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6 de outubro de 2026
  • Série

    Nova série de Drácula ganha primeiras fotos

    3 de julho de 2019 /

    A rede britânica BBC divulgou as duas primeiras fotos de “Drácula”, nova série coproduzida pela Netflix, que traz o ator dinamarquês Claes Bang (de “The Square: A Arte da Discórdia”) caracterizado como o personagem-título. Veja acima e abaixo. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores de “Sherlock”, que vão escrever todos os episódios. Por sinal, a produção de “Drácula” vai seguir o mesmo formato de “Sherlock”, com uma 1ª temporada curta, contendo capítulos de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. Ainda sem previsão de estreia, “Drácula” vai retornar à TV cinco anos após o cancelamento de uma produção homônima da rede NBC, que trouxe Jonathan Rhys Meyers no papel-título em 13 episódios. A nova série será o primeiro projeto da Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e atualmente desenvolve uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO. Além de viver Drácula, Claes Bang poderá ser visto pelos fãs de séries na 5ª e última temporada de “The Affair”, que estreia em 25 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Terror: Espectro assombra famílias japonesas em novo trailer da 2ª temporada

    3 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Terror”. Originalmente uma minissérie, a atração virou uma série de antologia ao ser renovada, contando uma história de terror diferente por temporada. O segundo arco é ambientado na época da 2ª Guerra Mundial e mostra um espectro misterioso que ameaça uma comunidade nipo-americana do sul da Califórnia. A história também denuncia os campos de concentração criados para deter imigrantes japoneses nos Estados Unidos da época. A trama se passa num desses locais, onde não há como escapar da assombração. O elenco destaca George Takei (o Sr. Sulu da “Star Trek” original), Derek Mio (“Greek”), Miki Ishikawa (“No Ritmo da Paixão”), Naoko Mori (“Evereste”), Yuki Morita (“Godzilla”), James Saito (“Altered Carbon”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”), Eiji Inoue (“The Silk Road”) e outros. A nova história foi desenvolvida por Alexander Woo (roteirista da série “True Blood”) em parceria com Max Borenstein (“Godzilla”). Novamente com 10 episódios, produção do cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e o título completo de “The Terror: Infamy”, a 2ª temporada vai estrear em 12 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    Trailer da última temporada de The Affair introduz a personagem de Anna Paquin

    3 de julho de 2019 /

    O canal pago Showtime divulgou o pôster e um novo trailer da 5ª e última temporada de “The Affair”, que mostra a tentativa de Noah (Dominic West) de reatar com sua ex Helen (Maura Tierney). O clima melodramático inclui acidente de carro, mas também serve para introduzir uma nova personagem na trama, vivida por Anna Paquin (a Sookie de “True Blood”). Ela vai desempenhar um papel importante após um grande salto temporal na história: a versão adulta de Joanie Lockhart, a filha de Alison e Cole. Por coincidência, os intérpretes de seus pais não participarão do desfecho da série. Ruth Wilson saiu de forma violenta da trama, assassinada por um dos personagens na 4ª temporada, enquanto Joshua Jackson encerrou sua trajetória antes do final da produção do canal pago americano Showtime. Nos últimos capítulos, Joanie voltará à Montauk, cidadezinha litorânea de Nova York em que se passa grande parte da série, para investigar a morte de sua mãe. O elenco também ganhará participação do dinamarquês Claes Bang (“The Square: A Arte da Discórdia”) como o novo interesse romântico de Helen, a personagem de Maura Tierney. A 5ª temporada de “The Affair” estreia em 25 de agosto.

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  • Série

    Diretor de Jurassic World: Reino Ameaçado vai comandar série de O Senhor dos Anéis

    3 de julho de 2019 /

    A Amazon fechou com o cineasta espanhol J.A. Bayona (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) para comandar episódios da sua bilionária série de “O Senhor dos Anéis”. Além de dirigir os dois primeiros capítulos da série, ele também fará parte da produção executiva da atração junto de sua parceira Belén Atienza, que produz suas obras desde “O Orfanato” (2007). Os dois também trabalharam juntos no filme mais recente do diretor, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que teve bilheteria de US$ 1,3 bilhão. “J.R.R. Tolkien criou uma das histórias mais extraordinárias e inspiradoras de todos os tempos”, disse Bayona em comunicado oficial. “Como fã de longa data, é uma honra e alegria me juntar a essa equipe criativa. Mal posso esperar para levar o público de volta à Terra Média”, finalizou. Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostraria aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. A adaptação está a cargo da roteiristas JD Payne e Patrick McKay (de “Star Trek: Sem Fronteiras”), showrunners da atração, que estão trabalhando nas histórias com Gennifer Hutchison (de “Breaking Bad”) e Bryan Cogman (de “Game of Thrones”). Não há previsão de estreia para a série, mas os executivos da Amazon esperam um lançamento em 2021.

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  • Filme,  Série

    Bryan Cranston e Aaron Paul sugerem nova parceria após Breaking Bad

    3 de julho de 2019 /

    É fato que existe um filme de “Breaking Bad” em produção, mas a maioria dos detalhes estão guardados em segredo. Por isso, os fãs da série premiada estão acompanhando com muita atenção os posts combinados entre os atores Bryan Cranston e Aaron Paul, intérpretes de Walter White e Jesse Pinkman na atração. Depois de ambos compartilharem a imagem idêntica de duas mulas em suas redes sociais, acompanhada pela legenda “em breve”, eles publicaram uma foto em que aparecem juntos, reforçando a proximidade de algum fato ou revelação. “Ainda mais cedo”, escreveram. Não há mais nenhum detalhe e nada sugere que seja ligado à produção do telefilme, que ainda não foi anunciado oficialmente, mas, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, já está sendo escrito pelo criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan. Supostamente, a produção seria estrelada por Aaron Paul e contaria o que aconteceu com seu personagem, Jesse Pinkman, após a última cena da produção televisiva. No capítulo final da série, Pinkman foi salvo do cativeiro por Walter White e escapou num carro em disparada, enquanto seu “aminimigo” sangrava no chão de uma fábrica de drogas, ferido mortalmente pela troca de tiros contra traficantes caipiras, com o som de sirenes da polícia se aproximando do massacre. O filme acompanharia a fuga de Jesse a partir desse ponto. E Bryan Cranston? O ator disse, no início do ano, que não acreditava que Walter tinha morrido na cena final da série. Ao mesmo tempo, disse que isso não significava que estaria envolvido no telefilme – confirmando sua existência. “É uma ótima história e há muitas pessoas que queriam ver algum tipo de finalização em algumas dessas histórias que foram deixadas em aberto [no final da série]”, disse Cranston. “A ideia do filme, pelo que me disseram, diz respeito a isso – pelo menos um par de personagens ficou com o destino em aberto, no que diz respeito à jornada deles.” As fontes da THR também confirmam que a Netflix teria direitos preferencias sobre a produção, exibindo o filme em todo o mundo, paralelamente à transmissão americana pelo canal pago AMC. Mas os teasers de Bryan Cranston e Aaron Paul podem não ter nada a ver com isso. Ver essa foto no Instagram Even sooner Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 2 de Jul, 2019 às 9:59 PDT Ver essa foto no Instagram Even sooner Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@glassofwhiskey) em 2 de Jul, 2019 às 9:59 PDT Ver essa foto no Instagram Soon Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@glassofwhiskey) em 25 de Jun, 2019 às 10:00 PDT Ver essa foto no Instagram Soon Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 25 de Jun, 2019 às 10:00 PDT

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  • Série

    Louis Tomlinson diz não ter autorizado cena polêmica da série Euphoria

    2 de julho de 2019 /

    O cantor Louis Tomlinson, da boy band One Direction, não gostou e muito menos aprovou a mais recente polêmica da série “Euphoria”, produção da HBO estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) que tem dado muito o que falar por seu tom escandaloso. O terceiro episódio, intitulado “Made You Look”, incluiu uma sequência de animação em que Tomlinson transa com seu colega de boy band Harry Styles. A cena de menos de um minuto é usada para ilustrar a imaginação de uma personagem que escreve fan fiction – a Kat, vivida por Barbie Ferreira (Barbara Linhares Ferreira), filha de brasileira que é uma das revelações da série. Os fãs do One Direction surtaram e, após diversas reclamações, Tomlinson pronunciou-se nas redes sociais, dizendo que ninguém da produção o contatou para pedir autorização para usar sua imagem na série. “Posso dizer categoricamente que eu não fui contatado nem aprovei. Nem Harry Styles nem a produção de “Euphoria” se pronunciaram sobre o assunto. Veja a cena aqui, enquanto ainda estiver no ar. Mas apenas se for maior de idade – a responsabilidade é sua. I can categorically say that I was not contacted nor did I approve it. — Louis Tomlinson (@Louis_Tomlinson) 1 de julho de 2019

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  • Etc,  Série

    The Walking Dead é oficialmente cancelada… em quadrinhos

    2 de julho de 2019 /

    A história de “The Walking Dead” chegou ao fim. A revista em quadrinhos que acompanhava as desventuras dos sobreviventes do apocalipse zumbi foi cancelada por seu próprio criador. Robert Kirkman resolveu encerrar a publicação na edição 193, que chega às bancas dos Estados Unidos nessa quarta-feira (3/7). A decisão, sem aviso prévio, foi uma surpresa para os leitores, que chegaram a duvidar quando a notícia chegou na internet, por meio do vazamento do texto de despedida de Kirkman, incluído na edição. O fim abrupto mantém a tradição de choque que acompanha “The Walking Dead” desde seu lançamento em 2003. A história sempre se diferenciou por matar personagens favoritos dos fãs e vai acabar numa edição especial com 70 páginas, concebida como epílogo, um mês depois de Kirkman matar seu protagonista, Rick Grimes. Para Kirkman, a morte de Rick se confunde com o fim da publicação, já que a história refletiu o ponto de vista do ex-xerife desde o primeiro exemplar. Em seu texto, ele escreveu que “The Walking Dead” foi uma jornada “de Shane até Rick”, lembrando que, ao menos nos quadrinhos, Shane foi o primeiro e Rick o último a morrer. “Eu odeio saber o que está vindo agora”, Kirkman escreveu nas páginas finais da edição. “Como um fã, odeio perceber quando a história do filme está no terceiro ato e ele está acabando. Eu odeio contar comerciais e saber que a série está no fim. Eu odeio o sentimento de quando você sabe que está chegando ao fim de um livro. Alguns dos melhores episódios de ‘Game of Thrones’ são tão envolventes que você não sabe se viu 15 ou 50 minutos dele e quando o fim chega, você fica chocado”, continua o criador. “Eu amo filmes longos por essa razão. Você perde a noção do tempo porque está convencido de que estará lá por muito tempo, mas a história se move e quando começa a terminar… você não acredita que já acabou. Surpresa, a revista em quadrinhos terminou! Tudo que eu fiz, tudo que um criador pode fazer é contar histórias que nos divirtam e esperar que o público se sinta da mesma maneira. Foi tudo que eu fiz e pareceu funcionar na maior parte do tempo”, anunciou Kirkman. “The Walking Dead sempre foi construída na surpresa”, acrescentou o escritor. “Estranhamente, por mais inseguro que eu esteja em terminar a história, sinto-me confiante em como a acabei. Eu venho construindo isso há anos, e é bom terminar com uma nota tão feliz. Saber que tudo o que esses personagens viveram significou alguma coisa. Ver que Michonne conseguiu encontrar sua filha, encontrar a paz em sua vida, e até ter um neto … isso é bom. Que o mundo está consertado… e em paz, o que de certa forma é ainda melhor do que antes… isso é significativo. E ver Carl naquela cadeira de balanço, lendo feliz para sua filha, sabendo que é a vida que Rick queria que ele tivesse … isso me deixa feliz”. Assim, apesar de todas as mortes brutais ao longo de sua narrativa, “The Walking Dead” termina com um final feliz. E com um final que não poderá ser replicado na série televisiva, que desnecessariamente incluiu a morte de Carl, o filho de Rick, em sua 8ª temporada. Em compensação, Judith, morta nos quadrinhos, segue viva na série. Atualmente, a atração televisiva está na altura da edição 144, no começo da Guerra dos Sussurradores, que se encerrou no número 162 dos quadrinhos. Bem mais curta que a guerra contra os Salvadores, a nova batalha deve incluir novas mortes chocantes, mas, curiosamente, a perda mais importante registrada nas páginas da história original já está morta desde a 3ª temporada da série – Andrea. “The Walking Dead” chega a sua 10ª temporada em outubro.

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  • Série

    Neil Gaiman comenta a produção da série baseada nos quadrinhos de Sandman

    1 de julho de 2019 /

    O escritor Neil Gaiman comentou nas redes sociais o anúncio da transformação dos quadrinhos clássicos de “Sandman” em série, com produção da Netflix. “Espero que possamos fazer na TV algo tão pessoal e verdadeiro quanto as melhores histórias de ‘Sandman’. Apenas encenado 30 anos depois dos quadrinhos”, ele escreveu no Twitter. Questionado se os produtores tentariam contar a história completa da obra em apenas um temporada, Gaiman foi categórico: “Não vamos nem tentar fazer isso.” Além de ter criado os quadrinhos, Gaiman é um dos produtores da série e estará envolvido no desenvolvimento do roteiro do primeiro episódio, em parceria com o coprodutor David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e o roteirista Allan Heinberg (“Mulher-Maravilha”), que terá a função de showrunner. Gaiman também participa da produção de duas outras séries baseadas em suas obras, “American Gods” e “Good Omens”, adaptações de livros de fantasia que são disponibilizadas pela Amazon, rival da Netflix. “Sandman” terá 11 episódios em sua temporada inaugural, que não tem previsão de estreia. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela Warner Bros Television (WBTV), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazekeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. I'm hoping we can make something on television that feels as personal and true as the best of the Sandman comics did. Just set thirty years later than Sandman the comic. https://t.co/Wy8y4aDbdE — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019 We won't even try. https://t.co/BmdLVYCxUU — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019

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  • Série

    Netflix oficializa série baseada nos quadrinhos de Sandman

    1 de julho de 2019 /

    A Netflix assinou o contrato e oficializou a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”, de Neil Gaiman, após a negociação ser revelada no fim de semana. Em comunicado, a plataforma de streaming anunciou a encomenda de 11 episódios para a 1ª temporada da atração, produzida pela Warner Bros. Television (WBTV). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV, superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O estúdio definiu o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. “Estamos entusiasmados em fazer parceria com Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg para finalmente trazer a icônica série de quadrinhos de Neil, ‘Sandman’, para as telas”, declarou Channing Dungey, vice-presidente de originais da Netflix. “Desde os seus personagens e histórias ricas aos seus mundos bem construídos, temos o prazer de criar uma série épica original que mergulha profundamente neste universo complexo adorado pelos fãs de todo o mundo”, acrescentou. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. A série de “Sandman” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Série Batwoman ganha seu primeiro pôster

    1 de julho de 2019 /

    A rede The CW divulgou o primeiro pôster da série “Batwoman”, que foi desenvolvido para a San Diego Comic-Con. A imagem traz a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) com o uniforme vermelho e preto da heroína. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Veja uma cena completa de Paris Jackson na nova temporada de Scream

    1 de julho de 2019 /

    O canal pago americano VH1 divulgou uma cena completa da nova temporada de “Scream”, série baseada nos filmes de terror lançados no Brasil com o título de “Pânico”. A prévia é focada na personagem de Paris Jackson (filha de Michael Jackson) e remete à participação icônica de Drew Barrymore no longa de 1996. Mas o final tem uma reviravolta. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama de terror, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. Em vez disso, resgatará a máscara original dos filmes de Wes Craven. E terá subtítulo. A atração vai se chamar, em inglês, “Scream: Ressurrection”. Para atrair o público do canal (voltado para a música pop), a atração terá muitas conexões musicais, como a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”, o rapper Tyga, C.J. Wallace (filho do rapper Notorious B.I.G.) e a mencionada Paris Jackson. Além disso, a produção está a cargo da cantora Queen Latifah (“Star”). O elenco também inclui RJ Cyler (“Power Rangers”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”) e Jessica Sula (“Fragmentado”). A série terá seis episódios com roteiro e produção de Brett Matthews (“The Vampire Diaries”), e estreia na próxima segunda-feira (8/7) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Killjoys: Última temporada da série sci-fi ganha dois trailers

    1 de julho de 2019 /

    O canal pago SyFy divulgou dois trailers (um para os EUA e outro para o Reino Unido) da 5ª e última temporada de “Killjoys”. A prévia destaca o humor da trama e o empoderamento de sua heroína. Criada por Michelle Lovretta (também criadora de “Lost Girl”), a série segue um trio de caçadores de recompensas interplanetárias – a líder rebelde Dutch (Hannah John-Kamen) e dois irmãos, o nerd de computação John Jaqobis (Aaron Ashmore) e o militar D’avin Jaqobis (Luke MacFarlane) – à beira de uma guerra multiplanetária. A atriz britânica Hannah John-Kamen ganhou grande projeção após estrelar a série, conquistando papéis em filmes como “Tomb Raider”, “Jogador Nº 1” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Mas a trama repleta de gírias inventadas, mitologia hermética e referências sci-fi não é para o telespectador casual. Os últimos episódios começam a ser exibidos em 19 de julho na América do Norte.

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  • Série

    Preacher ganha pôster e dois teasers de sua temporada final

    1 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o pôster e dois teasers da 4ª e última temporada de “Preacher”, que estreia em 4 de agosto. A arte reúne os protagonistas: o pastor Jesse Custer (Dominic Cooper), sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e seu amigo vampiro Cassidy (Joseph Gilgun). “Preacher” estreou em 2016, mostrando a jornada desse trio, após Jesse, pastor de uma pequena cidade dos EUA, ser possuído por uma entidade chamada Genesis e se tornar capaz de fazer qualquer pessoa obedecer a suas ordens. Em busca de respostas para esse milagre, eles partem em busca de Deus, que sumiu misteriosamente do Céu, e em sua jornada viram alvo de fanáticos religiosos liderados por Herr Starr (Pip Torrens), do Santo dos Assassinos (Graham McTavish) e do próprio diabo. A produção televisiva ainda está longe do final original dos quadrinhos. A 4ª temporada inicia o arco conhecido como “War in the Sun”, quinto volume de um total de oito publicados pela Vertigo (linha adulta da DC Comics). Assim, a série deve deixar sem adaptação o último terço da trama de Garth Ennis e Steve Dillon. Por outro lado, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, os produtores devem ter encontrado uma forma de encerrar a história de algum modo. A série foi desenvolvida por Sam Catlin (roteirista de “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). “Preacher” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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