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Divulgação/Warner Bros.

Filme|13 de agosto de 2026

Estreias: Dinossauros voltam a dominar os cinemas

O mundo jurássico é tema da sci-fi "O Fim da Rua" e da animação "Patrulha Canina: Uma Aventura Dino"

Os cinemas são invadidos por dinossauros nesta quinta (13/8) com os lançamentos da sci-fi “O Fim da Rua” e da animação “Patrulha Canina: Uma Aventura Dino”. As estreias incluem ainda a aventura medieval “A Morte de Robin Hood”, o terror cult “Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte” e o filme roqueiro “Nimrods: A Green Day Comedy”, além de bons títulos nacionais e o relançamento do final da “Saga Crepúsculo”. Confira a lista completa.


 
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1 🎞️ O FIM DA RUA
2 🎞️ PATRULHA CANINA: UMA AVENTURA DINO
3 🎞️ A MORTE DE ROBIN HOOD
4 🎞️ ACAMPAMENTO MIASMA: ADOLESCÊNCIA, SEXO E MORTE
5 🎞️ NIMRODS: A GREEN DAY COMEDY
6 🎞️ MANUAL DO HERÓI
7 🎞️ COLEGAS E O HERDEIRO
8 🎞️ HONESTINO
9 🎞️ RIO DE CLARICE
10 🎞️ ÓPERA! CANÇÃO PARA UM ECLIPSE
11 🎞️ KATSEYE: WILD HEARTS
12 🎞️ A SAGA CREPÚSCULO: AMANHECER – PARTE 1
13 🎞️ A SAGA CREPÚSCULO: AMANHECER – PARTE 2

🎞️ O FIM DA RUA

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David Robert Mitchell, diretor de “Corrente do Mal”, troca o terror sobrenatural por ficção científica em “O Fim da Rua”, centrado numa família suburbana de 1985. Denise (Anne Hathaway, de “A Odisseia”) e Greg Platt (Ewan McGregor, de “Obi-Wan Kenobi”) atravessam uma crise no casamento enquanto criam os filhos Audrey e Brian. Os problemas domésticos mudam de escala quando um fenômeno cósmico arranca Oak Street de seu lugar e transporta todo o trecho residencial para um ambiente desconhecido.

A rua passa a terminar diante de uma paisagem pré-histórica, cercada por vegetação e dinossauros. Sem saber como aconteceu o deslocamento nem como retornar, os Platt precisam transformar casas, carros e objetos cotidianos em recursos de sobrevivência. O conflito familiar permanece integrado à ameaça externa: permanecer juntos deixa de ser uma questão afetiva e passa a determinar quem consegue atravessar um território em que a estrutura protegida do subúrbio perdeu qualquer utilidade.

Mitchell desenvolveu a ideia depois de imaginar, durante uma caminhada por uma região residencial de Michigan, como seria encontrar um dinossauro naquele ambiente banal. Em vez de seguir o modelo de “Jurassic Park”, as referências são “Poltergeist”, “Baterias Não Incluídas” e outros filmes dos anos 1980 produzidos por Steven Spielberg, obras em que acontecimentos extraordinários invadem espaços familiares. A crítica americana devorou a ideia, com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. J.J. Abrams participa da produção e Michael Giacchino assina a trilha sonora.


 

🎞️ PATRULHA CANINA: UMA AVENTURA DINO

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O 3º longa de “Patrulha Canina” deixa Adventure Bay para levar Ryder e os filhotes a uma ilha tropical desconhecida. Depois que uma tempestade desvia sua embarcação, o grupo descobre um território habitado por dinossauros. Cal Brunker, responsável pelos dois filmes anteriores da franquia, retorna à direção.

O problema começa quando o prefeito Humdinger descobre recursos naturais na ilha e inicia uma operação de mineração. A exploração desperta um vulcão adormecido, deixando animais e habitantes ameaçados por uma erupção. É então que a equipe canina inicia uma série de resgates e enfrentamento de catástrofe muito maiores que suas próprias capacidades.

A produção mantém a combinação de animação, veículos transformáveis e missões de salvamento que levou a série infantil da televisão para o cinema, mas introduz os dinossauros como novo elemento permanente desta aventura. O filme ainda inclui “Bottle Up”, música inédita dos Backstreet Boys criada para a trilha.


 

🎞️ A MORTE DE ROBIN HOOD

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Michael Sarnoski, diretor de “Pig” e “Um Lugar Silencioso: Dia Um”, parte de antigas baladas inglesas para desmontar a imagem romântica de Robin Hood. Hugh Jackman (“Logan”) interpreta o fora da lei já envelhecido, marcado por décadas de violência e muito distante do herói que roubava dos ricos para distribuir aos pobres. Gravemente ferido depois de uma batalha que acreditava ser a última, Robin confronta a diferença entre as histórias construídas em torno de seu nome e os assassinatos que realmente cometeu.

À beira da morte, ele recebe abrigo de uma mulher vivida por Jodie Comer (“Killing Eve”), que cuida de seus ferimentos e lhe oferece a possibilidade de algum tipo de redenção. A recuperação, porém, não elimina os inimigos acumulados durante sua trajetória. Pessoas atingidas por seus crimes continuam atrás dele, obrigando o antigo arqueiro a encarar tanto a violência presente quanto as consequências de uma vida que a tradição transformou em lenda heroica.

Sarnoski se inspirou particularmente nas versões medievais em que Robin aparece como um bandido brutal, anteriores à imagem mais nobre consolidada por adaptações posteriores. O filme preserva elementos da história conhecida, mas os reorganiza como um drama sobre culpa, poder e construção de mitos. A recepção crítica ficou dividida, com 66% de aprovação no Rotten Tomatoes. O destaque positivo é a interpretação física de Jackman, que ajuda na revisão do personagem. Por outro lado, a desconstrução da lenda é excessivamente sombria.


 

🎞️ ACAMPAMENTO MIASMA: ADOLESCÊNCIA, SEXO E MORTE

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Depois de criar uma série cult inexistente, Jane Schoenbrun, cineasta consagrada por “Eu Vi o Brilho da TV”, inventa agora uma franquia inteira de terror que nunca existiu. Dentro da história, “Camp Miasma” começou em 1980, ganhou continuações cada vez piores, produtos, fitas VHS, videogames e uma legião de fãs em torno do assassino Little Death. Décadas depois, o estúdio decide reviver a marca e entrega o projeto a Kris (Hannah Einbinder, de “Hacks”), jovem cineasta saída do circuito de Sundance.

O problema é que a série fictícia carrega uma representação transfóbica no centro de sua mitologia. Kris pretende reescrevê-la e procura Billy Presley (Gillian Anderson, de “Arquivo X”), a sobrevivente do filme original, que abandonou Hollywood e vive reclusa. O encontro leva as duas de volta ao antigo acampamento e transforma a preparação do remake numa relação de atração, obsessão e disputa pela propriedade daquela história, até que elementos da ficção começam a invadir o presente.

Schoenbrun usa o falso legado cinematográfico para discutir quem controla histórias que envelheceram mal e o que acontece quando fãs transformam obras problemáticas em parte da própria identidade. A equipe de arte criou décadas de memorabilia fictícia para dar materialidade à franquia inventada. Exibido na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes, o longa conquistou a Queer Palm e chegou ao circuito com 100% de aprovação nas primeiras dezenas de críticas contabilizadas pelo Rotten Tomatoes.


 

🎞️ NIMRODS: A GREEN DAY COMEDY

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Histórias da juventude do Green Day viram uma comédia ficcional sobre três adolescentes de Kansas City. Tommy (Mason Thames, de “O Telefone Preto”) acredita que a grande chance de sua banda de garagem chega quando recebe um telefonema com um convite para abrir um show do Green Day em Los Angeles na noite de Ano Novo. O que ele não sabe é que tudo não passa de uma pegadinha armada pelo irmão mais velho.

Convencido de que Billie Joe Armstrong realmente ouviu sua fita demo, Tommy rouba o carro do irmão e parte com Fred (Kylr Coffman) e Chad (Ryan Foust) numa viagem de três dias até a Califórnia. A estrada acumula carros quebrados, festas, drogas, brigas e apresentações improvisadas, enquanto a mentira original se torna cada vez mais difícil de sustentar.

O Green Day aparece como ele mesmo, mas o filme não pretende ser a história oficial da banda e sim uma ficção inspirada no que viveram antes do estrelato. A estrutura de road movie aproxima essas memórias de uma história sobre adolescentes que confundem desejo de sucesso com a certeza de que uma oportunidade extraordinária os espera do outro lado do país.

Lee Kirk, de “Ordinary World”, escreveu e dirigiu o filme a partir de relatos de Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt e Tré Cool sobre os anos em que percorriam os Estados Unidos de van, antes do sucesso de “Dookie”. Os três músicos também são produtores e abastecem a trilha com músicas de diferentes fases do grupo.


 

🎞️ MANUAL DO HERÓI

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A produção do Distrito Federal acompanha Agnus (Eduardo Ydiriuá), jovem morador de Ceilândia cuja rotina muda durante um assalto ao ônibus em que volta do trabalho. Uma mulher mascarada interrompe o crime e, antes de desaparecer, entrega a ele um livro misterioso. O manual do herói funciona como passagem para um universo clandestino que sempre existiu ao redor da cidade, dividido entre heróis, vilões e pessoas conhecidas como omissos.

Agnus descobre que o número de heróis está em queda, enquanto vilões negociam uma aliança incomum com os omissos. A principal arma do grupo são “bolhas”, uma tecnologia capaz de drenar a virtude das pessoas e transformar até quem agia de maneira heroica. Sem experiência ou treinamento, o rapaz passa a ocupar uma posição central numa disputa que questiona se coragem depende realmente de poderes especiais.

Fáuston da Silva realiza seu 1º longa de ficção depois de “Meu Amigo Nietzsche”, curta brasiliense premiado em festivais no Brasil e no exterior. O diretor leva a lógica das narrativas de super-herói para bairros e transportes públicos do Distrito Federal, substituindo grandes metrópoles fictícias por Ceilândia e Brasília. O resultado lembra filmes de Robert Rodriguez e séries do canal infantil Nickelodeon, e poderia fazer muito sucesso nesse último formato.


 

🎞️ COLEGAS E O HERDEIRO

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A nova comédia de Marcelo Galvão retoma os personagens de “Colegas” (2012), filme vencedor do Festival de Gramado e protagonizado por atores com síndrome de Down. A continuação reencontra Stalone (Ariel Goldenberg) e Aninha (Rita Pokk), que agora vivem num hotel decadente em Punta del Este, no Uruguai. Após a morte do proprietário, eles se veem numa disputa pela herança: Stalone acredita que o imóvel lhe pertence, enquanto Magrelo, jovem autista criado como filho adotivo pelo falecido, também diz ter direito sobre a propriedade. Sem esperar pela leitura do testamento, Stalone decide convidar os moradores do Instituto Santa Lúcia para passar uma temporada no hotel.

É aí que a continuação muda de protagonistas. Fernanda, Letícia, Duda e Igor, novos alunos do instituto, decidem cair na estrada sem autorização da escola. A viagem clandestina se transforma no centro da aventura e leva o trio a reencontrar Márcio (Breno Viola), desaparecido da vida de Stalone e Aninha desde os acontecimentos do primeiro filme. Os novos personagens precisam recorrer à ajuda dele para atravessar os imprevistos do percurso e finalmente alcançar o hotel onde a disputa pela herança os espera.

Marcelo Galvão, novamente responsável por roteiro e direção, mantém assim os três personagens originais como ligação entre os filmes, mas entrega a jornada a uma nova turma de atores com deficiência intelectual. Além disso, o deslocamento até o Uruguai recupera a estrutura de road movie de “Colegas” para abordar autonomia, amizade e o direito desses jovens de tomar decisões, mesmo quando os adultos ao redor consideram que precisam decidir por eles. O longa passou pela 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e recebeu menção honrosa no Los Angeles Brazilian Film Festival, antes de chegar ao circuito comercial.


 

🎞️ HONESTINO

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O documentário recupera a trajetória de Honestino Guimarães, uma das principais lideranças estudantis brasileiras durante a ditadura militar. Aluno de Geologia da Universidade de Brasília, ele participou do movimento estudantil a partir dos anos 1960, chegou à presidência da União Nacional dos Estudantes e foi preso cinco vezes por sua militância. Em 1973, aos 26 anos, foi sequestrado por agentes da repressão e nunca mais voltou para casa. Seu corpo permanece desaparecido.

Aurélio Michiles, que estudou na UnB no mesmo período, reconstrói essa trajetória por meio de cartas, poemas, fotografias, documentos e imagens de arquivo, além de depoimentos de familiares, amigos e antigos militantes. O filme acompanha o estudante desde a organização política dentro da universidade até a clandestinidade, passando pelas prisões e pela decisão de permanecer no Brasil mesmo diante do avanço da repressão.

O filme incorpora cenas ficcionais com Bruno Gagliasso no papel de Honestino, sem tentar transformar toda a história numa cinebiografia dramatizada. As reconstituições funcionam ao lado dos documentos e testemunhos para dar corpo a episódios dos quais não existem registros visuais. O resultado também confronta uma ausência material deixada pela ditadura: recuperar a vida do personagem implica lidar com um desaparecimento forçado que impediu a família de conhecer as circunstâncias de sua morte ou sepultar seus restos.


 

🎞️ RIO DE CLARICE

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“Rio de Clarice” reúne cinco histórias de Clarice Lispector num longa concebido e dirigido exclusivamente por mulheres. “Feliz Aniversário”, “Amor”, “Preciosidade”, “A Bela e a Fera ou A Ferida Grande Demais” e “Mal-estar de um Anjo” acompanham personagens de diferentes idades em momentos aparentemente cotidianos que produzem rupturas na maneira como percebem a própria vida. Nicole Allgranti, sobrinha-neta da escritora, idealizou o projeto e divide o roteiro com a biógrafa Teresa Montero.

Os episódios preservam a ideia de epifania recorrente na obra de Clarice, mas transferem os textos para situações e personagens contemporâneos. Em “Feliz Aniversário”, uma reunião familiar em torno de uma mulher de 89 anos expõe ressentimentos antigos; “A Bela e a Fera” coloca uma mulher de classe alta diante de uma pessoa em situação de rua; e “Mal-estar de um Anjo” acompanha uma passageira durante uma viagem noturna de táxi após uma sessão de análise. Letícia Isnard, Letícia Spiller e Lucélia Santos estão entre as protagonistas do conjunto.

Cada segmento recebeu a direção de uma cineasta de geração diferente: Allgranti, Taciana Oliveira, Maria Luiza Aboim, Barbara Kahane e Eunice Gutman. Filmado integralmente em Teresópolis, o projeto troca a cidade explicitamente reconhecível por espaços capazes de funcionar como extensão dos estados interiores das personagens, aproximando os cinco textos escritos em diferentes momentos da carreira de Clarice dentro de uma única estrutura cinematográfica.


 

🎞️ ÓPERA! CANÇÃO PARA UM ECLIPSE

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A produção italiana transporta o mito grego de Orfeu e Eurídice para um universo contemporâneo construído como espetáculo operístico. No dia do casamento, Eurídice (Mariam Battistelli) é atingida por um tiro e morre diante de Orfeu (Valentino Buzza). Recusando-se a aceitar a perda, ele inicia uma descida ao mundo dos mortos para tentar recuperá-la, reproduzindo a estrutura da lenda que inspirou óperas, peças, poemas e filmes durante séculos.

O Hades surge como o Grand Hades Hotel, espaço em que personagens mitológicos assumem formas modernas. Vincent Cassel (“Cisne Negro”) interpreta Caronte, responsável pela passagem para o outro mundo, enquanto Fanny Ardant (“8 Mulheres”) aparece como Perséfone. A busca de Orfeu atravessa quartos, corredores e ambientes que funcionam como estações de uma viagem entre vida e morte, sempre submetida à condição fundamental do mito: ele precisa confiar que Eurídice o segue sem olhar para trás.

Paolo Gep Cucco e Davide Livermore, diretor de óperas em teatros como o La Scala, usam cinema, cenografia, moda e efeitos visuais para ligar a narrativa a árias de Verdi, Puccini, Mozart, Rossini, Vivaldi, Boito e Gluck. Em vez de filmar uma ópera específica, os diretores reorganizam peças de diferentes compositores para construir uma trilha dramática contínua em torno do mito.


 

🎞️ KATSEYE: WILD HEARTS

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“KATSEYE: Wild Hearts” volta à origem do grupo formado por Daniela, Lara, Manon, Megan, Sophia e Yoonchae a partir do projeto competitivo “Dream Academy”, criado pela HYBE e pela Geffen Records para desenvolver um girl group global segundo métodos associados à indústria do K-pop. Nadia Hallgren, que já havia acompanhado o processo na série documental “Pop Star Academy: KATSEYE”, retorna para registrar o que aconteceu depois da formação definitiva do sexteto.

O documentário combina imagens inéditas, entrevistas com as integrantes e vídeos produzidos pelos EYEKONS, nome adotado pelo fandom, para acompanhar a passagem do período de treinamento ao crescimento internacional. O percurso inclui a pressão do concurso, conflitos internos, desgaste físico e emocional, a explosão de músicas como “Touch”, “Gnarly” e “Gabriela” e a transformação de seis jovens selecionadas numa competição televisiva em artistas submetidas à exposição permanente das redes sociais.

A produção da Interscope Films e da Boardwalk Pictures chega num momento em que o KATSEYE já acumula duas indicações ao Grammy e prepara uma nova etapa de carreira. Hallgren, diretora de “Minha História”, sobre Michelle Obama, desloca o foco do mecanismo de seleção mostrado na série anterior para as consequências do sucesso e para a relação entre artistas e fãs, incluindo terapia, lesões e as dificuldades de preservar alguma intimidade dentro de um projeto concebido desde o início para uma audiência global.


 

🎞️ A SAGA CREPÚSCULO: AMANHECER – PARTE 1

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O penúltimo capítulo da adaptação dos livros de Stephenie Meyer encontra Bella Swan (Kristen Stewart) finalmente casada com Edward Cullen (Robert Pattinson), depois de três filmes em que a mortal dividiu sua vida entre o vampiro e Jacob Black (Taylor Lautner), integrante de uma comunidade de lobisomens. Bill Condon (“Dreamgirls”) assume a direção justamente quando o romance deixa de girar em torno da escolha entre os dois pretendentes e passa a discutir as consequências da decisão de Bella.

A lua de mel leva o casal ao Brasil, mas a gravidez inesperada de Bella interrompe a viagem. O feto se desenvolve em velocidade anormal e consome o corpo da mãe, enquanto Edward e os Cullen procuram uma maneira de salvá-la. Jacob rompe com sua própria alcateia para protegê-la quando os lobisomens concluem que a criança representa uma ameaça que precisa ser eliminada. O parto conduz finalmente à transformação que Bella buscava desde o início da saga.

Lançado originalmente em 2011, o filme marcou uma mudança de escala na franquia e dividiu o último romance em dois longas. A produção também passou pelo Rio de Janeiro e por Paraty para as sequências da lua de mel. “Amanhecer – Parte 1” arrecadou mais de US$ 700 milhões mundialmente e consolidou a decisão comercial de transformar o encerramento literário de Meyer em dois capítulos cinematográficos.


 

🎞️ A SAGA CREPÚSCULO: AMANHECER – PARTE 2

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A “Parte 2” começa imediatamente após a transformação de Bella, agora vampira e mãe de Renesmee. A mudança altera a antiga dinâmica do trio central: Bella já não é o ser humano frágil protegido por Edward e Jacob, enquanto o lobisomem estabelece com a criança uma ligação sobrenatural que encerra o triângulo amoroso construído desde “Lua Nova”. Bill Condon retorna à direção para concluir a história iniciada no filme anterior.

O crescimento acelerado de Renesmee chama a atenção dos Volturi, que interpretam sua existência como uma violação das leis dos vampiros. Para evitar a execução da família, os Cullen reúnem aliados de diferentes partes do mundo capazes de testemunhar que a menina nasceu, em vez de ter sido transformada ainda criança. A preparação para o confronto amplia o universo sobrenatural da franquia e coloca Bella em posição ativa, inclusive com a descoberta de uma capacidade própria de defesa.

O desfecho cinematográfico também altera de forma significativa a resolução do livro ao construir uma extensa batalha que não ocorre como parece inicialmente. O recurso permitiu ao filme levar o confronto com os Volturi a uma dimensão que o texto de Meyer apenas ameaça, sem abandonar a conclusão estabelecida pela autora. O longa encerrou em 2012 uma série de cinco filmes que transformou Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner em nomes associados a um dos maiores fenômenos juvenis daquele período.

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