PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Trailer mostra Adam Sandler em drama esportivo

    11 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de seu próximo filme estrelado por Adam Sandler. Com tom bem diferente das outras produções do ator para a plataforma de streaming, “Arremessando Alto” (Hustle) traz Sandler em papel dramático, num história de esportes e superação. “Arremessando Alto” é resultado de uma parceria de Sandler com o jogador de basquete LeBron James (de “Space Jam: Um Novo Legado”). A trama traz o ator como um “olheiro” que descobre o talento de um jogador de basquete estrangeiro e o convence a vir aos EUA para tentar fazer sucesso na NBA. Entretanto, nada corre como planejado, deixando o atleta espanhol dividido por ter deixado a filha pequena para apostar num sonho cada vez mais impossível. O elenco ainda inclui Ben Foster (“A Qualquer Custo”), Queen Latifah (“The Equalizer”), Robert Duvall (“O Juiz”) e o jogador Juancho Hernangómez, do Utah Jazz, que interpreta o protagonista em sua estreia na atuação. O filme tem roteiro de Will Fetters (“Nasce uma Estrela”) e Taylor Materne (“Uma Semana a Três”) e direção de Jeremiah Zagar (“We the Animals”). A estreia está marcada para 10 de junho.

    Leia mais
  • Etc

    Netflix acelera planos para incluir anúncios na plataforma

    10 de maio de 2022 /

    A Netflix pode lançar um plano de assinaturas mais baratas, com a inclusão de propagandas, antes do esperado. De acordo com o site Deadline, a nova opção pode ser oferecida antes do fim do ano. “Sim, é um plano rápido e ambicioso, e vai exigir que sacrifiquemos algumas coisas”, teria dito o CEO Reed Hastings em uma recente chamada com os acionistas da Netflix. Originalmente, Hastings tinha previsto um prazo de até dois anos para implementar a nova opção do serviço. A ideia é incluir pequenas intervenções comerciais – anúncios – no meio da experiência de streaming para quem optar por pagar menos pelo acesso à plataforma. O modelo já é utilizado com sucesso por competidores como Hulu e HBO Max nos EUA, e ajuda a bancar plataformas gratuitas como Tubi (do canal Fox), Pluto (da Paramount) e Freevee (ex-IMDb TV, da Amazon). Além dessa mudança, a Netflix também vai endurecer seu controle sobre o compartilhamento de senhas, atividade que teria impacto maior que a pirataria em sua contabilidade. As decisões foram tomadas após a plataforma revelar ter perdido de 200 mil assinantes no primeiro trimestre de 2022, numa das poucas ocasiões em que não registrou crescimento de sua base de consumidores. Para piorar, o relatório financeiro trimestral também previu uma perda de mais 2 milhões de usuários no próximo trimestre. A repercussão negativa dos números fizeram a Netflix perder valor de mercado e geraram até um processo movido por seus próprios acionistas contra os diretores da empresa.

    Leia mais
  • Série

    Vídeo apresenta personagens de “Maldivas”, série com Bruna Marquezine e Manu Gavassi

    10 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de “Maldivas”, focado nas personagens da nova série brasileira da plataforma. A prévia mostra as cinco protagonistas à beira da piscina do condomínio que batiza a atração, entre drinks e segredos. É nesse condomínio que a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a síndica e rainha do Maldivas, com um corpo e uma vida aparentemente perfeitos junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-dançarina de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. E ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider meio gótica que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Para completar, o papel da mãe da protagonista é encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003. Produzida pela O2 Filmes e criada por Natalia Klein, “Maldivas” tem direção geral de José Alvarenga (“Divã”) e estreia em 15 de junho.

    Leia mais
  • Série

    Trailer mostra visual dos novos episódios de “Love, Death + Robots”

    9 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada da antologia de sci-fi animada “Love, Death + Robots”. A prévia apresenta os diferentes tipos de animação e os títulos dos episódios que chegam à plataforma em 20 de maio. Os novos capítulos foram batizados de “Viagem Ruim”, “O Mesmo Pulso da Máquina”, “Sepultados na Caverna”, “Jibaro”, “Enxame”, “Ratos de Mason”, “Os Três Robôs”, “Matança em Grupo” e “Noite dos Minimortos”. São ao todo 9 histórias inéditas com temas e estilos bastante variados, mas todos com visual deslumbrante. Vencedora de cinco Emmys e quatro Annies, “Love, Death & Robots” tem produção dos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”) e, devido à cenas de violência e sexo, não é indicada para crianças.

    Leia mais
  • Série

    As 10 melhores séries de abril

    8 de maio de 2022 /

    Estão em dia com as séries, acompanhando o que de melhor tem sido distribuído pelas plataformas digitais? Esta “tarefa” é cada vez mais difícil, graças à multiplicação dos serviços de streaming, que transforma a diversão em dificuldade, tamanha a quantidade de títulos lançados semanalmente. Para ajudar a recordar e/ou apontar uma sugestão que possa ter passado batida entre as inúmeras novidades do dia-a-dia, selecionamos pra vocês as 10 melhores séries lançadas em streaming no mês passado. Confira o Top 10 abaixo com detalhes e trailers de cada título.     SLOW HORSES | APPLE TV+ Estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), a série acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Oldman é o líder dos espiões fracassados – 11 anos depois de “O Espião que Sabia Demais” – , lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que se vê precisando defendê-los, quando são envolvidos num complô inesperado e têm que mostrar a competência que nunca tiveram para não virar danos colaterais de seus superiores. Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron tem um elenco impressionante, que ainda inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”).     BONECA RUSSA | NETFLIX Uma das melhores séries da Netflix ficou ainda melhor na 2ª temporada, recompensando o espectador com um destemor absurdo ao correr grandes riscos com sua trama mirabolante. Na história original de looping temporal, a personagem de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) morria várias vezes durante sua noite de aniversário na cidade de Nova York, apenas para voltar ao começo da festa e se preparar para morrer novamente, continuamente, vitimada por detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Mas esta foi só a primeira fase de suas desventuras, que agora trocam o looping temporal por viagem no tempo. Após conseguir sobreviver à morte insistente, ela se vê embarcando num trem para o passado, que a leva aos anos 1980. Não só isso, ela passa a habitar o corpo de sua mãe, então grávida dela mesma. E tem a brilhante ideia de mudar o passado para corrigir seu presente. Só que essa ideia nunca deu certo em nenhum filme de viagem no tempo já produzido. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”).     OZARK | NETFLIX A aclamada série criminal chega ao fim de forma surpreendente, mas também inevitável, para entrar na História como uma das melhores produções já feitas para o streaming. Consistente do começo ao fim, “Ozark” leva a tese do efeito dominó apresentada em seu começo ao limite, concluindo a história em seus últimos sete episódios do único jeito que poderia acabar, porém sem perder de vista o fator da imprevisibilidade humana. Um show de equilíbrio narrativo. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a atração conta a trajetória da família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para a região remota do título, no interior dos Estados Unidos, após Marty se endividar com um cartel do narcotráfico mexicano. Lá, eles constroem seu próprio império criminal. E sofrem as consequências de todos seus atos. A série já venceu três Emmys, incluindo dois para Julia Garner pelo papel da trapaceira Ruth Langmore, ex-aprendiz local de Marty, que tem papel importante no desfecho violento. O outro Emmy foi para o astro Jason Bateman, mas por seu trabalho como diretor na série. Por sinal, ele assina o capítulo final.     BETTER CALL SAUL | NETFLIX O lançamento dos primeiros capítulos inaugura oficialmente o início do fim, também conhecido como primeira parte da 6ª e última temporada de “Better Call Saul”. Estruturado como um interminável flashback, o spin-off de “Breaking Bad” vem contando desde 2015 como o advogado idealista Jimmy McGill se transformou no inescrupuloso vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. E a produção fez o público aguardar cinco temporadas para chegar no ponto mais esperado, quando a trama se cruza com os eventos de “Breaking Bad”, trazendo de volta Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul) para conduzir a trama aos eventos fatídicos que levaram o personagem vivido por Bob Odenkirk a perder carreira e fortuna ao final da série original. Vale lembrar que o primeiro episódio de “Better Call Saul” iniciava bem depois dos eventos de “Breaking Bad”, e há grande expectativa para ver em que condições Jimmy/Saul se tornou um dos poucos sobreviventes da premiada trama original.     TOKYO VICE | HBO MAX A minissérie de ação sobre o submundo da Yakuza é um thriller estiloso de grife, assinado por dois cineastas famosos: Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e o veterano Michael Mann (“Fogo Contra Fogo”). A trama se baseia no livro-reportagem de Jake Adelstein, em que o jornalista relata sua experiência nos dois lados da Lei em Tóquio, descrevendo o estilo de vida violento da máfia japonesa e a corrupção no departamento de polícia da capital. Estrelada por Ansel Elgort (“Amor, Sublime Amor”) no papel de Adelstein, a série também destaca em seu elenco Ken Watanabe (“Godzilla 2”), Hideaki Ito (“Memórias de um Assassino”), Shô Kasamatsu (“O Diretor Nu”), Tomohisa Yamashita (“The Head: Mistério na Antártida”), Rachel Keller (“Legion”), Ella Rumpf (“Raw”) e Rinko Kikuchi (“Círculo de Fogo”).     HEARTSTOPPER | NETFLIX A adaptação dos quadrinhos homônimos de Alice Oseman sobre dois garotos apaixonados virou uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas. Uma produção cor-de-rosa, que transmite conforto e ternura como a primeira série adolescente de temática gay produzida pela Netflix. A trama gira em torno de dois adolescentes britânicos: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas logo Charlie se vê profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imagina – e isto pode lhes custar suas amizades ou se transformar no primeiro amor de suas vidas. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”.   ANOS INCRÍVEIS | DISNEY+ A nova série é um reboot da famosa e influentíssima “Anos Incríveis” (The Wonder Years), exibida nos anos 1980, sobre uma família de classe média dos 1960 que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. A nova versão repete a premissa, a estrutura e a época da produção original, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O menino Elisha Williams é quem interpreta o novo protagonista, Dean, de 12 anos, que vive em Montgomery, Alabama, em 1968. E além dos intérpretes de sua família, encabeçada por Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”), a produção inclui o astro Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) como narrador dos episódios, dando voz à versão adulta de Dean, que conta detalhes de uma infância passada numa época extremamente racista. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, é diretor de oito episódios e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Mas foi demitido da atração na sexta passada (6/7) após denúncias de comportamento inadequado. Já o roteirista responsável pela adaptação é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”.     GASLIT | STARZPLAY A minissérie de época pode finalmente dar a Julia Roberts seu perseguido Emmy. A atriz dá um show como Martha Mitchell, socialite casada com o Procurador-Geral da República John Mitchell (um irreconhecível Sean Penn sob quilos de maquiagem) e personagem central de um dos maiores escândalos políticos dos EUA. Trata-se do escândalo Watergate, nome do prédio onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata, invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano em 1972 com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se prova uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a espionagem política e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. Apesar de sua filiação partidária, Martha gostava de “aparecer” e tinha fama de ser “boca aberta”. E por saber dos segredos, foi logo considerada o elo fraco dos conspiradores, levando seu marido a ter que escolher entre a esposa e o presidente dos EUA. Na minissérie, a situação tensa rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense psicológico e político. A produção criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”) também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”).     ILUMINADAS | APPLE TV+ A minissérie de suspense estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”) gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo para assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, certo de sua impunidade. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa, sem saber que cada morte altera a linha temporal e uma das vítimas potenciais percebe a mudança. Moss é um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque e passa a reparar mudanças significativas e súbitas em seu cotidiano. Já Moura interpreta um jornalista desacreditado, que decide investigar o caso sem perspectivas a respeito de onde o mistério o conduzirá. Baseado no livro homônimo de Lauren Beukes, a adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Amy Brenneman (“The Leftovers”), Phillipa Soo (“Dopesick”) e Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como o serial killer.     WU-TANG: AN AMERICAN SAGA | STAR+ Demorou três anos, mas a série que conta a história do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan finalmente chegou ao Brasil. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme”), a trama mostra como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime no começo dos anos 1990, para originar uma das histórias mais improváveis de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e referências de kung fu em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo. Além disso, a maioria de seus integrantes também desenvolveu carreiras individuais...

    Leia mais
  • Série

    3ª temporada de “Eu Nunca…” ganha fotos e data de estreia

    8 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou fotos inéditas e a data de estreia da 3ª temporada de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), que foi marcada para 12 de agosto. Além disso, as imagens revelam que Devi (Maitreyi Ramakrishnan) e Paxton (Darren Barnet) se assumirão como um casal. A série é inspirada na juventude da comediante Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) e traz a adolescente Devi (Maitreyi Ramakrishnan) como seu alter-ego, mostrando o choque cultural que ela enfrenta entre o convívio com sua família indiana tradicional e seus amigos americanos, com direito a dois pretendentes simultâneos. Já renovada para mais um ano de produção, “Eu Nunca…” vai acabar em sua 4ª temporada, com previsão de lançamento para 2023. Pode voltar que eu tô com saudades, Devi. A 3ª temporada de Eu Nunca… chega dia 12 de agosto. pic.twitter.com/LXPYWs6hbg — netflixbrasil🍂 (@NetflixBrasil) May 8, 2022 ok i am ALSO not lady whistleboy but i do have the tea… never have i ever returns august 12!!!! pic.twitter.com/HM4VF9oTLg — Never Have I Ever (@neverhaveiever) May 8, 2022 cannot wait to get our lil family back together 🥲 see you soon, besties 💕 pic.twitter.com/V6GUiKQEAp — Never Have I Ever (@neverhaveiever) May 8, 2022

    Leia mais
  • Série

    Teaser anuncia data da 5ª temporada de “Cobra Kai”

    6 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 5ª temporada de “Cobra Kai”, que anuncia a data de estreia dos novos episódios. A prévia também mostra Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) tentando se reerguer contra o sucesso de Terry Silver (Thomas Ian Griffith, de “Karatê Kid 3”), o sensei sinistro que assumiu o controle do dojo Cobra Kai. Para isso, eles contam com o apoio de Chozen (Yuji Okumoto, de “Karatê Kid 2”) e partem em busca de Miguel (Xolo Maridueña), que abandonou o karatê para morar no México. Criação dos roteiristas Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”), a 5ª temporada vai estrear em 9 de setembro.

    Leia mais
  • Filme

    As 10 melhores séries para acompanhar nesta semana

    6 de maio de 2022 /

    Fãs de sci-fi e fantasia são os maiores privilegiados pela programação de streaming desta semana, graças ao lançamento de séries bastante esperadas do gênero. Mas a lista de estreias também inclui títulos de ação, espionagem, crimes reais e comédia. A lista abaixo reúne as 10 melhores novidades para começar a acompanhar ou, em alguns casos, maratonar no fim de semana. Confira as dicas e seus trailers para encontrar sua nova série favorita.     STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS | PARAMOUNT+ Nunca houve uma atração tão esperada. Foram nada menos que 58 anos para que “The Cage”, o mítico piloto rejeito de “Jornada nas Estrelas” em 1964, virasse uma série. Até recentemente um rodapé na história da franquia, o conceito original de Gene Roddenberry é a origem da nova série. Antes de criar o Capitão Kirk, Roddenberry concebeu o galante Capitão Pike no comando da nave Enterprise, acompanhado por uma imediata feminina, chamada apenas pelo codinome de Número 1. Entretanto, essa configuração foi rejeitada pelos executivos da NBC, levando o criador da série mudar tudo. De todos os personagens, apenas um fez a transição do piloto rejeitado para a versão aprovada: o oficial alienígena Spock. Esta história seria mera curiosidade, não fosse a decisão do produtor de reciclar cenas do piloto de 1964 numa trama de duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas”, que revelou a tripulação perdida da Enterprise. Aquela aparição de 1966 gerou muita curiosidade, mas foi só décadas depois, em 2019, durante a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que os personagens esquecidos ganharam um novo e breve arco narrativo. Com os fãs indo a loucura, a Paramount+ percebeu que tinha atingido um nervo, e Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”) receberam aprovação para criar uma série inteira centrada no comando do Capitão Pike. Além de Pike (interpretado por Anson Mount), Número 1 (Rebecca Romijn) e Spock (Ethan Peck), a atração foi vitaminada com outros personagens do cânone, como a jovem cadete Uhura e a enfermeira Christine Chapel, ambas da série de 1966, além do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: uma descendente do famoso vilão Khan como uma das três criações inéditos da produção. O detalhe é que a nostalgia não se restringe aos personagens. Ao contrário das narrativas serializadas das novas séries trekkers, a atração exibe episódios contidos, uma história completa por semana, como a velha série original. Também é mais leve, divertida e com aventuras que remetem ao espírito dos capítulos dos anos 1960, inclusive se conectando a algumas tramas clássicas, como o noivado de Spock. Como resultado, a série da velha geração, a “Star Trek” antes do Capitão Kirk, consegue ser a melhor “Star Trek” desde “A Nova Geração” do Capitão Picard nos anos 1990. E também a mais “Star Trek” de todas as produções da franquia desde o voo inaugural da Enterprise.     THE MAN WHO FELL TO EARTH | PARAMOUNT+ Outra sci-fi criada por Alex Kurtzman e Jenny Lumet também é destaque na Paramount+. Trata-se de uma continuação do filme “O Homem que Caiu na Terra” (1976), que traz Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como um alienígena em busca de salvação para seu mundo. Sua chegada é uma resposta ao sinal enviado há mais de 40 anos pelo extraterrestre original – interpretado por David Bowie em 1976 e por Bill Nighy (“Simplesmente Amor”) como sua versão mais velha – , que abandonou sua missão e vive recluso desde a descoberta de sua identidade. A atração apresenta o protagonista em dois tempos, em flashforward como um inventor-empresário visionário e em flashback durante sua chegada à Terra, quando era ingênuo, sem filtro e sempre se metia em confusões – inclusive com a polícia – , tentando aprender o idioma local e habilidades sociais para passar despercebido. Suas aparições iniciais rendem cenas engraçadas, mas também dramáticas, pois seu destino se mostra ligado ao de uma mãe solteira endividada (Naomie Harris, de “007 – Sem Tempo Para Morrer”), que trabalha em lixões de material tóxico, mas que no passado foi uma cientista prestes a realizar uma descoberta vital para o objetivo do alienígena. Com capítulos dirigidos pelo próprio Kurtzman, a atração tem visual cinematográfico e ainda inclui em seu elenco Jimmi Simpson (“Westworld”), Kate Mulgrew (“Star Trek: Voyager”), Sonya Cassidy (“The Last Kingdom”) e Clarke Peters (“Destacamento Blood”).     THE WILDS | AMAZON PRIME VIDEO As reviravoltas continuam na 2ª temporada. Originalmente apresentada como uma variação de “Lost”, a série começou com um grupo de garotas adolescentes numa ilha deserta, após sobreviverem a um acidente de avião. Só que, na verdade, nunca houve acidente. Elas foram colocadas na ilha de forma proposital. E após passarem por desafios físicos e mentais, descobrem que não foram as únicas a participar da experiência ilegal de cientistas sem ética. Um conjunto de rapazes também está na mesma ilha. Mas os responsáveis pela experiência jamais imaginaram que os dois grupos pudessem se encontrar. A trama de sobrevivência física e desafio psicológico foi criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”) e destaca em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”) e Troy Winbush (“Os Goldbergs”).     A DESCOBERTA DAS BRUXAS | GLOBOPLAY A série sobrenatural estrelada por Teresa Palmer (“Quando as Luzes se Apagam”) e Matthew Goode (“Aliados”) chega à sua 3ª e última temporada com a adaptação de “O Livro da Vida”, volume final da “Trilogia das Almas” (“All Souls” no original), de Deborah Harkness. Batizada com o nome do primeiro livro da trilogia, “A Descoberta das Bruxas” foi a maior audiência do canal britânico Sky em seu lançamento em 2018. Considerada uma mistura de “Crepúsculo” com “Harry Potter”, a trama gira em torno de Diana Bishop, uma jovem professora da Universidade de Oxford que é descendente das bruxas de Salem. Quando desvenda acidentalmente um manuscrito encantado, ela é obrigada a abraçar a magia em seu sangue e descobre um mundo secreto, com direito a um romance proibido com um vampiro encantador chamado Matthew Clairmont, de 1,5 mil anos de idade. Assim como nos livros de Stephenie Meyer, o romance entre os dois desperta a ira dos que governam a aliança do mundo sobrenatural. Até que, no capítulo final, os protagonistas se tornam mais poderosos e determinados a enfrentar os que atacam seu casamento, a união proibida entre uma bruxa e um vampiro, liderando uma revolução contra os clãs que tentam impedir o nascimento de seu filho. A adaptação é uma produção da Bad Wolf, mesma produtora responsável por “His Dark Materials” na HBO, e conquistou por dois anos consecutivos o prêmio de Melhor Fotografia de Série Dramática da Sociedade Britânica dos Cinematógrafos (o sindicato dos diretores de fotografia do Reino Unido).     A ESCADA | HBO MAX A minissérie é baseada na história real que originou a atual febre de documentários de “true crime”: o caso de Michael Peterson, um romancista policial acusado de matar sua esposa Kathleen, encontrada morta ao pé de uma escada em sua casa. Transformada numa batalha judicial de 16 anos, a morte dilacerou a família de Peterson e acabou entronizada na cultura pop pela produção francesa “Morte na Escadaria”, uma das primeiras séries documentais sobre crimes verdadeiros a estourar na TV, em 2004. Com três episódios novos acrescentados à produção, o crime voltou a ser discutido ao chegar na Netflix em 2018. E o sucesso dessas versão é apontado como ponto de partida para o interesse mundial pelo gênero “true crime”. A adaptação é assinada pelo cineasta Antonio Campos (“O Diabo de Cada Dia”), filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (“Manhattan Connection”), e reúne um fabuloso casting internacional, encabeçado pelo astro britânico Colin Firth (“Kingsman – Serviço Secreto”) como Michael Peterson e a australiana Toni Collette (“Hereditário”) como sua esposa morta. O elenco grandioso inclui ainda a diva do cinema francês Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), a inglesa Sophie Turner (“Game of Thrones”), Rosemarie DeWitt (“Pequenos Incêndios por Toda a Parte”), Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Michael Stuhlbarg (“Dopesick”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Odessa Young (“The Stand”), Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”) e Olivia DeJonge (“The Society”). Ao longo dos episódios, a atração questiona se Michael Peterson realmente matou a esposa e porquê, mas se prova muito mais do que um mistério, conduzindo a trama para apontar os caprichos do sistema de justiça criminal e o narcisismo de homens abusivos.     TEERÃ | APPLE TV+ Produzida por um dos mentores da premiada “Fauda” e criada pela equipe de “Magpie”, a série de espionagem israelense traz Niv Sultan (“The Stylist”) como uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente ao Irã para uma missão secreta: destruir uma usina nuclear. O plano dá errado e na 2ª temporada, enquanto tenta passar despercebida, ela é contatada por uma nova personagem, vivida por Glenn Close (“A Esposa”), que lhe transmite uma nova missão perigosa. Só que a chefe pode estar escondendo algo, que inevitavelmente colocará a vida da espiã em risco. Repleto de ação, perseguições e tiroteios, o thriller recebeu críticas muito positivas, atingindo 94% de aprovação no Rotten Tomatoes em sua 1ª temporada, além de ter vencido o Emmy Internacional como Melhor Série de Drama. O elenco também destaca Shaun Toub (de “Homeland”), Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”).     CLARK | NETFLIX O “Clark” do título é Clark Olofsson, um gângster sueco que que se tornou famoso nos anos 1970 por conquistar a boa vontade de suas vítimas com seu charme e boa aparência. Ele é ninguém menos que o bandido que deu origem ao termo “síndrome de Estocolmo”, adotado pela psiquiatria. Para quem não conhece, a “síndrome de Estocolmo” define uma condição de simpatia de vítimas de abuso por aqueles que lhes causam mal. O termo é geralmente utilizado para explicar porque alguns reféns se tornam amigos e até passam a defender os criminosos que os submetem à violência. O estado mental é resultado de um bloqueio e estratégia de sobrevivência. Na trama, Bill Skarsgård (o palhaço Pennywise de “It: A Coisa”) vive o personagem-título, que acaba cercado pela polícia num assalto a banco de 1973 com um parceiro igualmente simpático. Rendendo-se após fazer várias pessoas de reféns, os dois surpreendem a polícia ao conquistar a amizade de todas as suas vítimas. Os reféns não só se recusam a testemunhar contra os ladrões como ainda levantam fundos para ajudá-los em suas defesas. A história é real, mas, de forma diferente das atrações de “true crime”, a produção adota tom cômico para contá-la, resultando numa série bastante estilizada. Surreal, na verdade, graças aos detalhes da inacreditável vida levada pelo criminoso. O diferencial é a abordagem do diretor e roteirista Jonas Åkerlund, o cineasta responsável por “Lords of Caos”, cinebiografia da banda de death metal Mayhem, e que também tem vários clipes musicais famosos no currículo – de Madonna a Lady Gaga.     IOSI, O ESPIÃO ARREPENDIDO | AMAZON PRIME VIDEO Criada pelo cineasta Daniel Burman (“O Décimo Homem”), a série argentina é um thriller tenso de espionagem passado na comunidade judaica do país. A trama traz Gustavo Bassani (“Separadas”) como um agente infiltrado, que se passa por judeu para coletar informações de um suposto complô para criar um estado judaico na Patagônia. Mas conforme a missão se torna mais absurda, ele passa a suspeitar que seu trabalho de inteligência possa ter relação com atentados terroristas violentos contra judeus na Argentina. Arrependido por seu envolvimento, o protagonista se vê mudando de lado e inicia uma corrida contra o tempo para obter justiça antes que ele e sua família sejam mortos.     A...

    Leia mais
  • Filme

    Os 10 melhores filmes que estreiam em casa

    6 de maio de 2022 /

    A programação de estreias digitais se divide em filmes com apelo para o grande público e títulos voltados a cinéfilos de carteirinha. Vai da animação para crianças e comédia nacional até obras premiadas em festivais europeus, sem esquecer um cult para geeks musicais – e com um bom e indefectível banho de sangue para quem tem gosto mais extremo. Escolha seu preferido na lista abaixo, que reúne os 10 melhores lançamentos da semana nas plataformas de VOD e de assinatura, acompanhados por seus trailers.     OS CARAS MALVADOS | NOW, VOD* Atual líder das bilheterias nos EUA, a produção da DreamWorks Animation sobre os estereótipos dos vilões das fábulas encantadas tem ritmo veloz, é engraçada, embute uma mensagem importante contra aparências e apresenta tudo com um visual tão atraente que é impossível não prestar atenção. A animação gira em torno de um grupo típico de vilões de histórias infantis, que praticam crimes sofisticados sob o comando de um Lobo Mau. Entretanto, tudo muda quando o vilão pratica um ato altruísta, salva a vovozinha e se vê inundado por uma sensação positiva que o surpreende, despertando nele a vontade de, entre outras boas ações, salvar até três e mais porquinhos de testes de laboratório. O problema passa a ser convencer seus capangas a embarcarem na sua missão mais ousada: virarem os caras bonzinhos – ou os novos malvados favoritos das crianças. A história é baseada no best-seller homônimo de Aaron Blabey, foi adaptada por Etan Cohen (“MIB: Homens de Preto III”) e dirigida por Pierre Perifel, que estreia no comando de longas após trabalhar na animação da trilogia “Kung Fu Panda”. E inclui, entre seus dubladores originais, Sam Rockwell (“Três Anúncios para o Crime”) como Lobo Mau, Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como Tarântula, Marc Maron (“GLOW”) como Cobra, Anthony Ramos (“Em um Bairro de Nova York”) como Piranha, Craig Robinson (“Meu Nome É Dolemite”) como Tubarão e Zazie Beetz (“Coringa”) como uma raposa chamada Diane Foxington.     GREAT FREEDOM | MUBI Premiado nos festivais de Cannes, Viena, Atenas e muitos outros, o filme do austríaco Sebastian Meise chama atenção para um aspecto pouco explorado do pós-guerra, revelando que a libertação dos campos de concentração nazistas não representou o fim da opressão para todas as minorias perseguidas da Europa. Nem todos foram perdoados por seus “crimes” de existência. A trama traz Franz Rogowski (“Undine”) como um homem condenado por ser gay, que passa a vida na prisão porque a lei de seu país continuou criminalizando a homossexualidade, mesmo após a queda de Hitler. Ele cumpre a pena apenas para voltar a ser preso, numa rotina repetitiva que o aproxima de seu companheiro de cela, um assassino condenado à prisão perpétua. À medida que esse relacionamento floresce, a obra pondera a força do amor contra a opressão e a capacidade do espírito humano de resistir à desumanização. Impactante, tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, a nota mais alta da crítica entre os títulos desta semana.     O CHOQUE DO FUTURO | FILMICCA O filme cult de semana é uma homenagem aos pioneiros da música eletrônica. Passado em Paris no final dos anos 1970, acompanha uma compositora obcecada em criar a música do futuro, apenas para ser desacreditada por todos, porque barulho de sintetizador não seria música. Fãs de rock/eletrônica vão amar as referências e a evolução do processo que levou à criação do pop do futuro (nosso presente), mas o grande público pode não sentir o mesmo apelo em ver uma garota passar quase todo o filme cercada por baterias eletrônicas, sintetizadores, sequenciadores, gravadores de rolo e equipamentos de computação. Totalmente musical, “O Choque do Futuro” é o primeiro filme dirigido pelo compositor Marc Collin, fundador da banda Nouvelle Vague, e traz em seu elenco vários artistas do pop rock francês, como Clara Luciani (ex-integrante da banda La Femme), Corinne e Elli Medeiros (pioneira do electropop europeu), além de Alma Jodorowsky, neta do cineasta Alejandro Jodorowsky e diretora de clipes, no papel principal.     MADRE | NOW A “madre” do título é uma mulher espanhola que perdeu o filho há dez anos, desaparecido numa praia francesa durante as férias de verão. Inconformada, ela largou tudo para viver na mesma praia em que o filho foi visto pela última vez, mas depois de uma década, quando começa a se recuperar do trauma, conhece um adolescente que lembra o menino desaparecido, com a idade que ele teria hoje. Os dois embarcam em uma estranha relação, baseada em desconfiança. O filme de Rodrigo Sorogoyen (“O Anticandidato”) venceu cinco prêmios internacionais e consagrou a esposa do diretor, Marta Nieto (“Feria: Segredos Obscuros”), premiada como Melhor Atriz da mostra Horizontes no Festival de Veneza passado, por seu desempenho no papel-título.     TRE PIANI | NOW O premiado diretor italiano Nanni Moretti (“A Missa Acabou”) conta a história de três famílias que vivem em apartamentos diferentes no mesmo condomínio, todos confrontados com problemas muito intensos. Há uma mulher que luta contra a solidão e a áspera relação do marido com o irmão, um casal que enfrenta a terrível suspeita de que o seu vizinho, um idoso, abusou da filha, e pai e mãe desesperados, após seu filho atropelar e matar uma mulher. Baseado em romance de Eshkol Nevo, foi exibido no Festival de Cannes do ano passado e concorreu ao David di Donatello (o Oscar italiano) na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.     SPREE | HBO MAX A comédia de humor sangrento traz Joe Keery (de “Stranger Things”) como um jovem obcecado por estourar nas redes sociais e que elabora um plano ousado para se tornar viral. Disfarçando-se de motorista de aplicativo, ele começa a fazer pegadinhas com os passageiros, enquanto transmite tudo ao vivo. Conforme sua popularidade aumenta, mais perigosas se tornam as “brincadeiras” de suas viagens, até o sangue começar a jorrar. Só que nem todos estão convencidos de suas façanhas, como um influencer famoso que reclama que as mortes não são convincentes o suficiente, e sim fakes. O que o protagonista encara como um desafio para se superar. Dirigido por Eugene Kotlyarenko (“A Casa Dividida”), “Spree” é um “Jackass” do terror com características visuais bastante distintas. Todo a filmagem replica a estética das transmissões de lives, com direito a ângulos trêmulos, rolagem das mensagens dos espectadores e até o uso ocasional de telas divididas. Sempre em cena, o personagem sádico de Kerry também se dirige aos espectadores, explica seus planos e algumas vezes pisca para a câmera com a cumplicidade de quem compartilha uma piada sem que a vítima saiba o que vai acontecer. O mais interessante na proposta é que, apesar da violência visceral e chocante, os seguidores do protagonista assistem a tudo em seus smartphones totalmente insensíveis, achando o absurdo muito engraçado – do mesmo modo que o filme convida o público a fazer.     TORRE. UM DIA BRILHANTE | MUBI Cultuado pela crítica polonesa, o primeiro longa da diretora Jagoda Szelc tem traços de terror exagerado, embora pareça inicialmente um drama de família. O filme se concentra no reencontro de duas irmãs, Mula (Anna Krotoska, de “Confie em Mim”) e Kaja (Malgorzata Szczerbowska, de “Monstros da Cracóvia”). A primeira criou a filha da segunda como se fosse sua, devido à instabilidade mental da irmã. Mas no dia da celebração da primeira comunhão da menina, ela permite a visita da mãe biológica, após seis anos distante, desde que aceite se comportar como tia. Apesar disso, desconfia de cada interação entre sua irmã e a filha. O tom predominante sinistro é estabelecido desde os segundos iniciais, mas se intensifica quando, em meio às tensões familiares, Maja começa a ter sonhos/visões alarmantes. Ao mesmo tempo, a “segunda vinda” de Kaja passa a assumir simbolismo religioso, ao estilo do divisivo “Mãe” (2017). Assim como no filme de Darren Aronofsky, nem tudo é claro e o clímax horripilante revela-se completamente inesperado.     BAGDÁ VIVE EM MIM | VIVO PLAY O premiado filme do diretor Samir (de apenas um nome, como Madonna) acompanha imigrantes iraquianos em Londres, que tentam levar suas vidas com mais liberdade em relação ao conservadorismo de seu país natal. Um café da moda serve de ponto de encontro para os artistas, comunistas e gays ainda enrustidos do Iraque, mas sua proximidade de uma mesquita leva um fanático religioso a pregar contra os pecadores que perderam de vista os bons costumes muçulmanos. Logo, a vida de todos é virada do avesso. A autenticidade dos personagens e seus dramas torna a história quase documental. E não é à toa. Amir filmou um documentário sobre tema similar, “Forget Baghdad: Jews and Arabs — The Iraqi Connection”, que mostrou imigrantes iraquianos em Israel, forçados a mudar sua cultura e idioma para se tornarem “os inimigos de seu próprio passado”. O novo filme, porém, é um pouco mais esperançoso, buscando demonstrar que a cultura iraquiana pode coexistir com a do Ocidente, apesar dos protestos dos mais radicais.     OS OPOSTOS SEMPRE SE ATRAEM | NETFLIX Continuação de “Os Opostos se Atraem” (2012), a comédia francesa de ação volta a trazer Omar Sy (“Lupin”) e Laurent Lafitte (“O Professor Substituto”) como uma dupla policial com estilos, vivências e carreiras muito distintas. Dez anos depois de trabalharem juntos, eles seguiram rumos muitos diferentes, mas precisam deixar sua incompatibilidade de lado mais uma vez para se juntarem numa nova investigação, um caso de tráfico que os leva aos Alpes Franceses e acaba se revelando um crime em grande escala. O primeiro filme foi destruído pela crítica internacional, mas fez bilheteria suficiente na França para a Netflix apostar que o sucesso recente de Omar Sy em “Lupin” atrairia mais público para esta continuação, produzida exclusivamente para o streaming.   TÔ RYCA! 2 | NOW, VIVO PLAY, VOD* Maior bilheteria nacional de 2022, a produção se aproveita do carisma de Samantha Schmutz para fazer humor de apelo popular. A trama, porém, deveria se chamar “Tô Pobre”, já que utiliza o velho artifício que também justificou as continuações de “Até que a Sorte nos Separe”, fazendo a pobre que ficou milionária no primeiro filme perder tudo de novo, de uma hora para outra. Mais uma vez miserável, ele enfrenta os perrengues típicos da classe trabalhadora, que são mostrados da mesma forma estereotipada como os clichês de novo rico do filme “original”. Assim como no filme anterior, o roteiro é de Fil Braz e a direção é assinada por Pedro Antônio. Já o elenco acrescentou Rafael Portugal (“Porta dos Fundos: Te Prego Lá Fora”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”) e participação especial da dupla sertaneja Maiara e Maraisa.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

    Leia mais
  • Filme

    “A Mão de Deus” vence o “Oscar italiano”

    4 de maio de 2022 /

    O prêmio David di Donatello, equivalente ao Oscar da Itália, consagrou “A Mão de Deus”, de Paolo Sorrentino, com a conquista de quatro troféus, incluindo Melhor Filme e Diretor, durante cerimônia realizada na noite de terça (3/5) em Roma. A produção da Netflix também rendeu o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante para Teresa Saponangelo e um prêmio de Melhor Fotografia para Daria D’Antonio. O drama autobiográfico de Sorrentino já tinha sido premiado no Festival de Veneza passado, onde ganhou o Grande Prêmio do Júri, e ainda foi indicado ao Oscar deste ano na categoria de Melhor Filme Internacional. Além de “A Mão de Deus”, a premiação do cinema italiano ainda destacou a fantasia “Freaks Out”, dirigida por Gabriele Mainetti, que conquistou nada menos que seis troféus em categorias técnicas. Confira abaixo a lista dos vencedores. MELHOR FILME A Mão de Deus MELHOR DIRETOR Paolo Sorrentino – A Mão de Deus MELHOR DIRETOR ESTREANTE Laura Samani – Small Body MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Valia Santella – Ariaferma MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Monica Zapelli, Donatella Di Pietrantonio – L’Arminuta MELHOR PRODUTOR Andrea Occhipinti, Stefano Massenzi e Mattia Guerra (Lucky Red); Gabriele Mainetti (Goon Films) com Rai Cinema em coprodução com Gapbusters – Freaks Out MELHOR ATRIZ Swamy Rotolo – A Chiara BEST ATOR Silvio Orlando – Ariaferma MELHOR ATOR COADJUVANTE Eduardo Scarpetta – Qui Rido Io MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Teresa Saponangelo – A Mão de Deus MELHOR FOTOGRAFIA Daria D’Antonio – A Mão de Deus Michele D’Attanasio – Freaks Out MELHOR TRILHA Nicola Piovani – I Fratelli Di Filippo MELHOR MÚSICA ORIGINAL The Depth of the Abyss – Manuel Agnelli MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Massimiliano Sturiale, Ilaria Fallacara – Freaks Out MELHOR FIGURINO Ursula Patzak – Qui Rido Io MELHOR MAQUIAGEM Diego Prestopino, Emanuele De Luca, Davide De Luca – Freaks Out MELHOR CABELO Marco Perna – Freaks Out MELHOR EDIÇÃO Massimo Quaglia, Annalisa Schillaci – Ennio MELHOR SOM Gilberto Martinelli, Fabio Venturi, Gianni Palllotto, Francesco Vallocchia – Ennio MELHORES EFEITOS VISUAIS Stefano Leoni – Freaks Out MELHOR DOCUMENTÁRIO Ennio MELHOR CURTA metragem Maestrale, Nico Bonomolo MELHOR FILME INTERNACIONAL Belfast

    Leia mais
  • Série

    “Doces Magnólias” é renovada para 3ª temporada

    4 de maio de 2022 /

    A Netflix renovou o melodrama “Doces Magnólias” (Sweet Magnolias) para a 3ª temporada. A atração é inspirada no livro homônimo de Sherryl Woods e foi desenvolvida pela roteirista Sheryl J. Anderson (“Uma Canção de Natal”). Os episódios acompanham a relação entre três amigas adultas de uma cidadezinha e suas experiências com relacionamentos, família e trabalho. As amigas são vividas por JoAnna Garcia Swisher (a Ariel de “Once Upon a Time”), Brooke Elliott (a Jane de “Drop Dead Diva”) e Heather Headley (a Gwen de “Chicago Med”). Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada.

    Leia mais
  • Série

    Teaser apresenta série gay do criador de “Emily em Paris”

    4 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser e a data de estreia de “Uncoupled”, nova série de comédia estrelada por Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”). Gay assumido, o ator teve poucas chances de interpretar um homossexual na carreira. A série remedia a situação, mostrando Harris como um homem gay que, após 17 anos de relacionamento, é abandonado pelo marido e precisa lidar com a repentina vida de solteiro. Ele logo descobre que isto não é o fim do mundo, mesmo para quem tem mais de 40 anos, na agitada vida noturna da cidade de Nova York. Criada por Jeffrey Richman (roteirista-produtor de “Modern Family”) e Darren Star (criador de “Sex and the City” e “Emily in Paris”), a série também inclui em seu elenco Emerson Brooks (“Do Fundo do Mar 3”), Colin Hanlon (“The Good Fight”), Iván Amaro Bullón (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) e Jay Santiago (“New Amsterdam”), entre outros. A estreia está marcada para 29 de julho.

    Leia mais
  • Série

    Maldivas: Série de Bruna Marquezine e Manu Gavassi ganha data de estreia

    4 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou nas redes sociais o pôster e a data de estreia de “Maldivas”, série nacional que junta as BFFs Bruna Marquezine e Manu Gavassi em seu elenco. Descrita como uma comédia com mistérios, deboche e sarcasmo, a produção estreia em 15 de junho. O título da série é o nome de um condomínio no Rio de Janeiro, onde a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. E ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Para completar, o papel da mãe da protagonista é encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003. Nem acredito que tá chegando! Maldivas estreia dia 15 de junho com estas divas, muuuuitos segredos e bons drinks! pic.twitter.com/I07E9ypXNI — netflixbrasil🍂 (@NetflixBrasil) May 4, 2022

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie