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Série

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  • Série

    The Good Place vai acabar na próxima temporada

    8 de junho de 2019 /

    A excelente série de comédia “The Good Place” vai acabar em sua 4ª temporada. O anúncio foi feito na noite de sexta-feira (7/6), durante um evento da rede ABC para divulgar suas melhores séries para os votantes do Emmy. A decisão de concluir a trama foi do próprio criador da atração, Mike Schur. Em entrevista feita em dezembro para a revista The Hollywood Reporter, ele já tinha sugerido que a série não duraria muito. “Obviamente, por conta do DNA da trama, onde o status quo é desafiado frequentemente, essa não é uma série que duraria por nove anos. Não é como ‘Friends’, que teria 200 episódios. Então, nós refletimos e chegamos a um plano definitivo, que vocês vão perceber no futuro próximo”, disse Schur. Novamente falando ao THR, já com o final divulgado, o showrunner destacou a importância de concluir a série na hora certa. “Após sobrevivermos à renovação da 1ª temporada, consideramos que esta não era uma série tradicional, que ela precisava ter fim… E desde que fizemos um mapa sobre a narrativa, ela sempre concluía na 4ª temporada”, explicou. “A coisa boa sobre programas de TV hoje em dia é que não é preciso forçar uma continuidade infinita. Você pode deixar a história ditar o número de episódios, o que é ótimo para a criatividade”. “The Good Place” é a oitava série da TV aberta americana a anunciar seu final para a próxima temporada, após “Modern Family”, “Criminal Minds”, “Madam Secretary”, “Blindspot”, “Empire”, “Supernatural” e “Arrow”. A atração gira em torno de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell, de “Veronica Mars”), que chega a seu destino final após morrer. Ao receber as boas-vindas de Michael (Ted Danson, de “CSI”), descobre que foi parar no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas ela logo descobre que o céu é um inferno. Cercada por gente boazinha, ela quer enlouquecer, até perceber que aquele era seu tormento e o “Lugar Bom” era na verdade uma versão do “Lugar Ruim” criada pelo demônio vivido por Danson. Mas esta foi apenas a primeira reviravolta da série, que a cada temporada apresenta uma mudança brusca de situação. Uma não, várias, com uma revelação inesperada atrás da outra. Em meio a esse jorro de criatividade, Eleanor se junta a outros três pecadores, vividos por William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. Fazendo de tudo para evitar o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, eles negociarem sua salvação com uma ajuda surpreendente de Michael e sua assistente (D’Arcy Carden, que também está em “Barry”). E conseguem uma segunda chance, ponto em que a história foi retomada na 3ª temporada… de volta à Terra. A NBC não revelou a quantidade de episódios da 4ª temporada, mas os três primeiros anos tiveram 13 capítulos.

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  • Série

    Trailer do final de Transparent mata Jeffrey Tambor e comemora com música e dança

    8 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro teaser do final da série “Transparent”, que vai acabar com um episódio especial, o primeiro e único sem o protagonista Jeffrey Tambor, demitido após denúncias de assédio sexual. O destino de seu personagem, um pai de família que inicia a transição de gênero na Terceira Idade, assumindo a identidade social de Maura Pfefferman, é revelado logo no começo do vídeo. “Maura morreu”, revela Davina (Alexandra Billings) num telefonema para Shelly (Judith Light), a esposa do falecido. E qual a reação da viúva – e de todo o elenco da produção? Cantar e dançar. Depois do choque, é claro. A criadora da série, Jill Soloway, decidiu encerrar “Transparent” com um episódio musical em vez de produzir uma 5ª temporada completa – ou uma versão encurtada dela. Tambor foi demitido em fevereiro do ano passado, após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele chegou a desabafar, em comunicado. Ao ser informado por mensagem de texto que tinha sido demitido, ele ainda se declarou “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas”. E logo depois foi arranjar confusão no set de “Arrested Development”, que também chegou ao fim na Netflix. Jeffrey Tambor venceu dois Emmys e um Globo de Ouro como Melhor Ator em Série de Comédia por “Transparent”. Mas o zeitgeist cultural evoluiu muito desde então. Após a série pioneira, mais produções passaram a incluir personagens transexuais em suas tramas, e todos elas são, ao contrário de Tambor, interpretadas por atores transexuais. Há atualmente um entendimento de que heterossexuais não devem viver personagens trans – o que levou até Scarlett Johanssen a abandonar um papel no cinema, num filme sobre uma gângster transexual que, sem ela, como queriam politicamente corretos, não será mais feito. O final musical da série “Transparent” será disponibilizado na temporada do outono norte-americano (entre setembro e novembro) no serviço Prime Video da Amazon.

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  • Série

    Elizabeth Hurley será a maior feiticeira da Marvel na 3ª temporada de Fugitivos

    8 de junho de 2019 /

    A atriz Elizabeth Hurley (“The Royals”) entrou no elenco da 3ª temporada de “Fugitivos” (Runaways) como a nova vilã da série da Marvel. Ela fará o papel de Morgana le Fay. A vilã dos quadrinhos foi criada em 1955 pelo mestre Stan Lee, quando a Marvel ainda se chamava Atlas, e entrou no mundo dos super-heróis como inimiga da Mulher-Aranha em 1978. Vagamente baseada na personagem da lenda do Rei Arthur, Morgana é considerada a maior feiticeira da Marvel e já se mostrou capaz de enfrentar todos os Vingadores sozinha. Será a segunda vez que Elizabeth Hurley trabalhará com os showrunners de “Fugitivos”, Josh Schwartz e Stephanie Savage. Ela teve uma participação marcante em outra série dos produtores estrelada por adolescentes, “Gossip Girl”. Ainda não há detalhes sobre seu arco em “Fugitivos”, porque Morgana nunca apareceu nos quadrinhos desses personagens. A série produzida para a plataforma de streaming Hulu gira em torno de seis adolescentes, que descobrem por acaso que seus pais são membros de uma sociedade secreta de supervilões conhecida como Orgulho (Pride). Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Os heróis juvenis são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco adulto traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e, até a 2ª temporada, Kip Pardue (série “Ray Donovan”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Como as anteriores, a 3ª temporada terá 10 episódios, mas a data de estreia ainda não foi divulgada. “Fugitivos” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Etc,  Série

    Pauley Perrette insinua ter sido agredida por Mark Harmon e demitida de NCIS

    8 de junho de 2019 /

    A atriz Pauley Perrette, que interpretou a cientista Abby Sciutto durante 15 temporadas de “NCIS”, disse em seu Twitter que nunca voltará para a série porque morre de medo de Mark Harmon, protagonista da produção. Ela sugeriu que foi agredida por ele e que, depois de denunciá-lo, acabou demitida da atração. “Não, eu nunca vou voltar [para ‘NCIS’]! Nunca! Por favor, parem de perguntar. Eu morro de medo de Harmon e de que ele me ataque. Tenho pesadelos sobre isso. Estou em uma nova série que é segura e feliz”, escreveu ela em seu perfil no Twitter na noite de sexta-feira (7/6). Duas horas depois, a atriz publicou um outro tuíte, com duas imagens de uma pessoa que Pauley alegou ser um integrante da equipe de ‘NCIS’ que recebeu pontos na região dos olhos após um ataque no set da série. O site TMZ havia noticiado que um profissional havia sido mordido pelo cachorro de Mark Harmon durante as gravações em outubro de 2016. “Vocês acharam que eu não ia protestar? Então não me conhecem. Isso aconteceu com um colega de equipe e eu lutei muito para impedir que acontecesse novamente. Para proteger a minha equipe! E aí eu fui atacada por falar ‘não’ e ainda perdi meu emprego”, continuou ela na rede social. Não é a primeira vez que a atriz menciona supostas agressões. Logo após sair da série, no ano passado, ela fez um desabafo polêmico no Twitter. “Eu sinto que preciso proteger minha equipe e os empregos de tanta gente. Mas a que preço? Eu não sei. Apenas saibam que estou tentando fazer a coisa certa, e o silêncio não é o certo quando se trata de um crime”, escreveu ela em maio de 2018. “Há uma ‘máquina’ que me mantém calada, e publicando informações falsas sobre mim. É uma ‘máquina’ muito rica e poderosa. Sem nenhuma moral, sem compromisso com a verdade. E eu fico aqui, lendo essas mentiras, tentando proteger a equipe e manter a calma. Ele fez isso”, completou ela, sem explicar quem era “ele”. Na ocasião, a rede CBS abafou o caso. “Pauley Perrette teve uma jornada incrível em ‘NCIS’ e nós vamos sentir sua falta. Há mais de um ano, ela nos procurou com uma preocupação sobre o ambiente de trabalho. Nós levamos o assunto a sério e trabalhamos juntamente com ela para resolvê-lo. Temos um compromisso de manter a segurança em todas as nossas séries”, disse a rede em comunicado, sem detalhar nada. A emissora que exibe ‘NCIS’ nos Estados Unidos ainda não comentou as novas declarações da atriz. Além de ser o principal nome do elenco de “NCIS”, no papel de Leroy Jethro Gibbs, Mark Harmon também é produtor da série e do spin-off “NCIS: New Orleans”. Ao se despedir da série no final da 15ª temporada, em maio do ano passado, Pauley Perrette postou várias fotos em que aparecia ao lado de integrantes da atração. Mas nenhuma com Harmon. Ela decidiu mudar até de canal. A atriz voltará à TV como protagonista da comédia “Broke”, que irá ao ar pela rede CBS na temporada norte-americana de outono (entre setembro e novembro). Veja aqui o primeiro trailer do novo programa. “NCIS” foi renovada para sua 17ª temporada, que será a segunda sem a presença de Abby (Perrette), considerada durante anos a personagem favorita do público. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN. NO I AM NOT COMING BACK! EVER! (Please stop asking?) I am terrified of Harmon and him attacking me. I have nightmares about it. I have a new show that is SAFE AND HAPPY! You’ll love it!#HappyPlace Love y’all! — Pauley Perrette (@PauleyP) June 7, 2019 You think I didn’t expect blow back? You got me wrong. THIS happened To my crew member and I fought like hell to keep it from happening again! To protect my crew! And then I was physically assaulted for saying NO!?and I lost my job. pic.twitter.com/PYwJcH95Mi — Pauley Perrette (@PauleyP) June 7, 2019

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    O Mundo Sombrio de Sabrina: Foto de bastidores revela que produção da 3ª temporada já começou

    7 de junho de 2019 /

    O criador e showrunner de “O Mundo Sombrio de Sabrina” divulgou uma foto dos bastidores da 3ª temporada – ou Parte 3. Roberto Aguirre-Sacasa selecionou uma imagem que mostra Sabrina (Kiernan Shipka) e Harvey (Ross Lynch) no set. “Sexta-feira, hoje é a segunda leitura coletiva da temporada. Harvey e Sabrina caminham pela floresta, tudo está bem no mundo”, escreveu Aguirre-Sacasa ao lado da imagem. A Netflix renovou “O Mundo Sombrio de Sabrina” por mais duas temporadas. O terceiro ano, atualmente em produção, contará com a promoção dos atores Lachlan Watson (Susie) e Gavin Leatherwood (Nicholas) para o elenco fixo. Entretanto, os novos episódios ainda não tem previsão de estreia. It’s Friday, today’s the second table read of the season, Harvey and Sabrina are walking through the woods, all is well in the world. #CAOS #sabrinanetflix ???‍??⌛️?☠️ pic.twitter.com/kCD9gL9GmJ — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) June 7, 2019

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    Undone: Série animada da Amazon ganha primeiro trailer impressionante

    7 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer da nova série de animação adulta “Undone”. A prévia lembra muito o visual foto-realista e até o tema de distúrbio mental de “O Homem Duplo” (2006), mas foi concebida pelo criador de um tipo completamente diferente de animação. Undone” é o novo projeto de Raphael Bob-Waksberg, autor de “BoJack Horseman” – em parceria com Kate Purdy, também roteirista de “BoJack Horseman”. E desta vez eles não escrevem sobre animais falantes em crise. Os novos personagens são humanos com vozes e faces de atores conhecidos. Apesar disso, há elementos fantasiosos na trama, que entra no terreno surreal ao explorar a mente da protagonista. A personagem principal é Alma, interpretada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”), que, após um acidente de carro, descobre uma nova relação com o tempo. Ela passa a ver seu pai falecido (Bob Odenkirk, de “Better Call Saul”), que tenta lhe explicar suas habilidades e como ela pode viajar no tempo para impedir a morte dele. Entretanto, as visões, que mostram diferentes etapas temporais simultâneas à sua frente, só fazem ela questionar sua própria saúde mental. O visual impressionante tem direção e design de Hisko Hulsing, artista responsável pelas animações do documentário “Kurt Cobain: Montage of Heck” (2015). O elenco da animação ainda conta com Angelique Cabral (“Life in Pieces”), Constance Marie (“Switched at Birth”), Daveed Diggs (“Extraordinário”) e Siddarth Dhananjay (“Patti Cake$”). Por enquanto, “Undone” não tem previsão de estreia.

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    Pico da Neblina: Série brasileira de legalização da maconha ganha novo vídeo da HBO

    7 de junho de 2019 /

    A HBO Brasil divulgou um novo vídeo de “Pico da Neblina”, produção nacional com dez episódios que se passa num futuro próximo, após a legalização da maconha no país. A prévia traz cenas da série com comentários de seus produtores, Quico Meirelles (da série “Lili a Ex”) e seu pai famoso, o cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). Ambos também assinam a direção dos episódios, ao lado de Luis Carone (“Antônia”) e Rodrigo Pesavento (“Sobre Amanhã”). A trama gira em torno do jovem traficante paulistano Biriba (Luis Navarro), que, com a legalização da droga, deixa para trás a vida do crime para se juntar a um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan, de “Samantha!”), visando usar seus conhecimentos para comercializar o produto na legalidade. Biriba terá que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios. O tema maconheiro já rendeu algumas séries americanas, mas geralmente de tom mais cômico, da primorosa “Weeds” à horrorosa “Desenrolados” (Disjointed), que também tratava do mercado legal e foi cancelada no ano passado pela Netflix. A série tem produção da O2 e estreia em 4 de agosto na HBO.

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  • Série

    Ansel Elgort vai estrelar a primeira série de sua carreira

    7 de junho de 2019 /

    O jovem ator Ansel Elgort, que se projetou com papéis em “A Culpa É das Estrelas”, “Divergente” e “Em Ritmo de Fuga”, vai estrelar sua primeira série. Que também será uma das primeiras produções originais do novo serviço de streaming da WarnerMedia. Ele será o protagonista de “Tokyo Vice”, baseada no livro-reportagem de Jake Adelstein, que relata a história real de como a corrupção no departamento de polícia de Tóquio foi exposta pelo jornalista americano. Elgort vai interpretar Adelstein na série, que recebeu uma encomenda inicial de 10 episódios. O roteiro da adaptação está a cargo do dramaturgo JT Rogers, que venceu o Tony por “Olso”, e os episódios serão dirigidos por Destin Daniel Cretton, o cineasta indie de “Temporário 12” e “Castelo de Vidro”, que também vai comandar “Shang Chi”, o filme do Mestre do Kung Fu para a Marvel. Assim como a plataforma da WarnerMedia, “Tokyo Vice” ainda não tem previsão de estreia.

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    Novo trailer legendado de Dark destaca viagens no tempo

    7 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado da 2ª temporada de um dos primeiros sucessos internacionais, a série alemã “Dark”. A prévia destaca que “viagem no tempo existe de verdade” e explora as consequências disso, tema central da atração. “Se você tivesse acesso aos mecanismos do relógio do mundo, se pudesse mover as engrenagens, para qual dia você viajaria?”, diz a narração, entre cenas violentas e sombrias. “Dark” foi a primeira produção original alemã da Netflix. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. A criação do cineasta suiço Baran bo Odar e da roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”) foi renovada 19 dias após sua estreia na plataforma de streaming, mas demorou um ano e meio para retornar. A 2ª temporada estreia no dia 21 de junho, num longo hiato desde seu lançamento em dezembro de 2017. Por outro lado, já se encontra renovada para o terceiro ano, que irá concluir a história em 2020.

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  • Série

    Netflix renova e cancela Lúcifer em anúncio de última temporada

    6 de junho de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Lucifer” para sua 5ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais, com direito a vídeo da celebração de Tom Ellis, intérprete do personagem-título. Mas se trata de uma comemoração forçada. O anúncio incluiu uma palavrinha que muda todo o sentido do texto: “última”. Ou seja, a Netflix cancelou “Lucifer”. Mas deu aos produtores uma temporada extra para concluir a série. Por um lado, a renovação permite tempo para a história chegar a seu fim (mais) natural. No último episódio produzido, Lúcifer tinha sido enviado ao inferno. E os roteiristas poderão agora explorar o que isso significa, sem que a série termine neste anticlímax. Mas, por outro lado, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. No comunicado desta quinta (6/6), os produtores foram diplomáticos, exaltando a mesma felicidade vista no vídeo de Tom Ellis. “Somos incrivelmente gratos à Netflix por ter ressuscitado nosso programa na última temporada, e agora vamos terminar a história de Lúcifer em nossos termos”, disseram Joe Henderson e Ildy Modrovich no anúncio oficial. “Mais importante, queremos agradecer aos fãs por sua incrível paixão e apoio. O melhor ainda está por vir!”, completaram. Por sua vez, a plataforma disse: “Estamos muito felizes que os fãs de Lúcifer em todo o mundo tenham abraçado esta série na Netflix, e mal podemos esperar para dar a eles o grande final pelo qual todos estavam esperando”. Ver essa foto no Instagram Vocês pediram e eu invoquei a quinta e última temporada de Lucifer! Agora com licença que eu vou sair gritando pelas ruas com o meu diabão! ? Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 6 de Jun, 2019 às 3:40 PDT Posso descansar agora? Lucifer foi renovada para sua 5ª e última temporada. ?? pic.twitter.com/fi7eFegT6G — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 6, 2019

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  • Série

    Série do Monstro do Pântano é cancelada após exibição do primeiro episódio

    6 de junho de 2019 /

    A plataforma de streaming DC Universe cancelou “Swamp Thing”, série inspirada nos quadrinhos do personagem Monstro do Pântano, após a exibição do primeiro episódio. A notícia era esperada e não tem nada a ver com a qualidade ou a audiência da série. Ela é consequência de uma reavaliação, por parte dos novos donos da Warner, do investimento na DC Universe. A WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, vem fechando vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado a séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games – e este deve ser o destino da pioneira DC Universe. O objetivo da WarnerMedia é acabar com esforços de nicho para se concentrar numa única plataforma de grande porte, que será lançada entre o fim de 2019 e o começo de 2020, para concorrer com Netflix, Amazon, Disney+ (Disney Plus) e outras. Infelizmente, quase nada do que é atualmente produzido em paralelo deverá ser aproveitado no novo serviço, que será voltado ao gosto médio do grande público. Esta decisão foi tomada muito antes da estreia da série do Monstro do Pântano. Em abril, a WarnerMedia mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª temporada gravou apenas 10. Na época, o fato gerou muitas especulações, mas nem a WarnerMedia nem a DC Universe emitiram um comunicado oficial para explicar a decisão. Alguns posts nas redes sociais indicaram que a decisão foi repentina e pegou desprevenida centenas de integrantes da produção, que de uma hora para outra ficaram desempregados. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a um dos criadores da série, Mark Verheiden (“Constantine”), sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da plataforma proibiu que ele respondesse. A lei de silêncio se estende ao destino da própria DC Universe. Entretanto, uma fonte do jornal Star News, da pequena cidade de Wilmington, onde “Swamp Thing” estava sendo gravada, revelou que a interrupção dos trabalhos já seria consequência de discussões para encerrar a plataforma. A pedidos da WarnerMedia, essa informação foi posteriormente retirada do site oficial da publicação. Das outras duas atrações live-action lançadas até agora pela DC Universe, apenas “Titãs” (Titans) foi renovada para uma 2ª temporada. “Doom Patrol”, a série da Patrulha do Destino, encerrou sua 1ª temporada em 24 de maio e não tem seu futuro definido. E para complicar ainda mais a situação, a plataforma ainda possui uma série inédita prevista para 2020: “Stargirl”, que já está sendo gravada – além de um desenho animado da Arlequina, em fase avançada de desenvolvimento. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) e tinha produção de James Wan (o diretor de “Aquaman”), além de incluir entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco incluía Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Com a interrupção da produção, seguida por cancelamento precoce, dificilmente a série terá conclusão. O corte antecipado queima a possibilidade do programa conquistar público e é uma queima arriscada de investimento por parte da WarnerMedia, que chamusca sua relação com o produtor bem-sucedido James Wan, responsável pelo universo de “Invocação do Mal” para a divisão cinematográfica da empresa. Por outro lado, não deixa de ser uma forma de evitar a reação de fãs que acompanhariam a série até os últimos episódios, e que poderiam fazer campanha contra seu cancelamento.

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  • Série

    Trailer legendado de Jessica Jones apresenta novo vilão e nova heroína

    6 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”, que traz a protagonista acusada de ser uma farsa por um novo vilão e apresenta a versão mascarada de sua melhor amiga, após ela ganhar superpoderes na temporada anterior. A prévia mostra Trish Walker (Rachael Taylor) com uma roupa preta que chega a lembrar o Demolidor, mas não sua personagem nos quadrinhos, a Felina (Hellcat), cujo uniforme era amarelo. Já o novo inimigo de Jessica Jones é o psicopata Gregory Salinger (Jeremy Bobb, da série “Boneca Russa”), que nos quadrinhos assume a identidade do Matador de Idiotas (Foolkiller). Ele foi o segundo vilão a adotar esse nome e se tornou popular o suficiente para merecer uma minissérie nos anos 1990, além de render um imitador num título individual da linha Max, dedicada a publicações adultas da Marvel – e que originou Jessica Jones. O melhor é que após Salinger se regenerar, ele virou, acredite se quiser, o psicanalista de Deadpool! Outra novidade é que os novos episódios vão marcar a estreia de Krysten Ritter, intérprete da personagem-título, como diretora. A estreia dos capítulos finais foi marcada para 14 de junho. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).

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    2ª temporada de Deadly Class teria episódio gravado no Brasil

    6 de junho de 2019 /

    O cancelamento de “Deadly Class” pelo canal pago SyFy deixou fãs inconsoláveis em todo o mundo, mas os fãs brasileiros têm um motivo a mais para lamentar. Ao comentar o destino na série no Twitter, a atriz María Gabriela de Faría (intérprete de Maria Salazar) revelou que havia planos para filmar um episódio no Brasil na 2ª temporada. Ela completou a informação dizendo que, se a série conseguir ser resgatada em outro local, os planos serão seguidos e os brasileiros poderão ver o elenco de perto. “Quer conhecer uma coisinha? Planos para ir ao Brasil estavam sendo feitos antes do cancelamento, então, se conseguirmos uma 2ª temporada, é muito provável que vocês nos veja lá em breve!”, ela postou, junto da hashtag #SaveDeadlyClass “Deadly Class” foi cancelada pelo canal pago Syfy na noite de quarta (5/6), junto de “Happy!”, e fãs já se mobilizaram criando campanhas para salvar a série. A Sony, que produz a atração, pretende levá-la para outra plataforma, aproveitando que a hashtag #deadlyclass entre no Top 10 das mais usadas do Twitter logo após a notícia chegar na mídia. Baseada nos quadrinhos homônimos de Rick Remender, a série girava em torno de alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos. Passada em 1987, era repleta de tribos urbanos marcantes, como punks e góticos, e sua trilha sonora (sensacional!) se destacava por incluir muitas músicas do underground da época. Também tinha algumas das melhores coreografias de lutas já vistas na TV. E entre os destaques do elenco, estavam Lana Condor (a estrela de “Para Todos os Garotos que Já Amei”) e Benedict Wong (o Wong de “Vingadores: Ultimato”). Os roteiros eram do próprio autor dos quadrinhos. E, para completar, a produção estava a cargo de ninguém menos que os irmãos Russo (os diretores de “Vingadores: Ultimato”), que contavam com uma equipe de apoio invejável nos episódios disponibilizados, como os cineastas Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”) e Ami Canaan Mann (“Em Busca de um Assassino”). No Brasil, todos os episódios da 1ª e única temporada entraram na plataforma Globosat no final de abril. Wanna know a little something? Plans on going to Brazil were being made before the cancellation so, if we get a season 2 is very very likely you’ll see us there soon! #SaveDeadlyClass — Maria Gabriela (@mgabrieladfc) June 5, 2019

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