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Filme, Série

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  • Série

    Rick and Morty: 4ª temporada chegou na Netflix

    22 de dezembro de 2019 /

    A Netflix disponibilizou neste domingo (22/12) a primeira parte da 4ª temporada de “Rick and Morty”, uma semana após o último episódio ser exibido no Adult Swim, nos Estados Unidos. A informação foi compartilhada pelo Twitter oficial da plataforma. Veja abaixo, com um trailer legendado. O novo ano da animação tem 10 episódios, mas até o momento apenas os cinco primeiros foram liberados, com participação de Taika Waititi (“Jojo Rabbit”), Keegan-Michael Key (“Meu Nome É Dolemite”) e o bilionário Elon Musk. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade – também conhecida como cultura pop. A temporada anterior venceu o Emmy de Melhor Série Animada dos Estados Unidos. Está tudo normal, exceto talvez por cadeiras flutuantes, espaço e alguns poucos monstros. A temporada 4 de Rick and Morty está disponível. pic.twitter.com/oZ5qEq6LdF — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 22, 2019

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  • Série

    Loki: Tom Hiddleston informa que preparação da série já começou

    22 de dezembro de 2019 /

    Tom Hiddleston foi às redes sociais revelar que a série “Loki” iniciou sua pré-produção. O ator compartilhou uma foto em que aparece sentado numa mesa ao lado do “Time Loki”, a equipe criativa da atração. “Preparação começou oficialmente! Vejo vocês no ano novo”, ele escreveu na legenda. Entre as pessoas a seu redor na imagem, estão a diretora Kate Herron (da série “Sex Education”) e o produtor Kevin R. Wright (que trabalha nos filmes da Marvel desde 2016). “Loki” vai trazer Hiddleston de volta ao papel-título, como o vilão favorito dos filmes da Marvel, e até agora só confirmou mais uma atriz no elenco: Sophia Di Martino (do filme “Yesterday”). A série tem previsão de estreia para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus) e, segundo o presidente do estúdio, Kevin Feige, terá ligação com o próximo filme do “Doutor Estranho”. Ver essa foto no Instagram Team Loki. Prep has officially begun! See you in the New Year. @herronthatkate @kevinrwright #Loki Uma publicação compartilhada por Tom Hiddleston (@twhiddleston) em 21 de Dez, 2019 às 9:52 PST

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  • Série

    Ovos Verdes e Presunto é renovada para 2ª temporada

    22 de dezembro de 2019 /

    A Netflix renovou “Ovos Verdes e Presunto” (Green Eggs and Ham) para sua 2ª temporada. A série animada, que introduz o universo de Dr. Seuss na plataforma de streaming, foi lançada em novembro passado. “Ovos Verdes e Presunto” é um dos livros para “iniciantes” do famoso escritor infantil americano. O vocabulário do texto consiste de apenas 50 palavras e foi o resultado de uma aposta entre Theodor Seuss Geisel e seu editor, que duvidou que ele conseguisse escrever um livro com tanta restrição. A história original tem dois personagens e uma enorme obsessão. “Será que gostas de ovos verdes e presunto?”, é esta a pergunta que Sam – ou Sam-Eu-Sou – faz insistentemente ao amigo Guy, procurando levá-lo a provar algo novo que ele recusa por parecer uma combinação muito estranha. Até o ponto que se cansa de ouvir sempre a mesma pergunta, acompanhada por versos rimados, e topa provar o prato para calar o amigo. E é só isso. E também tudo isso: o quarto livro de capa dura mais vendido em inglês de todos os tempos. Na animação, o ator Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) faz a voz de Sam e Michael Douglas (“Homem-Formiga e a Vespa”) dubla Guy. Mas no Brasil é difícil saber disso, porque, além dos personagens serem dublados por vozes nacionais não identificadas, eles também tiveram os nomes mudados para João e Romeu! Diferente do livro, a série tem outros integrantes, e o elenco de vozes originais inclui Ilana Glazer (“A Noite É Delas”), Diane Keaton (“Do Jeito que Elas Querem”) e Keegan-Michael Key (“Predador”). A série foi criada pelo roteirista Jared Stern (de “The Lego Batman Movie”), tem produção da apresentadora Ellen DeGeneres e foi realizada pelo estúdio Warner Bros. Animation.

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  • Série

    Novos livros de Stephen King vão virar séries: Carrie e Jerusalem’s Lot

    21 de dezembro de 2019 /

    Stephen King vai ter novos livros transformados em série. O canal pago Epix desenvolve a produção de “Jerusalem’s Lot” e o FX estaria em estágio inicial de negociações para produzir uma adaptação de “Carrie, a Estranha”. O projeto de “Carrie” chama mais atenção, mas é o que possui menos detalhes conhecidos. Segundo apurou o site Collider, para se diferenciar das adaptações anteriores do célebre romance – duas no cinema, duas na TV – a personagem seria interpretada por uma atriz negra ou transexual, visando evidenciar o preconceito que ela sofre. Vítima de bullying, Carrie se vinga de toda sua escola com poderes telecinéticos, num dos finais mais famosos do terror moderno. Por sua vez, o conto “Jerusalem’s Lot” nunca foi adaptado anteriormente – apesar do título ser parecido com o do romance “Salem’s Lot”, já filmado duas vezes. Esta produção está em processo avançado e já escalou seu protagonista. O ator Adrien Brody, vencedor do Oscar por “O Pianista”, vai estrelar a atração no papel do capitão Charles Boone. Passada nos anos de 1850, a trama segue Boone, que se muda com sua família para a pequena e aparentemente monótona cidade de Preacher’s Corners, no Maine, depois que sua esposa morre em um acidente marítimo. No entanto, Charles logo terá que enfrentar os segredos da sórdida história de sua família e lutar para acabar com a escuridão que atormenta os Boones há gerações. Nenhuma das duas produções tem previsão de estreia.

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  • Série

    Star Trek: Picard ganha novo trailer com cenas inéditas

    21 de dezembro de 2019 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um novo trailer de “Star Trek: Picard”, com cenas inéditas da série que continua as aventuras do antigo capitão de “Star Trek: A Nova Geração”, sucesso televisivo dos anos 1980. A série vai mostrar o que aconteceu com Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) desde que foi visto pela última vez, há quase duas décadas – no filme “Jornada Nas Estrelas: Nêmesis” (2002). Aposentado, ele é trazido de volta à ação por um pedido de ajuda de uma jovem em perigo (vivida por Isa Briones, de “Ladrões”), que chama sua atenção para uma grande ameaça. Sem contar com apoio ou consideração da Federação, Picard decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, para uma nova missão. Mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação, o que também permite aos fãs descobrir o destino dos demais personagens da “Nova Geração”. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, é formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe de produção destaca Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner, sob supervisão executiva de Alex Kurtzman, que conduz a saga espacial desde o filme “Star Trek” (2009) e é o chefão da franquia. Apesar de ser uma produção original da CBS All Access, “Star Trek: Picard” será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020 – um dia depois da estreia nos Estados Unidos. A um mês de sua estreia, a série já se encontra virtualmente renovada.

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  • Série

    The Witcher é destruído pela crítica americana: “Game of Thrones genérico”, “brega” e “chato”

    21 de dezembro de 2019 /

    No fim de semana marcado pelas críticas negativas à “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e cat-tastróficas para “Cats”, pouca gente destacou outro lançamento mal-avaliado, precedido de grande expectativa e campanha milionária de marketing, que também decepcionou com apenas 58% de avaliação no Rotten Tomatoes. Trata-se da série “The Witcher”, lançamento da Netflix, orçado em US$ 80 milhões (US$ 10 milhões por episódio), que blogueiros geeks vinham comparando a “Game of Thrones”, antes de assistir a qualquer episódio. A diferença entre os dois produtos, porém, provou-se abissal. A maioria dos 58% que aprovaram a produção pertencem exatamente ao grupo de geeks que gostaram sem ver. Mas na votação dos chamados “críticos Top”, divisão do Rotten Tomatoes que separa as tomatadas genéricas das tomatadas de grife, o fiasco foi incontornável. Apenas 33% dos jornalistas da grande imprensa gostaram da produção. Isto significa que decepção com a série foi maior que a causada pelo final da saga “Star Wars”, que teve 57% de aprovação geral e 48% entre os tops. A revista Entertainment Weekly utilizou até a impiedosa nota F, a pior de todas, reservada apenas para lixos completos. Chamando de “The Witcher” de “terrível” em seu título, a resenha (na verdade, um bate-papo) da publicação massacrou tudo na série, da peruca de Henry Cavill, protagonista da trama, ao excesso de nudez gratuita, sem esquecer explicações confusas que não fazem sentido, para concluir que “The Witcher” é “brega” e “chato”. A revista The Hollywood Reporter foi na mesma linha, ressaltando que “há muito papo furado” e “muitas cenas paradas e chatas”: “‘The Witcher’ tem a pretensão de ser uma trama fantasiosa ambiciosa, mas em vez disso se mostra uma exposição sem fim de nomes [de lugares e criaturas] estúpidos.” O jornal New York Times não perdoou e fez piada com as comparações entre a produção da Netflix e o drama consagrado da HBO, concluindo: “‘Game of Thrones’ agora tem a sua versão genérica”. Só que em vez da qualidade da produção recordista do Emmy, “The Witcher” parece mais “uma série sobrenatural do Syfy”, de aparência e tom trash. Detalhe: o Rotten Tomatoes considerou esta crítica entre as positivas. Para completar, a rede CNN acrescentou que “The Witcher” “é um aspirante muito fraco” ao posto de novo “Game of Thrones”. E ainda fuzilou: “Felizmente, aqueles que estão à procura de algo para assistir, seja na Netflix ou em plataformas rivais, tem em mãos um leque de opções [melhores]”. Empolgada pelo que ninguém tinha visto, a Netflix já encomendou a produção da 2ª temporada. E os responsáveis podem estar agora temendo por seus empregos.

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    The Midnight Gospel: Netflix anuncia série animada do criador de Hora de Aventura

    21 de dezembro de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção e divulgou as duas primeiras imagens da série animada “The Midnight Gospel”, nova criação de Pendleton Ward, responsável pelo aclamado desenho “Hora de Aventura”. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, na mesma Netflix. A série acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. Os trechos de entrevistas serão inspirados no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com participações de Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. Sem data de estreia definida, “The Midnight Gospel” deve chegar ao streaming em 2020.

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    Veja uma cena completa da série animada de Velozes e Furiosos

    21 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou uma cena repleta de ação de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto” (Fast & Furious: Spy Racers), série animada derivada da franquia “Velozes e Furiosos”. A prévia mostra uma missão ousada de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (Vin Diesel). Na trama, ele é recrutado por uma agência federal para se infiltrar em uma liga profissional de corridas que serve como fachada para uma poderosa organização criminosa. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A estreia vai acontecer em 26 de dezembro.

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    Anne with an E: Última temporada ganha trailer legendado

    21 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Anne with an E”, que encerra a série. A prévia de tom dramático destaca o crescimento da jovem que dá título à atração, que chega aos 16 anos com sentimentos divididos. A alegria por estar virando uma mulher também gera tristeza por ela não saber sua origem – mais especificamente, quem são seus pais. Acreditando que isso é importante para estabelecer sua verdadeira identidade, ela acaba entrando em atrito com os pais adotivos. Coprodução da rede canadense CBC, “Anne with an E” é inspirada num dos maiores clássicos da literatura canadense, “Anne de Green Gables”, de L.M. Montgomery, que rendeu mais 10 volumes de continuação. A saga foi publicada entre 1908 e 1939 e acompanhou praticamente toda a vida da personagem, da infância à velhice. A decisão de terminar a produção, porém, deve-se ao modo como a série foi concebida, visando apenas o público infantil. Assim, o crescimento da atriz Amybeth McNulty, que também chegou aos 16 anos de idade, foi considerado o ponto de encerrar a história, atingindo a idade de Anne ao final do primeiro livro – ela vai dos 11 aos 16 no romance original. O fim da série encerra a expectativa de mostrar a chegada de Anne na vida adulta – ela completa 18 anos no segundo volume – , que assim se encerra como a adaptação mais premiada da obra de Montgomery, levada inúmeras vezes para as telas de cinema e televisão – até mesmo como animação. “Anne with an E” venceu o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro (“Terra Fria”) – atualmente à frente da versão live-action de “Mulan” para a Disney. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e também conta com direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”), entre outros. O último episódio foi exibido em novembro no Canadá, mas o lançamento internacional em streaming vai acontecer somente em 3 de janeiro.

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    Paddington: Nova série do ursinho disponibiliza primeiro episódio

    21 de dezembro de 2019 /

    O ursinho Paddington vai ganhar uma nova série animada produzida pela Nickelodeon, chamada em inglês de “The Adventures of Paddington”. A novidade foi compartilhada pelo Twitter oficial do personagem infantil e confirmada com a disponibilização de um episódio completo e mais dois vídeos da atração no canal da Nick Jr. no YouTube. Criado em 1958 pelo escritor inglês Michael Bond (1926 – 2017), Paddington é um urso peruano que chega em Londres na estação de trem de Paddington com uma mala contendo um pote de marmelada de laranja quase vazio e uma etiqueta em seu pescoço: “Por favor, cuide desse urso. Obrigado”. Uma família inglesa, os Brown, acolhe o urso, sem saber o que os espera, uma vez que Paddington é extremamente desastrado. A primeira adaptação do personagem foi justamente numa série animada, produzida pela rede BBC nos anos 1970 com grande sucesso. Depois disso, Paddington ainda ganhou mais dois desenhos diferentes, exibidos até 2013. Só recentemente o personagem chegou ao cinema. No filme “As Aventuras de Paddington” (2014), o urso ganhou a voz de Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”), e o próprio Bond integrou o elenco, numa pequena participação. A continuação de 2017 foi ainda mais-bem sucedida e há planos para um terceiro filme. Ben Whishaw também é o dublador da nova – a quarta – série animada do ursinho, desenvolvida por James Lamont e Jon Foster (criadores de “I Live with Models”), que vai estrear em 20 de janeiro nos Estados Unidos. As prévias abaixo incluem a abertura da atração, uma aventura completa e um vídeo com várias cenas divertidas que mostram porque Paddington é tão adorado.

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    High Fidelity: Série baseada em Alta Fidelidade ganha primeiro trailer e data de estreia

    21 de dezembro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer, fotos e a data de estreia de “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Estrelada por Zoe Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a série troca o sexo e a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantém a premissa. Na trama, a atriz vive a fã de música definitiva, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. A prévia da série sugere que esse artifício foi preservado. Mesmo com várias mudanças, não dá para questionar a escalação de Zoe Kravitz no papel de enciclopédia ambulante do rock, já que ela tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de Zoë Kravitz, a atriz Lisa Bonnet, viveu a ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, que encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” será a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também inclui David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Originalmente produzida para a Disney+ (Disney Plus), a série passou para a Hulu devido ao contexto adulto, que traz diversas situações sexuais e uma protagonista que, numa das montagens do vídeo, revela-se bissexual. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.

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  • Série

    Sweetbitter é cancelada após a 2ª temporada

    21 de dezembro de 2019 /

    O canal pago americano Starz cancelou a série “Sweetbitter” após a 2ª temporada. Exibida entre julho e agosto passado nos EUA, a 2ª temporada teve uma audiência de apenas 100 mil pessoas ao vivo e 0,03 ponto na demo, o que equivale à perda da metade do público da temporada inaugural e também ao posto de série menos assistida do canal. Baseada no best-seller homônimo de Stephanie Danler, lançado no Brasil como “Tintos e Tantos”, “Sweetbitter” contava a história de Tess (Ella Purnell), uma jovem de 22 anos que chega na cidade de Nova York pronta para começar uma nova vida. Quando ela consegue emprego em um dos melhores restaurantes da cidade, acha que encontrou uma renda estável e um lugar seguro para viver. Mesmo sendo quem menos entende de comida e bebida da equipe, Tess é rapidamente arrastada para o mundo caótico e cheio de adrenalina da noite nova-iorquina, experimentando vinhos caros, conhecendo bares e botecos, e aprendendo em quem pode confiar. A adaptação estava a cargo da própria escritora e o elenco também incluía Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”), Caitlin FitzGerald (série “Masters of Sex”) e Evan Jonigkeit (série “Frontier”). A programação do canal pago americano é disponibilizada desde outubro no Brasil via streaming, pelo aplicativo Starz App. Além das séries, o serviço também disponibiliza os filmes do estúdio Lionsgate, proprietário do Starz.

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    The Umbrella Academy: Elenco compartilha foto em clima de Natal

    21 de dezembro de 2019 /

    O elenco da série “The Umbrella Academy” se reuniu para celebrar o natal. Em uma imagem divulgada pelo Instagram oficial da produção (veja acima), os irmãos Número Cinco (Aidan Gallagher), Luther (Tom Hopper), Vanya (Ellen Page), Allison (Emmy Raver-Lampman), Ben (Justin H. Min), Klaus (Robert Sheehan) e Diego (David Castañeda) Hargreeves aparecem vestidos em trajes natalinos para desejar boas festas ao público. “De nossa família disfuncional para a sua, boas festas!”, diz a legenda. Atualmente em fase de finalização de sua 2ª temporada, a série é um exemplo dos paradoxos da matriz brasileira da Netflix. Os quadrinhos que inspiram a produção são desenhados por um brasileiro, Gabriel Bá, e são vendidos no Brasil com o título de “A Academia Umbrella”. Mas a série não teve o nome traduzido do inglês para sua veiculação no país. Entretanto, atrações sem referências nacionais e de nomes mais simples ganharam “traduções” completamente alopradas dos “profissionais” da plataforma. Como “Dead to Me”, que virou “Disque Amiga para Matar”, ou “Living with Yourself”, transformado em “Cara x Cara”. Não há critério algum. E essa “criatividade” aleatória apenas atrapalha na identificação das produções originais. Anyway (ou Gerard Way, o autor dos quadrinhos), a Academia Umbrella é um grupo de jovens desajustados, que foram adotados por um milionário excêntrico ainda crianças após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. Pior que isso: os episódios revelam que um deles é o responsável pelo apocalipse. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), e além dos heróis citados, o elenco ainda inclui a cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e Cameron Britton (“Stitchers”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que vai continuar a história do ponto em que a 1ª temporada parou, com os personagens viajando no tempo para impedir o fim do mundo.

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