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Filme

Disney revela teaser mafioso de “Gatto”, nova animação da Pixar

Animação acompanha gato preto em Veneza numa história com máfia felina, superstição e vozes de Mark Ruffalo e Laurence Fishburne

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Filme

Fernanda Torres se emociona com relato de Jennifer Lopez sobre “Ainda Estou Aqui”

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11 de junho de 2026
Filme

Glenn Close e Ridley Scott ganham Oscar honorário

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11 de junho de 2026
  • Filme

    Cinema brasileiro fica fora do Oscar 2021

    9 de fevereiro de 2021 /

    O Brasil ficou mais uma vez fora da disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional. O país concorria a uma vaga com o documentário “Babenco: Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, de Barbara Paz, mas não conseguiu passar pela fase eliminatória. Nesta terça (8/1), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou várias listas contendo semi-finalistas em algumas categorias do Oscar 2021, e o filme escolhido pela Academia Brasileira de Cinema (ABC) para representar o país não apareceu entre os 15 que continuam no páreo. A última vez que uma produção brasileira foi indicada à Melhor Filme Internacional aconteceu em 1999, quando a categoria ainda se chamava Melhor Filme em Língua Estrangeira. O feito coube a “Central do Brasil”, que também obteve uma indicação a Fernanda Montenegro como Melhor Atriz. O longa brasileiro perdeu para o italiano “A Vida É Bela”, enquanto Gwyneth Paltrow tirou – controvertidamente – o Oscar de Fernanda com “Shakespeare Apaixonado”. Além da vaga mais cobiçada, a obra de Barbara Paz também tinha esperança de entrar na disputa de Melhor Documentário, após o bom desempenho de “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, no ano passado. Mas isso também não aconteceu. O cinema nacional tampouco conseguiu as indicações que buscava nas categorias de Curta Animado, onde alimentava sonhos com “Umbrella”, de Helena Hilario e Mario Pece, e de Curta Documental, na qual buscava encaixar “Carne”, da diretora Camila Kater. Nenhum desses filmes contou com apoio do governo brasileiro para conseguir suas indicações, graças à paralisação da Ancine e a uma visão ideológica anti-Cultura. Agora, a única chance do país ser representado no Oscar 2021 se concentra em “Bacurau”, com chances remotas nas categorias técnicas. Embora não tenha sido indicado pela ABC ao Oscar Internacional, onde teria chances maiores, o thriller de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho passou a ser considerado elegível para categorias técnicas após seu lançamento nos EUA no ano passado. O feito de um filme brasileiro disputar prêmios com os lançamentos americanos já aconteceu antes com o fenômeno “Cidade de Deus”, que apesar de barrado na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2003, concorreu a nada menos que quatro Oscars em 2004: Melhor Fotografia, Edição, Roteiro e Direção. Os 15 filmes que ainda estão na disputa das cinco indicações de Melhor Filme Internacional são: “Quo Vadis, Aida?” – Bósnia e Herzegovina “El Agente Topo” – Chile “Charlatan” – República Tcheca “Druk – Mais Uma Rodada” – Dinamarca “Nós Duas” – França “La Llorona” – Guatemala “Shaonian de ni” – Hong Kong “Crianças do Sol” – Irã “La Nuit des Rois” – Costa do Marfim “Ya No Estoy Aquí” – México “Håp” – Noruega “Colectiv” – Romênia “Dorogie Tovarishchi” – Rússia “Yangguang Puzhao” – Taiwan, “The Man Who Sold His Skin” – Tunísia E os 15 filmes na disputa de Melhor Documentário são: “Até o Fim: A Luta pela Democracia” “Boys State” “Collective” “Crip Camp: Revolução pela Inclusão” “As Mortes de Dick Johnson” “Gunda” “MLK/FBI” “El Agente Topo” “Professor Polvo” “Notturno” “The Painter and the Thief” “76 Days” “Time” “The Truffle Hunters” “Bem-vindo à Chechênia”

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  • Filme

    Atriz de Borat 2 vai estrelar comédia inspirada nos bastidores de Jurassic World 3

    9 de fevereiro de 2021 /

    A atriz búlgara Maria Bakalova, revelada ao mundo em “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, emplacou seu segundo filme em Hollywood. Ela faz parte do elenco grandioso revelado nesta terça (9/2) pelo diretor e roteirista Judd Apatow (“Descompensada”, “Bem-vindo aos 40”) para nova comédia, intitulada “The Bubble”, que será lançada pela Netflix. Na produção, ela vai aparecer ao lado de vários famosos, como Karen Gillan (“Jumanji: Próxima Fase”), Pedro Pascal (“The Mandalorian”), David Duchovny (“Arquivo X”), Keegan-Michael Key (“A Festa de Formatura”), Fred Armisen (“Moonbase 8”), Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”), além da esposa do diretor, Leslie Mann (“Mulheres ao Ataque”), e sua filha Iris Apatow (“Bem-vindo aos 40”). Com gravações marcadas para a próxima semana em Londres, o longa vai acompanhar um grupo de atores e atrizes presos num hotel, dentro de uma “bolha” de proteção contra a pandemia, enquanto tentam concluir um filme de franquia de grande orçamento. A meta-comédia teria sido inspirada nos bastidores de “Jurassic World: Domínio”, que manteve seu elenco preso durante meses num hotel em Londres para completar as filmagens do blockbuster em meio à pandemia. Apesar da referência, os personagens serão diferentes. O roteiro foi escrito por Apatow em parceria com Pam Brady (“Hamlet 2”). “The Bubble” ainda não possui data de estreia.

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  • Filme

    Disney vai fechar estúdio de Rio, A Era do Gelo e Touro Ferdinando

    9 de fevereiro de 2021 /

    A Disney decidiu fechar a Blue Sky Studios, divisão de animação da antiga 20th Century Fox, que faturou mais de US$ 5 bilhões com o lançamento de 13 filmes de sucesso, incluindo as franquias “A Era do Gelo” e “Rio”, além de “O Touro Ferdinando”, que recebeu indicação ao Oscar, todos com direção do brasileiro Carlos Saldanha. Saldanha não era um dos fundadores da Blue Sky, que surgiu em 1987 quando animadores que trabalharam no primeiro filme “Tron” decidiram se juntar para novos projetos. O estúdio só começou a criar longa-metragens após ser absorvido pela Fox em 1997, em decorrência de sua conquista do Oscar de Melhor Curta Animado com “Bunny”. A parceria com a Fox levou à fase mais bem-sucedida do estúdio, até a Disney entrar em cena e decidir que seus esforços eram irrelevantes. Com o encerramento das atividades da Blue Sky, as propriedades intelectuais do estúdio ainda pertencerão à Disney, mas não há planos para absorver os funcionários que serão demitidos, pois a empresa já possui dois estúdios de animação. A franquia “A Era do Gelo” já tem sua continuidade garantida com a produção de um longa animado para a plataforma Disney+.

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  • Filme

    Conheça o visual diferente do Coringa na nova versão de Liga da Justiça

    9 de fevereiro de 2021 /

    A nova versão do Coringa de Jared Leto, que vai aparecer em “Liga da Justiça”, teve duas novas fotos reveladas. Publicadas antecipadamente pela revista Vanity Fair e acompanhadas por uma entrevista com o diretor Zack Snyder, as imagens mostram o vilão cabeludo e com cicatrizes no rosto, em vez do visual tatuado que Leto adotou em “Esquadrão Suicida”. Além disso, a roupa roxa clássica do personagem foi substituída por uma camisola encardida de hospital. Snyder descreve o novo traje do personagem como “um resquício de sua fuga para a selva” quando o mundo caiu. A participação de Leto vai se resumir a uma cena, que acontece durante um sonho delirante de Batman. “Eu acho que os fãs mereciam isso no universo da DC. Quer dizer, o Coringa de Jared Leto e o Batman de Ben Affleck nunca se encontraram em cena antes. Parecia chato, para mim, criar todo este universo e não ter uma cena sequer dos dois juntos”, disse o diretor na entrevista. No encontro, os dois abordam o assassinato de Robin pelas mãos do Palhaço do Crime, evento que Snyder aludiu em “Batman vs. Superman”, ao mostrar uma armadura do Robin pichada pelo Coringa. “Se fosse existir um outro filme, e obviamente agora ele não deve existir, eu teria feito um flashback em que vemos como o Robin morreu, como o Coringa colocou fogo na mansão Wayne, tudo o que aconteceu entre ele e Bruce”, contou Snyder, praticamente atiçando uma campanha por mais um filme. A nova versão de “Liga da Justiça”, com cerca de quatro horas de duração, muitas cenas inéditas e classificação “R”, indicada para maiores (de 17 anos nos EUA), tem estreia marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max, ainda inédita no Brasil.

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  • Filme,  Música

    Série sobre Aretha Franklin ganha trailer e data de estreia

    9 de fevereiro de 2021 /

    O canal pago National Geographic divulgou o trailer e a data de estreia da 3ª temporada da série biográfica “Genius”, que vai focar a vida e a carreira de Aretha Franklin. Intitulada “Genius: Aretha”, a série chega em 21 de março na TV americana como única produção autorizada sobre a vida da cantora, o que inclui a garantia dos direitos necessários para a utilização de suas músicas. A distinção é relevante num ano em que sua exibição vai competir com um filme sobre a Rainha do Soul. A prévia revela alguns dos momentos marcantes da trajetória de Aretha, desde sua infância como cantora de igreja, passando pelo momento em que foi coroada rainha e seu envolvimento na luta pelos direitos civis. Aretha foi eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone, foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e entre suas inúmeras conquistas contam-se 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis norte-americanos. Portanto, é enorme a responsabilidade da atriz Cynthia Erivo (“The Outsider”) ao dar vida ao ícone musical, bem como da showrunner Suzan-Lori Parks (“Garota 6”) e do produtor-diretor Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”), além de todos os envolvidos. Desenvolvida por Kenneth Biller (criador de “Perception”), Noah Pink (“Esta é sua Morte”) e Suzan-Lori Parks, “Genius: Aretha” também destaca em seu elenco os atores Courtney B. Vance (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), David Cross (“Arrested Development”) e Malcolm Barrett (“Timeless”), entre outros. A estreia da série em março pode ter impacto no lançamento do filme “Respect”, que traz Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”) no papel da cantora e, com o adiamento devido ao coronavírus, só deve chegar aos cinemas em agosto.

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  • Etc,  Filme

    Jean-Claude Carrière (1931 – 2021)

    9 de fevereiro de 2021 /

    O roteirista e intelectual francês Jean-Claude Carrière, de “A Bela da Tarde”, “A Insustentável Leveza do Ser”, “Danton” e “Esse Obscuro Objeto do Desejo”, morreu na segunda-feira (8/2), aos 89 anos, de causas naturais em sua casa em Paris. Carriere teve uma carreira de mais de meio século como escritor, roteirista, ator e diretor, e recebeu uma série de prêmios e reconhecimentos ao longo da vida. As incursões cinematográficas começaram depois de publicar seu primeiro romance em 1957 e conhecer Pierre Etaix (“Rir é o Melhor Remédio”), com quem colaborou em vários projetos, incluindo “Feliz Aniversário” (1962), vencedor do Oscar de Melhor Curta, que os dois escreveram e dirigiram juntos, e os longas “O Pretendente” (1962), “Yoyo” (1965), “Rir é o Melhor Remédio” (1966) e “Esse Louco, Louco Amor” (1969). Entre seus colaboradores frequentes também se destacou o cineasta mexicano-espanhol Luis Buñuel. Carriere e o mestre do surrealismo cinematográfico começaram a relação artística com a adaptação de “O Diário de uma Camareira” (1964), na qual o escritor também estreou como ator, e a parceria se estendeu até o último filme do diretor. Juntos, eles criaram vários clássicos, inclusive o célebre “A Bela da Tarde” (1967), com Catherine Deneuve, “Via Lactea” (1969), “O Fantasma da Liberdade” (1974) e as obras que lhes renderam duas indicações ao Oscar, “O Discreto Charme da Burguesia” (1972) e “Esse Obscuro Objeto do Desejo” (1977). Com mais de uma centena de roteiros escritos, entre textos originais e adaptações, Carriere teve muitos outros parceiros famosos. Na verdade, sua filmografia é quase um compêndio do cinema europeu, repleto de títulos icônicos como “Viva Maria!” e “O Ladrão Aventureiro” (1967), ambos dirigidos por Louis Malle, “A Piscina” (1969) e “Borsalino” (1970), de Jacques Deray, “Procura Insaciável” (1971) e “Valmont – Uma História de Seduções” (1989), de Milos Forman, “Liza” (1972), de Marco Ferreri, “O Tambor” (1979) e “O Ocaso de um Povo” (1981), de Volker Schlöndorff, “Salve-se Quem Puder (A Vida)” (1980) e “Paixão” (1982), de Jean-Luc Godard, “O Retorno de Martin Guerre” (1982), de Daniel Vigne, “Danton – O Processo da Revolução” (1983), de Andrzej Wajda, “A Insustentável Leveza do Ser” (1988), de Philip Kaufman, e muitos outros. Ele também trabalhou com o mestre japonês Nagisa Ôshima, em “Max, Meu Amor” (1986), e com nosso argentino-brasileiro Hector Babenco, em “Brincando nos Campos do Senhor” (1991). Sem parar de escrever, Carriere seguiu produzindo roteiros até a morte. Entre os filmes mais recentes que projetaram suas páginas nas telas estão “À Sombra de Duas Mulheres” (2015), “Amante por um Dia” (2017) e “Le Sel des Larmes” (2020), todos de Philippe Garrel, “Um Mergulho no Passado” (2015), de Luca Guadagnino, “No Portal da Eternidade” (2018), de Julian Schnabel, e “Um Homem Fiel” (2018), de Louis (filho de Philippe) Garrel. Além disso, ele deixou três textos inéditos, atualmente em produção, um deles também dirigido pelo Garrel mais jovem (“La Croisade”). Bibliófilo, apaixonado por desenhos, astrofísica, vinhos, praticante de Tai-Chi-Chuan (arte marcial), disseminador do budismo e amigo do Dalai Lama, Carriere fez mais em sua vida que a maioria das pessoas do mundo, incluindo escrever cerca de 80 livros (entre contos, ensaios, traduções, ficção, roteiros e entrevistas) e várias peças de teatro. No cinema, ainda atuou em mais de 30 filmes e dirigiu quatro curtas, entre eles “La Pince à Ongles” (1969), que foi premiado no Festival de Cannes. Em 2015, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA lhe homenageou com um Oscar honorário por todas as suas realizações.

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    Jamie Lee Curtis junta-se à adaptação do game Borderlands

    8 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Jamie Lee Curtis (“Halloween”) se juntou à Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) e Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) na adaptação do game “Borderlands”, em desenvolvimento no estúdio Lionsgate. Lançado em 2009, “Borderlands” se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei à la “Mad Max”. A trama acompanha quatro “Caçadores de Relíquias” que viajam até Pandora para encontrar um cofre alienígena, que, segundo boatos, contém tecnologia avançada. Só que, para atingir seu objetivo, os caçadores precisam lutar contra a fauna local e a população de bandidos, além de tentar impedir que o chefe de um exército particular alcance o cofre primeiro. Curtis interpretará Tannis, uma arqueóloga que pode ter a chave para encontrar o cofre, e que também possui uma relação complica com Lilith, a ladra vivida por Blanchett. O papel de Hart é do habilidoso soldado Roland. A franquia teve três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. Devido à pandemia de coronavírus, não há previsão para o começo das filmagens ou para a estreia.

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    Michelle Rodriguez vai estrelar adaptação do jogo Dungeons & Dragons

    8 de fevereiro de 2021 /

    Michelle Rodriguez é a primeira atriz confirmada no elenco do novo filme inspirado no jogo de tabuleiro “Dungeons & Dragons”. O nome da estrela da franquia “Velozes e Furiosos” foi anunciado nesta segunda (8/2), junto do ator Justice Smith (“Detetive Pikachu”). Eles se juntam ao anteriormente anunciado Chris Pine (“Mulher-Maravilha 1984”). Nenhum deles teve seus papéis revelados. Nem há detalhes conhecidos sobre a trama da coprodução da Hasbro, eOne e Paramount. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley, especialistas em comédia que dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, grande fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Eles também são os autores do roteiro de “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Segundo o site de Deadline, a proposta dos dois é fazer uma abordagem subversiva do jogo. Passada num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, a adaptação de “Dungeons and Dragons” virou prioridade da Hasbro, que fabrica o jogo de tabuleiro, depois que a empresa comprou seu próprio estúdio de cinema, eOne, em dezembro de 2019. Vale lembrar que “Dungeons and Dragons” já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, que mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica.

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    Michael B. Jordan fecha contrato com Amazon para filmes e séries

    8 de fevereiro de 2021 /

    O ator Michael B. Jordan (“Creed”, “Pantera Negra”) anunciou ter fechado uma parceria com o Amazon Studios para estrelar e produzir novos filmes, séries e conteúdo multimídia. O acordo foi resultado de conversas iniciais para distribuir o filme “Sem Remorso”, que a Paramount desistiu de lançar nos cinemas. A Amazon não só se dispôs a pagar a produção e servir de plataforma para o longa de ação como também pediu prioridade em qualquer projeto futuro do astro. Pelo contrato firmado, o serviço de streaming será o lar dos novos conteúdos desenvolvidos pela produtora de Jordan, Outlier Society, que há menos de um mês contratou a ex-presidente de produção da Paramount, Elizabeth Raposo, para comandar seus negócios. “Trazer o conteúdo de filme, televisão e multimídia da Outlier Society para baixo do mesmo teto é o próximo capítulo empolgante para nós. O alcance global e expansivo da Amazon nos oferece a capacidade de entreter e envolver nosso público de maneiras inovadoras, ao mesmo tempo mantendo nosso compromisso em apoiar uma ampla gama de histórias e contadores de histórias. Estou muito feliz por dar o pontapé inicial na parceria com o lançamento de ‘Sem Remorso'”, disse Jordan, em comunicado. “Sem Remorso” deveria ter sido lançado em outubro passado nos cinemas, mas, devido à pandemia, acabou saindo do calendário de estreias da Paramount. No filme, Jordan interpreta o espião da CIA John Clark, personagem de livros do autor Tom Clancy, o criador de Jack Ryan. E o acordo com a Amazon acaba integrando o longa ao universo original de Clancy na plataforma. Vale lembrar que Clark surgiu como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar seus próprios livros. Por conta desse começo, inclusive, ele já tinha aparecido no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). “Sem Remorso” é baseado no livro homônimo, publicado em 1993, que conta como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal, ao iniciar uma vingança brutal após sua namorada ser morta por um traficante de drogas nos Estados Unidos. A produção foi escrita por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) e dirigida por Stefano Sollima (“Suburra”). Os dois já tinham trabalhado juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado”. Além de Jordan, o elenco inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Cam Gigandet (“Sete Homens e um Destino”), Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”), Brett Gelman (“Stranger Things”), Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”) e Jack Kesy (“The Strain”). A estreia já foi marcada na Amazon para 30 de abril. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan)

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    Bacurau é premiado pelos críticos de Toronto, no Canadá

    8 de fevereiro de 2021 /

    A Associação de Críticos de Cinema de Toronto, no Canadá, considerou “Bacurau” como Melhor Filme Estrangeiro do ano. O longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles superou “Druk – Mais uma Rodada” (da Dinamarca) e “Uma Mulher Alta” (da Rússia), que ficaram em 2º e 3º lugares. Esta é a segunda premiação da crítica norte-americana vencida pela produção brasileira. “Bacurau” já havia vencido a mesma categoria na premiação da Associação de Críticos de Nova York. Lançado nos cinemas norte-americanos em março do ano passado, o filme também foi indicado ao Spirit Awards 2021 (o Oscar do cinema independente).

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    Critics Choice: Mank lidera e Netflix domina indicações ao prêmio dos críticos

    8 de fevereiro de 2021 /

    Os indicados à premiação de cinema dos críticos dos EUA, Critics Choice Awards 2021, foram revelados nesta segunda (8/2), voltando a ressaltar a força com que a Netflix chega na disputa pelos troféus de melhores do ano na temporada. A Netflix emplacou quatro filmes entre os dez que vão concorrer ao prêmio principal: “Mank”, “A Voz Suprema do Blues”, “Os 7 de Chicago” e “Destacamento Blood”. Ou cinco, quando se considera “Relatos do Mundo”, que teve lançamento internacional (mas não nos EUA) pela plataforma. Além destes, a empresa também concorre a prêmios com “Malcom & Marie”, “Pieces of a Woman”, “O Céu da Meia-Noite” e “Rosa e Momo”, totalizando 46 nomeações. Ou 52, ao somar as sete de “Relatos do Mundo”. Líder em indicações, “Mank”, dirigido por David Fincher, foi o título mais celebrado, aparecendo 12 vezes na lista do CCA 2021. O segundo filme mais nomeado foi a produção independente “Minari – Em Busca da Felicidade”, citada 10 vezes, seguida por “A Voz Suprema do Blues”, com oito indicações, e o citado “Relatos do Mundo”. A premiação também inclui categorias televisivas, que foram reveladas anteriormente e que já embutem 26 produções da Netflix. Os vencedores serão anunciados em cerimônia virtual marcada para 7 de março. Confira abaixo a relação completa dos indicados nas categorias cinematográficas do Critics Choice Awards 2021. Melhor Filme “Destacamento Blood” (Netflix) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Mank” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) “Nomadland” (Searchlight Pictures) “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) “Bela Vingança” (Focus Features) “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Ator Ben Affleck – “O Caminho de Volta” (Warner Bros.) Riz Ahmed – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Chadwick Boseman – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Tom Hanks – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Anthony Hopkins – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Delroy Lindo – “Destacamento Blood” (Netflix) Gary Oldman – “Mank” (Netflix) Steven Yeun – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Melhor Atriz Viola Davis – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Andra Day – “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Paramount/Hulu) Sidney Flanigan – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Vanessa Kirby – “Pieces of a Woman” (Netflix) Frances McDormand – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Carey Mulligan – “Bela Vingança” (Focus Features) Zendaya – “Malcolm & Marie” (Netflix) Melhor Ator Coadjuvante Chadwick Boseman – “Destacamento Blood” (Netflix) Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Daniel Kaluuya – “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) Bill Murray – “On the Rocks” (A24/Apple TV+) Leslie Odom, Jr. – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Paul Raci – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Melhor Atriz Coadjuvante Maria Bakalova – “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Amazon Studios) Ellen Burstyn – “Pieces of a Woman” (Netflix) Glenn Close – “Era uma Vez um Sonho” (Netflix) Olivia Colman – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Amanda Seyfried – “Mank” (Netflix) Yuh-Jung Youn – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Melhor Jovem Ator/Atriz Ryder Allen – “Palmer” (Apple TV+) Ibrahima Gueye – “Rosa e Momo” (Netflix) Alan Kim – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Talia Ryder – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Caoilinn Springall – “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) Helena Zengel – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Melhor Elenco “Destacamento Blood” (Netflix) “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Diretor Lee Isaac Chung – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Emerald Fennell – “Bela Vingança” (Focus Features) David Fincher – “Mank” (Netflix) Spike Lee – “Destacamento Blood” (Netflix) Regina King – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Aaron Sorkin – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Roteiro Original Lee Isaac Chung – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Emerald Fennell – “Bela Vingança” (Focus Features) Jack Fincher – “Mank” (Netflix) Eliza Hittman – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Darius Marder & Abraham Marder – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Aaron Sorkin – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Roteiro Adaptado Paul Greengrass & Luke Davies – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Christopher Hampton and Florian Zeller – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Kemp Powers – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Jon Raymond & Kelly Reichardt – “First Cow” (A24) Ruben Santiago-Hudson – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Fotografia Christopher Blauvelt – “First Cow” (A24) Erik Messerschmidt – “Mank” (Netflix) Lachlan Milne – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Joshua James Richards – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Newton Thomas Sigel – “Destacamento Blood” (Netflix) Hoyte Van Hoytema – “Tenet” (Warner Bros.) Dariusz Wolski – “Relatos do Mundo“ (Universal Pictures) Melhor Design de Produção Cristina Casali, Charlotte Dirickx – “A História Pessoal de David Copperfield” (Searchlight Pictures) David Crank, Elizabeth Keenan – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Nathan Crowley, Kathy Lucas – “Tenet” (Warner Bros.) Donald Graham Burt, Jan Pascale – “Mank” (Netflix) Kave Quinn, Stella Fox – “Emma” (Focus Features) Mark Ricker, Karen O’Hara & Diana Stoughton – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Melhor Edição Alan Baumgarten – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Kirk Baxter – “Mank” (Netflix) Jennifer Lame – “Tenet” (Warner Bros.) Yorgos Lamprinos – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Mikkel E. G. Nielsen – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Figurino Alexandra Byrne – “Emma” (Focus Features) Bina Daigeler – “Mulan” (Disney) Suzie Harman & Robert Worley – “A História Pessoal de David Copperfield” (Searchlight Pictures) Ann Roth – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Nancy Steiner – “Bela Vingança” (Focus Features) Trish Summerville – “Mank” (Netflix) Melhor Cabelo e Maquiagem “Emma” (Focus Features) “Era uma Vez um Sonho” (Netflix) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Mank” (Netflix) “Bela Vingança” (Focus Features) “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Hulu) Melhores Efeitos Visuais “Greyhound – Na Mira do Inimigo” (Apple TV+) “O Home Invisível” (Universal Pictures) “Mank” (Netflix) “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) “Mulan” (Disney) “Tenet” (Warner Bros.) “Mulher-Maravilha 1984” (Warner Bros.) Melhor Trilha Sonora Alexandre Desplat – “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) Ludwig Göransson – “Tenet” (Warner Bros.) James Newton Howard – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Emile Mosseri – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Trent Reznor & Atticus Ross – “Mank” (Netflix) Trent Reznor & Atticus Ross – “Soul” (Disney) Melhor Canção Original Everybody Cries – “Posto de Combate” (Screen Media Films) Fight for You – “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) Husavik (My Home Town) – “Festival Eurovision da Canção” (Netflix) Io sì (Seen) – “Rosa e Momo” (Netflix) Speak Now – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Tigress & Tweed – “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Hulu) Melhor Filme de Comédia “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Amazon Studios) “The Forty-Year-Old Version” (Netflix) “O Rei de Staten Island” (Universal Pictures) “On the Rocks” (A24/Apple TV+) “Palm Springs” (Hulu and NEON) “A Festa de Formatura” (Netflix) Melhor Filme em Língua Estrangeira “Druk – Mais uma Rodada” (Samuel Goldwyn Films) “Collective” (Magnolia Pictures) “La Llorona” (Shudder) “Rosa e Momo” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Nós Duas” (Magnolia Pictures)

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    Giuseppe Rotunno (1923 – 2021)

    8 de fevereiro de 2021 /

    Giuseppe Rotunno, o diretor de fotografia que deu imagens para alguns dos filmes mais importantes de Luchino Visconti e os mais delirantes de Federico Fellini, morreu em sua casa em Roma, no domingo (7/2), aos 97 anos. Rottuno começou sua carreira como fotógrafo antes de ser convocado a servir como cinegrafista no exército italiano. Ele virou operador de câmera durante a 2ª Guerra Mundial, estreando no cinema num filme do mestre do neorealismo Roberto Rossellini, “O Homem da Cruz”, em 1943. Ele também operou a câmera dos clássicos “Umberto D.” (1952), de Vittorio de Sica, e “Sedução da Carne” (1954), de Luchino Visconti, antes de estrear como diretor de fotografia na comédia de Dino Risi “Pão, Amor e…” (1955), estrelada por Sophia Loren. A carreira de cinegrafista o levou a novas parcerias com Visconti, em “Noites Brancas” (1957), nas antologias “Boccaccio ’70” (1962) e “As Bruxas” (1967) e nos célebres “Rocco e Seus Irmãos” (1960), “O Leopardo” (1963) e “O Estrangeiro” (1967). Filmou ainda os clássicos “A Grande Guerra” (1959) e “Os Companheiros” (1963), de Mario Monicelli, “Ontem, Hoje e Amanhã” (1963) e “Os Girassóis da Rússia” (1970), de Vittorio de Sica, e “Amor e Anarquia” (1973) e “Dois Perdidos numa Noite de Chuva (1978), de Lina Wertmüller, entre dezenas de outros filmes obrigatórios do cinema italiano. A força de suas imagens lhe abriu as portas em Hollywood, com trabalhos em “A Maja Desnuda” (1958), de Henry Koster, “A Hora Final” (1959), de Stanley Kramer, “Candy” (1968), de Christian Marquand, “Ânsia de Amar” (1971), de Mike Nichols, e “O Homem de la Mancha” (1972), de Arthur Hiller, o que fez com que se tornasse o primeiro membro estrangeiro admitido na American Society of Cinematographers (ASC), o Sindicato dos Diretores de Fotografia dos EUA. A ligação indissolúvel com o cinema de Fellini começou em 1969 com o filme que transformou o nome do diretor em adjetivo, “Satyricon” (1969), marco da estética “felliniana”. Foram sete parcerias ao todo, abrangendo ainda “Roma” (1972), “Amarcord” (1973), “Casanova” (1976), “Ensaio de Orquestra” (1978), “Cidade das Mulheres” (1980) e “E La Nave Va” (1983), que lhe rendeu o prêmio David di Donatello (o Oscar italiano). Em 1979, ele filmou “O Show Deve Continuar”, musical de Bob Fosse que venceu a Palma de Ouro em Cannes e foi indicado a nove Oscars, incluindo Melhor Fotografia. Foi o único reconhecimento da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA ao seu trabalho. Hollywood bateu em peso em sua porta e ele passou os anos seguintes, até meados dos 1990, trabalhando com cineastas como Alan J. Pakula, Fred Zinnemann, Richard Fleischer, Robert Altman, Mike Nichols, Sydney Pollack e Terry Gilliam. Entre suas obras americanas mais famosas incluem-se a adaptação de “Popeye” (1980), de Altman, e a fantasia “As Aventuras do Barão de Munchausen”, de Gilliam. Ao final da carreira, ele voltou para a Itália, onde fotografou seu primeiro terror italiano, “Síndrome Mortal” (1996), de Dario Argento, encerrando a carreira em 1997 com um documentário sobre o amigo que muitas vezes filmou, Marcello Mastroianni. Mesmo após deixar os sets, ele continuou envolvido com as câmeras de cinema, ao ministrar um curso de Direção de Fotografia na Escola Nacional de Cinema da Itália.

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  • Filme

    Universo Star Trek ganha destaque em novo comercial da Paramount+

    8 de fevereiro de 2021 /

    A plataforma Paramount+ divulgou um novo comercial de seu serviço de streaming centrado nas séries da franquia “Star Trek”, que no vídeo é batizada de “Star Trek Universe”. Com narração de Patrick Stewart, o eterno Capitão Picard, o vídeo apresenta personagens das séries “Star Trek: Picard” (o próprio Picard e Sete de Nove), “Star Trek: Discovery” (Michael Burnham e Saru) e da vindoura “Star Trek: Strange New Worlds” (Christopher Pike e Sr. Spock) e enaltece os valores positivos que caracterizam a franquia criada nos anos 1960 por Gene Roddenberry. Além destas três séries, a expansão atual da grife sci-fi também inclui a animação “Star Trek: Lower Decks” e a série de curtas “Short Treks”. Comandado pelo produtor-roteirista-diretor Alex Kurtzman, o “Star Trek Universe” se teleporta para a Paramount+ em 4 de março, quando a plataforma CBS All Access ganha seu novo nome e inicia seu projeto de expansão internacional.

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