Diretor compartilha vários vídeos e fotos dos bastidores da série do Monstro Pântano
O diretor Len Weiseman (“Anjos da Noite”) compartilhou em seu Instagram vários vídeos e fotos dos bastidores das filmagens da série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano. Ele chegou a postar até a explosão que origina a criatura do título. Vídeos e imagens destacam também a participação da atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham” e ficou com o papel principal na nova série da DC Comics. Ela viverá a protagonista Abby Arcane. A série pretende mudar ligeiramente a trama criada em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Alec Holland, por sua vez, será vivido por Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo e aparece numa das fotos e num vídeo abaixo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A produção também confirmou três mudanças raciais em relação aos quadrinhos. A atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) será Liz Tremayne, mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), por sua vez, incorporará Madame Xanadu, que tem suas próprias aventuras na DC Comics desde 1978. A mudança racial joga por terra sua cronologia dos quadrinhos, onde é retratada como a encarnação moderna da feiticeira Nimue da lenda medieval do Rei Arthur. Já Henderson Wade (“Extant”) viverá Matt Cable, que não mudou só de etnia em relação aos quadrinhos. Introduzido na primeira edição do Monstro do Pântano em 1972 como um agente federal encarregado de proteger o cientista Alec Holland, ele passa boa parte do arco original da história perseguindo o Monstro, a quem culpa pela morte de Holland, sem saber que os dois são a mesma pessoa. Nos quadrinhos, ele ainda acaba se envolvendo e casando com Abby Arcane, num triângulo bizarro com a criatura de Louisiana, antes de ter um final terrível. Tudo isso foi abandonado na série, em que Matt Cabble surgirá como filho da xerife Lucilla Cable (criada para a atração) e como ex-namorado de Abby na adolescência. Já a xerife Cable, descrita como durona, tem interpretação de ninguém menos que Jennifer Beals (das séries “Taken”, “The L Word” e do musical clássico “Flashdance”). Além destes, três vilões foram anunciados. Virginia Madsen (“Designed Survivor”) viverá Maria Sunderland, que trocou sua educação privilegiada pelos pântanos quando se casou com o magnata do comércio local Avery Sunderland, mas a obsessão da vida de Avery pelo pântano causou uma ruptura entre eles. Sua vida equilibrada é abalada ainda mais quando o retorno de Abby Arcane desperta uma tristeza profunda pela perda de sua filha, Shawna, atraindo-a para os sombrios mistérios sobrenaturais que emergem do pântano. A personagem não aparece nos quadrinhos, mas Avery Sunderland tem presença importante na trama, como um general que comanda uma grande corporação científica, interessado em caçar e estudar o Monstro do Pântano, de forma similar ao que acontece no filme vencedor do Oscar “A Forma da Água” (2017). A versão de carne e osso do personagem será vivida por Will Patton (“Falling Skies”). Um dos cientistas encarregados por Sunderland para fazer testes na criatura é Jason Woodrue, cujo nome é bem conhecido dos leitores dos quadrinhos, por se tornar o Homem Florônico. Supervilão deformado por experiências, ele costumava enfrentar super-heróis até o escritor Alan Moore recriá-lo nas páginas do Monstro do Pântano. Seu intérprete na série é Kevin Durand (da série “The Strain”). Com esta relação de personagens, é possível deduzir a trama de grande parte da temporada, num mix da origem do personagem e do começo do arco de Moore na publicação. Mas, curiosamente, o principal antagonista dos quadrinhos não foi escalado: Anton Arcane. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal” e “Aquaman”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman, mas não há mais informações sobre quem fará os demais capítulos. A série “Swamp Thing” será disponibilizada na plataforma de streaming DC Universe em maio nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. @pedroluque always adding a spot of romance to the occasion Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 9:35 PST Visualizar esta foto no Instagram. Actors Are Traveling @crystalmreed @andybeanofficial #SwampThing #ShootDay??? Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 11:31 PST Visualizar esta foto no Instagram. Saw this on local news – had no idea they were hiding in the bushes – could have used the fifth camera #Overboard #SwampThing Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 8:08 PST Visualizar esta foto no Instagram. Anatomy Class with @andybeanofficial and @crystalmreed Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 11:38 PST Visualizar esta foto no Instagram. Swamp Photo Booth Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 15 de Dez, 2018 às 11:44 PST
Shadowhunters: Primeiro comercial do final da série explora morte da protagonista
O canal americano Freeform divulgou o primeiro comercial da metade final da 3ª temporada de “Shadowhunters”. A prévia dramática reforça o sentimento de culpa de Jace (Dominic Sherwood) pela morte de Clary (Katherine McNamara). Claro que os fãs não precisam se preocupar, pois até Jace já “morreu” na série. Foi no final da temporada anterior, quando os papéis estavam invertidos e quem chorava era Clary. Mas ele melhorou de saúde logo em seguida. Com essa criatividade toda, a série acabou cancelada. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os 10 episódios originalmente produzidos para a midseason e mais dois capítulos “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes sejam apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptam o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare. O final de “Shadowhunters” começa a ser exibido em 25 de fevereiro nos Estados Unidos.
Brooklyn Nine-Nine parodia Law & Order em novo comercial
A rede NBC divulgou um novo comercial da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que, desta vez, parodia “Law & Order”, mostrando as trapalhadas do esquadrão da delegacia 99 com a narração solene que marcava a abertura da clássica série criminal. Compare abaixo. A série vai estrear na NBC após ter sido cancelada pela Fox durante os upfronts de maio. O resgate aconteceu em tempo recorde, menos de 24 horas, porque “Brooklyn Nine-Nine” é uma produção da NBCUniversal, estúdio que faz parte do mesmo conglomerado da NBC (Comcast), e o presidente da rede é fã da produção. “Desde que vendemos este programa para a Fox, eu me arrependi de deixá-lo escapar, e já era hora de voltar para sua legítima casa”, disse o presidente Robert Greenblatt, no comunicado do resgate/renovação. A 6ª temporada da série, porém, terá uma baixa. A atriz Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti, revelou que vai sair da atração. Ela fez parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios já exibidos. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A estreia da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” está marcada para 10 de janeiro.
The Walking Dead foi a série mais pirateada por torrent em 2018
O site Torrent Freak publicou seu ranking anual das séries mais pirateadas via torrent. E como em 2018 não teve “Game of Thrones” o campeão foi “The Walking Dead”, quebrando uma sequência de seis anos seguidos da série da HBO. Não chega a ser surpresa, já que “The Walking Dead” foi a segunda série mais baixada durante o reinado de “Game of Thrones”. Curiosamente, logo depois da produção do canal pago AMC aparecem duas séries da TV aberta americana, “The Flash” e “The Big Bang Theory”, em 2º e 3º lugares. As séries de super-heróis da DC, por sinal, dominam o ranking, com a inclusão ainda de “Titãs” (Titans), “Arrow” e “Legends of Tomorrow” no Top 10. Outro detalhe que chama atenção é a ausência de produções originais da Netflix. O ranking se refere apenas à séries pirateadas via torrent. Vale lembrar que, atualmente, piratas oferecem até streaming. Confira o Top 10 abaixo. 1. “The Walking Dead” 2. “The Flash” 3. “The Big Bang Theory” 4. “Vikings” 5. “Titans” 6. “Arrow” 7. “Supernatural” 8. “Westworld” 9. “Legends of Tomorrow” 10. “Suits”
Estreia de Black Mirror: Bandersnatch revela primeira série live-action interativa da Netflix
A Netflix finalmente divulgou as primeiras informações sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, disponibilizado nesta sexta (28/12). Mas a esta altura nem precisava, pois o público já deve ter descoberto por conta própria. Conforme apontavam rumores, trata-se da primeira experiência interativa para adultos do serviço de streaming. Ao longo do filme, o espectador é convidado a fazer escolhas para o protagonista da história. As decisões acontecem de forma simples, pela seleção de uma entre duas alternativas que lhe são oferecidas durante várias cenas. Usando toque na tela, mouse ou controle remoto, cada opção leva a trama para um determinado rumo. Elas começam com opções simples, como o que comer no café da manhã, e acabam conduzindo a escolhas éticas, potencializando conflitos aflitivos de quem precisa decidir o destino do personagem. O espectador tem um determinado tempo para decidir. Se optar por não fazê-lo, a história segue um rumo pré-determinado, apresentando sua versão mais simplificada. É possível conduzir o filme à sua conclusão em até 90 minutos. Mas também assisti-lo por 2h30. O recomendado é não recomeçar a vê-lo após o final e sim continuar assistindo mesmo depois dos créditos aparecerem, pois a inteligência artificial do mecanismo interativo oferecerá de novo o longa levando em conta as opções anteriores, para que a história não se repita. Ao todo são cinco finais possíveis e múltiplas variações da história. O resultado é impressionante e deixa para trás as experiências anteriores na criação de uma narrativa interativa. Vale lembrar que a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais, mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Tudo isso se dá no contexto propício de uma trama sobre games interativos dos anos 1980, época em que os jogos de computador de aventuras (choose your own adventure) tinham se tornado muito populares – uma fase que durou até a chegada dos jogos de tiros. No filme, o protagonista vivido por Fionn Whitehead (“Dunkirk”) começa a desenvolver um game chamado “Bandersnatch”, mas o trabalho o leva ao limite de sua capacidade, após ele decidir explorar realidade virtual, tecnologia inexistente na época em que a história se passa. “Bandersnatch” é o nome de uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mas também foi o título de um jogo anunciado em 1984, ano em que se passa o filme. E ele nunca foi lançado. A direção é do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”), que já havia comandando um episódio de “Black Mirror”: “Metalhead” na temporada passada. E há um easter egg do cão-robô daquele capítulo no filme interativo. O elenco ainda destaca Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). Assista abaixo ao trailer disponibilizado na quinta (27/12) do filme de “Black Mirror”, que em nenhum momento avisa se tratar de uma experiência interativo. Segundo Carla Engelbrecht, diretora de inovação de produtos da Netflix, a ideia era realmente fazer segredo. “Percebemos que agir um pouco mais silenciosamente significaria que mais pessoas poderiam tentar dar uma chance à experiência, em vez de ficarem refletindo sobre isso por um tempo”, ela disse à revista The Hollywood Reporter. A tecnologia pode ser inovadora – e será usada em novos projetos interativos da Netflix -, mas a ideia de que segredo é publicidade reprova em qualquer teste científico.
Filme de Cavaleiros do Zodíaco com atores reais ganha primeiro pôster
A empresa japonesa Toei Animation divulgou o primeiro pôster do filme live-action de “Cavaleiros do Zodíaco”. A arte traz apenas a silhueta do protagonista Seiya, sem revelar maiores detalhes. A adaptação da famosa série animada tem direção do polonês Tomasz Baginski, que venceu o Oscar de Melhor Curta Animada por “Katedra” (2002) e se tornou conhecido por criar as introduções do game “The Witcher”. Ele também está envolvido com a adaptação de “The Witcher” na Netflix. Intitulado em inglês “Saint Seiya: Knights of the Zodiac”, a produção será estrelada por atores reais, mas o elenco ainda não foi divulgado. Tampouco há detalhes sobre qual trama será filmada. O mangá original dos “Cavaleiros do Zodíaco” foi criado por Masami Kurumada em 1986, mas a febre mundial se deve à série animada, adaptada de forma bastante fiel pela Toei Animation, e com produção quase simultânea à publicação dos quadrinhos, entre 1986 e 1989. Inspirada na mitologia grega, a trama acompanhava a evolução de um jovem órfão chamado Seiya, que obtém a Armadura de Bronze de Pégaso, uma veste usada pelos guerreiros da deusa grega Atena, conhecidos como Cavaleiros, e a partir daí enfrenta lutas intermináveis. A trama original já inspirou um recente longa animado, “Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário” (2014), que recriou a história de Kurumada por meio de computação gráfica, com direção de Keiichi Sato (diretor do anime de terror “Ashura”). Além disso, a Netflix vai lançar um remake da animação clássica, desta vez produzido com computação gráfica – e algumas mudanças polêmicas – , que estreia 2019, em data a ser definida.
PEN15: Série adolescente estrelada por mulheres adultas ganha primeiro teaser bizarro
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser de “PEN15”, uma nova série de comédia sobre as dificuldades da adolescência, produzida pela trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone). A série se passa no ano 2000 e traz Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”) como duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que as duas atrizes tem bem mais de 20 anos de idade – mais de 30 no caso de Maya Erskine – , e isto é aparente nas cenas adiantadas, o que resulta em cenas bizarras, já que elas contracenam com crianças de 13 anos de verdade. Além de estrelar, as duas criaram a série, baseando-se em suas próprias experiências juvenis. E, sim, “PEN15” é uma forma juvenil de escrever “penis”. A série estreia em 8 de fevereiro nos Estados Unidos.
Miracle Workers: Série de anjos estrelada por Daniel Radcliffe ganha primeiro trailer
O canal pago TBS divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Miracle Workers”, série passada no Céu, que traz Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) como um anjo idealista determinado a salvar o mundo, a partir do negligenciado departamento das Preces Atendidas. O problema é que só um milagre pode salvar o mundo. Mas o patrão de Daniel, também chamado de Deus, está mais inclinado a abrir um novo restaurante. Ou acabar com a vida na Terra. Não necessariamente nesta ordem. Sem saber o que fazer, caberá ao anjo lutar pela humanidade. O elenco destaca Steve Buscemi (“Boardwalk Empire”) como Deus, além de Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”), Karan Soni (“Deadpool”), Sasha Compere (“he Dead Girls Detective Agency”), Jon Bass (“A Grande Jogada”), além de participações de Angela Kinsey (“The Office”), Tituss Burgess (“The Unbreakable Kimmy Schmidt”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”), Tim Meadows (“Os Goldbergs”) e Chris Parnell (“Goosebumps 2: Halloween Assombrado”). A série é uma criação de Simon Rich, ex-roteirista do humorístico “Saturday Night Live”, que também criou a série de comédia romântica “Man Seeking Woman”. A estreia está marcada para 12 de fevereiro nos Estados Unidos.
Valley of the Boom: Série sobre a internet nos anos 1990 ganha novo trailer
O canal pago National Geographic divulgou o pôster, novas fotos e o segundo trailer da série “Valley of the Boom”, sobre o início da era da internet, que só agora ganhou data de estreia. A nova produção foca sua trama na chamada guerra dos browsers dos anos 1990, época em que o Netscape revolucionou a navegação online e popularizou a “web”, originalmente chamada de WWW (world wide web), e ameaçou o monopólio da Microsoft entre os softwares de computação. A produção é um híbrido que combina dramatização com depoimentos de técnicos de informática, especialistas variados e testemunhas dos eventos, em intervenções típicas de documentários televisivos. O formato híbrido já tinha sido experimentado pelo canal na série “Mars”, renovada para a 2ª temporada, apesar de ter decepcionado quem esperava uma sci-fi de ação. Não é exatamente excitante ter uma cena interrompida para que um técnico explique o que está acontecendo. O detalhe é que quando deixa de ser séria, a série é uma comédia, com diálogos que pendem para o humor negro, aumentando ainda mais o ruído estrutural. Criada, escrita, produzida e dirigida por Matthew Carnahan (criador da série “House of Lies”), “Valley of the Boom” traz em sua parte cômica os atores Lamorne Morris (série “New Girl”), Steve Zahn (série “The Crossing”), John Karna (série “Scream”) e Bradley Whitford (“Corra!”). A jornalista Arianna Huffington, fundadora do site The Huffington Post, é uma das produtoras da atração, que terá seis episódios. A estreia está prevista para 13 de janeiro nos Estados Unidos.
Os Crimes ABC: John Malcovich vira o detetive Poirot no trailer da minissérie de suspense
A Amazon divulgou o primeiro trailer de “The ABC Murders”, adaptação do romance de mistério “Os Crimes ABC”, de Agatha Christie. A prévia revela em detalhes o mistério do serial killer que matava suas vítimas por ordem alfabética, explorando os assassinatos de forma bastante tensa. Além disso, destaca a nova versão televisiva do icônico detetive Hercule Poirot, visto mais recentemente no cinema na adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”. O personagem é vivido na minissérie por John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”). O detalhe é que, desta vez, ele é considerado tão suspeito quanto qualquer outro envolvido nos crimes, despertando a desconfiança do inspetor Crome, papel de Rupert Grint (da franquia “Harry Potter”), por seu conhecimento dos métodos do assassino. O elenco também inclui Andrew Buchan (série “Broadchurch”), Eamon Farren (série “Twin Peaks”), Tara Fitzgerald (série “Game of Thrones”), Shirley Henderson (franquia “Harry Potter”), Kevin McNally (“Piratas do Caribea”), Gregor Fisher (“Simplesmente Amor”) e Jack Farthing (“Poldark”). “Os Crimes ABC” é dos mistérios menos filmados de Poirot. Anteriormente, só tinha sido adaptado no cinema em 1965, e de forma bem diferente da vista na série, como uma comédia estrelada por Tony Randall (“Adorável Pecadora”). O roteiro foi escrito por Sarah Phelps, em sua terceira minissérie baseada em livros de Agatha Christie – após as adaptações de “Testemunha de Acusação” e “Punição para a Inocência”. Com três episódios, a minissérie começou a ser exibida na quarta (26/12) pela rede BBC no Reino Unido e será disponibilizada no resto do mundo pela plataforma Prime Video, da Amazon, no dia 1 de fevereiro.
2018 registra recorde de séries brasileiras em streaming
Este recorde é até ridículo de ser registrado pela facilidade de ser atingido. Mas está anotado. Em 2018, o Brasil superou o número total (dois) de séries produzidas para streaming em relação a todos os anos anteriores. A primeira série brasileira exclusiva de streaming foi lançada em 2016. Mas “Supermax” teve apenas 11 de seus 12 episódios antecipados no Globo Play, com o último guardado para ser exibido em primeira mão na TV. Além disso, a distância entre o lançamento em streaming e a transmissão televisiva não foi longa. A situação mudou com a estreia da sci-fi “3%” pela Netflix em 2017, sem exibição na TV. Foi o primeiro lançamento brasileiro exclusivo do streaming. E acabou seguido por “Os Carcereiros”, disponibilizada na Globo Play com uma “janela” maior em relação à TV: dez meses antes de chegar na Globo. De apenas uma série em 2016, o número dobrou em 2017. E agora veio o salto. Neste ano, a Netflix lançou a 2ª temporada da “3%”, além de “O Mecanismo”, “Samantha!”, “Vai Anitta” e “Super Drags” (já cancelada), enquanto a Globo Play disponibilizou a comédia “Além da Ilha” e os dramas “Assédio”, “Ilha de Ferro” e a 2ª temporada de “Carcereiros”. Ao todo, são nove séries brasileiras de streaming. Número ainda baixo, mas que deve crescer muito em 2019, com produções já anunciadas. Só a Netflix pretende atingir o número de 10 séries originais brasileiras. Entre as próximas estreias da plataforma, estão “Coisa Mais Linda”, “O Escolhido”, “Spectros”, “Sintonia”, “Ninguém Está Olhando”, “Cidades Invisíveis” e “A Facção”. Além da Netflix e da Globo, a Fox também disponibiliza séries brasileiras em seu serviço de streaming – “Impuros”, “1 Contra Todos” e “Me Chama de Bruna”. Mas a estratégia de lançamento é simultânea à exibição televisiva, num padrão híbrido. De todo modo, a empresa prioriza a plataforma, ao disponibilizar as temporadas completas na Fox Play no dia de estreia, enquanto a programação televisiva agenda a exibição dos demais capítulos de forma semanal.
2018 registra número recorde de séries lançadas nos Estados Unidos
O ano de 2018 registrou um novo recorde no universo das séries. O balanço do mercado divulgado pelo canal pago FX revelou que canais e plataformas americanas lançaram mais séries neste ano do que em qualquer outro. Não só isso. Pela primeira vez, foram produzidas mais séries para streaming do que para a televisão aberta. Ao todo, foram lançadas 495 séries nos Estados Unidos no ano que está terminando. Deste total, 160 tiveram exibição em serviços de streaming, como Netflix, Hulu e Amazon, 146 nas grandes redes de televisão, 145 nos canais de pacotes básicos da TV paga (com intervalos comerciais, como AMC e USA) e mais 45 nos canais premium (sem intervalos, como HBO e Starz). O aumento de atrações nas plataformas de streaming se deve tanto pela encomenda descomunal de séries da Netflix, quanto pela chegada de novas opções, como Facebook Watch, DC Universe e YouTube Premium. Por outro lado, canais que investiam em séries deixaram de fazer isso na TV, como A&E e MTV. Essa conta de soma e subtração acabou impedindo um crescimento mais significativo. A diferença para o ano passado, em que o estudo do FX apontou a exibição de 487 séries diferentes, foram de apenas oito novas produções. Em termos de percentagem, o mercado ficou dividido assim: 32% do volume de séries vieram do streaming, 30% da TV aberta, 29% dos canais pagos básicos e 9% dos canais premium. Numa projeção para 2019, John Landgraf, diretor-executivo do FX, acredita na manutenção do crescimento, estimando uma produção de 530 séries. Mas este número pode se provar modesto, diante da chegada de novos serviços de streaming previstos para o ano que vem, como as plataformas da Apple, da Disney e da WarnerMedia.
Filme “misterioso” de Black Mirror ganha trailer e imagens na véspera da estreia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o trailer de “Black Mirror: Bandersnatch”. A prévia é tensa, com mais clima de terror que os episódios anteriores da série. E pela primeira vez não se passa no futuro, mostrando tecnologia e visual dos anos 1980. Mais exatamente de 1984, a famosa data orwelliana. A referência do título, porém, vem de outro livro. “Bandersnatch” é uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. A trama gira em torno de um jovem que começa a ter experiências estranhas após iniciar um jogo com este nome. E, além de mostrar os anos 1980, a prévia também traz elementos de episódios passados de “Black Mirror”, como o cão-robô de “Metalhead” (da 4ª temporada) e o símbolo de “White Bear” (da 2ª temporada). Havia rumores de que a produção seria interativa, mas não há nenhuma revelação nesse sentido no material largado na internet. Uma possível conexão com a trama reside no fato de os videogames com gráficos interativos terem surgido nos anos 1980. “Black Mirror: Bandersnatch” tem direção do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”) e traz em seu elenco Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). O projeto ganha trailer após muita especulação e silêncio da Netflix, num caso em que a má divulgação virou divulgação. Primeira comunicação oficial sobre o lançamento, o vídeo e as fotos foram revelados apenas um dia antes da estreia, e despejados na internet sem release ou maiores explicações. Faz sentido, já que a Netflix é uma entidade virtual misteriosa, quase que saída de um episódio de “Black Mirror”, e que cresce mais que qualquer outra no mundo, apesar de esconder seus dados e agir sem a menor transparência. A estreia acontece nesta sexta (28/12) por meio da nova tecnologia popularizada rapidamente por essa entidade misteriosa: streaming.












