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  • Série

    Loki voltará como vilão em sua série própria

    21 de julho de 2019 /

    A Marvel Studios confirmou os primeiros detalhes da série centrada em Loki, que fará parte da Disney+ (Disney Plus), plataforma de streaming da Disney. O detalhe mais importante foi divulgado pelo próprio intérprete do vilão/anti-herói, Tom Hiddleston, durante a Comic-Con International, em San Diego: qual Loki ele vai interpretar. “Vocês viram os Vingadores, certo?” Hiddleston brincou com o público do evento. “Então, ele ainda é aquele cara. E a última coisa que aconteceu com ele foi que ele foi esmagado pelo Hulk. Então, há muita evolução psicológica que ainda está por acontecer. Kevin [Feige, presidente da Marvel Studios] me mostrou quais são seus planos. Não posso contar nenhuma deles, mas é uma das oportunidades criativas mais empolgantes que eu acho que já encontrei. Este é um novo território, um novo mundo, novos desafios e mal posso esperar para começar”, disse, empolgado. Hiddleston foi acompanhado no palco por Feige, que enfatizou que o Loki da série não é o Loki que evoluiu e mudou para melhor, até sacrificar a própria vida num ato heroico durante “Vingadores: Guerra Infinita”, mas o Loki do primeiro filme dos Vingadores, um vilão manipulador, egoísta e maligno. A história vai mostrar o que acontece após o Loki de 2012 pegar o Tesseract (o cubo que também é a Joia do Espaço, uma das poderosas Joias do Infinito) em “Vingadores: Ultimato” e ir para algum lugar desconhecido no tempo. Neste sentido, apesar de se passar na época de “Os Vingadores”, a série será paradoxalmente uma continuação direta de “Vingadores: Ultimato”. A atração teve seu nome confirmado. Surpresa: é “Loki”. E sua data de estreia também foi definida. “Loki” não será lançada junto como a plataforma de streaming como se especulava, mas muito depois, no primeiro semestre de 2021.

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  • Série

    Falcão será o novo Capitão América e enfrentará o Barão Zemo em série da Disney+ (Disney Plus)

    21 de julho de 2019 /

    A série “Falcão e Soldado Invernal” teve os primeiros detalhes confirmados durante a Comic-Con Internatinal, em San Diego. A produção da plataforma Disney+ (Disney Plus) vai voltar a trazer Anthony Mackie e Sebastian Stan como seus personagens dos filmes do Capitão América e dos Vingadores. E eles vão enfrentar um velho conhecido. O ator Daniel Bruhl reprisará o papel do vilão Barão Zemo, que viveu em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Naquele filme, o vilão nazista dos quadrinhos foi repaginado como um estrategista com laços com a HYDRA. Foram suas ações que deram origem à “Guerra Civil” entre Capitão América e Homem de Ferro, além de resultar na morte do pai do Pantera Negra. A notícia de que ele negociava participar da produção surgiu em maio. Na época, também se falava em Emily VanCamp (a Emily de “Revenge”), que foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de sua personagem, Sharon Carter, ser muito importante nos quadrinhos. Mas o nome da atriz não foi mencionado na Comic-Con. A maior dúvida sobre a produção, porém, era se Mackie apareceria como o novo Capitão América. Afinal, o título da série tem o nome do Falcão, seu personagem nos filmes. Entretanto, ele recebeu a benção de Steve Rogers, o Capitão América original, para ficar com seu escudo e assumir sua identidade ao final de “Vingadores: Ultimato”. A sucessão do Capitão América será um dos pontos centrais da série, como demonstrou o encontro entre Stan e Mackie no palco da Comic-Con. Os dois apareceram com o escudo e travaram uma discussão sobre quem deveria usá-lo. Mas depois, em entrevista para a MTV, deram a entender que o Falcão será mesmo o sucessor de Rogers. Mackie até contou que vai usar uma versão redesenhada do traje do Capitão América na série. “Eu acabei de provar o traje pela primeira vez”, comentou ele. “Ele é bem bonito. Eles vieram até a minha casa e eu coloquei a roupa pela primeira vez”, contou. Sebastian Stan, que vive o Soldado Invernal, interrompeu o colega neste momento da entrevista. “Ninguém me ligou. Ninguém veio até a minha casa. Este é o privilégio de ser o Capitão América, eles vão até a sua casa”, brincou. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a série será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”, além dos pilotos de “NOS4A2” e “The Loudest Voice”.

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  • Série

    WandaVision terá personagem do filme Capitã Marvel

    21 de julho de 2019 /

    A Marvel Studios revelou os primeiros detalhes sobre a série “WandaVision”, durante a Comic-Con International, em San Diego. A atração produzida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) vai reunir Wanda Maximoff, a Feiticeira Escarlate, e o androide Visão, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis dos filmes dos Vingadores. Além dos protagonistas, o programa terá ainda outra importante participação de personagem do Universo Cinematográfico da Marvel. Monica Rambeau, introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), vai aparecer adulta na série, vivida por Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”). Como os leitores de quadrinhos sabem, ela se torna a segunda Capitã Marvel – e também Fóton, Pulsar e, atualmente, Espectro (Spectrum). A roteirista Jac Schaeffer, que escreveu “Capitã Marvel”, será a showrunner da série, que não será um prólogo e sim uma continuação dos eventos de “Vingadores: Ultimato”, apesar de o Visão ter morrido no cinema. A Marvel, com certeza, é capaz de dar um jeito. O presidente do estúdio, Kevin Feige, deu uma pista sobre como o Visão pode voltar a aparecer na produção, ao dizer que “WandaVision” vai lidar com o multiverso. “Não é porque Beck [Mysterio] mentiu [em “Homem-Aranha: Longe de Casa”] que o multiverso não existe”, afirmou o executivo. Vale lembrar que, nos quadrinhos, Wanda sofre um colapso mental após o desaparecimento de seus filhos e usa seus poderes para refazer a realidade conforme a sua vontade. Esta história rendeu o crossover “Dinastia M” (House of M) em 2005, que teve grande repercussão nas publicações da Marvel e diversos derivados durante vários anos. Feige ainda disse que “WandaVision” será “diferente de tudo que já fizemos antes”, e Olsen acrescentou: “Vai ficar estranho”, engatando uma referência. É que trama terá consequências para os filmes da Marvel, levando a Feiticeira Escarlate a se juntar ao Doutor Estranho no vindouro “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal). “WandaVision” e o segundo “Doutor Estranho” serão lançados em 2021, separados por poucos meses de diferença. Enquanto a série chegará no Disney+ (Disney Plus) no começo de 2021, o filme está previsto para 7 de maio de 2021 nos Estados Unidos.

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  • Série

    Star Trek: Trailer dos novos Short Treks confirma volta da tripulação original da Enterprise

    20 de julho de 2019 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Short Treks”. Originalmente uma antologia de curtas aleatórios, passados no universo trekker, a prévia revela que a nova temporada da produção ganhou a forma de um projeto requisitado pelos fãs da franquia: uma minissérie dedicada à tripulação original da Enterprise. Além de resgatar Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn), a prévia tem até participação dos impagáveis tribbles, criaturinhas fofas que se multiplicam sem parar e que renderam um dos episódios mais famosos da “Jornada nas Estrelas” original dos anos 1960. A tripulação da Enterprise teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens – criados para o piloto original de “Jornada nas Estrelas” em 1964, antes do Capitão Kirk – , a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, como se viu pelo surgimento de campanhas para que suas aventures continuassem. “Star Trek: Short Treks” atende a esses pedidos. Vale lembrar que o produtor Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, já tinha dito, ao final da temporada mais recente daquela série, que havia chance de os personagens voltarem. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, afirmou Kurtzman na ocasião. “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, acrescentou. A 2ª temporada de “Short Treks” também incluirá dois episódios animados e um capítulo que servirá como prólogo da vindoura série “Star Trek: Picard”. Aina não há previsão de estreia. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix, mas não é fácil de achar. Para encontrá-la, é preciso entrar na seção Trailers e mais dentro de “Star Trek: Discovery”, na plataforma de streaming.

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  • Série

    Trailer da série Star Trek: Picard evoca premissa de Logan

    20 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou fotos e o primeiro trailer completo de “Star Trek: Picard”, produzido para a Comic-Con International. A prévia revela muitas semelhanças entre a volta do antigo capitão da Enterprise e a despedida do Professor Xavier em “Logan”. Os dois personagens icônicos vividos por Patrick Stewart interrompem sua reclusão para ajudar jovens em perigo – X-23 em “Logan” e uma mulher misteriosa vivida por Isa Briones (“Ladrões”) em “Picard” -, perseguidas por motivos nebulosos. Além de apresentar a premissa, a prévia também confirma as participações de Jeri Ryan, intérprete da borg Seven of Nine em “Star Trek: Voyager”, e Brent Spiner, o androide Data de “Star Trek: A Nova Geração”. Outras aparições previstas incluem Jonathan Frakes (Riker), Marina Sirtis (Troi) e Jonathan Del Arco (Hugh), de “A Nova Geração”. “Star Trek: Picard” vai se concentrar na etapa seguinte da vida do ex-Capitão, que será novamente interpretado pelo veterano ator inglês Patrick Stewart, de 78 anos de idade. Ele dividirá a atração com uma nova geração literal, formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”). Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”, dirige os dois primeiros episódios da série, e Alex Kurtzman, que conduz produções da saga desde o filme “Star Trek” (2009), será um dos showrunners. Ainda não há previsão para a estreia da série, que é uma produção da plataforma americana CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video.

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  • Série

    Star Trek: Picard terá participação de atores de séries trekkers clássicas

    20 de julho de 2019 /

    “Star Trek: Picard” vai trazer de volta vários personagens das séries clássicas do universo trekker. Um deles está numa nova foto da produção, que pode ser vista acima: Jeri Ryan, intérprete da borg Seven of Nine em “Star Trek: Voyager” Ela foi uma das estrelas do painel da atração na Comic-Con International, que trouxe ao palco outros intérpretes que serão vistos na continuação ao lado de Patrick Stewart (o Picard do título), entre eles Brent Spiner, que viveu o androide Data, e Jonathan Del Arco, que interpretou o jovem borg Hugh, ambos em “Star Trek: A Nova Geração”. Além disso, Jonathan Frakes (Riker) e Marina Sirtis (Troi), ambos da tripulação do Capitão Picard em “A Nova Geração”, também tiveram participações confirmadas nos episódios. Frakes já estava na produção como diretor, função que desempenha em várias séries, inclusive “Star Trek: Discovery”. “Star Trek: Picard” vai se concentrar na etapa seguinte da vida do ex-Capitão, que será novamente interpretado pelo veterano ator inglês Patrick Stewart, de 78 anos de idade. Ele dividirá a atração com uma nova geração literal, formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Isa Briones (“Ladrões”, “American Crime Story”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”) e Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”). Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”, dirige os dois primeiros episódios da série, o roteirista Michael Chabon (“Homem-Aranha 2”) será o showrunner e o produtor Alex Kurtzman, que está ligado à saga desde o filme “Star Trek” (2009), vai supervisionar a produção. Ainda não há previsão para a estreia da série, que será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video.

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  • Série

    Veronica Mars: 4ª temporada tem estreia surpresa antes da data prevista

    20 de julho de 2019 /

    Inicialmente agendada para o dia 26 de Julho, a estreia da 4ª temporada de “Veronica Mars” foi antecipada em uma semana pelo serviço de streaming Hulu. Durante o painel da série na Comic-Con International, a atriz Kristen Bell (a própria Veronica Mars) anunciou que todos os oito episódios da temporada já estão disponíveis para os assinantes da plataforma americana desde esta sexta-feira (19/2). Lançada 12 anos após a conclusão da série no canal The CW e 5 anos após o filme feito com apoio dos fãs via financiamento coletivo, a 4ª temporada de “Veronica Mars” marca um retorno histórico para série. Praticamente todo elenco original se juntou para a nova temporada, que, em meio à surpresa do lançamento precoce, arrancou elogios da crítica americana, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por enquanto, nenhum canal ou serviço de streaming nacional revelou planos de exibir os novos episódios de “Veronica Mars” no Brasil.

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  • Série

    The Boys: Super-heróis se tornam sombrios em 40 fotos e 5 pôsteres da nova série

    19 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou nada menos que 40 fotos e uma coleção de pôsteres de “The Boys”, série polêmica sobre super-heróis, que tem chamado atenção por seus trailers ultraviolentos. As artes dos cartazes imitam grafites e avisam que é melhor não conhecer esses heróis, desenhando-os como autores de mortes sanguinárias. Definitivamente, não são os Vingadores. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série mais escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os trailers divulgados até aqui mal-esboçam uma explicação da trama, que acompanha um grupo de vigilantes truculentos com a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Com 8 episódios, a 1ª temporada estreia na próxima sexta (27/7), com o capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A série já se encontra renovada para o segundo ano.

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  • Série

    The Boys é renovada uma semana antes da estreia na Amazon

    19 de julho de 2019 /

    A Amazon anunciou a renovação de “The Boys”, série ainda inédita sobre super-heróis, que tem chamado atenção por seus trailers ultraviolentos. O material polêmico definitivamente não é para o público dos filmes da Marvel. Com 8 episódios, a 1ª temporada estreia na próxima sexta (27/7), com o capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). Já o segundo ano será exibido apenas em 2020, mas já conta com uma novidade. A produção confirmou a entrada da atriz Aya Cash (“You’re the Worst”) no papel da super-heroína Stormfront. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série mais escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os trailers divulgados até aqui mal-esboçam uma explicação da trama, que acompanha um grupo de vigilantes truculentos com a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid.

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  • Série

    Primeiro trailer de The Witcher traz monstros, batalhas e clima épico

    19 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “The Witcher”, repleto de cenas de batalhas, monstros, magia, traições e cenários enevados que reforçam uma sensação de que “o inverno está chegando”. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual épico. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. As gravações da 1ª temporada foram encerradas em junho, mas “The Witcher” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Série baseada no clássico de terror Creepshow ganha primeiro trailer

    19 de julho de 2019 /

    A série que adapta o clássico de terror “Creepshow: Arrepio do Medo” (1982) ganhou seus primeiros pôster e trailer na Comic-Con Internacional. A prévia revela os detalhes horripilantes de seus episódios, cheios de monstros e astros de filmes de terror. O filme de 1982 era uma antologia de cinco contos assustadores, reunidos numa estrutura que prestava homenagem aos quadrinhos de terror dos anos 1950, como “Contos da Cripta”. Mas a produção também se tornou celebrada por juntar dois mestres do gênero, rendendo um dos poucos roteiros originais escritos por Stephen King para o cinema, com direção de George A. Romero (o criador dos zumbis modernos). Fez tanto sucesso que gerou duas continuações, em 1987 e 2006. A série vai manter a estrutura de antologia, contando uma história completa por episódio, inspirada por contos de vários escritores famosos, como Joe Hill (filho de Stephen King) e Josh Malerman (autor de “Bird Box”) e com produção a cargo de um dos mais conhecidos discípulos de Romero: Greg Nicotero, diretor, produtor e responsável pela maquiagem dos zumbis de “The Walking Dead”. Nicotero tem forte ligação com o original. Foi durante uma visita ao set da produção que ele conheceu o seu mentor Tom Savini, de quem virou assistente de maquiagem no clássico de zumbis “Dia dos Mortos” (1985), dirigido por Romero. Ele também trabalhou nos efeitos de “Creepshow 2”, antes de virar um mestre da maquiagem de terror. Como homenagem, o elenco inclui até uma atriz do filme original, Adrienne Barbeau – que recentemente também participou da série do “Monstro do Pântano” após estrelar a versão cinematográfica em 1982. Outros nomes “assustadores” da produção são os atores Tobin Bell (o Jigsaw da franquia “Jogos Mortais”), David Arquette (da franquia “Pânico”), Jeffrey Combs (o eterno “Re-Animator”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bruce Davison (“X-Men”) e os rappers Big Boi e Kid Cudi, entre outros. A atração é produzida para o serviço de streaming Shudder, especializada em terror, lançado há três anos pelo canal pago AMC – que exibe “The Walking Dead” nos Estados Unidos. A estreia está marcada para 26 de setembro.

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  • Série

    Coordenador de efeitos de Titãs morre durante cena de ação da série

    18 de julho de 2019 /

    O coordenador de efeitos especiais da série Titãs morreu após a preparação de uma cena de ação dar errada nesta quinta-feira (18/7). Segundo apurou a revista americana Variety, o pedaço de um carro que seria usado na cena de um episódio da 2ª temporada acabou se soltando e atingiu Warren Appleby em cheio. A produção foi interrompida. “Estamos com o coração partido e devastados com a morte de nosso estimado colega, o coordenador de efeitos especiais Warren Appleby, depois de um acidente que ocorreu em uma instalação de efeitos especiais durante a preparação e teste de uma sessão”, disse um porta-voz da Warner Bros. “Warren era amado por todos que trabalharam com ele durante uma impressionante carreira de 25 anos em televisão e filmes”, acrescentou. “Os produtores executivos, junto com todos da família ‘Titãs’, Warner Bros. Television Group e a DC Universe desejam expressar nossas mais sinceras condolências e sincero apoio à família e aos amigos de Warren neste momento tão difícil”. Warren tinha no currículo filmes premiados e blockbusters, como “It: A Coisa” e “A Forma da Água”, além de séries de terror como “The Strain” e “Hemlock Grove”. Ele terminou o trabalho em dois longas que chegam em breve aos cinemas, a continuação “It: Capítulo Dois” e a comédia “Aprendiz de Espiã”.

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  • Série

    Amazon anuncia minissérie sobre a Seleção Brasileira na Copa América

    18 de julho de 2019 /

    A Amazon Prime Video anunciou nesta quinta (18/7) a produção de sua primeira série original brasileira. Mas não se trata de uma obra de ficção. Intitulada “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, a série documental registra os bastidores da equipe de futebol na conquista da Copa América 2019. Em comunicado, a Amazon promete um “olhar inédito e exclusivo do drama e da animação vividos pela equipe do Brasil nos bastidores do campeonato”. A produção será disponibilizada em mais de 200 países e territórios, dentro da franquia de “realities” esportivos “All or Nothing”, que lançou minisséries sobre o Manchester City, os times de futebol americano Dallas Cowboys e Carolina Panthers, a equipe McLaren, da Fórmula 1, e a seleção de rugby All Blacks, da Nova Zelândia. “A premiada série ‘All or Nothing’ mostra as histórias de técnicos e jogadores, e para nós é um prazer poder trabalhar com a seleção brasileira e entregar uma experiência única para nossos assinantes”, diz James Farrell, Diretor de Conteúdo Internacional da Amazon Originals, em comunicado. Ainda não há previsão de estreia.

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