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  • Etc,  Série

    Isaiah Washington lembra sua demissão polêmica de Grey’s Anatomy com ataque à Katherine Heigl

    18 de novembro de 2020 /

    O ator Isaiah Washington retomou uma controvérsia de 13 anos para reclamar de Katherine Heigl por sua demissão na série “Grey’s Anatomy”. “Essa mulher uma vez disse que eu nunca mais deveria falar publicamente. O mundo concordou com ela na época e pediu minha cabeça e meu emprego em 65 idiomas. Eu gostaria de ter uma conta no Twitter em 2007 porque eu nunca vou parar de praticar meu direito de liberdade de expressão”, escreveu o ator, ao lado de uma foto de Heigl. Ele ainda completou: “Eu aprendi que nem todo dinheiro é bom e que não há quantia de dinheiro que substitua sua dignidade e integridade. Alguns chamam isso de viver com princípios”. Isaiah Washington se tornou o primeiro ator do elenco principal de “Grey’s Anatomy” a deixar a série, devido a uma polêmica de bastidores. Intérprete do cirurgião Preston Burke da 1ª à 3ª temporada, ele foi demitido da produção após ser acusado de se dirigir de forma homofóbica a colegas de elenco, com agressões verbais e, segundo boatos, até físicas. Os rumores da época diziam que Katherine Heigl, intérprete de Izzie Stevens no drama médico, teria defendido o colega T.R. Knight durante uma dessas discussões e exigido a demissão de Washington. A história ganhou volume depois de Washington pegar o microfone diante da criadora da série, Shonda Rhimes, para comentar o assunto durante o Globo de Ouro de 2007. “Não, eu não chamei T.R. de ‘bichinha'”, o ator afirmou na sala de imprensa da premiação. Ele depois acrescentou: “Não há possibilidade de eu ter dito algo tão perverso e tão horrível, não somente a um colega de elenco, mas a um ser humano”. Mais tarde, veio à tona que Washington não teria brigado com TR Knight, que ainda não havia assumido a homossexualidade na época, mas sim com outro colega de elenco. Ele chegou a pedir desculpas, mas o caso tomou grandes proporções e seu contrato foi finalizado em 2007. Depois disso, tanto Knight (primeiro) quanto Heigl (mais tarde) pediram para sair da produção. Por ironia, deste trio, apenas Washington acabou voltando a aparecer na série, numa participação especial no episódio de despedida de Sandra Oh, intérprete de Christina Yang, que foi noiva de seu personagem na série. Heigl, por sinal, tornou-se persona non grata na produção. Muitos acreditavam que isso se devia à sua decisão de abandonar “Grey’s Anatomy” para seguir carreira no cinema – um grande erro de cálculo, como sua filmografia pode atestar. Mas nesta semana, a showrunner Krista Vernoff revelou um fato que ajuda a explicar o desamor entre as partes. O motivo de Izzy nunca ter recebido um episódio de despedida na série deveu-se simplesmente à vontade de Heigl, que decidiu não aparecer no estúdio para fazer sua aparição final prevista. Desde a demissão, Washington culpa o incidente, que se tornou público devido à declarações de Heigl, pelo fracasso de sua carreira artística. Após a polêmica, seu único papel de destaque foi como coadjuvante das primeiras temporadas de “The 100”. This woman once proclaimed that I should ‘never’ be allowed to speak publicly again. The world agreed with her proclamation back then and protested for my job and my head in 65 languages. I wish I was on Twitter in 2007, because I will NEVER stop exercising my free speech. pic.twitter.com/fQ6L1zfQRR — The Tweet Sniper💥 (@IWashington) November 16, 2020 I’ve learned that all money ain’t good money and no amount of money can replace your dignity and integrity. Some call it living by your principles. — The Tweet Sniper💥 (@IWashington) November 16, 2020

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  • Série

    Família real britânica estaria horrorizada com The Crown

    18 de novembro de 2020 /

    A estreia da 4ª temporada de “The Crown”, que aconteceu no último domingo (15/11) na Netflix, teria horrorizado a família real britânica, que viu retratada na tela a fase mais conturbada de sua história recente. Ambientados no começo dos anos 1980, os novos episódios apresentaram bastidores pouco lisonjeiros do casamento tumultuado do príncipe Charles e da princesa Diana. A forma como Charles é lembrado não podia ser mais terrível, mas até a abordagem de Diana, que tem uma representação benigna, causou polêmica por incluir cenas escatológicas de bulimia. O fato é que a Rainha Elizabeth II e seu marido, o Duque de Edimburgo, estão com raiva da série desde a estreia, o que piorou ainda mais na 2ª temporada, que mostrou Philip tendo um caso com uma bailarina. Nada aconteceu na ocasião, mas agora há o fato de o príncipe Harry ter fechado um contrato milionário com a Netflix, “a empresa que está por trás de tudo isso”. A família real também não estaria nada satisfeita com esse negócio. Embora a realeza não tenha se manifestado oficialmente, várias fontes supostamente próximas foram citadas para justificar uma coleção de manchetes bombásticas que lotaram as bancas do Reino Unido no começo da semana. Segundo o jornal Times, amigos do príncipe William disseram que o filho de Charles e Diana considerou a série “profundamente intrusiva” por criar uma “visão perversa e nojenta dos membros mais importantes da família real britânica”. “Eles estão explorando os meus pais para ganhar dinheiro”, teria dito William, acrescentando que Charles e Lady Diana Spencer foram “apresentados de uma forma falsa e simplista”. O jornal Daily Mail, por sua vez, citou amigos próximos de Charles para afirmar que a série “ressuscitou coisas que aconteceram durante tempos muito difíceis, 25 ou 30 anos atrás, sem pensar nos sentimentos de ninguém”. Um dos principais motivos de desconforto é a forma como a infidelidade de Charles, em seu relacionamento extraconjugal com Camilla Parker Bowles, foi mostrada. “Isso não é certo ou justo, especialmente quando muitas das coisas que estão sendo retratadas não representam a verdade. Isso é trollagem com orçamento de Hollywood”, acusou um dos amigos inomináveis. Uma das poucas pessoas a assumir seus comentários foi a biógrafa real Penny Junor, que disse ao jornal The Times que Charles ficaria “extremamente chateado” com uma cena em particular, quando seu tio-avô, o lorde Mountbatten, diz que a família real estava decepcionada com o relacionamento do príncipe com Camilla. “É o retrato mais cruel, injusto e horrível de quase todos eles. [O showrunner Peter] Morgan inventou coisas para fazer um drama caro”, acusou a escritora. Para ela, a rejeição escancarada da atual esposa do sobrinho-neto por Mountbatten “não é historicamente precisa”. Outras cenas não teriam acontecido na vida real, como o momento em que Charles grita com Diana e assume que sempre será apaixonado por Camilla e a sequência em que a “princesa do povo” confronta o futuro marido durante o ensaio para o casamento. O ex-assessor real Dickie Arbiter comentou para o Daily Mail que os monarcas estão “bastante acostumados a serem retratados” para fins de entretenimento. A questão que os preocupa é que nem todo espectador de “The Crown” perceberá que as cenas não são uma descrição precisa dos eventos. Mas será que não são mesmo? O antigo mordomo da princesa Diana, Paul Burrell, elogiou a produção para o mesmo jornal e disse que “é a melhor série já feita até agora, porque mostra a verdade em uma dramatização precisa do que realmente aconteceu”. “Esta é apenas uma espiada atrás das portas do Palácio de Buckingham, que o palácio talvez não queira que você veja”, acrescentou.

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  • Série

    Woke é renovada para 2ª temporada

    17 de novembro de 2020 /

    A plataforma Hulu renovou “Woke”, nova série de comédia estrelada por Lamorne Morris, o Winston de “New Girl”. A atração que terá 2ª temporada é baseada na vida e na arte do cartunista Keith Knight (criador da história em quadrinhos “The K Chronicles”) e aborda um tema absolutamente atual: o racismo estrutural. Criada pelo próprio artista em parceria com Marshall Todd (roteirista de “Uma Turma do Barulho”), a série traz Morris como Keef, um ilustrador e cartunista que vive em San Francisco. Bem-sucedido, ele tem uma visão cor-de-rosa do mundo, até virar alvo de ação racista da polícia. A partir do momento em que sente a dor do preconceito na própria pele, começa a alucinar e ver seus personagens animados onde quer que vá, forçando-o a reconsiderar sua visão de mundo e sua própria arte. O elenco também inclui o comediante T. Murph, a ex-integrante do “Saturday Night Live” Sasheer Zamata e o ator Blake Anderson (da série “Workaholics”). A estreia aconteceu em 9 de setembro nos EUA, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil. Confira o trailer da série abaixo.

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  • Série

    Alice in Borderland: Série baseada em mangá ganha terceiro trailer legendado

    17 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “Alice in Borderland”. Já é o terceiro. Todos foram legendados e disponibilizados nas páginas internacionais da plataforma no YouTube, demonstrando uma aposta na produção japonesa que não se vê em outras séries do serviço de streaming. O que incentiva essa atenção é que se trata de uma adaptação de mangá popular do Japão. A obra de Haro Aso, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. Já o elenco destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). A 1ª temporada será lançada no dia 10 de dezembro.

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  • Série

    Criador de Boardwalk Empire desiste de fazer série derivada do filme de Batman

    17 de novembro de 2020 /

    A série derivada do próximo filme de Batman perdeu o responsável por seu desenvolvimento, o produtor-roteirista Terence Winter. Criador de “Boardwalk Empire” e “Vinyl”, Winter seria o showrunner da atração da HBO Max, mas teve “diferenças criativas” com o diretor Matt Reeves, que está à frente do filme e deste projeto. Aparentemente, a visão de Winter não correspondia ao que Reeves e outros produtores tinham em mente para a série. A produtora 6th & Idaho, de Reeves, já está em busca de um novo showrunner para a atração, que pretende acompanhar os detetives do DPGC, o departamento de polícia de Gotham City, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. A ideia é inspirada nos quadrinhos de “Gotham Central”, criado pelos roteiristas Ed Brubaker e Greg Rucka. Ainda sem título definido, a série se passaria durante o “Ano Um” da carreira de Batman. Isto localiza a trama num período posterior à “Gotham”, série que se encerrou no ano passado justamente com o surgimento do herói. Na verdade, porém, ela seria um prólogo do novo filme, que Reeves já disse ser ambientado durante o “Ano 2” do personagem-título. Ao anunciar o projeto em agosto passado, o diretor não esclareceu se Batman ou mesmo o Comissário Gordon de seu longa-metragem aparecerão na série, mas observou que a trama seguirá um policial que luta contra a corrupção dentro da GCDP (departamento de polícia de Gotham). Enquanto isso acontece, o mito do Cavaleiro das Trevas começa a crescer, então provavelmente a série fará referências ao herói. Dito isto, não está claro se as estrelas de “Batman”, Robert Pattinson (Batman/Bruce Wayne) e Jeffrey Wright (James Gordon) aparecerão no lançamento da HBO Max.

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  • Série

    Mulher-Maravilha brasileira pode ganhar série do Arrowverso

    16 de novembro de 2020 /

    Antes mesmo de estrear nos quadrinhos, Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira, já virou tema de um projeto uma série televisiva. A rede americana CW, lar do Arrowverso, deu sinal verde para o desenvolvimento de um piloto baseado na personagem. Curiosamente, o projeto ganhou o título de “Wonder Girl”, Moça-Maravilha, que já foi usado por duas personagens diferentes nos quadrinhos: Donna Troy, que atualmente pode ser vista na série “Titans”, e Cassie Sandsmark, estrela da série animada “Young Justice” (Justiça Jovem), ambas disponibilizadas na plataforma HBO Max. Nos quadrinhos, Yara Flor não é Moça-Maravilha, mas a Mulher-Maravilha do futuro. A personagem criada por Joëlle Jones fará parte de uma nova linha editorial chamada “DC Future State” (o estado futuro da DC), que se passa muitos anos depois da morte de Bruce Wayne e também inclui um novo Batman e um novo Superman – este último será Jonathan “Jon” Kent, filho de Clark e Lois. O time criativo responsável por esse universo inclui John Ridley, roteirista que venceu o Oscar por “12 Anos de Escravidão”, e Meghan Fitzmartin, que escreve a série “Supernatural”, além de velhos favoritos dos fãs dos quadrinhos, como Brian Michael Bendis e a citada Joëlle Jones. O detalhe é que as publicações só vão ser lançadas no começo de 2021. A versão televisiva da personagem será retratada como uma Dreamer – jovem imigrante – que descende de uma guerreira amazona e um Deus brasileiro do rio Amazonas e que, ao descobrir seus superpoderes, passa a lutar contra o mal. A série será escrita por Dailyn Rodriguez (roteirista de “A Rainha do Sul”), que é filha de imigrantes cubanos, e se for aprovada será a primeira atração de super-herói protagonizada por uma latina na TV americana. O piloto será desenvolvido pela Berlanti Productions, empresa de Greg Berlanti, que responde por metade da programação atual da CW – incluindo todo o Arrowverso.

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  • Série

    Alec Baldwin e Kelsey Grammer vão estrelar nova série do criador de Modern Family

    16 de novembro de 2020 /

    A rede ABC vai juntar Alec Baldwin (“30 Rock”) e Kelsey Grammer (o “Frasier”) numa nova série de comédia de Chris Lloyd, co-criador de “Modern Family”. Ainda sem título, a série foi encomendada para a próxima temporada de estreias, com lançamento previsto para o outono norte-americano (entre setembro e novembro) de 2021. Escrita por Lloyd e um dos roteiristas-produtores de “Modern Family”, Vali Chandrasekaran, a série vai girar em torno de três antigos companheiros de quarto que se separaram brigados há muitas décadas, mas agora voltam a se juntar em busca das vidas que sempre quiseram. Baldwin e Grammer também serão produtores executivos da atração, ao lado de Lloyd e Chandrasekaran. A comédia vai voltar a reunir antigos parceiros. Lloyd trabalhou anteriormente com Grammer em “Back to You” e “Frasier”. Baldwin colaborou com Chandrasekaran em “30 Rock”. E, é claro, Lloyd co-criou o mega-hit “Modern Family”, onde Chandrasekaran trabalhou como escritor em mais da metade dos episódios. A nova série é uma produção da 20th Television, uma das divisões televisivas da Disney, que, por sua vez, é dona da rede ABC.

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  • Série

    The Stand: Minissérie apocalíptica de Stephen King ganha novo trailer

    15 de novembro de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um novo trailer de “The Stand”, minissérie baseada no clássico literário de terror “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King. Desta vez, a prévia destaca a disputa pelo destino dos último sobreviventes do planeta, um embate travado entre a Mãe Abigail, uma sábia de 108 anos de idade vivida por Whoopi Goldberg (“Ghost”), e Randall Flagg, um dos mais famosos vilões do escritor de terror, encarnado por Alexander Skarsgård (vencedor do Emmy por “Big Little Lies”). Os dois personagens atraem seguidores para a luta final da humanidade. A trama se passa num futuro próximo, após o extermínio da maior parte da população por uma praga de laboratório, e acompanha os poucos imunes à pandemia em busca de outras pessoas. Nesta jornada, eles precisam decidir entre seguir para o campo, onde encontrarão pessoas tementes a Deus, ou para Las Vegas, a capital do pecado, onde o anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Além de Goldberg e Skarsgård, o elenco famoso da produção ainda conta com Amber Heard (“Aquaman”), James Marsden (“X-Men”), Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”), Jovan Adepo (“The Leftovers”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Heather Graham (“Se Beber Não Case”), Brad William Henke (“Orange Is the New Black”), Daniel Sunjata (“Graceland”) e o brasileiro Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). Com 10 episódios escritos e dirigidos por Josh Boone (“Os Novos Mutantes”), a minissérie adapta o romance de 1,1 mil páginas, publicado em 1978, que é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, também com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A versão de Boone ganhou aval de Stephen King, que escreveu um novo final (diferente do livro) especialmente para a produção. “The Stand” estreia em 17 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Cancelamento de A Ordem gera grande revolta contra a Netflix

    15 de novembro de 2020 /

    Os assinantes estão revoltados com a Netflix pelo cancelamento de “A Ordem” na 2ª temporada e num momento de grande aflição da trama. Talvez ciente do tamanho do fandom da atração, a empresa nem teve coragem de fazer o anúncio, deixando para o criador da série, Dennis Heaton, a missão inglória de publicar a notícia nas redes sociais no sábado (14/11). O fato é que o cancelamento repercutiu como poucos. As haghtags #TheOrder, #SaveTheOrder e #CancelNetflix entraram nos trending topics do Twitter neste domingo. De um lado, muita tristeza. De outro, tentativas idealistas, como uma petição para pedir a reversão da medida. Mas, pela primeira vez, o sentimento que predominou entre todos foi a raiva. O cancelamento de “A Ordem” teria sido a gota d’água, após um ano de muitas decepções com o serviço, a ponto de os assinantes questionarem acintosamente a política de cancelamentos para demonstrar que a prática começou a minar a credibilidade da plataforma. “Espera aí, ‘A Ordem’ foi cancelado no Netflix!?! É por isso que a Netflix não é confiável”, apontou um tuite, num tema ecoado por muitos nos EUA. O tom é completamente diferente de lamentos anteriores. A Netflix cancelou séries demais e agora precisa lidar com acusações de falta de consideração, feitas por seus próprios usuários. Para muitos, já não há mais confiabilidade no serviço. “Quem agora vai querer assistir uma série nova da Netflix, sabendo que ela pode acabar num cliffhanger e nunca ter final?”, repercutiu um usuário sobre a questão principal. Outra pessoa observou um detalhe importante, reparando numa tendência: a lista de cancelamentos da Netflix é formada majoritariamente por séries adolescentes sobrenaturais. É um nicho inteiro que a Netflix está eliminando, e que alimenta o fandom mais forte nas redes sociais. “‘The Society’, ‘A Ordem’, ‘Daybreak’, ‘I’m Not Ok with This’ e ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, a Netflix está cancelando todas as séries que eu gosto. Para que continuar assinando, então?” Para alguns, a empresa nem se esforçou para anunciar a 2ª temporada de “A Ordem”, como se já tivesse decidido cancelar antes da estreia dos novos episódios. “Em primeiro lugar, eu só assisto programas como este e não vi anúncios para este programa. Eles nem mesmo anunciaram essa série, enquanto apostaram alto em programas de baixa qualidade.” Outra pessoa comparou as críticas positivas de “The Order” com as negativas de “Emily in Paris” para descrever o que considera “séries de mer**” que a Netflix renova. “Com 100% no Rotten Tomatoes, ‘The Order’ é cancelada. Com 64%, a porcaria da série de mer** ‘Emily in Paris’ é renovada. Sabe o que mais vai ser cancelado? Minha assinatura”, reclamou uma fã passadíssima. E teve quem listasse as séries renovadas, incluindo “Space Force”, “Young Wallander” e “Elite” ao lado de “Emily in Paris” para demonstrar o que a Netflix estava virando. “Eu só queria dizer, do fundo do meu coração: F***-se Netflix por cancelar as melhores séries”, disse outro. “Seriamente, Netlix, pare de matar as melhores séries e deixar as de mer**. Não admira que todos que conheço estejam cancelando suas assinaturas”, acrescentou mais um. O povo está estressadíssimo. Veja uma rápida amostragem abaixo. dude canceling one of the best shows on @netflix is not the move. #TheOrder https://t.co/69Qw79tJQn — Emma Mitchell (@EmmaMit73362441) November 14, 2020 Hey @netflix Yet ANOTHER show that you have cancelled that I loved. I’m questioning why I am going to pay for your price increase when you make a show for ONE season, let people get hooked and then you cancel it for no apparent reason. #TheOrder #Netflix https://t.co/3ICxASoR1T — Howlin’ 4 Hoechlin (@rain20001) November 14, 2020 NETFLIX. STOP CANCELLING THE GOOD SHOWS AND CANCEL YOUR SHITTY SHOWS. Why did #TheOrder have to be cancelled!?!! And with that huge cliff hanger too?!? 🥺😭🥺@netflix needs help with making these decisions. This is soooo wrong. But they can renew a show with a crappy rating🤦🏻‍♀️ — Jen S (@BoyBands220) November 14, 2020 So Netflix canceled #TheOrder ???? Lmao why do I even keep my Netflix subscription at this point???? pic.twitter.com/9qIsH2MINY — (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧ (@myowndisasters) November 14, 2020 Netflix cancelling #TheOrder is truly one of their stupidest decisions yet. — krystal ✨ (@krysgold) November 15, 2020 Seriously @netflix stop axing the great shows and leaving the shit ones. No wonder everyone i know is cancelling their subscriptions.#TheOrder https://t.co/qptYoehZuz — TV & Movie Fanatic (@IAmWanheda307) November 14, 2020 I would just like to say, from the bottom of my heart…..Fuck Netflix for cancelling good shows#TheOrder — rim (@rimvanbougrine) November 15, 2020 Fuck you @netflix #TheOrder https://t.co/A7ASFrrXga — Admiral_Iblis (@Admiral_Iblis) November 14, 2020 @netflix @NetflixIT Thank you for interrupting yet another quality series without giving it a worthy ending #TheOrder #theordernetflix — Shadows (@o0Shadows0o) November 14, 2020 They did #TheOrder so wrong. First of all, I watch shows like this and I got no ads for this show. They didn't even advertise this show as much as they did the crappy shows. 1/? — Graceee🍓 (@BookwormPurple) November 14, 2020 yet ANOTHER show cancelled by the assholes at @netflix who seem to be allergic to finishing a story or something. #cancelnetflix #savetheorder #TheOrder — Amber Kelly (@AmberKe11y) November 15, 2020 How does elite have three seasons and #TheOrder gets cancelled after two??? One is pretty crappy and the other was amazing. Who makes these decisions @netflix ?! Are we really considering quantity over quality?? — Doménica Lara (@DomeLaraL) November 15, 2020 Netflix cancelled #THEORDER… 😭😭 There are so many crappy shows on there, but this show was seriously so good. It even has 100% on rotten tomatoes! pic.twitter.com/1qASn0O1Vg — Samm Fisher (@sammeden) November 14, 2020 @netflix WTF?! Why bother making new shows only to cancel them after 1 or 2 seasons even if they do well! #TheOrder is now cancelled. We should #cancelnetflix — FrankiesON (@FrankieCatDang) November 14, 2020 #TheOrder has been cancelled by Netflix after two seasons. #SpaceForce has been renewed. #EmilyInParis has been renewed. #YoungWallander is also renewed. #TVNews — Gareth Penrose (@garethpenrose) November 14, 2020 Wait #TheOrder got canceled on Netflix!?! This is why Netflix is untrustworthy 😭💔 pic.twitter.com/bI19mGL1i8 — Jared Cruz-Aedo (@jaredcruzaedo) November 14, 2020 #TheOrder MOOD: pic.twitter.com/JTeD3DuPJq — #SaveTheOrder (@yiselstark) November 14, 2020

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  • Série

    Nova série animada do Mickey ganha trailer com visual estilizado

    15 de novembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de “The Wonderful World of Mickey Mouse”, nova série de curtas do rato animado criado por Walt Disney, que virou símbolo do estúdio. Produzida por Paul Rudish, responsável pela bem-sucedida série do “Mickey Mouse” exibida entre 2013 e 2019 no Disney Channel, a nova atração preserva o estilo daquela atração, que era baseada nos traços clássicos dos primeiros desenhos e quadrinhos do personagem. Inspirados nas artes de Ub Iwerks e Floyd Gottfredson, os episódios resgatam o visual original e quase centenário de Mickey, que surgiu em 1928 apenas de calção – branco e depois vermelho, quando suas histórias ganharam cores. Mas também acrescentam muita estilização moderna, com cenários que parecem pinturas, além de um ritmo frenético que reflete a passagem de Rudish pelo Cartoon Network, quando comandou “O Laboratório de Dexter”. Além do protagonista, a série também trará os coadjuvantes mais famosos dos primeiros curtas do Mickey, como Pateta, Minnie, Pato Donald, Margarida e Pluto. A estreia está marcada para o próximo dia 18 nos EUA, um dia depois da chegada da Disney+ (Disney Plus) ao Brasil. Apesar disso – e mesmo estando em cima da hora – , ainda não está claro se a animação será disponibilizada de forma simultânea para os assinantes brasileiros.

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    9-1-1: Trailer apresenta a nova catástrofe destruidora da 4ª temporada

    14 de novembro de 2020 /

    A rede americana Fox divulgou o trailer da estreia da 4ª temporada de “9-1-1”, que segue a tradição de catástrofe da série. Depois de um terremoto e um tsunami nas temporada passadas, desta vez é o rompimento da represa e um grande deslizamento de terra que ameaça destruir Los Angeles. A prévia mostra o letreiro de Hollywood desabando morro abaixo, ao som de “Ain’t No Mountain High Enough”, de Marvin Gaye e Tammi Terrell. O drama procedimental de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear retorna em janeiro nos EUA. E, além das emergências fictícias de filmes de desastre, a temporada deve refletir o tema da pandemia de coronavírus. A série estrelada por Angela Bassett (“Pantera Negra”), Peter Krause (“The Catch”), Jennifer Love Hewitt (“The Client List”), Kenneth Choi (“The Last Man on Earth”), Aisha Hinds (“Under the Dome”), Ryan Guzman (“Heroes: Reborn”), Rockmond Dunbar (“Prison Break”), Oliver Stark (“Into the Badlands”) e Corinne Massiah (“Mistresses”) também é exibida no canal Fox no Brasil.

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    Netflix cancela A Ordem após duas temporadas

    14 de novembro de 2020 /

    A Netflix cancelou a série de terror “A Ordem” (The Order) após duas temporadas, em que a atração formou fãs apaixonados. Por conta da reação previsível dos fãs, a plataforma nem sequer informou sua decisão. O responsável por dar a má notícia foi o criador, roteirista e produtor executivo Dennis Heaton, que revelou o cancelamento no Twitter. “Por duas temporadas, tive a honra de trabalhar com um elenco e equipe incríveis em ‘The Order’, na Netflix. Foi uma das melhores experiências da minha carreira. Infelizmente, não vamos voltar, mas sempre vou valorizar as memórias e os adereços que roubei. Obrigado a todos por assistir”, Heaton escreveu. Imediatamente, o Twitter foi tomado por protestos e lamentações. Um usuário resumiu o problema: “Cara, eu odeio que a Netflix pegou a mania de cancelar séries depois de duas temporadas. Faz com que eu não queira assistir a novos programas, porque sei que eles não vão durar mais do que duas temporadas”. Questionado por fãs sobre o que aconteceria na 3ª temporada, Heaton contou algumas das coisas que tinha planejado, principalmente em relação ao destino da protagonista Alyssa, morta no final da 2ª temporada. “Jack iria definitivamente ressuscitar Alyssa dos mortos, mas ela voltaria errado. Tipo, como em “Cemitério Maldito”. Provavelmente possuído por Zecchia. E um monte de outros cadáveres voltariam com ela”, ele contou. A série era uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”) e sua trama totalmente original girava em torno de Jack, um calouro universitário que faz tudo para entrar numa ordem secreta e se tornar um mágico. Mas apesar de se destacar entre os candidatos, ele chega com um plano secreto de vingança e logo entra em contato com os rivais secretos da ordem mística. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. O elenco de “A Ordem” destacava Jake Manley (o Fisher de “iZombie”) como Jack e Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”) como a bruxa Alyssa, que formam um casal improvável, além de Katharine Isabelle (a lobisomem Ginger de “A Possuída”), Adam DiMarco (o Todd de “The Magicians”), Thomas Elms (“Motherland: Fort Salem”), Devery Jacobs (“Cardinal”), Françoise Yip (“Caçadores das Sombras”), Louriza Tronco (“Make It Pop”) e participações de Matt Frewer (o Dr. Leekie de “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (“Círculo de Fogo”). A 2ª e última temporada foi lançada em junho passado. For two seasons I was honored to work with an incredible cast and crew on The Order for @netflix. It is one of the best experiences of my career. Unfortunately, we aren't returning, but I will always cherish the memories and the props I stole. Thank you all for watching. — Dennis Heaton (@DennisHeaton2) November 14, 2020 PS – Jack was totally going to raise Alyssa from the dead, but she was going to come back wrong. Like, Pet Sematary wrong. Probably possessed by Zecchia. And a whole bunch of other corpses were coming back with her. — Dennis Heaton (@DennisHeaton2) November 14, 2020

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    Ameaça Invisível: Record fará série sobre pandemia

    14 de novembro de 2020 /

    A rede Record está desenvolvendo “Ameaça Invisível”, uma série de suspense sobre uma pandemia causada por um vírus misterioso. A trama foi desenvolvida por Ingrid Zavarezzi (“Malhação”) e Vitor de Oliveira (“Jesus”) e encontra-se em fase de escalação de elenco. Alguns nomes que circulam na imprensa, ligados ao projeto, são Henri Pagnoncelli (“Apocalipse”), Nicola Siri (“Os Dias Eram Assim”), Dudu Pelizzari (“Negócio da China”), Ernani Moraes (“Carcereiros”), Vanessa Gerbelli (“A Divisão”), Paloma Bernardi (“Os Parças”), Laize Câmara (“A Força do Querer”), Daniel Erthal (“A Terra Prometida”), Juan Alba (“Gostosas, Lindas e Sexies”) e Zécarlos Machado (“Sessão de Terapia”). Apesar do alinhamento do canal com o governo Bolsonaro, a pandemia da história não será retratada como uma “gripezinha” nem “conversinha”. Mas tampouco será a covid-19. Na trama, os personagens enfrentarão um vírus fictício chamado “Orto K9”, que causa uma doença chamada “febre do gelo”. A ideia é retratar uma pandemia global e, para isso, a produção buscará atores em outros países, que gravariam suas participações remotamente, de suas casas, falando sobre os efeitos da doença no exterior. Serão ao todo 12 episódios. As gravações devem começar no começo de 2021 com direção de Ajax Camacho (“O Rico e Lázaro”).

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