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  • Filme

    Disney e Sony se acertam e Homem-Aranha volta para a Marvel

    27 de setembro de 2019 /

    Uma reviravolta inesperada nas negociações entre Disney e Sony garantiu a permanência do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, os dois estúdios encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel. “Eu estou feliz que a jornada do Aranha no MCU vai continuar, e todos nós aqui da Marvel estamos muito animados que vamos continuar trabalhando nisso. O Homem-Aranha é um ícone poderoso e um herói que as histórias cruzam todas as idades e públicos ao redor do mundo. E também ele é o único herói com o superpoder de cruzar universos cinematográficos, então a Sony continuará a produzir os seus próprios filmes do Aranhaverso e você nunca sabe quais surpresas o futuro trará”, disse Feige, em comunicado. Os termos do novo acordo não foram revelados, mas Feige continuará a ser responsável pela visão criativa do terceiro longa do Homem-Aranha interpretada por Tom Holland, depois de “De Volta ao Lar” (2017) e “Longe de Casa” (2019). Além disso, pelo novo acordo, o Aranha irá aparecer como coadjuvante no filme de outro herói da Marvel, ainda não determinado. Tem mais: o terceiro “Homem-Aranha” tem até data de lançamento definida. Ainda sem título, chegará aos cinemas em 16 de julho de 2021. Os mesmos roteiristas do filme anterior, Chris McKenna e Erik Sommers, já estão trabalhando na história, que liderá com as revelações feitas ao final de “Longe de Casa”. Para quem não sabe, o Homem-Aranha não faz oficialmente parte do MCU porque a Sony comprou os direitos do personagem em 1999 por aproximadamente US$ 7 milhões, três anos após a Marvel declarar falência e uma década antes de ser comprada pela Disney. O primeiro filme foi lançado em 2002, com Tobey Maguire no papel principal, e foi um sucesso. Mas a pós a primeira trilogia, a Sony quis reinventar o personagem e implodiu a franquia. Após a compra da Marvel pela Disney em 2009 e a consolidação do MCU, os estúdios entraram em um acordo para a produção em conjunto de novos longas do herói, visando resgatar sua popularidade. A estreia de Tom Holland como Homem-Aranha aconteceu “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que marcou a primeira parceria entre Sony e Disney. O último filme do herói, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. E o sucesso mudou tudo. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho do filme, que se tornou a maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony percebeu que poderia usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU. A oferta original feita pela Disney para renovar a parceria era um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não queria compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% do primeiro dólar bruto, sem precisar investir nenhum centavo, e ainda fica com todo o lucro do merchandising. A Disney recusou. Foi esse impasse que tirou, por 37 dias, o Aranha da Marvel. Mesmo com o final das negociações, a Sony manteve um tom elogioso em relação à Marvel e especialmente Kevin Feige. O prestígio do produtor, que preside a Marvel Studios, pode ter ajudado a retomar as negociações. Feige é o único produtor de Hollywood que nunca conheceu o fracasso. Todos os seus filmes da Marvel, desde o primeiro “X-Men” em 2000, quando ainda não presidia o estúdio, foram sucessos retumbantes. E ele é o responsável por “Vingadores: Guerra Infinita”, que neste ano destronou “Avatar” (2009) para se tornar a maior bilheteria de cinema de todo o mundo em todos os tempos.

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  • Série

    Caçadora da série Birds of Prey entra no crossover gigante do Arrowverso

    27 de setembro de 2019 /

    Outra super-heroína clássica foi adicionada ao crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A atriz Ashley Scott voltará a viver Helena Kyle, a Caçadora, 16 anos após o cancelamento da série “Birds of Prey”. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics reunia o grupo original das Aves de Rapina. Além de Ashley Scott como Caçadora, a série incluía Dina Meyer como Barbara Gordon/Oráculo/Batgirl e Rachel Skarsten (atualmente em “Batwoman”) como Canário Negro. Durou só uma temporada, entre 2002 e 2003, e, sabe-se lá porquê, foi exibida na rede SBT com o título de “Mulher-Gato”! Uma versão da Caçadora chegou a aparecer nas duas primeiras temporadas de “Arrow”, interpretada por Jessica De Gouw, enquanto Mary Elizabeth Winstead viverá o personagem no filme “Aves de Rapina”, previsto para fevereiro. “Crise nas Infinitas Terras” vai juntar personagens de várias atrações da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Por sinal, a Caçadora foi uma das heroínas afetadas pelo reboot. Originalmente, ela era a filha de Batman e Mulher-Gato de outra Terra, mas após a “Crise” passou a ser filha de um mafioso obcecada em destruir os negócios ilegais da família. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” traga mudanças profundas no Arrowverso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner.

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  • Série

    The Flash: Trailer da 6ª temporada revela conexão com Crise nas Infinitas Terras

    27 de setembro de 2019 /

    A rede americana The CW divulgou o pôster, fotos e um novo trailer da estreia da 6ª temporada de “The Flash”, que explora a forma como o herói se conecta aos eventos do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. As fotos, inclusive, incluem o Monitor (LaMonica Garrett), confirmando que a série do homem mais rápido do mundo terá maior conexão com o evento deste ano. A 6ª temporada trará Barry Allen (Grant Gustin) questionando se seus amigos e família estão realmente prontas para enfrentar a iminente Crise. De quebra, introduzirá um novo supervilão: o Dr. Ramsey Rosso, mais conhecido como Hemoglobina (Bloodwork) nos quadrinhos da DC Comics. Ele será interpretado por Sendhil Ramamurthy (o Dr. Mohinder Suresh da série “Heroes”), com algumas mudanças em relação ao personagem dos quadrinhos. O Ramsey de Ramamurthy em “The Flash” não será um legista que rouba amostras de sangue do necrotério, mas sim um médico brilhante e respeitado, o maior especialista do mundo em oncologia hematológica. Até se transformar no sanguinolento Hemoglobina, capaz de controlar o sangue de suas vítimas. “The Flash” volta ao ar em 8 de outubro nos Estados Unidos, com o episódio intitulado “Into the Void”. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Erica Durance revela mini-revival de Smallville nos bastidores de Crise nas Infinitas Terras

    27 de setembro de 2019 /

    A atriz Erica Durance publicou no Instagram a primeira foto dos bastidores de sua participação em “Crise nas Infinitas Terras”, crossover do Arroverso em que voltará a interpretar Lois Lane, oito anos após o final de “Smallville”. A imagem registra um mini-revival de “Smallville”, graças ao encontro da atriz com Tom Welling, o Clark Kent da série clássica. “Então, eu estava cuidando da vida, quando me deparei com esse cara”, ela escreveu ao lado da foto, incluindo hashtags de “Smallville” e Lois e Clark. Curiosamente, a atriz já fazia parte do Arrowverso, aparecendo no papel recorrente de Alura Zor-El, a mãe de Supergirl. Além dela, a atriz Elizabeth Tulloch (“Grimm”) também deve viver a Lois Lane oficial do Arrowverso no crossover. O evento histórico vai juntar personagens de várias atrações da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram So, I was just minding my own business, and I ran into this guy? @tomwelling #Smallville #crisis #loisandclark. Laughed until I cried! So much fun ? Uma publicação compartilhada por Erica Durance (@durance.erica) em 26 de Set, 2019 às 9:48 PDT

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  • Filme

    J.K. Simmons volta a viver J.J. Jameson em vídeo inédito de Homem-Aranha: Longe de Casa

    25 de setembro de 2019 /

    A Sony Pictures divulgou um vídeo inédito de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A divulgação acompanha o lançamento do filme em Blu-ray e traz J.K. Simmons como o ranzinza J. Johah Jameson. O material é extensão de uma das pós-créditos do filme. A cena atualiza o velho tablóide Clarim Diário, editado por Jameson, como um programa de fake news do YouTube, dando ao personagem dos quadrinhos uma inflexão indignada de apresentador de extrema direita. “Homem-Aranha, um psicopata com poderes que se chama de herói. Deixe eu lhe falar algo, garoto: você não é um herói. Mystério, esse sim é um herói. Você é um criminoso, uma ameaça”, diz o personagem no vídeo. Junto com o vídeo, a Sony ainda inaugurou um site do jornal fictício com matérias tendenciosas contra o Aranha. Esta é a quarta vez que J.K. Simmons vive J.J. Jameson no cinema. Ele foi o intérprete do personagem na trilogia original do “Homem-Aranha”, dirigida por Sam Raimi. A diferença é que, na ocasião, usava uma peruca para disfarçar sua calvície natural. Curiosamente, Simmons também é o dublador oficial de J.J. Jameson em todos os desenhos da Marvel desta década, como “Ultimate Homem-Aranha”, “Hulk e Os Agentes de S.M.A.S.H.” e “Os Vingadores Unidos”.

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  • Filme

    Estados Unidos entra em prontidão para ataques ligados à estreia do Coringa

    25 de setembro de 2019 /

    Não é brincadeira. O Exército dos Estados Unidos entrou em estado de alerta para a estreia do filme “Coringa”, protagonizado por Joaquim Phoenix. Há uma preocupação sobre potenciais ataques violentos que podem ser estimulados pela produção. O Exército americano confirmou à imprensa que foi alertado pelo FBI de posts em redes sociais fazendo referência a planos destrutivos para as exibições do filme. Em seu memorando, o FBI assume uma gíria da internet para chamar esses suspeitos de incel. Novamente, não é brincadeira. Para quem (ainda) não sabe, o termo incel é um diminutivo da expressão “involuntary celibates” (celibatários involuntários, em inglês). São homens que não conseguem ter relações sexuais e amorosas e culpam as mulheres e os homens sexualmente ativos por sua incapacidade. Eles participam de inúmeros fóruns na internet e propagam misoginia e violência. A trama de “Coringa” mostra o personagem-título como um incel. O memorando diz que esses indivíduos “idolatram figuras violentas como o atirador do cinema em Aurora (no Colorado)”, que em 2012 matou pessoas que estavam assistindo ao filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” e também o Coringa. “Queremos nossas equipes preparadas e diligências nas bases e fora dela”, declarou o Exército. Familiares das vítimas do atirador do Colorado, em 2012, enviaram uma carta para a Warner Bros. manifestando preocupação com o filme. Em um comunicado, o estúdio afirmou que o filme “não endossa a violência do mundo real” e nem é “a intenção do filme, dos cineastas ou do estúdio manter esse personagem como um herói”. O estúdio também mencionou que “tem uma longa história de doações para vítimas de violência, incluindo Aurora, e nas últimas semanas, nossa empresa-mãe se juntou a outros líderes empresariais para convidar os formuladores de políticas a aprovar legislação para lidar com essa epidemia.”. “Coringa” venceu o Festival de Veneza e estreia nos cinemas brasileiras no dia 3 de outubro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Ghost Rider - Agents of SHIELD
    Série

    Hulu desiste de produzir série do Motoqueiro Fantasma

    25 de setembro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu desistiu de fazer uma série live-action do Motoqueiro Fantasma. O projeto foi anunciado em maio e traria o retorno do ator Gabriel Luna ao papel, que ele desempenhou em “Agents of SHIELD”. Segundo o site Deadline, o Hulu e a equipe de Motoqueiro Fantasma chegaram à um impasse criativo sem resolução, o que levou a decisão da plataforma de desistir da produção. A série do Motoqueiro Fantasma foi anunciada ao lado de uma atração centrada no Filho de Satã, Helstrom. Ambas fariam parte de uma iniciativa chamada de Adventure into Fear (Aventura pelo Medo, em tradução livre), que reuniria os personagens de terror da Marvel, assim como as séries da Netflix juntaram os chamados “heróis de rua” da editora. O roteiro da série do Motoqueiro Fantasma estava a cargo de Ingrid Escajeda, roteirista-produtora de “Justified”, “Empire” e “Sneaky Pete”. Apesar do cancelamento do projeto, a segunda produção anunciada segue em desenvolvimento. O “Filho de Satã” da Marvel é Daimon Helstrom, que, como os tradutores nacionais deixaram claro, é filho do demônio, mas foi concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série deve mudar tudo isso. De acordo com o site Deadline, Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos tem um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O desenvolvimento está a cargo de Paul Zbyszewski, produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”. A previsão de estreia de “Helmstrom” é para 2020.

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  • Série

    Michael Rosenbaum recusa convite para reunião de Smallville em Crise nas Infinitas Terras

    25 de setembro de 2019 /

    O ator Michael Rosenbaum, que ficou conhecido por interpretar o vilão Lex Luthor em “Smallville”, recusou o convite para reviver o personagem no crossover do Arrowverso “Crise nas Infinitas Terras”. Ele tornou pública a decisão após Tom Welling e Erica Durance confirmarem suas participações nos papéis de Clark Kent e Lois Lane, que desempenharam na série clássica. Em seu Twitter, o ator explicou o motivo para não ter aceitado o projeto. Segundo ele, a proposta da Warner não trazia garantias. “Representantes da Warner Bros. ligaram para meu empresário na última sexta-feira [20/9] à tarde. Eu estava na Flórida, em uma casa de repouso, visitando meu avô. A proposta deles: sem roteiro, sem ideia do que eu iria fazer, sem data de gravação. Pouco dinheiro. E o que realmente azedou a negociação: ‘Nós temos de saber [seu posicionamento] agora’. Minha resposta foi um simples ‘eu passo'”. Para completar, ele pediu para que os fãs entendessem o seu lado: “Espero que vocês entendam o motivo [da minha recusa]. E espero ter saciado todos os seus questionamentos. Carinhosamente, Rosenbaum”. Lex Luthor tem um papel importante na trama dos quadrinhos de “Crise nas Infinitas Terras”, que será adaptada para a TV. Mas o ator Jon Cryer, que assumiu o personagem na série “Supergirl”, deve interpretar o vilão no crossover. A versão televisiva será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Here ya go. 🙂 pic.twitter.com/8PFT6wsPMo — Michael Rosenbaum (@michaelrosenbum) September 24, 2019

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  • Série

    Black Lightning: Raio Negro está preso no trailer distópico da 3ª temporada

    25 de setembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou dois pôsteres, quatro fotos e o trailer da 3ª temporada de “Black Lightning”. A prévia mostra o herói e sua esposa presos “para sua própria proteção” e um clima distópico, com o exército tomando conta das ruas. Assim, cabem às irmãs Jennifer e Anissa manter os cidadãos seguros. Um detalhe curioso: as referências à ameaça de Marcóvia, país fictício dos quadrinhos da DC Comics, pode servir de entrada a novos heróis da editora – atualmente vistos na série animada “Young Justice: Outsiders”. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série se diferencia das demais produções da DC não apenas por seu elenco majoritariamente negro, mas porque encontra o herói, em sua identidade de Jefferson Pierce, uma década depois dele se aposentar do combate ao crime para priorizar sua família. E não demora para ele descobrir que suas duas filhas estão começando a manifestar superpoderes. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Christine Adams (série “Terra Nova”) como sua ex-esposa, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como suas filhas, conhecidas nos quadrinhos Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), James Remar (série “Dexter”) como seu mentor Peter Gambi (que é um mix de Alfred e Oráculo), Damon Gupton (série “Bates Motel”) como o policial Bill Henderson e o rapper Marvin ‘Krondon’ Jones III como o vilão Tobias Whale. Embora a série não participe do Arrowverso, o personagem Raio Negro vai finalmente encontrar Flash, Supergirl e o Arqueiro Verde no próximo megaevento de super-heróis da CW, “Crise nas Infinitas Terras”. A estreia da 3ª temporada de “Black Lightning” está marcada para 9 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.

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  • Série

    Arrow: Trailer da última temporada destaca muita ação e clima de despedida da série

    24 de setembro de 2019 /

    A rede americana The CW divulgou o pôster, 11 fotos oficiais e o trailer da estreia da 8ª e última temporada de “Arrow”. Repleta de ação, a prévia inclui personagens que já morreram e assume um tom mórbido de despedida, com uma narrativa sobre a inevitabilidade da morte do Arqueiro Verde (Stephen Amell) no vindouro evento “Crise nas Infinitas Terras”. Entre os muitos flashes de ação, destaca-se uma parceria inusitada entre o herói, sua irmã Thea (Willa Holland) e a vilã Talia al Ghul (Lexa Doig). Willa Holland vai ter participação recorrente nos episódios finais. Desde a 4ª temporada, a atriz vinha pedindo para aparecer menos, até optar por não renovar seu contrato para além da 6ª temporada. Mas voltará especialmente para a conclusão da atração. Além dela, a série também contará com os retornos de Susanna Thompson (Moira Queen), Colin Donnell (Tommy Merlyn), John Barrowman (Malcoln Merlyn), Rila Fukushima (Katana), Byron Mann (Yao Fei) e Josh Segarra (Adrian Chase) nos últimos capítulos da série. Os três primeiros podem ser vistos também nas fotos disponibilizadas abaixo. A 8ª e última temporada de “Arrow” vai estrear em 15 de outubro nos Estados Unidos com o episódio intitulado “Starling City”. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Warner “oficializa”: Coringa não é herói e seu filme não faz apologia da violência

    24 de setembro de 2019 /

    A Warner Bros. emitiu um comunicado oficial nesta terça (24/9), em que afirma que o filme “Coringa”, que estreia em outubro, não faz apologia da violência na vida real e que o personagem não é o herói. Algo que a maioria dos leitores de quadrinhos sabe. Mas que virou “questão crítica” para o público em geral. A manifestação aconteceu poucas horas após familiares e vítimas de um atentado armado de 2012, que aconteceu durante uma sessão de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” num shopping da cidade de Aurora, no Colorado (EUA), divulgarem uma carta aberta ao estúdio em que mostram preocupação sobre “Coringa”, que chega aos cinemas em outubro, pedindo para a Warner ser mais responsável com a questão. A carta chega a sugerir que o estúdio apoie iniciativas em prol do desarmamento da sociedade. “A violência armada em nossa sociedade é uma questão crítica, e estendemos nossa mais profunda simpatia a todas as vítimas e famílias afetadas por essas tragédias. Nossa empresa tem uma longa história de doações para vítimas de violência, incluindo Aurora, e nas últimas semanas nossa empresa-mãe se juntou a outros líderes empresariais para convidar políticos a lidar com essa epidemia”, diz o comunicado do estúdio. “Ao mesmo tempo, a Warner Bros. acredita que uma das funções da narrativa é provocar conversas difíceis sobre questões complexas. Não se engane: nem o personagem fictício Coringa, nem o filme, representam apoio a qualquer tipo de violência no mundo real. Não é a intenção do filme, dos cineastas ou do estúdio manter esse personagem como um herói”, completou. Em 2012, um homem identificado como James Holmes, invadiu uma sessão de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” em Aurora, matou 12 pessoas e deixou outras 70 feridas. As lembranças do episódio foram trazidas novamente à tona com o marketing de “Coringa”, sobre um dos vilões mais sanguinários dos quadrinhos de Batman. “Eu não preciso ver uma foto de Holmes, só preciso ver um cartaz promocional de Coringa para ver a foto do assassino”, afirmou Sandy Phillips, que perdeu a filha no massacre em Aurora, em entrevista às redes de TV americanas. Para Phillips, o lançamento de “Coringa” é como um “tapa na cara”. “Minha preocupação é como uma pessoa que está à beira de se tornar um atirador pode ser encorajada por esse filme”, considerou. O ator Joaquin Phoenix chegou a abandonar uma entrevista do jornal britânico The Telegraph, ao ser questionado sobre o impacto que o filme pode ter no público. Mas ele tocou no tema em entrevista à IGN, quando deu a entender que o público de cinema não era debiloide. “Eu acho que a maioria de nós sabe entender a diferença entre o que é certo e o que é errado. Então, eu não acho que é responsabilidade do cineasta ensinar ao público o que é moral ou a diferença entre certo e errado”, afirmou. O diretor Todd Phillips adotou postura parecida e disse que o filme faz alertas importantes para problemas sociais. “O filme faz alertas sobre falta de amor, trauma infantil, falta de compaixão no mundo. Eu acho que as pessoas podem lidar com a mensagem”, destacou ao IGN. Vale lembrar que psicopatas podem ser influenciados por qualquer coisa. Desde o olhar de um cachorro até trechos de um livro, como “O Apanhador no Campo de Centeio”, considerado obra-prima da literatura americana e uma das “inspirações” para o assassinato de John Lennon.

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  • Série

    Arrow deve ganhar spin-off centrado em Canários Negros e filha do Arqueiro Verde

    24 de setembro de 2019 /

    Conforme esperado, rumores começaram a circular a respeito da produção de um potencial spin-off da série “Arrow”, que vai acabar na vindoura 8ª temporada. Segundo apurou o site TVLine, junto a fontes que jura serem confiáveis, a WBTV (Warner Bros. Televisivion) e a rede The CW tem interesse em desenvolver uma nova série centrada em personagens de “Arrow”. A ideia seria introduzida num episódio da temporada final. Mas já foi ensaiada na temporada passada, no capítulo que juntou as heroínas femininas da série, intitulado “Lost Canary”. A trama evocou o grupo de super-heroínas Aves de Rapina, que vai ganhar um filme da Warner em 2020. A nova série juntaria Katie Cassidy Rodgers, intérprete da ex-Canário Negro/Sereia Negra, e Juliana Harkavy, a nova Canário Negro, além da principal novidade da 7ª temporada, Katherine McNamara, que vive Blackstar/Mia Smoak, a filha do Arqueiro Verde nos flashforwards futuristas. De acordo com o TVLine, o spin-off mostraria Mia assumindo o papel de Arqueira Verde. O site não conseguiu confirmar se a trama se passaria em 2040, época das aparições da personagem de McNamara. Mas não se deve descartar viagem no tempo e os efeitos do crossover “Crise nas Infinitas Terras”, que vai combinar diferentes linhas temporais e realidades alternativas na mesma história. Vale lembrar que “Arrow” vai acabar logo após o crossover, e que o Arqueiro Verde (Stephen Amell) já foi informado que não sobreviverá à trama. A série “Arrow” está acabando justamente porque Stephen Amell decidiu não renovar seu contrato. Após os eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, “Arrow” terá mais dois episódios para encaminhar seu final ou possível spin-off.

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  • Filme

    Jonah Hill e Jeffrey Wright negociam participar do novo filme de Batman

    23 de setembro de 2019 /

    Os atores Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”) e Jeffrey Wright (“Westworld”) abriram negociações com a Warner para atuar no novo filme do Batman. Segundo a revista Variety, Hill deve interpretar um vilão conhecido, possivelmente o Pinguim ou o Charada, enquanto Wright, de acordo com The Hollywood Reporter, estaria cotado para o papel do Comissário Gordon. O roteiro de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) deve exigir um Comissário negro, porque, segundo apurou o THR, Mahershala Ali (“Green Book”) era a principal opção antes de assinar com a Marvel para viver Blade no cinema. No caso de Hill, os produtores já estavam de olho no ator há tempos, mas as negociações foram interrompidas até que o papel do Batman fosse definido, o que aconteceu em maio, com a contratação de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”). Escrito e dirigido por Matt Reeves, “The Batman” chega aos cinemas em junho de 2021.

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