Filme é focada em personagens femininas: “Adoráveis Mulheres”, como deixa claro o título. E apenas uma tem personagens racialmente diferentes: “Parasita”, que é estrangeiro, realizado na Coreia do Sul. Por que o Emmmy consagra séries como “Fleabag”, “A Maravilhosa Sra. Meisel” e “Killing Eve” e o Oscar não consegue reconhecer tramas femininas? Como é possível ignorar que alguns dos melhores filmes recentes são histórias de mulheres e de pessoas “de cor”. Quem, afinal, consegue explicar porque, em vez de incentivar filmes que promovem uma visão de mundo sectária, a Academia não incluiu “A Despedida” (The Farewell), de Lulu Wang, ou “Nós”, de Jordan Peele, em seu Top 10 possível? Com a decisão estúpida (e isto precisa ser salientado: estúpida) de indicar apenas nove filmes, podendo, por suas próprias regras, nomear até dez, a Academia contribui efetivamente para diminuir as possibilidades de diversificação do prêmio. Para contrabalançar o fato de que prevaleceram histórias de homens, um comunicado dos organizadores buscou inverter a perspectiva ao destacar que 62 mulheres foram indicadas, compondo quase um terço dos candidatos ao Oscar deste ano. Nenhuma cineasta, porém, vai disputar o prêmio 100% masculino de Melhor Diretor. Greta Gerwig, que comandou “Adoráveis Mulheres”, era a principal favorita, mas foi lembrada apenas na vaga de Melhor Roteiro Adaptado. Com a atitude esnobe em relação a “A Despedida”, o Oscar perdeu a chance de reconhecer também a diretora Lulu Wang e principalmente a atriz Awkwafina (vencedora do Globo de Ouro 2020). O mesmo em relação a “Nós”, de Jordan Peele e da espetacular interpretação de Lupita Nyong’o (indicada ao SAG Awards 2020, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA). O impacto dessas ausências é muito claro – literalmente – na seleção de atores. A premiação de intérpretes deste ano é 95% branca. Em meio às cabeleiras loiras, que compõem o visual da maioria dos 20 astros indicados, há apenas uma presença destoante. A exceção que impede o Branco Total é Cynthia Erivo, na disputa por “Harriet”. O incrível é que tanto Lupita quanto Awkwafina desempenharam melhor seus papéis, em obras de maior repercussão e avaliação mais positiva. Com 74% de aprovação, “Harriet” é um dos filmes do Oscar com nota mais baixa no Rotten Tomatoes. Até o elenco de “Luta por Justiça”, com Michael B. Jordan e Jamie Foxx, estava mais bem-cotado. Houve quem lembrasse também de Jennifer Lopez, por “As Golpistas”. Mas, neste caso, trata-se mais de elogio incentivado pelo estúdio que desempenho real. Por falar em estúdios, a ausência de “A Despedida” também eliminou o cinema indie americano da disputa. Desde a vitória de “Moonlight”, em 2017, a rede ABC pressiona a Academia para que privilegie lançamentos amplos e comerciais, visando alavancar a audiência da transmissão televisiva da cerimônia. A vitória de “Moonlight” foi a manifestação de um verdadeiro pesadelo para a ABC – e conservadores em geral – , um filme com atores negros, dirigido por um cineasta negro, produzido de forma independente, com distribuição limitada e ainda por cima de temática explicitamente homossexual. Foi também um marco da diversidade em Hollywood, o que alimentou uma visível reação conservadora. Diante da pressão, a Academia até chegou a discutir um tal de Oscar de Melhor Filme Popular, ideia que acabou descartada, mas cujo espírito se manifesta no fim das indicações para o cinema independente. Em 2020, o filme com mais indicações é uma adaptação de quadrinhos que superou US$ 1 bilhão de arrecadação mundial. E não é o único blockbuster na disputa. Outros filmes de grande orçamento, como “Ford x Ferrari” e “1917”, também passaram pelo topo das bilheterias, e “Era uma Vez em Hollywood”, que fetichiza o cinema antigo, consagrou-se como um dos maiores sucessos da carreira de Quentin Tarantino. Em contraste a esse contra-ataque dos grandes estúdios e do cinemão à moda antiga, acaba resultando ousado o destaque conquistado por “Parasita”, um filme estrangeiro, exibido com legendas no cinema americano. Do mesmo modo, também é significativo o avanço obtido pela Netflix, grande vencedora da contagem geral, com 24 indicações para seus vários títulos, superando os estúdios tradicionais de Hollywood pela primeira vez. Mas a aceitação dos filmes da Netflix realmente representa ruptura? Certamente de modelo econômico, mas não de conteúdo, já que “O Irlandês” provou-se o filme mais convencionalmente macho, branco e heterossexual do Oscar, o símbolo perfeito do que há de mais antiquado e conservador na imaginação dos membros da Academia. Retrucando uma falsa polêmica, Martin Scorsese poderia aprender muito sobre a importância da inclusão social no cinema se visse os filmes da Marvel. Inovador, diferente, surpreendente? Só “Parasita”, de Bong Joon Ho. Veja a lista completa dos indicados neste link.

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    Morbius: Novo filme do Aranhoverso ganha trailer com participação do vilão Abutre

    13 de janeiro de 2020 /

    A Sony divulgou o primeiro trailer de “Morbius”, novo filme do Aranhaverso, em versões dublada e legendada. A prévia longa, de quase três minutos, centra-se na origem do personagem, destaca o elenco – com uma surpresa – e segue de perto os quadrinhos da Marvel. O filme traz Jared Leto (o Coringa do “Esquadrão Suicida”) como Michael Morbius, um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. Introduzido nos quadrinhos do Homem-Aranha em 1971, o personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Após se destacar como vilão do Homem-Aranha, Morbius chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhou filme recente da Sony. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”), a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”) e o elenco inclui ainda Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”), Jared Harris (“Chernobyl”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”), Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”) e, como revelou o trailer, Michael Keaton, aparentemente retomando o papel de Abutre, vilão de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). A participação do Abutre seria o primeiro sinal de coesão entre os filmes do Aranhaverso. Boatos indicam que outros personagens também podem aparecer, como J.J. Jameson (J.K. Simmons) e o próprio Peter Parker (Tom Holland). Por sinal, o trailer mostra um grafite do Homem-Aranha pichado com a palavra “Assassino”, que remete ao final de “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019) A estreia de “Morbius” está marcada para 30 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Oscar 2020: Secretário de Cultura do Brasil diz que indicação de Democracia em Vertigem é “guerra cultural”

    13 de janeiro de 2020 /

    Como era de se esperar, o governo Bolsonaro não gostou nada da indicação de “Democracia em Vertigem” ao Oscar 2020. O secretário Especial de Cultura do governo Federal, Roberto Alvim, ironizou a inclusão do filme de Petra Costa na categoria de Melhor Documentário. “Se fosse na categoria ficção, estaria correta a indicação”, afirmou à coluna de Monica Bergamo, na Folha de S. Paulo, nesta segunda (13/1). “Isso só mostra como a guerra cultural está sendo travada não só aqui, mas em âmbito internacional”, completou Alvim, aludindo, possivelmente ao comunismo de Hollywood – uma pauta dos anos 1950, onde a paranoia americana via comunistas debaixo da cama. “Democracia em Vertigem” chegou aos EUA pelo Festival de Sundance, em janeiro de 2019, e desde então vem chamando atenção da imprensa americana, conquistando 96% de aprovação entre os críticos top do Rotten Tomatoes – todos comunistas, pelo visto – e destaque na temporada de premiações. Ele foi indicado ao Critics’ Choice Documentary Awards, ao Gotham Awards e ao IDA Documentary Awardss. E vai disputar o Oscar com “Indústria Americana”, “The Cave”, “For Sama” e “Honeyland”, filmes tão comunistas quanto seus países, Estados Unidos e a Macedônia, na Europa. O macarthismo anacrônico de Alvim consegue ser mais parcial que o filme de Petra Costa, que pelo menos se apresenta como uma versão pessoal da política brasileira dos últimos anos, fazendo uma análise assumidamente petista do processo de Impeachment de Dilma Rousseff, da prisão de Lula e da ascensão do conservadorismo no país. A diretora é “herdeira” da empreiteira Andrade Gutiérrez, uma das empresas enredadas na Lava Jato, e amiga pessoal de Lula, o que lhe rendeu acesso privilegiado ao momento histórico recente do país, com direito a imagens realmente impressionantes.

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