Disney anuncia nova animação com princesa asiática e dragões
A Disney anunciou a produção de um novo longa animado na D23 Expo, a “Comic Con” do estúdio que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. O filme se chama em inglês “Raya and the Last Dragon” e também ganhou sua primeira imagem conceitual. Veja acima e, em versão com movimento, logo abaixo. A trama vai se passar na fictícia terra de Kumandra, em que os dragões eram venerados por seu poder e sua sabedoria. No entanto, ela foi tomada por forças sombrias e os dragões sumiram. Uma garota chamada Raya sai então em busca do último dragão, que pode salvar o mundo. Apesar do reino ser fictício, a produção viajou até o sudeste asiático para buscar inspirações para a trama do filme. Por conta disso, Raya também foi apresentada como a primeira princesa asiática da Disney desde “Mulan” (1998). “Raya and the Last Dragon” foi escrito pela roteirista Adele Lim, nascida na Malásia, que assinou diversos episódios de séries antes de estrear no cinema com o sucesso “Podres de Ricos” (2018), e vai marcar a estreia na direção da dupla Paul Briggs e Dean Wellins, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A atriz canadense Cassie Steele (da série “Degrassi: A Próxima Geração”), descendente de filipinos, vai dublar Raya, enquanto a americana Awkwafina (“Poders de Ricos”), descendente de chineses e coreanos, ficará com o papel de sua companheira, Sisu, a última “dragoa”. Sisu é inspirada em mitos sobre criaturas da água do sudeste da Ásia. Ou seja, “ela não é como qualquer dragão que você já viu antes”, disse Awkwafina na D23. O que é confirmado pela imagem do personagem exibida no evento, que pode ser conferida abaixo. A estreia foi marcada para novembro de 2020, no Dia de Ação de Graças americano. Just Announced: Disney’s Raya and the Last Dragon, starring @cassandrasteele (Raya) and @Awkwafina (Sisu, the Last Dragon). Check out all-new concept art, and see the film in theaters November 2020. #D23Expo pic.twitter.com/VPqCroDkeH — Disney (@Disney) 24 de agosto de 2019
Frozen 2 vai mostrar a mãe das princesas Anna e Elsa
Além de divulgar um novo pôster, a D23 Expo, “Comic Con da Disney” que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, anunciou a inclusão de dois novos dubladores famosos no elenco de “Frozen 2”: Evan Rachel Wood (a Dolores de “Westworld”) e Sterling K. Brown (o Randall de “This Is Us”). A atriz vai dar voz à rainha Iduna, mãe das princesas Anna (Kristen Bell) e Elsa (Idina Menzel). Como os fãs do filme original sabem, iduna morreu em um naufrágio. Por isso, ela deve aparecer apenas em flashbacks. Já o ator vai encarnar um novo personagem militar, conectado aos pais das protagonistas. Um vídeo exibido no evento mostrou Idina cantando uma canção de ninar para as jovens Anna e Elsa. A Disney aproveitou para divulgar uma foto da cena, que pode ser vista acima. A continuação de uma das animações de maior bilheteria de todos os tempos traz de volta os diretores Jennifer Lee e Chris Buck, dupla responsável pelo filme de 2013, além dos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A estreia está marcada apenas para 2 janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Frozen 2 ganha novo pôster, quase igual ao anterior
A Disney divulgou um novo pôster da animação “Frozen 2” na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. A imagem é praticamente a mesma do pôster anterior, num ângulo mais distante. Veja abaixo para comparar. A continuação de uma das animações de maior bilheteria de todos os tempos traz de volta os diretores Jennifer Lee e Chris Buck, dupla responsável pelo filme de 2013, além dos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A estreia está marcada apenas para 2 janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha primeiro trailer
A Disney divulgou o pôster e o trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas tem, sim, certos movimentos animados por computação, como suas bocas falantes, além de sofrerem ligeiras alterações em suas aparências – o olhar apaixonado durante a célebre cena do jantar italiano, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. O vídeo também revela forte anacronismo em sua recriação de época. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, ao mesmo tempo em que mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – do casal canino. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Atriz de The Gifted entra na série live-action de Cowboy Bebop
A Netflix anunciou mais um integrante do elenco da série live-action baseada no anime “Cowboy Bebop”. A atriz Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) irá interpretar Julia, uma femme fatale que se torna objeto de desejo de Spike Spiegel, graças à sua beleza sensual e à sua voz encantadora. A escolha de Satine não reflete a aparência da personagem na série animada japonesa. Ela vai contracenar com o ator John Cho (“Procurando…”), que irá interpretar o protagonista da série, Spike Spiegel. Por sinal, é outra escalação inusual, já que o ator é sul-coreano e vai interpretar um japonês – pela segunda vez, já que também vive o Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Pior que isso, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada pela latina Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que também não se parece nada com a icônica heroína. Os demais atores confirmados são Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em fase de seleção. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de em 2071. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.
Série baseada em O Cristal Encantado ganha novo vídeo legendado de bastidores
A Netflix divulgou mais um vídeo de bastidores da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. A prévia traz depoimentos e cenas inéditas da atração. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Crystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
He-Man vai ganhar nova série animada produzida por Kevin Smith
A Netflix anunciou que vai produzir uma nova série animada do He-Man, intitulada “Masters of the Universe: Revelation”. E ela não será muito diferente da produção dos anos 1980, ao contrário de She-Ra, que passou por uma reimaginação total. A trama, por sinal, é descrita como uma continuação, que abordará “histórias não resolvidas dos anos 1980, ao retomar a jornada dos personagens de onde a história parou décadas atrás”. O responsável pela produção será ninguém menos que o cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), que se disse “grato” pela oportunidade. “Sou eternamente grato à Mattel TV e Netflix por me confiar não apenas os segredos do Grayskull, mas também todo o seu universo”, disse Smith, em comunicado. “Em ‘Revelation’, nós escolhemos retomar a trama exatamente onde a era clássica se encerrou para contar uma história épica daquela que pode ser a batalha final entre He-Man e Esqueleto! Essa vai ser a história de ‘Mestres do Universo’ que você sempre quis ver quando era criança!” Ainda não há previsão para a estreia da série. “He-Man” também deve ganhar um filme em breve, que será estrelado pelo astro adolescente Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”).
O Rei Leão vira a 9ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos
“O Rei Leão” subiu mais uma posição entre os maiores faturamentos da história do cinema. A animação computadorizada da Disney somou mais de US$ 100 milhões nas últimas 48 horas e chegou a US$ 1,43 bilhão de arrecadação mundial neste domingo (18/8), ultrapassando “Vingadores: Era da Ultron” (US$ 1,40 bilhão) como a 9ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos. O longa dirigido por Jon Favreau não é o único lançamento de 2019 no Top 10. A lista é liderada por “Vingadores: Ultimato”, que atingiu US$ 2,795 bilhões e se tornou a maior bilheteria de todos os tempos. Vale reparar que, dos 10 filmes de maior receita mundial, 8 são produções da Disney. A lista inclui “Avatar” (US$ 2,789 bilhões) e “Titanic” (2,187 bilhões), que completam o Top 3, após a Fox ser incorporada ao império de mídia comandado por Bob Iger. Por sinal, fora “O Rei Leão”, as demais produções da lista da Disney foram realizadas por estúdios adquiridos por Iger nos últimos anos, incluindo Marvel (os quatro “Vingadores”) e Lucasfilm (“Star Wars: O Despertar da Força”). Além da Disney, apenas a Universal tem filmes no Top 10: “Jurassic World” (6º lugar com 1,6 bilhão) e “Velozes e Furiosos 7” (8º lugar com 1,5 bilhão). “O Rei Leão” continua em cartaz nos cinemas de todo o mundo, inclusive no Brasil, onde ainda lidera as bilheterias.
O Rei Leão vira 10ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos
“O Rei Leão” entrou no top 10 das maiores bilheterias da história do cinema. A animação computadorizada da Disney chegou a US$ 1,351 bilhão de arrecadação mundial na sexta (16/8), ultrapassando “Pantera Negra”, que caiu para a 11ª posição. O longa dirigido por Jon Favreau não é o único lançamento de 2019 no Top 10. A lista é liderada por “Vingadores: Ultimato”, que atingiu US$ 2,795 bilhões e se tornou a maior bilheteria de todos os tempos. Vale reparar que, dos 10 filmes de maior receita mundial, 8 são produções da Disney. A lista inclui “Avatar” (US$ 2,789 bilhões) e “Titanic” (2,187 bilhões), que completam o Top 3, após a Fox ser incorporada ao império de mídia comandado por Bob Iger. Vale reparar que, acima de “O Rei Leão”, todas as produções da lista da Disney foram realizadas por estúdios adquiridos nos últimos anos, incluindo Marvel (os quatro “Vingadores”) e Lucasfilm (“Star Wars: O Despertar da Força”). Além da Disney, apenas a Universal tem filmes no Top 10: “Jurassic World” (6º lugar com 1,6 bilhão) e “Velozes e Furiosos 7” (8º lugar com 1,5 bilhão). “O Rei Leão” continua em cartaz nos cinemas de todo o mundo, inclusive no Brasil, onde ainda lidera as bilheterias.
Richard Williams (1933 – 2019)
O animador Richard Williams, criador de Roger Rabbit e vencedor de três Oscars, morreu na sexta-feira (16/8) em sua casa em Bristol, na Inglaterra, aos 86 anos. Nascido em Toronto, no Canadá, Williams mudou-se para o Reino Unido na década de 1950 e realizou seu primeiro filme animado, o curta “The Little Island”, em 1958. Este trabalho venceu seu primeiro prêmio, um BAFTA (o Oscar britânico). Ele também assinou a abertura da comédia mod “A Arte de Conquistar um Broto” (1968) e de dois filmes da franquia “Pantera Cor-de-Rosa” nos anos 1970, além de uma adaptação em curta animado de “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens, que lhe rendeu seu primeiro Oscar em 1973. Seu trabalho mais conhecido foi a animação do filme “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988), que misturava atores e personagens de desenhos. Williams foi responsável pela supervisão de todas as sequências de animação, além de ter criado as versões cinematográficas de Roger Rabbit e sua esposa, Jessica Rabbit. O animador venceu dois Oscars pelo filme, por “Efeitos Especiais” e numa categoria de “Prêmio Especial” pela “criação e direção de personagens animados”. Williams também escreveu um livro, “The Animator’s Survival Kit” (Kit de Sobrevivência do Animador), e continuava trabalhando em animação até recentemente. Seu curta “Prologue” foi indicado ao Oscar em 2016.
Elvis Presley vai virar agente secreto em nova série animada da Netflix
A Netflix anunciou a produção de uma nova série de animação estrelada por Elvis Presley. Chamada de “Agent King”, a série vai mostrar Elvis como um espião internacional, que faz parte do serviço secreto americano e usa seus shows ao redor do mundo como disfarce para seu verdadeiro trabalho. “Elvis Presley troca seu traje de lantejoulas por uma mochila à jato quando entra em um programa de espionagem do governo para ajudar a combater as forças do mal que ameaçam o país que ama – tudo isso enquanto mantém seu trabalho de meio-período como Rei do Rock”, diz a sinopse da série, que tem entre seus produtores a ex-esposa do cantor, Priscilla Presley. Ela escreveu que “desde quando Elvis era um garotinho, sempre sonhou em ser um super-herói que luta contra o crime e salva o mundo! Agent King lhe permite fazer isso. Meu co-criador John Eddie e eu estamos muito animados em trabalhar com a Netflix e a Sony neste projeto incrível e ter a chance de mostrar ao mundo um Elvis nunca visto antes.” Priscilla Presley e o roqueiro John Eddie (“Ninguém Segura essa Garota”) são creditados como co-criadores e produtores executivos. Mas a série será tocada por Mike Arnold, autor de diversos episódios de outra famosa animação de espionagem, “Archer”. O anúncio nesta sexta-feira (16/8) coincide com o aniversário de 42 anos da morte de Elvis e acontece durante o final da “Semana Elvis”, uma celebração anual dos fãs ao legado do Rei do Rock. Veja abaixo a primeira ilustração do projeto, que ainda não tem previsão de estreia.
Toy Story 4 é o quinto filme da Disney a superar US$ 1 bilhão de bilheteria em 2019
O filme “Toy Story 4” atingiu US$ 1 bilhão em bilheteria mundial na noite de quarta-feira (15/8), tornando-se o quinto lançamento da Disney a bater esta marca no ano. O longa lançado em junho se junta a O “Rei Leão”, “Alladin”, “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato” na lista dos bilionários do estúdio em 2019. “Vingadores: Ultimato”, claro, virou a maior bilheteria mundial de todos os tempos ao ultrapassar “Avatar” no mês passado – com 2,79 bilhões de arrecadação. Na verdade, a Disney tem 5,5 filmes entre as seis maiores bilheterias de 2019. É que “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que também ultrapassou US$ 1 bilhão, é uma coprodução com a Sony – que detém a exclusividade de sua distribuição. Até metade de agosto, nenhum outro estúdio atingiu US$ 1 bilhão em bilheteria em 2019. Apenas a Disney e sua parceria com a Sony tiveram esse nível de sucesso. Trata-se de um fenômeno histórico. Até 2019, nenhum ano tinha registrado cinco filmes com faturamento superior a US$ 1 bilhão. Já foram seis. E a Disney ainda tem para lançar “Malévola: Dona do Mal” (em outubro), “Star Wars – A Ascensão Skywalker” (dezembro) e “Frozen 2” (novembro nos EUA, mas apenas em janeiro de 2020 no Brasil). A marca celebrada por “Toy Story 4” também representa o quarto filme da Pixar a ingressar no clube dos bilionários, junto a “Os Incríveis 2”, “Toy Story 3” e “Procurando Dory”. De seu total, “Toy Story 4” faturou US$ 421,8 milhões no mercado interno e US$ 579,9 milhões internacionalmente, totalizando US$ 1,002 bilhão.
Longa animado de Invasor Zim ganha primeiro trailer na véspera da estreia
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Invasor Zim e o Florpus”, animação que retoma a história do extraterrestre que tenta dominar o planeta ao lado de seu fiel robô, GIR. Este é o primeiro longa derivado da série criada por Jhonen Vasquez, que estreou na Nickelodeon em 2001 e durou apenas duas temporadas devido à baixa audiência. Ironicamente, graça às reprises, a série se tornou com o tempo uma das mais populares do canal pago infantil. Para quem não conhece o desenho, Zim é um invasor alienígena de um planeta chamado Irk, que ao tentar subjugar e destruir a raça humana é invariavelmente frustrado por uma combinação de seus próprios erros, o mal funcionamento de seu robô-servo GIR e pelas ação um investigador paranormal adolescente chamado Dib, um dos poucos que conhece a verdadeira identidade de Zim. O filme acrescentará mais um elemento de frustração na vida de Zim, que descobrirá que seus chefes nunca tiveram a pretensão de invadir a Terra, acabando com sua confiança. Apesar de “Invasor Zim e o Florpus” estrear já nesta sexta (16/8) em streaming, a Netflix Brasil não se deu ao trabalho de divulgar a produção. O trailer abaixo é americano, sem legendas, e o fato de surgir a dois dias da estreia é outro sinal da empolgação da plataforma com o produto.












