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Filme

“Resident Evil” ganha trailer com nova história e protagonista inédito

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  • Filme,  Música

    Spike Jonze vai dirigir documentário dos Beastie Boys para a Apple

    16 de janeiro de 2020 /

    A Apple anunciou a produção de um documentário sobre a banda de hip-hop The Beastie Boys, que será dirigido pelo cineasta Spike Jonze (“Ela”). Em suas redes sociais, a Apple descreveu a produção como “uma história íntima e pessoal da banda e 40 anos de amizade numa experiência de documentário ao vivo”. A parte ao vivo é uma incógnita, mas Jonze tem se especializado em realizações ao vivo, desde clipes (Arcade Fire e Lady Gaga) a programas de premiação (YouTube Music Awards). Segundo comunicado, “o filme mistura perfeitamente um show ao vivo e um documentário para criar um novo formato, um documentário ao vivo. Isso faz sentido? Fará mais sentido quando você ver o trailer”. Os Beastie Boys Mike Diamond (Mike D) e Adam Horovitz (Ad-Rock) serão responsáveis pelo roteiro. O terceiro integrante da banda, Adam Yauch (MCA), faleceu em 2012 de câncer. Jonze tem uma longa relação com a banda, iniciada em 1994 como diretor de vários de seus clipes, como “Sabotage” e “Sure Shot”. “Devo muito ao Beastie Boys”, disse o cineasta em comunicado. “É um privilégio me reunir com eles de novo para ajudar a contar sua história.” Intitulado “Beastie Boys Story”, a produção será lançada nos cinemas exclusivamente no circuito IMAX, em 3 de abril, e chegará na plataforma Apple TV+ em 24 de abril. Ver essa foto no Instagram An intimate, personal story of their band and 40 years of friendship in a live documentary experience. #BeastieBoysStory, a new film directed by Spike Jonze and written by Mike Diamond and Adam Horovitz along with Jonze, will come to Apple TV+ on April 24. Uma publicação compartilhada por Apple TV (@appletv) em 15 de Jan, 2020 às 10:06 PST

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  • Filme

    Cate Blanchett vai presidir o júri do Festival de Veneza 2020

    16 de janeiro de 2020 /

    A organização do Festival de Veneza anunciou a atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) como presidente do júri principal de sua 77ª edição, responsável por premiar os melhores filmes e artistas e entregar o prestigiado Leão de Ouro ao vencedor do evento. “Todos os anos eu fico ansiosa para ver a seleção do Festival de Veneza”, comentou Blanchett em comunicado oficial após o anúncio. “Todos os anos eu me vejo surpresa. Este é o festival mais climático do mundo — uma celebração da mídia provocativa e inspiradora que é o cinema. É um privilégio e um prazer ser a presidente do júri este ano”, completou. Blanchett sucede a cineasta argentina Lucrecia Martel (“Zama”), que presidiu o júri em 2019, dando o Leão de Ouro a “Coringa”. A lista de presidentes recentes do júri do evento também inclui Guillermo Del Toro, Annette Bening, Sam Mendes, Alfonso Cuarón, Bernardo Bertolucci, e Quentin Tarantino. Curiosamente, a definição deste ano sobre a presidência do juri foi mais antecipada que o habitual. O Festival de Veneza de 2020 só vai acontecer entre os dias 2 e 12 de setembro.

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  • Filme

    Estreias: Jumanji domina circuito em plena temporada do Oscar

    16 de janeiro de 2020 /

    “Jumanji: Próxima Fase” é o maior lançamento da semana, monopolizando 1,4 mil telas nesta quinta (16/1), apesar da programação incluir filmes indicados ao Oscar. A comédia de aventura com Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan chega aos cinemas brasileiros um mês depois do lançamento nos Estados Unidos, com a missão prioritária de faturar milhões e tirar a distância para o primeiro filme, mais bem-sucedido. Assim como aconteceu com “Frozen 2”, o Brasil é o último país do mundo a exibir a produção dos estúdios Sony, que já faturou mais de US$ 670 milhões nas bilheterias mundiais – cerca de US$ 300 milhões a menos que o longa anterior. Mas não foi só a bilheteria que se mostrou inferior. A crítica norte-americana também achou a continuação pior que o longa de 2017, com registro de 66% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 76% de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. As demais estreias da semana tem tom dramático e disputam espaço no circuito limitado. Dois títulos concorrem ao Oscar, dois tentaram concorrer ao Oscar e o último é uma produção de 17 anos atrás. “O Escândalo” disputa três Oscars, com destaque para as indicações das atrizes Charlize Theron e Margot Robbie, nos papéis de jornalistas assediadas pelo chefão da Fox News. Apesar da boa vontade da Academia, o longa do diretor Jay Roach, baseado no escândalo real que derrubou Roger Ailes, não se tornou uma unanimidade crítica. Tem 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, um pouco mais que a série “The Loudest Voice” (54%) que conta a mesma história, mas centrada no fundador do canal de notícias. O francês “Os Miseráveis” é muito superior. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, e com 84% no Rotten Tomatoes, denuncia abusos policiais num bairro negro e pobre de Paris, combinando o engajamento de um drama social com a tensão de um thriller criminal. Venceu o Prêmio do Júri do Festival de Cannes. O holandês “Instinto” e o costarriquenho “O Despertar das Formigas” também disputaram vagas na categoria de Filme Internacional do Oscar 2020, mas não conseguiram vaga entre os cinco indicados. O filme centro-americano ainda venceu a competição latina do Festival de Gramado. Completa a programação “A Melhor Juventude”, drama italiano premiadíssimo de 2003 – venceu a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, e seis troféus David di Donatello (o Oscar italiano), inclusive como Melhor Filme daquele ano. Além disso, tem 93% no Rotten Tomatoes e a fama de ser uma “obra prima”. Mas mesmo com esse currículo era considerado um desafio para o mercado brasileiro. A dificuldade de exibição se deve à sua longa duração: o filme tem seis horas de projeção! Até o circuito limitado tem seus… limites. Confira abaixo mais detalhes das estreias da semana com todos suas sinopses e trailers. Jumanji: Próxima Fase | EUA | Aventura Tentado em revisitar o mundo de Jumanji, Spencer (Alex Wolff) decide consertar o jogo de videogame que permite que os jogadores sejam transportados ao local. Logo o quarteto formado por Smolder Bravestone (Dwayne Johnson), Moose Finbar (Kevin Hart), Shelly Oberon (Jack Black) e Ruby Roundhouse (Karen Gillan) ressurge, agora comandado por outras pessoas: os avôs de Spencer e Fridge (Danny DeVito e Danny Glover) assumem as personas de Bravestone e Finbar, enquanto o próprio Fridge (Ser’Darius Blain) agora está sob a pele de Oberon. O Escândalo | EUA | Drama Um gigante do telejornalismo e antigo CEO da Fox News, Roger Ailes (John Lithgow) tem seu poder questionado e sua carreira derrubada quando um grupo de mulheres o acusa de assédio sexual no ambiente de trabalho. Os Miseráveis | França | Drama Stéphane (Damien Bonnard) é um jovem que acaba de se mudar para Montfermeil e se junta ao esquadrão anti-crime da comuna. Colocado no mesmo time de Chris (Alexis Manenti) e Gwada (Djibril Zonga), dois homens de métodos pouco convencionais, ele logo se vê envolvido na tensão entre as diferentes gangues do local. Instinto | Holanda | Drama Nicoline (Carice van Houten), uma psicóloga experiente, inicia um novo emprego em uma instituição penal, apesar de ter resolvido nunca mais voltar à psiquiatria. Ela conhece Idris (Marwan Kenzari), um homem inteligente com um distúrbio de personalidade antissocial e narcisista, que cometeu uma série de crimes sexuais graves. Após cinco anos de tratamento, ele está prestes a conseguir sua primeira liberdade condicional desacompanhada. O Despertar das Formigas | Costa Rica, Espanha | Drama Vivendo sua rotina da maneira mais regrada e tranquila possível, uma mãe de meia-idade residente no interior da Costa Rica educa suas filhas para que no futuro elas tenham o mesmo comportamento. Mas quando um evento a faz parar para refletir a respeito da vida que leva, ela passa a vagarosamente odiar o seu dia a dia. A Melhor Juventude | Itália | Drama A saga de uma família italiana desde o fim dos anos 1960 até o início dos anos 2000. Os irmãos Nicola (Luigi Lo Cascio) e Matteo Carati (Alessio Boni) dividem os mesmos sonhos, esperanças, leituras e amizades até o dia em que conhecem Giorgia (Jasmine Trinca), uma garota com distúrbios psíquicos. Nicola começa a militar no movimento estudantil e, mais tarde, se torna um psiquiatra, enquanto Matteo abandona os estudos e entra na polícia. O percurso dos dois e do resto da família é apresentado paralelamente a acontecimentos importantes da história recente da Itália: a inundação de Florença, a luta contra a máfia e os grandes jogos de futebol da seleção nacional.

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    Versão de terror da fábula de João e Maria ganha novo trailer legendado

    15 de janeiro de 2020 /

    A Imagem Filmes divulgou a versão legendada do trailer de “Maria e João: O Conto das Bruxas” (Gretel & Hansel), adaptação em tom de terror do clássico conto de fadas dos Irmãos Grimm, conhecido no Brasil como a fábula de “João e Maria”. A prévia aprofunda os elementos de terror da história com uma cenografia bastante estilizada. O filme traz Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) como a menina Gretel/Maria, que se perde no meio da floresta com seu irmão menor (o estreante Sammy Leakey). Como na história conhecida, eles acabam indo parar numa casa habitada por uma bruxa. Além de Lillis e Leakey, o elenco inclui Alice Krige (“The OA”), Jessica De Gouw (a Caçadora da série “Arrow”) e Charles Babalola (“A Lenda de Tarzan”). Com direção de Oz Perkins (“A Enviada do Mal”), a estreia está marcada para 31 de janeiro nos EUA e apenas três semanas depois, em 20 de fevereiro, no Brasil.

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    Sergio: Wagner Moura vive diplomata brasileiro em trailer de filme internacional da Netflix

    15 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer de “Sergio”, biografia do diplomata Sérgio Vieira de Mello, que traz o ator Wagner Moura (“Narcos”) no papel-título. Além de estrelar o filme, Moura é um dos produtores. Ele estava desde 2013 tentando tirar o filme do papel e chegou a passar uma temporada nos Estados Unidos negociando a produção. Falado em inglês, “Sergio” tem elenco internacional, com participação da cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) no papel de Carolina Larriera, economista argentina e mulher de Vieira de Mello, que foi a última pessoa a vê-lo com vida, além dos atores Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Will Dalton (“Loving”), Clemens Schick (“Praia do Futuro”) e Brían F. O’Byrne (“Menina de Ouro”). Trata-se do primeiro longa de ficção dirigido por Greg Barker, vencedor do Emmy pelo documentário “Manhunt: The Inside Story of the Hunt for Bin Laden” (2013). Mas ele conhece bem o tema. Em 2009, Barker dirigiu outro “Sergio” (2009) sobre o mesmo diplomata, um documentário sobre a vida de Vieira de Mello para o canal pago HBO. O roteiro, por sua vez, é de Craig Borten, indicado ao Oscar por “Clube de Compras Dallas” (2013), e adapta o livro “O Homem Que Queria Salvar o Mundo”, de Samantha Power, ex-embaixadora dos Estados Unidos para as Nações Unidas e premiada com o Pulitzer. O filme foca as missões de Sérgio Vieira de Mello durante seu período no Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, quando fez importantes avanços sócio-políticos no Timor Leste, Bangladesh, Camboja e outros países com problemas humanitários. Sua capacidade de resolver crises aparentemente insolúveis lhe rendeu o apelido de “Mr. Fix-It”, citado no trailer, e fama de ser uma mistura de “James Bond com Bobby Kennedy”. Graças à sua capacidade de negociação, coragem e disposição de enfrentar o perigo, ele foi escolhido para representar o secretário-geral das Nações Unidas no Iraque, em maio de 2003. E acabou vítima de um ataque à bomba ordenado por Osama Bin Laden contra a sede das Nações Unidas em Bagdá. A estreia está marcada para 19 de abril, exclusivamente em streaming.

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    15 de janeiro de 2020 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” entrou no clube dos bilionários na terça-feira (14/1), quando atingiu US$ 1.001 bilhão de bilheteria mundial. A produção da Lucasfilm/Disney arrecadou US$ $481,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 519,7 milhões nos demais países. Apesar desse desempenho bem-sucedido, “A Ascensão Skywalker” não deve superar os rendimentos de “Os Últimos Jedi” (US$ 1,3 bilhão), o que o transformará no filme de menor faturamento da nova trilogia – a primeira produzia pela Disney – , inaugurada por “O Despertar da Força”, em 2015. O filme teve dificuldades inesperadas ao encontrar reprovação da crítica. Também vieram à tona informações de bastidores, em entrevistas com o elenco, sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi lançado em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ao atingir US$ 1 bilhão, o filme fez aumentar o recorde da Disney, que passa a somar sete filmes bilionários lançados em 2019, um número nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Este desempenho foi resultado do êxito de “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais os êxitos de “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão), “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão) e o citado “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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    Crise nas Infinitas Terras surpreende ao juntar os universos televisivo e cinematográfico da DC

    15 de janeiro de 2020 /

    Alerta de spoiler agudo. O final de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso, exibido na noite de terça-feira (14/1) nos EUA, surpreendeu o público com o encontro de dois Flash: o herói da série “The Flash”, vivido por Grant Gustin, e sua versão de cinema, vista no filme “Liga da Justiça” e interpretado por Ezra Miller. Foi a primeira vez que os universos televisivo e cinematográfico da DC Comics se encontraram. A participação surpresa de Ezra Miller foi mantida em segredo pelos produtores e só foi descoberta pelos telespectadores no momento da exibição. Com o público ainda de boca aberta, Grant Gustin compartilhou fotos de bastidores desse encontro histórico em seu Instagram. Em 12 horas, mais de 1,3 milhão de pessoas curtiram as imagens. Veja abaixo. O desfecho de “Crise nas Infinitas Terras” teve várias outras citações às infinitas versões dos super-heróis da DC, além de incluir uma aparição especial de Marv Wolfman, o escritor da “Crise nas Infinitas Terras” nos quadrinhos. Mas o detalhe mais divertido ficou para a cena final. Juntando-se em homenagem a Oliver Queen, os heróis resolvem manter uma sede secreta para se reunir sempre que fosse necessário enfrentar uma nova crise de proporções infinitas. Seria a criação da Liga da Justiça? Não exatamente. Ao mostrar o exterior, o lugar se revela a Sala da Justiça da animação clássica “Superamigos” – com direito à trilha do desenho e referência ao macaco Gleek, dos Super-Gêmeos, para reforçar a conexão. Desta vez com impacto duradouro no Arrowverso, a saga de cinco episódios culminou na morte de Oliver Queen e acomodou as infinitas Terras numa única Terra – ou seja, “Supergirl” e “Raio Negro” agora fazem parte do mesmo universo de “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”. Infelizmente, o crossover será exibido incompleto na TV brasileira pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Claro que isso deixará os telespectadores confusos (não bastasse a própria história ter uma narrativa incoerente), além de eliminar a aparição do Batman do Futuro em outra participação histórica – a primeira vez que o dublador oficial dos desenhos de Batman, Kevin Conroy, viveu o personagem. A estreia está prevista para o próximo domingo (19/1). Ver essa foto no Instagram How about that? Ezra is one of a kind. So glad we could make this happen and keep it a secret until today. Thank you to @dccomics. Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em 14 de Jan, 2020 às 8:26 PST

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    Boneco do Mal 2: Katie Holmes enfrenta terror de plástico no trailer legendado da continuação

    15 de janeiro de 2020 /

    A Galeria Distribuidora divulgou a versão legendada do trailer de “Brahms: Boneco do Mal 2” (Brahms: The Boy II), segundo filme do boneco assassino que não é Chucky nem Annabelle, mas também rendeu pegadinha do Programa Sílvio Santos. Escrito e dirigido pelos responsáveis pelo filme original de 2016, respectivamente o roteirista Stacey Menear e o diretor William Brent Bell, o novo filme troca a história de babá de boneco sinistro por uma trama de família assombrada pelo terror de plástico. Desta vez, Katie Holmes (“Batman Begins”) muda-se com a família para uma mansão afastada, onde seu filho, que já tem tendências violentas, encontra o boneco do título, que ele passa a tratar como um menino real. O elenco também inclui Owain Yeoman (“Emergence”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e o menino Christopher Convery (“Gotham”). A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Wagner Moura diz que Marighella não consegue estrear no Brasil por censura do governo

    14 de janeiro de 2020 /

    O ator Wagner Moura (“Tropa de Elite”) declarou que não consegue lançar seu primeiro filme como diretor no Brasil devido à censura do governo federal. Em entrevista para a coluna de Leonardo Sakamoto, ele usou explicitamente a palavra “censura” e falou em “perseguição política” para abordar o cancelamento da estreia de “Marighella” e a dificuldade enfrentada para colocar o filme em cartaz. “Como grande empresa, a [produtora] O2 não pode chegar e dizer que a Ancine censurou o filme. Mas eu posso. Sustento o que já disse. É uma censura diferente, mas é censura, que usa instrumentos burocráticos para dificultar produções das quais o governo discorda. Não há uma ordem transparente por parte do governo para que isso aconteça, no entanto já vimos Bolsonaro publicamente dizer que a cultura precisa de um filtro. E esse filtro seria feito pela Ancine”. O longa chegaria aos cinemas em novembro de 2019, mas a estreia foi cancelada após a produtora O2 ter dois pedidos de suplementação de verba negados pela Ancine. Segundo Moura, um processo era de redimensionamento de orçamento e outro de ressarcimento de recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) para cobrir a extensão do orçamento. Segundo Moura, os trâmites, que eram comuns em projetos culturais, passaram a enfrentar dificuldades burocráticas adicionais após a eleição de Bolsonaro. Ele revela que até outro filme da O2, o documentário “O Sentido da Vida”, está sendo usado como desculpa para trancar a verba que poderia ser usada na distribuição do filme. A Ancine alega que a O2 deve esse lançamento. “O atraso na conclusão desse filme ocorreu apenas em novembro de 2019, enquanto a negativa do pedido relativo ao ‘Marighella’ veio em agosto. Ou seja, uma coisa não tem nada a ver com a outra”. De acordo com ele, a forma que o governo escolheu para censurar produções artísticas foi “aparelhar” instituições. “Quando a Ancine é aparelhada pelo bolsonarismo, qualquer pedido com relação a um filme como o Marighella será negado”, afirmou. “Depois que a Ancine negou os pedidos feitos pela O2, o cancelamento da estreia foi comemorado pelos filhos de Bolsonaro nas redes sociais”, apontou. “Bolsonaro já gastou tempo para detonar o filme e a mim. Quando o presidente de um país se declara pessoalmente contra uma obra cultural específica e um setor específico, não dá para não dizer que não é perseguição política”. Moura disse ainda que está procurando apoiadores na iniciativa privada para lançar a produção, embora tenha a “esperança de que a Ancine honre o compromisso, uma vez que já havíamos sido contemplados pelo fundo”. Para completar, Moura também comentou a indicação da situação do cinema brasileiro sob Bolsonaro e a indicação do documentário “Democracia em Vertigem” ao Oscar 2020. “No ano em que investiram na destruição do nosso cinema, ‘Bacurau’ e ‘A Vida Invisível’ ganharam prêmios em Cannes e, agora, ‘Democracia em Vertigem’ foi indicado ao Oscar. Duvido que qualquer um desses filmes conseguisse financiamento através da Ancine hoje”. “Marighella” teve sua première mundial há quase um ano, no Festival de Berlim, sob aplausos. O filme narra os últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele morreu em uma emboscada por policiais na época da ditadura militar. Protagonizado por Seu Jorge, o elenco conta com Adriana Esteves, Humberto Carrão e Bruno Gagliasso.

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    Stephen King polemiza ao defender “qualidade” sobre diversidade no Oscar

    14 de janeiro de 2020 /

    O escritor Stephen King causou polêmica nas redes sociais ao decidir opinar sobre o que muitos chamam de “mimimi” da diversidade no Oscar 2020. Neste ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA voltou a sofrer críticas por indicar poucos atores de “cor” (negros, latinos, asiáticos, etc) e poucas mulheres em áreas de maior impacto criativo. “Como um escritor, eu posso ser indicado em apenas três categorias: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, e Melhor Roteiro Original. Para mim, o problema da diversidade – da forma que se aplica aos atores e diretores individualmente – não surgiu. Dito isto, eu nunca consideraria a diversidade quando o assunto é arte. Somente a qualidade. Para mim, fazer o contrário é errado”, ele escreveu. O post dividiu opiniões. Angie Thomas, autora do livro “O Ódio Que Você Semeia”, foi uma das milhares de questionou o colega de profissão. “E quem determina o que é qualidade?”, ela ponderou. Outra seguidora escreveu: “Com todo respeito, eu acho que isso é injusto. Quando filmes criados por pessoas de cor são constantemente ignorados por instituições que são predominantemente formadas por homens brancos, há uma parcialidade explícita.” “Como sua fã, é doloroso ler isso vindo de você. Isso implica que diversidade e qualidade não podem ser simultâneas. Estes não são conceitos separados. Qualidade está em todo lugar, mas a maioria das indústrias só acredita na qualidade de uma parcela da população”, questionou outra. A escritora brasileira Bel Rodrigues também se manifestou, obtendo quase 5 mil curtidas em sua mensagem: “É fácil considerar só a qualidade quando você consegue se ver em todos os trabalhos de arte que existem.” Diante da reação, King resolveu mudar a abordagem, esquecendo o posicionamento conservador anterior e partindo para uma visão de mundo liberal. “A coisa mais importante que podemos fazer como artistas e pessoas criativas é garantir que todos tenham as mesmas chances, independentemente de sexo, cor ou orientação sexual”, escreveu o autor. “Neste momento, estas pessoas estão muito mal representadas, e não apenas nas artes. Ninguém consegue ganhar prêmios se estiver excluído do jogo”, completou Stephen King, sem sugerir soluções. Uma dessas soluções, quem diria, é fazer exatamente aquilo que ele considerava “errado” no tuíte anterior: chamar atenção para a injustiça social de indicações que priorizam obras de homens brancos aos trabalhos artísticos dos demais segmentos da sociedade, tão bons quanto e muitas vezes melhores que os das classes privilegiadas. Conservadores não gostam disso, porque afeta os privilégios de que usufruem, como homens e/ou brancos. Neste ano, Lupita Nyong’o (em “Nós”) e Awkwafina (“A Despedida”) deram shows de interpretações e foram totalmente ignoradas pela Academia, assim como os diretores de seus filmes, respectivamente Jordan Peele e Lulu Wang, porque não têm a cor da qualidade. Já Martin Scorsese fez um longa que, mesmo com 3h30 e a ambição de cobrir décadas da história dos EUA, dá voz apenas a homens brancos. Com essa visão preconceituosa de mundo, “O Irlandês” recebeu 10 indicações ao Oscar!

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    Eternos: Sinopse oficial do novo filme da Marvel referencia Vingadores: Ultimato

    14 de janeiro de 2020 /

    A Marvel divulgou a sinopse oficial do filme “Eternos”, que cita ‘Vingadores: Ultimato’ e, apesar de bastante vaga, confirma que o enredo vai se concentrar na luta entre os personagens do título e seus rivais dos quadrinhos, os Deviantes. “‘Os Eternos’ apresenta um empolgante novo time de super-heróis no Universo Cinematográfico da Marvel, alienígenas antigos que viveram em segredo na Terra por milhares de anos. Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes”, diz o texto. “O elenco incrível inclui Richard Madden (‘Game of Thrones’) como o todo-poderoso Ikaris, Gemma Chan (‘Capitã Marvel’) como a amante da humanidade Sersi, Kumail Nanjiani (‘Silicon Valley’) como o cosmicamente poderoso Kingo, Lauren Ridloff (‘The Walking Dead’) como a super-rápida Makkari, Brian Tyree Henry (‘Brinquedo Assassino’) como o inteligente inventor Phastos, Salma Hayak (‘Dupla Explosiva’) como a líder sábia e espiritual Ajak, Lia McHugh (‘American Woman’) como a eternamente jovem Sprite, Don Lee (‘Invasão Zumbi’) como o poderoso Gilgamesh, Barry Keoghan (‘Dunkirk’) como o indiferente Druig, e Angelina Jolie (‘Malévola: Dona do Mal’) como a implacável guerreira Thena. Kit Harrington (‘Game of Thrones’) foi escalado como Dane Whitman”, completa a sinopse, sem mencionar que Whitman é mais conhecido como o super-herói Cavaleiro Negro. Nos quadrinhos, os Eternos são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. A citação da sinopse a “Vingadores: Ultimato” pode ser justamente uma referência à Thanos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics, alguns anos antes. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. Por conta disso, os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso que Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. A estreia de “Eternos” está marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Tudum: Lana Condor e Noah Centineo vêm a São Paulo para a “Comic Con da Netflix”

    14 de janeiro de 2020 /

    A Netflix anunciou que Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei”, virá a São Paulo na semana que vem para participar do Tudum Festival Netflix. Com isso, o evento ganha cara de uma Comic Con em miniatura. Em sua apresentação oficial, o Tudum foi definido como uma reunião de “experiências” e “ativações” para os fãs das produções do serviço streaming. Para quem não fala o idioma marketês, isso significa uma espécie de parque temático da Netflix, que vai oferecer “experiências” como gravar um funk como o MC Doni no estúdio de “Sintonia”, tomar um milkshake no Corner Cafe, como a Lara Jean de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, e dar uma espiadinha no futuro num Tarot inspirado em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Não deixa de ser uma espécie de estande vitaminado de Comic Con transformado em evento. Mas o que seria uma Comic Con sem o palco para os convidados internacionais, apenas a parte “Experience”, mudou de patamar com a vinda dos dois astros. Condor e Centineo vêm divulgar a continuação de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, em que Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) não fingem mais ser um casal, eles são um casal. Intitulada “Para Todos os Garotos: P.S. Eu Ainda Amo Você”, a sequência vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro. Não está claro se a vinda do casal será a única atração internacional do evento ou se este é apenas o primeiro anúncio de convidados especiais. Vale lembrar que esse projeto é uma iniciativa de marketing e será totalmente gratuito, diferente da Comic Con Experience, onde o público precisa pagar para assistir à publicidade – painéis de divulgação que revelam trailers, vídeos, pôsteres, datas de estreia, etc. Pra quem não se ligou, o nome Tudum vem do som que acompanha o logotipo da Netflix, exibido na abertura das atrações da plataforma – que a gente aqui acha que soa como “tuduuum”. Além das atrações citadas, a programação promete “experiências” baseadas nas séries “Sex Education”, “Stranger Things”, “Big Mouth”, “Atypical”, “Você” (You) e “The End of the F***ing World”, além do filminho “A Barraca do Beijo” e as atrações brasileiras “Modo Avião” e “Whindersson Nunes: Adulto”. O evento gratuito acontece entre os dias 25 (feriado de aniversário de São Paulo) e 28 de janeiro no Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Mas para comparecer ao evento, os interessados devem se cadastrar com seu CPF no site oficial do Tudum. Outro detalhe importante: menores de 16 anos deverão comparecer acompanhados por um responsável. Para Todos os Festivais Que Já Amei PS: Agora Eu Tenho O Meu. O @noahcent e a @lanacondor estão vindo me visitar na Bienal em SP no #TudumNetflix. O festival vai rolar entre os dias 25 e 28 de janeiro e é gratuito. Passa no link da bio pra garantir o seu ingresso. <3 pic.twitter.com/1olJKR6Owo — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 14, 2020

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    Billie Eilish vai cantar a música-tema de 007: Sem Tempo para Morrer

    14 de janeiro de 2020 /

    A música tema de “007: Sem Tempo para Morrer está sendo gravada por Billie Eilish. A própria cantora anunciou a novidade nas redes sociais, informando que a música também foi composta por ela. Eilish compôs a canção, que ainda não teve seu título revelado, com seu habitual parceiro criativo, o irmão Finneas, tornando-se a mais jovem intérprete de temas dos filmes do agente secreto britânico, aos 18 anos de idade. “É muito louco fazer parte disso, em todos os sentidos. Fazer a música-tema de um filme que é parte de uma franquia tão lendária é uma enorme honra. A franquia James Bond é a mais incrível que existe. Estou em choque até agora”, comentou a jovem artista, em comunicado oficial. O cineasta Cary Joji Fukunaga, que dirigiu “Sem Tempo Para Morrer”, adicionou: “O clube de intérpretes de temas de ‘007’ é bem exclusivo. Eu sou um grande fã de Billie e Finneas. A integridade criativa e o talento deles é incomparável, e mal posso esperar para o público ouvir o que eles trouxeram — uma nova perspectiva cujos vocais vão ecoar por gerações”, prometeu. O “clube” citado pelo diretor inclui artistas como Paul McCartney, Duran Duran, Chris Cornell, Madonna, Tina Turner, Adele, A-ha, Sam Smith, Alicia Keys & Jack White, Shirley Bassey e Carly Simon, entre muitos outros. “007: Sem Tempo para Morrer”, que será o último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig, tem estreia marcada para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos. Billie has written and will perform the theme song for the 25th James Bond film, #NoTimeToDie @007 pic.twitter.com/BrxqLM6ED6 — billie eilish (@billieeilish) January 14, 2020 The #NoTimeToDie title song will be performed by @billieeilish. Billie has written the song with her brother @finneas and is the youngest artist in history to write and record a James Bond theme song. pic.twitter.com/Qd5cYIRlmg — James Bond (@007) January 14, 2020

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