Os Irregulares de Baker Street: Série do universo de Sherlock Holmes ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Os Irregulares de Baker Street” (The Irregulars), que explora cenas de terror explícito e a ligação da série com o célebre endereço da rua Baker, número 221b, em Londres. Trata-se, claro, da residência de Sherlock Holmes. Ao contrário de “Sherlock”, a série não traz Holmes como protagonista, focando-se no grupo do título, meninos de rua que são recrutados pelo Dr. Watson para ajudar na resolução de mistérios após Sherlock Holmes ficar incapacitado – por doença ou drogas. O grupo não é invenção recente como “Enola Holmes”. É uma criação legítima do escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Os “Irregulares” apareceram nos livros do detetive publicados no final do século 19 como versões alternativas dos delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887). E ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”, que batiza a série. “Os Irregulares” toma grande liberdade em relação à versão literária para incluir mulheres e minorias raciais entre os detetives amadores, além de preferir tramas de terror aos mistérios de crimes que geralmente são investigados por Holmes. Além disso, são apresentados na série como verdadeiros detetives e não apenas fontes de informação, enquanto Holmes tem sua reputação questionada. Outra mudança, cada vez mais comum nas produções atuais, é a troca na raça de um dos protagonistas. O Dr. Watson, parceiro constante de Sherlock Holmes, é interpretado por um ator negro na série, criada pelo roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). O elenco traz Henry Lloyd-Hughes (“O Cavalo Amarelo”) como Sherlock, Royce Pierreson (“The Witcher”) como Watson, Aidan McArdle (“O Gênio e o Louco”) como Inspetor Lestrade e os jovens Thaddea Graham (“Carta ao Rei”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Jojo Macari (“Sex Education”), McKell David (“Snatch: Um Novo Golpe”) e Harrison Osterfield (“Mundo em Caos”) como os Irregulares. A estreia está marcada para 26 de março.
Sarah Drew celebra volta a “Grey’s Anatomy” com foto de bastidores
A atriz Sarah Drew postou uma foto de bastidores de sua volta ao hospital Grey Sloan na 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Ela vai retomar sua personagem adorada pelos fãs da série, a Dra. April Kepner, em um dos próximos episódios da série. “Nada demais. Nem um pouco excitada”, ela brincou na legenda da foto, em que aparece ao lado de Jesse Williams. Ambos aparecem com máscaras de proteção contra coronavírus. Drew deixou “Grey’s Anatomy” no final da 14ª temporada em 2018, após aparecer em nove temporadas. A Dra. April Kepner era uma cirurgiã de trauma no Gray Sloan Memorial Hospital, que veio do Mercy West Medical Center após a fusão entre os dois hospitais. Ela divide uma filha com seu ex, o Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). Mas em sua última aparição, ela se juntou a Matthew (Justin Bruening) e saiu do emprego, embora muitos fãs – e a própria Drew – esperassem que ela acabasse com Jackson. O retorno de April pode ajudar a encerrar a história do ex-casal, o que é reforçado pela proximidade dos atores na foto dos bastidores. Entretanto, Drew deverá ter uma passagem breve pela trama, devido aos outros compromissos da atriz. Atualmente, ela integra duas séries novas, que estão prestes a estrear, com papel recorrente em “Cruel Summer”, prevista para abril no canal pago Freeform, e como a personagem-título de “Republic of Sarah”, que chega em junho na rede The CW. “Grey’s Anatomy”, que na semana passada perdeu um de seus personagens principais, assassinado na trama, também pode estar se encaminhando para seu final. A showrunner Krista Vernoff já admitiu que a atual temporada pode ser a última da série. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sarah Drew (@thesarahdrew)
Gravações de Cowboy Bebop são encerradas
A versão live-action do clássico anime “Cowboy Bebop” encerrou as gravações de sua 1ª temporada, após uma produção longa e atribulada, envolvendo paralisações por um grave acidente no set e a suspensão causada pela pandemia de coronavírus. A notícia foi postada pela atriz Daniella Pineda nas redes sociais. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. Originalmente, Keanu Reeves viveria o protagonista Spike Spiegel num filme de 2009, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. O projeto foi oficializado pela Netflix, com uma encomenda de 10 episódios, em novembro de 2018 e a produção começou no segundo semestre de 2019 na Nova Zelândia. Após as gravações dos primeiros episódios, os trabalhos foram abruptamente interrompidos em outubro de 2019, após o ator John Cho (“Star Trek”) sofrer uma lesão no joelho que exigiu cirurgia. Em seguida, ocorreu a paralisação global de todas as filmagens em meio à pandemia de covid-19. Por conta disso, a série só foi retomada no final de setembro passado. Além de John Cho no papel principal, como Bugsy Spiegel, a série inclui Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) no papel de Julia, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como Faye Valentine, Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. Mas vale observar que apenas o cachorro corgi, que complementa o elenco, reflete o visual dos personagens nos desenhos originais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniella Pineda (@notdaniellapineda)
Reboot de “Anos Incríveis” com família negra define novo “Kevin”
O reboot da série clássica dos anos 1980 “Anos Incríveis” (Wonder Years) definiu seu novo protagonista. E quem contou a novidade foi ninguém menos que o astro original da atração. Um vídeo da produção da rede ABC registrou o momento em que Fred Savage contou ao jovem Elisha “EJ” Williams que ele tinha sido escolhido para viver o novo Kevin. Ou melhor, Dean, como vai se chamar seu personagem. O seriado original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Savage. Fenômeno de audiência, a série rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993. A nova versão vai partir da mesma premissa, acompanhando dramas familiares nos anos 1960, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”, e também apareceu no vídeo para felicitar o jovem Elisha Williams. O menino atualmente dubla o cão Bingo no desenho animado “Puppy Dog Pals” da Disney Junior e já apareceu nas séries “Henry Danger” e “Força Danger”, da Nickelodeon. A atriz Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”) também está definida no elenco, como a matriarca da família. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Não é a primeira vez que uma série clássica inspira reboot com mudança racial. “Um Dia de Cada Vez” (One Day at a Time) e “O Quinteto” (Party of Five) já tinham substituídos personagens brancos originais por elencos latinos. Ambas foram canceladas devido à baixa audiência.
Neta de Chico Buarque e Marieta Severo vai estrelar série da Disney+
Clara Buarque, filha de Carlinhos Brown e neta de Chico Buarque e Marieta Severo, vai estrelar sua primeira série. A atriz de 23 anos, que quase participou de “Éramos Seis”, entrou no elenco de uma nova atração da plataforma Disney+ (Disney Plus), segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo. Não há maiores informações sobre o projeto. Ela estreou como atriz no musical de teatro “Os Novos Baianos”, lançado em 2019 com texto de Lúcio Mauro Filho e direção de Otavio Muller.
Natasha Lyonne estrelará série criada pelo diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi
A plataforma Peacock encomendou a produção da primeira série criada por Rian Johnson, o cineasta de “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Entre Facas e Segredos”. A atração vai se chamar “Poker Face” e será estrelada por Natasha Lyonne (de “Orange Is the New Black” e “Boneca Russa”). “Estou muito animado para mergulhar no tipo de diversão focada em personagens recorrentes e mistério da semana que assistia desde a infância”, disse Johnson em um comunicado. “É o meu lugar feliz. Ter Natasha como parceira no crime é um sonho, e encontramos o lar perfeito na Peacock. ” Além de criador, Johnson será roteirista e diretor da série, que não teve detalhes revelados. Embora “Poker Face” seja a primeira série criada por Johnson, ele já trabalhou em produções televisivas, tendo dirigido três episódios importantes da série “Breaking Bad”. Não há previsão para a estreia da nova atração.
Intérprete de Loki vai estrelar série da Apple TV+
O ator britânico Tom Hiddleston (o Loki da Marvel) vai estrelar uma nova minissérie da Apple TV+ ao lado de Claire Danes (“Homeland”). Eles viverão os protagonistas de “The Essex Serpent”, que já começou a ser gravada. Originalmente, Keira Knightley (“Colette”) teria o papel principal, mas ela abandonou a produção em outubro passado, citando a dificuldade de lidar com o longo período de afastamento das filhas para participar da produção. A produção de época é baseada no romance “A Serpente do Essex” de Sarah Perry, vencedor do prêmio de Livro do Ano de 2016 no Reino Unido, e está sendo desenvolvida pela roteirista Anna Symon (“Sra. Wilson”), com direção da cineasta Clio Barnard (“O Gigante Egoísta” e “Dark River”). A trama gira em torno de Cora, que, ao se tornar viúva e encerrar um casamento abusivo na Londres vitoriana, muda-se com o filho para o pequeno vilarejo de Aldwinter em Essex. Lá, fica intrigada com a superstição local de que uma criatura mítica conhecida como a serpente de Essex voltou para a área. Naturalista amadora sem interesse por superstições ou questões religiosas, Cora se empolga com a ideia de que aquilo que as pessoas da região tomam por uma criatura sobrenatural possa, na realidade, ser uma espécie ainda não descoberta. Claire Danes tem o papel de Cora e Tom Hiddleston interpretará Will Ransome, o líder da pequena comunidade inglesa. Hiddleston será visto a seguir na série “Loki”, que tem estreia prevista para 11 de junho na plataforma Disney+ (Disney Plus).
Todo Mundo Odeia o Chris vai virar série animada
A sitcom “Todo Mundo Odeia o Chris”, que é reprisada até hoje na Record, vai voltar à TV americana. Mas agora como uma série de animação. O CBS Studios está desenvolvendo o reboot animado de forma independente, sem compromisso prévio com canais ou plataformas, para oferecer ao mercado – apesar de integrar o conglomerado da plataforma Paramount+. Exibida de 2005 a 2009 na TV americana, a série contava as experiências de infância e adolescência do comediante Chris Rock no Brooklyn dos anos 1990. Os co-criadores da série, Chris Rock e Ali LeRoi, também estão por trás da versão animada, que ainda contará com produção executiva de Michael Rotenberg, integrante da produção original. Rock também voltar a narrar os episódios, como fez com a atração live-action. Não há informações sobre se o elenco central voltará a fazer as vozes dos personagens. A série trazia Tyler James Williams como Chris, e ainda contou Terry Crews, Tichina Arnold, Tequan Richmond, Imani Hakim e Vincent Martella nos papéis principais.
Killing Eve vai acabar na 4ª temporada
O canal pago americano BBC America anunciou nas redes sociais que “Killing Eve” vai acabar em sua 4ª temporada. Os últimos episódios começarão a ser gravados no próximo trimestre para uma estreia em 2022. As gravações foram adiadas por conta da pandemia e, apesar do fim da produção oficial, a BBC America afirma estar considerando séries derivadas. Porém, até o momento, nenhuma informação foi divulgada sobre a expansão deste universo. A série protagonizada por Sandra Oh (ex-“Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) foi lançada em 2018 e se tornou o maior sucesso e a mais premiada da BBC America após o fim de “Orphan Black”. Criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), “Killing Eve” acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta britânica que persegue Villanelle (Jodie Comer), a assassina profissional de um cartel internacional com objetivos obscuros, e aos poucos passa a desenvolver uma estranha obsessão por ela. Até que, inesperadamente, começa a ser correspondida de forma doentia. A produção é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay. Anything worth having is worth the wait. #KillingEve pic.twitter.com/YCbdDPE8jt — Killing Eve (@KillingEve) March 16, 2021
Yaphet Kotto (1939 – 2021)
O ator Yaphet Kotto, que marcou época com suas atuações em “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979), “Com 007 Viva e Deixa e Viver” (1973) e na série “Homicídio”, morreu no domingo (14/3), aos 81 anos. O falecimento foi anunciado por sua esposa, Tessie Sinahon, no Facebook na noite de segunda-feira. “Estou triste e ainda chocada com o falecimento do meu marido de 24 anos”, ela escreveu. “Você interpretou um vilão em alguns de seus filmes, mas para mim e muitas pessoas sempre foi um verdadeiro herói. Um bom homem, um bom pai, um bom marido e um ser humano decente, muito raro de encontrar. Um dos melhores atores de Hollywood, uma Lenda. Descanse em paz, querido, vou sentir sua falta todos os dias, meu melhor amigo, minha rocha. ” Kotto nasceu na cidade de Nova York em 15 de novembro de 1939 e começou a estudar atuação aos 16 anos no Actors Mobile Theatre Studio. Aos 19, fez sua estreia profissional numa montagem de “Othello” e logo em seguida entrou na Broadway em “The Great White Hope”. Sua estreia no cinema aconteceu em 1964, com o drama racial “Nothing But a Man”, mas só voltou às telas quatro depois com o thriller “Crown, o Magnífico” (1968). Ele intercalou aparições em episódios de muitas séries (de “Tarzan” a “Havaí 5-0”) antes de finalmente se destacar em “A Máfia Nunca Perdoa” (1972), um clássico da era blaxpoitation. No ano seguinte, conquistou ainda mais destaque como antagonista em “Com 007 Viva e Deixa e Viver” (1973). No filme que introduziu Roger Moore como o agente secreto James Bond, Kotto desempenhou um papel duplo, retratando o corrupto ditador caribenho Dr. Kananga e também seu alter ego defensor das drogas, Mr. Big. Descrito no romance como um chefão monstruosamente obeso com olhos amarelos, pele cinza e uma cabeça com o dobro do tamanho de um homem normal, a versão elegante de Kotto dispensou as grotescas físicas e adicionou uma dose carismática de vilania estilosa. Após seu primeiro blockbuster, ele viveu o ditador de Uganda, Idi Amin, no telefilme “Resgate Fantástico” (1976), sobre o famoso sequestro de um avião israelense por terroristas muçulmanos, e contracenou com Rychard Pryor na comédia “Vivendo na Corda Bamba” (1978). Seu personagem mais conhecido surgiu logo em seguida, onde – o cartaz anunciava – ninguém podia ouvi-lo gritar: no espaço, a bordo de uma nave chamada Nostromo, onde também foi parar a criatura de “Alien”. O papel de Parker, um dos últimos tripulantes a morrer nas garras do monstro sanguinário, virou até “action figure” colecionável após o sucesso do filme, que redefiniu o subgênero sci-fi de terror em 1979. Impulsionada por “Alien”, sua filmografia ganhou volume nos anos 1980, passando a incluir várias outras produções icônicas. Kotto estrelou uma versão cinematográfica de “Othello” (1980), foi o braço direito de Robert Redford no drama prisional “Brubaker” (1980), o policial que denunciou “O Esquadrão da Justiça” (1983) de Michael Douglas, o parceiro de Arnold Schwarzenegger na sci-fi distópica “O Sobrevivente” (1987) e o agente do FBI no encalço de Robert De Niro e Charles Grodin em “Fuga à Meia-Noite” (1988). Até que uma nova fase começou na década seguinte, quando entrou na série “Homicídio” (Homicide: Life on the Street). Kotto interpretou o tenente Al Giardello, chefe dos detetives da série da NBC, por sete temporadas, de 1993 a 1999. A atração revolucionou o formato dos dramas policiais, ganhou vários prêmios e foi considerada uma das melhores séries de todos os tempos num balanço da revista Time, publicado em 2007. Além de estrelar a série, Kotto também foi um dos seus roteiristas. Ele ainda protagonizou o telefilme derivado, “Homicide: The Movie” em 2000, onde seu personagem foi assassinado. E, na véspera de encerrar a carreira, retomou outro papel célebre, dublando Parker no videogame “Alien: Isolation” (2014). Yaphet Kotto deixa sua esposa e seis filhos.
Falcão e o Soldado Invernal ganha último trailer legendado antes da estreia
A Disney Plus Brasil divulgou o último trailer legendado da série “Falcão e o Soldado Invernal” (The Falcon and the Winter Soldier). Repleta de ação, brigas e explosões, a prévia destaca a importância do legado (e do escudo) do Capitão América para a trama, além de explorar a dinâmica dos dois personagens do título. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também destaca personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear na sexta-feira (19/3) na Disney+ (Disney Plus) com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
Henry Darrow (1933 – 2021)
O ator Henry Darrow, que estrelou a série clássica “Chaparral”, morreu no domingo (14/3) em sua casa na Carolina do Norte, EUA, aos 87 anos. Nascido Enrique Tomás Delgado Jr., o ator nova-iorquino era filho de imigrantes porto-riquenhos. Seus pais, Gloria e Enrique, administravam uma pousada/restaurante em Bedford Village, frequentada por gente como Humphrey Bogart e Tallulah Bankhead. Mas quando ele fez 13 anos, decidiram mudar a família para sua terra natal, Porto Rico. Ele estudou ciência política e atuação na Universidade de Porto Rico e, logo em seguida, ganhou uma bolsa para o Pasadena Playhouse em 1954, onde teve aulas de música, dança, sapateado, esgrima e fonética, antes de iniciar a carreira em Hollywood. Em 1957, ele fez um teste para a série “Zorro”, produzida pela Disney para a rede ABC. Ele perdeu o papel principal para Guy Williams, mas disse que aprendeu muito com a experiência. “Eu exagerei e lembro do diretor anunciar ao resto do elenco e da equipe: ‘Parece que temos um Barrymore espanhol em nossas mãos'”, contou em uma entrevista de 2016, dizendo que passou a se conter mais. Sua estreia no cinema foi uma figuração no terror B “Sanha Diabólica” em 1959, seguida por um desempenho de vilão em “Vingança das Virgens” (1959), escrito por Ed Wood. Depois de muitas participações como “mexicano” em séries passadas no Velho Oeste (de “Bonanza” a “Gunsmoke”), Darrow emplacou seu primeiro grande personagem, o charmoso Manolito Montoya, filho de um rico barão de terras mexicano (Frank Silvera) e irmão de Linda Cristal em “Chaparral”, série do produtor David Dortort, que havia criado o fenômeno “Bonanza”. “Chaparral” foi a primeira série a apresentar uma família latina em pé de igualdade com um clã branco, uma raridade na época. E Darrow logo passou a roubar as cenas, interpretando uma variedade de facetas impressionantes, como um jogador de pôquer ousado, como conquistador de mulheres, herói de cenas de ação e até filósofo do interior. A série durou quatro temporadas, de 1967 a 1971. Com o fim da atração, ele entrou na comédia “The New Dick Van Dyke Show” (1973) e no policial “Harry O” (1974). Darrow também alternou muitos “episódios da semana” em produções como “Galeria do Terror”, “San Francisco Urgente”, “Missão: Impossível”, “Havaí 5-0”, “Kung Fu”, “Kojak!”, “Baretta”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “O Homem Invisível”, “Os Waltons”, “Mulher-Maravilha”, “O Incrível Hulk”, “Casal 20” e “Dallas”, além de integrar filmes como “Ruge o Ódio” (1973), ao lado de Robert Duvall, e “A Morte Pede Carona” (1986), com C. Thomas Howell e Jennifer Jason Leigh. Em 1981, ele finalmente conseguiu viver Zorro, dando voz ao herói na série animada “As Novas Aventuras de Zorro”. Uma década mais tarde, ainda interpretou o pai do personagem na série “Zorro”, que teve quatro temporadas a partir de 1990. No mesmo ano, venceu seu primeiro e único Emmy, como Ator Coadjuvante em “Santa Barbara”, uma novela diurna com mais de 2 mil episódios. Entre seus últimos papéis, estão os filmes “O Júri” (2003), “Primo” (2008) e “Soda Springs” (2012), premiado em três festivais americanos, que marcou sua aposentadoria. Em seu último ano de atividade, o ator também lançou seu livro de memórias, “Henry Darrow: Lightning in the Bottle”, e recebeu o prêmio Ricardo Montalban pelo conjunto de sua obra no ALMA Awards (o Oscar latino). Um prêmio mais que adequado, já que Darrow ajudou Montalban a lançar em 1970 a Nosotros Organization, que visava ajudar atores latinos a se estabelecer na indústria do entretenimento dos EUA.
Malcolm X de “Uma Noite em Miami” será vilão da Marvel
O ator Kingsley Ben-Adir, que viveu Malcolm X em “Uma Noite em Miami”, foi escalado como o principal vilão de “Invasão Secreta” (Secret Invasion), uma das próximas séries da Marvel na Disney+ (Disney Plus). Ele vai se juntar a Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Ben Mendelsohn (Talos), anteriormente anunciados na produção. Ainda sem sinopse nem data de estreia definida, “Invasão Secreta” compartilha o título de uma popular saga dos quadrinhos, em que uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose que apareceu em “Capitã Marvel”) tentam se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra. A próxima série da Marvel na Disney+ é “Falcão e o Soldado Invernal”, que estreia nesta sexta (19/7).












