Z Nation é cancelada na 5ª temporada
O canal americano Syfy decidiu dar misericórdia a seus telespectadores e anunciou o cancelamento de “Z Nation” ao final da sua 5ª e atual temporada. Uma das piores séries produzidas pela TV americana, “Z Nation” conseguiu baixar ainda mais seu nível de ruindade na atual temporada, afastando de vez o público. O episódio da semana passada registrou recorde negativo da série, assistido por 428 mil telespectadores ao vivo. “Z Nation” foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) como uma série de zumbis “divertida”. Bem diferente de “The Walking Dead”, a trama original girava em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. Esta missão foi abandonada há três temporadas, quando a série assumiu que o objetivo de seus episódios era apenas mostrar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendiam uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, zumbis falantes, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora que faz a série, Asylum, é a mesma da franquia “Sharknado”. O elenco quase amador incluía Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), Anastasia Baranova (“A Brasileira”), Keith Allan (“A Invasão Zumbi”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”), Ramona Young (agora em “Legends of Tomorrow”), Katy O’Brian (figurante em “The Walking Dead”) os estreantes Nat Zan e Natalie Jongjaroenlarp. Como cada temporada teve final apocalíptico, milagrosamente desfeito no início de cada temporada seguinte, é bem provável que o final oficial seja apoteótico. O último capítulo será exibido na sexta que vem, dia 28 de dezembro.
Midnight, Texas é cancelada na 2ª temporada
Depois de torturar os fãs com uma longa demora para anunciar a renovação de “Midnight, Texas” para a 2ª temporada, a rede NBC fez o contrário, anunciando o cancelamento da série no dia em que ela bateu seu recorde de audiência. A série foi vista por 2,6 milhões de telespectadores ao vivo na noite de sexta (21/12), num aumento consistente e consecutivo de público pela segunda semana, após amargar seus piores números, em torno de 1,8 milhão ao vivo. A 1ª temporada foi vista por 2,9 milhões, o que a tornou a mais assistida do verão de 2017 entre adultos de 18 a 49 anos nos Estados Unidos. Seu episódio de estreia, com direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), foi visto por 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e o final da temporada teve público de 2,7 milhões. Mas a NBC resolveu mudar tudo, transferindo a série para o outono. Para completar, cortou o orçamento, o que levou à dispensa de dois integrantes do elenco fixo. E ainda a colocou na sexta, dia das piores audiências da TV americana. Nada disso passou batido pela Universal Television, que avisou que irá tentar emplacar a série em outro local. A série era estrelada por François Arnaud (série “The Borgias”), Parisa Fitz-Henley (série “Luke Cage”), Arielle Kebbel (série “The Vampire Diaries”), Peter Mensah (série “Spartacus”), Dylan Bruce (série “Orphan Black”) e Jason Lewis (“Sex and the City”). O último episódio vai ao ar na próxima sexta, dia 28 de dezembro, nos Estados Unidos. A série teve sua 1ª temporada exibida no Brasil pelo canal pago Space
Série de comédia de Marlon Wayans é cancelada após a 2ª temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento de “Marlon”, série de comédia estrelada por Marlon Wayans (“Cinquenta Tons de Preto”), após sua 2ª temporada. A atração tinha registrado uma ótima audiência durante sua exibição entre agosto e setembro no ano passado, com uma média de 5,6 milhões de telespectadores e 1,5 pontos na demo. Mas os números desabaram no segundo ano, perdendo metade do público ao ser antecipada para junho neste ano. A série era uma criação do próprio Marlon Wayans em parceria com os produtores Christopher Moynihan (série “100 Questions”), Rick Alvarez (produtor dos filmes de Wayans) e Michael Rotenberg (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). A trama era uma típica comédia familiar sobre um pai amoroso mas imaturo, que divide a responsabilidade de criar seus dois filhos com a ex-esposa, mas não tem segurança financeira para sequer ir morar em outro lugar após o divórcio. “Marlon” marcou o retorno do ator à TV, duas décadas depois de estourar com “Dupla do Barulho” (The Wayans Brothers), que foi ao ar entre 1995 e 1999. O elenco ainda incluía Essence Atkins (de “Inatividade Paranormal”) como a esposa, Amir O’Neil (telefilme “White Water”) e Notlim Taylor (série “Real Husbands of Hollywood”) como os filhos. Marlon Wayans será visto a seguir na comédia “Sextuplets”, atualmente em produção, que será lançada na Netflix em 2019.
HBO combina Aquaman e Entourage em divertido comercial metalinguístico
A HBO mergulhou no sucesso de “Aquaman”, ao encontrar uma forma metalinguística de divulgar o filme e promover a si mesma. Um vídeo do canal resolveu misturar cenas do longa com a série “Entourage”. Para quem não lembra, na 2ª temporada da série, exibida em 2005, o protagonista Vinny Chase (Adrian Grenier) é convencido a estrelar um filme de “Aquaman”, dirigido por James Cameron (“Titanic”). O comercial mostra a chegada de Vinny e sua entourage no tapete vermelho da première de “Aquaman”. Mas quando o grupo se acomoda no cinema, o “Aquaman” exibido é outro, estrelado por Jason Momoa e dirigido por James Wan, deixando Vinny perplexo. Vale lembrar que a Warner Bros. Pictures, que produziu “Aquaman”, e o canal HBO fazem parte do mesmo conglomerado, a WarnerMedia. “Aquaman”, que está em exibição nos cinemas brasileiros desde a semana passada, estreou neste fim de semana nos Estados Unidos. Well this is aquward. pic.twitter.com/HEwIWwgJMY — HBO (@HBO) December 19, 2018
NOS4A2: Zachary Quinto vira monstro na primeira foto da nova série de terror
O canal pago americano AMC divulgou a primeira foto de sua nova série de terror, “NOS4A2”. A imagem traz Zachary Quinto (o Spock dos filmes “Star Trek”) irreconhecível. Ele vive o vilão macabro da série, um monstro sugador de almas chamado Charlie Manx. A série é baseada no best-seller homônimo de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”). A trama gira em torno de Vic McQueen (Ashleigh Cummings, de “Guerreiros do Amanhã”), uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx (Quinto), um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. Sim, essa ideia de crianças raptadas e abandonadas numa espécie de “Christmasland” já apareceu numa série antes, “Happy!”, que estreou no ano passado no canal pago Syfy. O elenco também inclui Olafur Darri Olafsson (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Virginia Kull (“Sneaky Pete”) e Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”). A adaptação é assinada pela produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e terá 10 episódios em sua 1ª temporada. Hill também atuará como produtor executivo. E esta será sua segunda obra transformada em série em 2019. “Locke and Key” está atualmente escalando o elenco para começar a ser produzida pela Netflix. Ainda não há previsão de estrei para “NOS4A2”.
Vilão de The Vampire Diaries vai aterrorizar a nova série Legacies
A produtora-roteirista Julie Plec revelou ter planos de trazer mais um personagem original de “The Vampire Diaries” na nova série derivada “Legacies”. E não será para pequenas aparições, como já se viu com Matt Donovan (Zach Roerig) e Jeremy Gilbert (Steven R. McQueen). Em entrevista ao TV Guide, Plec contou estar preparando o retorno de Kai Parker (Chris Wood). O personagem é um dos grandes vilões de “The Vampire Diaries”. Muito divertido, mas extremamente malvado, ele já foi reverenciado em “Legacies”, num episódio em que Alaric (Matthew Davis) lembrou o assassinato de sua esposa Jo (Jodi Lyn O’Keefe). Kai foi o responsável pela morte da mãe das irmãs Josie (Kaylee Bryant) e Lizzie (Jenny Boyd) Saltzman. No mesmo episódio, Alaric revelou que as filhas não sabem sobre o destino que as aguarda ao atingirem a maioridade – os gêmeos das bruxas Gemini precisam se fundir e apenas o mais forte sobrevive ao processo. E a volta de Kai deve ter relação direta com a revelação desse segredo. “Eu tenho grandes planos para o retorno de Kai. Eu tenho planos maciços para ele”, limitou-se a informar a criadora de “Legacies”. Para quem não lembra, Kai terminou confinado no “Mundo Prisão” (em outra dimensão) ao final da série original após tentar matar o resto de sua família. Por isso, tornou-se um dos sobreviventes de “The Vampire Diaries”. Os responsáveis por seu destino foram a bruxa Bonnie Bennet (Kat Graham) e, justamente, as irmãs Saltzman, quando ainda eram crianças. Apesar de malvado, o personagem fez tanto sucesso que impulsionou a carreira de seu intérprete. Mas, desde então, Chris Wood passou a viver mocinhos, inclusive um super-herói dos quadrinhos – Mon-El em “Supergirl”. Atualmente em hiato de fim de ano, “Legacies” retorna em 24 de janeiro nos Estados Unidos.
The Irregulars: Netflix prepara série sobre Sherlock Holmes
“Elementary” pode estar no fim, mas o detetive Sherlock Holmes ganhará mais uma série a seguir. A Netflix encomendou a produção de “The Irregulars”. A diferença dessa série em relação à “Elementary” e à britânica “Sherlock” é que Holmes não será o protagonista do seriado. A atração focará Os Irregulares de Baker Street, um grupo que resolve os mistérios de Sherlock Holmes e deixa o detetive levar o crédito. O grupo faz parte da mitologia do personagem, aparecendo nos livros como a versão de Arthur Conan Doyle para os delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887). E ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”. “The Irregulars” pretende seguir a versão literária com uma grande liberdade, como revelou, em comunicado, o responsável pela adaptação, o roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). “Nos livros, Sherlock Holmes tinha um grupo de crianças da rua que o ajudavam a conseguir pistas. Então, pensamos, e se Sherlock for um viciado e delinquente, e as crianças são quem resolvem os mistérios enquanto os créditos ficam para ele?”, explicou o roteirista. Apesar do anúncio da produção, “The Irregulars” ainda não tem elenco nem previsão de estreia.
Jon Bernthal revela que quebrou a mão e precisou de cirurgia durante gravações de Justiceiro
As gravações da 2ª temporada de “O Justiceiro” foram hardcore. Durante entrevista para a revista Men’s Health, o ator Jon Bernthal revelou que chegou a quebrar uma das mãos e precisar passar por uma cirurgia de emergência após uma cena de ação dar errado. “Me lembro de ter quebrado a mão em nosso primeiro dia de gravações da 2ª temporada, na primeira cena de luta. No segundo dia, continuei trabalhando como se nada tivesse acontecido, o que me causou problemas nos ligamentos, e então no terceiro dia, meu braço ficou totalmente deslocado e precisei de uma cirurgia de emergência.” Bernthal ressaltou porém que sua paixão pela profissão ainda é maior do que esses imprevistos. “Não foi uma decisão inteligente continuar gravando com uma mão quebrada. Eu poderia ter voltado muito antes se tivesse tratado devidamente. Mas, ao mesmo tempo, sei que minha carreira acabará um dia. Em algum momento, o telefone vai parar de tocar.” Ele também contou que, numa cena de luta, levou um soco certeiro e desabou inconsciente, preocupando toda a equipe. E está com o corpo coberto de cicatrizes que não são efeitos especiais. “O Justiceiro” retorna em janeiro de 2019 na Netflix, possivelmente pela última vez. Assim como aconteceu com “Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”, a série deve ser cancelada logo em seguida.
Locke & Key: Série baseada em quadrinhos de terror do filho de Stephen King escala protagonistas
A Netflix anunciou os primeiros nomes da série de terror “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King, que terá adaptação de Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”). “Locke & Key” acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas logo descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) são os atores confirmados no elenco. Eles viverão, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke. Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da plataforma teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado no piloto anterior. Desta vez, o projeto já está aprovado. Um trauma a menos, pois a produção está há sete anos sofrendo para sair do papel. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011, para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. E a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que, na ocasião, voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix, enquanto o cineasta passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor na Netflix. Tudo isso conspira para a produção da Netflix ser bem diferente da versão apresentada para a Hulu. A 1ª temporada terá 10 episódios e as gravações começam agora em janeiro no Canadá. Veja algumas capas da publicação original da editora IDW abaixo.
2ª temporada de Titãs terá Superboy e Krypto
O final da temporada inaugural de “Titãs” (Titans), primeira série da plataforma DC Universe, incluiu uma cena pós-créditos que apontou os rumos da trama para o próximo ano de produção. A sequência revela um clone com um logo de Superman tatuado no corpo, que se liberta do confinamento de um laboratório, acompanhado por um cachorro de olhos vermelhos flamejantes. Trata-se, claro, de Superboy e Krypto. Veja abaixo. Por sinal, a história do despertar e fuga de Superboy (sem o cachorro) já foi adaptada antes numa produção da DC: na 1ª temporada de “Young Justice”, a série animada da Justiça Jovem. Por conta disso, a premissa deixou os fãs extremamente empolgados e ansiosos pelos próximos episódios. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor Greg Walker confirmou que a série vai mesmo introduzir Conner Kent, o Superboy, na 2ª temporada, embora essa reviravolta não fizesse parte da concepção da série. “Não foi totalmente planejado desde o primeiro dia – ou talvez estivesse nas cabeças de Geoff Johns e Akiva Goldsman, mas eles não me disseram. Acho que sabíamos que seria uma direção emocionante para os fãs e interessante para nós também, e esse foi o melhor momento para abordá-la”, ele contou. “O que posso dizer é que ainda queremos seguir a mesma abordagem dimensional e psicologicamente fundamentada que fizemos com os outros personagens e aplicar essa mesma pressão a Conner Kent e ver o que acontece quando você testa um personagem assim. Você sabe, questões de identidade, questões de poder, questões de seu lugar no universo. Essas são todas as perguntas que são interessantes para qualquer tipo de personagem do Superman, e são especialmente interessantes para Conner”, completou. A produção da 2ª temporada de “Titãs” já está confirmada, mas ainda não tem previsão de estreia. A série ainda não teve lançamento nacional, mas falta pouco para os fãs brasileiros de quadrinhos conhecê-la. Ela desembarca no país em 11 de janeiro, via Netflix.
Astro do remake de Kickboxer vive o Batman na série Titãs
A DC Universe liberou a identidade do intérprete de Batman na season finale da série “Titãs”, exibida nesta sexta (21/12) nos Estados Unidos. Trata-se do astro do remake de “Kickboxer”, o ator e dublê Alain Moussi. Ele mesmo disponibilizou a identificação nas redes sociais. Veja abaixo. Moussi já apareceu antes nas séries da DC. Ele é dublê de cenas de ação de “Arrow”, que contém algumas das lutas mais intensas já mostradas numa produção de super-heróis. Seus próximos trabalhos no cinema são, como dublê, “X-Men: Fênix Negra” e, como ator, o terceiro longa da franquia “Kickboxer”. Já renovada para a 2ª temporada, “Titãs” estreia no Brasil em 11 de janeiro, via Netflix. Visualizar esta foto no Instagram. Well… cats out of the bag… or should I say the bat’s out of the cave lol • I share this one with my brother from another mother @maximsavarias ? We both had the honor of wearing Batman’s mask in the season finale of @dcutitans ? Got some fun behind the scenes coming soon ? . . . . . #imbatman #dcutitans #dcu #titans #batman #darkknight Uma publicação compartilhada por Alain Moussi (@alainmoussi) em 17 de Dez, 2018 às 8:58 PST
Stargirl: Nova série da DC Comics escala trio de supervilões
A plataforma DC Universe anunciou os antagonistas de “Stargirl”. Os super-heróis da Sociedade da Justiça da América vai enfrentar ninguém menos que a Sociedade da Injustiça, formada por supervilões clássicos dos quadrinhos. E três desses personagens já tiveram seus intérpretes anunciados. Os nomes confirmados até o momento são Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) como Tigresa, Neil Hopkins (“Matador”) como Mestre dos Esportes e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como Rei Dragão. Veja as imagens abaixo. A Sociedade da Injustiça foi o primeiro grupo de supervilões dos quadrinhos, criado em 1947 por Sheldon Mayer e Bob Kanigher. A formação mais recente foi introduzida em 2005 com a motivação, justamente, de raptar Stargirl. “Stargirl” está sendo desenvolvida por Geoff Johns, um dos criadores da série “The Flash” e que também criou a própria personagem nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. A super-heroína do título será vivida por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. O elenco também inclui Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) em papéis não divulgados. Prevista para agosto, “Stargirl” será lançada no serviço de streaming DC Universe após as novas séries da “Patrulha do Destino” e do “Monstro do Pântano”.
Darren Criss anuncia que não vai mais interpretar personagens gays
O ator Darren Criss, que ficou conhecido ao interpretar dois personagens gays: o estudante-cantor Blaine Anderson, em “Glee”, e o serial killer Andrew Cunanan, de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”, papel que lhe rendeu um Emmy em 2018, decidiu que não vai mais interpretar personagens homossexuais. Em entrevista ao site Bustle, ele justificou a decisão afirmando que quer que atores LGBTQ tenham mais oportunidades. “Eu quero me certificar de que não serei mais um rapaz hétero tirando papéis de atores homossexuais”, explicou. A justificativa reflete um debate atual em Hollywood, sobre o fato de atores heterossexuais terem liberdade para interpretar personagens gays, mas o contrário não seria comum. Atores assumidamente homossexuais teriam dificuldade para serem escalados como interesses românticos de mulheres e papéis heterossexuais no geral. Essa teoria, claro, não leva em conta os astros do passado de Hollywood, como Rock Hudson, Sal Mineo e Montgomery Cliff, que viveram machões enquanto mantinham suas vidas pessoais trancadas no armário.












