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    Confusão em festa do Emmy: Criador de O Aprendiz agride o comediante Tom Arnold

    17 de setembro de 2018 /

    A véspera do Emmy foi marcada por uma briga física entre um dos produtores mais premiados da Academia da Televisão e o comediante Tom Arnold, durante uma festa que celebrava os indicados ao troféu em Los Angeles. Arnold revelou nas redes sociais que foi agredido e chegou a ser enforcado pelo produtor Mark Burnett. O motivo, aparentemente, foi o fato do comediante estar produzindo um programa para a Vice Media com o objetivo de investigar gravações secretas de Donald Trump em “O Aprendiz”, programa criado por Burnett. O material que o produtor teria escondido conteria provas de racismo de Trump, como xingamentos e comentários de baixo nível, entre outras acusações. Burnett já disse, em outras ocasiões, que não escondia nada porque não tinha acesso às fitas, que são propriedade da produtora MGM. Algo, entretanto, fez o sangue do produtor ferver durante o encontro casual com Arnold, quando o assunto deve ter sido trazido à tona. Afinal, ele se recusava a ser entrevistado para o programa do comediante. “Mark Burnett surtou e me enforcou nesta grandiosa festa para o Emmy e correu com sua camiseta cor de rosa rasgada e sem sua corrente de ouro. Estou esperando pela polícia de Los Angeles”, publicou o ator. Patton Oswalt, ator amigo de Arnold, postou uma foto com ele, tranquilizando os fãs. “Estou com Tom Arnold, gente. Ele está bem. Temos de proteger esse anjo brutal.” A mulher de Burnett, Roma Downey (conhecida como estrela da série “O Toque de um Anjo”), acusa Arnold de tentar armar uma emboscada para ela e Mark. Ela enviou ao TMZ uma foto mostrando um hematoma em sua mão e culpando Arnold pelo ferimento na confusão. Arnold negou: “Mentira. Você mente, seu marido maluco me atacou, sua psicopata. Eu vou à polícia processar você por difamação.” Ele diz que Kevin Bacon e sua filha são testemunhas do que aconteceu e que Roma arrancou o celular da mão de Bryan Fogel, diretor que venceu o Oscar 2018 de Melhor Documentário por “Ícaro”, porque ele estava registrando a agressão. Com essa publicidade, “The Hunt for the Trump Tapes” estreia já nesta terça-feira, 18 de setembro, no canal pago americano Viceland. #TheHuntForTheTrumpTapes starts Tuesday 10:30p @VICELAND #TrumpTapes pic.twitter.com/WLmWUdXLyp — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Mark Burnett just went apeshit & choked me at this huge Emmy party then he ran away with his torn Pink shirt & missing gold chain. I’m waiting for LAPD — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Got this bruise tonight when Tom Arnold tried to ambush my husband Mark and me at a charity event. Is your TV show worth it Tom?Please stop pic.twitter.com/lXvuKjIMI2 — Roma Downey (@RealRomaDowney) September 17, 2018 Bullshit. You lie your crazy husband attacked me you psycho. I’m filing police report & suing you for defamation. https://t.co/9yXAEXM6na — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Roma knocked Bryan Fogel’s phone out of his hand after Mark Burnett chocked me. Bryan came with me. He won the Oscar this year for his amazing documentary Icarus. He has tape. https://t.co/nPJyDAarsE — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Mark Burnett doesn't seem too thrilled about my new tv show. #TheHuntForTheTrumpTapes Starts Tuesday 10:30p @VICELAND & we do a Mark Burnett/Apprentice episode the first night. Yes Roma, saving my country is worth it. Brutal bruise. Should've gone to a dr last wk when you hurt it — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 I’m with @TomArnold, everyone. He’s okay. We gotta protect this brutal angel. pic.twitter.com/9grT4QTVZK — Patton Oswalt (@pattonoswalt) September 17, 2018 Just spoke with Tom Arnold’s lawyer. He confirmed the altercation (he calls it an “unprovoked attack” by Burnett) and says Tom “has a witness” that will back him up. https://t.co/ILO2lTixxB — Matthew Belloni (@THRMattBelloni) September 17, 2018 FYI: Kevin Bacon is a solid reliable brawl witness. Sosie Bacon is a wingman. — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018

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    John Legend se torna o homem mais jovem e o primeiro negro a vencer o Emmy, o Grammy, o Oscar e o Tony

    10 de setembro de 2018 /

    O músico John Legend atingiu um marco histórico ao conquistar um Emmy neste fim de semana, durante a premiação das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva. Na noite de domingo (9/9), ele recebeu um Emmy como produtor de “Jesus Christ Superstar, Live in Concert”, especial musical ao vivo da NBC, em que interpretou Jesus Cristo. Com isso, Legend se tornou o primeiro homem negro e a pessoa mais jovem a completar o EGOT, o quarteto de prêmios máximos da indústria cultural dos Estados Unidos, que incluem o Emmy (E), o Grammy (G), o Oscar (O) e o Tony (T), que consagram os melhores da TV, da música, do cinema e do teatro do país. Até então, apenas 12 artistas haviam conseguido o feito, sendo que Robert Lopez foi quem o completou em menos tempo: dez anos. Legend realizou a quadra em 12 anos. E com ele também se consagraram os compositores do musical original de 1970, Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, que compartilharam o mesmo Emmy de produção e se tornaram EGOT. Os demais vencedores do EGOT são Richard Rodgers, Helen Hayes, Rita Moreno, Jon Gielgud, Audrey Hepburn, Marvin Hamlisch, Jonathan Tunick, Mel Brooks, Mike Nichols, Whoopi Goldberg e Scott Rudin. “Jesus Christ Superstar Live in Concert” venceu ao todo cinco Emmy, mas apenas um foi para Legend, Melhor Especial Ao Vivo, que ele recebeu como produtor. Ele ainda disputa um prêmio como Ator de Minissérie, Telefilme ou Especial, pelo papel de Jesus Cristo, na premiação final do Emmy, que acontece na próxima segunda (17/9). Em sua carreira, ele tem um Oscar por Melhor Canção Original, vencido em 2013 pela música “Glory”, do filme “Selma”, o Tony Award de 2017 por co-produzir “Jitney”, um espetáculo da Broadway, e dez troféus Grammy, conquistados desde 2006.

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    Todas as gerações de Star Trek são homenageadas pelo Emmy 2018

    10 de setembro de 2018 /

    Atores de todas as seis séries da franquia “Star Trek” compareceram à premiação do Creative Arts Emmys, no fim de semana, para receber o prêmio honorário Governors Award, concedido à saga espacial por suas contribuições à história da televisão. O prêmio foi recebido por William Shatner e Walter Koenig, o Capitão Kirk e o Chekov da “Star Trek” original (1966-1969); LeVar Burton, o Tenente LaForge de “Star Trek: A Nova Geração” (1987-1994); Terry Farrell, a Tenente Dax de “Star Trek: Deep Space Nine” (1993-1999); Jeri Ryan, a Sete de Nove de “Star Trek: Voyager” (1995-2001); Linda Park, a Hoshi Sato de “Star Trek: Enterprise” (2001-2005); e Sonequa Martin-Green, a Michael Burnham de “Star Trek: Discovery” (2017-). Shatner discursou em nome dos demais e dos criadores da atração. “Eu aceito essa premiação em nome de todos que fizeram ‘Star Trek’ possível através dos anos”, disse, agradecendo a homenagem a uma franquia que “representa uma ideia maior do que a soma de suas partes”. Falando ao site Deadline nos bastidores da premiação, Koenig refletiu sobre a relevância de “Star Trek” hoje em dia. “Ela ainda ressoa porque falamos de problemas tópicos e sócio-políticos. Nós, como sociedade, ainda lutamos com problemas que tínhamos nos anos 1960”, disse. “‘Star Trek’ tem sido uma luz de esperança para as pessoas por tanto tempo”, completou Alex Kurtzman, roteirista do reboot cinematográfico da franquia em 2009 e criador de “Star Trek: Discovery”. “Em tempos sombrios, precisamos ainda mais disso”. Criada em 1966 por Gene Roddenberry, a “Star Trek” original (ou “Jornada nas Estrelas”, para os fãs brasileiros) começou um fenômeno cultural que já produziu mais de 700 episódios de televisão e conquistou 30 prêmios do Emmy, estendendo-se por meio século de produção. O pioneirismo de “Star Trek” começava na escalação do elenco, que trazia personagens de todas as etnias, gêneros e (mais recentemente) sexualidades em posições de destaque e autoridade – incluindo os inesquecíveis Sr. Sulu, vivido por George Takei, a Tenente Uhura, de Nichelle Nichols e até o alienígena Sr. Spock, de Leonard Nimoy. Mais forte que nunca, a franquia segue sua jornada agora em streaming com “Star Trek: Discovery”, disponibilizada pela Netflix no Brasil. Além disso, terá uma nova série derivada de “A Nova Geração, focada no Capitão Picard, e continua a render filmes. Até Quentin Tarantino planeja um projeto para a saga espacial.

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  • Série

    Premiação preliminar do Emmy consagra Game of Thrones com sete troféus

    10 de setembro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou os Creative Arts Emmys ao longo de duas noites no fim de semana, em cerimônias não televisionadas realizadas em Los Angeles no sábado e domingo (9/9), que adiantaram as categorias técnicas da premiação. Os destaques foram para o reconhecimento técnico de “Game of Thrones”, série mais premiada da noite, e do programa humorístico “Saturday Night Live”, ambos empatados com sete troféus. Na parte dedicada aos reality shows, chamou atenção as cinco vitórias obtidas pelo programa do falecido Anthony Bourdain, “Parts Unknown”. O especial ao vivo de “Jesus Christ Superstar” também venceu cinco troféus, e a série “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” ficou com quatro. Os principais prêmios incluíram Melhor Telefilme para um episódio da série “Black Mirror”, o “USS Callister”, Melhor Série Animada para “Rick and Morty”, Melhor Reality Show para “Queer Eye”, Melhor Série Documental para “Wild Wild Country”, Melhor Especial Ao Vivo para “Jesus Christ Superstar Live in Concert” e os troféus para participações especiais, vencidos na categoria dramática por Samira Wiley, em “The Handmaid’s Tale”, e Ron Cephas Jones, em “This Is Us”, e na categoria de comédia por Tiffany Haddish, em “Saturday Night Live”, e Katt Williams, em “Atlanta”. As principais categorias do Emmy, que incluem as disputas de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, acontecerão em novo evento, marcado para segunda-feira que vem, dia 17 de setembro. Confira abaixo os vencedores dos prêmios das chamadas “artes criativas” do Emmy 2018. Melhor Atriz Convidada em Comédia Tiffany Haddish, “Saturday Night Live” Melhor Ator Convidado em Comédia Katt Williams, “Atlanta” Melhor Atriz Convidada em Drama Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Melhor Ator Convidado em Drama Ron Cephas Jones, “This Is Us” Melhor Telefilme “Black Mirror: USS Callister” Melhor Programa Infantil “The Magical Wand Chase: A Sesame Street Special” Melhor Animação “Rick and Morty” Melhor Dublagem de Personagem Alex Borstein, “Uma Família da Pesada (Family Guy)” Melhor Série Curta “Robot Chicken” Melhor Elenco de Comédia “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Elenco de Drama “The Crown” Melhor Elenco de Minissérie “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Cinematografia em Série Multicâmera (Sitcom) “Will & Grace” Melhor Cinematografia em Série Câmera Única em formato de 30 min. “Atlanta” Melhor Cinematografia em Série Câmera Única em formato de 60 min. “The Crown” Melhor Cinematografia em Minissérie ou Telefilme “Genius: Picasso” (NatGeo) Melhor Edição em Série Câmera Única para Comédias “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Edição em Série Multicâmera para Comédias (Sitcom) “Will & Grace” Melhor Edição em Série Câmera Única para Dramas “The Handmaid’s Tale” Melhor Edição em Série Câmera Única para Minisséries ou Telefilme “Black Mirror: USS Callister” Melhor Abertura “Counterpart” Melhor Trilha Sonora Original de Abertura “Godless” Melhor Trilha Sonora em Drama “Game of Thrones” Melhor Trilha Sonora em Minissérie, Telefilme ou Especial “March of the Penguins 2: The Next Step” Melhor Supervisão Musical “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Edição de Som em Programas de 60 min. “Stranger Things” Melhor Edição de Som em Programas de 30 min. “Atlanta” Melhor Edição de Som em Minissérie ou Telefilme “Black Mirror: USS Callister” Melhor Edição de Som em Programação Informativo “Anthony Bourdain: Parts Unknown” Melhor Edição de Som em Especial ou Programa de Variedades “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhor Mixagem de Áudio em Programas de 60 min. “Game of Thrones” Melhor Mixagem de Áudio em Programas de 30 min. “Barry” Melhor Mixagem de Áudio em Minissérie ou Telefilme “Genius: Picasso” (NatGeo) Melhor Mixagem de Áudio em Programa Informativo “Anthony Bourdain: Parts Unknown” Melhor Mixagem de Áudio em Especial ou Programa de Variedades “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhores Efeitos Visuais “Game of Thrones” Melhores Efeitos Visuais Coadjuvantes “The Alienist” Melhor Cordeador de Dublês em Drama “Game of Thrones” Melhor Coordenador de Dublês em Comédia “GLOW” Melhor Figurino em Série de Época “The Crown” Melhor Figurino em Série de Fantasia ou Sci-Fi “Game of Thrones” Melhor Figurino em Série Contemporânea “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Maquiagem “Westworld” Melhor Maquiagem de Efeitos Especiais “Game of Thrones” Melhor Maquiagem em Minissérie “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Penteado “Westworld” Melhor Penteado em Minissérie “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Produção de Design em Série de Fantasia ou Sci-Fi “Game of Thrones” Melhor Produção de Design em Série Contemporânea “The Handmaid’s Tale” Melhor Produção de Design em Programas de 30 min. “GLOW” Melhor Produção de Design em Programa de Variedades “Saturday Night Live” Melhor Produção de Design em Especial de Variedades “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhor Mídia Interativa “Westworld” Melhor Reality Show Estruturado “Queer Eye” Melhor Reality Show Não Estruturado “United Shades Of America With W. Kamau Bell” Melhor Apresentador de Reality Show RuPaul, “RuPaul’s Drag Race” Melhor Documentário “Wild Wild Country” Melhor Especial “The Zen Diaries Of Garry Shandling” Melhor Especial Ao Vivo “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhor Especial de Variedade “Dave Chappelle: Equanimity” Melhor Especial Informativo “Anthony Bourdain: Parts Unknown” Melhor Programa Interativo “Last Week Tonight With John Oliver” Melhor Curta Não Ficcional “Anthony Bourdain: Explore Parts Unknown” Melhor Curta em Programa de Variedades “Carpool Karaoke: The Series” Melhor Direção em Reality Show “RuPaul’s Drag Race” Melhor Direção em Programa de Variedades “Saturday Night Live” Melhor Roteiro em Programa Não Ficcional “Anthony Bourdain: Parts Unknown” Melhor Roteiro em Programa de Variedades “Last Week Tonight With John Oliver” Melhor Elenco em Reality Show “Queer Eye” Melhor Coreografia Mandy Moore, “So You Think You Can Dance” Melhor Figurino em Reality Show “RuPaul’s Drag Race” Melhor Penteado em Programa Multicâmera “RuPaul’s Drag Race” Melhor Fotografia em Programa de Variedades “Saturday Night Live” Melhor Fotografia em Especial “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhor Maquiagem “Saturday Night Live” Melhor Iluminação “Saturday Night Live” Melhor Canção Original “Come Back Barack”, “Saturday Night Live” Melhor Narrador Sir David Attenborough, “Blue Planet II”

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    Samira Wiley e Ron Cephas Jones vencem o Emmy 2018 como Atores Convidados de Séries Dramáticas

    9 de setembro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou na noite de sábado (8/9) a primeira leva dos Creative Arts Emmys, numa cerimônia não televisionada que adianta as categorias técnicas da premiação. E a enxurrada de prêmios também apresentou os primeiros troféus de interpretação, aos atores que fizeram participações especiais. Os Melhores Atores Convidados em Drama foram Samira Wiley, por “The Handmaid’s Tale”, e Ron Cephas Jones, por “This Is Us”. Já os prêmios de Melhores Atores Convidados em Comédia ficaram com Tiffany Haddish, por sua participação no humorístico “Saturday Night Live”, e Katt Williams, por “Atlanta”. Por coincidência, os quatro são atores negros. O Creative Arts Emmys são realizados ao longo de duas noites, sábado e domingo, em Los Angeles. E o evento principal, onde serão revelados os vencedores nas categorias de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, está marcado para o dia 17 de setembro.

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    Episódio de Black Mirror vence o Emmy de Melhor Telefilme

    9 de setembro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou na noite de sábado (8/9) a primeira leva dos Creative Arts Emmys, numa cerimônia não televisionada que adianta as categorias técnicas da premiação. E em meio aos destaques da noite inaugural dos prêmios, um episódio da série “Black Mirror” voltou a ser considerado Melhor Telefilme pelo segundo ano consecutivo. “USS Callister”, episódio de abertura da 4ª temporada da série da Netflix, venceu “The Tale”, drama estrelado por Laura Dern que muitos consideravam favorito até para o Oscar, antes de ser adquirido pela HBO no Festival de Sundance. Além deste, também superou mais dois lançamentos da HBO, “Fahrenheit 451” e “Paterno”, e “Flint”, da Lifetime. O episódio foi dirigido por Toby Haynes, que já comandou “Doctor Who” e a minissérie de fantasia “Jonathan Strange & Mr Norrell”. O elenco destaca Jesse Plemons (série “Fargo”), Cristin Milioti (série “How I Met Your Mother”), Jimmi Simpson (série “Westworld”), Michaela Coel (série “The Aliens”) e Billy Magnussen (série “Get Shorty”). No ano passado, a categoria também foi vencida por um episódio de “Black Mirror”, o aclamado “San Junipero”. A produção da Netflix também ganhou os Emmys de Melhor Edição de Som em Filme ou Série Limitada e Melhor Edição em Filme ou Série Limitada. O Creative Arts Emmys são realizados ao longo de duas noites, sábado e domingo, em Los Angeles. E o evento principal, onde serão revelados os vencedores nas categorias de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, está marcado para o dia 17 de setembro.

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    Rick and Morty vence o Emmy de Melhor Série Animada

    9 de setembro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou na noite de sábado (8/9) a primeira leva dos Creative Arts Emmys, numa cerimônia não televisionada que adianta as categorias técnicas da premiação. E em meio à enxurrada de prêmios, “Rick and Morty” venceu o Emmy de Melhor Série Animada. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série do Adult Swim acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, e já tem impacto na cultura pop, após inspirar um clipe da dupla de rap Run the Jewels. O episódio premiado pelo Emmy foi “Pickle Rick”, onde Rick se transforma em um picles para não ir em uma terapia de família. Ele superou a concorrência de “Big Hero Six” (série baseada em “Operação: Big Hero”), “Bob’s Burgers”, “Os Simpsons” e “South Park”. O Creative Arts Emmys são realizados ao longo de duas noites, sábado e domingo, em Los Angeles. E o evento principal, onde serão revelados os vencedores nas categorias de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, está marcado para o dia 17 de setembro.

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    Franquia Star Trek será homenageada por seu impacto cultural com prêmio especial no Emmy 2018

    30 de agosto de 2018 /

    A franquia “Star Trek” será homenageada no Emmy 2018 com o Governors Award, prêmio honorário da Academia de Televisão, criado em 1978 para reconhecer “contribuições culturais de caráter universal e excepcional” dentro do mundo da TV. Vencedores anteriores incluem o reality show “American Idol”, o especial anual beneficente “Comic Relief” e o programa de peças teatrais “Masterpiece Theater”. “‘Star Trek’ é a primeira série que eu me lembro de assistir quando criança”, comentou Mark Spatny, diretor do Governors Award, em um comunicado oficial. “Ela sempre esteve à frente do seu tempo. Não só todas as encarnações da série promoveram inclusão e aceitação, além de inspirarem o pensamento criativo e a exploração espacial, como suas inovações técnicas foram muito significativas para a evolução da televisão como um todo”. Criada em 1966 por Gene Roddenberry, a “Star Trek” original (ou “Jornada nas Estrelas”, para os fãs brasileiros) começou um fenômeno cultural que já produziu mais de 700 episódios de televisão e conquistou 30 prêmios do Emmy, estendendo-se por meio século de produção. O pioneirismo de “Star Trek” começava na escalação do elenco, que trazia personagens de todas as etnias, gêneros e (mais recentemente) sexualidades em posições de destaque e autoridade – incluindo os inesquecíveis Sr. Sulu, vivido por George Takei, a Tenente Uhura, de Nichelle Nichols e até o alienígena Sr. Spock, de Leonard Nimoy. Mais forte que nunca, a franquia segue sua jornada agora em streaming com “Star Trek: Discovery”, disponibilizada pela Netflix no Brasil. Além disso, terá uma nova série derivada de “A Nova Geração, focada no Capitão Picard, e continua a render filmes. Até Quentin Tarantino planeja um projeto para a saga espacial. O prêmio à franquia será entregue durante a cerimônia dos Emmys Criativos, que acontecerá em 8 de setembro nos Estados Unidos. Trata-se de uma premiação prévia dedicada aos profissionais dos bastidores dos programas de TV, como editores, maquiadores e dublês, realizada uma semana antes do evento televisado do Emmy.

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    Emmy 2018 revela primeiros vencedores em categorias de animação

    28 de agosto de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (28/8) os vencedores das categorias do Emmy 2018 dedicadas à animação, que são votadas por um júri de especialistas – e não por todos os membros, como nos demais prêmios. “Os Simpsons”, “Hora de Aventura”, “Steven Universo”, “Ei, Arnold! Na Selva – O Filme”, “The Number One Great Grandpa’s Arm” e “The Scariest Story Ever: A Mickey Mouse Halloween Spooktacular!” venceram prêmios de realização individual em animação. Além destes desenhos, a série “Broad City” e “Wasted! The Story of Food Waste” venceram Emmys na categoria de Melhor Design de Movimento. Uma terceira categoria que normalmente é anunciada junto dessas, reservada para programas que usaram a interatividade com o público de forma inovadora, não teve vencedores neste ano. Os próximos troféus da Academia serão entregues em duas semanas, durante o chamado Creative Arts Emmys, dedicado aos profissionais de bastidores, que premia de cabeleiros a técnicos de som, além de atores convidados e dublês. O evento vai acontecer nos dias 8 e 9 de setembro. Já a premiação principal, que consagra as melhores produções e artistas de TV do ano, está marcada para 17 de setembro, com exibição pelo canal pago TNT no Brasil. Confira abaixo os premiados desta terça. Melhor Animação de Personagem: “Adventure Time” e “Os Simpsons” Melhor Storyboard: “Hey Arnold! Na Selva – O Filme” Melhor Design de Produção: “The Number on Great-Grandpa’s Arm” Melhor Design de Background: “The Scariest Story Ever: A Mickey Mouse Halloween Spooktacular” Melhor Pintura de Background: “Steven Universe” Melhor Design de Movimento: “Broad City” e “Wasted! The Story of Food Waste!”

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    Atriz cria série para pedir indicação ao Emmy e é selecionada para disputar o Emmy 2018

    13 de julho de 2018 /

    A atriz e roteirista Megan Amram criou uma websérie em curta-metragem para pedir uma indicação ao Emmy. E olha o que aconteceu: “An Emmy for Megan” foi indicado ao Emmy. Em duas categorias. A façanha se tornou uma das histórias mais curiosas do Emmy 2018. Dividida em seis episódios e lançada no dia 27 de abril (o último dia para inscrição no prêmio), “An Emmy for Megan” mostra a atriz em campanha para convencer os eleitores da Academia da Televisão dos Estados Unidos de que ela merecia uma indicação ao troféu máximo da TV americana. Pois a campanha deu certo. Deu mais que certo. Afinal, ela está concorrendo na categoria de Melhor Atriz por Série em Curta-Metragem e a própria produção foi selecionada para o prêmio de Série em Curta-Metragem. No Twitter, Amram comemorou com os fãs. Ela escreveu “Funcionou!”, incluindo uma foto com cara de choro. Mas ainda não se deu por satisfeita, lembrando: “A série não se chama ‘Duas Indicações para Megan’, se chama ‘Um Emmy para Megan’, o que importa é o troféu”. THANK YOU THANK YOU THANK YOU sincerely from the bottom of my heart to everyone who is celebrating #AnEmmyForMegan today. But remember: it's not called #TwoNominationsForMegan, it's called #AnEmmyForMegan. Because what matters is that trophy. SEE YOU ON THE WINNER'S PODIUM/STAGE — Megan Amram (@meganamram) 12 de julho de 2018

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    Big Bang Theory consegue uma indicação ao Emmy 2018 após o anúncio oficial

    13 de julho de 2018 /

    A série “Big Bang Theory” conseguiu uma inclusão de última hora na disputa do Emmy 2018. Foi, tipo, Bazinga! A Academia da Televisão confirmou que o episódio “The Bow Tie Simmetry”, que mostra o casamento de Sheldon e Amy, vai disputar a categoria Melhor Direção em Série de Comédia. Mark Cendrowski assina a direção do episódio, que encerrou a 11ª temporada da série nos Estados Unidos, em 10 de maio. Assim, a categoria terá uma indicação a mais – sete – em relação às demais. A inclusão foi consequência de uma sondagem da revista The Hollywood Reporter, que questionou o desrespeito a uma nova regra para indicações, adotada pela Academia de Televisão desde o ano passado. Na categoria de Melhor Direção, pelo menos um dos episódios indicados tem de ser gravado em “multicamera”, método utilizado para captação de imagens em estúdio, diante de uma plateia, o caso de “Big Bang Theory”. São usadas muitas câmeras para captar as cenas de vários ângulos e não ser preciso repeti-las para pegar detalhes específicos, porque isso prejudicaria a reação da plateia – as gargalhadas que se ouvem ao fundo. Entretanto, todos os concorrentes originalmente indicados foram gravados em “single-camera”. Ou seja, com uma câmera, o que identifica produções rodadas longe de platéia, onde os diretores podem parar cenas e repeti-las para mudar ângulos, pegar closes, etc. Por isso, “Big Bang Theory” foi incluída. Mark Cendrowki concorrerá com Donald Glover por “Atlanta”, Hiro Murai também de “Atlanta”, Bill Hader por “Barry”, Jesse Peretz por “GLOW”, Mike Judge por “Sillicon Valley” e Amy Sherman-Palladino por “The Marvelous Mrs. Maisel”. “Big Bang Theory” é a única sitcom convencional da lista. E no fundo é isto o que significa esta diferenciação de multicam e single-cam, termos que faziam sentido quando quase todas as comédias eram gravadas diante de plateias. Hoje, há cada vez menos produções assim na televisão.

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    Peter Dinklage bate recorde de indicações no Emmy

    13 de julho de 2018 /

    O ator Peter Dinklage, intérprete de Tyrion Lannister na série “Game of Thrones”, emplacou sua sétima indicação ao Emmy na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática. E se trata de um feito recorde, que faz do ator o mais indicado da categoria na História da premiação. Ele já liderava a categoria, mas em empate com outros astros. Agora, deixou para trás Will Geer (por “Os Waltons”), Jimmy Smits (“LA Law”), Ed Begley Jr. (“St. Elsewhere”) e Bruce Weitz (“Chumbo Grosso/Hill Street Blues”), que atingiram seis nomeações. Se Dinklage vencer, ele empatará com Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o Ator Coadjuvante de Série Dramática mais premiado do Emmy. Mas, para isso, precisará superar seu próprio irmão em “Game of Thrones”. O dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau, que vive Jaime Lannister, também disputa o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática. A família Lannister também teve outro integrante indicado. Lena Headey, que interpreta a irmã dos dois, Cersei Lannister, disputará o Emmy na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática. Espera-se que a supremacia dos Lannisters não seja mau agouro para os Starks, cujos intérpretes passaram em branco na premiação. Por sinal, “Game of Thrones” liderou a lista de indicações do Emmy 2018, divulgada pela Academia da Televisão durante a manhã de quinta (12/7), em Los Angeles.

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    Netflix lidera indicações do Emmy pela primeira vez, mudando o perfil da “televisão”

    12 de julho de 2018 /

    O Emmy 2018 entrou para a História pelo reconhecimento dado pela Academia de Televisão dos Estados Unidos a um novo tipo de programação de TV, que pode ser assistida por dispositivos móveis ou no computador, e não mais exclusivamente num aparelho televisor. Produções de plataformas de streaming tiveram desempenho surpreendente entre as indicações, reveladas na quinta-feira (12/7). Pela primeira vez, a Netflix liderou a lista de “emissoras” com a maior quantidade de programas indicados, acabando com um domínio de 17 anos da HBO na liderança das nomeações. A plataforma foi nomeada 112 vezes, quatro a mais que a antiga campeã. Ao se estabelecer como o parâmetro de qualidade da TV norte-americana no começo do século 21, a HBO encabeçou uma troca entre padrões televisivos, deixando para trás as produções feitas para a TV aberta, que se tornaram convencionais diante da ousadia das séries da TV paga. E com a HBO vieram Showtime, FX, AMC, Starz e outros canais por assinatura, que completaram a troca da guarda. Até que as próprias redes começaram a imitar a programação premiada, com produções mais cinematográficas e temáticas mais complexas que o “caso da semana”. No Emmy 2018, entretanto, apesar de a HBO produzir as duas atrações com a maior quantidade de indicações (“Game of Thrones” e “Westworld”), está claro que o paradigma começa a mudar. Agora é a Netflix que lidera uma nova renovação na forma como se faz televisão. Os destaques da plataforma no Emmy foram as séries dramáticas “The Crown” (13 indicações) “Stranger Things” (12), “Godless” (12), “GLOW” (10), “Black Mirror” (7) e “Ozark” (5). Após a Netflix, o Hulu foi o serviço de streaming que mais se destacou com 27 indicações, 20 delas para “The Handmaid’s Tale” – que na contagem geral foi o quarto programa com o maior número de nomeações e a atração de streaming que disputa a maior quantidade de categorias. A Amazon, por sua vez, emplacou 22 indicações, puxadas pelas 14 de “The Marvelous Mrs. Maisel”. A concentração em poucos título de Hulu e Amazon contrastam com a variedade da Netflix, que multiplica sua programação sem parar, empilhando quantidade na busca de qualidade. Não é por acaso que a Amazon resolveu abrir o talão de cheques e passar a encomendar diversas séries novas. O diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, enfatizou este ponto em sua declaração após a divulgação da lista da Academia, dizendo: “Estamos particularmente entusiasmados em ver a amplitude de nossa programação celebrada com indicações espalhadas por 40 títulos novos e recorrentes que mostram nossa variada e expansiva grade – comédias, dramas, filmes, séries limitadas, documentário, variedade, animação e reality shows”. A HBO seguiu o mesmo tom em sua declaração – “A HBO está muito satisfeita com suas 108 indicações, especialmente pela ampla gama em tantas categorias” – sugerindo que está muito consciente da batalha que precisará travar por essa amplitude. O dado é especialmente significativo por ecoar o primeiro discurso de John Stankey, novo chefe da Warner Media, sobre o futuro da HBO, que deve aumentar o volume de sua programação original, buscar uma audiência maior e enfrentar a guerra por espaço no admirável mundo novo que o Emmy 2018 agora oficializou. Quem acha que vive na era do pico da TV (peak TV) vai se surpreender com o desdobramento do sucesso da Netflix. Aguardem o Emmy 2020, com os primeiros produtos das plataformas da Apple, Disney, YouTube Premium e Facebook…

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