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  • Série

    Personagem do filme O Poder e a Lei vai ganhar série na Netflix

    11 de janeiro de 2021 /

    A Netflix encomendou uma série baseada no livro “The Lincoln Lawyer”, de Michael Connelly (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”), que foi adaptado no filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. “O Poder e a Lei” foi o filme que fez McConaughey ser levado à sério, encerrando sua fase de galã de comédias românticas – três anos depois, ele venceu o Oscar (por “Clube de Compra Dallas”). O sucesso chegou a render anúncio da produção de uma continuação, que curiosamente nunca saiu do papel. O projeto da série circulava no mercado desde junho de 2019, quando estava sendo considerado pela rede CBS. Trata-se de uma nova produção de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing” e “Big Sky”, entre outras séries. Ele assina a série com o co-roteirista, produtor e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). A trama deve acompanhar outros casos defendidos pelo advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. Não vai faltar material para adaptação. Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que ironicamente virou série na Amazon: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O papel principal já está definido com Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) como Mickey Haller, “Estou muito feliz em chamar a Netflix de nossa casa”, disse Connelly, que também vai produzir a adaptação, em um comunicado. “E estou animado para trazer essa história rica e multifacetada, cheia de personagens e mistérios intrigantes, para milhões de telespectadores – fãs novos e antigos – em todo o mundo.”

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  • Etc,  Filme,  Série

    The Boys é o grande vencedor da premiação Critics Choice Super Awards

    11 de janeiro de 2021 /

    A premiação Critics Choice Super Awards aconteceu na noite de domingo (10/1) nos EUA, com o ator-diretor Kevin Smith e a atriz Dani Fernandez como anfitriões. Diferente da versão tradicional do prêmio, o Super Awards destaca os gêneros de filmes e séries favoritos dos geeks, com categorias focadas em super-heróis, sci-fi, terror, ação e animação. No topo da lista de vencedores deste ano estão os filmes “Palm Springs” e “Soul”, com três vitórias cada, enquanto “The Boys”, da Amazon, liderou as votações das séries – e a premiação geral – com quatro troféus. No ano do streaming, a Netflix foi a plataforma/estúdio mais premiada, conquistando cinco Super Awards graças a “Destacamento Blood”, “The Old Guard” e “BoJack Horseman”. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. MELHOR FILME DE AÇÃO Destacamento Blood (Netflix) MELHOR ATOR EM UM FILME DE AÇÃO Delroy Lindo – Destacamento Blood (Netflix) MELHOR ATRIZ EM UM FILME DE AÇÃO Betty Gilpin – A Caça (Universal) MELHOR FILME ANIMADO Soul (Disney+) MELHOR ATOR DE VOZ EM UM FILME ANIMADO Jamie Foxx – Soul (Disney+) MELHOR ATRIZ DE VOZ EM UM FILME ANIMADO Tina Fey – Soul (Disney+) O MELHOR FILME DE SUPER-HERÓI The Old Guard (Netflix) MELHOR ATOR EM UM FILME DE SUPER-HERÓI Ewan McGregor – Aves de Rapina (Warner Bros.) MELHOR ATRIZ EM UM FILME DE SUPER-HERÓI Margot Robbie – Aves de Rapina (Warner Bros.) MELHOR FILME DE HORROR O Homem Invisível (Universal) MELHOR ATOR EM UM FILME DE HORROR Vince Vaughn – Freaky (Universal) MELHOR ATRIZ EM UM FILME DE HORROR Elisabeth Moss – O Homem Invisível (Universal) MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FILME DE FANTASIA Palm Springs (Hulu MELHOR ATOR DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FILME DE FANTASIA Andy Samberg – Palm Springs (Hulu) MELHOR ATRIZ EM UM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FANTASIA Cristin Milioti – Palm Springs (Hulu) O MELHOR VILÃO EM UM FILME Jim Carrey – Sonic The Hedgehog (Paramount) SÉRIE DE MELHORES AÇÕES Vikings (History) MELHOR ATOR DE UMA SÉRIE DE AÇÃO Daveed Diggs – Snowpiercer (TNT) MELHOR ATRIZ DA SÉRIE DE AÇÃO Ângela Bassett – 9-1-1 (Fox) MELHOR SÉRIE ANIMADA BoJack Horseman (Netflix) MELHOR ATOR DE VOZ EM UMA SÉRIE ANIMADA Will Arnett – BoJack Horseman (Netflix) MELHOR ATRIZ DE VOZ EM UMA SÉRIE ANIMADA Kaley Cuoco – Harley Quinn (HBO Max) MELHOR SÉRIE DE SUPER-HERÓI The Boys (Amazon) MELHOR ATOR DE UMA SÉRIE DE SUPER-HERÓI Antony Starr – The Boys (Amazon) MELHOR ATRIZ DA SÉRIE DE SUPER-HERÓI Aya Cash – The Boys (Amazon) MELHOR SÉRIE DE HORROR Lovecraft Country (HBO) MELHOR ATOR DA SÉRIE DE HORROR Jensen Ackles – Supernatural (The CW) MELHOR ATRIZ DA SÉRIE DE HORROR Jurnee Smollett – Lovecraft Country (HBO) MELHORES SÉRIES DE FICÇÃO / FANTASIA CIENTÍFICAS The Mandalorian (Disney+) MELHOR ATOR EM UMA SÉRIE DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FANTASIA Patrick Stewart – Star Trek: Picard (CBS All Access) MELHOR ATRIZ DA SÉRIE DE FICÇÃO CIENTÍFICA / FANTASIA Natasia Demetriou – What We Do in the Shadows (FX) O MELHOR VILÃO DE UMA SÉRIE Antony Starr – The Boys (Amazon)

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  • Filme

    Netflix revela trailer de aventura infantil ao estilo dos Goonies

    10 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Em busca de ‘Ohana” (Finding ‘Ohana), comédia de aventura infantil que pode ser descrita como “Os Goonies no Havaí”. O filme segue um grupo de crianças e adolescentes que se aventuram por selvas e cavernas do Havaí para encontrar um lendário tesouro perdido – e assim salvar a família protagonista que está prestes a ser despejada. Primeiro filme dirigido por Jude Weng (das séries de comédia “Unbreakable Kimmy Schmidt”, “The Good Place” e “Fresh Off the Boat”), “Finding ‘Ohana” tem roteiro de Christina Strain (“The Magicians”) e é estrelado pela estreante Kea Peahu, o cantor Alex Aiono (“Royal Crush”), Lindsay Watson (“Disney Princess Last Day of School”), Owen Vaccaro (“Pai em Dose Dupla”) e os veteranos Branscombe Richmond, Kelly Hu (ambos de “O Escorpião Rei”) e o ex-astro infantil Ke Huy Quan (o menino Short Round do clássico “Indiana Jones e o Templo da Perdição”). A estreia está marcada para o dia 29 de janeiro.

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  • Filme

    Zona de Combate: Anthony Mackie luta contra robôs em trailer de sci-fi de ação

    10 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o novo trailer da sci-fi de ação “Zona de Combate” (Outside The Wire), estrelado por Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”) como um androide em luta contra robôs. A trama se passa no futuro e acompanha um piloto de drone (Damson Idris, de “Snowfall”) que é enviado a uma zona militarizada para trabalhar com um oficial androide (Mackie), encarregado de localizar uma arma mortal antes dos inimigos. A missão envolve muitos combates com robôs fortemente armados. A direção está a cargo do sueco Mikael Håfström (“Rota de Fuga”) e o elenco ainda inclui Emily Beecham (“Into the Badlands”), Michael Kelly (“House of Cards”), Kristina Tonteri-Young (“Warrior Nun”), Enzo Cilenti (“Les Misérables”) e Pilou Asbæk (“Ghost in the Shell”). O filme estreia na sexta-feira (15/1) em streaming.

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  • Série

    Losing Alice: Série de suspense com atriz de Demolidor ganha trailer da Apple

    9 de janeiro de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Losing Alice”, série israelense estrelada por Ayelet Zurer (a mãe biológica de Superman no filme “Homem de Aço” e a Vanessa da série “Demolidor”). Criação de Sigal Avin (“Michaela”), a série de oito episódios é um thriller sexual sobre Alice (Zurer), uma cineasta de cerca de 50 anos que entrou em decadência depois de resolver constituir família. Mas um encontro casual num trem muda tudo. Ela conhece e se envolve inesperadamente com Sophie (Lihi Kornowski, de “The Burglar”), uma bela e jovem roteirista, autora de uma história que pode recuperar sua carreira. O envolvimento também acontece de forma sexual e vira obsessão, ao mesmo tempo em que Alice começa a descobrir segredos sinistros da garota – como o fato de seu roteiro sombrio ser mais relato de fatos que ficção. Logo ela se pega ultrapassando limites e questionando até que ponto vale a pena chegar para reconquistar o sucesso de outrora. A versão impactante de “Hounds of Love”, sucesso de Kate Bush, utilizada na prévia foi gravada em 2010 pela cantora feroesa Eivør. A série de suspense tem estreia marcada para 22 de janeiro.

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  • Série

    Diretores do terror cult Primavera entram na série do Cavaleiro da Lua

    9 de janeiro de 2021 /

    A série “Moon Knight” da Marvel Studios, baseada nos quadrinhos do herói Cavaleiro da Lua, acrescentou diretores adicionais. A dupla Justin Benson e Aaron Moorhead, especialistas em terrores independentes, como os premiados e cultuados “Primavera” (2014) e “O Culto” (2017), estão se juntando a Mohamed Diab, o cineasta egípcio que comandará o episódio piloto da atração, estrelada por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Diab é considerado uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio, recebendo vários prêmios por seus primeiros longas “Cairo 678” (2010), sobre vítimas de abuso sexual em busca de justiça, e “Clash” (2016), passado num camburão repleto de prisioneiros durante a Primavera Árabe que sacudiu o Egito com protestos. Já Benson e Moorhead, além de dirigir também são roteiristas, produtores e editores de filmes. Eles filmam juntos desde 2013, quando lançaram o terror “Resolution” (2012), premiado no Festival de Neuchâtel, na Suiça. Desde então, suas obras são celebrados em festivais de cinema fantástico e arrancam elogios da crítica. “Primavera”, que causou sensação da Mostra Midnight Madness do Festival de Toronto, transformou Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) em fã da dupla, enquanto “O Culto”, exibido no Festival de Tribeca, arrancou críticas elogiosíssimas da crítica – 92% no Rotten Tomatoes. Seu filme mais recente foi o thriller sci-fi “Synchronic” (2019), estrelado por Anthony Mackie e Jamie Dornan. Além deles, a equipe conta com o roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix). Foi ele quem tirou o projeto do papel, após uma década de desenvolvimento por outros roteiristas. Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. O personagem é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. “Moon Knight” fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel.

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  • Filme

    Academia barra Hamilton do Oscar 2021

    9 de janeiro de 2021 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos tomou uma decisão polêmica e barrou a versão filmada do musical “Hamilton”, um dos maiores sucessos da plataforma Disney+ (Disney Plus), da disputa do Oscar 2021. Mesmo estando apto a concorrer em outras premiações do cinema, como o Globo de Ouro e o SAG Awards, a gravação do espetáculo da Broadway foi desqualificada pela Academia sem maiores explicações, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. “Hamilton” tem sua elegibilidade questionada desde o ano passado, por ser uma espécie de registro documental de apresentações da peça da Broadway. Segundo alguns, a produção seria incompatível com uma regra de 1997 válida para curtas e documentários, que descarta “trabalhos sem edição de registros de performance”. Esta regra foi introduzida após peças filmadas aparecerem na premiação do cinema, como “Otelo” (1965), “Give ‘Em Hell, Harry” (1974) e “O Homem na Caixa de Vidro” (1975). O detalhe é que “Hamilton” tem trabalho de edição. Não é um simples registro, pois compila três dias de performances diferentes, com o teatro fechado, realizadas especificamente para o filme. Por conta disso, o THR apurou que o Comitê de Regras e Prêmios da Academia optou por excluir a obra com base em outra regra, recém-introduzida, e que teria o objetivo oposto: de facilitar a disputa de lançamentos exclusivos de streaming durante a pandemia. A regra diz que “Até novo aviso e somente nesta edição do Oscar, filmes disponíveis em serviços de streaming estarão qualificados para concorrer ao prêmio. O comitê de regras da Academia vai avaliar todas as questões envolvendo regras e elegibilidade”. Teria sido a segunda parte, sobre o poder do comitê para decidir com base em seus critérios pessoais, que teria barrado o filme. Não há explicações sobre quais critérios impediram a inclusão entre os candidatos. “Hamilton” foi aceito na disputa de várias outras premiações de cinema e é favorito ao Globo de Ouro de Melhor Filme Musical (ou de Comédia), assim como o elenco nas categorias de atuação. Já o SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores, curiosamente caracterizou “Hamilton” como um filme para TV, qualificando-o a concorrer nas categorias destinadas a telefilmes e minisséries. Vale lembrar que a Disney desembolsou U$ 75 milhões pelos direitos de exibição do longa e pretendia lançá-lo no cinema, mas acabou disponibilizando-o em sua plataforma de streaming por causa da pandemia. “Hamilton” tornou-se um dos conteúdos mais assistidos da Disney Plus. Veja abaixo o trailer da produção.

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  • Filme

    Filme de zumbis do diretor de Liga da Justiça ganha novas fotos

    9 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou novas fotos do filme de zumbis do cineasta Zack Snyder (“Liga da Justiça”), “Army of the Dead”, estrelado por Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). Aparentemente, ele vai se chamar “Invasão a Las Vegas” no Brasil – um título bastante “criativo”, que não traduz nenhuma das palavras do original em inglês (literalmente “exército dos mortos”). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”, já que se passa em Las Vegas e acompanha um homem que reúne um grupo de mercenários para realizar o maior assalto já tentado. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. Uma das imagens mostra o grupo abrindo um cofre repleto de dinheiro. Além de Bautista, o elenco também inclui Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Wolverine: Imortal”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”), Theo Rossi (“Sons of Anarchy”), a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”) e a comediante Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”), introduzida em refilmagens para substituir um ator afastado por denúncias de assédio. Desenvolvida para a Netflix, a produção representa um retorno às origens para o diretor, que volta ao apocalipse zumbi 15 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). O projeto estava acumulando poeira desde 2007 na Warner, onde deveria ter sido dirigido por Snyder logo após “300” (2006). Sem esquecê-lo, o diretor conseguiu convencer a Netflix a bancar sua produção, orçada, segundo o site The Hollywood Reporter, em respeitáveis US$ 90 milhões – orçamento de filme de super-heróis e não de zumbis. A história é do próprio Snyder, mas foi roteirizada por Joby Harold, do infame “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Além de dirigir, Snyder também assina a produção com sua esposa, Deborah Snyder. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Críticas negativas transformam Mulher-Maravilha 1984 em “tomate podre”

    9 de janeiro de 2021 /

    “Mulher-Maravilha 1984” perdeu um pouco mais de sua aprovação crítica, chegando a 59% no Rotten Tomatoes, principal termômetro da crítica, por agregar e pontuar resenhas de cinema em inglês. Apesar de ter sido inicialmente certificado como “Fresh” (ou fresco) com 88% de aprovação dos críticos, novas resenhas foram adicionadas após o lançamento norte-americano e a nota despencou, fazendo o filme perder o selo de aprovação. Pior que isso: com 59% o filme recebeu o selo de “tomate podre” – isto é, tornou-se desaprovado pela crítica. Essa mudança impressionante de nota também demonstra como o entusiasmo dos fanboys pode distorcer a percepção de um filme. Resenhistas de blogs geeks chegaram a manifestar elogios rasgados à produção, ao registrarem suas “primeiras impressões” no Twitter. Eles também foram os primeiros a publicar suas críticas, colocando a nota do filme lá em cima e influenciando até a imprensa oficial. Mas após um começo entusiasmado, houve uma queda inédita de cerca de 30% na avaliação, que transforma “Mulher-Maravilha 1984” num caso de estudo. Das 377 resenhas compiladas pelo site, 224 são positivas, enquanto 153 são negativas. Como parâmetro do comparação, o primeiro “Mulher-Maravilha”, de 2017, teve 93% de aprovação. Segundo avalia o próprio site, o consenso geral é que “’Mulher-Maravilha 1984′ luta com todo o excesso que acompanha uma sequência, mas ainda oferece um escapismo vibrante para satisfazer os fãs da franquia e da clássica personagem central”. Além de estar disponível nos cinemas, o filme também foi lançado simultaneamente na HBO Max para o público norte-americano.

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    Malcolm & Marie: Trailer revela filme de Zendaya rodado na quarentena

    8 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Malcolm & Marie”, drama romântico dirigido por Sam Levinson (criador de “Euphoria”) durante a quarentena e estrelado por Zendaya (estrela de “Euphoria”) e John David Washington (“Tenet”). Segundo o site Deadline, a plataforma teria oferecido US$ 30 milhões pelos direitos mundiais da obra, rodada de forma íntima e em preto e branco, durante apenas duas semanas, com um orçamento baixíssimo, no momento em que os envolvidos estavam sem outros projetos. “Malcolm & Marie” foi o primeiro filme a completar sua produção durante a pandemia, e seus direitos teriam sido disputados por outras plataformas e até estúdios de cinema. HBO, Amazon, Searchlight, MGM, Apple, A24 e Focus Features teriam entrado na disputa, o que teria feito o preço da produção disparar. O longa foi escrito, dirigido e produzido por Levison, que ainda financiou as despesas de filmagem em conjunto com seus atores. Mas vale considerar que o projeto só existiu por causa de Zendaya. Durante a paralisação das gravações de “Euphoria”, a atriz ligou para Levinson perguntando se ele não teria algo fácil e rápido para filmar durante a quarentena, aproveitando que estavam todos parados. Em seis dias, Levinson escreveu “Malcolm & Marie”. A trama traz Washington e Zendaya como um cineasta e sua namorada, que voltam para casa após a estreia de um filme e esperam comemorar o sucesso. Em vez disso, o clima da noite muda quando revelações sobre seus relacionamentos começam a vir à tona, o que testa a força de seu amor. A estreia está marcada para 5 de fevereiro em streaming.

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  • Filme

    Estreias online destacam Bill & Ted e aspirantes ao Oscar

    8 de janeiro de 2021 /

    A programação de lançamentos online da semana está bem variada, com comédias, filmes brasileiros e aspirantes ao Oscar 2021. O filme mais conhecido é “Bill & Ted: Encare a Música”, continuação tardia e “totalmente excelente” da franquia dos anos 1980 estrelada por Keanu Reeves e Alex Winter, que conclui a história iniciada em “Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica” (1989). Para quem não lembra, Bill e Ted eram dois estudantes extremamente estúpidos que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criariam uma música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, mas finalmente chegou a hora da aventura final, em que a dupla precisará cumprir a profecia e criar a música perfeita – desta vez, com ajuda de suas filhas, Billie e Thea, vividas por Brigette Lundy-Paine (“O Escândalo”) e Samara Weaving (“Casamento Sangrento”). Os destaques da lista também incluem dois longas brasileiros premiados, “Pacarrete”, grande vencedor do último festival presencial de Gramado, no ano passado, e “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, selecionado para representar o Brasil no Oscar 2021. A escolha de um documentário para concorrer à categoria de Filme Internacional da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA é inusitada, mas a inesperada participação brasileira no Oscar passado também se deu por conta de um filme do gênero – “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa. Além disso, a obra de Barbara Paz tem muitos méritos. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Homenagem ao cineasta Hector Babenco, que sua parceira cineasta registra em seus últimos instantes de vida – ele morreu em 2016, depois de uma luta contra o câncer – , o filme também serve de testamento das realizações de um dos maiores cineastas do Brasil – mesmo ele sendo argentino. “Pacarrete”, por sua vez, foi recebida com aplausos de pé em Gramado. Os elogios foram direcionados especialmente à performance da atriz Marcélia Cartaxo, que venceu um Urso de Prata no Festival de Berlim no começo da carreira, por “A Hora da Estrela” (1985), e voltou a conquistar um grande prêmio, o Kikito de Melhor Atriz por seu trabalho na nova obra, dando vida à história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a personagem-título sonha em se apresentar na principal festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores. Mas nunca se dá por vencida, defendendo sua arte em protesto e resistência. “Todo artista precisa resistir. Viva o cinema brasileiro”, disse Marcélia Cartaxo, ao receber seu troféu no festival gaúcho – um dos oito conquistados pelo filme de Allan Deberton. A seleção ainda traz mais dois dramas indies cotados a prêmios em 2021 – inclusive o Oscar. “The Assistant”, com Julia Garner (vencedora do Emmy por “Ozark”), é inspirado pelas denúncias de assédio contra Harvey Weinstein e dramatiza o cotidiano de uma assistente de um poderoso executivo não nomeado. Os abusos também são apresentados de forma velada, por meio de detalhes observados pela assistente do título, que testemunha situações constrangedoras e se vê forçada a comprometer seus princípios para não perder o emprego, enquanto os colegas de trabalho acham tudo que a incomoda perfeitamente normal naquele ambiente. “Pieces of a Woman” já rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) no Festival de Veneza passado. Ela vive uma executiva muito rígida, casada com um operário da construção civil de passado volátil (Shia LaBeouf, de “Ninfomaníaca”). Os dois encontraram o amor apesar da diferença de classes e esperavam ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o parto planejado em casa, jogando o casal num drama devastador. Primeira produção em inglês da roteirista Kata Wéber e do diretor Kornél Mundruczó, casal húngaro de “Deus Branco” (White God, 2014) e “Lua de Júpiter” (2017), o filme reflete a jornada de superação da perda do filho deles na vida real, enquanto as cenas de julgamento que finalizam a história foram inspiradas por um caso real de 2010, que levou uma parteira aos tribunais da Hungria. Confira abaixo os trailers destes e dos demais filmes que completam o Top 10 digital da semana.     Bill & Ted: Encare a Música | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, Now, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes) (Netflix)     Pieces of a Woman | EUA | 2020 (Netflix)     A Assistente | EUA | 2020 (Amazon Prime Video)     Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou | Brasil | 2019 (Apple TV, Google Play, Now, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Pacarrete | Brasil | 2019 (Apple TV, Google Play, Looke, Now, Vivo Play, YouTube Filmes)     10 Horas para o Natal | Brasil | 2020 (Apple TV, Now, Vivo Play)     Rosa Amarela | Filipinas | 2019 (Apple TV, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes)     Big Time Adolescence | EUA | 2019 (Apple TV, Now, Oi Play, Vivo Play)     The Little Hours | EUA | 2019 (Amazon)     Kim Possible | EUA | 2019 (Disney+ (Disney Plus))

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  • Música,  Série

    Sucesso de Bridgerton faz disparar procura das músicas da série no Spotify

    7 de janeiro de 2021 /

    O sucesso de “Bridgerton”, que já teria a 5ª maior audiência da Netflix, chegou a outras plataformas de streaming. Os fãs descobriram que as músicas da trilha sonora, com versões instrumentais de sucessos do pop internacional, foram gravadas pelo Vitamin String Quartet. Agora, o Spotify informou que os números de acesso às músicas do grupo tiveram um salto de 170% globalmente, registrado entre o dia do lançamento de “Bridgerton” em 25 de dezembro e o dia 4 de janeiro. Especificamente nos Estados Unidos, o streaming das músicas do Vitamin String Quartet cresceu 110%. Entre as gravações mais tocadas, estão as versões de “Thank U, Next”, da cantora Ariana Grande, e “Girls Like You”, da banda Maroon 5, que muitos consideram pontos altos da trilha sonora da série. O Spotify ainda informou que foram criadas mais de 5,8 mil playlists com “Bridgerton” no título por usuários da plataforma de todo o mundo. Versões de “In My Blood” (o original é de Shawn Mendes), “Bad Guy” (Billie Eilish) e “Blinding Lights” (The Weeknd) — além das originais “Simon and Ladu Danbury” e “The Latest Whistledown” — também compõem a relação de faixas mais incluídas nas playlists dos fãs da série. Veja abaixo os clipes do Vitamin String Quartet para “Blinding Lights” e “Bad Guy”.

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    Diretor de fotografia confirma Oscar Isaac como Cavaleiro da Lua

    7 de janeiro de 2021 /

    O diretor de fotografia escalado para trabalhar em “Moon Knight”, nova série da Marvel na Disney+ (Disney Plus), confirmou a escalação de Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) no papel do personagem-título, o herói Cavaleiro da Lua. A confirmação marca um retorno do ator ao mundo dos super-heróis da Marvel, já que ele interpretou o vilão de “X-Men: Apocalipse” (2016). A Disney não fez nenhum pronunciamento oficial e, até esse vazamento, as reportagens sobre a participação do ator indicavam apenas que existiam “negociações” para que ele interpretasse o personagem. Mas em sua página no Instagram, Gregory Middleton foi bastante claro, ao anunciar a sua própria contratação para a série. “Bom, o segredo está revelado. É uma honra fazer parte da introdução de um personagem ao MCU como o Cavaleiro da Lua. Quem disse que diretores de fotografia se preocupam com trajes brancos? Não se eles são personagens complexos interpretados por um ator tão bom quanto Oscar Isaac. Obrigado ao diretor Mohamed Diab por me convidar a entrar a bordo”. Middleton é conhecido por trabalhos em séries premiadas como “Game of Thrones” e “Watchmen”. Na nova atração, ele vai trabalhar com o cineasta Mohamed Diab, considerado uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio – ele recebeu vários prêmios por seus primeiros longas: “Cairo 678” (2010), sobre vítimas de abuso sexual em busca de justiça, e “Clash” (2016), passado num camburão repleto de prisioneiros durante a Primavera Árabe que sacudiu o Egito com protestos. Além deles, a equipe conta também com o roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix). Foi ele quem tirou o projeto do papel, após uma década de desenvolvimento por outros roteiristas. Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. O personagem é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. “Moon Knight” fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gregory Middleton AscCsc (@middlecam)

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