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Filme

Disney revela teaser mafioso de “Gatto”, nova animação da Pixar

Animação acompanha gato preto em Veneza numa história com máfia felina, superstição e vozes de Mark Ruffalo e Laurence Fishburne

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11 de junho de 2026
Filme

Fernanda Torres se emociona com relato de Jennifer Lopez sobre “Ainda Estou Aqui”

Atriz reagiu a depoimento sobre o impacto do filme brasileiro durante entrevista à revista Variety

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11 de junho de 2026
Filme

Glenn Close e Ridley Scott ganham Oscar honorário

Academia também premiará Floyd Norman, primeiro animador negro da Disney, no Governors Award

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11 de junho de 2026
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    Dia do Sim: Jennifer Garner faz tudo que os filhos querem em trailer de comédia

    11 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Dia do Sim”, comédia estrelada por Jennifer Garner (“De Repente 30”). O vídeo foi disponibilizado em versão dublada em português. Baseado no livro best-seller homônimo de Amy Krouse Rosenthal, o longa gira em torno de um casal estressado de tanto dizer “não” para seus três filhos, que se propõe a passar um dia inteiro dizendo “sim”. A ideia dos pais é fazer todas as vontades dos filhos durante 24 horas e, no processo, voltar a ser pais divertidos. Mas com isso precisarão passar por muitas aventuras e roubadas, enquanto tentam aguentar o ritmo exigido para acompanhar as atividades pedidas durante o dia inteiro. O filme marca um reencontro de Jennifer Garner com o diretor Miguel Arteta, após a parceria em outra adaptação literária infantil, “Alexandre e o Dia Terrivel, Horrível, Espantoso e Horroroso”, de 2014. Além dela, o elenco destaca o venezuelano Edgar Ramírez (“Wasp Network”) como pai, a adolescente Jenna Ortega (“A Babá: Rainha da Morte”) e as crianças Julian Lerner (“From Now”) e Everly Carganilla (“Jane the Virgin”) como os filhos. A estreia está marcada para 12 de março

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  • Filme

    Atrizes de Guardiões da Galáxia já terminaram filmagens de Thor 4

    11 de fevereiro de 2021 /

    A participação dos Guardiões da Galáxia em “Thor: Love and Thunder” será bem pequena. Depois de apenas duas semanas de filmagens, as atrizes Karen Gillan, que interpreta Nebula, e Pom Klementieff, que interpreta Mantis, revelaram no Instagram que já não estão mais na Austrália, onde o filme está sendo rodado. Klementieff postou uma foto descendo no aeroporto de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, para retomar suas filmagens da franquia “Missão: Impossível” com Tom Cruise, enquanto Gillan compartilhou uma imagem do aeroporto de Heathrow, em Londres, confidenciando aos fãs: “Acabei de viajar 25 horas da Austrália para Londres. Nunca havia viajado tanto tempo antes.” Karen Gillan ainda acrescentou: “Também, no caso de você estar se perguntando, estou começando uma nova quarentena novamente. Então, eu fiz uma quarentena de 14 dias na Austrália e depois trabalhei, e agora voltei e estou fazendo outra quarentena, então prepare-se para algum conteúdo de quarentena estranho vindo em sua direção.” Escrita pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), a trama do quarto filme de Thor vai refletir o final de “Vingadores: Ultimato”, que mostrou o herói (interpretado por Chris Hemsworth) embarcando na nave dos Guardiões da Galáxia para compartilhar aventuras com a equipe. Mas o mais interessante é que, enquanto isso acontece, Jane Foster (Natalie Portman) passará a assumir o lugar de Thor na Terra. A estreia está marcada para maio de 2022.

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    Foto apresenta a Ana Bolena negra de Jodie Turner-Smith

    11 de fevereiro de 2021 /

    O canal britânico Channel 5 revelou a primeira foto de Jodie Turner-Smith (“Queen & Slim”) como Ana Bolena, a célebre segunda esposa do rei inglês Henrique VIII, que foi famosamente decapitada em 1536. A história da rainha inglesa já foi contada várias vezes no cinema e na TV, mas será a primeira vez que será encenada com uma atriz negra e com a perspectiva da controversa personagem, que levou a Inglaterra a abandonar o catolicismo, mudando a história do mundo. Volúvel ao extremo, Henrique VIII criou uma nova religião para poder se casar com Ana Bolena em 1533, a Igreja Anglicana, porque na época a Igreja Católica não permitia divórcio nem aceitou seus argumentos para anular seu primeiro casamento com Catarina de Aragão. Mas o reinado de Bolena durou pouco, apenas três anos. Um dia depois de sua decapitação, o rei se casou com Jane Seymour. A mãe da futura rainha Elizabeth 1ª foi executada em 1536 na Torre de Londres depois de cair em desgraça com o rei da dinastia Tudor e perder uma batalha política para inimigos na corte, como Thomas Cromwell. A produção da NBCUniversal, dona americana do Channel 5, é uma minissérie de três partes, escrita pela atriz Eve Hedderwick Turner (“Alice Através do Espelho”), e explorará os últimos meses da vida de Ana Bolena pela perspectiva da rainha. Em clima de suspense psicológico, acompanhará enquanto ela luta para sobreviver, para garantir um futuro para a filha e para desafiar o patriarcado poderoso que a oprime, segundo a sinopse oficial. O elenco ainda inclui Mark Stanley (“Criminal: Reino Unido”) como Henrique VIII, além de Paapa Essiedu (“Gangs of London”), Lola Petticrew (“Dating Amber”), Barry Ward (“White Lines”), Jamael Westman (“Animals”), Amanda Burton (“White House Farm”) e Thalissa Teixeira (“Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”), que tem pai brasileiro e foi criada em Salvador.

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    Festival de Berlim seleciona filme brasileiro sobre invasão de terras indígenas

    11 de fevereiro de 2021 /

    O filme “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi, foi selecionado para participar da mostra Panorama do Festival de Berlim 2021, que este ano vai acontecer virtualmente, a partir do dia 1º de março. Bolognesi já esteve na Berlinale em 2018, quando recebeu uma menção honrosa pelo documentário “Ex-Pajé”, que também retratava a vida de povos indígenas. Graças ao trabalho desenvolvido anteriormente, ele contou com a ajuda do líder político e xamã Davi Kopenawa Yanomami para escrever o roteiro e estrelar o novo longa – uma coprodução entre a Gullane e a Buriti Filmes – , que acompanha o cotidiano de uma aldeia ianomâmi, isolada no norte do país há mais de mil anos. Na trama, os indígenas tentam expulsar garimpeiros invasores, que trazem com eles doenças desconhecidas, para proteger seu território, demarcado legalmente. O tema não poderia ser mais atual, tendo em vista as prioridades com sinais trocados do governo Bolsonaro. O Brasil também será representado na próxima edição do festival pela série “Os Últimos Dias de Gilda”, criada e dirigida por Gustavo Pizzi, que foi selecionada para a mostra Berlinale Series. A lista completa de obras selecionadas para a edição de 2021 do evento foi anunciada nesta quinta (11/2) com 15 filmes em sua mostra principal, com a peculiaridade de que todos foram realizados durante a pandemia de coronavírus. “Embora apenas alguns mostrem diretamente o novo mundo em que vivemos, todos eles integram os tempos de incerteza que estamos passando”, disse o diretor artístico da Berlinale, Carlo Chatrianele, em um vídeo que apresentou a seleção. “O sentimento de apreensão está em toda parte.” A lista inclui, entre outras obras, novos filmes da francesa Céline Sciamma (“Retrato de uma Mulher em Chamas”), da alemã Maria Schrader (vencedora do Emmy pela minissérie “Nada Ortodoxa” da Netflix), do romeno Radu Jude (“Aferim!”), do francês Xavier Beauvois (“Dos Homens e dos Deuses”), do mexicano Alonso Ruizpalacios (“Museu”) e do ator alemão-espanhol Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) em sua estreia na direção. Um dos mais velhos festivais do cinema do mundo, a Berlinale, que chega à sua 71ª edição, vai acontecer em duas partes em 2021. A primeira contará com a exibição online dos filmes de 1º a 5 de março, culminando com a premiação dos melhores com os Ursos de Prata e de Ouro. Já a segunda parte contará com a exibição presencial dos filmes, tanto em salas de cinema quanto ao ar livre, e está prevista para acontecer de 9 a 20 de junho, quando serão entregues os prêmios aos vencedores. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luiz Bolognesi (@luizbolognesi66)

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    Cinemas estreiam três filmes no fim de semana

    11 de fevereiro de 2021 /

    A programação de cinemas desta quinta (11/2) apresenta apenas três estreias. São um terror de torturas, uma comédia francesa e um documentário, também francês, sobre o cantor-ator Charles Aznavour (1924–2018). Com o anúncio de que São Paulo ficaria com comércio não essencial fechado nos fins de semana, devido à pandemia de coronavírus, as distribuidoras seguraram seus principais títulos. Mas mesmo com a antecipação da reabertura na semana passada, os principais títulos continuaram guardados, restando ao circuito filmes de menor qualidade ou pouco apelo comercial. Confira os trailers abaixo. #SemSaída | EUA | 2020     Notre Dame | França | 2019     Aznavour por Charles | França | 2019    

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    Larry Flynt (1942 – 2021)

    11 de fevereiro de 2021 /

    O empresário Larry Flynt, fundador da revista masculina Hustler, morreu na quarta (10/2) em Los Angeles aos 78 anos, vítima de insuficiência cardíaca, enquanto lutava contra uma doença degenerativa. Criador de um império empresarial após o sucesso de sua publicação original, que chegou a superar a vendagem da Playboy nos anos 1970, Flynt convivia com uma paralisia dos membros inferiores desde 1978, após levar um tiro nas costas numa tentativa de assassinato. Ele entrou para a História dos EUA ao enfrentar diversas batalhas jurídicas em defesa da liberdade de expressão e regulação da pornografia nos Estados Unidos. Seu mais famoso embate virou um filme de Milos Forman em 1996, “O Povo contra Larry Flynt”, que rendeu indicação ao Oscar para o ator Woody Harrelson ao interpretá-lo. A obra também venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim. Curiosamente, a vitória de Flynt na Suprema Corte dos EUA não foi uma luta a favor do erotismo, mas pelo direito de paródia. Ele venceu um processo por difamação movido pelo evangelista Jerry Falwell, após Flynt publicar um anúncio falso na Hustler que mostrava o religioso dizendo que seu primeiro encontro sexual foi com a mãe. Falwell abriu um processo de US$ 50 milhões e ganhou uma decisão de um tribunal inferior, mas em 1988 a Suprema Corte considerou o anúncio uma paródia e protegido pela Primeira Emenda. A partir daí, Flynt abraçou a militância pela liberdade de expressão, sem nunca abandonar seus negócios eróticos.

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    Diretora de Watchmen vai fazer nova versão do Mágico de Oz

    11 de fevereiro de 2021 /

    “O Mágico de Oz” vai ganhar mais uma versão. A New Line Cinema, divisão da WarnerMedia, está desenvolvendo uma “nova visão” de Dorothy e do mundo de Oz, que pode “aproveitará” elementos do filme clássico “O Mágico de Oz” (de 1939) e dos livros de L. Frank Baum. Segundo a Variety, será uma abordagem diferente daquela que já inspirou muitos filmes ao longos dos anos – e que em breve também materializará nas telas uma nova produção da Universal: a adaptação do musical “Wicked”, grande sucesso da Broadway centrado na Bruxa Malvada do Leste. A produção da New Line será comandada por Nicole Kassell, que dirigiu três episódios de “Watchmen” e venceu o Emmy como produtora da série. “Embora o musical de 1939 faça parte do meu DNA, estou alegre e humilde com a responsabilidade de repensar uma história tão lendária. A oportunidade de examinar os temas originais – a busca por coragem, amor, sabedoria e lar – parece mais oportuna e urgente do que nunca. Esses são sapatos profundamente icônicos para preencher, e estou ansiosa para dançar ao lado desses heróis da minha infância enquanto pavimentamos uma estrada de tijolos amarelos recém criada!”, disse a diretora em comunicado sobre o projeto. O roteiro da produção foi escrito por Darren Lemke (“Shazam”) e pela dupla Neil Widener e Gavin James (que também assina vindouras continuações de “Terremoto: A Falha de San Andreas” e “Truque de Mestre”).

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    Primeiro teaser de Sonic 2 indica estreia de Tails no cinema

    10 de fevereiro de 2021 /

    A Paramount Pictures divulgou o primeiro teaser da sequência de “Sonic – O Filme”, que se chamará… “Sonic 2 – O Filme”. Apesar de não revelar muito, além da previsão de estreia, o curto teaser indica a chegada de Tails ao cinema, com a inclusão de uma cauda dupla no número 2 do título. Introduzido no videogame “Sonic the Hedgehog 2”, de 1992, Tails é o melhor amigo de Sonic. O personagem é uma jovem raposa de pelo laranja-amarelado, com detalhes em branco, que tem duas caudas peludas e volumosas, numa alusão à kitsune (raposa mágica do folclore japonês), que lhe permitem voar. Embora seja conhecido como Tails, seu nome de batismo é Miles Prower, uma brincadeira feita com as palavras Miles Per Hour (Milhas por Hora). Ainda não há detalhes sobre a trama do novo filme, que será novamente dirigido por Jeff Fowler, responsável pelo primeiro longa, considerado um sucesso por ultrapassar US$ 319 milhões na bilheteria mundial, na véspera do lockdown cinematográfico do coronavírus. A estreia foi marcada para 8 de abril de 2022 – mas hoje em dia todas as datas estão sujeitas à alteração.

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    Warner coloca máscaras em seus personagens por campanha de conscientização

    10 de fevereiro de 2021 /

    A Warner se associou ao CDC (Centro de Controle de Doenças, na sigla em inglês) e ao Ad Council, organização sem fins lucrativos americana que produz, distribui e promove anúncios de serviço público em nome de vários patrocinadores, para uma campanha de conscientização do uso de máscaras de proteção contra o coronavírus. Intitulada “Mask Up America”, a campanha concebida pela parceira apresenta diversos personagens da Warner, como Harry Potter, Mulher-Maravilha, Flash, Arlequina, Coringa, Dr. Evil, Neo, Furiosa, Bilbo, Coringa e até o Rick de “Casablanca”, entre outros, usando máscaras de proteção contra o coronavírus. Confira abaixo como ficam as cenas clássicas do cinema com os personagens mascarados.

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    César 2021: Conheça os filmes indicados ao “Oscar francês”

    10 de fevereiro de 2021 /

    A Academia das Artes e Técnicas do Cinema da França divulgou nesta quarta (10/2) os indicados ao César 2021, premiação equivalente ao Oscar francês. Curiosamente, o filme com maior número de indicações não teve consagração em festivais, o que é reflexo da não realização do Festival de Cannes, onde estava inscrito. O drama romântico “Les Choses Qu’On Dit, Les Choses Qu’On Fait”, conhecido pelo título internacional de “Love Affair(s)”, recebeu 13 indicações, incluindo Melhor Atriz (Camélia Jornada), Ator (Niels Schneider), Diretor (Emmanuel Mouret) e, claro, Melhor Filme. A falta de referência em festivais também acompanha “Adieu Les Cons” (Bye Bye Morons), de Albert Dupontel, que disputa 12 estatuetas. Mas há pelo menos um título bem conhecido entre os mais cotados: “Verão de 85” (Eté 85). O filme de François Ozon, que também concorre a 12 troféus, passou em vários eventos cinematográficos e disputou a premiação da Academia Europeia. Mas também não venceu nenhum prêmio europeu relevante. De fato, o filme mais premiado da lista teve apenas quatro indicações. Trata-se de “Nós Duas” (Deux), que disputa o César de Melhor Atriz com suas duas intérpretes, Martine Chevallier e Barbara Sukowa, além de Melhor Roteiro Original e Filme de Estreia, com o diretor Filippo Meneghetti. Este filme faz parte dos 15 títulos pré-selecionados ao Oscar de Melhor Filme Internacional. Entre os títulos conhecidos no Brasil, a lista do César também inclui o polêmico “Lindinhas” (Mignones), da Netflix, que disputa duas categorias, e o documentário “Adolescentes”, recém-lançado em VOD no Brasil, que concorre a cinco troféus. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Vale observar que, à exceção de “Adieu Les Cons”, todos os filmes citados são produções sobre sexualidade. A 46ª edição do César acontece em 12 de março, em Paris. Melhor Filme “Adieu Les Cons”, de Albert Dupontel “Adolescentes”, de Sébastien Lifshitz “Minhas Férias com Patrick”, de Caroline Vignal “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait”, de Emmanuel Mouret “Verão de 85”, de François Ozon Melhor Direção Albert Dupontel, por “Adieu Les Cons” Maîwenn, por “DNA” Sébastien Lifshitz, por “Adolescentes” Emmanuel Mouret, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” François Ozon, por “Verão de 85” Melhor Atriz Laure Calamy, por “Minhas Férias com Patrick” Martine Chevallier, por “Nós Duas” Virginie Efira, por “Adieu Les Cons” Camélia Jordana, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Barbara Sukowa, por “Nós Duas” Melhor Ator Sami Bouajila, por “Un Fils” Jonathan Cohen, por “Enorme” Albert Dupontel, por “Adieu Les Cons” Niels Schneider, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Lambert Wilson, por “De Gaulle” Melhor Filme Estrangeiro “1917”, de Sam Mendes “Corpus Christi”, de Jan Komasa “O Preço da Verdade”, de Todd Haynes “Druk: Mais Uma Rodada”, de Thomas Vinterberg “A Virgem de Agosto”, de Jonas Trueba Melhor Atriz Coadjuvante Fanny Ardant, por “DNA” Valeria Bruni Tedeschi, por “Verão de 85” Emilie Dequenne, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Noémie Lvovsky, por “A Boa Esposa” Yolande Moreau, por “A Boa Esposa” Melhor Ator Coadjuvante Edouard Baer, por “A Boa Esposa” Louis Garrel, por “DNA” Benjamin Lavernhe, por “Minhas Férias com Patrick” Vincent Macaigne, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Nicolas Mairé, por “Adieu Les Cons” Melhor Atriz Estreante Mélissa Guers, por “A Garota da Pulseira” India Hair, por “Poissonsexe” Julia Piaton, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Camille Rutherford, por “Felicità” Fathia Youssouf, por “Cuties” Melhor Ator Estreante Guang Huo, por “La Nuit Venue” Félix Lefebvre, por “Verão de 85” Benjamin Voisin, por “Verão de 85” Alexandre Wetter, por “Miss” Jean-Pascal Zadi, por “Sou Francês e Preto” Melhor Roteiro Original Albert Dupontel, por “Adieu Les Cons” Caroline Vignal, por “Minhas Férias com Patrick” Emmanuel Mouret, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Filippo Meneghetti & Malysone Bovorashy, por “Nós Duas” Benoît Delépine & Gustave Kerven, por “Apagar o Histórico” Melhor Roteiro Adaptado Olivier Assayas, por “Wasp Network: Rede de Espiões” Hannelore Cayre & Jean-Paul Salomé, por “La Daronne” François Ozon, por “Verão de 85” Stéphanie Demoustier, por “A Garota da Pulseira” Eric Barbier, por “Petit Pays” Melhor Fotografia Alexis Kavyrchine, por “Adieu Les Cons” Antoine Parouty & Paul Guilhaume, por “Adolescentes” Simon Beaufils, por “Minhas Férias com Patrick” Laurent Desmet, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Hichame Alaouié, por “Verão de 85” Melhor Edição Christophe Pinel, por “Adieu Les Cons” Tina Baz, por “Adolescentes” Annette Dutertre, por “Minhas Férias com Patrick” Marital Salomon, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Laure Gardette, por “Verão de 85” Melhor Figurino Mimi Lempicka, por “Adieu Les Cons” Madeline Fontaine, por “A Boa Esposa” Hélène Davoudian, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Anaïs Romand & Sergio Ballo, por “De Gaulle” Pascaline Chavanne, por “Verão de 85” Melhor Design de Produção Carlos Conti, por “Adieu Les Cons” Thierry François, por “A Boa Esposa” David Faivre, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Nicolas De Boiscuillé, por “De Gaulle” Benoît Barouh, por “Verão de 85” Melhor Animação “Calamity, Une Enfance De Martha Jane Cannary”, de Rémi Chayé “Josep”, de Aurel “Petit Vampire”, de Joann Sfar Melhor Documentário “Adolescentes”, de Sébastien Lifshitz “La Cravate”, de Etienne Chaillou & Mathias Théry “Cyrille Agriculteur, 30 Ans, 20 Vaches, Du Lait, Du Beurre, Des Dettes”, de Rodolphe Marconi “Histoire D”Un Regard”, de Mariana Otero “Un Pays Qui Se Tient Sage”, de David Du Fresne Melhor Filme de Estreia “Nós Duas”, de Filippo Meneghetti “Garçon Chiffon”, de Nicolas Maury “Lindinhas”, de Maïmouna Doucouré “Sou Francês e Preto”, de Jean-Pascal Zadi “Un Divan à Tunis”, de Manele Labidi Melhor Trilha Sonora Christophe Julien, por “Adieu Les Cons” Stephen Warbeck, por “DNA” Mateï Bratescot, por “Minhas Férias com Patrick” Jean-Benoït Dunckel, por “Verão de 85” Rone, por “La Nuit Venue”

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    Documentário faz Britney Spears se manifestar: “Cada pessoa tem sua história”

    10 de fevereiro de 2021 /

    O documentário “Framing Britney Spears” (“Enquadrando Britney Spears”, em tradução literal) está dando o que falar nos EUA. E a própria Britney resolveu se manifestar. “Cada pessoa tem sua história e sua opinião sobre as histórias dos outros. Nós todos temos vidas lindas e brilhantes”, afirmou a cantora no Twitter. “Lembre-se, não importa o quanto a gente acha que sabe sobre a vida de uma pessoa. Nada se compara a própria pessoa vivendo sob a lente das câmeras”, continuou. O documentário produzido pelo The New York Times – e lançado na plataforma americana Hulu e no canal pago FX – analisa as polêmicas em torno da cantora, especialmente a ideia de que ela tem problemas mentais que a tornam incapaz e a tutela do pai sobre ela. Com um enfoque que destaca o machismo da mídia e bullying sistemático sofrido pela artista, o filme também destaca o movimento Free Britney, que defende o direito da cantora de decidir seu destino. “O documentário contribui para a conversa crítica que estamos tendo sobre mulheres, representação e trauma”, refletiu a crítica Patricia Grisafi, da emissora americana NBC. “Na tradição de tantas histórias de ‘mulheres loucas’ antes dela, “Framing Britney Spears” se pergunta o que acontece quando a porta é aberta para revelar não uma bruxa que espuma pela boca, mas nuances de um ser humano peculiar, totalmente competente”, acrescentou. Em nota ao final do documentário, o NYT observou que tentou entrar em contato com Britney para que ela participasse do projeto, mas “não está claro se ela recebeu nossos pedidos”. Isso porque a artista está desde 2008 proibida pela Justiça dos EUA de tomar decisões por conta própria. A tutela legal exercida pelo pai por preocupações com a sua saúde mental a obriga a pedir consentimento a ele para quase tudo, embora nestes anos ela tenha continuado a trabalhar como qualquer outro artista, inclusive com uma turnê permanente em Las Vegas. Seu tutor legal também administra todos os seus bens. Confira abaixo os comentários de Britney e o trailer do documentário. Each person has their story and their take on other people’s stories !!!! We all have so many different bright beautiful lives 🌹🌸🌷🌼!!! Remember, no matter what we think we know about a person's life it is nothing compared to the actual person living behind the lens 📷✨ !!!! — Britney Spears (@britneyspears) February 9, 2021

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    Conheça as 15 músicas semi-finalistas do Oscar 2021

    9 de fevereiro de 2021 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA revelou nesta terça (9/2) os 15 títulos pré-selecionados para disputar as cinco indicações da categoria de Melhor Canção Original na peneira do Oscar 2021. E a seleção tem de tudo, de músicas sérias de documentários à canções satíricas de comédia. Assim, a dramaticidade de “Turntables”, de Janelle Momae, que integra “Até o Fim: A Luta Pela Democracia”, e de Mary J Blige em “See What You’ve Done”, que ressoa no documentário “Belly of the Beast”, concorre com “Wuhan Flu”, uma piada de Sacha Baron Coen no filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”. Já houve um tempo em que a Academia destacava canções que marcavam época, como “What a Feeling”, de “Flashdance”, “I Just Called to Say I Loved You”, de “A Dama de Vermelho” ou até mesmo “Take My Breath Away”, de “Top Gun – Ases Indomáveis”, mas uma mudança das regras do Oscar passou a restringir hits para priorizar músicas que fossem parte indissociável dos filmes, fazendo com que canções ouvidas apenas nos créditos finais sejam ignoradas. Isto aumentou a quantidade de músicas de gozação, feitas como piadas de comédias, entre os indicados oficiais. Este ano, além do country de Borat, um electropop satírico da comédia musical “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” também está na disputa por uma indicação. Por outro lado, ainda há espaço para faixas comerciais, como a balada pop “Loyal Brave True”, cantada por Christina Aguilera em “Mulan”, e, reforçando uma tendência dos últimos anos, muito R&B, com destaque para “Fight For You”, de H.E.R., na trilha de “Judas e o Messias Negro”, e “Speak Now”, cantada por Leslie Odom Jr. em “Uma Noite em Miami”. Só não há uma faixa sequer de Sia no desastre chamado “Music”, que só os eleitores do Globo de Ouro acharam bom. Conheça abaixo as 15 canções semi-finalistas do Oscar 2021. “Turntables”, de “Até o Fim: A Luta Pela Democracia”     “See What You’ve Done”, de “Belly of the Beast”     “Wuhan Flu”, de “Borat: Fita de Cinema Seguinte”     “Husavik”, de “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”     “Never Break”, de “Vozes que Inspiram”     “Make It Work”, de “Uma Invenção de Natal”     “Fight For You”, de “Judas e o Messias Negro”     “lo Sì (Seen)”, de “Rosa e Momo”     “Rain Song”, de “Minari – Em Busca da Felicidade”     “Show Me Your Soul”, de “Mr. Soul!”     “Loyal Brave True”, de “Mulan”     “Free”, de “O Grande Ivan”     “Speak Now”, de “Uma Noite em Miami”     “Green”, de “O Som do Silêncio”     “Hear My Voice”, de “Os 7 de Chicago”

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    Sandra Bullock entra em filme de ação estrelado por Brad Pitt

    9 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Sandra Bullock (“Bird Box”) é a mais nova estrela a embarcar no thriller de ação “Bullet Train”, que será estrelado por Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”). Ela se junta a um elenco repleto de estrelas, que inclui Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”), Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”) e Karen Fukuhara (“The Boys”). Os detalhes do papel de Bullock no filme são desconhecidos. Até o presente, a Sony tem se recusado a comentar as informações sobre o elenco. As filmagens teriam começado em outubro, sinalizando que a participação de Bullock é pequena. De todo modo, será a primeira vez que Pitt e Bullock, dois vencedores do Oscar, atuarão juntos. Baseado no romance “Maria Beetle” de Kōtarō Isaka, o filme segue um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. “Bullet Train” é uma produção da Columbia Pictures, com roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”) e direção de David Leitch (“Deadpool 2”).

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