Stargirl: Nova série de super-heróis ganha mais pôsteres, fotos e trailer inéditos
A Warner divulgou mais três pôsteres, cinco fotos e um novo trailer da série “Stargirl”, produção de super-heróis que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta um tom leve de trama adolescente, apesar das referências aos quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem do título. A prévia mostra como a descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança de seu novo padrasto inspira a estudante Courtney Whitmore a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história de Stargirl é complexa e depende de conhecimento prévio dos quadrinhos publicados pela DC Comics nos anos 1940. Quem liga a história da adolescente com o legado da Era de Ouro é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar vira o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, que resolve virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama chama Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, quem criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A estreia está marcada para 18 de maio na DC Universe e um dia depois na rede The CW.
A Grande Luta: Filme infantil de luta-livre ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “A Grande Luta” (The Main Event), filme infantil sobre um garoto franzino que sonha virar campeão de luta-livre da WWE, a liga desse “esporte” nos EUA. Na trama, Leo é um garoto de 11 anos que, apesar de sonhar com luta-livre, sofre bullying na escola. A situação muda quando encontra uma máscara mágica que lhe concede superpoderes. Com o apoio da avó, ele decide entrar no campeonato da WWE e enfrentar adversários adultos musculosos, em busca do título de campeão. O elenco destaca o menino Seth Carr (a versão mirim de Killmonger em “Pantera Negra”) no papel principal e Tichina Arnold (a mãe de “Todo Mundo Odeia o Chris”) como a vovozinha, além de Adam Pally (“Sonic: O Filme”), Lucie Guest (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Ken Marino (“Veronica Mars”), Bodhi Sabongui (“One Million Things”) e Momona Tamada (a versão mirim de Lara Jean em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”). “A Grande Luta” tem direção de Jay Karas, que é mais conhecido por comandar episódios de sitcoms, como “Parks and Recreation”, “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”. Vale observar que a produção é da WWE Films, empresa que realiza os campeonatos americanos de luta-livre, o que pesa tanto na hora do excesso de propaganda quanto na inclusão de astros do “esporte” no elenco da produção. A estreia está marcada para 10 de abril em streaming.
HBO adia minissérie I Know This Much Is True, estrelada por Mark Rufallo
A minissérie “I Know This Much Is True”, estrelada por Mark Rufallo, foi adiada em duas semanas pelo canal pago HBO. Prevista originalmente para 27 de abril, a minissérie vai estrear agora em 10 de maio. A alteração se deve à suspensão do lançamento de outra série, “The Undoing”, com Nicole Kidman e Hugh Grant, que estrearia justamente em 10 de maio e foi remanejada para o final do ano, sem data precisa. “I Know This Much Is True” é descrita pelo canal como “uma saga familiar que segue a vida paralela de irmãos gêmeos idênticos em uma história épica de traição, sacrifício e perdão, tendo como pano de fundo a América do século 20”. Ruffalo interpreta os irmãos Dominick e Thomas Birdsey. Um deles está num hospício, diagnosticado como esquizofrênico, e com a mãe à beira da morte, o outro resolve resgatá-lo e cuidar dele, levando-o para sua vida, ao custo de sua própria sanidade e relacionamentos. O elenco também inclui Melissa Leo (“O Vencedor”), Kathryn Hahn (“Corra!”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Rosie O’Donnell (“Smilf”), Archie Panjabi (“Blindspot”), Imogen Poots (“Natal Sangrento”) e Philip Ettinger (“Confronto no Pavilão 99”). A atração dramática tem seis episódios, todos escritos, dirigidos e produzidos pelo cineasta Derek Cianfrance (de “A Luz Entre Oceanos”). Veja abaixo o trailer oficial com a nova data de estreia, divulgado pela HBO americana.
Detonator lança clipe animado para ensinar crianças a lavar as mãos
O comediante Bruno Sutter divulgou em sua página no YouTube um novo clipe de seu personagem Detonator, cantor da banda de comédia metal Massacration. Voltado para crianças, o vídeo de “Metal Lava a Mão” traz uma versão animada de Detonator e de sua nova banda de garotas metaleiras ensinando a lavar as mãos, como forma de prevenção contra a pandemia de coronavírus. Conhecido após atuar no programa de comédia “Hermes e Renato”, exibido pela MTV no início dos anos 2000, Sutter criou Detonator, “filho do deus metal” e líder do Massacration, numa esquete da atração em 2002. Paródia de bandas de power metal dos anos 1980, como Manowar e Helloween, o Massacration acabou impulsionado pela emissora e chegou a abrir uma turnê nacional do Sepultura, antes de gravar seu primeiro disco em 2005. Em 2012, Detonator abandonou o grupo, alegando estar cansado de uma banda só de macho, com o objetivo de montar um grupo formado por mulheres, que viria a ser conhecido como Detonator e as Musas do Metal. Este projeto lançou o álbum “Metal Folclore: The Zoeira Never Ends…”, o disco ao vivo “Live InSANA” e o EP “DetonaThor”. Mais recente lançamento do grupo, “Metal Lava a Mão” tem letra e música de Sutter e a animação do clipe foi dirigida por Tiago Toshiaki.
Christopher Meloni vai estrelar nova série derivada de Law & Order
O ator Christopher Meloni vai estrelar uma nova série derivada da longeva franquia “Law & Order”, retomando seu famoso papel de Elliot Stabler. Ele voltará a viver o detetive favorito dos fãs de “Law & Order: SVU” numa nova produção de Dick Wolf, que ainda não tem título. A NBC encomendou uma 1ª temporada de 13 episódios, num acordo que dispensa a gravação de um piloto. Sem previsão de estreia, a série vai mostrar que, após sair da divisão de crimes sexuais em 2011 (ao final da 12ª temporada de “SVU”), Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia da cidade de Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o público pode esperar um reencontro, via crossover, entre Stabler e a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay). Mas não deve ser uma reunião muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar do departamento sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Na verdade, Meloni não chegou a um acordo para renovar seu contrato e não foi convidado para gravar um episódio de despedida do personagem. Desde que saiu de “SVU”, Meloni esteve bastante ocupado, aparecendo em adaptações de quadrinhos, como “O Homem de Aço” (2013) e “Sin City: A Dama Fatal” (2014), e várias séries, entre elas “Underground”, “Wet Hot American Summer”, “Happy!”, “Pose”, “Maxxx” e “The Handmaid’s Tale”. Ele também dubla o Comissário Gordon na série animada “Harley Quinn” (da Arlequina).
The Good Doctor se despede de dois atores ao fim da 3ª temporada
A série “The Good Doctor” se despediu de dois integrantes de seu elenco original no final de sua 3ª temporada, exibida na segunda-feira (30/3) nos Estados Unidos. Intitulado “I Love You”, o capítulo trouxe a morte de um personagem e confirmou que outro deixou de fazer parte do elenco fixo da atração. Spoilers. Nicholas Gonzalez, que interpretava Neil Melendez desde o primeiro capítulo, não retornará à série após seu personagem morrer de ferimentos internos sofridos na queda de um prédio. Além dele, Jasika Nicole também deixou o elenco. Presente desde o segundo capítulo, sua personagem, Carly Lever, chegou até a viver um curto romance com Shaun (Freddie Highmore) na 3ª temporada, mas não aparece no programa desde o 16º episódio (de um total de 20) deste ano. Criador e showrunner da série, David Shore (que também criou “House”) afirmou que adoraria ter a atriz de volta para alguns episódios, mas com uma participação menor. Lançada em 2017, “The Good Doctor” acompanha a história do médico autista Dr. Shaun, que começa a trabalhar em um famoso e movimentado hospital. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay.
Compositor do último Missão Impossível assume a trilha de Viúva Negra
O adiamento da estreia de “Viúva Negra” está permitindo à Marvel fazer ajustes na pós-produção do longa, como se pode observar por uma grande mudança na equipe criativa. Segundo o Film Music Report, o estúdio trocou o compositor da trilha sonora do filme. Em vez do premiado Alexandre Desplat, vencedor do Oscar por seu trabalho em “A Forma da Água” (2017) e “O Grande Hotel Budapeste” (2014), o escocês Lorne Balfe irá assinar a trilha da produção. Recentemente, ele foi responsável pela música de “Missão Impossível: Efeito Fallout”, “Esquadrão 6” e “Bad Boys Para Sempre”. A razão para a troca não foi informada. A trama de “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (“As Trapaceiras”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e sua estreia estava marcada para 30 de abril, antes de ser adiada indefinidamente pela crise sanitária.
Andrew Jack (1944 – 2020)
O ator e professor Andrew Jack, que participou dos últimos filmes da franquia “Star Wars”, faleceu aos 76 anos em um hospital da cidade de Chertsey, na Inglaterra, vítima da pandemia de coronavírus. A doença e a morte foram súbitas, porque Jack estava bastante ativo e trabalhando até algumas semanas atrás, no set de “The Batman”, no Reino Unido, cujas filmagens foram suspensas durante a crise sanitária. Jack atuou como o major Caluan Ematt em “O Despertar da Força” e “Os Últimos Jedi”, além de dublar o personagem no game “Lego Star Wars: The Force Awakens”. Mas atuação não era sua atividade principal em Hollywood. Ele era um especialista em dialetos e ajudou a treinar atores em mais de 100 produções, desde “Indiana Jones e a Última Cruzada”, em 1989. Ele chegou a aparecer em documentários para falar de seu trabalho nas franquias de “O Senhor dos Anéis”, para a qual criou as línguas da Terra Média, e “Sherlock Holmes”, onde ensinou o americano Robert Downey Jr a falar como um inglês da era vitoriana. Entre as produções mais recentes que usaram seu talento como treinador de sotaques e idiomas inventados estão “Dolittle”, “MIB: Homens de Preto – Internacional”, “Han Solo: Uma História Star Wars”, “Thor: Ragnarok” e até o blockbuster “Vingadores: Ultimato”. Seu trabalho em “The Batman” também era nesta função. Infelizmente, sua esposa não poderá comparecer ao enterro por estar em quarentena na Austrália.
Stênio Garcia passa mal ao ser demitido da Globo
O veterano ator Stênio Garcia passou mal após receber a confirmação de sua demissão da Globo. No domingo (29/3), ele usou as redes sociais para avisar que foi oficialmente demitido da emissora. Em conversa com o blog Notícias da TV, Marilene Saade, sua mulher, informou que ele está em estado de choque. “Outro dia ele teve pressão alta e na segunda vomitou. Sabe quando a pessoa fica aérea? Ele diz que está confuso”, revela. O ator recebeu três visitas médicas em sua casa, no Rio de Janeiro, desde 4 de março, quando foi avisado que seu contrato de prazo indeterminado estava prestes a ser rompido. “Ele está muito abalado e não está falando mais nesse assunto”, acrescenta. Nos últimos dias, Garcia chegou a comemorar uma reviravolta em sua situação na Globo. No início do mês, ele foi chamado para uma conversa com o departamento de Recursos Humanos. “Houve uma confusão. Nessa reunião, o moço do RH falou: ‘Se você for escalado até o dia 25 de março, depois deu o prazo até o dia 30, você continua e a gente não toca mais nesse assunto”, lembra. “A gente entendeu que escalado seria para uma próxima novela ou reservado. Ele não sabia que o projeto futuro tinha que ser até o dia 25 de março. Teria que estar no dia 25 em estúdio e gravando. Impossível, porque tudo foi parado [por causa da pandemia do novo coronavírus]”, explica. Ele chegou a ser escalado por Glória Perez para sua próxima novela das 21h. Para o ator, a situação estava resolvida. “Ele estava todo feliz e a gente comemorou”, disse Marilene. No entanto, em novas conversas com o RH, o casal entendeu que a Globo, na verdade, ofereceu uma mudança para contrato por obra. “Eles [da Globo] já falaram com a empresária dele sobre a rescisão e quando o senhor do recursos humanos me ligou, falou o seguinte: ‘Por causa do coronavírus, a gente manda [a rescisão contratual] aí’. Ele vai ler e mandar para o advogado”, diz. “O advogado vai ler o que está escrito, porque diz que dentro de seis meses não pode trabalhar em outra emissora. Bom, ele [o advogado] vai falar se a gente vai atrás dos direitos”, entrega ela. Garcia era contratado como pessoa física, ou seja, com carteira de trabalho assinada. Abalado, o ator de 87 anos ainda vai trabalhar na próxima novela de Glória Perez, mas num contrato por obra. Nesta terça-feira (31/3), o ator deve receber o último salário da Globo.
Sony adia Morbius, Caça-Fantasmas e todos seus lançamentos programados
A Sony anunciou o adiamento de todo o seu calendário de estreias de cinema para 2021, incluindo o spin-off do Homem-Aranha, “Morbius”, o novo filme dos “Caça-Fantasmas” e a adaptação do game “Uncharted”. Anunciada na segunda (30/3), a mudança geral das estreias enfatiza a incerteza enfrentada por Hollywood em meio à pandemia de coronavírus e ao fechamento sem precedentes dos cinemas. “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, foi adiado para 19 de março de 2021 nos EUA. “Ghostbusters: Mais Além” trocou seu lançamento americano de 10 de julho para 5 de março de 2021, data anteriormente ocupada por “Uncharted”, estrelado por Tom Holland, que passou para 8 de outubro de 2021 – um dia anteriormente reservado para um filme da Marvel sem título. Também sofreram alterações o drama de guerra “Greyhound”, estrelado por Tom Hanks, que ficou sem data, e “Fatherhood”, com Kevin Hart, deslocado de 23 de outubro para 14 de janeiro de 2021. Para completar, “Peter Rabbit 2: O Fugitivo” sofreu um novo atraso e só chegará nos cinemas americanos em 15 de janeiro de 2021, em vez de agosto. A Sony tinha sido muito otimista com o adiamento anterior. As novas datas para os lançamentos no Brasil ainda não foram anunciadas.
Trying: Primeira série britânica da Apple ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o trailer de “Trying”, sua primeira série de comédia britânica, estrelada por Rafe Spall (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Esther Smith (“Cuckoo”) e Imelda Staunton (“Harry Potter”). A série segue o casal Nikki (Smith) e Jason (Spall), que tenta adotar uma criança após descobrir que ser incapaz de ter filhos. Os episódios vão mostrar seus desafios, amigos disfuncionais, família maluca e vidas caóticas, além de suas interações com a equipe responsável pelo sistema de adoção. Criada por Andy Wolton (“The Great Travel Hack”) e dirigida por Jim O’Hanlon (“Catastrophe”), a 1ª temporada de oito episódios tem estreia marcada para 1º de maio.
Figurinistas de séries britânicas estão fazendo trajes de proteção para médicos
Dulcie Scott, que comanda a equipe de figurinistas de “His Dark Materials”, juntou-se a Caroline McCall, responsável pelas roupas de “Downtown Abbey”, e várias outras figurinistas de séries britânicas para fazer trajes de proteção para médicos na linha de frente do enfrentamento da pandemia de coronavírus no Reino Unido. A iniciativa Helping Dress Medics foi lançada no fim de semana no site GoFundMe e rapidamente arrecadou mais de 10 mil libras para comparar material para os trajes. A equipe de figurinistas, que inclui vários profissionais da TV e também do cinema britânicos, está oferecendo seus serviços de graça, e o dinheiro arrecado é para para financiar tecidos e outros materiais. “Estamos em contato direto com equipes de hospitais nas áreas em que vivemos e ouvindo deles o que precisam, para que possamos ajudá-los especificamente. A natureza de como o vírus se espalha significa que a demanda por trajes médicos é especialmente alta”, disse Scott no GoFundMe. Em sua mais recente atualização sobre a campanha, postada na segunda-feira (30/3), Scott acrescentou: “Estou muito feliz em informar que o projeto foi muito além de nossas expectativas – tanto em doações quanto em ofertas de ajuda. Muitos outros figurinistas se juntaram a nós e poderemos pedir muito mais tecido, para alcançar outras partes do país.”
Coronavírus inspira primeiro filme. Veja o trailer
A pandemia de coronavírus não demorou a virar filme. Intitulado “Corona”, o primeiro longa sobre a crise sanitária já foi rodado e tem até trailer. Veja abaixo. Trata-se de uma produção independente canadense, escrita e dirigida por Mostafa Keshvari, que usou as dificuldades representadas pela interdição de locações como forma de desculpar seu baixo orçamento, filmando toda a trama num único cenário: o interior de um elevador. Ou seja, não é um épico de desastre nacional. Ao contrário, o trailer mostra que a obra é muito tosca, repleta de clichês e estrelada por elenco amador. Na trama, sete moradores de um prédio acabam presos no elevador no começo da pandemia. Eles rapidamente suspeitam que um deles, a chinesa que acaba de se mudar para lá, tenha o coronavírus e provavelmente os infectará. “A ideia me ocorreu quando eu estava no elevador lendo notícias sobre turistas chineses sendo atacados nas ruas e pensei num filme”, disse Keshvari à revista The Hollywood Reporter na segunda-feira (30/3). Quando filmou “Corona”, Keshvari não previa que a covid-9 se espalharia de forma tão veloz pela América do Norte. “Era então conhecido como vírus chinês, mas agora todo mundo pode tê-lo, então não é apenas um problema de raça. Agora, a raça humana precisa se unir para derrotar o vírus”, refletiu o diretor. O thriller, filmado em Vancouver e já editado e pronto para comercialização, deveria estrear no circuito dos festivais, mas agora Keshvari está procurando por um parceiro interessado em lançá-lo num serviço de streaming ou para locação digital.












