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  • Filme

    Aves de Rapina: Arlequina tem novas amiguinhas em coleção de pôsteres e primeiro trailer legendado

    1 de outubro de 2019 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer legendado e uma coleção de pôsteres de “Aves de Rapina”, que destacam a atriz Margot Robbie caracterizada como Arlequina. Ao som do “Hymne a L’amour”, de Edith Piaf, a prévia traz a Arlequina declarando sua independência do Coringa, apresenta suas aliadas relutantes e os novos vilões. Tudo isso numa edição bastante picotada, que capricha no visual colorido, esconde a trama e embaralha várias cenas diferentes, inclusive uma recriação de coreografia musical icônica que traz Arlequina como Marilyn Monroe/Madonna. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). Na prévia, apenas Arlequina parece uma personagem de quadrinhos, embora com figurino diferente do impresso. As demais nem sequer lembram as personagens que os leitores da DC Comics conhecem. E não apenas por conta da decisão de escalar uma atriz negra (e fora de forma) no papel de Canário Negro – que já foi vivido por três loiras diferentes no Arrowverso. Nenhuma delas usa “fantasia” de super-heroína. Renee Montoya está uns 20 anos mais velha. E a assassina fria Cassandra Cain virou uma criança assustada. Para completar, a lista dos vilões destaca Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) sem máscara negra e o “careca” Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”) loiro. Pelo visto, o filme de Arthur Fleck já fez escola. A estreia está prevista apenas para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Foto de bastidores mostra encontro de Lois Lane com dois Clark Kent

    1 de outubro de 2019 /

    A atriz Elizabeth Tulloch confirmou sua participação no novo crossover do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”, com uma foto dos bastidores da produção. Ela foi introduzida no papel de Lois Lane no crossover passado, “Elseworlds”, e repetirá o desempenho no novo evento especial da rede The CW. E com um grande diferencial. Desta vez, ele não contracenará apenas com Superman, mas com dois Supermen. Na imagem de bastidores, Tulloch aparece ao lado de Tyler Hoechlin, o Superman oficial da série “Supergirl”, e Tom Welling, o herói da série clássica “Smallville”. Ela aproveitou para brincar na legenda: “Lois e Clarks”. O crossover ainda terá outro Superman, interpretado por Brandon Routh (de “Superman – O Retorno”), e outra Lois Lane, vivida por Erica Durance, também de “Smallville”. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram Lois and Clarks ? Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch) em 30 de Set, 2019 às 11:13 PDT

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  • Série

    Séries da Marvel para a Disney+ terão orçamento de filmes do estúdio

    30 de setembro de 2019 /

    A Disney abriu os cofres para financiar as novas séries da Marvel para o Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A revista Variety apurou que cada temporada das atrações de super-heróis do serviço de streaming custará o equivalente a um longa-metragem do Marvel Studios, com orçamentos entre US$ 100 e 150 milhões. Com duração de seis a oito episódios por temporada, essas séries custarão, portanto, entre US$ 12 e US$ 15 milhões por capítulo. São valores bem mais próximos de “Game of Thrones” que das produções anteriores da Marvel Television. Os títulos feitos para a Netflix, como “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”, custavam em torno de US$ 3,8 milhões por episódio. A diferença fundamental é que as novas produções estão a cargo da divisão cinematográfica, o Marvel Studios, presidido por Kevin Feige. A iniciativa foi tomada com a justificativa de se tratar de uma expansão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), com o lançamento de séries centradas em personagens já vistos no cinema, como “Loki”, “WandaVision” (série da Feiticeira Escarlate com o Visão), “Hawkeye” (atração do Gavião Arqueiro), “The Falcon and The Winter Soldier” (de Falcão e Soldado Invernal) e até a animação “What If…?” (série animada que explora universos alternativos, com dublagem do elenco dos filmes). Mas a desculpa foi por terra quando três novas séries foram anunciados na D23, a Comic Con da Disney: “Ms. Marvel”, “She-Hulk” e “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua), centradas em personagens inéditos no cinema. Trata-se de uma estratégia para tirar da Marvel Television a responsabilidade por desenvolver séries live-action, após o fiasco de “Inumanos”, o cancelamento de todos os títulos produzidos para a Netflix e a vergonha de ter a série do “Motoqueiro Fantasma” abortada na pré-produção. Atualmente, a Marvel Television responde apenas por “Agents of SHIELD”, que vai acabar na próxima temporada, “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga), que ainda não foi renovada, e “Runaways” (Fugitivos), além de desenvolver “Helstrom” (Filho de Satã) para a plataforma Hulu. Todas essas séries tem orçamento bastante limitado, porque a Marvel Television é diretamente subordinada ao CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, famoso pelo pão-durismo. Já o Marvel Studios é atualmente uma divisão do Walt Disney Studios, fora do alcance de Perlmutter. Lançado na semana passada nos Estados Unidos, o livro de memórias do CEO da Disney, Bob Iger, revelou a existência de uma briga criativa muito grande entre a visão da Disney para os personagens da Marvel e a abordagem ultraconservadora de Perlmutter. O CEO da Marvel tentou até barrar as produções dos filmes “Pantera Negra” e “Miss Marvel”, o que fez com que o Marvel Studios fosse tirado do organograma controlado pelo empresário israelense. A recente incursão de Kevin Feige na produção de séries indica uma nova fase desse conflito. A vasta diferença de orçamentos para a realização das séries do Marvel Studios sugere uma pressão para que a Marvel Television se limite apenas à produção de animações para crianças.

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  • Filme

    King’s Man: A Origem ganha novo trailer, em versão dublada e legendada

    30 de setembro de 2019 /

    A Fox divulgou novos pôster e trailer de “King’s Man: A Origem”, em versões dublada e legendada. A produção é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Matthew Vaughn. Ao som de Black Sabbath e com várias cenas impactantes, que cobrem de batalhas no front da 1ª Guerra Mundial à duelos de espada com Rasputin, o monge louco, a prévia introduz a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz. Além deles, os primeiros Kingsman também incluem Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”) e Djimon Honsou (“Capitã Marvel”). Mas o elenco grandioso tem muitos outros famosos, como Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Ruby Rose posta vídeo de cirurgia após acidente no set de Batwoman

    29 de setembro de 2019 /

    A atriz Ruby Rose, que estrela a vindoura série de “Batwoman”, revelou que sofreu um grave acidente fazendo uma cena de ação no set da série há alguns meses. Na ocasião, ela quase teve danos na sua medula espinhal. Com dores crônicas e correndo o risco de ficar paraplégica, ela passou por uma cirurgia de emergência para reparar as contusões – e gravou! Não só registrou toda a operação cirúrgica, como ainda postou o vídeo no Instagram. Atenção: o conteúdo é forte! “Para todos que estão perguntando sobre a minha nova cicatriz no pescoço. Há dois meses soube que precisava passar por uma cirurgia de emergência ou corria o risco de ficar paralisada… Tinha ficado com hérnia em dois discos e eles estavam perto de romper minha medula espinhal. Estava com dores crônicas e não conseguia sentir meus braços… Obrigada ao Dr. Bray por tudo e por permitir que eu continuasse trabalhando e fazendo o que amo. E para quem estiver se perguntando por que deixei que eles filmassem… Vocês não viram aquele episódio de ‘Grey’s Anatomy’ em que deixam uma toalha dentro do paciente? Além disso, queria ver o que acontece quando a gente apaga”. A série em que Ruby Rose se arrebentou vai estrear no próximo domingo (6/9) na rede americana The CW. Ver essa foto no Instagram To everyone asking about my new Pez dispenser scar on my neck… A couple of months ago I was told I needed an emergency surgery or I was risking becoming paralyzed… I had herniated two discs doing stunts, and they were close to severing my spinal chord. I was in chronic pain and yet couldn’t feel my arms… Thank you Dr Bray for everything you did and for allowing me to keep working and doing what I love. I am forever in your debt. And to anyone asking why I let them video it.. Did you not watch that Greys anatomy episode where they left a towel in a patient?? Also I wanted to see what happens when we go under. Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 26 de Set, 2019 às 10:11 PDT

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  • Filme

    Sony desenvolve derivado do Homem-Aranha baseado em Madame Teia

    29 de setembro de 2019 /

    A Sony está desenvolvendo um novo derivado do Homem-Aranha. E o projeto chama atenção por ser focado numa personagem secundária, a Madame Teia (Madame Webb). Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless foram contratados para escrever o roteiro. Eles assinaram o filme dos “Power Rangers” e o infame “Deuses do Egito”, além de já estarem envolvidos no Aranhoverso por meio do roteiro de “Morbius”, segundo filme derivado dos quadrinhos do Homem-Aranha, previsto para julho. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia é, na verdade, Cassandra Webb, uma mutante nascida em Salem, Oregon. Ela sofre de uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas desenvolveu ​​poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela perceba eventos futuros. Para completar, a máquina que mantém seu suporte de vida tem a aparência de uma teia gigante. Embora não seja uma das coadjuvantes mais populares, Madame Teia pode ter muita importância no desenvolvimento do universo de filmes do Aranha, já que possui a capacidade de enxergar entre diferentes realidades – e por isso costuma ser comparada ao Oráculo da trilogia “Matrix”. Ele seria a personagem responsável por conectar o multiverso vislumbrado em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Além disso, Cassandra Webb serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, deve se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos. Madame Teia também já apareceu em games e episódios de séries animadas do Homem-Aranha. A produção do filme ainda não tem diretor definido nem previsão de estreia.

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  • Etc,  Filme

    CEO da Disney revela briga com CEO da Marvel para filmar Pantera Negra e Capitã Marvel

    28 de setembro de 2019 /

    Dois dos maiores sucessos de cinema da Marvel quase não foram lançados. O motivo? Preconceito. Quem fez a revelação foi ninguém menos que o CEO da Disney, Bob Iger, em seu livro de memórias, “The Ride of a Lifetime”, lançado nesta semana nos Estados Unidos. Ele conta em detalhes que precisou se livrar do CEO ultraconservador da Marvel Entertainment, Ike Perlmutter, um dos maiores contribuidores financeiros da campanha eleitoral de Donald Trump, para conseguir lançar “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”. Perlmutter era dono de uma companhia de brinquedos que acabou assumindo as dívidas da Marvel e controlando a empresa a partir de 1997. Ele foi responsável por vender os direitos de personagens como o Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, Hulk, Demolidor e Justiceiro para empresas de cinema. E quando a Disney comprou a editora, o empresário israelense veio no pacote, criando problemas desde o início. Kevin Feige vivia tendo problemas com sua intromissão no Marvel Studios. Teria sido Perlmutter, por exemplo, quem mandou demitir Terrence Howard do papel de James Rhodes, porque o ator tinha salário que ele considerava muito alto, substituindo-o por Don Cheadle em “Homem de Ferro 2” – negros seriam todos iguais e o público nem notaria, segundo relatos. E ele criava dificuldades para todos os projetos imaginados por Feige, barrando a produção de filmes que tivessem minorias como protagonistas. Foi por isso que a Warner saiu na frente com “Mulher-Maravilha” e o filme da Viúva Negra, pedido pelos fãs, era sempre protelado. O israelense achava que filmes de heroínas ou heróis negros davam prejuízo. Um dos emails vazados na época do ataque hacker da Sony comprova a tese reacionária, mostrando que Perlmutter listava os desempenhos financeiros de “Elektra”, “Mulher-Gato” e “Supergirl” como justificativa para bloquear qualquer iniciativa de atender aos pedidos dos fãs sobre o filme da Viúva Negra ou de outras personagens femininas, além de heróis de minorias raciais. Bob Iger percebeu o problema e ficou do lado de Feige. “Estou nesta indústria há tempo suficiente para ouvir todo tipo de argumento ultrapassado, e eu aprendi sobre eles justamente isso: são apenas velhos que não sabem onde o mundo está hoje”, escreveu em seu livro. “Tínhamos a chance de fazer ótimos filmes e mostrar segmentos sub-representados e esses objetivos não eram mutuamente excludentes. Liguei para Ike e disse a ele para dizer à sua equipe que parasse de colocar obstáculos e ordenei que colocássemos ‘Pantera Negra’ e ‘Capitão Marvel’ em produção”. O CEO da Disney é modesto ao descrever o que fez. Ele não ficou só no pedido. Iger reestruturou todo o organograma da Marvel para tirar Perlmutter do caminho e fortalecer Feige. Na prática, desvinculou o Marvel Studios da Marvel Entertainment, transformando o estúdio presidido por Kevin Feige numa unidade da Disney. Assim, Feige deixou de ter Perlmutter como chefe, passando a responder diretamente aos cabeças do Walt Disney Studios, atualmente Alan Horn e Alan Bergman. E o resultado foram bilheterias cada vez maiores para os filmes da Marvel. Tanto “Pantera Negra” quanto “Capitã Marvel” renderam mais de US$ 1 bilhão, e o filme seguinte, “Vingadores: Guerra Infinita”, quebrou o recorde de faturamento mundial do cinema em todos os tempos. Além disso, “Pantera Negra” se tornou o primeiro título da Marvel indicado ao Oscar de Melhor Filme do ano. Ao mesmo tempo, a Marvel Television, que continuou sob controle de Perlmutter, passou a acumular cancelamentos, além de render o maior vexame recente sob o nome da Marvel: a série dos Inumanos. Feito à moda de Perlmutter, com baixo orçamento, diretor de filmes B e roteirista fraquíssimo, a série destruiu a franquia e virou um constrangimento por associar a Marvel à sua péssima realização. Por conta disso, quando começou a traçar os planos de lançamento da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), Iger decidiu encarregar a divisão de Feige de produzir as séries da Marvel exclusivas da plataforma, em vez da Marvel Television. Atualmente, inclusive, discute-se planos para restringir a Marvel Television à produção de séries animadas. Caso a tendência se concretize, todas as novas séries baseadas em quadrinhos da companhia teriam produção do Marvel Studios. E Ike Perlmutter passaria a ser a “rainha da Inglaterra” da empresa, sem nenhuma influência nos destinos cinematográficos e televisivos dos personagens.

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  • Filme

    Coringa ganha classificação etária para maiores de 16 anos no Brasil

    28 de setembro de 2019 /

    O filme “Coringa”, que tem preocupado autoridades americanas sobre o teor violento de sua trama, ganhou classificação indicativa para maiores de 16 anos no Brasil. O Ministério da Justiça divulgou a informação na sexta (27/9) em seu site. Os cinemas brasileiros não manifestaram as mesmas preocupações para a exibição do filme que as redes americanas. Desde sua exibição no Festival de Veneza, o longa tem causado polêmica por sua suposta romantização do personagem do Coringa, retratado como um “incel” perigoso e bem-sucedido, que usa táticas de terrorismo para levar caos a Gotham City. Um memorando interno do FBI sugere que a trama poderia inspirar ataques violentos. Diante do perigo, duas redes exibidoras dos EUA, AMC e Landmark, resolveram proibir a entrada de espectadores usando máscaras, pinturas faciais ou “qualquer objeto que esconda o rosto”. A Landmark também não permitirá o uso de fantasias nos EUA. Outra proibição definitiva é a de armas de brinquedo ou acessórios que “possam fazer os outros espectadores se sentirem desconfortáveis”, nas palavras da equipe da AMC. Em contrasta a estas medidas, outra rede importante de cinemas nos EUA, a Regal, rejeitou a ideia de que “Coringa” possa inspirar ataques violentos. “Não acreditamos que o conteúdo ou a existência de um filme possa ser causa ou sinal de violência”, disseram porta-vozes da rede em comunicado. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiras na próxima quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Surgem detalhes da negociação que manteve o Homem-Aranha nos filmes da Marvel

    28 de setembro de 2019 /

    Detalhes da negociação entre Disney e Sony para a permanência do Homem-Aranha no MCU (sigla, em inglês, do Universo Cinematográfico da Marvel) começaram a vir à tona. O site Deadline apurou que os estúdios encontraram um meio termo entre suas propostas e entraram em acordo para compartilhar o herói em outros filmes. Enquanto a Sony queria manter o acordo original, em que a Disney ficava com 5% dos lucros das bilheterias, o estúdio dono da Marvel só aceitava renovar a parceria por 50%, contribuindo também com 50% do orçamento da produção. A diferença de propostas fez o negócio congelar. Até que a Disney sentiu a reação negativa dos fãs durante a feira D23, sua Comic-Con particular. Tom Holland, o intérprete do Homem-Aranha, foi ao evento divulgar sua participação num desenho da Pixar, mas o público – e a imprensa – só queria saber do que iria acontecer com o filme do super-herói. Por conta disso, a Disney decidiu voltar à mesa de negociações. Ainda de acordo com o Deadline, o estúdio dos Vingadores vai agora receber 25% das bilheterias, em troca de um investimento de 25% no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. A novidade é que, em contrapartida, a Marvel não vai se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo. Com alguma sorte, mais detalhes serão revelados em breve.

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  • Série

    Ator de Supernatural entra no Arrowverso em papel importante

    27 de setembro de 2019 /

    O ator Osric Chau, conhecido pelo papel do profeta Kevin Tran em “Supernatural”, entrou no Arrowverso. Ele terá o que os produtores chamam de uma “pequena” participação no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. O detalhe é que o personagem é importante e pistas sugerem que ele pode ser integrado em “Legends of Tomorrow”. Chau viverá Ryan Choi, professor de física da Universidade de Ivy Town, que descobre que possui um papel fundamental a desempenhar na vindoura crise. Os mais atentos devem lembrar que o nome do personagem foi citado na 5ª temporada de “The Flash”, como o designer do anel futurista que Nora deu a seu pai, Barry. Nos quadrinhos da DC Comics, Ryan Choi é um gênio adolescente que usa seus conhecimentos para se transformar em super-herói. Ninguém menos que o novo Elektron (Atom, no original em inglês), depois que Ray Palmer desaparece no microverso durante a história de “Renascimento” (Rebirth). Ele também se torna membro da Liga da Justiça. Neste sentido, vale lembrar que o intérprete de Ray Palmer, o ator Brandon Routh, anunciou que ele e sua esposa Courtney Ford, que vive Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. O Arrowverso já substituiu super-heróis anteriormente, casos de Nuclear e Canário Negro. Além disso, a expectativa é que “Crise nas Infinitas Terras” resulte em fatalidades. O crossover irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” na rede americana The CW. A história deve ser exibida no Brasil em janeiro pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Brandon Routh volta a se vestir de Superman para o crossover do Arrowverso

    27 de setembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou a primeira foto oficial do ator Brandon Routh de volta ao uniforme de Superman. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele viverá o herói no crossover “Crise das Infinitas Terras”, que irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” – quinteto também conhecido como Arrowverso – na rede americana. O ator interpretará uma versão mais velha do Superman, como demonstram os cabelos que começam a embranquecer. Curiosamente, Brandon Routh já faz parte do Arrowverso como Ray Palmer, o Elekton (Atom, no original em inglês), um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”. Além disso, esse universo televisivo já tem um Superman, vivido por Tyler Hoechlin. E o detalhe é que esses dois personagens também participarão do crossover. A explicação é que o Superman de Brandon Routh virá de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas, que também mostrará a versão do herói da série “Smallville”. O Superman envelhecido é um personagem clássico do multiverso. Ele pode ser lembrado pelos leitores mais antigos de quadrinhos como o herói da Terra 2, mas os mais jovens talvez só conheçam sua existência da minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme envergado por Routh até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer de 2006. A oportunidade foi comemorada pelo ator. Entretanto, ele também compartilhou uma má notícia, dando a entender que Ray Palmer será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. Outra pequena informação (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso.

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  • Filme

    Tom Holland comemora permanência do Homem-Aranha na Marvel com vídeo de O Lobo de Wall Street

    27 de setembro de 2019 /

    O ator Tom Holland e a atriz Zendaya comemoram nas redes sociais a notícia de que o próximo filme do Homem-Aranha vai continuar no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, Sony e Disney encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada nesta sexta (27/9) por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel, que não revelou as condições financeiras do negócio. O intérprete do Homem-Aranha se manifestou no Instagram com um trecho do filme “O Lobo de Wall Street”, postando a cena em que o ator Leonardo DiCaprio diz ao microfone da firma não vai embora, levando os coadjuvantes (seus funcionários na trama) à loucura. “O show continua”, ele completa. A mensagem de Holland foi comentada com emojis (de chorar de rir) por Zendaya, que coestrela os últimos filmes do super-herói no papel de M.J. Ela também publicou sua comemoração nas redes sociais, postando um gif com o Homem-Aranha dançando. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram ? Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 27 de Set, 2019 às 8:41 PDT pic.twitter.com/VNSRL27Y8Z — Zendaya (@Zendaya) September 27, 2019

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    Redes de cinema dos EUA proíbem máscaras e acessórios nas sessões de Coringa

    27 de setembro de 2019 /

    Duas das maiores redes de cinemas dos Estados Unidos, a Landmark Theaters e a AMC Theaters, resolveram tomar precauções extras para as sessões de “Coringa”, filme sobre o vilão do Batman, que tem deixado as autoridades americanas em estado de alerta. Desde sua exibição no Festival de Veneza, o longa tem causado polêmica por sua suposta romantização do personagem do Coringa, retratado como um “incel” perigoso e bem-sucedido, que usa táticas de terrorismo para levar caos a Gotham City. Um memorando interno do FBI sugere que a trama poderia inspirar ataques violentos. Diante do perigo, as duas redes resolveram proibir a entrada em sessões de espectadores usando máscaras, pinturas faciais ou “qualquer objeto que esconda o rosto”. A Landmark também não permitirá o uso de fantasias. Outra proibição definitiva é a de armas de brinquedo ou acessórios que “possam fazer os outros espectadores se sentirem desconfortáveis”, nas palavras da equipe da AMC. Em contrasta a estas medidas, outra rede importante de cinemas nos EUA, a Regal, rejeitou a ideia de que “Coringa” possa inspirar ataques violentos. “Não acreditamos que o conteúdo ou a existência de um filme possa ser causa ou sinal de violência”, disseram porta-vozes da rede em comunicado. Representantes da Regal frisaram, no entanto, que estão sempre em contato com policiais e serviços de emergência para alguma eventualidade que aconteça em suas sessões. Vale lembrar que loucos e terroristas domésticos também vão ao cinema, e todo essa divulgação sobre supostos gatilhos existentes em “Coringa” pode aumentar o incentivo para ataques. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiras na próxima quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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