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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Marv Wolfman, autor dos quadrinhos, vai escrever a versão televisiva

    4 de agosto de 2019 /

    O autor dos quadrinhos de “Crise nas Infinitas Terras”, mais famosa história da DC Comics, vai trabalhar em sua adaptação televisiva. O nome de Marv Wolfman foi citado pelo roteirista e produtor Marc Guggenheim durante o painel da série “Arrow” no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Wolfman e Guggenheim estão escrevendo juntos o episódio 8 de “Arrow”, que representa a participação da série do Arqueiro Verde no crossover do Arrowverso deste ano, batizado justamente de “Crise nas Infinitas Terras”. A história original de 1985 ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. A inspiração do projeto foi uma iniciativa editorial para simplificar a cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas da DC, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A ideia era juntar todos os personagens de Terras paralelas num mesmo universo coeso, que se reiniciaria após o desfecho do evento. Marv Wolfman e seu parceiro artista George Perez receberam a missão de resolver o problema. A dupla estava em alta na editora, após reinventar a Turma Titã como Novos Titãs e disparar a popularidade dos personagens. E foram eles que conceberam a solução para eliminar o conceito do Multiverso: uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todas as Terras paralelas, reunindo os sobreviventes de outras dimensões na única Terra remanescente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime). O evento foi tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando não só a existência, mas a própria lembrança das outras Terras eliminadas. A versão televisiva de “Crise nas Infinitas Terras” será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”.

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  • Música,  Série

    Juventude da cantora Rickie Lee Jones pode virar série

    4 de agosto de 2019 /

    A rede The CW está nos estágios iniciais de desenvolvimento de uma série baseada na juventude da cantora e compositora Rickie Lee Jones. O presidente do canal, Mark Pedowitz, revelou o projeto durante sua participação, neste domingo (4/8), no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), ao ser questionado sobre potenciais sucessoras de suas séries de protagonistas femininas, “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”, que se encerraram nesta temporada. O projeto tem como título de trabalho “The Horses”, em homenagem a uma das músicas de Jones, e está atualmente em busca de escritor para desenvolver o roteiro de seu piloto. Nascida em Chicago em 1954, Jones teve uma infância agitada, mudando-se com a família para o Arizona, onde cresceu montando cavalos, estudando dança e praticando natação. Quando tinha 10 anos de idade, a família se mudou para Olympia, no estado de Washington, onde seu pai os abandonou. Ao chegar na adolescência, ela fugiu para Kansas City, em busca do pai, e largou a escola no ensino médio. Aos 19 anos, mudou-se novamente, desta vez para Los Angeles, onde começou a tocar em bares. Suas músicas acabaram vencendo dois prêmios Grammy. Relembre abaixo (em vídeo de baixa definição) o maior sucesso da cantora, “Chuck E’s In Love”, que alcançou o 4º lugar nas paradas americanas em 1979.

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  • Série

    Supernatural não terá série derivada, mas pode ganhar revival

    4 de agosto de 2019 /

    O final anunciado da série “Supernatural”, mais antiga produção da rede americana The CW, não vai ter gancho para o lançamento de uma série derivada. A conclusão da 15ª temporada, em 2020, marcará o fim das histórias de caça a monstros da família Winchester. Isto é, até que as estrelas da série, Jared Padalecki e Jensen Ackles, decidam retornar mais adiante para novas aventuras. A revelação foi feita pelo presidente da rede The CW, Mark Pedowitz, durante sua participação, neste domingo (4/8), no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Nós tivemos uma longa e triste discussão sobre concluir ‘Supernatural’. Queríamos ter certeza daquilo que Jensen e Jared realmente queriam. Após tanto tempo, os dois queriam passar mais tempo com suas famílias, e novos desafios”, disse Pedowitz, para salientar que a série não está acabando por decisão da rede. Ele lembrou que os produtores tentaram aprovar dois spin-offs nos últimos anos, tentando se antecipar ao fim da série, mas nenhum agradou. O primeiro foi concebido em 2013, intitulado “Supernatural: Bloodlines”, que iria explorar personagens novos em Chicago. O segundo, concebido em 2017, seria uma versão feminina, “Wayward Sisters”, que reuniria um grupo de garotas já vistas na série, encabeçado por Kathryn Newton (“The Society”). “Nós tivemos discussões sobre isso, mas nada foi adiante. A esta altura ficou claro que a essência da série resume-se a Jensen e Jared”, disse Pedowitz, enterrando planos para manter o universo de “Supernatural” vivo no canal. Entretanto, ele se disse aberto a um projeto de revival, caso os intérpretes dos irmãos Winchester resolvam mudar de ideia e retomar a série daqui a alguns anos. “A série vai acabar do jeito que eles querem. Mas se vocês puderem convencê-los a voltar, eu estou aberto”, ele afirmou. Atualmente em produção, a 15ª temporada de “Supernatural” terá 20 episódios, como de costume. No Brasil, a série é exibida no canal pago Warner e na rede SBT (traduzida como “Sobrenatural”).

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  • Série

    Arrowverso vai ganhar mais séries em breve

    4 de agosto de 2019 /

    O fim da série “Arrow”, prevista para se encerrar na próxima temporada, em meio ao crossover “Crise nas Infinitas Terras”, pode servir para lançar uma nova série derivada. A revelação foi feita pelo presidente da rede The CW, Mark Pedowitz, durante sua participação, neste domingo (4/8), no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Existe a possibilidade de um derivado de ‘Arrow’ focado nos personagens de 2040, mas ainda não discutimos com mais detalhes”, ele afirmou, citando os personagens introduzidos nos flashforwards da 7ª temporada, com destaque para os filhos de Oliver Queen (Stephen Amell), Black Star/Mia (Katherine McNamara) e William (Ben Lewis). “Ainda não sabemos para onde eles vão levar os personagens”, acrescentou. Além dessa informação, Pedowitz deu detalhes adicionais sobre o futuro promissor do Arrowverso no canal. Em primeiro lugar, não há planos para encerrar nenhuma das demais séries da DC Comics que fazem parte da programação da CW. “Esperamos que as outras séries ainda durem por muitos e muitos anos. Nós acreditamos nelas. É um universo rico de possibilidades”. O executivo ainda confirmou que esse universo vai realmente se ampliar em breve. “Nesse momento, estamos olhando para outra propriedade da DC para a próxima temporada”, que não é “Arrow 2040″. Pedowitz se recusou a adiantar qual seria o título. Mas excluiu um resgate de “Constantine” da lista de possibilidades. Originalmente exibida pela NBC, a série de John Constantine acabou cancelada na 1ª temporada, mas o personagem acabou reaparecendo no Arrowverso com o mesmo intérprete, Matt Ryan. Atualmente, ele faz parte do elenco de “Legends of Tomorrow“. De acordo com Pedowitz, Constantine terá importante participação na próxima temporada de “Legends”, principalmente pela grande vilã ser Astra, uma personagem de sua série, e é apenas isso que está planejado para seu futuro.

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  • Filme

    Dublador clássico de Batman será Bruce Wayne no crossover Crise nas Infinitas Terras

    4 de agosto de 2019 /

    Kevin Conroy, mais famoso dublador de Batman, estrela de “Batman: A Série Animada”, que revolucionou as animações da DC Comics em 1992, vai fazer uma participação especial de carne e osso no Arrowverso. Ele foi confirmado no papel de Bruce Wayne no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. O anúncio foi feito pelo presidente da rede The CW, Mark Pedowitz, durante sua participação, neste domingo (4/8), no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). O Bruce Wayne vivido por Conroy será uma versão inspirada em outra animação clássica do herói de Gotham City, “Batman do Futuro”, que ele também dublou. Conroy, por sinal, continua a ser a voz de Batman até hoje, em participações nas novas séries animadas do Scooby-Doo, da Liga da Justiça e dos Jovens Titãs, além de eventuais lançamentos especias de vídeo, como “Batman e Arlequina” e “Batman: A Piada Mortal”, para citar os mais recentes, sem esquecer os aclamados games “Arkham”. Ele também trabalhou como ator em séries clássicas, tendo papéis recorrentes em “Dinastia”, nos anos 1980, e “The Office”, nos 1990. A explicação para a inclusão do Batman do Futuro no crossover é que ele representaria a realidade de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. Isto porque a trama dos quadrinhos que será adaptada para a TV foi uma forma criativa encontrada pela DC para juntar todas as suas dimensões paralelas numa única linha narrativa, sem versões futuras, passadas ou paralelas, via destruição do chamado multiverso. Vale lembrar que Burt Ward, o Robin da série “Batman” dos anos 1960, também vai participar da produção. A história de “Crise nas Infinitas Terras” será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”.

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  • Série

    The 100 vai acabar em sua próxima temporada

    4 de agosto de 2019 /

    A rede americana The CW vai perder outro título emblemático de sua programação. O criador de “The 100”, Jason Rothenberg, anunciou em seu Twitter que a vindoura 7ª temporada da série sci-fi será a última da atração. “Com o final da 6ª temporada a apenas alguns dias de distância, eu tenho algumas notícias agridoces para compartilhar: a 7ª Temporada será a última. Somos eternamente gratos à Warner e CW por sempre nos permitir contar nossa história da maneira que quisemos e concluir o programa em nossos termos. Que passeio incrível foi esse!”, escreveu. O presidente da CW, Mark Pedowitz, confirmou que a decisão de encerrar a série partiu do produtor. “Jason Rothebberg nos disse várias vezes que queria terminar na 7ª temporada. Ele tem outras idéias que gostaria de desenvolver e achou que esse era o caminho certo”, disse Pedowitz durante sua participação, neste domingo (4/8), no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Temos sido muito bons no compromisso de ouvir os criadores e showrunners sobre quando é o momento certo para terminar uma série”, acrescentou. Com o anúncio de seu final, “The 100” vai se juntar a “Supernatural” e “Arrow” nas despedidas impactantes da temporada de 2019-2020 na rede The CW. E isso vai acontecer apenas um ano após o canal encerrar as produções de “Jane the Virgin”, “Crazy Ex-Girlfriend” e “iZombie”, durante a temporada 2018-2019. Jason Rothenberg ainda destacou um detalhe sobre a duração total da produção, num segundo tuíte. “The 100” vai acabar com 100 episódios produzidos ao todo. With #The100 Season 6 finale just days away, I have some bittersweet news to share: Season 7 will be our last. We are eternally grateful to WB & CW for always allowing us to tell our story the way we want to & to wrap the show on our terms. What an incredible ride this has been! — Jason Rothenberg (@JRothenbergTV) August 4, 2019 This is a *gift*. Getting to end the show as we wish is a rare blessing. All the gratitude to WB and The CW for their support over the years. 100 episodes of #The100. What a ride. https://t.co/VjEzDAaMqe — Kim Shumway (@kimshum) August 4, 2019 100 episodes of #the100 How perfect is that? #100ofthe100 — Jason Rothenberg (@JRothenbergTV) August 4, 2019

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  • Filme

    Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw estreia em 1º lugar nos EUA, mas pode dar prejuízo

    4 de agosto de 2019 /

    “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte no final de semana, mostrando a força da franquia. No entanto, os números podem oferecer uma leitura equivocada do “sucesso” da produção. A verdade é que o primeiro spin-off de “Velozes e Furiosos” abriu abaixo das expectativas do mercado, com US$ 60,8M (milhões). Esta é a pior bilheteria dos filmes da saga com participação de Dwayne Johnson. Até então, o desempenho mais modesto tinha sido justamente do filme que marcou a estreia do ator na franquia, “Velozes e Furiosos 5” (2011), com US$ 86,1M em seus primeiros três dias de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O derivado fica, inclusive, atrás de “Velozes e Furiosos 4” (2009), que, sem Johnson, abriu com US$ 70,9M. O filme fez mais sucesso no exterior. No mundo inteiro, “Hobbs & Shaw” atingiu US$ 180M. Entretanto, custou cerca de US$ 200M só de produção (sem os custos de P&A, despesas de cópias e publicidade, na sigla em inglês). Com orçamento de longa da Marvel, precisará de arrecadação equivalente para se pagar. Um fator positivo para as contas do estúdio Universal é que o montante internacional ainda não conta com os lançamentos na China e na Coreia do Sul, onde a franquia sempre rendeu bem. Os dois países só receberão o filme no final do mês. O 2º lugar ficou com “O Rei Leão”, que adicionou mais US$ 38,2M à sua fortuna e já soma US$ 1,1B (bilhão) ao redor do mundo. O novo longa de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, completa o Top 3 com US$ 20M e continua sem lançamento internacional. A estreia no Brasil está marcada para 15 de agosto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 60,8M Total EUA e Canadá: US$ 60,8M Total Mundo: US$ 180,8M 2. O Rei Leão Fim de semana: US$ 38,2M Total EUA e Canadá: US$ 430,8M Total Mundo: US$ 1,1B 3. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 20M Total EUA e Canadá: US$ 78,8M Total Mundo: US$ 78,8M 4. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 360,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 410M Total Mundo: US$ 959,2M 6. Yesterday Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 67,9M Total Mundo: US$ 118,9M 7. The Farewell Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 6,8M Total Mundo: US$ 6,8M 8. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 36M Total Mundo: US$ 53,6M 9. Aladdin Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 350,3M Total Mundo: US$ 1B 10. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 0,8M Total EUA e Canadá: US$ 71,5M Total Mundo: US$ US$ 211,7M

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  • Filme

    James Wan revela fotos da pesquisa de locações para seu próximo filme de terror

    3 de agosto de 2019 /

    O cineasta James Wan usou o Instagram para falar de seu próximo projeto. Ele postou algumas fotos climáticas e misteriosas, feitas durante pesquisa de locações para o filme, que marcará sua volta ao terror após o sucesso do blockbuster “Aquaman”. “Há muita especulação sobre o que é meu próximo projeto”, ele escreveu ao lado das imagens. “Tudo o que posso dizer é que estou super empolgado para voltar às minhas origens independentes com esse thriller para maiores. Uma ideia de terror original (não é um reboot/remake ou nada baseado em material existente) com efeitos práticos e à moda antiga, sem sets com telas verdes gigantes. Só posso falo isso por enquanto”. Conhecido como especialista em filmes de terror, o diretor que originou as franquias “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal” não dirigia um filme do gênero desde “Invocação do Mal 2”, em 2016. Desde então, ele vinha se dedicando a produzir filmes derivados da franquia, obtendo grande sucesso com os spin-offs “Annabelle” e “A Freira”. Ainda sem título, o novo terror está sendo escrito pelo cineasta em parceria com a atriz Ingrid Bisu, que participou de “A Freira”, mas não há detalhes conhecidos da trama. Wan planeja começar a filmar nos próximos meses, em Los Angeles. Ver essa foto no Instagram Interesting things you see whilst location scouting. There’s been a bit of speculation as to what my next project is… all I’ll say is, I’m super excited to go back to my indie roots with this hard-R thriller. An original horror idea (not a reboot/remake or anything based on existing IP) with old school, practical effects and no giant, blue screen sets. That’s all I’ll say for now. Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 2 de Ago, 2019 às 2:40 PDT

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  • Série

    Revival da série Clube do Terror ganha primeiro teaser

    3 de agosto de 2019 /

    O Nickelodeon divulgou o primeiro teaser do revival da série “Clube do Terror” (Are You Afraid of the Dark?), que foi exibida na década de 1990 pelo canal pago infantil. A prévia sugere um tom bem mais assustador que o original. Criado por D.J. MacHale e Ned Kandel, “Clube do Terror” acompanhava um grupo de adolescentes, autodenominado de “Sociedade da Meia-Noite” (Midnight Society), que se reunia de noite, em volta de uma fogueira, para contar histórias assombrosas. Os novos membros da Sociedade da Meia-Noite serão vividos por Sam Ashe Arnold (“Best. Worst. Weekend. Ever.”), Miya Cech (“Mentes Sombrias”), Tamara Smart (“The Worst Witch”), Jeremy Ray Taylor (“It: A Coisa”) e Lyliana Wray (“Strange Angel”). Eles vão se juntar ao longo de apenas três capítulos, todos dirigidos por Dean Israelite (“Power Rangers”) e escritos por BenDavid Grabinski (da comédia de ação “Fora de Rumo”) e Jared Rivet (do terror “Jackals”). A estreia está marcada para 11 de outubro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento para o Brasil.

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  • Série

    Kate Mara vai se envolver com aluno do Ensino Médio na minissérie A Teacher

    3 de agosto de 2019 /

    O canal pago americano FX anunciou a produção da minissérie “A Teacher”. Baseado no longa-metragem de mesmo nome lançado em 2013, a atração terá 10 episódios e já definiu seus protagonistas. Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) vai viver uma professora de Ensino Médio que se envolve com um de seus alunos, interpretado por Nick Robinson (“Com Amor, Simon”). A trama vai mostrar as consequências desse romance ilegal na vida dos dois. O filme original foi escrito e dirigido por Hannah Fidell a partir de um roteiro mínimo, com poucas linhas, e quase tudo improvisado. Resultou num desastre de crítica, com apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes e nota 4,3 no IMDb. O FX decidiu transformar isso em série com a mesma Hannah Fidell à frente do roteiro, direção e produção. Além de estrelar, Kate Mara também será uma das produtoras, ao lado do ator Jason Bateman (“Ozark”). Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Brincando com Fogo: John Cena vira bombeiro-babá em trailer dublado e legendado

    3 de agosto de 2019 /

    A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Brincando com Fogo”, em versões legendada e dublada. A comédia traz o lutador e astro de ação John Cena (“Bumblebee”) numa profissão de machão, que precisa encontrar seu lado suave para cuidar de crianças que sem aviso prévio o transformam em babá. Após salvar três crianças de um incêndio, o bombeiro vivido por Cena vai ter que contar com a ajuda de seus colegas de destacamento para impedir que o trio coloque fogo no QG, enquanto busca os responsáveis pelos jovens perdidos. Além de Cena, os bombeiros incluem Keegan-Michael Key (“O Predador”), John Leguizamo (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”) e Tyler Mane (o Michael Myers do remake de “Halloween”). Já as crianças incendiárias são vividas por Brianna Hildebrand (“Deadpool”), Christian Convery (“Descendentes 3”) e a estreante Finley Rose Slater. O elenco ainda conta com Judy Greer (“Homem-Formiga e a Vespa”). O tema não é novidade para o diretor Andy Fickman, que anteriormente juntou Dwayne Johnson com crianças em “Treinando o Papai” (2007). A estreia está marcada para 8 de novembro nos EUA e apenas 23 de janeiro no Brasil.

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    D.A. Pennebaker (1925 – 2019)

    3 de agosto de 2019 /

    O cineasta D.A. Pennebaker, único documentarista premiado com um Oscar honorário pelas realizações da carreira, morreu na noite de quinta (1/8) de causas naturais, aos 94 anos. Maior mestre dos documentários musicais, ele ficou famoso ao registrar a turnê britânica de Bob Dylan de 1965, que registrou a difícil transformação do cantor folk em roqueiro, e foi indicado ao Oscar por sua cobertura da campanha presidencial de Bill Clinton em 1992. Donn Alan Pennebaker nasceu em 15 de julho de 1925 no subúrbio de Evanston, Illinois. “Penny” formou-se em engenharia mecânica na universidade de Yale, mas nunca seguiu a profissão. Em vez disso, tornou-se documentarista em 1953, ao filmar seu primeiro curta, “Daybreak Express”, que mostrava os trens sujos e abarrotados de Nova York como um retrato encantador, ao som da música de Duke Ellington que lhe servia de título. Foi o primeiro de seus muitos trabalhos em que a música tomou o primeiro plano. “A natureza do filme é musical”, ele disse uma vez, explicando sua preferência. Em 1959, Pennebaker juntou-se a Robert Leacock, Albert Maysles, Terry Filgate e Robert Drew na Drew Associates, produtora que lançou a célebre série documental “Living Camera”. Um dos trabalhos do diretor na série, “Mooney vs. Fowle”, sobre um jogo do campeonato colegial do futebol americano, venceu o prêmio principal no Festival de Cinema de Londres de 1962. Pennebaker e Robert Leacock também foram responsáveis, no início da década de 1960, por desenvolver os primeiros sistemas de câmera capazes de captar de forma sincronizada gravação de imagem e som, no formato de 16mm. A partir dessa inovação, que diminuiu o tamanho das equipes necessárias para registrar filmes documentais, os dois decidiram se juntar numa empresa própria, Leacock Pennebaker Inc. Um curta da companhia, sobre o vocalista de jazz David Lambert, chamou atenção internacional e levou o empresário de Dylan, Albert Grossman, a se aproximar de Pennebaker para filmar a turnê do músico na Inglaterra no ano seguinte. O resultado da filmagem foi o célebre “Don’t Look Back” (1965), um dos melhores documentários musicais de todos os tempos. “Penny” captou a essência de Dylan em sua turnê mais mítica, enfrentando as vaias dos fãs ao tentar se redefinir como cantor de rock, acompanhado por banda e tocando guitarra elétrica. Uma blasfêmia para quem surgiu na cena folk. Uma epifania para a história do rock. Sobre a reação de Dylan ao documentário, Pennebaker disse à revista Time em 2007: “Ele viu o filme pela primeira vez num projetor muito ruim e me disse: ‘Quando tivermos uma projeção melhor eu vou escrever todas as coisas que vamos ter que mudar’. Claro, isso me deixou um pouco triste. Na noite seguinte, nos reunimos novamente e ele se sentou na frente da tela com um caderno amarelo. No final do filme, ele me entregou o bloco em branco. ‘É isso aí que temos mudar’.” A abertura do filme, que mostrava Bob Dylan segurando diversos cartazes com a letra de “Subterranean Homesick Blues”, alternando os textos de forma sincronizada com a música, acabou “viralizando” antes dessa expressão significar o que representa hoje. Exibida de forma separada na TV, virou o primeiro Lyric Video de todos os tempos. Com o impacto desse filme na cena cultural da época, Pennebaker foi registrar outro marco da história do rock, o Festival de Monterey, de 1967. Lançado no ano seguinte como “Monterey Pop” (1968), o filme contou com performances que catapultaram para o estrelato ninguém menos que Janis Joplin e Jimi Hendrix. Mas, por incrível que pareça, nenhuma distribuidora se interessou em adquirir “Monterey Pop” para lançá-lo nos cinemas. Pennebaker acabou fechando com um cine pornô de Manhattan para a estreia. E o filme ficou um ano inteiro em cartaz naquele cinema, com as sessões sempre lotadas. O diretor especializou-se em documentários de rock, filmando shows de John Lennon, Little Richards, Jerry Lee Lewis, Chuck Berry e David Bowie, entre outros. Seu documentário sobre a turnê de “Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1973) é um dos melhores registros da fase glam da carreira de Bowie. Outro de seus trabalhos marcantes foi “Original Cast Album: Company” (1970), que documentou a exaustiva sessão de 18 horas e meia de gravação da trilha sonora do musical da Broadway que estabeleceu o recorde de 14 prêmios Tony, composta por Stephen Sondheim. A exibição causou tumulto no Festival de Nova York, com filas que precisaram ser organizadas pela polícia e agendamento apressado de segunda sessão, tamanha a procura. Infelizmente, devido a questões legais, o filme não encontrou distribuição até 1992, quando a RCA Victor o lançou em vídeo. Em meados dos anos 1970, Pennebaker firmou outra parceria importante com a colega cineasta Chris Hegedus, com quem trabalhou por mais de três décadas. E com quem se casou em 1982. Os dois realizaram um dos documentários musicais mais famosos dos anos 1980, “Depeche Mode: 101” (1989), sobre o show que encerrou a fase mais criativa da banda inglesa – anunciado na época como despedida do Depeche Mode. Mas mudaram totalmente de tema em seu filme mais celebrado da década seguinte. Para “The War Room” (1993), indicado ao Oscar de Melhor Documentário, Pennebaker e Hegedus focaram a campanha presidencial de Bill Clinton em 1992. Como os cineastas não tinham acesso ao próprio Clinton, as filmagens se concentraram nas estratégias políticas orquestradas pelo gerente de campanha James Carville e pelo diretor de comunicações George Stephanopoulos. O sucesso do filme transformou os dois em estrelas. Carville teve aparições em vários filmes e programas de TV e foi o conselheiro político de Hillary Clinton durante sua campanha presidencial de 2008, e Stephanopoulos virou comentarista de política na TV americana. A popularidade desse documentário gerou uma continuação, “The Return of the War Room” (2008), que reuniu os participantes originais para refletir sobre a paisagem da política americana e campanhas políticas da época. Pennebaker recebeu seu Oscar honorário em 2012, na primeira e até hoje única vez que a Academia reconheceu a carreira de um documentarista. E dedicou-o à sua esposa e parceira. Depois disso, ainda fez mais um filme ao lado dela, “Unlocking the Cage” (2016), sobre direitos animais. Do primeiro curta ao último longa, todos os seus filmes mantiveram a mesma característica, uma marca de Pennebaker que influenciou a carreira de muitos documentaristas: a ausência completa de narração e entrevistador. Ele dizia que seus filmes não eram didáticos e preferia ser comparado ao dramaturgo Henrik Ibsen do que a um repórter. “Este é o meu segredo: minha vontade de virar Ibsen. Existem coisas acontecendo o tempo todo com as pessoas. Você não precisa dramatizar nada ou roteirizá-las [para filmar um documentário]”.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Cossover do Arrowverso fica maior com inclusão do herói Raio Negro

    3 de agosto de 2019 /

    O herói Raio Negro vai participar de seu primeiro crossover entre as séries da DC Comics da rede CW. O anúncio foi feito pelo ator Cress Williams, intérprete do herói, em suas redes sociais. “Vocês pediram, vocês conseguiram!”, escreveu o ator para celebrar a participação. Até então, a série do Raio Negro, intitulada em inglês “Black Lightning”, existia fora do Arrowverso – denominação dada às produções derivadas de “Arrrow”. Mas “Crise nas Infinitas Terras” deve mudar este status. Isto porque a trama dos quadrinhos que será adaptada para a TV foi uma forma criativa encontrada pela DC para juntar todas as suas dimensões paralelas numa única realidade, via destruição do chamado multiverso. A história será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Por enquanto, a confirmação de Raio Negro está limitada à participação exclusiva do herói e não de sua série no crossover. Ver essa foto no Instagram You asked for it…you got it!!! #blacklightning #crisisoninfiniteearths #getlit Uma publicação compartilhada por Cress Williams (@cress_williams) em 3 de Ago, 2019 às 9:58 PDT

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