Lori Loughlin volta a atuar após sair da prisão
A atriz Lori Loughlin está retomando a carreira depois passar
Herói que inspirou filme “Hotel Ruanda” é condenado a 25 anos de prisão
Paul Rusesabagina, reconhecido mundialmente por ter salvo cerca de 1,2 mil pessoas durante o genocídio tutsi em Ruanda, ação que inspirou o filme “Hotel Ruanda”, foi condenado nesta segunda-feira (20/9) a 25 anos de prisão por “financiamento de terrorismo”. “Hotel Ruanda” mostrava como o ex-gerente de hotel usou suas conexões com a elite hutu para proteger os tutsis do massacre que transformou a região num banho de sangue genocida. Por interpretar Rusesabagina, o ator Don Cheadle foi indicado ao Oscar em 2005. O ativista de 67 anos foi considerado culpado de dar suporte à Frente de Libertação Nacional (FLN), braço armado do Movimento pela Mudança Democrática de Ruanda (MRCD), partido da oposição no exílio. “Ele fundou uma organização terrorista que atacou Ruanda e contribuiu financeiramente para atividades terroristas”, disse a juíza Beatrice Mukamurenzi ao fim de um julgamento de sete meses. Antes do processo, Rusesabagina havia admitido participação na fundação do MRCD, mas negou que o grupo tivesse ligação com a FLN. “Meu trabalho dizia respeito à plataforma política, e minha função era diplomática”, justificou o ativista em setembro de 2020. Seu julgamento foi denunciado por apoiadores por falta de independência. Ele teria sido preso numa retaliação do governo de Paul Kagame, de quem Rusesabagina e grupos de direitos humanos acusam de sufocar a dissidência. A prisão foi suspeitíssima. Rusesabagina vivia em autoexílio e foi preso em agosto de 2020, após um avião no qual ele havia embarcado para o Burundi precisar fazer um pouso não programado em Kigali, capital de Ruanda.
Ron Jeremy é indiciado por mais de 30 agressões sexuais
O ator Ron Jeremy, lenda dos filmes adultos americanos, foi indiciado por mais de 30 acusações de agressão sexual envolvendo 21 vítimas, que datam de mais de duas décadas. Atualmente com 67 anos, ele enfrentará julgamento por 12 acusações de estupro forçado, sete acusações de cópula oral forçada, seis acusações de agressão sexual por contenção, quatro acusações de penetração sexual por um objeto estranho, duas acusações de penetração sexual de pessoa inconsciente ou adormecida e contabilização de ato lascivo em criança menor de 14 ou 15 anos, além de sodomia com uso de força e agressão com intenção de estupro, segundo a promotoria. Preso desde o início das primeiras denúncias em junho de 2020, por não conseguir pagar a fiança de US$ 6,6 milhões, Jeremy declarou-se inocente de todas as acusações. Ele deve retornar ao tribunal em 12 de outubro para uma conferência pré-julgamento. O ator, cujo nome verdadeiro é Ronald Jeremy Hyatt, começou a fazer filmes adultos nos anos 1970 e apareceu em obras famosas do gênero, como “Delicious” (1981), “Objeto de Desejo” (1983), “Garganta Profunda II” (1987), “John Bobbit – Sem Cortes” (1994) e a versão adulta de “Dracula” (1994). Seu último vídeo para maiores é de 2018. Ele ficou conhecido o suficiente para ganhar vários documentários sobre sua carreira e aparecer em filmes convencionais. A maioria das vezes sua participação se resumiu a figurações. Chegou a superar Stan Lee nesse quesito, sendo visto por alguns segundos em filmes cultuados e até em grandes sucessos, como “Pânico na Escola” (2011), com Josh Hutcherson, “Adrenalina 2” (2009), com Jason Statham, “Todo Poderoso” (2003), com Jim Carrey, “Detroit, a Cidade do Rock” (1999), com a banda Kiss, “Studio 54” (1998), com Salma Hayek, “Tromeo & Juliet” (1996), escrito por James Gunn, “Rotação Máxima” (1994), com Charlie Sheen, “Parceiros do Crime” (1993), com Eric Stoltz, e, acredite se quiser, “O Poderoso Chefão III” (1990)!
Ator de “Buffy” é preso por fraudar receita de remédios
O ator Nicholas Brendon, que ficou conhecido no final dos anos 1990 pela série “Buffy: A Caça-Vampiros”, foi preso sob a acusação de obter medicamento controlados com receita fraudada. Segundo informações do TMZ, o ator foi detido após uma infração de trânsito. Ele ignorou sinalizações e dirigia em ziguezague na cidade de Vigo, no estado americano de Indiana, quando foi parado pela polícia. Os policiais notaram que ele parecia nervoso, com pulso acelerado e mãos trêmulas. Na revista do carro, foram encontrados sacos plásticos contendo resíduos de drogas e um frasco de comprimidos, mas nenhum contrabando, apenas uma receita dada em um supermercado. A receita era para sais de anfetamina supostamente prescritos para Kelton Schultz, que o ator alega ser de seu irmão gêmeo. Brendon tem realmente um irmão gêmeo, mas ele se chama Kelly Donovan e não está claro quem criou a confusão nos nomes. Ao ser questionado pela polícia de quem era a receita, o ator teria afirmado, ainda de acordo com o TMZ, que ele e o irmão têm a mesma receita e compram a receita um do outro. Os policiais investigam se Brendon poderia estar usando ou vendendo as pílulas, e usando a identidade do irmão para obter mais. Enquanto isso, ele foi preso por falsidade ideológica e fraude, ao apresentar receita com nome de outra pessoa para comprar remédios controlados. Seu caso se complica porque ele tem ficha corrida na polícia por uso de drogas e violência contra mulheres. A última vez que Brendon foi preso foi em 2017, por agredir uma namorada, e está atualmente em liberdade condicional, situação em que não poderia cometer novos crimes. Antes disso, o ator já tinha sido detido por provocar danos à propriedade de um hotel e resistir à prisão em 2014, passando pela mesma situação outras duas vezes nos meses seguintes: uma por danificar um quarto de hotel e tentar sair sem pagar a conta, e outra por se embriagar publicamente. Em 2015, ainda declarou-se culpado após ser acusado de sufocar uma namorada e se internou duas vezes em clínicas de reabilitação para tratar depressão, alcoolismo e vício em drogas. Após o final de “Buffy” em 2003, ele chegou a coestrelar a série de comédia gourmet “Kitchen Confidencial”, ao lado de Bradley Cooper e John Francis Daley, mas apesar desse bom elenco a produção foi cancelada na 1ª temporada. O ator também apareceu em alguns episódios de “Criminal Minds”, mas sua carreira nunca recuperou a popularidade da época de “Buffy”, consistindo basicamente de uma sucessão de terrores baratos, lançados diretamente em vídeo.
Filmes sobre caso Richthofen serão lançados pela Amazon
A pandemia e os dólares tiraram os filmes sobre o caso Richthofen dos cinemas. Previstos para abril do ano passado e seguidamente adiados, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” foram adquiridos pela Amazon e serão finalmente lançados na plataforma Prime Video em 24 de setembro. O anúncio foi feito nesta quinta (1/8) pela plataforma, em publicação nas redes sociais. No plano original, os dois filmes seriam lançados no mesmo dia nos cinemas, com sessões consecutivas nas mesmas salas. Eles contam narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais milionários de Suzanne von Richthofen, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos, à Justiça. Os dois (mais o irmão de Daniel) foram condenados pelo crime num caso que ganhou enorme repercussão no Brasil. Mas graças ao longo adiamento, a produção ganhou novos atrativos, a começar pelo fato de a atriz Carla Diaz, intérprete de Suzanne, ter se tornado ainda mais popular nos últimos meses, após passar pelo “BBB 21” da Globo sem se tornar uma “vilã” – como os que saíram antes dela da produção. Por sinal, a seleção de elenco é muito curiosa por escalar atores contra seus “tipos” característicos. Além da ex-“Chiquitita” e ex-“Rebelde”, o elenco destaca Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). Outra curiosidade é que os longas têm direção de Mauricio Eça, que também é mais conhecido por produções teen, como “Carrossel: O Filme” e sua continuação. Mas os roteiros foram escritos por uma dupla experiente no gênero, os escritores de thrillers policiais Raphael Montes e Ilana Casoy. Graças ao atraso no lançamento, a primeira parceria audiovisual da dupla acabou estreando antes na Netflix e com grande sucesso: a série “Bom Dia, Verônica”. Veja abaixo o anúncio do lançamento em streaming e o novo trailer dos filmes. um crime real, dois filmes e duas versões: A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais chegam dia 24/9, exclusivamente no meu streaming. pic.twitter.com/31CrQfdjyj — Amazon Prime Video Brasil (@PrimeVideoBR) August 19, 2021
Dubladora da pata Margarida é assassinada no Rio
A dubladora Christiane Louise de Paula da Silva, de 49 anos, que dava voz à pata Margarida nos desenhos da Disney, foi assassinada no Rio de Janeiro. Seu corpo foi encontrado há alguns dias em uma área de vegetação na praia de Grumari, zona oeste do Rio de Janeiro, envolto em lençóis e sacos plásticos, e no sábado (14/8) a polícia prendeu o economista Pedro Paulo Gonçalves Vasconcellos da Costa, 27, pelo crime. Durante o depoimento na delegacia, ele confessou o assassinato. Segundo os investigadores, Christiane foi morta dentro de seu apartamento em Ipanema, Zona Sul do Rio, e o corpo levado de carro até Grumari. A arma utilizada foi um cálice quebrado, que cortou a garganta da vítima. O economista alegou ter agido em legítima defesa depois de um surto da dubladora. Mas o caso tem muitas lacunas. Os dois eram amigos. Conheceram-se em 2017 numa clínica psiquiátrica durante um tratamento. Nos últimos tempos, Pedro Paulo teria tido uma crise e foi acolhido por Christiane no apartamento dela em Ipanema. A investigação aponta que Pedro teve a ajuda de duas pessoas no crime, uma delas a própria mãe, Eliane Gonçalves Vasconcellos da Costa, que se encontra foragida. O cadáver de Christiane teria ficado de dois a três dias no apartamento antes de ter sido retirado, com ajuda de uma terceira pessoa ainda não identificada e transportado num carro não localizado. Uma das principais suspeitas é que Pedro Paulo e sua mãe estavessem interessados no patrimônio de Christiane. Os policiais encontraram computadores avaliados em R$ 10 mil e os celulares da dubladora na casa de Eliane. Ela e o filho chegaram a vender algumas roupas da vítima. Além da Margarida, ela dublava Helen Lovejoy, Edna Krabappel e Manjula na série “Os Simpsons”, a Sra. Morello na série “Todo Mundo Odeia o Chris”, a heroína Zatanna em “Liga da Justiça sem Limites” e muitos personagens de videogames, como Cortana de “Halo”, Mercy de “Overwatch”, Sivir do “League of Legends” e novamente Zatanna em “Injustice: Gods Among Us”.
Bam Margera processa colegas do “Jackass”
O skatista Bam Margera, que era um dos integrantes originais da série “Jackass”, da MTV, abriu processo contra a Paramount Pictures, o ex-colega Johnny Knoxville, o diretor Jeffrey Tremaine e o produtor Spike Jonze por ter sido demitido do quarto longa-metragem da franquia, “Jackass Para Sempre”. Em sua ação, Margera afirma que foi “coagido” a assinar um contrato que condicionava sua participação no filme a seu afastamento das drogas. O contrato previa que recaídas e outros problemas decorrentes de vício poderiam implicar no desligamento do skatista da produção. E foi o que acabou acontecendo. Mas o ex-Jackass culpa Tremaine, Knoxville e Jonze pela demissão, porque o teriam coagido a assinar o acordo. O processo alega que Margera foi demitido após testar positivo para uso de Adderall, remédio prescrito que ele usava há mais de 10 anos. O texto ainda tenta comparar o caso do skatista com o da tutela de Britney Spears, alegando que ele sofreu consequências da exploração jurídica de seus males de saúde mental. Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre o acordo firmado entre Margera e a produção revelou que o documento “permitia o desligamento imediato caso Margera não soprasse em um bafômetero três vezes por dia, submetesse amostras de urina duas vezes por semana, tivesse seus folículos capilares testados regularmente e tomasse pílulas toda manhã durante uma chamada de vídeo com um médico contratado pela Paramount”. “Margera não falhou”, afirma o processo. “Ele seguiu as exigências do acordo de bem-estar à risca, sob grande custo pessoal. O tratamento dado a Margera agravou seu quadro de doenças mentais, levando a pensamentos suicidas. Ainda assim, ele perseverou, apenas para ter o tapete puxado de debaixo de seus pés”. Desde o começo da polêmica, Johnny Knoxville tem evitado entrar em maiores detalhes sobre a demissão de Margera do novo filme. Em entrevista à revista GQ, ele afirmou apenas que torcia pela melhora de Bam, mas não entraria numa discussão pública com ele. “Queremos que Bam seja feliz e saudável e ganhe a ajuda que precisa. Tentamos seguir ao lado dele. Eu acho que é tudo que eu realmente quero dizer sobre isso”, afirmou. Knoxville, Tremaine e Jonze terão agora que falar muito sobre isso. Já Margera terá contra si uma ficha corrida que inclui uma prisão em 2019, após fugir de uma clínica de reabilitação e causar distúrbios em um hotel. A morte de outro “jackass”, Ryan Dunn, ao dirigir bêbado em 2011 não serviu de alerta. Ao contrário, aumentou a vontade de Margera de se detonar. Ele até transformou seu vício em fonte de renda, ao participar de reality shows sobre seu estado deplorável. O primeiro foi “Family Therapy with Dr. Jenn”, em 2015 no canal pago VH1, seguido por “The Nine Club”, no YouTube. Após destruir a própria casa e ameaçar a esposa, Margera chegou a ser internado à força numa instituição psiquiátrica em 2018, mas fugiu após quatro dias. Após ser retirado de um voo comercial por ser considerado bêbado demais para embarcar em 2019, ele novamente explorou seu estado no programa do Dr. Phil e foi aconselhado a se internar para valer. A nova internação durou uma semana e terminou com o skatista na prisão. O filme que rendeu a nova confusão de Margera tem estreia marcada para 21 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Homem é preso após ameaçar matar a atriz Jodie Comer
Um homem que ameaçava matar a atriz Jodie Comer foi preso na França na terça-feira (3/8). Ele enviou mensagens à intérprete de Vilanelle na série “Killing Eve” ameaçando ir até o Reino Unido para matá-la e também todas as pessoas de sua família, de acordo com o jornal Daily Mail. Um dos avisos dizia: “Estou indo para a Inglaterra para fazer um massacre”. As ameaças foram identificadas como vindas da cidade francesa de Roubaix. Policiais armados invadiram a casa do suspeito e o mantiveram sob custódia. Arquivos de computador e outros equipamentos técnicos foram apreendidos durante a operação, que contou com a cooperação do suposto criminoso. O assédio teria começado nos perfis de mídias sociais da atriz e depois teria se transformado em ameaças por e-mail. A partir daí, membros da família de Jodie Comer também começaram a receber mensagens com conteúdo agressivo. Por causa da ação intimidadora, Jodie Comer chegou a se afastar das redes sociais, ficando quase um mês sem postar. Graças ao envolvimento policial, ela começou aos poucos a retomar sua atividade online, divulgando seus novos trabalhos – os filmes “Free Guy – Assumindo o Controle”, que estreia em 19 de agosto, e “O Último Duelo”, de Ridley Scott, com lançamento em 14 de outubro nos cinemas.
Kris Wu é preso por suspeita de estupro na China
O cantor e ator Kris Wu, que tem cidadania canadense e chinesa, foi preso em Pequim sob suspeita de estupro, anunciou a polícia chinesa neste sábado (31/7). O ex-membro da boy band coreana EXO e astro de filmes como “xXx: Reativado” e “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” é acusado de atrair menores de idade para relacionamentos sexuais. A prisão aconteceu um mês após uma adolescente denunciar na internet ter sido embebedada para que ele pudesse abusar dela. Ela ainda acrescentou que outras mulheres a procuraram após seu desabafo inicial contanto terem passado pelos mesmos abusos. De acordo com comunicado da polícia, Wu foi “detido criminalmente” por suspeita de estupro “em resposta a informações relevantes relatadas na internet”, incluindo que ele “repetidamente atraía mulheres jovens para terem relações sexuais”. A polícia chinesa não deu outros detalhes sobre a prisão. Em declarações em suas redes sociais, o astro de 30 anos negou todas as acusações. “Não houve ‘sexo com groupie’! Não houve ‘menor’! Se houvesse esse tipo de coisa, por favor, relaxem todos, eu me colocaria na cadeia!” A adolescente que divulgou suas denúncias nas redes sociais, posteriormente deu uma entrevista ao portal NetEase. Um dia depois que a entrevista apareceu, pelo menos 10 marcas, incluindo Porsche e Louis Vuitton, cancelaram patrocínios e outros acordos com Wu. De acordo com a entrevista, ela pensou que estava encontrando Wu para uma oportunidade de carreira. Em vez disso, sua equipe que estava presente a forçou a beber. Como alguém que não frequentava bares, ela disse que sua tolerância era baixa e que estava bêbada depois de dois drinques. No dia seguinte, ela acordou na cama de Wu. Segundo seu relato, naquela manhã ele foi gentil com ela e prometeu cuidar dela. Mas depois, ele parou de retornar suas mensagens. No início, ela disse que sentia pena de si mesma. Mas mudou de ideia quando soube que outras mulheres tinham sido tratadas de forma semelhante, passando a acreditar que o problema estava na cultura das celebridades de entretenimento da China. A notícia da prisão do artista se tornou o tópico mais pesquisado no Weibo (o Twitter chinês) durante este sábado (31/7), e alguns usuários começaram uma petição online para expulsá-lo da China. O jornal oficial do Partido Comunista, o Diário do Povo, avaliou o caso, dizendo em uma curta postagem online que “ter uma nacionalidade estrangeira não é um talismã protetor, e não importa o quão grande seja o nome, não há imunidade.”
Ex-astro mirim de “As Visões de Raven” recebe ordem de prisão após denúncia de menor
Um juiz do estado de Washington emitiu um mandado de prisão de Kyle Massey, depois que o ex-astro mirim do Disney Channel deixou de comparecer a duas audiências consecutivas no tribunal. O ator que estrelou séries como “As Visões de Raven” e “Cory na Casa Branca” foi acusado em 2019 de enviar material pornográfico a uma garota de 13 anos. O caso envolve fotos, vídeos e textos explícitos que o ator supostamente enviou, inclusive exposição de genitália. Segundo o site TMZ, a mãe da menina disse à polícia que Massey a conhecia desde que ela tinha 4 anos. Ele negou as acusações na época. A investigação corre em sigilo. Massey deveria ter aparecido no tribunal no final de junho para a primeira audiência, mas como não apareceu sua audiência foi adiada para a manhã desta segunda (12/7). A nova ausência levou o juiz a considerá-lo foragido da Justiça. Ele atuou dos 12 aos 16 anos em “As Visões de Raven”. Atualmente com 30, ainda trabalha como ator, integrando o elenco da série “Millennials”.
Astro de “Drake e Josh” é condenado por comportamento impróprio com menor
O ator Drake Bell, conhecido por ter estrelado a série infantil “Drake e Josh” (2004–2007), foi condenado nesta segunda (12/7) a dois anos em liberdade condicional e 200 horas de serviços comunitários por comportamento impróprio em contato com uma menor de idade. Hoje com 34 anos, Bell chegou a ser preso em maio passado pela polícia da cidade de Cleveland, após denúncia relacionada a um chat na internet com um menor. Ele foi acusado de “tentativa de colocar menor em perigo e disseminar material prejudicial a jovens”. Drake se declarou inocente na ocasião, mas no mês passado, diante do juiz, assumiu-se culpado de ambas as acusações esperando uma sentença menor. Relatos dizem que o bate-papo de natureza sexual aconteceu em 2017 e envolveu Drake, que na época tinha 31 anos, e uma garota de 15. Durante a audiência, o juiz informou ao ator que sentença de seu caso poderia acarretar numa pena de 6 a 18 meses de prisão. Ele conseguiu uma condenação bem mais leve, apesar de já ter ficha criminal. Em 2009, o artista foi preso em San Diego, na Califórnia, acusado de dirigir embriagado e, em 2016, foi condenado a quatro dias de prisão por dirigir em alta velocidade e sob efeito de álcool, além de ser obrigado a passar quatro anos sob supervisão judicial. A liberdade condicional impõe que ele não possa ter nenhum problema com a lei pelo período previsto de dois anos, caso contrário será preso imediatamente para cumprir a sentença atrás das grades.
Bill Cosby é solto após três anos de prisão
O comediante Bill Cosby foi solto da prisão nesta quarta (30/6), após decisão da Suprema Corte da Pensilvânia de anular sua condenação por agressão sexual. Ele foi acusado de abuso por mais de 60 mulheres, entre os anos 1960 a 2000. A libertação caiu como uma bomba na mídia e nas redes sociais dos EUA. Cosby foi colocado em liberdade por um detalhe técnico. A Suprema Corte estadual considerou que o promotor original do processo, Bruce Castor, prometeu que Cosby não seria processado, por isso o comediante admitiu ter dado drogas para mulheres com quem queria ter relações sexuais. Seus advogados mais tarde argumentaram que ele entendeu mal a pergunta e desde então passaram a negar qualquer delito. O problema é que os sucessores de Castor na promotoria distrital decidiram retomar processo após o depoimento com a admissão de culpa se tornar público. Isto levou a dois julgamentos, com o segundo resultado numa condenação a 10 anos de prisão, em 2018. Mas os advogados de Cosby argumentaram que o caso não poderia ser julgado, devido à promessa do promotor inicial. Após três anos de prisão, o tribunal superior finalmente concordou com eles. “Sustentamos que, quando um promotor faz uma promessa incondicional de não processar, e quando o réu confia nessa garantia em detrimento de seu direito constitucional de não testemunhar, o princípio da justiça fundamental que sustenta o devido processo legal em nosso sistema de justiça criminal exige que a promessa seja cumprida”, afirma a decisão do tribunal que soltou Cosby. Cosby foi a primeira grande figura pública a ser julgada e condenada graças ao movimento #MeToo.
Atriz de “Smallville” é condenada a três anos de prisão por liderar seita sexual
A atriz Allison Mack, que viveu Chloe Sullivan em “Smallville”, foi condenada a três anos de prisão nesta quarta-feira (30/6) por seu papel de liderança na seita sexual NXIVM. Mack havia se declarado culpada em abril de 2019, mas os promotores pediram para o juiz considerar sua extensa colaboração no caso, que ajudou a condenar o falso guru Keith Raniere a 120 anos de prisão. Junto da recomendação dos promotores federais, a atriz acrescentou uma carta de caráter pessoal endereçada ao juiz do caso, Nicholas Garaufis, em que pediu desculpas por sua participação na seita. “Agora é de suma importância para mim dizer, do fundo do meu coração, que eu sinto muito”, diz o texto do documento, revelado pela imprensa americana no sábado passado (26/6). “Eu me joguei nos ensinamentos de Keith Raniere com tudo o que tinha. Eu acreditava, do fundo do coração, que sua orientação estava me levando a uma versão melhor e mais iluminada de mim mesma. Dediquei minha lealdade, meus recursos e, em última análise, minha vida a ele. Este foi o maior erro e arrependimento da minha vida”, acrescentou Mack. Durante o anúncio de sua sentença, ela voltou a pedir desculpas a todas as pessoas que feriu durante o período em que esteve no grupo. Segurando lágrimas, Mack disse que se uniu à organização NXIVM há uma década para encontrar propósito na vida. “Ao longo de todo o tempo, eu acreditei que as intenções de Keith Raniere eram de ajudar pessoas”, disse ela. “Eu estava errada. Eu agora percebo que eu e outras pessoas nos envolvemos em condutas criminosas”. Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu várias pessoas para seu programa de autoajuda, que se tornou extremamente popular. Mas, conforme sua influência crescia, ele também passou a fundar diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Mack, que atraiu várias mulheres para o DOS, aguardava sua sentença em liberdade, mas chegou a ser presa pelo FBI em 20 de abril de 2018, sob acusações de tráfico sexual, conspiração de tráfico sexual e conspiração de trabalho forçado, como uma das principais recrutadoras da NXIVM. Ela fechou um acordo de detalhes não revelados para colaborar com a promotoria de Justiça e entregou gravações incriminadoras de Raniere, que ajudaram a condená-lo a uma sentença centenária. Mack estava sujeita a uma sentença de até 17 anos de prisão. Mas graças à sua colaboração, teve uma condenação menor que outra recrutadora famosa da seita, Clare Bronfman, herdeira do grupo canadense de bebida Seagram, que vai passar seis anos e nove meses presa por seu envolvimento com a NXIVM. O escândalo da NXIVM rendeu duas séries documentais, “Seduced: Inside the NXIVM Cult”, na Starz, e “The Vow”, renovada para a 2ª temporada na HBO, que nos novos episódios vai abordar justamente o julgamento dos envolvidos.










