Whiskey Cavalier: Série que tirou Lauren Cohan de The Walking Dead ganha novo trailer
A rede americana ABC divulgou um novo trailer de “Whiskey Cavalier”, série de comédia de espionagem que tirou Lauren Cohan (a Maggie) de “The Walking Dead”. Ele preferiu entrar nessa produção, em que ganhará mais, a continuar na série de zumbis sem receber o aumento que pediu para renovar. Na nova série, ela divide o protagonismo com Scott Foley (o Jake de “Scandal”). A prévia é repleta de ação e também divertidíssima, explorando a química do casal. Os dois encarnam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, lutando entre si para resolver o mesmo caso. Na trama, o trabalho da dupla inspira a formação de uma equipe multi-agências, que junta os dois agentes para lidar com ameaças contra o mundo, mas a maior ameaça que precisarão enfrentar é a dificuldade de lidar um com o outro. A comédia de ação foi criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, cancelada na 1ª temporada. E além do casal protagonista, tem um ótimo elenco de apoio, com destaque para Tyler James Williams (o Chris de “Todo Mundo Odeia o Chris”, que por sinal trabalhou com Cohan em “The Walking Dead”), Ana Ortiz (das séries “Ugly Betty” e “Devious Maids”) e Vir Das (“Goa Goa Gone”). “Whiskey Cavalier” tem estreia prevista para 27 de fevereiro nos Estados Unidos.
Especial de Ano Novo de Doctor Who ganha pôster e fotos
A BBC divulgou o pôster e as fotos do especial de Ano Novo de “Doctor Who”. Primeiro especial da Doutora vivida por Jodie Whittaker, o episódio também marcará o primeiro encontro da nova versão da personagem com os vilões mais tradicionais da série: os Daleks, criaturas alienígenas obcecadas por destruição. E esta não será a única referência clássica do especial. A Doutora vai adotar um cachecol colorido, lembrando que um cachecol já foi marca do Doutor vivido por Tom Baker. Mais longevo Doctor Who de todos, Baker estrelou a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. Intitulado “Resolution”, o especial vai ao ar em 1 de janeiro. E, depois disso, “Doctor Who” terá um hiato de nada menos que um ano, retornando apenas em 2020. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Crackle, da Sony.
Robô de O Império Contra-Ataca vai aparecer na primeira série live-action de Star Wars
O diretor-produtor Jon Favreau (“Mogli”, “Homem de Ferro”) publicou em seu Instagram uma nova imagem de personagem de “The Manalorian”, primeira série live-action ambientada na galáxia distante de “Star Wars”, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus). E se trata de um velho conhecido, ao menos para quem realmente prestou atenção nos filmes clássicos. Veja acima. Trata-se do robô IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980) junto com os caçadores de recompensas Boba Fett, Dengar, Bossk, Zuckuss e 4-LOM. A aparição de IG-88 reforça a conexão da série com Boba Fett e alimenta boatos de que outros caçadores de recompensa tenham presença na trama. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai” Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Jon Favreau revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O elenco da série destaca Pedro Pascal (“Narcos”), Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Mas os atores não são as únicas estrelas da produção. A série terá episódios comandados por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”) Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e até pela atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming da Disney.
Titãs: Trailer legendado revela cenas de vários capítulos e participações especiais
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Titãs” (Titans), que mostra cenas de diversos episódios da série da DC Comics, revelando as participações especiais de outros heróis e os poderes dos protagonistas em ação. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. Primeira atração lançada pela plataforma DC Universe, que por enquanto só opera nos Estados Unidos, “Titãs” chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação da versão dos Titãs dos anos 1980, ponto alto dos quadrinhos da DC Comics, além de comprovar a teoria de que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única, como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da série, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades do adolescente Grayson não deram origem à “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A ideia de formar um grupo teria surgido anos mais tarde, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Por isso, sua jornada na produção leva tanto ao nascimento dos Titãs quanto à sua transformação em Asa Noturna. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a adolescente para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Nos quadrinhos, ela é filha do demônio Trigon. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Além destes, os heróis ainda cruzam a Patrulha do Destino (Doom Patrol). Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerrou em 21 de dezembro nos Estados Unidos. E chega na Netflix no dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada, que introduzirá Superboy.
Teaser do especial de Doctor Who confirma que Jodie Whittaker enfrentará daleks no Ano Novo
Após o trailer do especial de Ano Novo de “Doctor Who” trazer a Doutora vivida por Jodie Whittaker dizendo a seus companheiros que eles estão prestes a enfrentar “a criatura mais perigosa do universo”, a BBC divulgou um novo teaser que revela de quem ela está falando. E basta um som: “Exterminate!”. Na língua dos whovians, isto é traduzido como daleks. O especial marcará o primeiro encontro de Whittaker com os vilões mais tradicionais da série, criaturas alienígenas obcecadas por destruição. E esta não será a única referência clássica do episódio. A Doutora vai adotar um cachecol colorido, lembrando que um cachecol já foi marca de um Doutor famoso, vivido por Tom Baker, que estrelou a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. Intitulado “Resolution”, o especial vai ao ar em 1 de janeiro. E, depois disso, “Doctor Who” terá um hiato de nada menos que um ano, retornando apenas em 2020. No Brasil, “Doctor Who” é disponibilizado pela plataforma Crackle, da Sony.
Escape at Dannemora: Mulher que inspirou série chama Ben Stiller de “mentiroso filadapu*”
Exibida pelo canal pago americano Showtime, a minissérie “Escape at Dannemora” rendeu elogios para a interpretação de Patricia Arquette (“Boyhood”), mas desagradou profundamente a mulher que inspirou sua história, supostamente real. Em entrevista ao The New York Post, Joyce “Tillie” Mitchell, que é interpretada por Arquette na TV, definiu com palavras fortes o trabalho do produtor e diretor Ben Stiller, acusando-a de inventar fatos, entre eles que ela teria feito sexo com os dois prisioneiros fugitivos. “Eu nunca transei com eles. Ben Stiller é um mentiroso filadapu* assim como o resto do mundo. Ele não se importa com a verdade. A única coisa que ele liga são os milhões que está ganhando por minha conta. Ele é um idiota”, disparou Mitchell. “Escape at Dannemora” mostra como dois assassinos condenados seduziram Tillie, uma mulher de 51 anos, mãe de família e empregada da alfaiataria do presídio, para ajudá-los a escapar da prisão em 2015. A verdadeira Tillie cumpre atualmente pena na prisão de Bedford Hills por sua participação a fuga. Ela admite que foi forçada a fazer sexo oral com os fugitivos. Mas que não foi participante consensual. “Naquela altura, eu tive que fazer. Eu fui idiota. Eles se aproveitaram da minha bondade. Eu queria poder voltar atrás com isso. Se eu pudesse voltar, eu teria falado a alguém”, finalizou. Na série, os criminosos são interpretados por Benicio del Toro (“Sicario: Dia do Soldado”) e Paul Dano (“Okja”). Criada pela dupla Brett Johnson e Michael Tolkin, roteiristas de “Ray Donovan”, “Escape at Dannemora” estreou em 18 de novembro e terá seu último episódio exibido no próximo domingo (30/12) nos Estados Unidos.
David Schwimmer vai estrelar sua primeira série de comédia desde Friends
David Schwimmer terá seu primeiro papel fixo numa série de comédia desde o final de “Friends” em 2004. O eterno Ross será protagonista de “Intelligence”, produção do canal pago britânico Sky. Na trama, ele interpreta um agente americano da NSA sedento por poder, que é realocado no Reino Unido. Ele se junta a Nick Mohammed (“Perdido em Marte”) no projeto, formando uma unidade do governo britânico que combate cyber crimes. Além de coestrelar com Schwimmer, Nick Mohammed é o criador da série. Schwimmer participou recentemente de “Will & Grace” e deve ter sentido saudades do humor televisivo. Numa guinada na carreira, após o fim de “Friends” o ator tinha optado por fazer papéis dramáticos, além de ter virado diretor. “Intelligence” terá seis episódios iniciais e será exibida internacionalmente pela Sky Vision.
Personagens originais de Digimon voltarão adultos no filme que marca 20 anos da animação
O anime clássico “Digimon” vai ganhar um filme, que marcará 20 anos de produção da série animada. Intitulado “Digimon Adventure The Movie”, o longa animado vai acompanhar as aventuras da equipe de digiescolhidos originais, que aparecerão adultos. Durante o evento Jump Festa’19, a Toei Animation revelou as primeiras artes com o visual dos personagens. Confira abaixo. Eles já tinham surgido mais velhos em outras produções, que os mostraram no colegial. Mas será a primeira vez que Taichi Yagami (Tai Kamiya), Yamato Ishida (Matt), Sora Takenouchi, Kōshiro Izumi (Izzy), Mimi Tachikawa, Joe Kido, Takeru Takaishi (T.K.) e Hikari Kamiya (Kari) aparecerão na casa dos 20 anos. O enredo ainda é um mistério e deve ser divulgado em breve. O longa estreia em 2019.
Cartões de Natal com personagens de Agents of SHIELD dão pistas sobre 6ª temporada
Os personagens de “Agents of SHIELD” entraram no clima natalino. O perfil oficial da série no Twitter publicou um vídeo com mensagem de boas festas e uma coleção de imagens promocionais que retratam individualmente os integrantes do elenco em cartões de Natal. Veja abaixo. As imagens contém pistas do desdobramento da 6ª temporada após os eventos traumáticos dos últimos capítulos. Elas confirmam que o agente Fitz (Iain De Caestecker) está de volta depois de morrer. A solução para seu retorno já tinha sido embutida no desfecho, ao mencionar o paradoxo da existência simultânea de outro Fitz, congelado em processo de criogenia. É complicado, mas ele existia em duas realidades ao mesmo tempo, como o Fitz que voltara do futuro para morrer e o Fitz que ainda estava esperando ser acordado no futuro. Um futuro, por sinal, alterado pelas ações da SHIELD. Na prática, o Fitz que aparece na foto é um Fitz que nunca chegou ao futuro, nem precisou, já que aquele futuro foi apagado. Além dele, outra aparição sugere novo paradoxo, pois as mudanças na linha temporal deveriam ter resultado no desaparecimento de Deke (Jeff Ward), o jovem neto de Fitz e Jemma (Elizabeth Henstridge). Mas Deke continua a existir no Natal de 2018. Mas alguém está faltando nas imagens. E é uma ausência significativa: ninguém menos que o agente Coulson (Clark Gregg), visto pela última vez aguardando sua morte natural. Ainda não há informações sobre a trama da temporada, que será menor que as anteriores, com apenas 13 episódios, e começará mais tarde, apenas em julho nos Estados Unidos. Como a série é a que mais tem relação com o universo cinematográfico da Marvel, o adiamento pode ser consequência de eventos do filme “Vingadores: Ultimato”, que estreia dois meses antes. Vale lembrar que, nos últimos episódios exibidos, “Agents of SHIELD” refletiu a chegada de Thanos na Terra, situando-se na época de “Vingadores: Guerra Infinita”. De todo modo, os fãs poderão rever o agente Coulson já em março. Ele vai aparecer no filme “Capitã Marvel”, previsto para março – e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva, que já se encontra renovada para seu sétimo ano. No Brasil, “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony. A holiday message so special you can enjoy it in two languages! #AgentsofSHIELD @YOSOYCORDOVA #HenrySimmons pic.twitter.com/EPgRwVbYDS — Agents of SHIELD (@AgentsofSHIELD) December 24, 2018
2ª temporada de Killing Eve ganha primeiras fotos
O canal pago americano BBC America divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada de “Killing Eve”. A série estrelada por Sandra Oh e Jodie Comer retorna para contar as consequências do confronto entre Eve e Villanelle no final da temporada inaugural. Segundo o produtor executivo Emerald Fennell, “o que Eve fez a mudou para sempre” e isso terá repercussões em todos os seus relacionamentos. Uma das série mais elogiada da temporada passada, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, indicada a dois Emmys e premiada como a Melhor de 2018 pela Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos (TCA), “Killing Eve” não foi só um fenômeno de crítica. A atração encerrou sua 1ª temporada com uma façanha raríssima, ao conseguir aumentar seu público em todos os episódios exibidos. Isto significa que cada capítulo foi visto por mais pessoas que o anterior, o que fez o final da temporada ter 85% mais telespectadores que a sintonia da estreia. A série também quebrou recorde na plataforma digital do canal pago BBC America, que a produz, tornando-se o programa mais assistido da história de seu serviço de streaming. Na versão digital, “Killing Eve” é a única série da BBC America que atingiu mais de 1 milhão de espectadores por episódio. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a série é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno de duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não cumpre suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Série mais pesquisada no Google em 2018 é uma produção chinesa de época
O Google revelou que a série mais buscada em seu mecanismo de pesquisa em 2018 não foi nenhuma das produções mais populares do Ocidente. Ao contrário, é uma atração pouco conhecida no mundo ocidental. O feito pertence à produção chinesa “Story of Yanxi Palace”, um dos principais programas do iQiyi, serviço de streaming chinês similar a Netflix. Segundo os dados divulgados pelo Google, a maioria das pesquisas feitas sobre série vêm de regiões asiáticas como China, Cingapura, Malásia, Brunei e Hong Kong. Além de ser a mais procurada do mundo, o drama histórico ainda foi reproduzido mais de 15 bilhões de vezes neste ano. O que ajuda a explicar o fenômeno é o fato de a China ser o país mais populoso do planeta, com cerca de 1,4 bilhão de habitantes e um mercado de filmes e séries cada vez mais produtivo e relevante. Além disso, por ser uma produção feita para streaming, “Story of Yanxi Palace” sofre menos censura do governo comunista chinês, que controla o que é exibido nos canais de TV. A trama gira em torno de Wei Yingluo (Wu Jinyan), uma empregada do século 18 que, enfrentando a opressão feminina, é forçada a investigar a morte de sua irmã enquanto trabalhava no palácio do imperador Qianlong. Lançada em julho, a série tem 70 episódios e, além do sucesso em streaming, também rendeu uma trilha sonora bastante requisitada. Veja abaixo o clipe oficial com a música tema da série, que mostra diversas cenas da produção.
Netflix renova The Last Kingdom para a 4ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “The Last Kingdom”. A notícia foi acompanhado por um vídeo divertido em que Alexander Dreymon, intérprete do protagonista Uhtred, aparece em trajes modernos convocando o elenco para uma nova aventura, rumo à 4ª temporada. Os próximos capítulos marcarão o segundo ano de produção da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano deverá se concentrar no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne). Até o momento, Bernard Cornwell publicou 11 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2018. Os novos episódios não tem previsão de estreia. ATTENTION ARSELINGS. Uhtred and co. have some exciting news to bring a little extra festive cheer! .#TheLastKingdom #Netflix #GoingToSeason4 #season4 pic.twitter.com/3TRgeFgnCe — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) December 21, 2018
Diretor de Big Little Lies e Sharp Objects vai filmar terceira série limitada para a HBO
A HBO encomendou a produção de uma nova série limitada, baseada em best-seller, que será dirigida por Jean-Marc Vallée. Será a terceira produção consecutiva comandada pelo cineasta canadense no canal, após os sucessos de “Big Little Lies” e “Sharp Objects”. A nova série é baseada no livro autobiográfico “Gorilla and the Bird” (ainda inédito no Brasil), escrito por Zack McDermott. A trama conta a história real do autor, um defensor público de 26 anos com um histórico de bipolaridade, que sofreu um surto psicótico enquanto andava por Manhattan e acabou preso e internado em um hospital psiquiátrico. O título da obra só entra em foco a partir do momento em que McDermott volta para sua cidade natal, no Kansas, onde reencontra a mãe, que o ajuda a recuperar a sanidade. O subtítulo do livro, “uma memória sobre loucura e o amor de uma mãe”, dá o tom da trama, centrada no relacionamento entre o advogado (o “gorila” do título) e a sua mãe (o pássaro). O roteiro da adaptação está a cargo de Bryan Sipe, roteirista de “Demolição” (2015), o último filme dirigido por Jean-Marc Vallée, antes de mergulhar nas séries da HBO. Além da dupla, a produção também inclui o ator Channing Tatum, que adquiriu os direitos do livro por meio de sua produtora, a Free Association. Ainda não há elenco definido, cronograma de gravações ou previsão de estreia.












