Netflix revela novo Lúcifer em vídeo de anúncio da segunda Geeked Week
A Netflix anunciou sua segunda Geeked Week, uma convenção virtual focada em seus lançamentos de ação, aventura, terror e ficção científica, com a divulgação de um vídeo cheio de trechos inéditos de filmes e séries. O destaque da apresentação é a imagem que encerra a prévia: a primeira cena de Gwendoline Christie (“Game of Thrones”) como Lúcifer na série “Sandman”. Para quem não sabe, nos quadrinhos originais o personagem é o mesmo Lúcifer que ganhou aquela famosa série própria, também exibida na Netflix. A nova semana Geeked vai acontecer de 6 a 10 de junho. A sinopse oficial afirma que a programação dos cinco dias será “cheia de revelações, participações de elenco, estreias de trailers, prévias de conteúdo, anúncios surpresa e muito, muito mais sobre mais de 60 projetos da Netflix”. No ano passado, a transmissão aberta (para todos os públicos) aconteceu no YouTube, Twitter, Twitch, Facebook e TikTok.
3ª temporada de “Bridgerton” não seguirá ordem dos livros
“Bridgerton” não vai seguir a ordem cronológica dos livros de Julia Quinn. Depois de adaptar “O Duque e Eu”, o primeiro livro da saga literária, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família Bridgerton, e “O Visconde que Me Amava”, em que o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), a 3ª temporada vai se focar em “Os Segredos de Colin Bridgerton”, o quarto livro. A trama trata do relacionamento entre Colin (Luke Newton) e Penelope (Nicola Coughlan). A mudança faz sentido no contexto da série, já que a relação dos dois teve mais desenvolvimento nas duas primeiras temporadas do que o arco de Benedict (Luke Thompson), foco do terceiro livro, “Um Perfeito Cavaleiro”. Além disso, no último episódio da 2ª temporada, Penelope ouviu Colin dizer que jamais se casaria com ela, gancho de toda premissa de trama romântica. Com isso, “Um Perfeito Cavaleiro” deve ficar para a 4ª temporada. As diferenças entre os livros e a série produzida por Shonda Rhimes iniciaram com a escalação de atores de raças diferentes dos personagens, o que levou até a uma mudança de sobrenome da protagonista feminina da 2ª temporada – a loira Kate Sheffield virou a indiana Kate Sharma (Simone Ashley). Mas as mudanças foram além da etnia na adaptação de “O Visconde que Me Amava”, que alterou o contexto de uma cena importante: o motivo literário responsável pelo casamento do casal central. Apesar das mudanças, o segundo ano de produção bateu o recorde dos capítulos da estreia para se tornar a temporada de série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos.
“Black Mirror” começa a preparar 6ª temporada
“Black Mirror” não acabou. De acordo com a revista americana Variety, a produção da série sci-fi da Netflix começou a escalar o elenco da leva de capítulos que configurarão a 6ª temporada. Vale lembrar que a 5ª temporada foi lançada em junho de 2019 e teve apenas três episódios. Enquanto os detalhes sobre histórias específicas estão sendo mantidos em sigilo, a Variety afirma que a 6ª temporada terá mais episódios e uma abordagem ainda mais cinematográfica, com cada capítulo sendo tratado como um filme individual. Isto indica episódios longos, o que já era uma tendência nos últimos lançamentos. O hiato de produção teria sido consequência da saía do criador Charlie Brooker de sua produtora House of Tomorrow, parceira do grupo Endemol Shine, em janeiro de 2020. Ele criou uma nova empresa, Broke and Bones, para fechar um novo mega-acordo de cinco anos com a Netflix, por uma quantia que, segundo a Variety, pode chegar a US$ 100 milhões. Ainda não há previsão para a estreia da nova temporada.
2ª temporada de “Irmandade” tem participações de ícones do rap nacional
A 2ª temporada de “Irmandade”, lançada pela Netflix na sexta (13/5), trouxe algumas surpresas para os fãs do rap nacional. Os novos episódios contaram com participações especiais de Ice Blue, integrante dos Racionais, e da formação original do RZO (Sandrão, Helião e DJ CIA). Ícones do rap brasileiro, os quatro interpretam personagens em partes importantes da trama. Sandrão, Helião e CIA surgem no segundo episódio, na biqueira de uma favela chefiada por um traficante que acerta negócio com Darlene (Hermila Guedes) para a compra de carga de cocaína. Os três interpretam criminosos. Na cena, Sandrão acompanha Darlene até o chefe, e mais tarde CIA a conduz para fora do local após o fim da reunião. A trama ainda embute referência a um dos maiores sucessos do RZO, quando Darlene é questionada por Miúdo (Ricardo Gelli) a explicar “o que é esse trem aí”, referindo-se ao negócio em andamento. “O Trem” foi o primeiro hit do RZO, clássico absoluto do rap nacional, lançado em 1997. Já Ice Blue tem atuação mais destacada. Ele vive Wellington, integrante da facção Irmandade que faz o trabalho sujo de matar um policial e participar de uma operação arriscada, roubando uma carga de droga da própria polícia, antes dos entorpecentes serem incinerados. Lançada em outubro de 2019, “Irmandade” foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”) e acompanha dois irmãos que vivem em realidades muito diferentes e ao mesmo tempo bem próximas. A advogada Cristina (Naruna Costa) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge), líder encarcerado da Irmandade, para virar informante da polícia. Mas conforme se infiltra na facção, começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. Na 2ª temporada, ela tem mais claro de qual lado está, invertendo seu papel inicial. Lembre abaixo de “O Trem”, numa performance ao vivo do RZO no Showlivre.
Netflix divulga trailer do final de “Peaky Blinders”
A Netflix divulgou o trailer da 6ª e última temporada da série britânica “Peaky Blinders”, que vai chegar ao Brasil no dia 10 de junho. A reta final da produção foi exibida no Reino Unido entre 27 de fevereiro e 3 de abril, e o episódio de estreia atingiu a maior audiência de toda a série ao mostrar o destino de Polly Shelby, personagem da atriz Helen McCrory, que morreu em abril do ano passado devido a um câncer de mama. O final teve praticamente a mesma audiência e ainda rendeu comoção nacional. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar como Thomas Shelby (Cillian Murphy), um veterano da 1º Guerra Mundial, transformou sua família e amigos numa perigosa gangue de rua e se tornou uma das pessoas mais influentes do Reino Unido. Não contente em conquistar seu bairro, ele expandiu seus negócios ilícitos até os EUA e virou político, sendo eleito para o parlamento britânico. Desde sua estreia em 2013, a série criada por Steven Knight recebeu críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018.
10 estreias de séries pra começar a acompanhar
A lista de estreias de séries da semana vai do drama de época à sci-fi futurista, de história real à fantasia romântica, de comédia premiada à tramas criminais. Em outras palavras, opções para todos os gostos. Confira abaixo os 10 melhores lançamentos para começar a acompanhar, com seus respectivos trailers. | A SERPENTE DE ESSEX | APPLE TV+ A intrigante minissérie estrelada por Tom Hiddleston (o Loki da Marvel) e Claire Danes (“Homeland”) é baseada no romance “A Serpente do Essex”, de Sarah Perry, vencedor do prêmio de Livro do Ano de 2016 no Reino Unido. A trama gira em torno de Cora, a personagem de Danes, que, ao se tornar viúva e encerrar um casamento abusivo na Londres vitoriana, muda-se com o filho para o pequeno vilarejo de Aldwinter em Essex. Ao chegar lá, fica intrigada com uma superstição local sobre uma criatura mítica, conhecida como a serpente de Essex, que assombraria a região. Naturalista amadora sem interesse por superstições ou questões religiosas, ela se empolga com a ideia de que a tal criatura sobrenatural possa, na realidade, ser uma espécie animal ainda não descoberta. Hiddleston interpreta Will Ransome, o líder religioso local, que tenta equilibrar sua fé com racionalidade e uma inescapável atração pela naturalista ateia quando toda a comunidade se volta contra ela, culpando sua descrença por tudo de ruim que começa a acontecer – inclusive o comportamento bizarro das crianças “afetadas” pela serpente. | HACKS | HBO MAX Rara série com 100% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, “Hacks” venceu três prêmios Emmy em sua temporada inaugural – Melhor Roteiro, Direção e Atriz. Criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky, todos roteiristas de “Broad City”, e atração traz Jean Smart (“Watchmen”) como uma lendária comediante de Las Vegas. Enfrentando a decadência e a falta de humor, ela se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet para lhe escrever novas piadas, mas as duas se odeiam à primeira vista, até perceberem que o desprezo de uma pela outra é o ingrediente ideal para uma boa parceria. A “estagiária” do humor é interpretada pela novata Hannah Einbinder. Além de co-escrever e co-produzir a série, Aniello também dirige e Downs integra o elenco da atração – que ainda inclui Carl Clemons-Hopkins (“Chicago Med”), Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Christopher McDonald (“Professor Iglesias”), Mark Indelicato (“Ugly Betty”), Poppy Liu (“Sunnyside”), Johnny Sibilly (“Pose”), Meg Stalter (“The Megan Stalter Show”) e Rose Abdoo (“Duas Tias Loucas de Férias”). | MADE FOR LOVE | HBO MAX Baseada no romance homônimo da criadora Alissa Nutting (“False Positive”), a comédia sci-fi com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes gira em torno de um casal, Byron e Hazel, que inaugura uma tecnologia capaz de compartilhar pensamentos e manifestá-los com imagens realistas. Tudo parece ir bem, até que Hazel resolve pedir o divórcio. E isso cria um problema crucial: o que fazer com o chip caríssimo e invasivo implantado em seu cérebro? Após escapar do controle do marido megalômano, a 2ª temporada acompanha Hazel provisoriamente de volta ao “lar”, para que Byron use sua tecnologia revolucionária no pai dela, que sofre com câncer terminal. Os personagens são vividos por Cristin Milioti (“Black Mirror”) e Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), além de Ray Romano (“O Irlandês”) como o pai viúvo de Hazel, que mora com uma “garota sintética”. | SUPER PUMPED: THE BATTLE FOR UBER | PARAMOUNT+ A série conta a história da ascensão meteórica do Uber e de seu fundador, Travis Kalanick, um gênio valentão que foi expulso da própria companhia em meio a alegações de assédio sexual e criação de ambiente tóxico. Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) vive o polêmico Kalanick e o elenco ainda destaca Uma Thurman (“Kill Bill”) como a jornalista Ariana Huffington, fundadora do site The Huffington Post, e Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”) como Bill Gurley, mentor e parceiro de Travis na diretoria do Uber. “Super Pumped” é uma criação de Brian Koppelman e David Levien (criadores de “Billions”) em parceria com Beth Schacter (consultora em “Billions”), e eles pretendem trazer uma história diferente sobre empreendedores e seus negócios visionários a cada nova temporada. | O PODER E A LEI | NETFLIX A nova série jurídica da Netflix é baseada nos livros de Michael Connelly sobre o advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, onde atende clientes de todos os tipos. Com a morte de um colega, ele acaba assumindo um caso midiático: a defesa de um executivo de Hollywood acusado, à lá OJ Simpson, de matar a própria esposa e o amante dela. Um detalhe interessante sobre o título original da atração (“The Lincoln Lawyer”) é que ele é o mesmo do primeiro livro da franquia de Connelly (lançado aqui como “Advogado de Porta de Cadeia”) e já levado às telas num filme de 2011 batizado de “O Poder e a Lei” no Brasil. Só que a série começa com a adaptação do segundo volume, “O Veredicto de Chumbo”. E aí entra outra curiosidade: a trama literária de “O Veredicto de Chumbo” também inclui o detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch, que precisou ser “substituído” por um personagem genérico na produção por ter sua própria série na Amazon (veja a seguir). Esta nem é a única mudança da adaptação, que também trocou sexo e raça de alguns personagens, inclusive do próprio Mick Haller. Interpretado por Matthew McConaughey no cinema, na versão da Netflix ele é vivido pelo mexicano Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”). O elenco ainda destaca Neve Campbell (“Pânico”) como sua primeira ex-esposa, uma promotora obstinada, Krista Warner (“Priorities”) como a filha pré-adolescente do casal e Christopher Gorham (“Internal Affairs”) como o suspeito da temporada. A produção é assinada por David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing”, “Big Sky”, “Nove Desconhecidos” e a recém-lançada “Anatomia de um Escândalo”, entre muitas outras séries. | BOSCH: LEGACY | AMAZON PRIME VIDEO A Amazon encerrou a série policial “Bosch” no ano passado, após sete temporadas bem-avaliadas pela crítica – média de 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas a trajetória do personagem-título ainda está longe de se encerrar. Harry Bosch continua bastante ativo nesta atração que, apesar de apresentada como spin-off, é uma sequência direta, praticamente uma 8ª temporada da série original. O único diferencial é que o personagem criado nos livros de Michael Connelly – com mais de 50 milhões de exemplares vendidos – não é mais um detetive policial, devido aos desdobramentos da trama anterior. Agora como detetive particular, ele se vê numa situação completamente diferente, sem as amarras da lei e trabalhando com uma antiga inimiga, Honey Chandler. Já renovada para a 2ª temporada, a produção foi desenvolvida por Tom Bernardo (um dos roteiristas de “Bosch”) e volta a trazer Titus Welliver (de “Lost”) como protagonista, além de Madison Lintz (“The Walking Dead”) como sua filha e Mimi Rogers (“Austin Powers”) como a ex-antagonista transformada em aliada. | IRMANDADE | NETFLIX Lançada em outubro de 2019, “Irmandade” retorna com novos episódios sobre o submundo de uma facção criminosa. A narrativa é contada pelo ponto de vista de dois irmãos que vivem em realidades muito diferentes e ao mesmo tempo bem próximas. A advogada Cristina (Naruna Costa, de “Rotas do Ódio”) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge, de “Marighella”), líder encarcerado da Irmandade, para virar informante da polícia. Mas conforme se infiltra na facção, começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. Na 2ª temporada, ela vai ter mais claro de qual lado está, invertendo seu papel inicial. A série tem produção da 02, foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe e seu elenco também destaca Lee Taylor (“O Mecanismo”) e Hermila Guedes (“Segunda Chamada”). | A MULHER DO VIAJANTE NO TEMPO | HBO MAX Adaptação do romance homônimo de Audrey Niffenegger, a sci-fi romântica traz Rose Leslie (a Ygritte de “Game of Thrones”) e Theo James (o Four de “Divergente”) como um casal com problemas de tempo em seu casamento. A série acompanha a história de Clare (Leslie), que durante a maior parte de sua vida guardou um segredo. Desde os seis anos de idade, ela vê um homem estranho, às vezes velho, outras jovem, surgir do nada para lhe contar histórias do futuro. Só depois de se tornar adulta é que ela descobriu que seu amigo não era imaginário. Ele era seu próprio futuro, já que anos despois Clare se tornou a esposa do viajante no tempo. Se a história parece conhecida é porque “A Mulher do Viajante no Tempo” já virou filme em 2009, com Eric Bana e Rachel McAdams nos papéis principais – a maior dificuldade para lembrar disso é que o longa foi batizado de “Te Amarei para Sempre” no Brasil. Desenvolvida pelo produtor-roteirista britânico Steven Moffat, ex-showrunner de “Doctor Who” e criador de “Sherlock”, a série tem apenas seis episódios em sua 1ª temporada. | THE KIDS IN THE HALL | AMAZON PRIME VIDEO O cultuado programa canadense de esquetes dos anos 1990, considerado o mais punk do humor televisivo, retorna numa nova temporada de oito episódios e muitas piadas inéditas, tão afiado como na época em que os humoristas eram kids de verdade – lá se vão 27 anos. Junto do quinteto original de comediantes (Dave Foley, Bruce McCulloch, Kevin McDonald, Mark McKinney e Scott Thompson), a atração reúne vários convidados famosos, incluindo os atores Jay Baruchel (“Os Brutamontes”), Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”), Mark Hamill (“Star Wars”), Kenan Thompson (“Kenan”), Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”) e Will Forte (“O Último Cara da Terra”). A produção do revival é de Lorne Michaels, o mentor do humorístico americano “Saturday Night Live”. | BIRDGIRL | HBO MAX A série animada do Adult Swim é uma reciclagem adulta de personagens dos anos 1960 da produtora Hanna-Barbera. Com tom surreal, a trama acompanha as modernas aventuras empresariais da Birdgirl (ou Garota Pássaro), personagem supercoadjuvante, introduzida num episódio de 1967 do desenho do “Homem-Pássaro” (Birdman). O visual é o mesmo da época, concebido pelo mestre Alex Toth, que também criou Space Ghost e, claro, o Homem-Pássaro. Quase esquecida, a heroína Birdgirl foi resgatada numa das primeiras paródias do Adult Swim, “Harvey, o Advogado” (Harvey Birdman, Attorney at Law), lançada em 2000, que mostrava o Homem-Pássaro como advogado. “Birdgirl” é um spin-off daquela série, que acompanha Judy Ken Sebben, a Birdgirl, após assumir o controle da empresa de seu falecido pai. Só que o trabalho de CEO se transforma numa luta contra o mal. Isto porque a empresa que ela assume tem uma agenda maligna, obtendo seu lucro de desmatamento de florestas e de altas tarifas de hospitais infantis. Diante do problema, Birdgirl resolve juntar um novo grupo de super-heróis para enfrentar sua mais importante missão: acabar com tudo o que a torna rica. Já renovada para a 2ª temporada, a série foi desenvolvida por Erik Ritcher e Michael Ouweleen, criadores de “Harvey, o Advogado”, e destaca um trabalho brilhante de Paget Brewster (a Emily Prentiss de “Criminal Minds”) como a voz da heroína.
10 estreias de filmes pra ver em casa no fim de semana
A programação de cinema digital está repleta de comédias, especialmente comédias românticas para ver a dois. Mas também há drama nacional e espionagem de guerra para quem prefere tramas séries, além de “terror artístico” e anime de grife para geeks assumidos. Confira abaixo os 10 melhores títulos selecionados entre as estreias da semana, com seus respectivos trailers. | CASE COMIGO | NOW, VIVO PLAY, VOD* A comédia romântica estrelada por Jennifer Lopez (“As Golpistas”) e Owen Wilson (“Loki”) tem uma premissa similar ao clássico “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999), só que no contexto do mundo da música em vez da indústria cinematográfica. Lopez é um cantora famosa que pretende se casar com outro astro popular (vivido pelo ídolo colombiano Maluma) num show com todos os ingressos vendidos. Entretanto, descobre que ele é infiel e, no show lotado, escolhe uma pessoa aleatória na plateia para se casar. O escolhido é um professor divorciado (Wilson), que nem é fã da cantora e só foi ao show por insistência da filha (Chloe Colemana, de “Aprendiz de Espiã”) e de uma colega (Sarah Silverman, de “Popstar: Sem Parar, Sem Limites”). Convencido pelo empresário da artista (John Bradley, de “Game of Thrones”) a fingir por três meses que eles são um casal feliz, professor e cantora logo caem nos clichês de toda comédia romântica. A direção é de Kat Coiro (“Um Caso de Amor”), que está gravando atualmente os episódios da série da Mulher-Hulk. | DE VOLTA AO BAILE | NETFLIX A atriz Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) vive uma cheerleader de 37 anos na comédia sobre tempo perdido. Na trama, ela acorda de um coma de duas décadas e resolve retomar sua vida do ponto em que foi interrompida, voltando para a escola para terminar o Ensino Médio e assumir seu posto como líder de torcida. Impressiona ela caber no traje – Wilson perdeu 30 quilos no ano passado – , mas a busca de humor é baseada em seu choque cultural com a nova geração. Sessão da Tarde em piloto automático, o primeiro longa assinado pelo diretor de séries Alex Hardcastle (“Grace & Frankie”, “You’re the Worst”) também inclui no elenco Angourie Rice (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Justin Hartley (“This Is Us”), Sam Richardson (“A Última Ressaca do Ano”), Alicia Silverstone (“O Clube das Babás”) e Chris Parnell (“Goosebumps 2”). | DIVERSÃO A TRÊS | NOW, VIVO PLAY, VOD* A comédia indie traz Lauren Lapkus (“Good Girls”) e Nicholas Rutherford (“Dream Corp LLC”) como um casal que percebe que seus pais têm uma vida sexual mais excitante do que a deles. Interessados em apimentar a relação, eles decidem tentar sexo a três. Mas o constrangimento e as dificuldades encontradas levam a iniciativa para um rumo inesperado, expondo problemas de relacionamento mais profundos e ameaçando o futuro do jovem casal. Com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme é dirigido por Robert Schwartzman, mais conhecido por ter vivido há 21 anos o interesse romântico de Anne Hathaway em “O Diário de Princesa”. O elenco atraente ainda destaca Lucy Hale (“Pretty Little Liars”), Beck Bennett (“Saturday Night Live”) e Dree Hemingway (filha de Mariel e bisneta de Ernest Hemingway). | AMARRAÇÃO DO AMOR | AMAZON PRIME VIDEO, NOW, VIVO PLAY, VOD* Em tempos de intolerância religiosa contra o Exu da Sapucaí, a comédia brasileira sobre os problemas de um casal de religiões diferentes se torna bastante relevante, ainda que seu objetivo principal seja fazer rir – o que consegue com Cacau Protásio (“Juntos e Enrolados”) roubando as cenas como a mãe do noivo. Lucas (Bruno Suzano, de “Órfãos da Terra”) e Bebel (Samya Pascotto, de “Sentença”) querem um casamento simples. Mas o pai da noiva (Ary França, de “Samantha!”) luta para que prevaleçam as tradições judaicas, enquanto a mãe de Lucas (Protásio) se esforça para levar para a futura família as tradições da umbanda. A direção é de Caroline Fioratti (de “Meus 15 Anos”). | O REI DAS FUGAS | NETFLIX A vida de um famoso bandido polonês, que virou mito pelas incontáveis fugas da prisão, vira uma comédia de ação mirabolante no longa do novato Mateusz Rakowicz. Altamente estilizada, a trama se passa nos últimos dias do comunismo na Polônia, após o ladrão Zdzislaw Najmrodzki se tornar herói popular ao escapar da polícia 29 vezes. Entretanto, um amor inesperado e a queda do Muro de Berlim começam a mudar tudo em sua vida. A história é real – e foi premiada na Polônia pela recriação de época e figurino – , mas a forma cômica como é apresentada é tudo menos realista. Como curiosidade, o intérprete do ladrão, Dawid Ogrodnik, é um conhecido do cinema brasileiro, já tendo trabalhado com Cacá Diegues em “O Grande Circo Místico” (2018). Ele também foi o principal intérprete masculino do premiadíssimo “Ida”, de Pawel Pawlikowski, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional de 2015. | DELICIOSO – DA COZINHA PARA O MUNDO | NOW, VIVO PLAY, VOD* A comédia culinária conta a história do primeiro restaurante francês. A trama se passa na véspera da Revolução, quando um cozinheiro demitido por seu mestre, o duque de Chamfort, conhece uma mulher surpreendente que o estimula a empreender sua própria revolução. Mas ao abrir um lugar para a alimentação de todos, eles não ganham só clientes. Arranjam também um inimigo poderoso. Dirigida por Éric Besnard (“O Sentido do Amor”), a produção concorreu a dois Césars (o Oscar francês) nas categorias de figurino e cenografia (design de produção) e conta com impressionantes 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. | THELMA | MUBI O longa do dinamarquês Joaquim Trier, que antecedeu a consagração de “A Pior Pessoa do Mundo” (indicado ao Oscar 2022), é um terror de temática lésbica com ecos de “Carrie, a Estranha” (1976). Eili Harboe (de “A Onda”) vive uma menina reprimida que começa a manifestar poderes psíquicos destrutivos de forma inconsciente, ao sentir atração por uma colega de aula (a cantora Kaya Wilkins, mais conhecida pelo nome artístico de Okay Kaya). O clima é bastante sensual, graças à beleza da fotografia e das jovens, mas também há cenas tensas. A temática de “Thelma” surpreende na filmografia de Trier – de dramas sóbrios e realistas, como “Começar de Novo” (2006), “Oslo, 31 de Agosto” (2011) e “Mais Forte que Bombas” (2015) – , mas a qualidade permanece, já que o filme foi selecionado como candidato da Noruega a uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional de 2018. Acabou não conseguindo a indicação, mas venceu 15 prêmios internacionais. | O SOLDADO QUE NÃO EXISTIU | NETFLIX O filme de guerra estrelado por Colin Firth (“Kingsman: Serviço Secreto”) e Matthew Macfadyen (“Succession”) conta a história real de como o serviço secreto britânico enganou o exército nazista com a ajuda de um cadáver. Apostando numa estratégia de desinformação, os ingleses criam um soldado que nunca existiu, transformando um cadáver no mensageiro de ordens falsas sobre uma grande invasão da Grécia, jamais planejada, com o objetivo de desviar as forças nazistas para longe do local onde a verdadeira invasão aconteceria. A direção é de John Madden (“O Exótico Hotel Marigold”) e o grande elenco ainda inclui Kelly Macdonald (“Boardwalk Empire”), Penelope Wilton (“After Life”), Johnny Flynn (“Stardust”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Mark Gatiss (“A Favorita”) e Paul Ritter (“Friday Night Dinner”). | CURRAL | NETFLIX O primeiro longa de ficção de Marcelo Brennand compartilha a temática e de seu documentário “Porta a Porta” (2010), abordando as campanhas políticas do interior do Nordeste. Na trama, um político que se apresenta como renovação repete os mesmos métodos que denuncia como ultrapassados. O elenco traz Thomas Aquino (“Bacurau”), premiado no Festival de Huelva (Espanha) por seu desempenho, além de José Dumont (“Onde Nascem os Fortes”) e Rodrigo García (“Onde Está Meu Coração”). A estreia está marcada para domingo (15/5). | GHOST IN THE SHELL SAC_2045 – GUERRA SUSTENTÁVEL | NETFLIX O longa animado é uma versão resumida e reeditada da série “Ghost in the Shell SAC_2045”, que continua a longa trajetória da franquia criada pelo mangaká Masamune Shirow em 1989, e que explodiu na cultura pop com o anime “Ghost in the Shell” de 1995. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa original apresentou a obra de Shirow ao mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. O sucesso de filme originou mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão, além de uma adaptação live-action estrelada por Scarlett Johansson, que foi muito criticada por trazer uma atriz não asiática no papel principal. Todos os lançamentos acompanham investigações da major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético chamada Seção 9, que luta contra uma conspiração de hackers para levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa do futuro. Quem assina o novo longa é Michihito Fujii, estreante na saga animada após uma carreira repleta de longas premiados, como “A Jornalista” (2019), que virou uma série da Netflix em janeiro passado. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
Primeira Morte: Trailer apresenta série de vampira lésbica
A Netflix divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “Primeira Morte” (First Kill), série de vampira lésbica produzida pela atriz Emma Roberts (“American Horror Story”). Baseada num conto da escritora Victoria “V.E.” Schwab, a trama gira em torno de Juliette, uma vampira adolescente que precisa fazer sua primeira morte. Ela mira numa nova garota na cidade chamada Calliope, sem saber que seu alvo descende de uma família de caçadores de vampiros. Por conta de seus objetivos, as duas acabam se aproximando, até um pouco demais para desgosto de suas famílias, que declaram guerra quando elas virarem namoradas. O resultado sugere uma versão de “Romeu e Julieta” com duas Julietas (o nome Juliette não deve ser casual) e, claro, vampiros. Na série, as protagonistas são vividas por Sarah Catherine Hook (“Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”) e Imani Lewis (“Hightown”). Roberts adorou a história, que foi publicada em setembro nos EUA, numa antologia de contos de vampiros chamada “Vampires Never Get Old: Tales with Fresh Bite” e comprou os direitos de adaptação para sua produtora, Belletrist Productions. Além disso, convenceu a própria autora a escrever a adaptação. Schwab assina os roteiros da série, enquanto Felicia D. Henderson (“The Punisher”) atua como showrunner. Já o elenco de apoio destaca Elizabeth Mitchell (“Lost”, “The Expanse”), Jason R. Moore (“O Justiceiro”), Aubin Wise (“Atlanta”), Will Swenson (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Gracie Dzienny (“Zoo”) e Phillip Mullings Jr. (“American Soul”). Com oito episódios em sua temporada inaugural, “Primeira Morte” tem estreia marcada para 10 de junho.
“Resident Evil: A Série” ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o teaser legendado de “Resident Evil: A Série”, primeira série live-action passada no universo dos jogos da Capcom. A série conta uma história inédita, centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, personagem do game original de 1996, que manipula os eventos da saga por trás dos bastidores. Como demonstra a prévia, a trama se passa em duas cronologias paralelas. Uma parte da história acompanhará as irmãs Jade e Billie Wesker, que aos 14 anos se mudam para New Raccoon City e “descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo”. Já a segunda parte se passa em Londres 15 depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. É neste mundo que Jade, agora com 30 anos, luta para sobreviver, “enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai”. Destaque do elenco, Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, é o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, enquanto Ella Balinska (“As Panteras”) e Tamara Smart (de “Clube do Terror”) vivem as versões adulta e adolescente de Jade. O resto do elenco inclui Siena Agudong (“Upside Down Magic”), Adeline Rudolph (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Paola Nunez (“Bad Boys Para Sempre”), Ahad Raza Mir (“Hum Tum”), Connor Gossatti (“3rd Night”) e Turlough Convery (“Killing Eve”). Concebida pelo showrunner Andrew Dabb (“Supernatural”), a série de oito episódios vai estrelar em 14 de julho.
Lana Condor vira fantasma nas primeiras fotos de sua nova série
A Netflix divulgou as primeiras imagens e a data de estreia da nova série de comédia adolescente “Boo, Bitch”, que traz Lana Condor, estrela da trilogia “Para Todos os Garotos”, como um fantasma. A atração vai chegar ao streaming em 8 de julho. A trama gira em torno de uma estudante (Condor) que viveu sua vida inteira fora do radar, até o dia que resolve mudar sua narrativa para assumir um estilo de vida épico. Mas ao decidir chamar atenção para si mesma, ela acaba fazendo uma dura descoberta sobre sua própria existência: ela é um fantasma que ninguém vê. Além de Condor, o elenco também inclui Zoe Margaret Colletti (de “The Walking Dead”), Reid Miller (“A Girl Named Jo”), Alyssa Jirrels (“Saved by the Bell”), Tenzing Norgay Trainor (“Liv e Maddie”), Jason Genao (“On My Block”), Conor Husting (“O Príncipe de Peoria”), Savira Windyani (“Amizade Desfeita 2”), Aparna Brielle (“A.P. Bio”) e Austin Fryberger (“Snatchers”), entre outros. A atração de oito episódios começou como um roteiro especulativo (spec) dos curta-metragistas Tim Schauer e Kuba Soltysiak, e ganhou forma de série ao ser retrabalhada por Lauren Iungerich (criadora de “On My Block”) e Erin Ehrlich (roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”). As duas já tinham trabalhado juntas em “Awkward.” (criada por Iungerich) na MTV e vão dividir o comando da nova produção com a própria Lana Condor. A atriz foi vista pela uma última vez na Netflix no papel de Lara Jean na despedida de sua trilogia de sucesso, “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”, lançada em fevereiro do ano passado. Desde então, ela estrelou “Nossos Sonhos de Marte” na HBO Max e filmou “Acme”, longa da Warner Bros. sobre a loja dos produtos malucos dos desenhos “Looney Tunes”, que estreia em julho do ano que vem. Queria matar a saudade da Lana Condor interpretando uma adolescente? Sim. Mas não pensava que ela seria um fantasma. 👀 Essas são as primeiras imagens de Boo, Bitch, minha nova minissérie que chega dia 8 de julho. pic.twitter.com/CtwbcSvIz1 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 12, 2022
3ª temporada de “Sintonia” ganha fotos e data de estreia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia da 3ª temporada de “Sintonia”. E a atração vai chegar mais cedo que o esperado: no dia 13 de julho. Vale lembrar que a 2ª temporada da produção foi lançada em outubro passado. Assim, o hiato será de apenas nove meses. Logo, o público vai saber o destino de MC Doni (Jottapê), Rita (Bruna Mascarenhas) e Nando (Christian Malheiros) após o desfecho da temporada passada. Mas pelas imagens é possível imaginar que a carreira de Doni se tornou internacional, já que ele aparece junto à Torre Eifel, de Paris. Ao mesmo tempo, Rita mergulha na política, observando camisetas com seu retrato, e Nando segue foragido, flagrado ao lado de um pequeno avião. Os três personagens são amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências em caminhos muito divergentes, mas nunca distantes demais. A atração é produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, e escrita por Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”). Dessa vez eu fui rápida e ninguém vai poder me levar pras ideia… A 3ª temporada de Sintonia chega dia 13 de julho! Eu amo tanto esse trio! ❤️ pic.twitter.com/NdaiQcjoyz — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 12, 2022
Virgin River: Netflix revela fotos e data da 4ª temporada
A Netflix divulgou fotos e a data de estreia da 4ª temporada de “Virgin River”, sucesso romântico do streaming estrelado por Martin Henderson (ex-“Grey’s Anatomy”) e Alexandra Breckenridge (ex-“American Horror Story”). Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Breckenridge), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela se adapta ao novo lar e se reconcilia consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Henderson). Mas como essa novela tem que durar vários capítulos, esse amor é marcado por inevitáveis idas e vindas. O casal já enfrentou inúmeras reviravoltas e o terceiro ano terminou com Mel grávida. No entanto, a trama deixou em dúvida quem é o pai da criança, situação que deve causar mais tensão até ser resolvida na nova temporada, que estreia em 20 de julho. Mas os fãs devem esperar novas complicações, porque a série já foi renovada para o quinto ano e precisa continuar prendendo a atenção até o final feliz. Even more #VirginRiver season 4 snaps! 🤯 pic.twitter.com/Z8v874yIYA — What's on Netflix (@whatonnetflix) May 10, 2022
Disney+ cresce e chega a 137,7 milhões de assinantes
Consagrando-se como uma das maiores plataformas de streaming, a Disney+ revelou ter chegado a 137,7 milhões de assinantes em todo o mundo nesta quarta (11/5). No primeiro balanço de 2022, a plataforma registrou 7,9 milhões de novos usuários, em franco contraste com o saldo de sua principal concorrente, a Netflix, que perdeu 200 mil assinantes no trimestre e disse esperar uma queda ainda maior, de mais 2 milhões, no próximo período fiscal. O resultado da Disney+ mudou o humor do mercado ao superar expectativas. Analistas financeiros mais otimistas apostavam num número bem menor, na casa dos 5 milhões de novos assinantes. Comparado ao ano passado, o crescimento na base de usuários da Disney+ foi de 33%, elevando a receita da plataforma com assinaturas a US$ 19,25 bilhões. Apesar do crescimento, no período entre janeiro e março o streaming da Disney só teve um grande lançamento, a série “O Livro de Boba Fett”, enquanto a Netflix empurrou dezenas de novidades todas as semanas. A diferença é que o derivado de “Star Wars” é uma propriedade intelectual já bastante estabelecida e teve seus episódios liberados semanalmente, e não todos de uma vez como as séries da concorrente. Se outras plataformas registrarem crescimento, a tendência é separar a crise da Netflix do modelo de negócios direto ao consumidor, baseado em streaming. Se todos estiverem crescendo, menos a Netflix, o problema se torna claramente administrativo e não de esgotamento de mercado.












