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  • Série

    Star Wars Resistance: Trailer da 2ª temporada traz Kylo Ren e revela que a série vai acabar

    14 de agosto de 2019 /

    O Disney Channel divulgou o trailer da 2ª temporada de “Star Wars Resistance”. Além de muita ação, naves espaciais, alienígenas e participações especiais, a prévia também revela que os próximos episódios serão os últimos da série, que será concluída ao final da temporada. Como todas as séries – e pensando nisso, até os filmes – da franquia, a ação acompanha os esforços de um novato, que desta vez é Kazuda “Kaz” Xiono (dublado, em inglês, por Christopher Sean, de “Hawaii Five-0”). Ele é “um jovem piloto recrutado pela Resistência e encarregado de uma missão ultrassecreta para espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem”, de acordo com a sinopse oficial. A série se passa no período da nova trilogia cinematográfica, iniciada por “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e apresenta personagens dos filmes. A 1ª temporada incluiu o robô BB-8, o piloto Poe Dameron e a vilã Capitão Phasma (dublados por seus intérpretes cinematográficos, Oscar Isaac e Gwendoline Christie). A prévia da 2ª temporada traz ainda o vilão Kylo Ren (Adam Driver). Criada por Dave Filoni (responsável por “Star Wars Rebels”), a nova série inclui entre seus dubladores os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Elijah Wood (“O Senhor dos Anéis”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”), Josh Brener ( “Silicon Valley”) e Rachel Butera (“Golan the Insatiable”), e terá ainda participações de Joe Manganiello (“Magic Mike”), Daveed Diggs (“The Get Down”) e Lucy Lawless (“Xena: A Princesa Guerreira”). A estreia da 2ª e última temporada está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos. A rápida conclusão da produção pode ter relação com o lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), que irá abrigar séries exclusivas da saga “Star Wars”.

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  • Série

    Série baseada no clássico O Cristal Encantado ganha trailer dublado em português

    13 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer dublado em português da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. Assim como na trama original, a série se passa no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. A trama vai mostrar Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas que o vídeo nacional esconde. A Netflix pagou uma verdadeira fortuna só para contar com as vozes da produção, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Nada disso é valorizado na divulgação nacional. “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto, e quem quiser ouvir as vozes originais precisa encarar o vídeo original da Netflix americana (sem legendas), disponível abaixo.

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  • Filme

    O Rei Leão vira maior bilheteria mundial do estúdio Walt Disney

    11 de agosto de 2019 /

    A Disney comemorou mais um recorde mundial neste fim de semana. Ao atingir US$1,3 bilhão de faturamento mundial, “O Rei Leão” ultrapassou “A Bela e a Fera” (US$ 1,2B) como a maior bilheteria de todos os tempos do estúdio original de Walt Disney (isto é, de uma produção que não é da Marvel, Pixar ou Lucasfilm). O total arrecadado pela animação computadorizada do diretor Jon Favreau é de US$ 1,335 bilhão globais. O valor representa a 12ª maior bilheteria de todos os tempos. Considerando apenas os lançamentos de 2019, “O Rei Leão” só fez menos sucesso que “Vingadores: Ultimato”, conquistando o 2º lugar no mercado norte-americano (US$ 473,1M), internacional (US$ 861,5M) e mundial. O filme também é a segunda maior bilheteria do ano no Brasil, onde já foi visto por cerca de 15 milhões de espectadores e acumulou mais de R$ 220 milhões de arrecadação. Para completar, até o sábado (10/8), ainda permanecia em 1º lugar no ranking nacional.

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  • Série

    CBS All Access anuncia primeiras séries animadas infantis

    8 de agosto de 2019 /

    A plataforma CBS All Access anunciou a produção de suas primeiras animações infantis. O serviço de streaming da rede CBS, que até então privilegiava apenas programação adulta, encomendou uma atração inspirada no longa “Tá Chovendo Hambúrguer” e um remake da série clássica “Danger Mouse”. Vale lembrar que “Tá Chovendo Hambúrguer” já tinha virado série – duas temporadas foram exibidas até o ano passado no Cartoon Network. A produção da Sony gira em torno de um cientista maluco bem intencionado e seus amigos, após uma invenção transformar fast food em criaturas vivas. O longa original de 2009 lançou as carreiras dos cineastas Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). Já “Danger Mouse”, por sua vez, vai para a terceira encarnação. A série britânica original é de 1981 e ganhou um reboot recente em 2015, que durou duas temporadas. A produção da BBC gira em torno de um rato que é agente secreto. Além das produções originais, a CBS All Access adquiriu várias séries clássicas, incluindo o “Danger Mouse” original, além de “Inspetor Bugiganga”, “As Aventuras de Paddington”, “Madeline” e “Lorde Gato e a Turma do Abobrinha” (Heathcliff), totalizando mais de mil episódios para seu catálogo. A estreia dessa programação deve acontecer no final do ano.

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  • Série

    Série animada baseada no mangá Blade of the Immortal ganha primeiro teaser

    8 de agosto de 2019 /

    A Amazon divulgou o primeiro teaser da nova série animada de “Blade of the Immortal”, adaptação do famoso mangá homônimo de Hiroaki Samura. Os quadrinhos, que começaram a ser publicados em 1993 e se encerraram em 2012, contam a história Manji, um samurai amaldiçoado com a imortalidade e que precisa matar mil homens malvados para poder quebrar a maldição. A trama já rendeu uma série animada em 2008 e um filme live-action em 2017, dirigido por ninguém menos que Takashi Miike (“13 Assassinos”) e lançado no Brasil com o título aleatório de “O Habitante do Infinito”. O novo anime tem roteiro de Makoto Fukami (“Resident Evil: A Vingança”) e direção de Hiroshi Hamasaki (“Homem de Ferro: A Batalha Contra Ezekiel Stane” e “Orange: Futuro”). A previsão de lançamento é para outubro, exclusivamente na plataforma de streaming.

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  • Filme

    Novo filme animado da Mulher-Maravilha ganha trailer e cena inédita

    7 de agosto de 2019 /

    A DC divulgou o pôster, o trailer e uma cena de seu novo longa animado, “Wonder Woman: Bloodlines”. As prévias mostram uma nova versão da origem da Mulher-Maravilha, recriando o momento em que Steve Trevor cai na ilha de Themyscera. O detalhe é que isso acontece nos dias atuais. O trailer também traz a heroína enfrentando diversos vilãs clássicas, como Tigresa, Cisne Prateado e Doutora Veneno. Com direção de Justin Copeland (“Batman: Silêncio”) e Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”), o filme é a sexta produção da DC em que Rosario Dawson (“Luke Cage”) dubla a heroína (desde “Liga da Justiça: Trono de Atlântida” em 2016). Steve Trevor, por sua vez, ganha a voz de Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e o elenco de apoio inclui Marie Avgeropoulos (“The 100”), Constance Zimmer (“UnReal”) e Nia Vardalos (“Casamento Grego”). A animação será lançada direto em VOD e Blu-ray, em data ainda não anunciada.

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  • Série

    Nickelodeon vai produzir nova série animada do Garfield

    7 de agosto de 2019 /

    A Viacom adquiriu os direitos das tirinhas de Garfield, de Jim Davis, para lançar uma nova série animada do famoso felino, que será transmitida pelo canal pago infantil Nickelodeon. A produção marcará a volta do gato às séries animadas, uma década após “O Show do Garfield”, que estreou em 2009. Além da produção da série, o contrato permite o licenciamento de produtos e criação de experiências físicas. Esse acordo marca mais um passo rumo ao nosso objetivo de nos tornarmos a primeira opção em conteúdo infantil. Estamos muito felizes em ter Garfield como parte do nosso portfólio e mais felizes ainda em apresentá-lo para novas as gerações”, disse Brian Robbins, presidente da Nickelodeon. A previsão de estreia da nova série de “Garfield” é para 2020.

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  • Filme

    A Família Addams ganha dois novos trailers bem diferentes

    7 de agosto de 2019 /

    O longa animado “A Família Addams” ganhou dois trailers e duas coleções de pôsteres. A Universal divulgou uma prévia dublada em português para o Brasil, enquanto a MGM lançou outra completamente diferente nos Estados Unidos, com as vozes dos intérpretes famosos que só os americanos vão ouvir nos cinemas. Veja abaixo. Os vídeos acompanham a mudança dos Addams para sua famosa mansão assombrada e revelam como a amizade de Wandinha com uma menina de sua nova escola enfurece a mãe da garota, uma perua conservadora de extrema direita, que organiza um movimento para expulsar a família monstruosa da vizinhança – trata-se de uma analogia nada sutil com o comportamento de racistas e homofóbicos. Os estúdios pagaram uma fortuna para os brasileiros não ouvirem Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) virarem seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) tornar-se o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnar a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação destaca a vilã Margaux Needler, que não será ouvida no Brasil com a voz de Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. O atual lançamento é o primeiro longa animado da franquia. Tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    O Rei Leão mantém liderança e já é segunda maior bilheteria do Brasil em 2019

    5 de agosto de 2019 /

    Faltou combustível para “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” superar “O Rei Leão” no Brasil. A animação computadorizada da Disney continuou reinando nas bilheterias brasileiras pela terceira semana seguida, como o filme com maior público e arrecadação nos cinemas nacionais. De quinta (1/8) a domingo (4/8), foram 1,3 milhão de espectadores e R$ 23,7 milhões de arrecadação. Fenômeno de popularidade desde o lançamento em 18 de julho, “O Rei Leão” já foi visto por mais de 12,2 milhões de brasileiros e acumula mais de R$ 205 milhões em bilheteria, segundo dados divulgados pela Comscore. Estes números só perdem para “Vingadores: Ultimato” no país. O derivado de “Velozes e Furiosos” estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham precisou se contentar com o 2º lugar. O longa estreou na última quinta em mais de 1,5 mil telas (metade do circuito nacional), mas rendeu R$ 10 milhões a menos que a animação, arrecadando R$ 13,7 milhões para um público estimado de 747 mil pessoas. “Homem-Aranha: Longe de Casa” completou o Top 3 nacional, com grande distância – R$ 2,2 milhões. Veja abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, de acordo com a Comscore. TOP 10 #bilheteria Finde 1 a 4/08:1. O Rei Leão2. Velozes e Furiosos3. Homem Aranha Long De Casa4. Toy Story 45. Turmada Monica 6. Pets Vida Secreta dos Bichos 27. Ted Bundy 8. As Trapaceiras9. Ultima Loucura de Claire Darlinghttps://t.co/xbS0paEmMW Rainhas da Torcida — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 5, 2019

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  • Série

    Aggretsuko é renovada para 3ª temporada

    4 de agosto de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação da série animada japonesa “Aggretsuko” para sua 3ª temporada. A produção de novos episódios foi comunicada exclusivamente pelas redes sociais da divisão japonesa da plataforma. Veja abaixo. O anime é estrelado por uma simpática panda vermelha de 25 anos chamada Retsuko, que tem um trabalho burocrático de estagiária durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal – é quando vira Aggretsuko, a versão agressiva de Retsuko. “Aggretsuko” foi concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), para representar uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Por sinal, a criadora da personagem, conhecida apenas como Yeti, descreveu Aggretsuko para a rede CNN justamente como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A 2ª temporada foi lançada em junho em streaming. ⚡速報⚡『#アグレッシブ烈子』シーズン3制作決定? 初めて台湾を訪れ、台湾漫画博覧会のステージに登場した烈子✨スペシャルゲストのへヴィメタル・バンド「ソニック」のボーカル、フレディ・リムと絶叫バトルを繰り広げ、ファンからの大きな拍手に大歓喜!続報をお楽しみに?#ネトフリアニメ — Netflix Japan Anime (@NetflixJP_Anime) 4 de agosto de 2019

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  • Música,  Série

    Animação Mundo Bita ganha clipe com música de Pitty

    3 de agosto de 2019 /

    A animação “Mundo Bita” ganhou um clipe exclusivo. Com imagens ambientadas no mundo circense da atração, que surgiu em aplicativos e DVDs, antes de fazer sucesso no YouTube, na Netflix e no Discovery Kids, o clipe destaca a música “Coragem”, cantada por Pitty especialmente para a série. “Coragem” foi composta por Chaps Melo, criador dos personagens e responsável pelas músicas de “Mundo Bita”. Desenvolvida pela produtora pernambucana Mr. Plot, a série é uma animação essencialmente musical, ensinando as crianças a lidarem com o mundo por meio de canções que abordam desde a preservação da natureza e criação dos filhos até questões atualíssimas, como igualdade de direitos para meninos e meninas e inclusão de deficientes físicos. A músicas também são lançadas em discos. E um desses discos, “Bita e a Natureza”, foi indicado ao Grammy Latino como Melhor Álbum Infantil no ano passado.

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  • Etc,  Série

    Russi Taylor (1944 – 2019)

    28 de julho de 2019 /

    Russi Taylor, que foi dubladora da ratinha Minnie Mouse por mais de três décadas nas animações da Disney, morreu aos 75 anos na Califórnia. A informação foi confirmada no sábado (27/7) em comunicado do estúdio. A causa da morte não foi divulgada. “Minnie Mouse perdeu a voz com a morte de Russi Taylor”, disse Bob Iger, presidente e diretor-executivo da companhia, no comunicado. “Por mais de 30 anos, Minnie e Russi trabalharam juntas para entreter milhões em todo o mundo – uma parceria que fez de Minnie um ícone global e de Russi uma lenda da Disney amada por fãs em todos os lugares”, completou. Ela começou a dublar Minnie em 1987 e, no ano seguinte, deu voz à personagem no filme clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit”. Desde então, sempre que Minnie apareceu num desenho, fosse uma participação na série de Tico e Teco ou um vídeo como “Mickey, Donald e Pateta: Os Três Mosqueteiros”, foi Russi quem lhe deu voz. E ela permanecia ativa na função na atual série do “Mickey Mouse”, produzida desde 2013 pelo estúdio. A ligação com o Mickey também se estendeu aos bastidores. Russi conheceu o seu marido, Wayne Allwine, no microfone ao lado. Ele era, curiosamente, o dublador do Mickey desde 1977. As vozes de Mickey e Minnie se casaram na vida real em 1991 e ficaram juntos até a morte dele, em 2009. A dubladora também deu voz ao menino Martin Prince por quase 30 anos em “Os Simpsons”. O colega de aula de Bart, introduzido em 1990, foi seu segundo personagem mais longevo, e deverá ser aposentado da série animada após sua morte. Seu timbre vocal também animou a versão bebê de Gonzo em “Muppet Babies”, a versão adolescente de Pedrita, a filha dos Flintstones, em várias séries e games, a pata Margarida no longa “Fantasia 2000”, os sobrinhos do Pato Donald, Huguinho, Zezinho e Luisinho, no primeiro “DuckTales”, entre muitos outros personagens clássicos dos desenhos americanos.

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  • Filme

    Remake de O Rei Leão é tão realista que se torna sério demais

    27 de julho de 2019 /

    A obsessão da Disney em realizar remakes live-actions de suas animações chega ao maior clássico do estúdio nos últimos 25 anos, “O Rei Leão”. A escolha de Jon Favreau para dirigir o longa é óbvia, afinal ele fez um milagre com “Mogli, O Menino Lobo”. Não somente elevando a qualidade dos efeitos visuais com um realismo impressionante na renderização de seus animais, mas por atualizar o desenho de meio século sem se render à nostalgia. Os efeitos estão ainda melhores em “O Rei Leão”. Entretanto, o original ainda é relativamente atual e perfeito em sua forma original. Isto rendeu um remake mais reverente que “Mogli”, praticamente seguindo o roteiro do filme de 1994, numa recriação das cenas quadro a quadro. Sem nada para acrescentar à história, restou a Favreau concentrar toda sua energia na tecnologia. Ele é bom no que faz, tanto que a diferença entre “Mogli” e “O Rei Leão” é vista em cada frame. O nível alcançado pelo fotorrealismo faz cair o queixo com locações que parecem existir de verdade, embora inspiradas na animação clássica. Mas é tudo – menos uma cena – computação gráfica. Isso quer dizer que “O Rei Leão” atingiu o topo e, agora, o desafio é superar a qualidade de seus efeitos. Por outro lado, como os animais são realistas demais, essa versão se torna mais séria, o que prejudica um pouco o resultado. Nem é o caso de observar que os animais não apresentam expressões humanas como no desenho. Não é que falta alma, porque animais têm suas expressões e elas estão lá. O problema é outro. Em “Babe”, por exemplo, os animais falam, porém ninguém esperneou. Em “O Rei Leão”, eles ainda cantam. A diferença é que “Babe” era apresentado como uma fábula. “O Rei Leão” não. É para ser “real”. E aí entra um equívoco de premissa, porque animais não falam e, muito menos, cantam. Favreau foi ao limite de limar as coreografias do desenho, que não combinariam com o objetivo de tornar seu filme o mais realista possível. Então, não há elefantes e avestruzes em cima uns dos outros, para que Simba possa cantar lá no alto. Os bichinhos apenas andam e… cantam. As diferenças entre as histórias são mínimas. Ambas têm como base a jornada do herói, além de “Hamlet”, de William Shakespeare, e o evidente “Kimba, o Leão Branco”, de Osamu Tezuka. A versão CGI inclui leoas mais valentes e alguns detalhes escatológicos que não constam do original, mas a verdade é que só agrada porque o filme de 1994 tem uma uma história extraordinária. “O Rei Leão” clássico tornou-se uma influência tão grande que seu impacto pode ser traçado até “Pantera Negra”. Já a versão de Jon Favreu não deixará qualquer outro legado que não seja a evolução dos efeitos digitais. Não é pouca coisa. Mas também não é muita coisa.

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