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Filme

Anne Hathaway vira Lenda da Disney 25 anos após “O Diário da Princesa”

Atriz recebeu a maior honraria da companhia e homenageou Julie Andrews, parceira que marcou sua estreia no cinema

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17 de agosto de 2026
Filme, Série

Hayden Panettiere, estrela de “Heroes” e “Nashville”, morre aos 36 anos

Atriz, que também marcou a franquia “Pânico”, foi encontrada inconsciente em sua casa na Carolina do Sul

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17 de agosto de 2026
Filme

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” supera US$ 2 bilhões de bilheteria

Filme de Tom Holland alcança marca em apenas 19 dias e vira a maior arrecadação da história da Sony Pictures

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16 de agosto de 2026
  • Filme

    Banana Split: Trailer apresenta a comédia teen sensação de 2020

    8 de março de 2020 /

    A comédia indie adolescente “Banana Split” ganhou seus primeiros pôster e trailer. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e premiações em vários festivais norte-americanos, a produção é o filme teen queridinho da temporada nos EUA, numa unanimidade comparável ao fenômeno de “Fora de Série” no ano passado. O destaque pertence à atriz Hannah Marks (“Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”), que escreveu o roteiro e estrela a produção no papel de uma estudante desajeitada de high school, que o namorado atraente troca por uma garota muito mais bonita, recém-chegada na escola. Ela passa a odiar a garota, até conhecê-la e se tornar sua melhor amiga, contra todas as expectativas. Liana Liberato (“Light as a Feather”) interpreta a rival-amiga, Dylan Sprouse (“Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”) é o namorado e o elenco ainda inclui Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Luke Spencer Roberts (“O Pacote”) e Haley Ramm (também de “Light as a Feather”). O filme marca a estreia na direção do cinegrafista Benjamin Kasulke, que trabalhou em alguns sucessos indies, como “A Irmã da Sua Irmã” (2011) e “Encalhados” (2014). A estreia está marcada para 27 de março nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Diretores do documentário Free Solo filmarão drama sobre os meninos da caverna da Tailândia

    7 de março de 2020 /

    O casal de cineastas Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi, vencedores do Oscar de Melhor Documentário por “Free Solo” (2018), vão comandar seu primeiro filme de ficção. Eles foram contratados pela Universal para comandar a dramatização da história real de resgate dos meninos da caverna submersa da Tailândia, que causou comoção mundial há dois anos. A história do time de futebol de meninos, que passou 17 dias preso numa caverna submersa, teve uma repercussão mundial similar ao desastre dos mineiros do Chile, que ficaram soterrados durante 69 dias. Este desastre também virou filme, “Os 33”, estrelado por Antonio Banderas e Rodrigo Santoro em 2015. Os direitos de adaptação do drama tailandês chegou a ser disputado por seis produtoras diferentes. Mas este é o principal projeto internacional, que se diferencia dos demais por ter diretores de descendência asiática – embora nascidos nos EUA, Chin e Vasarhelyi têm famílias chinesas. O roteiro está a cargo de Wes Tooke, que escreveu “Midway – Batalha em Alto-Mar” (2019). Vale lembrar que Jon M. Chu também pretendia filmar essa história, mas o sucesso de seu filme mais recente, “Podres de Ricos” (2018), acabou se sobrepondo. Ele agora está envolvido com duas continuações daquele filme, além de trabalhar na pós-produção do musical “Em um Bairro de Nova York”, que estreia em junho.

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  • Filme

    Terror de A Hora da Sua Morte mata minutos preciosos da sua vida

    7 de março de 2020 /

    Os telefones celulares deixaram de ser uma comodidade e se tornaram uma necessidade. Ao mesmo tempo, a dependência deste tipo de tecnologia se transformou em vício. A imensidão da realidade foi substituída pela limitação da tela. O afeto humano deu lugar à gratificação digital. Portanto, não é nenhuma surpresa que o gênero de terror tenha visto aí uma oportunidade a ser explorada. É o caso de “A Hora da Sua Morte”, cuja proposta é discutir a dependência dos aplicativos do celular. Porém, sua abordagem rasa e ultrapassada o torna tão dispensável quanto aquelas notificações que arrastamos para o lado sem ler. Escrito e dirigido por Justin Dec (fazendo aqui a sua estreia em longas-metragens), o filme tem início mostrando um grupo de jovens em uma festa. Sentados à mesa, com seus celulares à mão, eles descobrem um aplicativo chamado Countdown que, supostamente, diz a hora exata da sua morte. Como brincadeira, todos o instalam. Enquanto alguns se divertem com o fato de ainda terem dezenas de anos pela frente, uma das participantes se assusta ao perceber que sua morte está agendada para dali a três horas. Temendo o destino trágico, ela se recusa a entrar no carro com o namorado bêbado. Em vez disso, vai a pé para casa. Porém, ao chegar lá, é atacada por um demônio que veio “cobrar” a morte dela na hora prevista. Em seguida, conhecemos a protagonista: a enfermeira Quinn (Elizabeth Lail). Ela trabalha em um hospital movimentado e evita contato com a família desde a morte da sua mãe. Quinn fica sabendo do aplicativo e o instala. Depois de descobrir que sua morte está agendada para acontecer em poucos dias, ela começa a ter estranhas visões e resolve investigar o aplicativo, procurando uma forma de vencê-lo antes que o cronometro chegue ao zero. “A Hora da Sua Morte” levanta questionamentos interessantes a respeito da curiosidade relacionada à nossa própria mortalidade e da segurança gerada pela ignorância acerca deste assunto. Nada disso, porém, é bem explorado. Os personagens são guiados apenas pela banalidade das suas relações com a tecnologia. Assim, a amplitude desta discussão se transforma em uma trama rasa sobre os perigos de não se ler os termos e condições dos aplicativos. Além do mais, nenhum dos coadjuvantes – inclui-se aí um jovem que também instalou o aplicativo, a irmã da protagonista, um excêntrico especialista em tecnologia e um padre nerd obcecado por demônios – ganha muito desenvolvimento, o que é até esperado nesse tipo de produção. Mas isto se torna mais irritante porque o filme insiste em soluções canhestras para comprovar a ameaça do aplicativo mortal. Tais soluções reforçam a incapacidade do cineasta em criar situações verossímeis, capazes de gerar alguma empatia pelos personagens. Em vez disso, ficamos torcendo para que sejam punidos logo pela sua estupidez. Ainda assim, o diretor estreante acerta na composição de algumas cenas, especialmente quando usa a profundidade de campo para fazer o demônio se esconder em meio às sombras. A visualidade do vilão também é bem explorada, lembrando a imagem icônica do ceifador. Os méritos, porém, são poucos. E durante a maior parte de “A Hora da Sua Morte”, o público fica mesmo contando os minutos perdidos de sua vida, até o filme acabar.

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    Martin Eden traz o desempenho que ofuscou Joaquin Phoenix como Coringa

    7 de março de 2020 /

    “Martin Eden”, uma fascinante história do escritor norte-americano Jack London (1876-1916) com elementos autobiográficos, deu origem a um filme italiano que discute questões atualíssimas. Essas questões dizem respeito às relações entre as classes sociais refletidas pela literatura, à relação desta com o mercado editorial, à liberdade de expressão, à natureza da criação, ao compromisso ético do escritor consigo mesmo e com suas crenças políticas e responsabilidades sociais, ao papel do indivíduo nas transformações socioculturais e políticas. O veículo para expressar os questionamentos é o personagem-título do filme, o escritor Martin Eden, mostrado na complexidade necessária para abranger as diversas dimensões de sua experiência concreta, de suas angústias, contradições, de seu ativismo inspirado na leitura de Herbert Spencer (1820-1903), de suas relações com anarquistas e comunistas, de seu desenvolvimento como escritor a partir de uma vida de baixa renda, mirando a classe alta, tentando ser como eles. Da forma como lidará com o sucesso tão buscado, mas, ao mesmo tempo, tão massacrante. O contexto histórico é o do período anterior à 1ª Guerra Mundial, de grande efervescência cultural, propício à conquista de espaços e descobertas incentivadoras, mas tenso, conflitivo. O foco do filme, porém, coerentemente com as teses de um chamado darwinismo social de Spencer, está no indivíduo, na sua batalha pessoal frente aos demais e à coletividade. As sociedades se desenvolveriam a partir da realização individual de forma positivamente evolutiva. Isso está no modo de ser do personagem, embora enfatizando mais o mistério do que o progresso inexorável. Mais a crise do que o otimismo. No papel do escritor Martin Eden está Luca Marinelli, um grande ator que surgiu há dez anos em “A Solidão dos Números Primos” (2010) e também esteve no vencedor do Oscar “A Grande Beleza” (2013). Ele mergulhou intensamente na atuação e conseguiu expressar muito bem as muitas faces, fases, sentimentos e pensamentos do personagem. Teve o reconhecimento por essa brilhante performance, conquistando o prêmio de melhor ator no Festival de Veneza, no ano em que Joaquin Phoenix levou tudo pelo papel em “Coringa”. Marinelli foi o único a conseguir vencê-lo, ao menos uma vez. “Martin Eden” foi bem recebido e premiado também nos Festivais de Toronto, Sevilha e do Rio. A direção de Pietro Marcello imprime a “Martin Eden” uma dinâmica e uma força envolvidas por belas sequências que mesclam imagens ficcionais e documentais e, claro, alimentadas pelo desempenho criativo de Luca Marinelli, que está em todas as cenas, garantindo o filme com seu talento. O elenco de apoio também está muito bem dirigido, sustentando a trama. É verdade que o cinema italiano da atualidade não consegue competir com o grande cinema italiano do passado, mas isso não significa que não haja belos trabalhos a apreciar. “Martin Eden” é um deles.

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    Dois Irmãos: Animação da Pixar é banida no Oriente Médio por incluir personagem LGBTQIA+

    7 de março de 2020 /

    Vários mercados do Oriente Médio resolveram banir a animação “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica” por incluir uma personagem LGBTQIA+ em sua história. A proibição se baseia numa fala da personagem Specter, uma ciclope dublada em inglês pela atriz e cineasta Lena Waithe, que revela que ela namora outra personagem feminina. A mera troca de gênero da palavra “namorada” a torna a primeira personagem abertamente LGBTQIA+ da história do estúdio. No “polêmico” trecho, Specter diz “a filha da minha namorada está me deixando louca”. Tudo se resume a uma palavra. E ela foi suficiente para o filme ter seu lançamento cancelado em Oman, Kuwait, Arábia Saudita e Qatar. Já a Rússia, conhecida por sua longa história de censura aos direitos da comunidade LGBTQIA+, trocou a palavra “namorada” por “parceiro” na animação. A animação estreou na quinta-feira (5/3) nos cinemas brasileiros.

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    Adiamento de 007: Sem Tempo Para Morrer pode gerar despesa extra de até US$ 50 milhões

    7 de março de 2020 /

    O adiamento do lançamento de “007: Sem Tempo Para Morrer” em seis meses, transferido de abril para novembro, custará ao estúdio MGM entre US$ 30 e 50 milhões. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os valores correspondem a gastos de publicidade já dispendidos para anunciar a estreia em abril, incluindo um comercial milionário no Super Bowl, e os custos adicionais que serão necessários para divulgar a nova data. A produtora Eon Productions acertou o adiamento com a MGM nos EUA e a Universal no mercado internacional após fãs lançarem campanha pedindo a mudança, devido ao perigo de contágio pelo coronavírus nas salas fechadas de cinema. O 25º filme da franquia do agente secreto James Bond é o primeiro grande blockbuster afetado pelo vírus que já se espalhou por todo o mundo – apesar da OMS (Organização Mundial de Saúde) ainda não considerar o contágio uma pandemia. O adiamento também foi motivado por problemas de outro tipo de saúde: a financeira. Hollywood já começa a perceber uma queda grande nas bilheterias de locais com maior taxa de incidência da covid-19, o coronavírus, como China, Itália, França, Suíça, Japão, Hong Kong e Coreia do Sul. Estes lugares contribuíram com cerca de 38% da bilheteria total do último filme da franquia, lançado em 2015. Por isso, apesar da despesa extra, não adiar o lançamento poderia causar prejuízo maior. Com direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), “007: Sem Tempo Para Morrer” marcará a despedida de Daniel Craig como o agente secreto 007 e também traz em seu elenco Lea Seydoux, Ben Whishaw, Naomie Harris, Ralph Fiennes e Christoph Waltz, todos vistos em “007 Contra Spectre”, além de Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que estreiam na franquia. A data do lançamento no Brasil foi remanejada para 19 de novembro, uma semana antes dos EUA.

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    James Wan vai produzir novo filme de monstro clássico da Universal

    7 de março de 2020 /

    Depois do sucesso de “O Homem Invisível”, a Universal já planeja seu próximo lançamento baseado num de seus monstros clássicos. O site The Hollywood Reporter apurou que James Wan, diretor de “Invocação do Mal”, vai produzir uma nova adaptação das propriedades do estúdio. Maiores detalhes sobre o filme não foram revelados, mas a descrição sugere uma abordagem moderna de “Frankenstein”, que seria tão diferente da trama clássica quanto o reboot de “O Homem Invisível”. Segundo a sinopse apurada pelo site, a trama acompanharia um grupo de jovens que descobre que um de seus vizinhos está construindo um monstro no porão da sua casa. E o monstro escapa. Wan não vai dirigir o filme, que será coproduzido por sua empresa, Atomic Monster. O roteiro foi escrito por Robbie Thompson, roteirista e produtor da série “Supernatural”.

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    Diretor de Parasita elogia Bacurau e pede que governo brasileiro apoie mais o cinema nacional

    6 de março de 2020 /

    O sul-coreano Bong Joon-ho, diretor de “Parasita”, filme vencedor do Oscar 2020, assistiu nesta sexta (6/3) em Londres a uma exibição de “Bacurau”, dos brasileiros Kleber Mendonça e Juliano Dornelles, e ao final falou sobre o que achou do longa para a BBC News. “É muito bonito. Tem uma energia única, traz uma força enigmática e primitiva”, diz, acrescentando que gostou muito do filme e da experiência proporcionada por “Bacurau”. Bong Joon-ho, que contou com apoio do governo sul-coreano para realizar “Parasita” e todos os seus filmes, também comentou o ataque que o governo brasileiro vem fazendo ao cinema nacional. “Eu espero que o governo brasileiro apoie mais a indústria de cinema brasileira e seus incríveis cineastas, como Kleber Mendonça e Juliano Dornelles. A indústria cinematográfica é arriscada e precisa de segurança e estabilidade”, comentou. O diretor sul-coreano também viu paralelos temáticos entre “Parasita” e “Bacurau”. “São pessoas e lugares diferentes, mas há uma conexão, da luta dos oprimidos”, comparou. Mas observou uma grande diferença entre os dois filmes. “Infelizmente, as pessoas das classes baixas em ‘Parasita’ nunca ficam tão bravos quanto as de ‘Bacurau’, nunca pegam em armas! Eles só querem um pouco de dinheiro. Isso é tão triste!”, comentou Bong, rindo, para o colega Kleber Mendonça Filho. Tanto “Parasita” quanto “Bacurau” foram exibidos no Festival de Cannes do ano passado. Na ocasião, Bong Joon-ho não conseguiu assistir ao longa brasileiro. “Parasita” acabou vencendo a Palma de Ouro e “Bacurau” ficou com o equivalente ao terceiro lugar na premiação, vencendo o Prêmio do Júri. Os diretores ainda se encontraram no Festival de Sidney. E pelo jeito ficaram amigos. Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles registraram o novo encontro em suas redes sociais, brincando que Bong finalmente viu o filme brasileiro. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Bong Joon Ho finalmente conseguiu assistir BACURAU. Achou o filme muito massa. ⚡️⚡️⚡️ Uma publicação compartilhada por Juliano Dornelles (@jdornelles) em 6 de Mar, 2020 às 6:19 PST Ver essa foto no Instagram Eu com diretor Bong. Uma noite memorável em Londres depois da sessão especial no @britishfilminstitute de #bacurau. Bong, grande pessoa e artista. ❤️🍷 Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em 6 de Mar, 2020 às 5:51 PST Ver essa foto no Instagram Com Emilie, Juliano e Bong. 🍷❤️ #Bacurau #bfisouthbank Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em 6 de Mar, 2020 às 6:20 PST

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  • Filme,  Música

    Christina Aguilera revela música inédita da trilha de Mulan

    6 de março de 2020 /

    A cantora Christina Aguilera disponibilizou nas plataformas sociais e musicais sua mais recente gravação, feita para a trilha sonora do filme de “Mulan”. Trata-se de uma balada chorosa, chamada “Loyal Brave True”, que funde arranjos orquestrais com instrumentos tradicionais chineses. A versão do YouTube é um lyric video, que inclui a letra para ensaiar o karaokê. Veja abaixo. A ligação de Aguilera com “Mulan” vem desde o lançamento do desenho animado original de 1998, época em que sua carreira estava apenas começando, quando cantou a principal música da animação. Para o novo longa, ela também regravou “Reflection”, que concorreu ao Oscar em 1999. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido. Minha nova música, ‘Loyal Brave True’, representa o bom equilíbrio entre vulnerabilidade e força”, disse a cantora em comunicado. Assim como aconteceu com a música anterior, Aguilera serve apenas como intérprete de “Loyal Brave True”, não tendo participado da composição. A autoria da canção é creditada a Jamie Hartman, Harry Gregson-Williams, Rosi Golan e Billy Crabtree. A trilha sonora de “Mulan” será lançada em 25 de março, na véspera da estreia do remake live-action (estrelado por Liu Yifei), prevista para 26 de março no Brasil e no dia seguinte nos EUA. março. De acordo com a revista Variety, Niki Caro, a diretora de “Mulan”, dirigiu também clipes para as duas músicas de Aguilera, que devem ser divulgados nos próximos dias.

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  • Filme

    Viúva Negra: Gravação clandestina de Scarlett Johansson pode ter confirmado volta do Homem de Ferro

    6 de março de 2020 /

    A atriz Scarlett Johansson divulgou um vídeo de “Viúva Negra”, supostamente com alguns spoilers da nova produção da Marvel. O vídeo (assista abaixo) foi publicado para apoiar uma instituição de caridade e encaminha o espectador ao site da empresa, com o atrativo de oferecer uma chance de participar da première do longa. A prévia foi gravada pelo celular de Scarlett, que teria resolvido agir de forma clandestina para registrar os segredos da produção. Alerta de spoiler: ela não mostra nada. Em vez de apontar o a câmera para o cenário, deixa o vídeo voltado para si mesma e comenta o que está vendo, entre barulhos de tiros e explosões. Ao cumprimentar um ator que seria bem conhecido, mas não revelado, ela também dá a entender que um famoso herói do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em iglês) fará participação especial no filme – uma participação que está sendo guardada em segredo. Esse comentário só aumenta a especulação sobre a volta de Robert Downey Jr. ao papel de Tony Stark/Homem de Ferro. Vários sites geeks alegam ter ouvido de suas fontes que o ator fará sua despedida do papel no longa-metragem, que, cronologicamente, passa-se antes dos eventos de “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”. A aparição de Stark também ajudaria a explicar como a Viúva Negra retornou aos Vingadores, após trair o governo e o grupo liderado pelo Homem de Ferro para ajudar o Capitão América em “Guerra Civil”. O filme “Viúva Negra” se passa exatamente nesse contexto, após ela se tornar foragida. A trama vai mostrar sua fuga para a Rússia, onde encontra antigos aliados, a quem chama de “família” – os personagens de Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (“As Trapaceiras”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e sua estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Irmãos Russo e casal Obama vão se juntar em produção da Netflix

    6 de março de 2020 /

    Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, vão se juntar ao casal Barack e Michelle Obama para produzir para a adaptação de “Exit West”, livro do paquistanês Mohsin Hamid (autor de “O Relutante Fundamentalista”) sobre a crise de refugiados vindos do Oriente Médio. A trama de “Exit West” mistura realismo e fantasia, ao acompanhar um casal do Oriente Médio, que busca deixar seu país em busca de uma vida menos violenta. Para isso, eles usam três portas mágicas que oferecem diferentes opções de asilo: um campo de refugiados lotado na ilha grega de Mykonos; um quarto privado em uma mansão ocupada por nigerianos em Londres; e um local na Califórnia, nos Estados Unidos. A cada escolha, o relacionamento do casal é testado por suas necessidades para sobreviver e pelos obstáculos culturais que enfrentam. O filme é uma coprodução das empresas AGBO, dos Russo, e Higher Ground, dos Obama, e será lançado pela Netflix. Apesar de seu envolvimento na produção, os Russo não vão dirigir o filme. Eles adquiriram os direitos do livro e escalaram Jessica Goldberg (criadora da série “The Path”) para escrever o roteiro e Yenn Demange (do elogiado “71: Esquecido em Belfast”) para assumir a direção. A produção também está negociações avançadas com o ator Riz Ahmed (“Venom”) para assumir o papel principal. “Exit West” ainda não tem data para entrar em produção ou previsão de lançamento.

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    Janelle Monaé viaja no tempo e lidera rebelião de escravos no primeiro teaser de Escolhida

    5 de março de 2020 /

    A Lionsgate divulgou fotos, pôster e o primeiro teaser de “Escolhida” (Antebellum), um suspense de viagem no tempo, que traz Janelle Monaé (“Estrelas Além do Tempo”) como uma escritora feminista magicamente transportada para a era da escravidão. Na trama, ele vai parar numa plantação de escravos e assume a liderança do grupo, que tenta escapar de uma fazenda do Sul dos EUA. O elenco ainda com Jena Malone (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Gabourey Sidibe (“American Horror Story”), Jack Huston (“Ben-Hur”) e Eric Lange (“Narcos”). O filme marca a estreia da dupla Gerard Bush e Christopher Renz, curtametragistas que também fizeram clipe do rapper Jay-Z, como roteiristas e diretores de longa-metragem. A estreia está marcada para 24 de abril nos Estados Unidos e apenas um mês depois, em 28 de maio, no Brasil.

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    Jennifer Garner salvou emprego de Ben Affleck, após ator ter recaída e quase ser dispensado do novo filme

    5 de março de 2020 /

    O diretor Gavin O’Connor revelou que Ben Affleck teve uma recaída alcoólica antes de iniciar as filmagens de seu novo drama, “The Way Back”, sobre um técnico alcoólatra de basquete, o que quase fez com que fosse afastado da produção. Mas uma ligação de Jennifer Garner, ex-esposa do ator, foi fundamental para convencê-lo a manter Affleck no papel. “Jennifer Garner me ligou e me disse que quando ele foi para a reabilitação, levou uma bola de basquete com ele. Ela disse: ‘Gavin, ele está perguntando, por favor, não o desligue do filme, ele realmente quer fazer isso'”, lembrou O’Connor, em entrevista para o site da 34th Street Magazine, uma publicação da Universidade da Pensilvânia, nos EUA. Segundo o diretor, Affleck passou por uma semana de desintoxicação antes deles poderem se encontrar para discutir seu destino na produção. “Passamos meio dia juntos e descobrimos uma maneira de fazer com que o trabalho funcionasse para ele, porque o mais importante era que ele precisava se recuperar e precisava colocar sua sobriedade nos trilhos”, relatou. Ben Affleck teve alta da clínica apenas um dia antes das filmagens começarem, “então tivemos um cara muito cru e vulnerável aparecendo no nosso primeiro dia de filmagens”, contou O’Connor. No filme, Affleck interpreta Jack Cunningham, um homem separado da esposa que caiu no alcoolismo e que aceita a proposta de treinar uma equipe de basquete de ensino médio no colégio em que estudou. Não faltam paralelos com a trajetória do ator, como lembrou O’Connor. “Isso ia se tornar a arte imitando a vida, a vida imitando a arte. Todas essas linhas borradas eram muito delicadas, então eu precisava realmente confiar que Ben estaria disposto a fazê-lo”, disse o diretor do filme. “Vê-lo fazer isso (filmar enquanto lutava contra o vício) às vezes era difícil, mas também era eufórico, porque esse é o seu trabalho como ator, é acessar essas emoções e ir a lugares honestos, profundos e verdadeiros. Então, sempre me senti muito bem, apesar de dolorido, porque ele estava fazendo seu trabalho muito bem”, contou. “The Way Back” estreia nesta sexta-feira (6/3) nos Estados Unidos e o desempenho de Affleck está recebendo muitos elogios da crítica americana. O longa atingiu 81% de aprovação no site Rotten Tomatoes basicamente por causa do ator, já que sua história foi considerada convencional. Affleck teria transformado o material banal numa obra transcendente – fazendo os mais velhos lembrarem do desempenho de Dennis Hopper no clássico “Momentos Decisivos” (1986). A previsão é de que o filme chegue no Brasil em 23 de abril.

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