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    Valerie Harper (1939 – 2019)

    30 de agosto de 2019 /

    Valerie Harper, uma das atrizes mais queridas da TV americana, que estrelou a série clássica “Mary Tyler Moore” e o derivado “Rhoda”, morreu após uma longa batalha contra o câncer, aos 80 anos de idade. Assim como sua personagem clássica, que ajudou a divulgar o feminismo na telinha, ela também foi um símbolo do empoderamento na vida real, tendo processado produtores e uma rede de TV por reagirem com demissão a um pedido de aumento, além de ter lutado, ao lado de feministas históricas como Gloria Steinem e Bella Abzug, pela aprovação da Emenda dos Direitos Iguais nos Estados Unidos. Ela nasceu em 22 de agosto de 1939, em Suffren, Nova York, mas morou boa parte da infância e da adolescência em Nova Jersey. Estudou balé na juventude e aos 16 anos conseguiu um emprego como dançarina do Corps de Ballet, que se apresentava quatro ou cinco vezes por dia entre as exibições de filmes no Radio City Music Hall. A experiência como dançarina a levou à Broadway em 1956, no elenco da comédia musical “Li’l Abner”, baseada nos quadrinhos do personagem do título (Ferdinando, no Brasil), e ela logo se tornou uma das dançarinas favoritas do diretor-produtor-coreógrafo Michael Kidd, que a escalou em várias montagens consecutivas. Sua colega de quarto, a atriz Arlene Golonka, sugeriu que Harper tentasse atuar, convencendo-a a fazer um teste para participar do teatro de revista “Second City”, que acabara de se mudar de Chicago para Nova York. Ela se juntou ao elenco, que incluía o ator Dick Schaal, e os dois se casaram alguns meses depois em 1964 (eles se divorciaram em 1978). “Ele era meu mentor”, Harper disse à revista People em 1975, sobre seu marido. “Ele me ajudava a me preparar, lendo roteiros comigo por anos e absolutamente construiu a personagem de Rhoda comigo”. O casal se mudou para Los Angeles em 1968 e começou a trabalhar na TV. Ele assinava roteiros para “Love, American Style”, enquanto ela deslanchava em participações em diversas séries, incluindo “Columbo”, e seguia carreira no teatro. A diretora de elenco e vice-presidente da CBS Ethel Winant a “descobriu” durante uma peça em Los Angeles e a convidou a fazer um teste para uma nova série, que chegaria à televisão em 1970. Era “Mary Tyler Moore” e Harper foi escalada para viver a vizinha e melhor amiga da protagonista, Rhoda Morgenstern, recém-chegada a Minneapolis, onde a trama se passava. A interação entre Moore e Harper marcou época. Enquanto Mary Richards (Mary Tyler Moore era o nome da intérprete e não da personagem) era uma presbiteriana conservadora, Rhoda era uma judia moderna, que se vestia de forma extravagante. As duas eram completamente opostas, mas as diferenças iniciais logo cederam lugar para as semelhanças. As duas eram mulheres solteiras independentes e lutavam por reconhecimento numa época em que o feminismo engatinhava. Em 2000, a revista Time chamou a interação de Mary e Rhoda de “uma das amizades mais famosas da TV”. Mas após três vitórias seguidas no Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante, Harper se tornou popular o suficiente para ter sua própria série, e em 1974 a CBS lançou “Rhoda”, com produção assinada por ninguém menos que Mary Tyler Moore – num testemunho da parceria entre as atrizes, que jamais se viram como rivais. Na atração derivada, Rhoda retornava a Nova York para reencontrar a família, e finalmente descobria o amor, ao conhecer um executivo divorciado (David Groh). O spin-off foi um sucesso instantâneo, tornando-se a primeira série a assumir o 1ª lugar da audiência em seu ano inaugural de produção. Além disso, o episódio do casamento de Rhoda quase bateu um recorde histórico, com 52 milhões de telespectadores, a segunda maior audiência da TV até então, perdendo apenas para outro evento televisivo, o nascimento de Little Ricky em “I Love Lucy”, exibido em janeiro de 1953. Vale lembrar que esse episódio especial foi um crossover com “Mary Tyler Moore”, em que os personagens da série original apareceram como convidados na cerimônia íntima, realizada no apartamento dos pais de Rhoda. E rendeu tantos comentários que até um famoso locutor esportivo reclamou, durante uma transmissão de futebol americano, não ter sido convidado para aparecer na festa. Harper culminou esse período de sucesso com o Emmy de Melhor Atriz em Série de Comédia por seu trabalho em “Rhoda”. Mas, apesar desse fenômeno de popularidade, os produtores decidiram que a série precisava de outra direção na 3ª temporada, já que a personagem tinha se tornado feliz e acomodada. Assim, os roteiristas passaram a incluir problemas no relacionamento, que levou a um divórcio na 4ª temporada. O público não gostou e a audiência desabou, fazendo a série ser cancelada antes do final de sua 5ª temporada, em dezembro de 1978, deixando quatro episódios inéditos. “Meu maior arrependimento foi não termos tido a oportunidade de mostrar um episódio final de ‘Rhoda'”, Harper desabafou em sua autobiografia. “A série de ‘Mary Tyler Moore’ terminou com um final perfeito, agridoce e divertido, em que me senti emocionada por poder aparecer. Eu queria que ‘Rhoda’ tivesse a mesma oportunidade”. A atriz voltou a protagonizar uma série em 1986 com “Valerie”, interpretando uma mãe suburbana de Chicago, que precisava trabalhar e criar três filhos (o mais velho tinha 17 anos de idade e era ninguém menos que o ator Jason Bateman, futuro astro de “Arrested Development”), enquanto o marido, um piloto (Josh Taylor), estava frequentemente ausente. Um episódio da 2ª temporada de “Valerie” também entrou para a História da TV, ao usar pela primeira vez a palavra “preservativo”, relacionada a sexo seguro, no horário nobre norte-americano. A NBC chegou a emitir um aviso de aconselhamento aos pais, na abertura do capítulo. O sucesso de “Valerie” fez Harper buscar aumento salarial e participação nos lucros da produção, que afinal tinha seu nome. Os produtores negaram e ela se recusou a gravar novos episódios. O impasse causou sua demissão da própria série. Os roteiristas simplesmente mataram sua personagem num acidente de carro e a atração seguiu com Sandy Duncan no papel principal, como uma tia que assumia a criação dos filhos de Valerie. Harper processou a rede NBC e os produtores por quebra de contrato e difamação, após entrevistas em que foi chamada de “atriz difícil”. E venceu. Recebeu US$ 1,4 milhão por perdas e danos, além de uma parcela dos lucros do programa, como queria em sua negociação inicial. Os anos dedicados à televisão não lhe permitiram fazer muitos filmes. As exceções foram participações em “O Último Casal Casado” (1980) e “Feitiço do Rio” (1984). Mas ela protagonizou muitos telefilmes, incluindo “Quero Apenas meus Direitos” (1980), produção pioneira sobre o assédio sexual no local de trabalho, e “A Caixa de Surpresas” (1980), dirigido pelo astro Paul Newman. Após “Valerie”, ela teve um papel de destaque na sitcom “A Família Hogan” (1986–1991) e apareceu de forma recorrente em “The Office” (durante 1995). Também cruzou as telas em episódios de “O Toque de um Anjo”, “Sex and the City”, “That ’70s Show”, “Desperate Housewives”, “Drop Dead Diva”, “Duas Garotas em Apuros” (2 Broke Girls) e “Calor em Cleveland” (Hot in Cleveland). Em 2000, voltou a reviver sua personagem mais famosa num telefilme da rede ABC, “Mary e Rhoda”, em que contracenou com sua velha amiga Mary Tyler Moore. E foi um sucesso de audiência como nos velhos tempos. Enquanto lutava com doenças, a atriz ainda foi indicada ao Tony (o Oscar teatral) por interpretar a atrevida estrela dos anos 1940 Tallulah Bankhead na comédia “Looped”. Seus últimos trabalhos foram um curta-metragem de 2017, “My Mom and the Girl”, em que interpretou uma mãe com doença de Alzheimer, e diversas dublagens nas séries “Os Simpsons” e “American Dad!” Em 2009, os médicos removeram um tumor de seu pulmão direito e, em janeiro de 2013, ela foi diagnosticada com um tumor cerebral incurável, ocasião em que recebeu a informação que só teria mais três meses de vida. Sem se entregar, ela sobreviveu por mais seis anos. Nesse tempo “extra”, permitiu à NBC News gravá-la para um documentário e aceitou um convite para aparecer no programa de danças “Dancing With the Stars”. “Os médicos querem que eu me exercite!”, disse, sobre a participação. Discutindo sua doença na TV, ela afirmou: “Quero que todos nós tenhamos menos medo da morte, saibam que é uma passagem. Mas não vá ao seu funeral antes do dia do funeral. Enquanto estiver vivendo, viva.”

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    ZeroZeroZero: Nova série mafiosa do diretor de Suburra ganha primeiro trailer

    30 de agosto de 2019 /

    O Canal+ francês divulgou o primeiro trailer de “ZeroZeroZero”, série do cineasta italiano Stefano Sollima (“Suburra”), coproduzida pelo canal italiano Sky e a plataforma de streaming Amazon. Falada em inglês, a trama criminal pretende refletir o impacto econômico e social do tráfico de cocaína na Europa. A série é baseada no livro homônimo de Roberto Saviano (roteirista de “Gomorrah”) e vai acompanhar o encontro entre os cartéis mexicanos, a ‘Ndrangheta (a máfia da Calábria) e empresários corruptos. O elenco internacional é encabeçado por Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Andrea Riseborough (“A Morte de Stalin”) e Gabryel Byrne (“Hereditário”). E a produção conta ainda com episódios dirigidos pelo cineasta argentino Pablo Trapero (The Clan). “ZeroZeroZero” será exibida pela primeira vez durante o Festival de Veneza, que começou na quarta-feira (28/8) na Itália, e chegará às TVs europeias em 2020. O lançamento no Brasil vai acontecer em streaming pela Amazon.

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    NCIS: Cote de Pablo vai voltar em participação importante na 17ª temporada

    30 de agosto de 2019 /

    A atriz Cote de Pablo voltará a integrar o elenco de “NCIS” após sua personagem, Ziva David, ser considerada morta desde a 13ª temporada. Ela retornou de forma inesperada no último episódio do 16° ano para avisar Leroy Gibbs (Mark Harmon) que ele estava em perigo, e agora participará de um arco na 17ª temporada. “O momento surpresa é apenas o início. Estamos empolgados em anunciar que Cote de Pablo participará na 17ª temporada de ‘NCIS’ neste outono, quando seu aviso para Gibbs se desenrolará”, anunciaram Frank Cardera e Steven D. Binder, produtores executivos da série. A participação da atriz deve durar quatro episódios, dois no início da temporada e mais dois no final. De Pablo havia se despedido da série em 2013 e, para manter a surpresa de seu retorno, poucas pessoas ficaram sabendo da participação. A cena do final da 16ª temporada, inclusive, não fazia parte do roteiro entregue para o elenco e as gravações ocorreram durante a madrugada. De acordo com Cardera, De Pablo influenciou a história que será contada nos próximos episódios, porque “tinha uma visão muito específica de onde Ziva estava e isso se tornou a base do que acabamos fazendo. Ela poderia estar trabalhando para o Mossad (Instituto de Inteligência e Operações Especiais de Israel), havia um monte de coisas… Mas, quando ela desce as escadas dizendo ‘Você está em perigo, não temos tempo para brincadeiras’, isso partiu dela. Essa era a ideia dela sobre como a personagem deveria voltar — de surpresa, avisando de perigo, e no meio de um evento caótico prestes a acontecer”. O retorno da atriz acontece depois de “NCIS” perder sua principal intérprete feminina, Pauley Perrette que interpretou a cientista Abby Sciutto durante 15 temporadas. Ela contou uma história aterradora sobre os motivos de sua saída da série. Relembre aqui. A 17ª temporada de “NCIS” vai estrear em 14 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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    Série de Obi-Wan Kenobi vai se passar oito anos após Star Wars: A Vingança dos Sith

    30 de agosto de 2019 /

    O “Star Wars Show”, podcast oficial da franquia da Lucasfilm, revelou que a vindoura série de Obi-Wan Kenobi na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) vai se passar oito anos após os acontecimentos do filme “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith”. No longa, Obi-Wan tem uma luta final com seu pupilo Anakin Skywalker, que é seduzido pelo Lado Negro da Força e se torna Darth Vader. Acreditando que matou seu aprendiz, Obi-Wan passa a cuidar de Padmé, grávida de Anakin, e a vê dar à luz aos gêmeos Luke e Leia. Para evitar que os bebês sejam assassinados pelas forças imperiais, ele leva Luke para ser criado pelos seus tios Owen e Beru em Tatooine, e deixa Leia com o senador Organa. Assim, a série deve contar como Obi-Wan viveu seu exílio em Tatooine, durante a caça aos jedi promovida pelo imperador Palpatine, e pode incluir até a volta de Darth Vader e uma versão criança de Luke Skywalker. Ainda sem título oficial, a série foi confirmada durante a D23 Expo, a “Comic-Con da Disney”, e contará com Ewan McGregor no papel principal, retomando o personagem que viveu nos filmes de “Star Wars”. Segundo Katlheen Kennedy, presidente da Lucasfilm, os roteiros já estão prontos e as gravações vão começar em 2020. Mas ainda não há previsão de estreia.

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    American Princess é cancelada após 1ª temporada

    29 de agosto de 2019 /

    O canal pago Lifetime cancelou “American Princess”, série produzida por Jenji Kohan, a criadora de “Orange Is the New Black”, “Weeds” e produtora de “GLOW”. A atração durou apenas 10 episódios, o total de sua 1ª temporada, encerrada em 7 de julho. Criada por Jamie Denbo, atriz de “Orange Is the New Black”, “American Princess” girava em torno de uma noiva (Georgia Flood), que foge do casamento de seus sonhos ao descobrir que seu noivo era infiel, e acaba entrando numa feira Renascentista, em que todos agem como se vivessem na Idade Média. Enquanto experimenta o colapso nervoso, ela passa a reavaliar sua vida sob uma nova e inesperada perspectiva, na condição de uma donzela medieval. Com o cancelamento, o Lifetime não tem mais nenhuma série dramática em sua programação. Mas o canal, conhecido por seus telefilmes melodramáticos, jura que não abandonou esse mercado. Veja o trailer da série cancelada abaixo.

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    2ª temporada de (Des)encanto ganha teaser legendado

    29 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser legendado da 2ª temporada de “(Des)encanto”, animação de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”. Na prévia, a princesa Bean chora pela morte do Elfo, mas tem uma surpresa no final. A trama se passa em um lugar mágico chamado Dreamland, descrito como “um reino medieval em ruínas”, e acompanha três protagonistas: a Princesa Bean, o elfo chamado Elfo e o demônio Luci. Eles são dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”), respectivamente. Com 10 episódios, a 2ª temporada estreia em 20 de setembro em streaming. Uma boa notícia para os fãs é que a produção já está confirmada até a 4ª temporada. Uma má notícia para os fãs é que a Netflix costuma cancelar as séries quando elas atingem essa duração.

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    Batwoman encontra a vilã da série em novo teaser

    29 de agosto de 2019 /

    A rede The CW divulgou dois novos pôsteres e mais um teaser da série “Batwoman”, que será estrelada pela atriz Ruby Rose (“Megatubarão”). Desta vez, o vídeo mostra o encontro da protagonista com sua antagonista Alice, líder da gangue das Maravilhas, que é vivida por Rachel Skarsten (a Rainha Elizabeth da série “Reign”). Lésbica assumida, Ruby Rose vai interpretar a primeira super-heroína LGBTQIA+ a encabeçar sua própria série. Já Skarsten retorna ao universo das séries da DC Comics, após viver a heroína Canário Negro em “Birds of Prey”, adaptação dos quadrinhos das Aves de Rapina, que foi ao entre 2002 e 2003. O elenco de “Batwoman” também conta com Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”) como o pai da heroína, Jacob Kane, Meagan Tandy (“Teen Wolf”) como a cadete militar Sophie Moore, Camrus Johnson (“Luke Cage”) como Luke, o filho de Lucius Fox, Nicole Kang (“You”) como a irmã adotiva da heroína, Mary Hamilton, e Elizabeth Anweis (“Twin Peaks”) como sua madrasta, Catherine Hamilton-Kane. Caroline Dries é a roteirista e showrunner da série. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e sua intérprete. “Batwoman” tem estreia marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.

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    Fãs de The OA protestam contra o cancelamento da série nos Estados Unidos

    29 de agosto de 2019 /

    Um grupo de fãs da série “The OA” está mobilizando uma série de protestos contra o cancelamento da atração pela Netflix. Nesta semana, fãs se reuniram na Times Square, coração cultural de Nova York, para imitar os movimentos ensinados na série diante de um cartaz da campanha de salvamento, erguido em ponto estratégico com o dinheiro arrecadado em uma campanha online. A organização arrecadou US$ 5,5 mil para divulgar um outdoor com a hashtag #SaveTheOA. “Nós não vamos desistir de você”, diz o texto da publicidade. Além do outdoor, estão acontecendo diversos eventos de flash mob, realizados inclusive diante da sede da Netlix, na Califórnia. E um fórum no Reddit já ameaça transformar a campanha #SaveTheOA em #CancelNetflix, caso a produção não seja retomada. “The OA”, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, foi criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”) em parceria com o cineasta Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Antes de fazer “The OA”, Marling e Batmanglij trabalharam juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). Marling disse que chorou ao saber do cancelamento, revelando nas redes sociais que ela e Batmanglij ficaram “profundamente tristes em não terminar a história”. A decisão se deu em meio a vários cancelamentos feitos pela Netflix nos últimos meses, refletindo mudança de estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020.

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    The I-Land: “Lost” da Netflix ganha trailer legendado

    29 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e um trailer legendado da série “The I-Land”, criada por Neil LaBute (“Van Helsing”). A prévia confirma que a trama é uma espécie de “Lost” de baixo orçamento, que também possui influência da esquecida série “Persons Unknown” e até de “Matrix”, ao revelar que tudo não passa de uma simulação virtual. Na trama, uma ilha paradisíaca se transforma um pesadelo terrível, quando um grupo de 10 pessoas percebe que não consegue sair do local, nem lembrar como chegaram lá. A ilha, porém, é uma simulação e as reações do grupo são monitoradas o tempo inteiro por pessoas sinistras. O elenco reúne Natalie Martinez (“Under the Dome”), Kate Bosworth (“Superman – O Retorno”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Michelle Veintimilla (“Gotham”), Sibylla Deen (“The Last Ship”), Kyle Schmid (“Being Human”), Ronald Peet (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”), Kota Eberhardt (“X-Men: Fênix Negra”), Anthony Lee Medina (“Flesh and Bone”) e Gilles Geary (“Spirit Warriors”). A estreia está marcada para 12 de setembro em streaming.

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    The Walking Dead: Teaser da 10ª temporada traz declaração de guerra aos Sussurradores

    29 de agosto de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou um teaser da 10ª temporada de “The Walking Dead”, que destaca o grupo de personagens novatas formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”) e Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”). Elas usam tinta de spray para declarar guerra aos Sussurradores. “Silenciem os Sussurradores”, diz o texto pichado. Introduzidas na temporada passada, as novas personagens tem a missão de suprir a ausência de vários protagonistas da atração. Após perder Andrew Licoln (Rick) e Lauren Cohan (Maggie), a série vai se despedir de Danai Gurira (Michonne) nos próximos episódios. Ela não quis renovar contrato para permanecer na série, pretendendo se dedicar à carreira cinematográfica, que explodiu após “Pantera Negra” (2018). A 10ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear em 6 de outubro. A série é exibida no Brasil pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2. Spread the message. #TWD returns 10.6 on @AMC_TV . pic.twitter.com/9QiTs3IVuK — The Walking Dead (@WalkingDead_AMC) August 27, 2019

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    A Rainha do Sul: Série estrelada por Alice Braga é renovada para 5ª temporada

    29 de agosto de 2019 /

    O canal pago americano USA Network renovou a série “A Rainha do Sul” (Queen of the South), estrelada por Alice Braga, para a 5ª temporada. O anúncio foi feito nesta quinta (29/8), dia em que vai ao ar o último episódio do quarto ano da produção. A série tem uma das maiores audiência do canal USA, à frente de “Suits” e “The Sinner”. Desenvolvida pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do divertido e premiado “Terror nos Bastidores” (Melhor Roteiro do Festival de Stiges), a atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur” (“A Rainha do Tráfico” no Brasil). Braga interpreta a rainha do título, Tereza Mendoza, que, após fugir do México perseguida por traficantes, passa a montar sua própria organização criminosa, até dominar o mercado de drogas do sul dos Estados Unidos. No Brasil, “A Rainha do Sul” é exibida pelo canal pago TNT Series e pela Netflix. Com a renovação, a estrela brasileira passará a ser integrante fixa de duas séries. A outra é a vindoura produção da HBO “We Are Who We Do”, desenvolvida pelo cineasta Luca Guadagnino (“Me Chame pelo seu Nome”). Alice Braga também é produtora das séries brasileiras “Sintonia” e “Samantha!”.

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    Elite: Série espanhola da Netflix é renovada para 3ª temporada

    29 de agosto de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação da série espanhola “Elite”. A atração teve sua 3ª temporada confirmada uma semana antes da estreia do segundo ano da produção. A informação foi divulgada por Diego Avalos, diretor da divisão de originais da Netflix na Espanha, durante evento realizado nesta quinta (29/8). O anúncio reflete a popularidade da série, que tem em seu elenco alguns integrantes do maior sucesso internacional da plataforma, “La Casa de Papel”. Segundo a Netflix, 20 milhões de assinantes viram a 1ª temporada da série durante o seu primeiro mês de lançamento. A série foi criada por Carlos Montero e Darío Madrona, que anteriormente conceberam juntos a série “Vive Cantando” para a TV espanhola, e se passa em Las Encinas, uma escola exclusiva da Espanha frequentada pelos filhos da elite. Na trama, três alunos menos favorecidos vão parar lá após sua escola original sofrer uma catástrofe. O choque entre os privilegiados e aqueles que não têm nada mexe com os ânimos do colégio, culminando em assassinato. O elenco destaca três integrantes de “La Casa de Papel”, Miguel Herrán (Rio), María Pedraza (Alison/Cordeirinho) e Jaime Lorente (Denver), que contracenam na nova produção com Itzan Escamilla (“As Telefonistas”), Miguel Bernardeau (“Ola de Crímenes”), Arón Piper (“15 Anos e um Dia”), Ester Expósito (“Estoy Vivo”), Mina El Hammani (“El Príncipe – Amor e Corrupção”), Álvaro Rico (“Velvet Collection”), o estreante Omar Ayuso e Danna Paola (“Dare to Dream”), atriz e cantora muito popular no México. Os próximos capítulos ainda terão o reforço de três novos alunos que irão frequentar o colégio de Las Encinas, vividos por Georgina Amorós (“Velvet”), Jorge López (“Sou Luna”) e Claudia Salas (“La Peste”). A 2ª temporada será disponibilizada na sexta que vem, dia 6 de setembro, e o terceiro ano deve ser lançado em 2020.

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    The Spy: Série de espionagem de Sacha Baron Cohen ganha primeiro trailer

    28 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Spy”, série de espionagem estrelada por Sacha Baron Cohen (“O Ditador”). Ao contrário dos trabalhos mais conhecidos do ator, a série é bastante dramática. Baseada na história de Eli Cohen, explora a dificuldade de um espião para equilibrar sua vida real com a existência fictícia criada para sua missão. Agente do Mossad, serviço secreto israelense, Eli Cohen foi um dos espiões mais lendários do mundo. Infiltrado na Síria no início dos anos 1960, ele viveu anos disfarçado em Damasco, inserindo-se na alta sociedade a ponto de ter acesso aos bastidores da política do país. Suas ações tiveram conseqüências duradouras, moldando o Oriente Médio de hoje. “The Spy” é uma criação do israelense Gideon Raff, cuja série “Hatufim” ganhou um famoso remake americano, “Homeland”. Ele também criou “Tyrant”, que durou três temporadas no FX, e a minissérie “Dig”, no USA. O tema ainda reflete o interesse de Baron Cohen na Síria, após doar US$ 1 milhão para organizações voltadas a ajudar os refugiados da guerra civil no país em 2015. O elenco conta com Noah Emmerich (“The Americans”), Hadar Ratzon Rotem (“Homeland”) e Waleed Zuaiter (“Colony”). E a estreia vai acontecer em 6 de setembro em streaming.

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