Gossip Girl vai ganhar continuação na nova plataforma HBO Max
“Gossip Girl” vai voltar. Os criadores da série, Josh Schwartz e Stephanie Savage, assinaram contratado com a Warner para resgatar a franquia numa continuação feita para a vindoura plataforma de streaming HBO Max. Entretanto, não espere rever o elenco da série original – especialmente Ed Westwick, o Chuck, após sofrer várias denúncias de estupro. A continuação vai abordar uma nova geração de adolescentes de escolas particulares em Nova York. A 1ª temporada de dez episódios vai lidar com o ressurgimento do fofoqueiro virtual que aterroriza a vida desses jovens privilegiados. A nova Gossip Girl vai abordar como as redes sociais e a paisagem nova-iorquina mudaram desde a época da série, exibida entre 2007 e 2012. A série original foi um fenômeno entre o público adolescente e diversos de seus atores seguiram carreiras de sucesso, como Blake Lively, que virou atriz de cinema, Penn Badgley, atualmente matador na série “Você” (You), Leighton Meester, na série “Single Parents”, e Chace Crawford, na vindoura “The Boys”. E há o caso de Taylor Momsen, que trocou a carreira de atriz pela de roqueira endiabrada, à frente da banda The Pretty Reckless.
Conheça a nova abertura de La Casa de Papel
A Netflix divulgou no Twitter um vídeo que revela a nova abertura de “La Casa de Papel”, que terá sua história retomada na sexta (19/7) no serviço de streaming. “Sei que vocês tão doidos pra sextar em espanhol, então tomem a nova abertura de La Casa de Papel, cheia de pistas do que tá chegando na sexta-feira”, diz o texto que acompanha o vídeo. Entre as imagens da nova abertura, uma foto de Berlim (Pedro Alonso) aparece numa ficha policial. A imagem ganha um X vermelho, que pode representar um sinal de sua morte – ou que ao menos a polícia acredita que ele morreu. O destino do personagem representa o maior mistério da Parte 3 da série espanhola. Dado como morto ao final da 1ª temporada (as Partes 1 e 2), ele reapareceu em vídeos e fotos dos novos episódios. Na continuação, o grupo que assaltou a Casa da Moeda da Espanha precisará volta à ativa para libertar um deles, que é preso pela polícia num cerco inesperado, após escapar do país. Sob o comando do Professor (Álvaro Morte), eles vão atacar a prisão vestindo, claro, os famosos macacões vermelhos e máscaras de Dalí. De todo modo, os novos capítulos não serão o final da história. A atração já tem confirmada a produção de sua Parte 4 (equivalente à segunda metade da 2ª temporada). Sei que vocês tão doidos pra sextar em espanhol, então tomem a nova abertura de @lacasadepapel , cheia de pistas do que tá chegando na sexta-feira. #LCDP3 pic.twitter.com/rJTpeSvpmL — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 16 de julho de 2019
Missão no Mar Vermelho: Chris Evans lidera resgate na África em trailer legendado da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Missão no Mar Vermelho” (The Red Sea Diving Resort), primeiro filme de ação estrelado por Chris Evans (o Capitão América) após “Vingadores: Ultimato”. Baseada em fatos reais, a história ambientada nos anos 1980 traz Evans liderando uma missão do Mossad, serviço de inteligência israelense, para resgatar judeus etíopes do Sudão e transportá-los em segurança até Israel, durante uma revolução sangrenta. “Missão no Mar Vermelho” tem roteiro e direção de Gideon Raff, criador de “Tyrant” e da série israelense “Hatufim”, que foi refeita como “Homeland” nos Estados Unidos. O elenco também inclui Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Haley Bennett (“A Garota no Trem”), Alessandro Nivola (“Desobediência”), Michiel Huisman (“Game of Thrones”), Chris Chalk (“Gotham”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Alona Tal (“SEAL Team”) e Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”). A estreia está marcada para 31 de julho em streaming.
The Witcher: Nova foto da série da Netflix traz Henry Cavill a cavalo
A Netflix revelou uma nova foto de “The Witcher”. Trata-se da primeira imagem oficial de Henry Cavill montado num cavalo. Na série, Cavill vive Geralt of Rivia, protagonista da famosa saga do escritor polonês Andrzej Sapkowski, e seu cavalo é conhecido nos livros e games derivados como Carpeado (ou Plotka, no original polonês, e Roach, na versão em inglês). Na trama, Geralt of Rivia é um caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. As gravações da 1ª temporada foram encerradas em junho, mas “The Witcher” ainda não tem previsão de estreia.
Netflix corta cena de suicídio de Hannah da série 13 Reasons Why
A Netflix resolveu limar a cena de suicídio da personagem Hannah Baker em “13 Reasons Why”, dois anos depois do lançamento da série. A decisão foi tomada tendo em vista a campanha agressiva de grupos conservadoras contra a série, especialmente a forma detalhista com que a morte da personagem foi registrada. Entre os argumentos críticos, até o aumento do índice de suicídios nos EUA foi brandido. Prevendo uma reprise e até intensificação deste debate com o lançamento da 3ª temporada, a plataforma decidiu ceder, anunciando a mudança por meio de um comunicado que tenta minimizar o lobby e sugerir que a decisão foi espontânea, ao mesmo tempo em que o texto evita o “mea culpa” e qualquer vestígios de desculpas. “Ouvimos de muitos jovens que ’13 Reasons Why’ os encorajou a começar conversas sobre temas difíceis como depressão e suicídio. Enquanto nos preparamos para lançar a 3ª temporada no final deste verão americano, ouvimos o debate sobre a série. Seguindo conselho de especialistas médicos, incluindo a Dra. Christine Moutier, chefe médica na American Foundation for Suicide Prevention, decidimos com o criador Brian Yorkey e os produtores editar a cena em que Hannah tira sua própria vida na 1ª temporada”, diz o comunicado. No texto, “editar” foi usado como eufemismo. A cena será eliminada completamente. A nova versão mostrará Hannah se olhando no espelho e fim. A imagem seguinte será a reação de seus pais ao encontrá-la, já sem vida. A cena polêmica, que mostrava a personagem de Katherine Langford cortando os pulsos e sangrando na banheira, sempre foi a mais criticada da série, considerada por seus detratores como um “tutorial sobre como se suicidar”. Mas também ajudou a série a se tornar uma das mais vistas da Netflix, graças à fama de “perigosa”. Vale lembrar que, logo os primeiros protestos surgiram, o CEO da Netflix Reed Hastings saiu em defesa da atração, dizendo: “É controvertido, mas ninguém precisa assistir.” Agora, porém, até o roteirista-produtor Brian Yorkey se manifestou a favor da “censura social”. ‘Era nossa esperança, ao fazer ’13 Reasons Why’, contar uma história que ajudasse os jovens espectadores a se sentirem vistos e ouvidos, e incentivar a empatia em todos que a assistiram, como o livro best-seller fez antes de nós”, disse Yorkey no comunicado. “Nossa intenção criativa, ao retratar a realidade feia e dolorosa do suicídio em detalhes tão gráficos na 1ª temporada, foi contar a verdade sobre o horror de tal ato e garantir que ninguém jamais desejasse imitá-lo. Mas, quando estávamos prontos para a 3ª temporada, ouvimos as preocupações sobre a cena da Dra. Christine Moutier, da Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio, e de outros, e concordamos com a Netflix em reeditá-la. Nenhuma cena é mais importante do que a vida do show e sua mensagem de que devemos cuidar melhor uns dos outros”. Várias organizações e profissionais relacionados à prevenção do suicídio assinaram um comunicado paralelo, em que dizem apoiar o corte. “Tem havido muito debate sobre a série na comunidade médica. Mas essa mudança positiva garantirá que ’13 Reasons Why’ continue incentivando conversas abertas sobre saúde mental e prevenção do suicídio – ao mesmo tempo em que atenua seu risco para os espectadores adolescentes mais vulneráveis.”
Amazon vai produzir série de Jack Reacher
A Amazon vai produzir uma série da franquia “Jack Reacher”, baseada nos livros de Lee Child, que já rendeu dois filmes estrelados por Tom Cruise. A adaptação está a cargo de Nick Santora (criador de “Scorpion”), mas a produção também conta com a participação do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes de 2012 e 2016. Vale lembrar que os longas estrelados por Cruise descontentaram os leitores dos livros devido à baixa estatura do ator, que não combina com a descrição literária do personagem. Outro ator será agora escalado no papel, e Lee Child garantiu que a produção escolherá um intérprete mais alto e encorpado. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava cinemas como uma série da Amazon: “Jack Ryan”.
Astro de O Profeta viverá famoso serial killer de hippies em série da Netflix
O ator francês Tahar Rahim, astro de filmes como “O Profeta” (2009), “O Passado” (2013) e “Maria Madalena” (2018), vai estrelar “The Serpent”, nova série criminal desenvolvida em parceria entre a plataforma Netflix e a rede britânica BBC. Na trama, ele vai viver o serial killer Charles Sobhraj, que foi responsável por pelo menos uma dúzia de mortes de turistas hippies na região sudoeste da Ásia, durante os anos 1970. Sobhraj foi descoberto e perseguido por um jovem diplomata, e acabou sendo preso em 1976, na Índia. O assassino foi solto em 1997 e voltou a viajar pelo mundo, sendo preso novamente em 2003, no Nepal, onde está até hoje. A série baseada na história real está sendo desenvolvida pelo produtor-roteirista Richard Warlow, criador de “Ripper Street”, e terá direção de Tom Shankland, responsável pela recente minissérie “Les Misérables” e pela premiada “The Missing”. “The Serpent” será a segunda série de Rahim na Netflix. Ele também estrela a vindoura “The Eddie”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”). Nenhuma das duas tem previsão de estreia.
Spielberg, Guillermo Del Toro e Sam Raimi vão produzir séries para nova plataforma
Criada especificamente para celulares, a plataforma de streaming Quibi está desenvolvendo um portfólio impressionante de séries. O nome do aplicativo vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites”. Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que tem como diferencial produzir episódios de menor duração. Seus capítulos terão de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo do público, que tem se atirado em longas maratonas de séries. A aposta é em outra característica atual: o baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. Por isso, pretende oferecer conteúdo fast, que pode ser devorado em qualquer local. O detalhe é que o recheio deste Quibi contém muitas calorias. Em outras palavras, as séries encomendadas são superproduções. Por exemplo: Steven Spielberg vai produzir uma série de terror que só poderá ser vista à noite pelo aplicativo. Outras séries em desenvolvimento são terrores de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos. O Quibi também deve oferecer outros tipos de atrações, como programas de notícias e reality shows – já estão confirmados um reality de luta livre feminina, um programa de moda de Tyra Banks (produtora-apresentadora de “America’s Next Top Model”) e remakes de “Punk’d” e “Singled Out”, da MTV. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., Time Warner, MGM e Alibaba, e pretende oferecer 125 conteúdos semanais e 7 mil ao longo de seu primeiro ano. O interesse dos estúdios reflete uma aposta no formato, apesar da dificuldade encontrada até aqui para emplacar séries desse formato e exclusivas de dispositivos móveis – veja-se a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A conferir, em 2020.
Paper Girls: Quadrinhos do criador de Fugitivos vão virar série da Amazon
A Amazon vai transformar “Paper Girls”, quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan e Cliff Chiang, numa série da plataforma Prime Video. A adaptação está a cargo de Stephany Folsom, roteirista de “Toy Story 4”, que também produzirá a atração em parceria com Vaughan. A trama é uma espécie de versão feminina de “Stranger Things”, publicada um ano antes da estreia da produção da Netflix, e se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando a cidade fictícia de Stony Stream é surpreendida pela invasão de uma misteriosa força do futuro. As personagens centrais são quatro meninas que trabalham de bicicletas como entregadoras de jornal (Paper Girls) e se vêem involuntariamente envolvidas no conflito entre duas facções rivais de viajantes do tempo. Em grande demanda no mercado de séries, Brian K. Vaughan também é o autor de “Fugitivos” (Runaways) da Marvel, que virou atração da plataforma Hulu, e “Y – O Último Homem” (Y – The Last Man) da DC/Vertigo, que se encontra em desenvolvimento no canal pago FX As gravações de “Paper Girls” serão realizadas pelas empresas Legendary TV e Plan B, a produtora de Brad Pitt. A série não tem previsão de estreia, mas os quadrinhos podem ser encontrados no Brasil em publicações da editora Devir. Veja abaixo algumas capas da edição americana, lançada pela Image Comics.
The Mandalorian: Jon Favreau já trabalha na 2ª temporada da série inédita de Star Wars
A estreia de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, ainda está distante, mas seu criador Jon Favreau (que dirigiu os remakes de “O Rei Leão” e “Mogli”) revelou já estar trabalhando na 2ª temporada. “Eu estava escrevendo a 2ª temporada esta manhã antes de vir aqui”, contou o cineasta em entrevista ao site Collider. Segundo o site, o trabalho nos novos episódios vão além do roteiro. A 2ª temporada já teria entrado em pré-produção, num processo inicial de produção de efeitos visuais, que serão incluídos em tempo real nas cenas durante as gravações definitivas. Este trabalho aponta que “The Mandalorian” vai usar a tecnologia de ponta que deu vida aos animais falantes realistas de “O Rei Leão”. Trata-se de um processo digital que permite que o diretor veja as cenas com efeitos já durante as filmagens, para ter a noção exata de como vão aparecer na tela, em vez de depender da equipe de pós-produção para materializar os efeitos previstos em roteiro. Isto dá ao diretor muito mais controle sobre o produtor final. “Se você visitar o set de ‘The Mandalorian’, verá uma parede de vídeo onde é possível vislumbrar os personagens imersos no cenário digital e interagindo com criações digitais, ao mesmo tempo em que gravam com tela azul ao fundo”, contou Favreau. Mas para que isso aconteça, ele e sua equipe precisam mapear todos os efeitos antes em pré-produção. Que é o ponto em que se encontra “The Mandalorian” em relação à 2ª temporada. A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) vai se passar após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). O título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. O personagem será interpretado pelo chileno Pedro Pascal (de “Game of Thrones” e “Narcos”). O elenco também inclui Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, dirige o piloto da série, que também tem episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). “The Mandalorian” deve estrear junto do lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será disponibilizado em 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.
Privacidade Hackeada: Documentário sobre roubo de dados de aplicativos ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster americano e o trailer legendado de “Privacidade Hackeada” (The Great Hack), documentário sobre a invasão de privacidade e roubo de dados promovidos pelos aplicativos de redes sociais. O filme centra-se no escândalo da Cambridge Analytica, empresa que usou o Facebook para coletar dados de milhões de pessoas visando influenciar as últimas eleições dos Estados Unidos e o resultado da votação do Brexit, que tirou o Reino Unido da União Europeia. “Entenda como a empresa de análise de dados Cambridge Analytica se tornou o símbolo do lado sombrio das redes sociais após a eleição presidencial de 2016 nos EUA”, diz a sinopse oficial. Mas as consequências do “hackeamento” da privacidade vão muito além de um caso específico e ainda não produziram reflexão suficiente no Brasil, onde o uso escandaloso de mensagens privadas do Telegram de integrantes da Operação Lava Jato, obtidas não se sabe como, não é devidamente tratado sob o prisma do crime cibernético e da manipulação política, temas do documentário em questão – muito antes pelo contrário. “Privacidade Hackeada” tem direção de Karim Amer e Jehane Noujaim, produtores de “The Square”, documentário indicado ao Oscar sobre a Primavera Árabe, e será exibido em 24 de julho em streaming.
Outra Vida: Atriz de Battlestar Galactica volta ao espaço em trailer legendado de nova série
A Netflix divulgou o pôster e o trailer final legendado de “Another Life”, nova série de ficção científica que ganhou o título nacional de “Outra Vida”. A atração marca a volta de Katee Sackhoff às tramas espaciais, dez anos após o final da cultuada “Battlestar Galactica”, e apresenta tramas paralelas na Terra e no espaço. A trama da série é centrada na astronauta Niko Breckinridge (personagem de Sackhoff), que lidera uma missão para explorar a existência de vida inteligência alienígena, por meio da investigação de uma nave misteriosa que pousa na Terra. Isto leva sua equipe a enfrentar um perigo inimaginável e uma viagem possivelmente sem volta. A premissa lembra uma combinação de “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (1968), “Esfera” (1998) e “A Chegada” (2016). O elenco também inclui Selma Blair (do “Hellboy” original), Elizabeth Faith Ludlow (“The Walking Dead”), Justin Chatwin (“Shameless”), Tyler Hoechlin (“Supergirl”), Jake Abel (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”), Jessica Camacho (“The Flash”), Blu Hunt (“The Originals”), A.J. Rivera (“Grandfathered”), Samuel Anderson (“Witless”), Alexander Eling (“Shadowhunters”) e Greg Hovanessian (“The Mist”). “Outra Vida” é uma criação de Aaron Martin (criador da série de terror “Slasher”) e tem produção de Noreen Halpern (minissérie “Alias Grace”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 25 de julho em streaming.
Gina Rodriguez vai virar Presidente dos EUA em série de comédia
Gina Rodriguez, a estrela de “Jane the Virgin”, já tem nova série. Ela foi anunciada como protagonista de “Diary of a Future President” (Diário de uma Futura Presidente, em tradução literal), uma das novas séries exclusivas da plataforma Disney+ (Disney Plus). O serviço de streaming da Disney encomendou 10 episódios da comédia teen, criação de Ilana Peña (roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”), que acompanhará Elena (a estreante Tess Romero), uma garota latina de 12 anos que sonha em se tornar Presidente dos Estados Unidos. A série vai mostrar os altos e baixos de sua jornada na escola, em busca de seu sonho, e paralelamente apresentará sua versão adulta, vivida por Gina Rodriguez, em plena campanha presidencial. Além de estrelar, Rodriguez vai dirigir o episódio inaugural e ainda produzir a série, que não possui previsão de estreia. Já a plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada no dia 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020. A atriz ainda pode ser vista nos últimos episódios de “Jane the Virgin”, que encerra sua 5ª e última temporada em 31 de julho nos Estados Unidos. Ela pretendia continuar a história de Jane num spin-off, que acabou não sendo aprovado pela rede CW.












