Disney revela primeira arte da série animada que vai continuar Monstros S.A.
A Disney divulgou a primeira arte da série animada “Monstros no Trabalho” (Monsters at Work), produção exclusiva da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), derivada dos filmes de “Monstros S.A.”. O cartaz, que pode ser conferido abaixo em sua íntegra, foi revelado durante um painel no Festival Internacional de Animação de Annecy, na França. Além da imagem, a Disney também revelou mais informações sobre a série. Ao contrário do prólogo “Universidade Monstros”, lançado nos cinemas em 2013, a nova série vai se passar depois dos eventos do filme original de 2001. Mais especificamente, seis meses depois do final de “Monstros S.A.”, mostrando como Mike e Sully tentam selecionar e treinar outros monstros para fazer as crianças rirem, em vez de assustá-las. Como todos os que cresceram vendo “Monstros S.A.” – ou vendo seus filhos repetirem sem parar a exibição do filme em DVD – devem lembrar, a produção da Pixar terminou com uma mudança radical no mundo dos monstros. Após Mike e Sully descobrirem que a risada das crianças gerava mais energia do que os gritos, todo o foco da empresa em que trabalhavam foi mudado. Assim como nos filmes, a série animada vai voltar a trazer John Goodman e Billy Crystal como os dubladores de Mike e Sully. Já a produção estará a cargo de Bobs Gannaway, veterano da Disney que escreveu a série “Timão e Pumba”, criou “Jake e Os Piratas da Terra do Nunca” e “A Casa do Mickey Mouse”, e ainda ajudou a escrever longas animados das franquias “Carros” e “Tinker Bell”. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada no dia 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.
WarnerMedia vai lançar série derivada de Duna com direção de Denis Villeneuve
O serviço de streaming da WarnerMedia encomendou uma série derivada do vindouro filme “Duna”. Intitulada, em inglês, “Dune: The Sisterhood”, a atração será focada nas personagens femininas criadas pelo escritor Frank Herbert. E o cineasta Denis Villeneuve, responsável pela nova e ainda inédita versão de cinema de “Duna, vai comandar o piloto. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformada em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy nos anos 2000. O próprio filho mais velho de Herbert estendeu a trama em outros livros, entre eles “The Sisterhood of Dune”, um prólogo da obra original, que pode servir de base para a série. Um dos roteiristas do novo filme, Jon Spaihts (“Doutor Estranho”), será responsável por escrever a série, que será produzida por ele, Villeneuve, herdeiros de Herbert e executivos do estúdio Legendary. Não está claro se as atrizes que interpretam as principais personagens femininas do filme participarão da série ou se a produção será um prólogo como o livro de nome similar. O elenco do longa inclui Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Chernobyll”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que governa o local sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides (Chalamet), escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. As filmagens começaram em março e a estreia está prevista para novembro de 2020. Já a série não tem previsão, pois só começará a ser produzida após Villeneuve encerrar seu trabalho em “Duna”. Ainda sem nome, a plataforma de streaming de WarnerMedia será lançada, em versão beta, no final do ano nos Estados Unidos.
Sandra Bullock desenvolve série musical baseada em sua juventude nos anos 1980
Sandra Bullock está desenvolvendo uma comédia musical inspirada em seus tempos de faculdade, nos anos 1980, para a Amazon. Ainda sem título, a série vai acompanhar uma jovem que desafia as expectativas para encontrar amor, amizades e, mais importante, uma identidade própria nos conturbados anos 1980. A atração terá música e dança e refletirá a época da epidemia da Aids e a repressão contra a cultura LGBTQIA+, seguindo um grupo de jovens marginalizados que se unem e se atrevem a ser eles mesmos, apesar de enfrentarem um perigo real ao fazê-lo. A ideia surgiu de conversas entre Bullock e o produtor-roteirista Akiva Goldsman (criador da série dos “Titãs”), que se entusiasmou e contratou a roteirista Marja-Lewis Ryan para ajudar a desenvolver o conceito. Ela é a showrunner de “The L Word: Generation Q”, revival da série clássica do canal pago Showtime. O roteiro final do piloto, porém, está a cargo de KC Perry (“The Originals”). Outro integrante da equipe é o músico John Legend, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original (pelo filme “Selma”), que será responsável pela trilha sonora. A ideia é mesclar sucessos do pop dos anos 1980 com músicas próprias, incluindo diferentes estilos, do gospel à ópera. Goldstein e Legend já trabalharam juntos anteriormente, na série “Underground”, que foi cancelada de forma precoce durante uma crise de identidade do canal WGN America. Bullock não produzia uma série desde “George Lopez”, na rede ABC, no começo dos anos 2000. Ela tem assinado a produção de seus filmes recentes e tomou maior gosto pela função com o sucesso do filme “Bird Box”, na Netflix. Ainda não há previsão para a estreia da nova série.
Pesquisa revela que 1 em cada 5 britânicos já faltou ao trabalho para maratonar séries
O site da revista britânica Radio Times, o mais antigo guia de programação do mundo – criado em 1923 pela então rádio BBC – publicou uma pesquisa sobre os hábitos do público consumidor de séries com resultados impressionantes. Feita com 5,5 mil entrevistados, a pesquisa revelou que 1 em cada 5 pessoas do Reino Unido já deixou de ir trabalhar para ficar em casa maratonando séries. 18% delas disseram especificamente que fingiram estar doentes para escapar do trabalho e ver séries em casa. Metade dos entrevistados ainda revelou já ter assistido a uma maratona de mais de oito horas de série de uma só vez, enquanto três quartos admitiram ter visto mais de quatro horas consecutivamente. Com isso, o sono acaba sendo o maior sacrificado. 80% afirmaram já ter perdido o sono para continuar a assistir a alguma produção até o seu final. As pessoas que responderam à pesquisa também relataram uma grande pressão para estar em dia com os programas. 23% confessaram que já mentiram sobre ter visto uma série só porque todos ao seu redor estavam falando dela. Apesar das inúmeras opções para assistir ao conteúdo na era da internet, a maioria (57%) disse que assiste séries de streaming pela TV. O resto se divide entre 33% que assistem aos programas em seus computadores e 27% que acompanham pelo celular. Com o anúncio de lançamento de novos serviços de streaming, incluindo Apple TV+ e Disney+ (Disney Plus), que prometem trazer ainda mais conteúdo para os consumidores, é provável que o consumo de séries em “binge” se torne cada vez mais comum.
Atriz mirim de It: A Coisa vai estrelar nova série da Netflix
A atriz Sophia Lillis e o ator Wyatt Olef vão voltar a trabalhar juntos depois do sucesso do terror “It: A Coisa”, em que causaram fortes impressões nos papéis de Beverly e Stanley. Os jovens de 17 e 15 anos, respectivamente, estão no elenco de “I Am Not Okay With This”, nova série de fantasia adolescente produzida pela Netflix. Lillis tem o papel principal como Sydney, uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade, e também misteriosos superpoderes que começa a descobrir. “I Am Not Okay With This” é inspirada na graphic novel de mesmo nome, escrita por Charles Forsman, o autor de “The End of the F***ing World”, que faz parte do catálogo da plataforma. O diretor Jonathan Entwistle e a roteirista Christy Hall, que trabalharam na adaptação da outra obra de Forsman, também estão à frente do novo projeto. O elenco ainda inclui Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). Todos se reuniram para uma sessão de fotos, que a Netflix divulgou junto do comunicado sobre o casting do projeto. Veja abaixo, ao lado de uma arte dos quadrinhos originais. A série terá oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, que já começou a ser gravada na cidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. A previsão de lançamento é para 2020.
Netflix renova Love, Death & Robots para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série animada “Love, Death & Robots” para a 2ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. “Love, Death & Robots” é uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). Disponibilizada em março, chamou atenção por trazer, além dos três itens do título (amor, morte e robôs), muito sangue, sexo, monstros e violência. A produção também possui uma grande variedade de estilos entre os episódios, sem perder de vista um visual refinadíssimo e uma classificação para maiores. A quantidade de capítulos e a data de lançamento da 2ª temporada ainda não foram definidas, mas contarão com supervisão da diretora Jennifer Yuh Nelson (da franquia “Kung Fu Panda”), recém-contratada para o projeto. Jennifer Yuh Nelson Nelson é uma veterana da animação. Além de dirigir dois filmes da franquia “Kung Fu Panda”, ela trabalhou em obras como “Spirit – O Corcel Indomável” (2002) e “Madagascar” (2005), e no ano passado fez sua estreia live-action à frente da fantasia adolescente “Mentes Sombrias” (2018). Eu já tava com saudade de ver robôs estranhos, relações conturbadas e brigas raivosas em animações curtinhas. Vai ter segunda temporada de Love, Death & Robots. pic.twitter.com/ciIYmarSbo — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 10, 2019
Rafael Miguel (1996 – 2019)
O ator Rafael Miguel, de 22 anos, que interpretou Paçoca na novela “Chiquititas”, do SBT, foi assassinado junto de seus pais, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50, na tarde de domingo (9/6) em São Paulo. Rafael e sua família foram até a casa da namorada dele, Isabela Tibcherani, de 18 anos, na Estrada do Alvarenga, no bairro Pedreira, na zona sul da Capital, e foram mortos à tiros por volta das 13h55. De acordo com a Secretaria de Segurança de São Paulo, o caso é investigado pelo 98º Distrito Policial (Jardim Miriam) e as equipes estão em diligência para localizar e prender o autor do crime. Segundo informações do portal G1, o autor do crime seria o pai da namorada de Rafael. O rapaz e seus pais tinham ido ao local para discutir o relacionamento do casal, juntos há mais de um ano. Estavam conversando com a jovem e a mãe dela, quando o pai, Paulo Curpertino Matias, chegou armado e disparou contra as vítimas. O nome completo do jovem era Rafael Henrique Miguel. Ele ficou conhecido por um comercial feito durante sua infância, em que pedia para a mãe comprar brócolis. O sucesso do vídeo de 2004 lhe abriu as portas na TV. Com 10 anos, ele fez sua primeira novela: “Cristal” (2006), no SBT. E emendou com participações, no mesmo ano, na minissérie “JK” e na novela “Pé na Jaca”, na Globo. Ainda integrou o elenco do premiado filme “Meu Mundo em Perigo” (2007), de José Eduardo Belmonte, e de mais duas produções da Globo – o telefilme “O Natal do Menino Imperador” e a novela “Cama de Gato” (ambos de 2008) – antes de voltar para o SBT, onde foi se destacar na versão mais recente de “Chiquititas”. Lançada em 2013, a produção fez enorme sucesso e ficou no ar por dois anos, totalizando 545 capítulos. “Lamentamos e estamos muito tristes com a notícia”, disse o canal em nota. Vários atores de “Chiquititas” e a colegas de SBT se manifestaram nas redes sociais. “Meu Deus… tentando entender o que não quero e não consigo entender… Assassinaram o Rafael Miguel… um menino… um garoto com a vida…”, escreveu Carla Fioroni, que contracenou com Rafael na novela.
Primeira arte conceitual da série Loki mostra personagem em 1975
A Disney divulgou uma arte conceitual da série “Loki”, a primeira produção da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus), durante a conferência Produced By, que neste fim de semana reuniu os principais produtores de Hollywood em Nova York. E uma foto da apresentação já começou a circular nas redes sociais. Atrás de Kevin Feige, o chefão da Marvel, a imagem mostra tanto o logo da produção quanto o personagem, localizando a ação em 1975. A data é sugerida pelos veículos e por um pôster do filme “Tubarão” ao fundo. A caracterização sugere que o personagem de Tom Hiddleston aparecerá no passado. Mas ainda mantém a dúvida sobre se a história acompanha o Loki desse período ou se mostrará o personagem de hoje viajando no tempo. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Além de “Loki”, foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que juntará Anthony Mackie e Sebastian Stan, “WandaVision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A plataforma será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos, mas deve começar a expandir o seu alcance para outros países em 2020. Logo da Série do Loki,E uma concept art do nosso "vilão" favorito andando pela terra em 1975.#Loki #LokiSeries #DisneyPlus #Marvel pic.twitter.com/HsQev4hTFY — Disney + Plus Brasil?? (@DisneyPlusBr10) June 9, 2019
James Wan diz não entender cancelamento da série do Monstro do Pântano
O produtor James Wan finalmente abordou o cancelamento de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. Em mensagem publicada no Instagram, o diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”, que era produtor executivo da série, confirmou seu espanto com a decisão. Ele afirma não saber o que aconteceu. “Realmente não sei ou entendo porque ‘Swamp Thing’ foi cancelada, mas posso falar isso: todo o elenco e equipe, e equipes de produção e roteiro derramaram seus corações nisso. Realmente estou orgulho do trabalho duro de todos. Assistam ao episódio 2 e imortalizem esses 10 episódios. O Monstro merece isso”. Não é só James Wan que não sabe e não entende porque a série foi cancelada. A WarnerMedia anunciou a decisão após a estreia do primeiro episódio e não deu informações sobre o motivo. Embora alguns sites tenham embarcado numa especulação de problema contábil, esta informação foi desmentida pelo comitê estadual responsável por incentivar produções realizadas na Carolina do Norte. O que é fato é que a WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, vem fechando vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado a séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games. O cancelamento de “Swamp Thing” indica que este deve ser o destino do pioneiro DC Universe. É de conhecimento amplo que a WarnerMedia decidiu acabar com esforços de nicho para se concentrar numa única plataforma de grande porte, que será lançada entre o fim de 2019 e o começo de 2020, para concorrer com Netflix, Amazon, Disney+ (Disney Plus) e outras. Infelizmente, quase nada do que é atualmente produzido em paralelo deverá ser aproveitado no novo serviço, que será voltado ao gosto médio do grande público. Esta decisão teria sido tomada muito antes da estreia da série do Monstro do Pântano. Em abril, a WarnerMedia mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª temporada gravou apenas 10. Na época, o fato gerou muitas especulações, mas nem a WarnerMedia nem a DC Universe emitiram um comunicado oficial para explicar a decisão. E o tema continua proibido. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a um dos criadores da série, Mark Verheiden (“Constantine”), sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da plataforma impediu que ele respondesse. A lei de silêncio se estende ao destino da própria DC Universe. Não há declarações oficiais sobre o futuro da plataforma. Entretanto, uma fonte do jornal Star News, da pequena cidade de Wilmington, onde “Swamp Thing” estava sendo gravada, revelou que a interrupção dos trabalhos já seria consequência de discussões para encerrá-la. A pedidos da WarnerMedia, essa informação foi posteriormente retirada do site oficial da publicação. Das outras duas atrações live-action lançadas até agora pela DC Universe, apenas “Titãs” (Titans) foi renovada para uma 2ª temporada. “Doom Patrol”, a série da Patrulha do Destino, encerrou sua 1ª temporada em 24 de maio e não tem seu futuro definido. E para complicar ainda mais a situação, a plataforma ainda possui uma série inédita prevista para 2020: “Stargirl”, que já está sendo gravada – além de um desenho animado da Arlequina, em fase avançada de desenvolvimento. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco era formado por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Ver essa foto no Instagram Don’t really know or understand why #Swampthing was cancelled, but I can tell you this — all the cast and crew, and producing/writing team poured their hearts into this. Really proud of everyone’s hard work. Go watch episode 2, and immortalize these 10 episodes. Swampy deserves it. Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 8 de Jun, 2019 às 6:09 PDT
Peggy Stewart (1923 – 2019)
A atriz Peggy Stewart, que atuou em mais de 30 westerns do antigo estúdio Republic Pictures, nos anos 1940 e 1950, e foi presença constante na TV até recentemente, morreu em 29 de maio aos 95 anos. A notícia foi divulgada somente agora por sua família. Nascida Peggy O’Rourke em 5 de junho de 1923, em Palm Beach, Flórida, Stewart estava de férias com a família na Califórnia quando conheceu o ator Henry O’Neill, que convenceu a Paramount a escalá-la no papel da filha adolescente de Joel McCrea e Frances Dee em “Uma Nação em Marcha” (Wells Fargo, 1937). Ela seguiu carreira em pequenos papéis em filmes como “Idade Perigosa” (1938), com Deanna Durbin, e o clássico “Tudo Isto e o Céu Também” (1940), com Bette Davis, e após 15 figurações assinou contrato com a Republic para virar estrela. O contrato impulsionou sua carreira, mas também teve impacto em sua vida pessoal. Ela se casou em 1940 com Don “Red” Barry, o primeiro intérprete do cowboy dos quadrinhos Red Rider no cinema. E a crise se instalou quando ela virou coadjuvante feminina nos novos filmes do personagem em 1944. O problema era que seu marido, estrela do seriado original do personagem de 1940, foi substituído por “Wild” Bill Elliott como protagonista de uma nova leva de longa-metragens. O casamento acabou na mesma data. Mas Peggy Stewart tornou-se conhecida em uma dezena de filmes do herói ruivo. Além dos muitos filmes de Red Rider, a Republic a escalou em parcerias com alguns de seus cowboys famosos, como Allan Lane, Sunset Carson e até os cantores Gene Autry e Roy Rogers, sem esquecer de sete seriados de aventura do Velho Oeste que ela estrelou para o estúdio. Um detalhe muito interessante é que ela não era uma mocinha típica, ao estilo das donzelas em perigo da época. Suas personagens geralmente mostravam fibra e eram capazes de vencer tiroteios. Várias fotos de publicidade de sua juventude a retrataram de arma em punho. Quando seu contrato se encerrou nos anos 1950, Peggy migrou para a televisão, aparecendo, claro, em séries de faroeste, a começar por participações nos programas de seu ex-colegas da Republic, “The Gene Autry Show”, em 1950, e “The Roy Rogers Show”, em 1952. A lista se tornou enorme, com as séries de “Cisco Kid”, “Wyatt Earp”, “Gunsmoke”, “Daniel Boone”, “Paladino do Oeste”, etc. Até que o Velho Oeste, como gênero, tornou-se realmente velho e antiquado, substituído por novos ciclos. Longe disso significar uma estagnação em sua carreira, apenas mostrou sua versatilidade, tornando-a uma presença ubíqua nas produções televisivas por décadas a fio. A amplitude de sua carreira na telinha inclui um episódio clássico de “Além da Imaginação”, de 1961, inúmeras séries policiais dos anos 1970, e até um dos capítulos mais icônicos de “Seinfeld”, como a tia de uma namorada de George Costanza (Jason Alexander), em 1993. Também apareceu em “Barrados no Baile”, “Weeds”, “Justified” e retratou a avó de Pam Beesly (Jenna Fischer) em dois capítulos de “The Office”. Incansável, Peggy ainda continuou fazendo cinema. Entre seus papéis de “vovó” mais recentes, incluem-se a biografia roqueira “Runaways: Garotas do Rock” (2010) e a comédia “Este É o Meu Garoto” (2012), estrelada por Adam Sandler e Andy Samberg. Seu último trabalho foi uma participação na série “Getting On”, em 2014, quando completou 90 anos.
Astros da série The 100 surpreendem os fãs com anúncio de casamento
Esta reviravolta não aconteceu na série, mas na vida real. Os dois principais protagonistas da série “The 100”, Eliza Taylor e Bob Morley, que interpretam Clarke e Bellamy respectivamente, surpreenderam os fãs ao anunciar que se casaram. “Recentemente, me casei com meu melhor amigo e alma gêmea Bob Marley. Nós estamos muito felizes e pedimos para que vocês façam apenas comentários gentis e respeitem nossa privacidade nesse momento”, escreveu a atriz. “É com o coração cheio que eu finalmente posso chamar Eliza Taylor de minha esposa. Esse momento é algo muito importante e estamos mais do que felizes. Por favor, lembrem-se de serem respeitosos e gentis uns com os outros. Sejam gentis”, disse o ator. O mais incrível é que essa é a primeira vez que os atores mencionam seu relacionamento publicamente. Muito discretos, eles mantiveram o namoro longe da mídia – e dos fãs shippadores. Os dois se conheceram nas gravações da série e atuam juntos em “The 100” desde 2014. A atração está atualmente no começo de sua 6ª temporada e já se encontra renovada para mais um ano de produção. No Brasil, “The 100” é exibida pelo canal pago Warner e tem as primeiras temporadas disponíveis na Netflix. Recently I married my best friend and soul mate @WildpipM We are very happy and ask that you keep your comments kind and respect our privacy at this time ❤️ pic.twitter.com/MDItwk0SLM — Eliza Taylor (@MisElizaJane) June 8, 2019 It is with such a full heart that I call @MisElizaJane my wife This is something we both cherish very deeply and are beyond happy. Please remember to be respectful and kind to one another. Be well be kind. — Bob Morley (@WildpipM) June 8, 2019
Aggretsuko é pressionada para casar no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster japonês e o trailer americano da 2ª temporada de “Aggretsuko”, série animada sobre uma simpática panda vermelha que é estagiária de contabilidade durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal. A prévia acrescenta às pressões cotidianas da personagem novas cobranças sobre sua vida sentimental, que supostamente deveria culminar num casamento. Mesmo que ela nem tenha pensado nisso ainda. “Aggretsuko” foi concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), para representar uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Por sinal, a criadora da personagem, conhecida apenas como Yeti, descreveu Aggretsuko para a rede CNN justamente como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A 2ª temporada estreia em 14 de junho em streaming.
Elizabeth Banks vai enfrentar Cate Blanchett em minissérie sobre feminismo dos anos 1970
A atriz – e também diretora – Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) entrou no elenco de “Mrs. America”, série do canal pago FX sobre a luta histórica pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos. Ele vai viver uma das maiores rivais da protagonista, que será interpretada por Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), primeiro nome anunciado na produção. “Mrs. America” foi criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos (Equal Rights Amendment, ERA) na década de 1970. A sinopse apresentada pelo canal pago FX diz: “Através dos olhos das mulheres dessa época, tanto de Schlafly como das feministas Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus, a série explorará como um dos campos de batalha mais duros nas guerras culturais dos anos 1970 ajudou a dar origem ao movimento conservador da Maioria Moral e mudou para sempre a nossa paisagem política”. Na produção, Banks viverá Jill Ruckelshaus, política feminista que integrou uma comissão federal, equivalente à Comissão dos Direitos Humanos do Brasil, que, após conquistar igualdade de direitos entre as raças nos anos 1960, buscava mais direitos para as mulheres em 1975 – o Ano Internacional da Mulher. O elenco ainda contará com Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Kayli Carter (“Godless”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”), Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). A minissérie terá nove episódios, mas ainda não ganhou previsão de estreia.








