Shia LaBeouf terá que fazer terapia e parar de beber se não quiser ser preso
Shia LaBeouf terá que cumprir um programa restrito de exigências judiciais se não quiser ser preso. O ator de “Transformers” foi considerado culpado de agressão e recebeu uma sentença alternativa nesta quinta (25/5), que o obriga a fazer terapia para “controlar a raiva”, monitorar o consumo de álcool, não obter ou usar armas e não praticar nenhum tipo de violência nos próximos 12 meses para que as acusações sejam arquivadas. Se falhar em cumprir algum requisito, ele poderá ser preso. O tribunal de Los Angeles vai verificar o progresso de Shia em três meses. LaBeouf foi denunciado por agressão e furto num incidente que aconteceu em julho do ano passado na cidade californiana. O motivo da briga não foi esclarecido, mas ele teria começado uma discussão que acabou se tornando uma briga física. Depois disso, tirou o boné do homem com quem brigou e foi embora com ele. Dizendo-se vítima de roubo com uso de força, o homem registrou um boletim de ocorrência contra o artista. Além desse processo, Shia LaBeouf também está sendo investigado por violência sexual e abuso psicológico, após ser denunciado pela ex-namorada, a cantora FKA Twigs. A acusação foi feita em dezembro do ano passado e outras ex-companheiras do ator também indicaram ter sofrido abusos durante a relação. Após as queixas virem à público, o ator se internou em uma clínica de reabilitação. Devido a seu assumido alcoolismo, ele já foi parar várias vezes em tribunais. Em 2008, foi pego dirigindo bêbado em Los Angeles, o que é considerado um crime grave. Depois, em 2014, saiu algemado de uma apresentação do espetáculo musical “Cabaré”, em Nova York, que ele interrompeu com conduta desordeira. Em 2015, foi preso nas ruas de Austin, no Texas, por comportamento enebriado. E em 2017 acabou numa delegacia de Savannah, na Geórgia, num intervalo das filmagens de “O Falcão Manteiga de Amendoim”, após ser detido por desordem e embriaguez pública. Vídeos desta ocasião registraram o ator xingando sem parar os policiais que o detiveram, inclusive com ofensas racistas contra os policias negros. Até o momento, o comportamento de LaBeouf tem resultado apenas em sentenças de liberdade condicional, terapia, reabilitação e multas.
Marilyn Manson é alvo de mandato de prisão
O cantor Marilyn Manson se tornou alvo de um mandado de prisão emitido pelo departamento de polícia de Gilford, no estado de New Hampshire (EUA). A notícia veio a público na noite de terça-feira (25/5), mas as autoridades locais afirmam que o artista e seu advogado já sabem da existência do mandado “há muito tempo”. “Sr. Warner, seu agente e advogado estão cientes do mandado há algum tempo e nenhum esforço foi feito por eles para retornar a New Hampshire e responder às acusações pendentes”, diz um trecho da publicação da polícia de New Hampshire no Facebook. Warner é o sobrenome real de Marilyn Manson, que se chama Brian Hugh Warner. O caso não tem a ver com as recentes denúncias de abuso sexual e violência doméstica que estão sendo investigadas pela polícia de Los Angeles. O mandato está vinculado a uma agressão supostamente cometida por Manson durante um show em New Hampshire, em agosto de 2019. O cantor teria cuspido em um cinegrafista. Caso condenado, Marilyn Manson pode ser preso pelo período de pouco menos de um ano, além de pagar uma multa de US$ 2 mil. Como provavelmente é réu primário, conseguiria escapar da pena mais dura e realizar serviços comunitários como sentença alternativa. Só que a condenação sujaria sua ficha, ampliando a capacidade punitiva de outros processos que deve enfrentar. Nos últimos meses, o cantor foi acusado de abuso físico, psicológico e sexual por várias mulheres, incluindo sua ex-namorada, a atriz Evan Rachel Wood, sua ex-assistente, Ashley Walters, a atriz Esmé Bianco (“Game of thrones”), e a cantora Ellie Rowsell. Tanto Bianco quanto Walters entraram com processos na Justiça contra Manson por abuso sexual.
Ator de “Animais Fantásticos” é condenado à prisão por agressão sexual
O ator Kevin Guthrie, que interpretou o Sr. Abernathy nos dois filmes da franquia “Animais Fantásticos”, foi condenado a três anos de prisão por agressão sexual. O crime aconteceu em 2017. Guthrie esperava a mulher num bar com o também ator Scott Reid (da série “Carnival Row”). Mas ela não conseguiu chegar, achando que tinha sido vítima de um “Boa Noite, Cinderela” no bar em que estava, o que fez os dois correrem ao seu encontro para levá-la em segurança ao apartamento de Reid. A agressão teria acontecido quando Guthrie ficou sozinho com ela semidesmaiada, enquanto Reid buscava atendimento médico. Guthrie negou as acusações, mas seu DNA foi encontrado nas roupas íntimas da jovem. Reid não foi implicado no abuso. O juiz Tom Hughes, encarregado do caso, disse ao final do julgamento: “Você se aproveitou dessa mulher enquanto ela estava em uma posição vulnerável. Ela não estava bem e pensou que sua bebida tinha sido drogada em outro lugar naquela noite. O júri concluiu que você abusou de uma posição de confiança enquanto deveria estar cuidando dela. Sua situação está em contraste direto com a de seu amigo Scott Reid, cujas ações foram altamente recomendáveis. Ele correu para ajudá-la quando algo aconteceu e ele se importou com ela, tentando obter ajuda, deixando-a sob seus cuidados. Diante da conclusão do júri de que você cometeu esse crime hediondo, a única sentença adequada é a prisão.” O caso acrescenta mais confusão às filmagens de “Animais Fantásticos 3”. Guthrie deveria aparecer no terceiro longa da franquia, mas ainda não há informações se suas cenas serão cortadas. A prática já aconteceu na produção. A Warner também afastou o ator Johnny Depp, após ele ter trabalhado uma semana no filme, jogando suas cenas no lixo e refilmando tudo com Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”) no papel do bruxo Gellert Grindelwald – que para sorte do estúdio já tinha demonstrado sua capacidade de mudar de aparência entre os dois primeiros longas. O problema de Depp foi decidir travar uma batalha judicial, que perdeu, contra o jornal britânico The Sun, após ser descrito como “espancador de esposa”. O ator processou o jornal para refutar a afirmação, mas o julgamento serviu apenas para piorar a situação, trazendo à tona detalhes desabonadores de seu comportamento durante o casamento com Amber Heard. Ao final, o juiz do caso concordou com a publicação, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa de Depp como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. Tem mais. “Animais Fantásticos 3” é escrito por J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que também enfrenta seu próprio problema de relações públicas após assumir postura transfóbicas nas redes sociais. E ainda inclui em seu elenco Ezra Miller, mais um envolvido em polêmica, por suposta agressão a uma fã. Por enquanto, a estreia segue marcada para julho de 2022.
Polícia prende marido de MC Marcelly após denúncia de cárcere privado
Ex-integrantes do “Power Couple”, reality show da Record TV, o casal Frank Cavalcante e MC Marcelly viraram caso de polícia no fim de semana. O marido de MC Marcelly, que tem o nome verdadeiro de Francimar Jorge Cavalcante, foi preso em flagrante na tarde de domingo (2/5), na Zona Norte do Rio de Janeiro, por manter a cantora em cárcere privado. De acordo com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, os agentes foram procurados pelo irmão de Marcelly, que relatou que a cantora ligou, informando que estava sendo mantida trancada no apartamento pelo companheiro. Na delegacia, Marcelly confirmou ter sofrido agressões em meados de abril e rompido o relacionamento. Mas foi convencida a voltar para casa na quinta passada (27/4), levada a uma viagem contra sua vontade e trancada sem acesso ao próprio aparelho de telefone celular. Mesmo assim, ela conseguiu retomar provisoriamente o celular, quando ligou para o irmão pedindo ajuda. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar confirmou o chamado e disse que os policiais do 3º BPM precisaram arrombar a porta para conseguir entrar na residência. “No local, houve necessidade de arrombar a porta da residência na presença de testemunhas. A mulher foi encontrada e o homem foi detido”, diz o comunicado oficial. MC Marcelly e Frank Cavalcante ficaram juntos por 13 anos e participaram do “Power Couple” em 2017.
Cinco suspeitos são presos pelo roubo dos cachorros de Lady Gaga
Cinco pessoas foram presas em decorrência da investigação do roubo à mão armada dos cachorros de Lady Gaga em 24 de fevereiro, que deixaram seu dogwalker gravemente ferido no hospital. De acordo com informações do Departamento de Polícia de Los Angeles, entre os presos está a mulher que devolveu os cães duas noites depois do crime na esperança de ganhar uma recompensa de US$ 500 mil oferecida pela cantora. A investigação apurou que os suspeitos não sabiam que Gaga era a dona dos cães roubados. Três dos suspeitos – com idades de 18, 19 e 27 anos – são membros de gangues que roubaram os animais apenas pelo valor de venda da raça. A quarta integrante é a mulher que devolveu os cachorros e o quinto foi identificado como pai de um dos jovens infratores, considerados cúmplices do crime. O dogwalker e amigo de Gaga Ryan Fischer foi baleado durante o assalto, mas impediu o roubo de um terceiro cachorro e está se recuperando do atentado. Em seu depoimento, a mulher identificada como Jennifer McBride afirmou que encontrou os cães, chamados Koji e Gustav, e os levou à Estação Olímpica do Departamento da Polícia de Los Angeles para receber a recompensa postada no Instagram pela cantora-atriz. Lady Gaga prometeu pagar quem retornasse os animais roubados, mas a polícia de Los Angeles pediu que ela aguardasse a verificação de antecedentes. Durante o levantamento, a LAPD identificou que McBride tinha um relacionamento com o pai de um jovem fichado como membro de gangues e assim chegou aos suspeitos.
Diretora de festival da Bielorrússia é libertada após pressão internacional
Tatsiana Hatsura-Yavorska, diretora do festival de documentários Watch Docs, da Bielorrússia, foi libertada da prisão após a repercussão de um protesto internacional, que nesta semana reuniu organizações de direitos humanos, a Academia Europeia de Cinema e festivais de cinema de todo o mundo, como Sundance, Cannes e Berlim. Ela foi presa em 5 de abril por seu papel na organização de uma exposição fotográfica subterrânea em homenagem aos trabalhadores da saúde da Bielorússia. Isto foi suficiente para que fosse presa por “protestar contra a polícia” e “arrecadar dinheiro para protestos” contra o governo do presidente Alexander Lukashenko, e colocada em um centro de detenção em Minsk, junto com centenas de outras presos políticos, na atual onda de endurecimento da repressão no país. Hatsura-Yavorska deveria comparecer a uma audiência na quinta-feira passada (15/4) após atingir o limite máximo legal de 10 dias de detenção, e pessoas próximas temiam que ela pudesse enfrentar vários anos de prisão. No entanto, após o repúdio generalizado de entidades importantes, as acusações foram retiradas e, além de ser solta, ela não enfrenta processo criminal. Agora, ela deve se juntar ao marido no exterior. Volodymyr Yavorski fugiu do país com os filhos do casal para evitar que o regime colocasse as crianças em orfanatos. As autoridades da Biolorrússia disseram que se não deixasse o país, ele próprio enfrentaria a prisão e nunca mais veria os filhos. Yavorski também é alvo de perseguição política, como ativista dos direitos humanos e fundador do festival ucraniano de filmes sobre direitos humanos Docudays UA. A Bielorrússia vem sendo tomada por manifestações generalizadas contra o regime que governa o país há décadas. Os protestos se intensificaram depois que o presidente reivindicou uma vitória esmagadora nas eleições presidenciais de agosto passado, um resultado que muitos acreditam ter sido falsificado. A União Europeia rejeitou a legitimidade da eleição e fez um apelo público por uma nova votação, além de condenar a perseguição violenta de manifestantes pacíficos por parte das autoridades do país. De acordo com ativistas, desde o verão europeu passado mais de 600 pessoas foram presas, acusadas de participar das manifestações antigovernamentais, e cerca de 400 já foram condenadas.
Festivais de Cannes, Berlim e Sundance protestam contra prisão de diretora de festival da Bielorrússia
Os festivais de cinema de Berlim, Cannes e Sundance produziram um documento em conjunto com a Academia Europeia de Cinema e vários grupos de direitos humanos e da indústria cinematográfica, pedindo a libertação imediata de Tatsiana Hatsura-Yavorska, diretora do festival de documentários Watch Docs, da Bielorrússia, que foi presa em 5 de abril por suposta atividade subversiva. Na carta aberta conjunta, as organizações condenaram a prisão e pediram às autoridades bielorrussas que libertem Hatsura-Yavorska e outros “presos políticos” do regime. “Instamos as autoridades bielorrussas a libertar imediata e incondicionalmente nossa colega Tatsiana Hatsura-Yavorska e outros defensores dos direitos humanos, e a pôr fim aos atos de assédio judicial contra eles”, diz a carta. Hatsura-Yavorskaya foi presa em 5 de abril, supostamente pelo crime de ajudar a organizar uma exposição de fotos intitulada “The Machine Is Breathing, I Am Not” (A máquina está respirando, eu nã) em homenagem aos profissionais de saúde da Bielo-Rússia durante a crise de covid-19. Ela encontra-se detida, aguardando julgamento por acusações referentes a “arrecadar dinheiro para protestos” contra o governo do presidente Alexander Lukashenko. A audiência de Tatsiana Hatsura-Yavorska está marcada para 15 de abril. Se condenada, ela pode pegar vários anos de prisão. A Bielorrússia vem sendo tomada por manifestações generalizadas contra o regime que governa o país há décadas. Os protestos se intensificaram em todo o país depois que Lukashenko reivindicou uma vitória esmagadora nas eleições presidenciais de agosto passado, um resultado que muitos acreditam ter sido falsificado. A União Europeia rejeitou a legitimidade da eleição e fez um apelo público por uma nova votação, além de condenar a perseguição violenta de manifestantes pacíficos por parte das autoridades do país. De acordo com ativistas, desde o verão europeu passado mais de 600 pessoas foram acusadas de participar das manifestações antigovernamentais e cerca de 400 foram condenadas.
Astro de novelas argentinas será investigado no Brasil por estupro
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia contra Juan Darthés, astro veterano de novelas argentinas, que está atualmente no Brasil. Ele é acusado de estupro pela atriz Thelma Fardin (“Sou Luna”). Nascido em São Paulo com o nome Juan Rafael Pacífico Dabul, o ator de 56 anos foi acusado formalmente pela Justiça da Nicarágua, onde o abuso teria acontecido em 2009, mas antes de ser detido voltou para a Argentina. Segundo a denúncia original, o ator se aproveitou da “relação de confiança” com Fardin para cometer a agressão sexual em um hotel em Manágua, durante a divulgação internacional da novela infantil “Patinho Feio” (2007-2008), que ambos protagonizavam. À época, Fardin tinha 16 anos e Darthés 45. Depois disso, ele estrelou mais quatro novelas na Argentina. Mas em 2018 o Ministério público argentino passou a colaborar com a Justiça nicaraguense e iniciou um processo penal contra o ator, que então resolveu se refugiar no Brasil, devido à sua cidadania. Na época, atrizes brasileiras, como Bruna Linzmeyer e Débora Falabella, iniciaram uma manifestação contra a vinda do ator ao país. Intocável no Brasil, Darthés foi denunciado nas redes sociais por Fardin, numa iniciativa que deu início ao movimento #MeToo na Argentina em 2018. Após o caso vir à público, outras quatro atrizes acusaram o ator de estupro. Agora, a situação mudou. Com a decisão do MPF, abre-se a possibilidade de Darthés ser julgado no Brasil — pela Constituição, o país não pode extraditar seus cidadãos, mas o Código Penal prevê que possam ser julgados em território brasileiro por crimes cometidos no exterior. Se ele fugir novamente, há um mandato internacional de captura pela Interpol. “Espero que a mensagem enviada pelo Brasil, não somente nesse caso particular, seja a de que o Brasil não pode servir de refúgio e de esconderijo para estupradores, ainda mais para um estuprador com pedido de captura internacional”, disse Fardin nesta quarta (7/4), em Buenos Aires, após um evento para anunciar a decisão do MPF. Thelma Fardin tem atualmente 29 anos e está em cartaz nos cinemas argentinos com “La Estrella Roja”, uma comédia com estrutura de falso documentário que tem arrancado elogios rasgados da crítica desde sua estreia em março passado.
Ator é preso por enganar investidores com contratos falsos da Netflix
O ator Zach Avery, cujo nome verdadeiro é Zachary Horwitz, foi preso na terça-feira (6/4) em Los Angeles em conexão com um grande esquema de pirâmide de Hollywood. Conhecido apenas por ter estrelado filmes muitos ruins e de baixíssimo orçamento, ele teria conseguido enganar diversos investidores, levantando mais de US$ 227 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) para produção de longas-metragens. Segundo reportagem do jornal Los Angeles Times, Avery falsificou acordos de licenciamento com a Netflix, HBO, e outras plataformas para convencer os investidores que teria contrato com essas empresas. Em uma declaração juramentada apresentada no tribunal federal de Los Angeles, o agente do FBI John Verrastro disse que Avery usou esses fundos para “benefício pessoal” e para fazer pagamentos a investidores anteriores “no estilo de um esquema clássico de pirâmide”. Ele usou parte do dinheiro para comprar uma casa com piscina, adega e academia em Los Angeles em 2018, agora à venda por US$ 6,5 milhões.
A Menina que Matou os Pais: Carla Diaz vira Suzanne Von Richthofen em novo trailer
A Galeria Distribuidora divulgou um novo trailer da sessão dupla de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”. Com imagens inéditas, os vídeos destacam o desempenho de Carla Diaz, recém-saída do “BBB 21”, em sua estreia no cinema. Nos filmes, ela vive ninguém menos que Suzanne Von Richthofen, uma das criminosas mais célebres do Brasil. Previstos para abril de 2020, os longas foram adiados devido à pandemia e vão completar um ano guardados. O lado positivo desse adiamento é que Carla Diaz se tornou ainda mais popular nesse meio tempo, após passar pelo reality show da Globo sem se tornar uma “vilã” – como os demais que saíram antes dela da produção. Em seu plano original, a distribuidora pretendia lançar os dois filmes no mesmo dia, com sessões consecutivas nas mesmas salas. Eles contam narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois (mais o irmão de Daniel) foram condenados pelo crime. Além da ex-Chiquitita e ex-Rebelde como Suzane, o elenco destaca Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy (“Bom Dia, Verônica”). Ainda não há previsão para a estreia.
Olivia Munn ajuda polícia a prender agressor em Nova York
A atriz Oliva Munn ajudou a polícia de Nova York a identificar o suspeito de uma agressão a uma senhora asiática durante o início da semana. Ela divulgou em suas redes sociais o vídeo que registrou a agressão do valentão, que atirou um pacote contra a mulher e a empurrou no chão, fazendo-a desmaiar, diante de uma padaria do Queens. A estrela de “X-Men: Apocalipse” pediu a ajuda de seus seguidores após revelar que a mulher chinesa de 52 anos era a mãe de um amigo, e condenou a violência contra membros da comunidade asiática, que aumentou após o início da pandemia de covid-19. “Ela deixou o hospital com 10 pontos na cabeça. Esses crimes de ódio racistas contra nossos entes queridos mais velhos precisam parar”, ela apontou. “Nós vamos encontrar esse cara”, continuou, postando fotos do suspeito e convocando seus seguidores a identificá-lo. O post se tornou viral e acabou servindo realmente para identificar e localizar o agressor, que foi preso pela polícia na quinta (18/2), dois dias após o ataque. A polícia da cidade de Nova York agradeceu oficialmente a ajuda em suas redes sociais. Comemorando a resolução, Munn comemorou junto ao seus seguidores. “VOCÊS FIZERAM ISSO !!!!”, ela escreveu. O suspeito se chama Patrick Mateo e foi indiciado por agressão de terceiro grau e assédio em segundo grau. Ele pagou fiança e vai aguardar o julgamento em liberdade. Apesar do ataque sem motivação, o agressor não se tornou réu por crime de ódio. O filho da vítima, Sam Cheng, amigo de longa data da atriz, lamentou esta decisão. “Não podemos, tecnicamente, legalmente, chamar isso de crime de ódio”, disse ele à rede CNN. “E eu me pergunto quantos outros crimes estão acontecendo por aí que legalmente não podem ser chamados de crimes de ódio? Só quero que se conscientizem”, reclamou. De acordo com fontes ouvidas pelo site TMZ, o incidente não está sendo investigado como um crime de ódio porque o suspeito afirma que a briga foi sobre distanciamento social. Já a vítima contou à polícia que estava esperando na fila da padaria quando foi abordada pelo homem, que começou a gritar com ela e xingá-la de forma preconceituosa, até empurrá-la do lado de fora do estabelecimento, fazendo-a cair e bater com a cabeça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn)
Produtor de Intocáveis é preso por abuso e agressão sexual contra afilhado
O produtor Dominique Boutonnat, presidente do Centro Nacional de Cinema (CNC), espécie de Ancine da França, foi preso na manhã de quarta-feira (10/2) pela polícia francesa. Ele está sendo processado por tentativa de estupro e agressão sexual por seu afilhado de 22 anos. A alegada agressão sexual ocorreu em agosto durante um feriado na Grécia. A queixa foi apresentada pelo afilhado de Boutonnat em 7 de outubro e o mandato de prisão expedido agora. “Dominique Boutonnat contesta ter cometido qualquer delito, ele está totalmente sereno sobre o resultado deste procedimento”, disse o advogado do produtor, Emmanuel Marsigny, à Agência France Presse (AFP). Boutonnat, de 51 anos, foi produtor associado de filmes como o fenômeno de bilheteria “Intocáveis” (2011), além de “Polissia” (2011), “2 Dias em Nova York” (2012) e “Um Plano Perfeito” (2012), entre outros. Ele se tornou presidente do CNC em julho de 2019 e inicialmente enfrentou rejeição generalizada dentro da indústria devido à sua proximidade com o presidente Emmanuel Macron e seu currículo como produtor e financista. Entretanto, sob sua liderança o CNC desempenhou um papel importante no estabelecimento de diretrizes para o combate ao assédio sexual na indústria cinematográfica francesa. No dia anterior à apresentação da queixa, em 6 de outubro, Boutonnat compareceu a um evento co-organizado pela organização 50/50 e pela Associação Europeia contra a Violência contra as Mulheres no Local de Trabalho, durante o qual fez um discurso abordando a necessidade dos trabalhadores da indústria falarem abertamente sobre abusos sem medo de perder seus empregos durante a pandemia. A acusação contra o produtor faz parte de uma onda de acusações de denúncias recentes de parentes que tem abalado importantes figuras públicas francesas. O #MeToo francês ficou conhecido como #MeTooInceste, porque tudo começou com a publicação no mês passado do livro “La Familia Grande”, em que a advogada Camille Kouchner acusou seu sogro Olivier Duhamel, um conhecido intelectual e gênio da televisão, de estuprar seu irmão gêmeo quando ele tinha 13 e 14 anos. Dizendo-se inspirada pela leitura, a filha do ator e diretor francês Richard Berry (“Consentimento Mútuo”) também o acusou de incesto e estupro, alegando que foi abusada pelo pai entre as idades de 8 e 10.
Cheer: Série documental esportiva da Netflix vira caso de polícia
A série documental “Cheer”, sobre os bastidores do universo de competições de cheerleaders, virou uma coleção de boletins de ocorrência policial. Cinco meses após Jeremiah “Jerry” Harris, um dos rostos mais conhecidos da série lançada no início do ano passado pela Netflix, ser preso e indiciado por produzir pornografia infantil, mais dois ginastas destacados na produção foram detidos pela polícia dos EUA. O atleta Mitchell Ryan foi preso pela polícia de Dallas por “assédio sexual grave” contra um menor, supostamente cometido em 24 de julho do ano passado, e Robert Joseph Scianna, técnico, coreógrafo e bicampeão do mundial das competições de líderes de torcida, foi detido no estado da Virgínia após tentar convencer um adolescente a manter relações sexuais com ele, por meio de conversas na internet. Segundo a polícia local, Ryan ficou menos de 24 horas preso, sendo liberado depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. Já Scianna continua em prisão provisória sem possibilidade de fiança. Depois dessa sucessão de escândalos, dificilmente a série terá 2ª temporada. A menos que vire série criminal. Para complicar ainda mais, o próximo campeonato nacional de cheerleaders foi adiado por causa da pandemia e não tem previsão para ser realizado.









