Wagner Moura entra no novo filme dos diretores de Vingadores: Ultimato
O brasileiro Wagner Moura (“Narcos”) se juntou ao elenco grandioso do próximo filme dos diretores Joe e Anthony Russo, de “Vingadores: Ultimato”. Os responsáveis pelo maior blockbuster de todos os tempos estão à frente de “The Grey Man”, que será o filme de maior orçamento na história da Netflix. A produção da AGBO e Sony já tinha definido Ryan Gosling (“La La Land”), Chris Evans (também de “Vingadores: Ultimato”) e a cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) como protagonistas. Agora, além de Wagner Moura, também anunciou a inglesa Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), o indiano Dhanush (“Karnan”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Os Russos escreveram o roteiro, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” vai trazer Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). O personagem de Gosling, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias. A mais recente, “One Minute Out”, foi publicada em fevereiro deste ano nos EUA. Por curiosidade, esta não é a primeira tentativa de adaptação da saga literária de Greaney. Há alguns anos, Brad Pitt quase virou o Homem Cinzento, com direção de James Gray. O projeto não saiu do papel, mas os dois fizeram “Ad Astra”. Outra curiosidade é que “The Grey Man” será o terceiro filme consecutivo de Wagner Moura para a Netflix e o também o terceiro em que ele trabalhará com Ana De Armas, após contracenar com a cubana em “Sergio” e “Wasp Network: Rede de Espiões”.
Sombra e Ossos: Teaser anuncia data da nova série de fantasia juvenil da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Sombra e Ossos” (Shadow and Bone), série de fantasia baseado na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha. O vídeo anuncia que a produção será lançada em abril. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo devastado pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – e só a magia pode não ser suficiente para sobreviver. O papel principal será desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que também estará no vindouro filme de Edgar Wright “Last Night in Soho”, com estreia também prevista para abril. O resto elenco ainda destaca Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Ben Barnes (“Justiceiro”). Veja abaixo o teaser e a primeira foto do elenco da atração.
Cidade Invisível: Série sobrenatural do diretor de Rio e Touro Ferdinando ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou as fotos e o primeiro teaser da nova série brasileira “Cidade Invisível”, criada pelo diretor Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action após dirigir as animações das franquias “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando” (pela qual foi indicado ao Oscar). A série traz Marco Pigossi (“Tidelands”) no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental. Após encontrar um estranho animal morto em uma praia carioca, o policial se envolve em uma investigação de assassinato e descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. Na prévia, ele tem visões de Julia Konrad (“Malhação”), que ninguém mais vê. O elenco também destaca Alessandra Negrini (“O Abismo Prateado”) como Inês, dona de uma casa noturna que é muito mais do que aparenta, e logo se envolve na investigação de Eric. Criada e produzida por Saldanha, “Cidade Invisível” traz ainda Mirna Nogueira (“O Doutrinador”) como roteirista-chefe e Julia Jordão (“O Negócio”) com diretora. A estreia foi marcada para 5 de fevereiro.
Supo Mungam Plus: Brasil tem nova plataforma de streaming de cinema autoral
A distribuidora brasileira de filme de artes Supo Mungam lançou sua própria plataforma de streaming, focada em cinema independente e autoral. Batizada de Supo Mungam Plus, a plataforma traz vários títulos para cinéfilo nenhum colocar defeito. Entre os destaques da página inicial do serviço, estão “O Doce Amanhã” e “Exótica” de Atom Egoyan, “Filhos da Guerra” de Agnieszka Holland, “Quando Éramos Bruxas” de Nietzchka Keene, que é estrelado pela cantora Björk, “Wendy e Lucy” de Kelly Reichardt, “Bamako” de Abderrahmane Sissako, “O Funeral das Rosas” de Toshio Matsumoto, “Em Trânsito” de Christian Petzold, “Body” de Malgorzata Szumowska, “Uma Questão Pessoal” de Paolo & Vittorio Taviani, “Verão 1993” de Carla Simón, “A Camareira” de Lila Avilés, “Um Homem Fiel” de Louis Garrel, “Aqueles Que Ficaram” de Barnabás Tóth, “Nico, 1988” de Susanna Nicchiarelli, e dezenas de outros filmes. A plataforma promete uma dedicada curadoria, que trará todo mês novidades para os assinantes, além de filmes exclusivos, premiados e exibidos nos maiores festivais do planeta como Cannes, Berlim e Veneza, e também preciosidades clássicas e obras restauradas do mundo. “A criação da nossa plataforma de streaming é uma ideia que tenho desde 2017 e com o início deste projeto, uma extensão do nosso trabalho como distribuidora de filmes independentes, queremos apresentar esses filmes para novos públicos assim como para quem deseja revê-los. É muito importante para mim, como mulher, também mostrar obras incríveis de grandes diretoras. Existem muitos filmes que merecem ser vistos, e às vezes ficam escondidos ou passam despercebidos, e nossa intenção é promover eles através da plataforma, para que se conectem com as pessoas, pois acreditamos que podem fazer parte da vida delas, assim como fazem da nossa”, diz Gracie Pinto, diretora da Supo Mungam Films, no comunicado do projeto. Lançada na noite de quarta (16/12), a plataforma tem assinatura mensal (R$ 23,90) e anual (R$199,90), realizada no próprio site da plataforma, e que dá acesso ilimitado para todos os conteúdos, permitindo ao assinante assistir onde e como quiser: no computador, smartphone, tablet ou TV com os dispositivos conectados à internet. Todos os filmes possuem legenda e estão disponíveis em full HD. Para quem quiser conhecer, a Supo Mungam Plus também oferece 7 dias grátis para uma degustação de seu catálogo. O serviço pode ser acessado em www.supomungamplus.com.br.
Rosaly Papadopol (1956 – 2020)
A atriz Rosaly Papadopol morreu na madrugada desta quarta-feira (16/12), em um hospital de São Paulo, após batalha contra um câncer no baço, aos 64 anos. Ela lutava há aproximadamente dois anos contra o câncer, que era bastante agressivo. Em suas redes sociais, chegou a publicar registros do tratamento e da queda de cabelo. Rosaly iniciou sua vida artística em 1975 no teatro, atuando inclusive no musical “Saudades do Brasil”, ao lado de Elis Regina. A maior parte da carreira foi sobre os palcos. Mas ela apareceu em diversas novelas e até em filmes. Sua estreia nas telas aconteceu em 1978, na novela “Salário Mínimo”, da TV Tupi, e no filme “As Amantes Latinas”, de Luiz Castellini. Ela também integrou o elenco de “Éramos Seis” (1994) e “Dona Anja” (1996), no SBT. Na Globo, trabalhou nas novelas “Porto dos Milagres” (2001), “Agora é Que São Elas” (2003), “Bang Bang” (2005), “Belíssima” (2005), “Pé na Jaca” (2006) e “Malhação” (2009), além da série “Minha Nada Mole Vida” (2006). Seus destaques cinematográficos ainda incluem “Nasce uma Mulher” (1985), de Roberto Santos, “Anjos da Noite” (1987), de Wilson Barros, “Lua Cheia” (1989), de Alain Fresnot, “O Príncipe” (2002), de Ugo Giorgetti, e “Bellini e a Esfinge” (2002), de Roberto Santucci. Seu último trabalho foi em 2018, quando fez uma participação especial nos dois primeiros episódios da série “Samantha!”, da Netflix.
Hilary Duff anuncia que volta de Lizzie McGuire foi descartada
A atriz Hilary Duff confirmou que a Disney+ (Disney Plus) desistiu de produzir um revival de “Lizzie McGuire”. “Não vai mais acontecer”, ela afirmou em seu Instagram, encerrando especulações sobre o destino da série, que chegou a ser anunciada entre os primeiros projetos da plataforma, em agosto de 2019. Duff escreveu: “Estou muito honrada por ter a personagem Lizzie em minha vida. Ela causou um impacto duradouro em muitos, inclusive em mim. Ver a lealdade e o amor dos fãs por ela, até hoje, significa muito para mim. Eu sei que nos esforçamos para fazer o reboot funcionar, mas, infelizmente, apesar dos esforços de todos, isso não vai mais acontecer. Queria que qualquer revival de ‘Lizzie’ fosse honesto e autêntico para refletir quem Lizzie seria hoje. É o que a personagem merece. Agora, todos nós podemos parar um momento para lamentar a mulher incrível que ela teria sido e as aventuras que teríamos levado com ela. Estou muito triste, mas prometo que todos tentaram o seu melhor e as estrelas simplesmente não se alinharam. 2020 foi todo assim. ” Havia muita expectativa em ver como Lizzie McGuire seria como mulher adulta. A personagem – e sua intérprete – tinha 14 anos quando a série foi lançada no Disney Channel em 2001, e voltaria às telas com mais de 30 anos de idade. A criadora da produção original, Terri Minsky, estava à frente do projeto, que mostraria Lizzie morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Mas com o mesmo detalhe que diferenciava sua série original. Para quem não lembra, “Lizzie McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras da garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sinceros” sobre as situações da protagonista adulta. Os problemas começaram quando Duff e Minsky concordaram que a série não poderia ter censura livre, como queria a Disney. Com esse impasse, Minsky foi afastada da produção em janeiro passado, enquanto Duff passou a fazer campanha para que a atração fosse remanejada, saindo da plataforma Disney+ (Disney Plus) para integrar a Hulu, como aconteceu com duas séries durante suas produções – “Alta Fidelidade” e “Com Amor, Victor”. Inicialmente entusiasmada com o projeto, a Disney chegou a gravar dois episódios, voltando a reunir o elenco original da atração. Mas ao ver o resultado, pausou tudo. Na época, um porta-voz do estúdio disse: “Os fãs de ‘Lizzie McGuire’ têm grandes expectativas para qualquer nova história. A menos e até que estejamos confiantes de que podemos atender a essas expectativas, decidimos adiar tudo e informamos aos representantes do elenco que não estamos avançando com a série planejada.” Foi um baque. Nada avançou desde então e agora Duff confirma que a série não vai mais sair do papel. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hilary Duff (@hilaryduff)
Kate Beckinsale vai estrelar série de comédia da roteirista de New Girl
A atriz Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”) terá o papel principal em “Guilty Party”, uma nova série de comédia de humor negro produzida pela trupe Funny or Die. Ela substitui Isla Fisher, que originalmente foi escalada para o papel, mas desistiu devido a circunstâncias relacionadas à pandemia. Escrita por Rebecca Addelman (“New Girl”) e dirigida por Trent O’Donnell (“No Activity”), “Guilty Party” vai trazer Beckinsale como Beth Baker, uma jornalista desacreditada e desesperada para salvar sua carreira, que decide contar a história de uma jovem mãe condenada à prisão perpétua por mutilar e assassinar seu marido, crimes que ela afirma não ter cometido. Na tentativa de descobrir a verdade, Beth/Beckinsale se vê perdendo a cabeça enquanto enfrenta contrabandistas de armas do Colorado, a cultura clickbait, o marasmo do casamento e seu próprio passado problemático. A série está sendo produzida pela CBS Studios, em associação com as produtoras Funny Or Die e Mosaic, para a plataforma Paramount+ – novo nome da CBS All Access a partir de 2021. “’Guilty Party’ é uma série que aborda questões contemporâneas – o sistema prisional, a morte do jornalismo impresso e a cultura das armas, para citar algumass – mas tem, em sua essência, personagens femininas inteligentes, engraçadas, ambiciosas e profundamente complicadas”, disse Addelman no comunicado de apresentação do projeto. Antes desta série, Beckinsale será vista na comédia “El Tonto”, estreia na direção do ator Charlie Day (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), que já foi filmada, mas ainda não tem previsão de lançamento.
Suposta influência da CIA na banda Scorpions vai virar série
Uma lenda envolvendo a banda de rock Scorpions vai inspirar uma nova série encomendada pela plataforma Hulu. Intitulada “Wind of Change”, a série vai explorar a teoria de conspiração de um podcast sobre o hit da banda alemã que nomeia a atração. O podcast hospedado pelo jornalista Patrick Radden Keefe, que foi lançado em maio e se tornou uma das séries de áudio mais badaladas do ano, sugeriu que a agência secreta americana CIA foi quem realmente compôs “Wind of Change”. Os episódios seguiram Keefe enquanto ele explorava o boato que ouviu de uma fonte da CIA sobre a autoria do sucesso internacional de 1990. A trama selvagem revela espiões fazendo o impensável e uma história secreta de propaganda escondida na música pop e um labirinto de segredos do governo, que ainda envolve um dos grandes mistérios da Guerra Fria. A power ballad “Wind of Change” (vento de mudança) foi composta (supostamente) pelo vocalista Klaus Meine logo após a queda do Muro de Berlim e durante uma visita da banda à URSS no auge da perestroika, sendo lançada em 1990, na sequência do golpe fracassado que acabaria por levar ao colapso da União Soviética. A exploração da conspiração por trás da música está sendo desenvolvida como série pelo ator, roteirista e diretor Alex Karpovsky (visto em “Girls” e criador de “Oh Jerome, No”), e produzida pelo estúdio 20th Television em associação com a Small Dog Pictures (de Jason Winer, criador de “1600 Penn”), Crooked Media, Pineapple Street Studios e Spotify. A encomenda da série também marca o primeiro acordo de desenvolvimento de TV para a Crooked Media, que foi estabelecida em 2017 por três ex-funcionários da administração Barack Obama – Tommy Vietor, Jon Favreau (homônimo do diretor) e Jon Lovett. Lembre a música “Wind of Change” abaixo.
Tribes of Europa: Nova série distópica da Netflix ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado de “Tribes of Europa”, série sci-fi alemã da produtora W&B Television, a mesma de “Dark”. Criada e dirigida por Philip Koch (“Picco”, “Play”), em parceria com Florian Baxmeyer (“O Sangue dos Templários”), a trama se passa em 2074, após a Europa ser divida em “estados tribais”. Estes grupos disputam poder e soberania numa distopia que, apesar de avanços tecnológicos, fez a civilização retroceder aos tempos do feudalismo medieval. Neste período marcado por conflitos, três irmãos se veem forçados a trilhar o próprio caminho no meio de uma guerra perigosa. Os protagonistas são vividos por Emilio Sakraya (o JC de “Warrior Nun”), Henriette Confurius (“Duas Irmãs, Uma Paixão”) e David Ali Rashed (“O Beautiful Night”), e o elenco ainda inclui Oliver Masucci (“Dark”), Melika Foroutan (“Pari”), James Faulkner (“Game of Thrones”), David Bowles (“Carta ao Rei”) e Benjamin Sadler (“Shadowplay”). A série tem estreia prevista apenas para fevereiro.
Atriz de Into the Badlands vai estrelar nova série de terror dos criadores de Dark
A atriz inglesa Emily Beecham, que viveu a Viúva em “Into the Badlands” e venceu o prêmio de Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe” (2019), vai estrelar a nova série dos criadores de “Dark” na Netflix. Beecham é o primeiro nome escalado em “1899”, terror de época dos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”. Programado para entrar em produção no segundo trimestre de 2021, “1899” vai girar em torno de um navio a vapor que vai de Londres a Nova York. Quando os passageiros descobrem outro barco à deriva, sua jornada se transforma em um pesadelo horrível. Nas últimas semanas, Baran Bo Odar postou vários testes de câmeras e roupas para a série em sua conta do Instagram, que se seguiram à foto de um roteiro do episódio 1, intitulado “The Ship”. Ele e Friese foram os primeiros criadores europeus a fechar um contrato de desenvolvimento geral com a Netflix em 2018. Sobre “1899”, Odar chegou a dizer: “O que realmente nos conectou a essa ideia foi o conceito de ter uma série verdadeiramente europeia com um elenco misto de países diferentes. Em seu cerne, está a questão do que nos une e do que nos divide. E como o medo pode ser um gatilho para o último.” Além deste projeto, Beecham terminou recentemente de filmar, ao lado de Emma Stone (“La La Land”), a vindoura fábula da Disney “Cruella”. Ela também estará na ficção científica da Netflix “Outside The Wire”, co-estrelada por Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), e no drama da Amazon “The Pursuit Of Love”, com Lily James (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por baranboodar (@baranboodar)
Série da Netflix revela que Anitta foi estuprada aos 15 anos
A nova série documental “Anitta: Made In Honório” estreou à meia-noite desta quarta (16/12) na Netflix e já virou o assunto mais comentado no Twitter. Não apenas por causa dos fãs de Anitta, mas devido a uma revelação bombástica. Na série, a cantora revela pela primeira vez que sofreu um estupro “aos 14 ou 15 anos”. A violência é abordada logo no primeiro episódio, por meio de um depoimento da própria Anitta. Quase sem encarar a câmera, ela conta detalhes da noite de terror que viveu com um homem, que a manipulou e a forçou a fazer sexo ainda menor de idade. “Eu tinha medo dele, ele era autoritário comigo, falava de forma autoritária. Eu era diferente quando eu era adolescente, não era como eu sou hoje em dia”, conta ela. “Ele estava muito nervoso, muito estressado. Eu estava com bastante medo das reações dele e eu acabei perguntando se ele queria ir pra um lugar só nós dois. Rapidamente, na mesma hora, ele parou o estresse dele e perguntou se eu tinha certeza. Eu falei que sim. Mas hoje eu tenho plena certeza que eu falei que sim, porque eu tinha muito medo do estresse dele”, desabafa. Emocionada, Anitta continua seu relato. “Quando eu cheguei lá, eu realizei que não era certo fazer aquilo por medo e eu falei que não queria mais. Mas ele não ouviu. Ele não falou nada. Ele só seguiu fazendo o que ele queria fazer. Quando ele acabou, ele saiu, foi abrir uma cerveja e eu fiquei olhando pra cama cheia de sangue”, conta. Ela disse que levou alguns anos para tomar coragem e dizer o que aconteceu para a família. No episódio, um dos irmãos dela, Renan, diz que ela pediu que eles não a encarassem enquanto ela relatava o crime. Até hoje ela demonstra desconforto ao falar sobre o assunto. A cantora explica ainda que durante muitos anos conviveu com o drama de achar que aquilo tinha sido culpa sua. “Faz muito pouco tempo que eu parei de achar que isso é culpa minha, que eu causei isso pra mim. Eu sempre tive medo do que as pessoas iam falar: como ela pode ter sofrido isso e hoje ser tão sexual, ser tão aberta, fazer tanta coisa’. Eu não sei. O que eu sei é que eu peguei isso que eu vivi e transformei em uma coisa pra me fazer sair por cima, sair melhor”, continua. A agressão é uma das muitas revelações da série sobre a vida da jovem Larissa de Macedo Machado antes de virar Anitta. Revelações, inclusive, que também ajudam a explicar porque ela virou Anitta. Em “Anitta: Made In Honório”, ela finalmente conta a história por trás do nome artístico. “Pra todos vocês que se perguntam de onde nasceu a Anitta. Nasceu daí. Da minha vontade e necessidade de ser uma mulher corajosa, que nunca ninguém pudesse machucar, que nunca ninguém pudesse fazer chorar, magoar. Que sempre tivesse uma saída para tudo. Foi daí. Eu criei essa personagem aí”, aponta. Já o sucesso de Anitta veio da dedicação, das horas de trabalho sem fim e exigências extremas, que sua equipe precisa se desdobrar para cumprir. Mas que ela própria tem dificuldades para levar a cabo, acontecendo de ter viajar por conta de compromissos em três países no mesmo dia. Por isso, as horas livres são contadas e seus muitos relacionamentos amorosos não duram quase nada. Mostrando os bastidores de seus trabalhos, a cantora ainda dá uma alfinetada no Rock in Rio, onde o show não saiu como ela queria. Para deixar claro o que deu errado, ela fez a reprodução do mesmo show em Honório Gurgel, bairro onde cresceu no subúrbio do Rio e que batiza a série. Cenas dessa apresentação permeiam toda a série e encerram a produção. Assim como “Vai Anitta”, outra série que a cantora lançou na Netflix em 2018, “Anitta: Made In Honório” contém seis episódios de pouco mais de 30 minutos cada. Veja o trailer da série abaixo.
Trailer revela os perigos da 2ª temporada de Jurassic World: Acampamento Jurássico
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Jurassic World: Acampamento Jurássico”, série animada derivada da franquia “Jurassic Park”. A continuação foi confirmada após três semanas da estreia da 1ª temporada, disponibilizada em 18 de setembro. A trama de “Acampamento Jurássico” (Jurassic World: Camp Cretaceous) é basicamente a mesma de “Jurassic World” (2015), com crianças correndo perigo após ataques de animais pré-históricos, à solta no parque temático. De fato, a história acontece simultaneamente aos eventos do primeiro filme da nova trilogia, antes do parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, ser desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018). Na nova prévia, as crianças da série descobrem que não estão sozinhas, sugerindo o aparecimento da versão animada de alguns dos protagonistas da franquia. A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”), e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A 2ª temporada estreia em 22 de janeiro.
Servant é renovada para 3ª temporada
A Apple TV+ antecipou a renovação da série de terror “Servant”, produzida pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”). A atração recebeu a encomenda de sua 3ª temporada, um mês antes da estreia dos episódios de seu segundo ano de produção. “Servant” é a quarta série original da Apple TV+ renovada para a 3ª temporada, juntando-se a “For All Mankind”, “Dickinson” e “Ted Lasso”. Além de produzir, Shyamalan também assina alguns episódios da atração, criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”. A série acompanha gira em torno de uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”) contratada para cuidar de uma criança recém-nascida. O detalhe é que o bebê morreu no parto e a a família o substituiu por um boneco. Para espanto do pai, a babá achou tudo normal e até compactua com a situação, concebida para contornar um surto da mãe, que não suportou a perda da criança. Mas quando ela some com o boneco, o arranjo conduz ao caos. O elenco também destaca Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) como os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o tio (irmão da personagem de Ambrose) do bebê de brinquedo. A 2ª temporada estreia em 15 de janeiro na plataforma de streaming da Apple. Veja abaixo o trailer dos próximos capítulos.












