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    Homem-Aranha: Longe de Casa estreia com US$ 100 milhões na China

    30 de junho de 2019 /

    A Marvel já tem um novo blockbuster em cartaz. Uma semana antes de estrear no mercado ocidental, “Homem-Aranha: Longe de Casa” está lotando as salas de cinema da China. Lançado na sexta-feira (28/6), o primeiro filme da Marvel após “Vingadores: Ultimato” fez US$ 98M (milhões), a quarta melhor abertura de um longa baseado em quadrinhos no mercado chinês – atrás de “Vingadores: Ultimato”, “Guerra Infinita” e… “Venom”! Somando estes rendimentos com os US$ 3,8M registrados em Hong Kong – que, tecnicamente, também faz parte da China – , a estreia no território chinês chega a US$ 101,8 milhões. Aproveite e confira abaixo os mais recentes pôsteres chineses da produção. O filme também entrou em cartaz no Japão, onde faturou US$ 9,4 milhões no fim de semana – a segunda maior abertura da Marvel no país, atrás, claro, de “Vingadores: Ultimato” (US$ 13,1M). Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia na quinta-feira (4/7) no Brasil, dois dias depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vingadores: Ultimato adia planos de superar Avatar com relançamento fraco

    30 de junho de 2019 /

    Os Vingadores podem ter derrotado Thanos, mas “Avatar” é um rival muito mais difícil de ser superado. O relançamento de “Vingadores: Ultimato” nos cinemas voltou a colocar o filme da Disney/Marvel no Top 10 das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas não rendeu o necessário para cumprir o objetivo do esforço comercial. Ao todo, a nova versão rendeu US$ 5,5M na América do Norte. Com mais US$ 2,7M vindos do exterior, o quarto longa dos Vingadores agora está com US$ 2,73 bilhões de bilheteria mundial, menos de US$ 30M atrás de “Avatar”. Mas a diferença parece cada vez mais intransponível. O relançamento com cena inacabada e material aleatório foi um último esforço para bater o recorde da sci-fi de James Cameron. O material inédito não empolgou o grande público, engajando apenas marvetes febris. Nem parece que a obra teve horas e horas de cenas cortadas em sua edição final. Para piorar, a Disney nem sequer investiu em finalizar os efeitos da única sequência inédita incluída no caça-níquel – que, por sinal, não acrescenta nada ao resultado final. Sem oferecer uma versão ampliada, como o próprio Cameron fez para esticar os rendimentos de “Avatar”, a Disney pode ter dado adeus à expectativa de recorde mundial. A ironia da situação é que foi a diferença de estratégias que determinou a posição de cada filme. O relançamento de “Avatar” com 9 minutos de cenas “extras de verdade”, com efeitos visuais finalizados, faturou mais de US$ 30M em 2010, justamente a diferença que hoje separa os dois títulos. Como a Disney já confirmou a data de lançamento de “Vingadores: Ultimato” em plataformas digitais para 30 de julho, a produção vai ficar no máximo somente mais quatro semanas em cartaz. “Avatar” segue sendo o rei do mundo.

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    Toy Story 4 mantém liderança e assusta Annabelle 3 nas bilheterias dos EUA

    30 de junho de 2019 /

    Os bonecos horrorosos não tiveram a menor chance contra a fofura de Woody, Buzz Lightyear e companhia. Após massacrar “Brinquedo Assassino” em sua estreia na semana passada, “Toy Story 4” deu um susto enorme em “Annabelle 3: De Volta para Casa” em sua segunda semana em cartaz. A animação da Disney/Pixar somou mais US$ 57,9M (milhões) entre quinta e domingo (30/6), enquanto o terror estreante “Annabelle 3” não conseguiu nem metade dessa arrecadação. Com US$ 20,3M, contentou-se com um 2º lugar que ficou bem distante das expectativas da Warner. A abertura de “Annabelle 3” foi a pior dentre todos os lançamentos do “universo Invocação do Mal”, demonstrando sinais de fadiga da franquia. Até então, o desempenho mais fraco tinha sido “A Maldição da Chorona”, lançado há dois meses com US$ 26,3M em seus primeiros dias na América do Norte. Para dar maior dimensão ao fracasso, o azarão da semana, o musical “Yesterday”, que imagina um mundo em que apenas um cantor amador lembra das canções dos Beatles, abriu em 3º lugar com US$ 17M, muito próximo da renda do terror. Em franco contraste com a continuação horrorosa, “Yesterday” superou prognósticos para se tornar o lançamento mais bem-sucedido da carreira do cineasta inglês Danny Boyle nos Estados Unidos e Canadá. O antigo recordista era “A Praia”, que fez US$ 15,2M em seus primeiros três dias no ano 2000. A estreia de “Yesterday” só vai acontecer no Brasil daqui a dois meses, em 29 de agosto. Enquanto isso, “Toy Story 4” atingiu US$ 236,9M em 10 dias de exibição na América do Norte e quase US$ 500M mundiais. O resto do ranking foi movimentado por outra produção da Disney. O truque do relançamento de “Vingadores: Ultimato” recolocou o filme dos super-heróis no Top 10, na 7ª posição. Mas os US$ 5,5M arrecadados foram insuficientes para atingir a meta que motivou o esforço comercial: superar “Avatar”. Os Vingadores agora estão com US$ 2,73 bilhões de bilheteria mundial, menos de US$ 30M atrás de “Avatar”, mas a diferença parece cada vez mais inatingível. Curioso reparar que, mesmo assim, o longa ficou à frente de “Brinquedo Assassino”, lançado há 10 dias. O terror levou um tombo sobrenatural, do 2º para o 8º lugar, de uma semana para outra. O ranking também registrou a saída de “X-Men: Fênix Negra” e “Godzilla II: Rei dos Monstros” do Top 10, após, respectivamente, quatro e cinco semanas em cartaz e bilheterias irrisórias. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 57,9M Total EUA e Canadá: US$ 236,9M Total Mundo: US$ 496,5M 2. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 20,3M Total EUA e Canadá: US$ 31,2M Total Mundo: US$ 76,2M 3. Yesterday Fim de semana: US$ 17M Total EUA e Canadá: US$ 17M Total Mundo: US$ 24,7M 4. Aladdin Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 305,8M Total Mundo: US$ 874,1M 5. Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Fim de semana: US$ 7M Total EUA e Canadá: US$ 131,2M Total Mundo: US$ 223M 6. MIB: Homens de Preto – Internacional Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 65M Total Mundo: US$ 219M 7. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 841,3M Total Mundo: US$ 2,7B 8. Brinquedo Assassino Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 23,4M Total Mundo: US$ 23,4M 9. Rocketman Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 84,1M Total Mundo: US$ 165,5M 10. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 161,3M Total Mundo: US$ US$ 303,6M

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    A Grande Mentira: Trailer de suspense mostra golpe de Ian McKellen em Helen Mirren

    29 de junho de 2019 /

    A Warner divulgou oito fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado de “A Grande Mentira” (The Good Liar), suspense estrelado por Ian McKellen (“X-Men”) e Helen Mirren (“A Rainha”). A prévia resume a trama, ao mostrar como o velho golpista vivido por McKellen se aproxima da viúva alegre e rica interpretada por Mirren, atraindo suspeitas da família e amigos de seu novo alvo, ao mesmo tempo em que esconde seu passado debaixo do tapete – na verdade, debaixo de um trem de metrô em movimento, como mostra o trailer ao estilo de “House of Cards”. A trama é baseada no romance homônimo de Nicholas Searle. A adaptação foi escrita por Jeffrey Hatcher (“A Duquesa”) e dirigida por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), que voltam a trabalhar com McKellen após “Sr. Sherlock Holmes” (2015). “A Grande Mentira” é o terceiro longa de Condon estrelado por McKellen, numa parceria que se iniciou há 21 anos com um ponto alto da carreira de ambos, “Deuses e Monstros” (1998). O elenco também inclui Russell Tovey (“Years and Years”), Mark Lewis Jones (“Chernobyl”), Jim Carter (“Downton Abbey”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Alfa”) e Celine Buckens (“Cavalo de Guerra”). A estreia está marcada para 5 de dezembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Mrs. Fletcher: Kathryn Hahn vive fantasias sexuais no trailer da nova série do autor de The Leftovers

    29 de junho de 2019 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer de “Mrs. Fletcher”, série de comédia estrelada por Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”). A prévia mostra a atriz no papel-título, fantasiando situações sexuais que viu na internet. Baseada no romance best-seller de Tom Perrotta, autor de “The Leftovers”, a atração vai mostrar como se comporta uma mãe divorciada moderna, após o filho sair de casa para ir para a faculdade. A trama pretende explorar o impacto da pornografia online e das mídias sociais na vida das mulheres da meia idade, acompanhando como Eve Fletcher (Hahn) lida com a descoberta de sua recém-adquirida liberdade em tempos de aplicativos de encontros. Paralelamente, a série também vai mostrar as opções de seu filho Brendan, vivido por Jackson White (da série “SEAL Team”), como calouro na universidade. O elenco também inclui Casey Wilson (“Happy Endings”), Owen Teague (“Bloodline”) e Jen Richards (“Nashville”). Além de ser autor do livro, Perrotta vai assinar os roteiros e trabalhar como produtor ao lado de Jessi Klein (“Inside Amy Schumer”), Sarah Condon (“Looking”) e da cineasta Nicole Holofcener (“Gente de Bem”), que dirigiu o piloto. “Mrs. Fletcher” vai estrear durante o outono norte-americano, entre setembro e novembro, em data ainda não anunciada.

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    Piloto da nova série de Sophia Bush é recusado pela rede CBS

    29 de junho de 2019 /

    A rede americana CBS desistiu de produzir a série “Surveillance”, que seria estrelada pela atriz Sophia Bush (de “One Tree Hill” e “Chicago PD”). O projeto era o último piloto da temporada que ainda não tinha um destino definido no canal. Criada por David C. White (roteirista de “The Bridge”), “Surveillance” foi considerada muito diferente do padrão das séries procedimentais da CBS, rendendo comparações com “Homeland”. Vai ver, o canal imaginou que seria um “NCIS: Washington”. Foi White quem deu a notícia nas redes sociais. “Superchateado que ‘Surveillance’ não vai seguir em frente, mas que experiência incrível foi trabalhar com todas essas pessoas incríveis”, escreveu ele. “Minha garota Sophia Bush é a rainha. Eu queria que todos pudessem ver o que ela fez com Maddy. Foi a alegria de uma vida testemunhar isso. Mal posso esperar pela próxima série que faremos juntos”. A atração traria Bush como a Chefe de Comunicações da NSA (Agência de Segurança Nacional), que vê sua lealdade ser testada ao ter que decidir entre proteger os segredos do governo e os seus próprios. Ironicamente, “Surveillance” foi um dos pilotos mais caros produzidos pela CBS nos últimos anos. Além de contar com Sophia Bush no papel principal, o piloto foi dirigido pela cineasta Patricia Riggen (“Os 33”) e tinha produção do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”). O elenco também incluiu Dennis Haysbert (“24 Horas”), Matthew Modine (“Stranger Things”), Catalina Sandino Moreno (“The Affair”) e Raphael Acloque (“24: Legacy”). A série não deve ser aproveitada em outro canal ou plataforma.

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    Our Boys: Série da HBO sobre a Guerra de Gaza de 2014 ganha trailer e data de estreia

    29 de junho de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer de sua nova minissérie dramática, “Our Boys”, que já é considerado um marco da TV americana. Filmada integralmente em Israel, “Our Boys” repercute o assassinato de três adolescentes judeus raptados por militantes do Hamas em 2014. Após um garoto palestino de Jerusalém Oriental ser queimado vivo em retaliação de extremistas judeus, um agente do departamento de terrorismo interno da Shin Bet – a agência de segurança de Israel – começa a investigar o crime, enquanto os pais do adolescente buscam por justiça e consolo. A história é real e culmina, como resultado das crescentes tensões, na guerra de Gaza de 2014 – chamada pelos israelenses de Operação Margem Protetora. A série está sendo considerada um marco porque será a primeira atração americana exibida no horário nobre dos EUA totalmente falada em árabe e hebraico, acompanhada por legendas. A produção é uma parceria da HBO com a empresa israelense Keshet International, e foi criada por dois roteiristas israelenses e um palestino: Hagai Levi (criador do “Em Terapia” original e “The Affair”), Joseph Cedar (“Norman: Confie em Mim”) e Tawfik Abu-Yael (“Love Letter to Cinema”). Com 10 episódios, “Our Boys” vai estrear em 12 de agosto nos EUA e chega quatro dias depois, em 16 de agosto, na HBO Brasil, com a exibição dos dois primeiros capítulos.

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    Showrunner avisa fãs que Netflix não vai reverter cancelamento de Lucifer

    29 de junho de 2019 /

    Quando a Netflix anunciou a renovação de “Lucifer”, muitos perceberam que, na verdade, o que a plataforma estava anunciando era o cancelamento da série, que terá uma 5ª e última temporada para encerrar sua história em 2020. O detalhe levou os “lucifans” a se mobilizarem e iniciar campanhas precoces para pressionar por mais episódios. Afinal, a tática já tinha dado certo antes, quando “Lucifer” foi cancelado pela Fox ao final de sua 3ª temporada e resgatado pela Netflix. Mas a showrunner da série tratou de jogar água fria nesses planos. Ildy Modrovich foi ao Twitter dizer que o jogo acabou e nada vai mudar o placar. Ela explicou que a decisão da Netflix é irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas agora”, garantindo que não existe a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. “Sabemos que houve muita confusão sobre o recente anúncio de que essa será nossa última temporada. Muitos estão se perguntando se deveriam lutar por mais. E, por mais que estejamos tão tristes quanto muitos de vocês que essa jornada maravilhosa esteja acabando, lutar não vai mudar as coisas agora”, ela escreveu. “Conversamos com nossos parceiros na Netflix e Warner Bros, e vocês deveriam saber que essa decisão foi tomada com muito cuidado e consideração”, acrescentou, sem explicar de onde veio a iniciativa de encerrar a produção com apenas mais 10 episódios. Mas ela deixou claro que a ideia de anunciar simultaneamente a renovação e o cancelamento foi uma forma de neutralizar as manifestações de protestos dos fãs. “É porque sabemos o quão apaixonados e devotos são nossos fãs (e nós!) que quiseram dar a vocês (e a nós!) o tempo necessário para processar as notícias. E, por isso, somos incrivelmente gratos”, escreveu Modrovich, dando a entender que os produtores também foram surpreendidos. Na prática, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. Além disso, vale fazer outra conta. Os 10 episódios da 4ª temporada somados aos 10 do 5º ano totalizam menos capítulos que uma temporada simples de série da TV aberta. Em seu último ano na Fox, a 3ª temporada rendeu 26 episódios. Em números frios, o salvamento da Netflix produziu 20 episódios extras, equivalente a uma temporada a mais, dividida em duas partes. Muito pouco a ser comemorado pelos fãs. Pelo menos, o planejamento antecipado permitirá aos roteiristas realizar uma conclusão definitiva para a história. A message of love for our #Lucifans ??❤️ from me… @Henderson_Joe all the #Lucifer writers and our beautiful cast… @tomellis17 @LaurenGerman @LesleyAnnBrandt @RachaelEHarris @kevinmalejandro @dbwofficial @Aimee_Garcia and @ScarMestevez pic.twitter.com/8aXb6yfJ7c — Ildy Modrovich (@Ildymojo) 26 de junho de 2019

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    Henry Ian Cusick troca The 100 por MacGyver

    29 de junho de 2019 /

    Henry Ian Cusick trocou a série “The 100” por um papel fixo na 4ª temporada de “MacGyver”. O ator, que parece ter feito sua última aparição como Marcus Kane no episódio de “The 100” exibido na terça passada (25/6) nos Estados Unidos, vai viver um militar veterano, muito inteligente e rico chamado Russ em “MacGyver”. A descrição oficial diz que Russ gosta de levar uma vida luxuosa “de ternos caros, carros velozes, jatinhos particulares e uma casa em Monte Carlo”. Ah, e ele também é um mestre na arte da propaganda e da manipulação. A escalação de Cusick acontece após a saída do ator George Eads na temporada passada e a promoção da atriz Levy Tran para o elenco fixo do programa – mudanças que mudaram a dinâmica da série. A última aparição do ator em “The 100” foi como cadáver, após seu personagem ter a consciência transferida para um novo hospedeiro, o jovem Gavin (interpretado por Greyston Holt, de “Bitten”). Entretanto, o IMDb aponta que ele voltará num episódio previsto para daqui a três semanas. Curioso. Vale lembrar que Cusick já fez outra série simultaneamente a “The 100”: “The Passage”, que só durou uma temporada, exibida entre janeiro e março deste ano. A 4ª temporada de “MacGyver” estreará apenas na midseason – isto é, após janeiro de 2020 – nos Estados Unidos.

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    Guerra dos Mundos: Minissérie sci-fi ganha primeiras imagens

    29 de junho de 2019 /

    A Fox divulgou as primeiras fotos da minissérie baseada na sci-fi clássica “Guerra dos Mundos” (War of the Worlds). As imagens destacam os protagonistas Gabriel Byrne (“Hereditário”), Elizabeth McGovern (“Downton Abbey”) e Léa Drucker (“Custódia”), além da atualização da época da história. Com roteiro de Howard Overman (criador de “Misfits”), a trama se passará na Europa dos dias atuais e acompanhará um grupo de sobrevivente de um terrível ataque alienígena. A série terá oito episódios, cada um com 1 hora de duração, dirigidos por Gilles Coulier (“Cargo”) e Richard Clark (“Versailles”). Vale lembrar que esse projeto não tem relação com a minissérie da rede BBC, que adiantou sua primeira imagem em abril. Aquela produção é estrelada por Eleanor Tomlinson (série “Poldark”) e Rafe Spall (“O Ritual”) e vai preservar a época do livro original de H.G. Wells, lançado em 1897. Bastante conhecida, a história já fez sucesso em adaptações para o rádio – quando Orson Wells fez os EUA acreditarem que discos voadores tinham invadido a Terra – e o cinema – inclusive com direção de Steven Spielberg. A produção da Fox foi realizada em parceria com o francês Canal+ e será lançada no final de 2019 na França, com distribuição no começo de 2020 para mais de 50 países pelos canais internacionais da Fox. Além de Gabriel Byrne e Elizabeth McGovern, o elenco inclui Natasha Little (“Absentia”), Daisy Edgar Jones (“Gentleman Jack”), Stéphane Caillard (“Genius”), Adel Bencherif (“Invasão à Londres”), Guillaume Gouix (“Les Revenants”) e Ty Tennant (“Tolkien”).

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    Sessões testes de Aves de Rapina rendem elogios e alertas para a violência do filme

    29 de junho de 2019 /

    O filme “Aves de Rapina” chega aos cinemas apenas no ano que vem, mas as primeiras exibições testes do filme já começaram nos Estados Unidos. Estas sessões são realizadas com público aleatório, que é convidado a ver uma produção sem saber do que se trata com a obrigação de depois preencher um questionário. As respostas são usadas para determinar ajustes na edição ou até mesmo se serão necessárias filmagens adicionais. São raras as vezes em que o filme chega “pronto” numa sessão teste. Mas as reações geradas por “Aves de Rapina” parecem apontar que o longa é uma dessas raridades. Rumores relacionados a espectadores das exibições fechadas começaram a circular nas redes sociais e em blogues geeks, e são todos muito elogiosos. De acordo com esses comentários, de fontes não verificáveis, o único detalhe que talvez seja necessário mudar é a violência. E isso pode se tornar uma imposição da MPA (a associação cinematográfica que determina a classificação etária dos filmes nos Estados Unidos), porque há supostamente cenas de excesso sanguinário na produção. O editor do site geek Discussing Film, Jacob Fisher, foi ao Twitter expor as informações que recebeu, afirmando que o filme deve “testar os limites da classificação para maiores com muitos palavrões, violência e sangue”. Vale lembrar que a classificação etária dos Estados Unidos não acaba em “R” (menores de 17 anos só podem assistir na companhia de adultos responsáveis), mas apenas filmes com cenas muitos fortes de sexo costumam receber o rótulo seguinte, NC-17 (expressamente proibido para menores de 18 anos). Fisher também escreveu: “Ouvi que ‘Aves de Rapina’ é muito bom, muito melhor do que eu pensava. Todos os personagens são aparentemente muito bons (especialmente Ewan), parece que este filme vai ser um acerto para a WB.” Ele não foi o único a se manifestar. Thomas Polito, do blogue geek Omega Underground, acreditou tanto em suas fontes que passou a elogiar o filme como se ele próprio fosse um dos “testers”, a ponto de comparar o longa com o clássico de Quentin Tarantino “Cães de Aluguel” (1992). “’Aves de Rapina’ parece incrível! As pessoas vão adorar as protagonistas, e Máscara Negra será um dos melhores vilões da DC nos cinemas. Classificação ‘R’ está praticamente garantida. Esse filme me lembrou uma outra produção clássica, ‘Cães de Aluguel’. P.S.: A Warner realmente vai apostar em uma franquia de Arlequina.” Para completar, KC Walsh, do Geeks World Wide, garantiu que Canário Negro terá seu tradicional Grito de Canário no filme. A revista Vogue já tinha revelado que o orçamento de “Aves de Rapina” é relativamente barato, o que compensaria um lançamento com classificação “R”. As filmagens custaram US$ 75 milhões, só sendo superadas, entre os filmes de super-heróis da DC, pelos US$ 50 milhões do vindouro filme solo “indie” do Coringa. O valor representa metade do custo de “Mulher-Maravilha” (US$ 150 milhões) e é US$ 100 milhões mais barato que “Esquadrão Suicida” (US$ 175 milhões). Além disso, seria preciso lançar uma uma quadrilogia (quatro filmes) de “Aves de Rapina” para chegar no orçamento de “Liga da Justiça” (US$ 300 milhões). Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título original em inglês, “Birds of Prey (And The Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn)”, o filme vai juntar a Arlequina com o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina. Além da personagem vivida por Margot Robbie, as demais são Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). Já a lista dos vilões destaca Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). Nenhum detalhe oficial da trama foi divulgado até o momento, mas especula-se (vazaram) que o ponto central seja um roubo de diamantes por parte de Cassandra Cain, e que o dono das jóias seria ninguém menos do que vilão Máscara Negra. A estreia está prevista apenas para fevereiro de 2020.

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    Comerciais do relançamento de Vingadores: Ultimato são spoilers do começo ao fim

    29 de junho de 2019 /

    A Marvel divulgou os comerciais do relançamento de “Vingadores: Ultimato” nos cinemas. E se os trailers liberados antes da estreia só mostravam cenas dos primeiros minutos do filme para preservar as surpresas, os novos vídeos liberam geral, com spoilers do começo ao fim. As cenas mostram a volta dos Vingadores mortos, paradoxos da viagem no tempo e até a união de todos os Vingadores no ataque contra Thanos. As novidades do relançamento são uma nova abertura, em que o codiretor Anthony Russo apresenta o filme, um novo fecho com prévia de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, uma homenagem a Stan Lee e uma cena “deletada” e inacabada com o Hulk após os créditos. É pouco, mas os fãs não parecem se importar, pois muitos já viram o filme mais de uma vez sem esse incentivo. Resta saber se vai render os US$ 36 milhões que faltam para “Vingadores: Ultimato” superar “Avatar”. A estreia aconteceu na sexta (28/6) nos Estados Unidos. O lançamento deveria ser global, mas a Disney não anunciou planos de distribuição da nova versão no Brasil. It’s time. See Marvel Studios' #AvengersEndgame on the big screen one more time before it leaves theaters! https://t.co/93jQYXiBfa pic.twitter.com/7bWP8vUkXc — The Avengers (@Avengers) 28 de junho de 2019 Time travel! See Marvel Studios' #AvengersEndgame on the big screen one more time before it leaves theaters: https://t.co/93jQYXAc6I pic.twitter.com/xKzZmeRC58 — The Avengers (@Avengers) 27 de junho de 2019 Relive Endgame one last time. See Marvel Studios' #AvengersEndgame before it leaves theaters! https://t.co/93jQYXiBfa pic.twitter.com/dqSwIQeoue — The Avengers (@Avengers) 26 de junho de 2019

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    Fotos do set revelam o vilão do filme da Viúva Negra

    29 de junho de 2019 /

    Novas fotos das filmagens de “Viúva Negra” em Budapeste, na Hungria, flagraram o vilão do filme. Imagens registram um homem usando uma armadura a bordo de num veículo militar, que é perseguido ou persegue um carro em disparada dirigido pela heroína. Vejam abaixo. Fãs dos quadrinhos da Marvel consideraram a armadura bastante similar ao traje usado pelo vilão Treinador (Taskmaster). Na verdade, não é nada parecida, mas, enfim, as cores são as mesmas. Retratado nos quadrinhos como um mestre de artes marciais e disfarces, ele foi criado por David Michelinie e George Pérez em 1980, nas páginas da revista dos Vingadores. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema), O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”) e o recém-anunciado Ray Winstone (“Noé”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e não possui previsão de estreia. O filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel!

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