Vídeo apresenta personagens de “La Casa de Papel: Coreia”
A Netflix divulgou um novo vídeo da versão sul-coreana de “La Casa de Papel”, que apresenta o elenco e os personagens da trama. “La Casa de Papel: Coreia” traz Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor, Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jeon Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki, Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. A adaptação introduz elementos políticos e contexto totalmente coreanos, ao se passar após uma imaginária unificação das Coreias. Replicando o que aconteceu na unificação da Alemanha, após o fim das fronteiras entre Sul e Norte, os antigos norte-coreanos reparam que continuam pobres, enquanto os milionários do Sul se tornam mais ricos. O desejo de ajuste de contas move o novo Professor e seu grupo, que resolvem tomar posse da fortuna do país num grande assalto. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos também adotam um disfarce diferente: Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que os ladrões pretendem atacar o sistema que sustenta os mais ricos. Os roteiros da adaptação sul-coreana são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). A estreia vai acontecer nesta sexta (24/6).
Final da temporada de “Stranger Things” ganha trailer sombrio
A Netflix divulgou o trailer da Parte 2 da 4ª temporada de “Stranger Things”. Bastante sombrio, o vídeo mostra o esforço conjunto dos protagonistas contra Vecta, sugerindo um resultado adverso. O clima tenso é explorado ao som de um versão remixada de “Running Up That Hill”, música de Kate Bush que virou tema da temporada, e antecipa o confronto final entre o monstro e Onze (Eleven). A parte 2 da temporada estreia em 1 de junho e terá dois episódios com tamanho de filmes. O 8º capítulo dura cerca de 1 hora e 25 minutos, enquanto o 9º e derradeiro terá quase 2 horas e meia.
Kate Bush agradece “Stranger Things” por resgatar sua carreira
Kate Bush está nas alturas, em mais de um sentido. Líder das paradas de sucesso do Reino Unido com “Running Up That Hill”, ela usou seu site oficial para agradecer aos irmãos Duffer, criadores de “Stranger Things”, por destacarem sua canção de 1985 na série. “Os irmãos Duffer criaram quatro temporadas extraordinárias de ‘Stranger Things’ nas quais os atores mirins se tornaram jovens adultos. Nesta última, os personagens estão enfrentando muitos dos mesmos desafios que existem na realidade agora. Acredito que os Duffer tocaram o coração das pessoas de uma maneira especial, em um momento incrivelmente difícil para todos, especialmente os mais jovens”, ela escreveu. “Ao apresentar ‘Running Up That Hill’ em uma luz tão positiva – como um talismã para Max (uma das principais personagens femininas) – , a música foi trazida para a arena emocional da história. Medo, conflito e o poder do amor estão ao redor dela e de seus amigos”, continuou. “Eu saúdo os irmãos Duffer pela sua coragem – levando esta nova série para um lugar muito mais adulto e sombrio. Quero agradecê-los muito por trazer a música para a vida de tantas pessoas”, acrescentou. “Estou impressionada com a escala de afeto e apoio que a música está recebendo e tudo está acontecendo muito rápido, como se estivesse sendo conduzido por uma espécie de força elementar. Tenho que admitir que me sinto realmente comovida com tudo isso. Muito obrigado por tornar a música número 1 de uma maneira tão inesperada”, completou. Esta já é a quarta mensagem postada pela cantora em seu site oficial sobre o sucesso da música, que não para de aumentar, e a mais eloquente ao fazer um agradecimento pessoal aos criadores de “Stranger Things”. Desde a primeira semana de junho, quando a música ressurgiu nas paradas, a cada nova postagem ela compartilha sua incredibilidade com o sucesso inesperado. “A música está sendo respondida de muitas maneiras positivas. Eu nunca experimentei algo assim antes!”, escreveu na semana passada. O motivo da nova manifestação foi a coleção de recordes comemorada por “Running Up That Hill” no fim de semana, quando atingiu o 1ª lugar no ranking da parada britânica. Graças à façanha, Kate Bush se tornou a mulher mais velha a liderar a parada de singles do Reino Unido (63 anos), com a música que levou mais tempo para atingir o 1ª lugar (37 anos) e após o maior tempo transcorrido desde que esteve no topo pela última vez – com “Wuthering Heights”, em 1978. “Running Up That Hill” alcançou o 3ª lugar quando foi lançado originalmente no mercado britânico em 1985, mas não teve o mesmo sucesso nos EUA. Na época do single original, a gravação atingiu apenas a 30ª posição na parada da Billboard. Essa posição também mudou drasticamente com sua redescoberta pelos fãs de “Stranger Things”. A canção reestreou em 8º lugar no início de junho e atualmente é a 4ª mais tocada da lista dos maiores sucessos dos EUA. O sucesso renovado deve render mais de 1 milhão de libras a Kate Bush, que não era promovida por sua antiga gravadora há mais de uma década. “Kate está a ponto de depositar uma quantia de sete dígitos graças ao seu ressurgimento”, disse uma fonte da indústria fonográfica ao jornal britânico The Sun. “Ela é dona de todos os direitos de publicação e licenciamento, e é a autora da música, então quase todo o dinheiro vai para ela. Dada a tração da música, Kate vai facilmente ganhar 250 mil libras por semana.” Criadores da atração da Netflix, os irmãos Matt e Ross Duffer já adiantaram que a música de Kate Bush voltará a tocar num “momento épico” do final da temporada, o que deve manter o revival da canção no topo por mais alguns dias.
Ator diz que final de “Stranger Things 4” será “carnificina”
A 4ª temporada de “Stranger Things 4” chega ao fim em 1º de julho e será uma “carnificina”, segundo o ator Joseph Quinn, intérprete de Eddie Munson. “A coisa é, eles têm minha família amarrada em algum lugar e se eu revelar alguma coisa, eu nunca mais os verei”, brincou o ator, falando com o jornal inglês The Guardian sobre spoilers do final. “Posso dizer que há uma cena de guitarra e que a escala e a ambição são surpreendentes. Todas as sementes que foram plantadas dão frutos e é simplesmente uma carnificina. Você sabe que o final é de duas horas e meia, certo? Terminar com esse episódio monstruoso como um longa-metragem é muito ousado”. A parte 2 da temporada terá dois episódios com tamanho de filmes. O 8º capítulo dura cerca de 1 hora e 25 minutos, enquanto o 9º e derradeiro terá quase 2 horas e meia.
3ª temporada de “Sintonia” ganha trailer intenso
A Netflix divulgou o pôster e um trailer intenso da 3ª temporada de “Sintonia”, série brasileira de maior sucesso da plataforma. A prévia tem direito a explosões e cerco policial. Falta pouco para o público conhecer o destino de MC Doni (Jottapê), cada vez mais popular, Rita (Bruna Mascarenhas), que se engajou na política, e Nando (Christian Malheiros), foragido desde o desfecho da temporada passada. Os três personagens são amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes, mas nunca distantes demais. A atração é produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, e escrita por Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”). A estreia dos novos episódios está marcada para o dia 13 de julho, apenas nove meses após o fim do segundo ano.
“Stranger Things” leva Kate Bush ao 1ª lugar da parada britânica
Coisas estranhas estão acontecendo nas paradas de sucessos musicais. Neste fim de semana, Kate Bush atingiu o 1ª lugar no ranking da parada britânica com uma música de 37 anos atrás. Desde que “Running Up that Hill” se destacou na 4ª temporada de “Stranger Things”, fãs da série tem ouvido a música de 1985 sem parar. Graças a esse impulso, Kate Bush quebrou três recordes, virando a mulher mais velha a liderar a parada de singles do Reino Unido, com a música que levou mais tempo para atingir o 1ª lugar e após o maior tempo transcorrido desde que esteve no topo pela última vez – com “Wuthering Heights”, em 1978. “Running Up That Hill” alcançou o 3ª lugar quando foi lançado originalmente no mercado britânico, mas não teve o mesmo sucesso nos EUA. Na época do single original, a gravação atingiu apenas a 30ª posição na parada da Billboard. Essa posição também mudou drasticamente com sua redescoberta pelos fãs de “Stranger Things”. A canção reestreou em 8º lugar no início de junho e atualmente é a 4ª mais tocada da lista dos maiores sucessos dos EUA. Além de “Stranger Things”, “Running Up That Hill” também foi destaque em episódios recentes de outras séries, como “Big Little Lies”, “On Becoming a God in Central”, “How to Get Away with Murder”, “GLOW” e “Pose”, sem que houvesse a mesma repercussão. Sem lançar discos há uma década, e praticamente afastada da mídia desde a virada do século, Kate Bush agradeceu aos fãs de “Stranger Things” pela redescoberta. “Vocês devem ter ouvido que a primeira parte da nova e fantástica série ‘Stranger Things’ foi lançada recentemente na Netflix. Ele apresenta a música ‘Running Up That Hill’, que está ganhando um novo sopro de vida por parte dos jovens fãs que amam a série – eu também amo!”, ela escreveu no começo do mês. “Por causa disso, ‘Running Up That Hill’ está nas paradas em todo o mundo e chegou ao número 8 das paradas do Reino Unido. É tudo muito emocionante! Muito obrigado a todos que apoiaram a música”, acrescentou a cantora. “Espero, com a respiração presa, pelo resto da série em julho.” Os fãs de “Stranger Things” amaram especialmente como “Running Up That Hill” se encaixou na história. Um comentário no perfil oficial de Kate Bush no Instagram resume o sentimento geral: “Obrigado por salvar Max”. Na trama, a música foi responsável por tirar a personagem Max (Sadie Sink) do transe que a levaria à morte. Dividida em duas partes, “Stranger Things” teve os primeiros sete episódios de sua 4ª temporada disponibilizados em 27 de maio, enquanto a segunda parte, com mais dois capítulos, será lançada no dia 1º de julho. Criadores da atração da Netflix, os irmãos Matt e Ross Duffer já adiantaram que a música de Kate Bush voltará a tocar num “momento épico” do final da temporada, o que explica porque a cantora disse esperar “com a respiração presa, pelo resto da série em julho”.
12 séries pra entrar no clima da parada LGBTQIAP+
A maior parada LGBTQIAP+ brasileira acontece neste domingo (19/6) em São Paulo, e para entrar no clima destacamos 12 séries com gays, lésbicas, bissexuais, trans, não binários e queers em geral. A lista tem até cenas gravadas durante uma parada pré-pandêmica na capital paulista, e tanto pode servir de aquecimento como pós-festa. Entre minisséries e produções de até sete temporadas, as opções também podem servir como lição de História ou simples passatempo, já que abraçam gêneros tão diversos quanto seus personagens. | POSE | STAR+ Com três temporadas brilhantes, a produção de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Steven Cannals contou os bastidores das festas de ballroom de Nova York na virada dos anos 1980 para 1990, onde surgiu a dança Vogue popularizada pela música de mesmo nome de Madonna. Mas além deste lado festivo, também mostrou o avanço da Aids e as lutas do período contra vários preconceitos. O detalhe é que, enquanto fazia isso, “Pose” também derrubou muitos preconceitos do presente, ao reunir o maior elenco transexual já visto na TV, estabelecer a carreira da roteirista-produtora-diretora trans Janet Mock, além de transformar Michaela Jaé (MJ) Rodriguez em superstar, como a primeira estrela trans indicada ao Emmy de Melhor Atriz de Drama, e confirmar o talento do ícone gay da Broadway Billy Porter, também vencedor do Emmy como Melhor Ator. | VENENO | HBO MAX A minissérie biográfica celebra La Veneno, ícone transgênero e personalidade da TV espanhola. Após se tornar reclusa, sua vida é narrada em flashback para um fã que descobre seu endereço, no momento em que atravessa a angústia da transição sexual. | IT’S A SIN | HBO MAX Passada em 1981, a minissérie gira em torno de um grupo de jovens atraídos à Londres pela agitada vida noturna gay da cidade. Mas essa alegria é rapidamente impactada pela epidemia de Aids. A produção foi criada por Russell T. Davies, que também criou a versão moderna de “Doctor Who” em 2005 e foi responsável pela série que introduziu o universo gay na televisão, “Queer as Folk” (não disponível em streaming), em 1999 – fez tanto sucesso que ganhou dois remakes americanos: o primeiro em 2000 e o segundo em junho passado na plataforma (indisponível no Brasil) Peacock. | LOVE, VICTOR | STAR+ A primeira série adolescente LGBTQIAP+ é baseada no filme “Com Amor, Simon”, sobre um adolescente que saía do armário e assumia seu romance gay em 2018. “Love, Victor” é a extensão daquela história, passada na mesma escola, mas acompanhando uma classe mais nova. A adaptação é de Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, roteiristas do filme original e showrunners de “This Is Us”. Na trama, Victor Salazar (Michael Cimino, de “Annabelle 3: De Volta Para Casa”) é um adolescente recém-chegado na cidade e na Creekwood High School, que inicia sua jornada de autodescoberta e seu primeiro namoro gay com o colega Benji (George Sear, de “As Crônicas de Evermoor”). Os episódios da 3ª e última temporada foram lançados na quarta (15/6) em streaming. | HEARTSTOPPER | NETFLIX Comédia romântica fofa, “Heartstopper” gira em torno de dois estudantes britânicos do Ensino Médio: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se conectam, tentando timidamente expressar o que realmente sentem. A história de Alice Oseman foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels que virou best-seller. | LOOKING | HBO MAX A atração acompanha as vidas e os casos de amor de melhores amigos em São Francisco, cidade conhecida por ter uma das cenas gays mais vibrantes do mundo. A trama estrelada por Jonathan Groff (“Mindhunter”) foi completada por um telefilme (também disponível na HBO Max) após duas temporadas da série. | SENSE8 | HBO MAX Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras trans de “Matrix”) e J. Michael Straczynski (da cultuada “Babylon 5”), a atração parte de uma premissa sci-fi para virar uma exploração despudorada da sexualidade, com personagens de várias faixas do arco-íris e cenas orgásticas. A produção americana, por sinal, faz parte da história das paradas de orgulho LGBTQIAP+ de São Paulo, por ter gravado cenas durante a edição de 2016, com direito a um beijo encenado no alto de um carro alegórico protagonizado pelos personagens Lito (Miguel Ángel Silvestre) e Hernando (Alfonso Herrera). Além deles, todo o elenco central (Jamie Clayton, Brian J Smith, Max Riemelt, Freema Agyeman, Doona Bae, Tina Desai e novato Toby Onwumere) e a diretora Lana Wachowski estiveram presentes nas gravações da capital paulista – e o resultado pode ser visto no vídeo acima. | THE L WORD: GENERATION Q | AMAZON PRIME VIDEO A continuação da pioneira “The L Word” (não disponível em streaming) reúne Jennifer Beals, Kate Moennig e Leisha Hailey com uma nova geração de jovens de Los Angeles. A letra Q do novo subtítulo se refere à “queer”, uma das palavras da sigla LGBTQIAP+, que reflete a fluidez sexual da atual geração. | GENTLEMAN JACK | HBO MAX A série de época é baseada na história real da primeira lésbica moderna, Anne Lister, que foi uma mulher de negócios rica e bem-sucedida, conhecida não apenas por se vestir com ternos masculinos, mas por ter se casado com a noiva Ann Walker numa igreja em 1834, no primeiro casamento lésbico do mundo. | ORANGE IS THE NEW BLACK | NETFLIX Basicamente uma trama de prisão feminina, mostrou a diversidade lésbica com personagens butch e femme, além de destacar a trans vivida por Laverne Cox, primeira atriz transexual indicada ao Emmy – quatro vezes pela série, na categoria de Melhor Atriz Convidada. Taylor Schilling (“Um Homem de Sorte”) e Laura Prepon (a Donna de “That ’70s Show”) viveram o casal protagonista. | FEEL GOOD | NETFLIX Em sua primeira série, a comediante canadense Mae Martin – que já teve seu próprio especial de stand-up na Netflix – vive uma versão de si mesma, encontrando o amor após uma apresentação de stand-up em Londres. Na trama, ela se envolve com uma mulher previamente heterossexual e com vergonha de se assumir, ao mesmo tempo em que reluta em se abrir sobre seu passado problemático. Lisa Kudrow (de “Friends”) vive sua mãe fictícia. | TODXS NÓS | HBO MAX O representante nacional da lista tem como gancho questões de gênero e apresenta o primeiro personagem não binário da TV brasileira. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e Heitor Dhalia (“Tungstênio”), exagera no didatismo e também discute feminismo e igualdade racial em seus oito episódios de 30 minutos, que acompanham o cotidiano dos personagens vividos por Clara Gallo (“Mãe Só Há Uma”), Kelner Macêdo (“Corpo Elétrico”) e Juliana Gerais (“Selvagem”).
Acidente causa morte de dois atores em produção da Netflix
A produção da série “The Chosen One” teve seus trabalhos interrompidos após um acidente de carro causar a morte de dois atores e ferir mais seis integrantes da equipe. A atração da Netflix está sendo gravada na região da Baixa Califórnia, no México, e a notícia foi confirmada pelo Departamento de Cultura do estado, que faz fronteira com a Califórnia americana. O acidente não teria acontecido durante as gravações nem perto do set. A mídia local informou que a tragédia ocorreu na quinta-feira (16/6), quando uma van que transportava a equipe saiu da estrada e capotou em uma área deserta no município de Loreto. Parentes das vítimas tem atacado a Netflix e os responsáveis pela produção por providenciar serviço de transporte de baixa qualidade, queixando-se que reclamações anteriores de perigo teriam sido ignoradas. A Netflix ainda não se pronunciou, mas os nomes dos atores falecidos já foram divulgados. São Raymundo Garduño Cruz e Juan Francisco González Aguilar. O segundo é mais conhecido pelo pseudônimo Paco Mufote e já tinha trabalhado anteriormente para a Netflix, numa participação em “Selena: A Série”, lançamento do ano passado. Ambos tinham carreira consolidada no teatro local. “The Chosen One” tem produção da Redrum, empresa com experiência em blockbusters, como “Mulher-Maravilha 1984” e “Bad Boys para Sempre”. A série é inspirada nos quadrinhos “American Jesus”, de Mark Millar e Peter Gross, sobre um menino de 12 anos que acredita ser a reencarnação de Jesus Cristo. Assim como o originador do cristianismo, ele tem poderes sobrenaturais e um destino traçado desde o nascimento. A produção é comandada pelo diretor Everardo Gout (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) e começou a ser gravada em 25 abril. Ainda não há previsão de estreia.
“Expresso do Amanhã” vai acabar na próxima temporada
A série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer) vai acabar na próxima temporada, a 4ª da atração. O cancelamento é decorrência da fusão da antiga WarnerMedia com a Discovery. A orientação do novo conglomerado, Warner Bros. Discovery, é que os canais pagos TNT e TBS, do grupo Turner, não produzam mais conteúdo original de ficção. Embora exibida no Brasil pela Netflix, a série é uma produção original do TNT. A decisão veio à tona quando os contratos do elenco não foram renovados, liberando os atores para trabalhar em outros projetos. Após esta informação se tornar pública, a TNT emitiu um comunicado. “Podemos confirmar que ‘Snowpiercer’ terminará após uma várias temporadas bem-sucedidas na TNT. Seus talentosos escritores, atores e equipe pegaram uma premissa extraordinária e a trouxeram à vida de maneiras emocionantes. Foi aclamada pela crítica, teve um impacto significativo no gênero pós-apocalíptico e agora permanecerá nos corações e mentes dos fãs para sempre”, diz o texto oficial. Desenvolvida por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A trama se passa a bordo de um trem de quase mil vagões, que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A 3ª temporada terminou com um grande reviravolta, com a separação dos vagões, divididos em dois trens que decidem rumar em direções opostas, e a descoberta de um lugar descongelado na África. O grande elenco também inclui Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”), Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”), Alison Wright (série “The Americans”) e, desde a 2ª temporada, Rowan Blanchard (“Garota Conhece o Mundo”). “Expresso do Amanhã” era última série original restante na TNT, que no domingo (19/5) estreia a 5ª e última temporada de “Animal Kingdom”. A 4ª temporada, atualmente em produção, contará com participação de Clark Gregg e um novo showrunner, Paul Zbyszewski, que já comandou o ator em “Agents of SHIELD”. Ainda não há previsão de estreia para os últimos capítulos, que só devem ser exibidos em 2023.
Vídeo mostra transformação de Joseph Quinn no Eddie de “Stranger Things”
Depois de divulgar um vídeo mostrando como o ator Jamie Campbell Bower vira o monstro Vecna, a Netflix revelou a maquiagem transformadora de outro personagem novo de “Stranger Things”. Desta vez, o processo é bem mais simples. Mas não deixa de ser impressionante como a colocação de uma peruca realista muda totalmente a fisionomia do ator inglês Joseph Quinn (de “Howards End”) para torná-lo Eddie Munson, o líder do Clube do Inferno na 4ª temporada da série. Quinn foi muito elogiado por sua interpretação. E como mostra sua participação sem disfarces, ele é completamente diferente de seu primeiro papel numa produção feita nos EUA – inclusive no sotaque britânico. O ator e seu personagem ainda vão voltar em mais dois episódios da parte 2 da temporada, que estreiam em 1 de julho e terão tamanho de filmes. O 8º capítulo dura cerca de 1 hora e 25 minutos, enquanto o 9º e derradeiro terá quase 2 horas e meia. the two people with best hair in hawkins in the same room? sign me up. pic.twitter.com/Io92gCoCKB — Stranger Things (@Stranger_Things) June 16, 2022
Trailer apresenta primeira série animada do “Kung Fu Panda”
A Netflix divulgou o trailer da série “Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão”, que em sua versão em inglês destaca a volta do ator Jack Black ao papel-título. Esta é a primeira série em que o ator de “Escola do Rock” e da franquia “Jumanji” empresta sua voz ao protagonista Po, que ele dublou em três filmes e também em curtas. O último trabalho do ator na franquia animada tinha sido em 2016, no longa “Kung Fu Panda 3”. Os filmes originais também traziam vários outros dubladores famosos – até Angelina Jolie, por exemplo. Mas como trazer todos tornaria a série muito cara, os produtores resolveram partir para uma aventura solo – ou quase – do personagem, longe de seus amigos. A 1ª temporada vai contar uma história contínua, que é bem apresentada na prévia. Para evitar que um misterioso par de doninhas roube uma coleção de quatro armas poderosas, que podem destruir o mundo, Po se alia a uma ursa britânica (dublada em inglês pela cantora Rita Ora) e embarca em uma jornada ao redor do mundo por redenção e justiça. A estreia vai acontecer em 14 de julho. Veja abaixo o trailer em duas versões: dublada em português e com a voz de Jack Black.
Ana de Armas é Marilyn Monroe em teaser e fotos de “Blonde”
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser de “Blonde”, que trazem a atriz cubana Ana de Armas (“007 – Sem Tempo para Morrer”) como ninguém menos que Marilyn Monroe. Produzido pela Plan B, produtora de Brad Pitt, “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade e ficção para contar a história da lendária estrela de cinema. O livro de 2000 ficou conhecido por detalhar as aventuras amorosas da atriz, mas usa pseudônimos para evitar processos – como “O Presidente” para aludir a John F. Kennedy, “Ex-Atleta” com relação a Joe DiMaggio e “O Dramaturgo” sobre Arthur Miller. Numa das cenas escritas por Oates, Marilyn e “O Presidente” trocavam carícias enquanto Fidel Castro estava no telefone… Direção e roteiro são de Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), que tentava tirar esse projeto do papel há mais de uma década. Em 2010, a atriz Naomi Watts (“Diana”) era a favorita para viver Marilyn. A infância e adolescência de Monroe, cujo nome verdadeiro era Norma Jeane Mortenson, foram marcadas por problemas familiares. Sua mãe, Gladys, foi diagnosticada com esquizofrenia quando Marilyn tinha apenas oito anos de idade, e ela passou boa parte dos seus anos formativos em casas de adoção. Após trabalhar como modelo pin-up, ela foi recrutada por Hollywood. Pintou os cabelos ruivos de loiro e se tornou Marilyn Monroe, estreando no cinema aos 21 anos em “Idade Perigosa” (1947). Durante a década seguinte, ela se tornou um fenômeno, estrelando clássicos como “Os Homens Preferem as Loiras” (1953), “O Pecado Mora ao Lado” (1955) e “Quanto Mais Quente Melhor” (1959). A atriz morreu em 1962, com apenas 36 anos, de overdose de medicamentos. A vida da atriz já inspirou diversas produções para o cinema e a TV. A mais famosa é o longa “Sete Dias Com Marilyn” (2011) que acompanha a estrela durante a produção do longa “O Príncipe Encantado” (1957). Michelle Williams foi indicada ao Oscar por sua performance no papel. “Blonde” estreia em 23 de setembro. Ana de Armas as Marilyn in Blonde — NEW PHOTOS Read the full story at https://t.co/MTNLeUq25e pic.twitter.com/8jn7FJUtLz — Netflix (@netflix) June 16, 2022
10 séries que chegam ao streaming no feriadão
Planeja passar o feriadão no sofá, aproveitando o frio para colocar as série sem dia? A lista de novos lançamentos favorece as maratonas. Todas as estreias chegam com temporadas inteiras e até, no caso de duas produções clássicas, com séries completas pra emendar madrugadas adentro. Da seleção da semana, apenas dois títulos chegam na sexta: “O Verão que Mudou Minha Vida” e “Vocês Não Me Conhecem”. O resto pode começar a ser visto já. Confira abaixo os títulos, os trailers e os detalhes dos destaques da programação de streaming. | MALDIVAS | NETFLIX Lançamento nacional mais promovido da História da Netflix, “Maldivas” chegou na quarta (15/6) acompanhada por muita expectativa, graças também a seu elenco estrelado. As personagens caricatas e a trama, que gira em torno de um “quem matou”, lembra novelas. Mas o acabamento de primeiro mundo também sugere similares americanos, como “Desperate Housewives”. Além disso, o subtexto de crítica à vida das ricas e famosas contém ironia suficiente para valorizar a maratona, que é leve e ligeira (capítulos de 30 minutos). Maldivas é o nome do condomínio em que a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe, incendida em seu apartamento. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a síndica e rainha do Maldivas, com um corpo e uma vida aparentemente perfeitos junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-dançarina de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. E ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider meio gótica que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Para completar, o papel da mãe da protagonista é encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003. O roteiro irônico é assinado pela atriz Natalia Klein (que já tinha criado “Adorável Psicose”) e a direção luxuosa é do cineasta José Alvarenga (“Divã”). | LOVE, VICTOR | STAR+ A primeira série adolescente LGBTQIAP+ chega ao fim em sua 3ª temporada com o término de relacionamentos e formações de novos casais. E o protagonista que batiza a atração é um dos personagens que balançam entre a dor de cotovelo e a esperança de um final feliz. Muito antes de “Heartstopper” existiu o filme “Com Amor, Simon”, sobre um adolescente que saía do armário e assumia seu romance gay em 2018. “Love, Victor” é a extensão daquela história, passada na mesma escola, mas acompanhando uma classe mais nova. A adaptação é de Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, roteiristas do filme original e showrunners de “This Is Us”. Na trama, Victor Salazar (Michael Cimino, de “Annabelle 3: De Volta Para Casa”) é um adolescente recém-chegado na cidade e na Creekwood High School, que inicia sua jornada de autodescoberta e seu primeiro namoro gay com o colega Benji (George Sear, de “As Crônicas de Evermoor”). Mas o relacionamento é sempre testado e acaba fraturado. Ao mesmo tempo em que fica com o coração partido, Victor conhece outro rapaz e tenta entender se é possível recomeçar ou se alguns finais são o começo de novas experiências. O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Rachel Hilson (“This Is Us”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. | O VERÃO QUE MUDOU A MINHA VIDA | AMAZON PRIME VIDEO A série baseada na “Trilogia de Verão” da escritora Jenny Han – que é mais conhecida por outra trilogia: “Para Todos os Garotos” – gira em torno de uma garota chamada Belly e dois irmãos, que, após passarem muitas férias de verão juntos, tornaram-se melhores amigos de infância. Essa amizade, porém, transforma-se quando eles chegam à adolescência e os garotos decidem disputar o coração da menina, colocando-a num dilema terrível aos 15 anos de idade. Com oito episódios e uma música inédita de Taylor Swift em sua trilha sonora, “O Verão Que Mudou Minha Vida” é estrelada pela estreante Lola Tung, Gavin Casalegno (“Walker”) e o também novato Christopher Briney, que formam o triângulo amoroso. A responsável pela produção é Gabrielle Stanton, produtora-roteirista de “The Flash” e “Haven”, que já garantiu a renovação da série para sua 2ª temporada. | AMOR E ANARQUIA | NETFLIX Continuação da comédia sueca safadinha sobre a transformação de Sofie (Ida Engvoll), uma consultora dedicada à carreira, casada e mãe de dois filhos, numa fetichista. Incumbida de modernizar uma editora antiquada, ela acaba conhecendo um jovem funcionário chamado Max (Björn Mosten), com quem se envolve num inesperado jogo de sedução. Ela logo percebe que gosta do jogo, mas algo inesperado acontece na 2ª temporada: uma promoção, que torna o relacionamento ainda mais proibido. Será que ela consegue dar um basta ou vai optar por seguir os mau exemplo dos colegas, também envolvidos com relações inapropriadas? A série é uma criação da cineasta Lisa Langseth (“Euforia”), que lançou a estrela Alicia Vikander no cinema – em “Pure” (2010). | ALL AMERICAN: HOMECOMING | HBO MAX Spin-off de “All American”, a atração acompanha a jovem Simone Hicks, interpretada por GeffriMaya, enquanto ela frequenta uma faculdade historicamente negra. Em “All American”, a personagem era uma veterana da escola de ensino médio Beverly High, além de ser namorada de um dos personagens centrais, e na atração derivada vive os altos e baixos do início da idade adulta. A série é a primeira criação da showrunner de “All American”, Nkechi Okoro, e conta com produção de Greg Berlanti (criador do Arrowverso). | VOCÊS NÃO ME CONHECEM | NETFLIX A minissérie criminal britânica gira em torno de um homem negro acusado de homicídio. As provas são esmagadoras. Mas ao final do julgamento, ele pede a palavra e conta uma história extraordinária. Uma história de amor. Os críticos britânicos realmente amaram a forma como a trama envolve e cria dúvidas, o tempo inteiro, sobre o caráter do personagem vivido por Samuel Adewunmi (“Angela Black”). Seria ele o herói injustiçado da história (o nome dele é Hero!) ou o vilão? Adaptada de um best-seller por Tom Edge (“Strike” e “Vigil”), a atração é dirigida por Sarmad Masud, responsável pelo primeiro longa selecionado pelo Reino Unido para disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional – “Minha Terra” (2017), falado em urdu. | FAIRFAX | AMAZON PRIME VIDEO A animação explora o mundo de Los Angeles – especificamente a Fairfax Avenue, um lugar real que tem sua própria cultura, desde as roupas até a comida. Os criadores da série cresceram na região e usam o velho truque o choque cultural – a mudança de um garoto do interior para a cidade grande – para apresentar esse universo, refletindo modismos, gírias e várias manias da chamada Geração Z, que usa telefones para tudo, menos para telefonar. A 2ª temporada revela-se ainda mais divertida, com aumento de diversidade e inclusão de novos personagens, resultado de excursões dos protagonistas para o mundo além da avenida Fairfax. Criada pelos amigos de longa data Matthew Hausfater, Aaron Buchsbaum e Teddy Riley (que também assinam o roteiro do vindouro “Bater ou Correr 3”), a série é dublada por Skyler Gisondo (de “Santa Clarita Diet”) como o novato que tenta se encaixar entre os jovens descolados de Fairfax, Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Peter S. Kim (“Dia do Sim”) e Jaboukie Young-White (“Alguém Especial”), e chama atenção por ter participações especiais de vários famosos, como Billy Porter (“Pose”), Zoey Deutch (“The Politician”), Camila Mendes (“Riverdale”), Rob Delaney (“Deadpool 2”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Ben Schwartz (“Space Force”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), John Leguizamo (“Olhos que Condenam”), Pamela Adlon (“Better Things”), Henry Winkler (“Barry”) e Colton Dunn (“Superstore”). | LUPIN III PARTE 6 | HBO MAX Exibida entre outubro e março passado no Japão, a sétima (sim, sétima) série anime de Lupin III traz o célebre descendente do ladrão Arséne Lupin perseguido por ninguém menos que Sherlock Holmes, que o considera o principal suspeito da morte de seu assistente, Dr. Watson. Além disso, ele é investigado pela Scotland Yard e a agência de espionagem MI6, já que o novo alvo do personagem é a Raven, uma organização misteriosa que manipula o governo britânico nas sombras e que supostamente guarda um grande tesouro. Diversão garantida no melhor estilo da franquia, que também já rendeu 11 longas animados e dois filmes live-action. Para quem não sabe, Lupin III faz parte até da história de Hayao Miyazaki, o Walt Disney japonês, vencedor do Oscar de Melhor Animação por “A Viagem de Chihiro” (2001). Miyazaki dirigiu o anime original de 1977 e estreou no cinema com o segundo longa animado de Lupin III, “O Castelo de Cagliostro” (1979). Criado por Monkey Punch (pseudônimo de Kato Kazuhiko) num mangá de 1967, Arsène Lupin III, neto de Arsène Lupin, o mais famoso ladrão da literatura francesa, mantém a tradição da família viajando pelo mundo para roubar objetos de valor inestimável – por isso, a nova aventura se passa em Londres. Mais que isto, ele anuncia suas intenções antes de realizar os assaltos, apenas para provocar a polícia. Apesar da ousadia, Lupin não está sozinho nessa empreitada. Junto com ele, agem o exímio atirador e braço direito Daisuke Jigen e o mestre espadachim Goemon Ishikawa XIII, além da femme fatale Fujiko Mine, uma eterna rival e interesse romântico do ladrão, que às vezes é aliada, mas geralmente só quer passar a perna em Lupin. Todos eles ainda são perseguidos pelo inspetor Koichi Zenigata, que tem como missão de vida pegar a quadrilha. | SHERLOCK | HBO MAX A série premiada tem suas quatro temporadas disponibilizadas em streaming. Com três capítulos (com tamanho de filme) por temporada, a produção foi responsável pelo reconhecimento da indústria televisiva ao talento do ator Benedict Cumberbatch, que venceu o BAFTA e o Emmy pelo papel-título, deslanchando sua carreira internacional. Criação de Steven Moffat (que depois foi fazer “Doctor Who”) e Mark Gatiss, a série exibida entre 2010 e 2017 transporta as tramas clássicas do maior detetive do mundo, escritas por Arthur Conan Doyle na virada do século 19 para o 20, para a Inglaterra contemporânea. E além de Cumberbatch como Sherlock Holmes, destaca Martin Freeman (“Pantera Negra”) como o Dr. Watson e um elenco grandioso de apoio – o próprio Gatiss tem o papel de Mycroft Holmes, irmão de Sherlock. Vale lembrar que Basil Rathbone foi pioneiro neste tipo de experimento, quando se tornou o primeiro Sherlock do mundo contemporâneo – enfrentando nazistas nos anos 1940. Mas seus filmes do período se desviavam muito dos livros de Doyle, ao contrário da série moderna. Além dos 12 episódios disponibilizados, há mais dois especiais que ficaram de fora do lançamento – um deles traz a única produção dessa equipe encenada na era vitoriana, numa adaptação mais tradicional, que venceu o Emmy de Melhor Telefilme. | BABYLON 5 | HBO MAX As cinco temporadas de uma das melhores séries sci-fi de todos os tempos, “Babylon 5”, desembarcam em streaming no momento em que uma nova versão está sendo desenvolvida pelo criador original, J. Michael Straczynski – o piloto foi encomendado pela rede americana The CW. “Babylon 5” teve seu piloto original exibido como um telefilme em 1993, fez um sucesso inesperado e acabou estendendo sua história por cinco temporadas até 1998, além de ter originado uma série derivada, “Crusade” em 1999, e vários telefilmes até 2007, sem esquecer livros, quadrinhos e games. Straczynski, que também foi cocriador de “Sense8” na Netflix, concebeu um verdadeiro fenômeno cultural. O título se refere a...












