Cancelada pela Netflix, One Day at a Time é salva pela TV paga americana
A série “One Day at a Time”, cancelada pela Netflix em março, foi resgatada pelo canal pago americano Pop. A 4ª temporada vai estrear em 2020, com mais 13 episódios. Com esse salvamento, a Netflix experimentou o reverso de uma tendência que parece ter mão única. Acostumada a salvar séries canceladas da TV, a plataforma viu pela primeira vez uma série que cancelou ganhar sobrevida na televisão. E tem mais. Após a temporada ser exibida no Pop, um canal de poucos assinantes, os episódios da série começarão a ser transmitidos pela primeira vez na TV aberta, via rede CBS, cujo conglomerado é dono do Pop. Com o negócio, a Sony, que produz “One Day at a Time”, também assume os direitos de distribuição internacional da atração, que até então pertenciam à Netflix. O canal Pop ainda vai exibir as três primeiras temporadas de “One Day at a Time”, que, apesar disso, continuarão a fazer parte do acervo da Netflix. Elogiadíssima pela crítica, a série é um reboot latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Já o remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. Com isso, além de fazer graça com situações do cotidiano familiar, a série também discutiu raça e imigração. Mais que isso, como a filha assumiu uma namorada, também pautou homofobia, sem esquecer de alcoolismo, drogas, ansiedade e estresse pós-traumático, em seu – por incrível que pareça – bom humor. “One Day at a Time” tem média de 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas o terceiro ano, disponibilizado em fevereiro em streaming, atingiu nota máxima: 100%.
Sintonia: Série de Kondzilla ganha data de estreia e primeiras imagens oficiais
A Netflix divulgou a data de estreia e as primeiras imagens de sua nova série brasileira “Sintonia”. O lançamento terá seis episódios de 40 minutos, que serão disponibilizados em 9 de agosto. “Sintonia” foi criada e também é dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 30 milhões de inscritos. A série é estrelada pelo funkeiro MC Jottapê, dono do hit “Ladrão da Noite”, e o ator Christian Malheiros, cuja atuação no longa “Sócrates” lhe rendeu indicação na categoria de melhor ator do Independent Spirit Awards, uma das principais premiações do cinema independente americano. MC Jottapê interpreta Doni, um músico ansioso para voar além dos modestos sonhos que sua família planejou para ele. Seu melhor amigo, o ambicioso e ousado Nando (Malheiros), escolhe o caminho arriscado do crime organizado, mesmo indo contra seu senso de ética. O elenco ainda destaca Bruna Mascarenhas em sua estreia como atriz, no papel da rebelde e engenhosa Rita, além de Julia Yamaguchi, Fernanda Viacava, Danielle Olímpia, Leilah Moreno e Vanderlei Bernadino. Kondzilla vai trabalhar no projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e o roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado do diretor de clipes. Dia 9 de agosto o meu site vai tremer. Em todos os sentidos. Falaí, @KondZilla. #Sintonia pic.twitter.com/vK9f5CIiWp — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 27 de junho de 2019
Lena Headey vai estrelar e produzir remake da série dinamarquesa Rita
A atriz Lena Headey, que viveu Cersei Lannister nas oito temporadas de “Game of Thrones“, vai protagonizar e produzir uma nova série para um concorrente da HBO. Trata-se de “Rita”, desenvolvida para o canal pago Showtime. A produção é remake de uma série dinamarquesa homônima, criada por Christian Torpe (que estreou nos EUA como criador da série “The Mist”) e que gira em torno de uma professora não convencional e mãe solteira rebelde, a Rita do título. “Rita” teve quatro temporadas na Dinamarca, exibidas entre 2012 e 2017. As duas últimas, inclusive, foram coproduzidas pela Netflix, que distribui o programa internacionalmente. Curiosamente, a produção encabeçada por Lena Headey não é a primeira tentativa de emplacar uma versão americana da atração. Em 2013, logo após o sucesso da temporada inicial do programa na Dinamarca, um piloto chegou a ser encomendado com Anna Gunn (de “Breaking Bad”) no papel principal. Na época, o remake não foi aprovado pelo canal pago Bravo. Mas enquanto a versão rejeitada foi escrita por Krista Vernoff (de “Grey’s Anatomy”), a nova abordagem tem roteiro do próprio criador da série original, Christian Torpe. A série também já ganhou remakes holandês (intitulado “Tessa”) e francês (“Sam”).
Criador de La Casa de Papel anuncia Parte 4
A Parte 3 ainda nem estreou, mas “La Casa de Papel” já tem garantida sua Parte 4. O anúncio foi feito nesta quinta (27/6) pelo criador da série, Álex Pina, em um evento na Espanha. As gravações, inclusive, já teriam começado. Enquanto o elenco terminava a Parte 3, já emendava cenas dos primeiros episódios da Parte 4. Assim, a produção deve se estender até agosto, prevendo um lançamento no começo de 2020. A forma como a série foi dividida sugere uma reprise da estrutura original, em que a 1ª temporada foi apresentada em duas partes. A diferença é que, desta vez, o formato foi planejado com outro contexto em mente. As partes 3 e 4 (que comporiam a 2ª temporada completa) estão sendo produzidas com exclusividade para a Netflix, enquanto a 1ª temporada (apresentada em streaming como partes 1 e 2) foi realizada para a TV espanhola e apenas posteriormente licenciada para a plataforma, com ajustes no tempo de duração dos episódios. Agora, o timing foi todo pensado para o streaming. A Parte 3 vai mostrar que, após escapar do país, o grupo que assaltou a Casa da Moeda da Espanha precisará volta à ativa para libertar um deles, preso pela polícia num cerco inesperado. Sob o comando do Professor (Álvaro Morte), eles planejam atacar a prisão, vestindo, claro, os famosos macacões vermelhos e máscaras de Dalí. A estreia da Parte 3 vai acontecer em 19 de julho.
A Divisão: Globoplay anuncia sua primeira série policial
A plataforma de streaming Globoplay anunciou mais uma série original brasileira para o mês de julho. Trata-se do drama policial “A Divisão”, que vai acompanhar uma equipe da Divisão Antissequestro do Rio em missões contra quadrilhas especializadas nesse tipo de crime. Segundo a sinopse oficial, a trama vai se passar no final da década de 1990, quando “notícias da guerra entre facções criminosas na cidade dividem espaço nas páginas policiais com reportagens que relatam o aumento de uma modalidade de crime que assusta a elite carioca: o sequestro”. Originalmente, o projeto estava sendo desenvolvido como filme, mas foi esticado, com a inclusão de cenas extras, para virar uma série. Criada e produzida por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, a série será estrelada por Silvio Guindane (“3%”), Marcos Palmeira (“Minha Vida em Marte”), Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”), Dalton Vigh (“Kardec”), Natalia Lage (“O Doutrinador”) e Vanessa Gerbelli (“Malhação”), sob a direção geral do cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) – que era responsável pela versão cinematográfica do projeto. A produção é da AfroReggae Audiovisual, em parceria com o canal pago Multishow e a produtora Hungry Man. Apesar de anunciar “A Divisão” para julho, a data exata da estreia ainda não foi divulgada pelo Globoplay.
As Panteras vira 007 adolescente no primeiro trailer legendado
A Sony divulgou o primeiro trailer legendado do novo “As Panteras”, que mostra a transformação da antiga agência de detetives de Charlie Townsend numa agência de espionagem internacional, com direito a espiã do MI6, gadgets que explodem, um inventor de armas secretas e a missão de salvar o mundo. Mas como as agentes se comportam como adolescentes, com direito a crush em ídolo teen da Netflix, risinhos e olhos arregalados, o contexto acaba sendo menos 007 e mais D.E.B.S. Para completar, a música-tema que embala o vídeo vai ser um sucesso entre as crianças e adolescentes, cantada por Miley Cyrus, Ariana Grande e Lana Del Rey. O filme mostra a formação de um novo trio feminino. Desta vez, apenas Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) são agentes treinadas, com Naomi Scott (“Aladdin”) recrutada durante a missão, assumindo o papel de ingênua da história. Mas elas formam apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. E cada equipe tem o seu próprio Bosley. O nome do assistente de Charlie na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel. O trailer mostrou três deles, Patrick Stewart (“Logan”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”) e Jonathan Tucker (“Westworld”). A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Max Wright (1943 – 2019)
O ator Max Wright, que até hoje é lembrado pelo papel de Willie Tanner, pai da família da série “Alf, o ETeimoso”, morreu na quarta-feira (26/6) em sua casa em Hermosa Beach, no estado da Califórnia, aos 75 anos. Ele foi diagnosticado com linfoma ainda em 1995, mas o câncer permaneceu em remissão por muitos anos, até recentemente. Nativo de Detroit, Wright começou a carreira no teatro nova-iorquino, estreando na Broadway em 1968, na montagem de “A Grande Esperança Branca”. Seu desembarque em Hollywood aconteceu 11 anos depois, num filme de forte inspiração teatral, “O Show Não Pode Esperar” (1979), semi-autobiografia musical do diretor e coreógrafo Bob Fosse. Wright teve pequenos papéis em alguns filmes do período, como “O Abraço da Morte” (1979), de Jonathan Demme, e “Reds” (1981), de Warren Beatty, mas acabou ganhando mais projeção na televisão. Uma participação em “O Casal 20”, em 1982, abriu caminho para uma longa trajetória de “episódios da semana”, levando-o a aparecer em sitcoms extremamente populares como “Cheers”, “Taxi”, “Murphy Brown”, “Mad About You” e até “Friends” – era o gerente do café Central Perk. A rotina de participações especiais sofreu algumas interrupções por tentativas de integrar elencos fixos. Mas os projetos que o atraiam costumavam ser rapidamente cancelados. Até que, em 1986, Wright entrou em “Alfie”. Foi a segunda série do ator para o produtor Tom Patchett, após passagem pela curta “Buffalo Bill”, só que desta vez a atração durou quatro temporadas, até 1990, sem contar as inúmeras reprises e derivados. A história da família que abrigava um alienígena em sua garagem virou sensação, a ponto de movimentar uma fortuna em licenciamentos para os mais diferentes produtos, de quadrinhos a série animada. O detalhe é que, apesar de o personagem-título ser um marionete, não eram apenas crianças que sintonizavam a atração. “Alf” era considerada mais uma sitcom que programa infantil graças, em grande parte, à qualidade do desempenho de Wright, que comandava o humor com a maior seriedade, em seus embates éticos contra o ETeimoso, tentando fazer Alf se comportar – e não comer os gatos da vizinhança. “Max absolutamente fazia você esquecer que ‘Alf’ era uma marionete”, disse Patchett em 2016. Entretanto, Wright não escondia que odiava trabalhar na série e comemorou seu final. Tanto que não participou do telefilme “Projeto ALF” (1996), que continuou a trama – e foi um fracasso, considerado sério demais. Após o final de “Alf”, Wright demonstrou versatilidade ao participar do elenco estelar da minissérie de terror “The Stand – A Dança da Morte”, baseada em best-seller de Stephen King que virou fenômeno de audiência em 1994. Ele também retomou a carreira no cinema e no teatro, aparecendo nos filmes “O Sombra” (1994), “Dois Velhos Mais Rabugentos” (1995), “Sonho de uma Noite de Verão” (1999) e “Neve Sobre os Cedros” (1999), e recebeu uma indicação ao Tony (o Oscar do Teatro) de Melhor Ator em 1998 pela montagem de “Ivanov”, clássico de Anton Chekhov. Acabou voltando para a TV em 1999 com “The Norm Show”, sobre um ex-jogador de hockey (Norm MacDonald) em liberdade condicional por evasão fiscal. Wright vivia o gerente no serviço social que Norm era obrigado a frequentar. A série durou três anos, até 2001, e ganhou um telefilme de reunião final, em 2005, que se tornou o último trabalho na filmografia do ator.
Comercial junta Havaianas e Stranger Things
A marca brasileira de chinelos Havaianas se juntou à lista de licenciados internacionais da série “Stranger Things”. A empresa produziu um comercial com cenas da 3ª temporada da atração da Netflix para divulgar o lançamento de uma coleção de chinelos temáticos. São dois modelos de sandálias com estampas inspiradas no programa. Como os novos episódios se passam em 1985, o vídeo propõe uma comparação entre os acontecimentos estranhos de Hawkins, a cidade americana em que se passa a série, e o Brasil do mesmo período, em que apresentadoras de programas infantis usavam roupas sensuais e programas de auditório jogavam bacalhaus na plateia. Confira abaixo. A campanha das Havaianas se junta ao relançamento da New Coke, numa ação muito comentada da Coca-Cola em parceria com a série. Além disso, a Nike também começa a vender uma nova coleção de tênis, roupas e acessórios inspirada em “Stranger Things”, com visual vintage da marca nos anos 1980, a partir desta quinta-feira (27/6). A 3ª temporada de “Stranger Things” estreia em 4 de julho em streaming.
Lena Headey entra em nova fantasia épica, no elenco da série de O Cristal Encantado
A atriz Lena Headey entrou em outra saga de fantasia épica após “Game of Thrones”. A ex-intérprete de Cersei Lannister se juntou ao elenco de dubladores de “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), série da Netflix baseada no clássico infantil de Jim Henson, lançado em 1982. Além dela, a produção anunciou as participações de Benedict Wong (“Doutor Estranho”), Awkwafina (“Poderes de Ricos”), Sigourney Weaver (“Alien”), Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e Vespa”) e o profissional veterano de muppets Dave Goelz, que trabalhou no filme original. A série é ambientada muitos anos antes dos eventos do longa dos anos 1980. Centra-se em três Gelfling (dublados por Taron Egerton, Anya Taylor-Joy e Nathalie Emmanuel) que descobrem a terrível verdade por trás do poder dos malvados Skeksis e partem em uma jornada épica para acender o fogo da rebelião e salvar seu mundo. Headey e John-Kamen darão vozes a Gelflings, os personagens bonzinhos da trama, enquanto Wong e Awkwafina interpretarão vilões Skeksis. Weaver fará a narração e Goelz vai dar voz a outra criatura diferente, um Fizzigig. O resto do elenco de dubladores é igualmente impressionante. Não apenas Taron Egerton (“Rocketman”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. Os coadjuvante confirmados incluem nada menos que Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Ou seja, a Netflix Brasil teria que divulgar esta série com legendas! Mesmo assim, o primeiro trailer disponibilizado foi estrelado por vários profissionais anônimos da dublagem brasileira… O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). A estreia está marcada para 30 de agosto em streaming.
Maisie Williams vai estrelar nova série após Game of Thrones
A atriz Maisie Williams já definiu seu próximo projeto televisivo após “Game of Thrones”. Ela será a protagonista de uma nova série britânica de ação e humor negro, provisoriamente intitulada “Two Weeks To Live”. Na trama, a antiga intérprete de Arya Stark viverá Kim Noakes, uma jovem desajustada que vive em reclusão no interior, aprendendo técnicas de sobrevivência com a mãe, após a morte misteriosa de seu pai quando ela era uma criança. Quando uma brincadeira dá errado, ela se vê fugindo da polícia e de um gângster assassino, carregando uma mala de dinheiro roubado e tendo que confiar nas habilidades que desenvolveu em sua infância para sobreviver. Lembra parcialmente a premissa de outro filme/série, “Hanna” – renovada para a 2ª temporada na Amazon. “Ansiosa para começar a trabalhar em algo novo. Acho que ‘Two Weeks To Live’ tem muito potencial e quero fazer algo incrível com essa equipe maravilhosa”, disse Williams em comunicado oficial. Criada por Gaby Hull (da minissérie “Cheat”), a série terá seis episódios, que serão exibidos no canal pago Sky no Reino Unido em 2020.
Última temporada de Orange Is the New Black ganha 50 fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou mais de 50 fotos, o pôster e o trailer legendado da 7ª e última temporada de “Orange Is the New Black”. A prévia confirma que a trama vai se alternar entre as personagens que continuam presas e a jornada da protagonista Piper (Taylor Schilling), após ganhar liberdade. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento na temporada passada. Os últimos episódios estreiam em 26 de julho em streaming.
Criador de Maniac emplaca duas séries na plataforma de streaming da Warner
A WarnerMedia encomendou duas séries novas de Patrick Somerville, o criador de “Maniac” na Netflix. As atrações serão produzidos para o vindouro serviço de streaming do estúdio. As séries são a comédia de divórcio “Made For Love” e a sci-fi pós-apocalíptica “Station Eleven”. Mas até a comédia tem elementos de tecnologia futurista. “Made For Love” é baseada no romance homônimo de Alissa Nutting e inclui SJ Clarkson (diretora do piloto do spin-off de “Game of Thrones”) na direção e produção dos episódios, enquanto “Station Eleven” adapta o best-seller internacional de Emily St. John Mandel, com direção e produção de Hiro Murai (“Atlanta”). Somerville vai assinar os roteiros e será o produtor executivo de ambas. As encomendas são para 10 episódios em cada série, que serão produzidos, curiosamente, não pela Warner Bros Television (WBTV), mas pela Paramount TV, onde Sommerville tem um contrato de exclusividade. A comédia vai mostrar, de forma absurda e cínica, até onde alguém é capaz de ir por amor e por ódio, abordando divórcio e vingança. A trama segue Segue Hazel Green, uma mulher de 30 e poucos anos, que se divorcia após 10 anos em um casamento sufocante com um bilionário de empresa de tecnologia, que possivelmente é um sociopata. Mas, ao se separar, ela descobre que seu marido implantou um dispositivo revolucionário de monitoramento – o Made for Love – em seu cérebro, permitindo que ele a localize, observe e saiba seus pensamentos e sentimentos o tempo inteiro. Já a sci-fi acompanha os sobreviventes de uma epidemia devastadora, enquanto eles tentam reconstruir e reimaginar o mundo, mantendo apenas o melhor do que foi perdido. Além de ter criado “Maniac”, estrelada por Emma Stone e Jonah Hill, Patrick Somerville escreveu episódios das séries “The Leftovers”, da HBO, “The Bridge”, da FX, e “24: Live Another Day”, da Fox. O serviço de streaming da WarnerMedia ainda não tem previsão de estreia.
Personagem do filme O Poder e a Lei vai ganhar série
A rede CBS encomendou a produção de uma série baseada no personagem central do filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. Desenvolvida pelo roteirista David E. Kelley (de “Big Little Lies” e “Mr. Mercedes”), a série deve ter o título original do filme, “The Lincoln Lawyer”, que também é o mesmo do best-seller escrito por Michael Connelly em 2005 (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”). A trama gira em torno do advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. “O Poder e a Lei” foi o filme que fez McConaughey ser levado à sério, encerrando sua fase de galã de comédias românticas – três anos depois, ele venceu o Oscar (por “Clube de Compra Dallas”). O sucesso chegou a render anúncio da produção de uma continuação, que curiosamente nunca saiu do papel. Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que já virou série live-action: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O escritor será um dos produtores da série, ao lado de Kelley. A atração deve ser lançada no final de 2020.











