Barrados no Baile vai ganhar revival com elenco original dos anos 1990
A série “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90210), fenômeno da cultura pop nos anos 1990, vai ganhar uma nova versão. Com boa parte do elenco original. De acordo com o site Deadline, Jennie Garth (Kelly), Tori Spelling (Donna), Jason Priestley (Brandon), Ian Ziering (Steve), Brian Austin Green (David) e Gabrielle Carteris (Andrea) estão ligados ao projeto. Ele foi criado por Mike Chessler e Chris Alberghini, que trabalharam em “90210”, reboot de “Barrados no Baile”, que acompanhou uma nova geração de estudantes da West Beverly Hills High School, em 2008. Na ocasião, alguns integrantes da série clássica fizeram participações especiais. A nova série ainda está sendo negociada com canais de TV e serviços de streaming, e já tem vários interessados. A produção é da CBS Television Studios. Tori Spelling já havia insinuado em março que “Barrados no Baile” poderia ganhar uma vida nova, ao publicar uma foto em que anunciava estar “de volta ao trabalho” e marcava a amiga e colega Jennie Garth. Nas hashtags, ela escreveu “90210 vibes” e “Donna e Kelly para sempre”. Criada por Darren Star e produzida por Aaron Spelling, a série original durou uma década, de 1990 a 2000, e ajudou a definir parte dos anos 1990. Também faziam parte da série Shannen Doherty, que causou problemas nos bastidores da produção e hoje luta contra o câncer, e Luke Perry, atualmente no elenco de “Riverdale” como pai de Archie Andrews. Já o reboot “90210” ficou no ar por cinco temporadas, de 2008 a 2013, e revelou o destino de alguns dos personagens originais.
Sam Smith divulga música-tema da minissérie animada Watership Down
O cantor Sam Smith divulgou nova música em seu canal do YouTube. “Fire on Fire” é tema da minissérie animada “Watership Down”, coprodução da BBC e da Netflix, e ganhou um clipe com imagens da produção. Baseada no livro homônimo de Richard Adams, lançado no Brasil como “Uma Grande Aventura”, a minissérie é um desenho de bichos falantes que não segue o padrão cômico do gênero. Ao contrário, é bem dramático. Passado no sul rural da Inglaterra, a trama segue um bando de coelhos que foge da destruição de seu habitat e procura um novo lar, numa aventura movida à esperança, coragem e luta pela sobrevivência. “Uma Grande Aventura” já ganhou uma famosa versão cinematográfica de 1978, que na época chocou por ser uma das primeiras animações com cenas de violência. Hoje, o filme é considerado uma obra-prima. O livro também já rendeu uma série animada britânica, que durou três temporadas entre 1999 e 2001. A nova versão tem direção do cineasta Noam Murro (de “300: A Ascensão do Império”) e é a primeira a usar computação gráfica para animar os coelhos e outros bichos da história, dando maior realismo ao drama. Entre os dubladores estão alguns astros famosos como James McAvoy (“Fragmentado”), Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”), John Boyega (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Gemma Arterton (“Gemma Bovary”), Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Olivia Colman (“A Favorita”), Peter Capaldi (“Doctor Who”), Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), Miles Jupp (“Howards End”), Freddie Fox (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”). Com quatro episódios, a minissérie estreia em 22 de dezembro no Reino Unido, chegando um dia depois na Netflix.
Greta: Suspense com Chloë Moretz e Isabelle Huppert ganha trailer muito tenso
A Focus Features divulgou três fotos, o pôster e o primeiro trailer do suspense “Greta”. E a prévia exagera na tensão. Cheia de cenas de impacto, demonstra como uma boa ação transforma uma jovem em vítima de uma viúva manipuladora, capaz de tudo para manter sua companhia, inclusive perseguir, drogar, sequestrar e matar. O filme tem roteiro de Ray Wright (“A Epidemia”), direção de Neil Jordan (“Byzantium”) e traz Chloë Grace Moretz (“A 5ª Onda”) como a jovem que chega a Manhattan após perder a mãe. Ao encontrar e devolver uma bolsa perdida, ela acaba fazendo amizade com a professora de piano vivida pela francesa Isabelle Huppert (“Elle”), sem saber as verdadeiras – e sinistras – intenções da nova amiga. Na verdade, a viúva espalhou bolsas por toda a Nova York, esperando ver quem lhe devolveria. Será a segunda vez que Moretz contracenará com uma grande atriz francesa, após coestrelar “Acima das Nuvens” (2014) com Juliette Binoche. O elenco também inclui Maika Monroe (“Independence Day: O Ressurgimento”), Parker Sawyers (“Michelle & Obama”), Stephen Rea (“Counterpart”), Colm Feore (“House of Cards”) e Zawe Ashton (“Animais Noturnos”). “Greta” chega aos cinemas americanos em 1 de março e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Fugitivos: Super-heróis juvenis ganham pôsteres individuais para a 2ª temporada
A plataforma de streaming Hulu divulgou os pôsteres dos heróis juvenis de “Fugitivos” (Runaways), adaptação dos quadrinhos homônimos da Marvel, que estreia sua 2ª temporada nesta sexta (21/12). As artes destacam os intérpretes de forma individual, em frente a grafites de seus personagens. A premissa da série é a mesma dos quadrinhos criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”). A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na trama original. Os heróis juvenis são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Ao contrário da 1ª temporada, que seguiu a formato de episódios semanais, os novos capítulos serão disponibilizados todos nesta sexta. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Sony.
Catch-22: Minissérie produzida, dirigida e estrelada por George Clooney ganha primeiras fotos
A plataforma Hulu divulgou as primeiras fotos da minissérie “Catch-22”, produzida, dirigida e estrelada por George Clooney. As imagens destacam o elenco em trajes militares. Clooney tem um papel pequeno para se concentrar nos outros aspectos de seu trabalho na obra. De todo modo, a produção marca seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também destaca Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista. A data de estreia ainda não foi divulgada.
Billions: Grandes rivais se aliam no trailer da 4ª temporada
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da 4ª temporada de “Billions”, uma das mais bem avaliadas de sua programação – a 3ª temporada atingiu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A prévia mostra uma reviravolta na trama, com a formalização de uma aliança entre os dois antagonistas da atração, interpretados por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”). Até então, a série acompanhava o embate entre os dois, um promotor público (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis). Enquanto o promotor tentava juntar provas para prender o ricaço por corrupção, o outro tentava solapar sua autoridade, buscando fazer com que fosse demitido. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), “Billions” não encanta apenas a crítica. A série tem público cativo, mantendo os mesmos números de audiência ano após ano. A 4ª temporada estreia em 17 de março.
Variety destaca Ilha de Ferro como uma das melhores séries do mundo em 2018
A revista americana Variety publicou nesta quinta-feira (20/12) sua lista de Melhores Séries Internacionais de 2018 e uma produção brasileira apareceu entre as selecionadas. “Ilha de Ferro”, série da plataforma Globoplay protagonizada por Cauã Reymond, impressionou os jornalistas da revista, que a descreveram como “uma grande aposta arriscada de ação e drama”. Foi a única atração latino-americana da relação. Mais que isso: foi a primeira série listada. Não há ranking na seleção, mas esse fato é significativo. A produção feita para streaming é considerada a série mais cara já feita no Brasil. Apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo – a tal “Ilha de Ferro” do título – , custou mais de R$ 2 milhões e tem 3 mil metros quadrados. Entre os demais destaques internacionais da Variety, destacam-se também a produção alemã “Das Boot”, adaptação do filme “O Barco: Inferno no Mar “(1981), a francesa “Hippocrates”, sobre um hospital em quarentena, a italiana “Il Cacciatore”, dramatização da Operação Mãos Limpas que acabou com a máfia nos anos 1990, a espanhola “Arde Madrid”, sobre os anos finais do franquismo, misturando política, glamour e personagens como a atriz hollywoodiana Ava Gardner e o casal Perón, sem esquecer da britânica “Informer”, thriller sobre terrorismo produzido pelo cineasta Sam Mendes (“007 Contra Spectre”). Confira abaixo a lista completa e aproveite as felizes descobertas de ano novo. “Ilha de Ferro” (Brasil) “The Story of Yanxi Palace” (China) “Herrens Veje” (Dinamarca) “Hippocrates” (França) “Das Boot” (Alemanha) “Autonomies” (Israel) “Il Cacciatore – The Hunter” (Itália) “Lykkeland” (Noruega) “Ślepnąc od Świateł” (Polônia) “Generations: the Legacy” (África do Sul) “Arde Madrid” (Espanha) “Informer” (Reino Unido)
David Mazouz se despede da série Gotham nas redes sociais
O ator David Mazouz se despediu de “Gotham” no Instagram. Ele postou a imagem de uma caixa do Departamento de Polícia de Gotham City com seus pertences, identificada por um etiqueta com seu nome e a descrição de conteúdo “desconhecido”. “Esta é a minha caixa de “Eu não estou mais empregado”. Adeus GCPD. Adeus Mansão Wayne. Adeus Alfred. Adeus ‘Gotham'”, ele escreveu na legenda. Mazouz interpretou Bruce Wayne desde 2014 na série, dos 13 aos quase 18 anos de idade (comemorados em fevereiro próximo), praticamente crescendo junto do personagem. Na 5ª e última temporada da série, há a expectativa de que ele finalmente se transforme em Batman. O final das gravações aconteceu na semana passada, e foi celebrado com bolo, pois também marcou a produção do 100º episódio da série. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A última temporada seguirá a premissa de “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), título de um crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra Gotham City sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, o isolamento era decorrência de um Terremoto, mas na série acontece após um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Os 12 episódios finais de “Gotham” começam a ser transmitidos em 3 de janeiro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil. Visualizar esta foto no Instagram. This is my “I am no longer employed” box. Goodbye GCPD. Goodbye Wayne Manor. Goodbye Alfred. Goodbye Gotham. Uma publicação compartilhada por David Mazouz (@davidamazouz) em 20 de Dez, 2018 às 12:48 PST
Série clássica Queer as Folk vai ganhar segundo remake americano
A série britânica “Queer as Folk”, pioneira na abordagem do universo gay na televisão, vai ganhar um segundo remake americano produzido pelo canal pago Bravo. Criada em 1999 por Russell T. Davies, que também foi responsável pelo revival de “Doctor Who” (em 2005), “Queer as Folk” acompanhava dois amigos gays, vividos por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) e Craig Kelly (“Titanic”), em sua busca por diversão na noite de Manchester. Numa dessas noites, essa diversão se manifesta na forma de um adolescente em fase de descoberta sexual, interpretado por Charlie Hunnam (o Jax de “Sons of Anarchy”). A série original durou só 10 episódios (oito na 1ª temporada), mas foi suficiente para ganhar remake norte-americano em 2000, que rendeu mais cinco anos de produção e ampliou o leque de histórias com personagens lésbicas. Seu sucesso na TV paga dos Estados Unidos inspirou novas produções, como “The L Word” (2004–2009). O detalhe é que a trama original dificilmente seria exibida nos dias de hoje, já que o personagem de Hunnam tinha 15 anos quando apareceu fazendo sexo com um dos protagonistas gays. Por isso, apesar de Davies estar listado como produtor do novo remake, a nova versão americana contará uma história diferente. O responsável pelo desenvolvimento do remake é Stephen Dunn, diretor-roteirista canadense do premiado filme LGBTQIA+ “O Monstro no Armário” (2015). E ele pretende abordar novas tramas e personagens, ambientando a série na América do Norte e nos dias atuais. O canal Bravo ainda não divulgou previsão de estreia.
Duas Rainhas: Saoirse Ronan e Margot Robbie brigam pela coroa britânica em novos vídeos
A Focus Features divulgou um vídeo de bastidores e duas cenas do drama histórico “Duas Rainhas” (Mary Queen of Scots), que traz Saoirse Ronan (“Brooklyn”) como Mary Stewart, a Rainha da Escócia, e Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como Elizabeth I, a Rainha da Inglaterra. O vídeo com entrevistas revisita a história conhecida das primas monarcas que disputaram a coroa britânica, buscando evidenciar o tratamento feminista da nova versão. Uma abordagem que, se por um lado destaca que se tratam de duas mulheres poderosas numa época em que isso não era comum, por outro releva os sentimentos femininos de rivalidade e inveja que colocaram uma contra a outra. E nada é mencionado sobre o pano de fundo da disputa entre católicos e protestantes pelo trono da Inglaterra. Esta história já foi bastante filmada. A primeira versão de cinema é do século 19, mas a dramatização mais famosa é relativamente recente: “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971), com Vanessa Redgrave e Glenda Jackson. A disputa entre as primas também foi contada na série “Reign”, encerrada no ano passado. O roteiro da nova versão é de Beau Willimon (criador da série “House of Cards”) e a direção está a cargo de Josie Rourke, especialista em filmagens de peças teatrais, que revela nas imagens adiantas capacidade para comandar cenas épicas. “Duas Rainhas” chegou aos cinemas americanos em 7 de dezembro, com distribuição limitada para visar qualificação na temporada de premiações, mas só desembarca em 14 de fevereiro no Brasil.
Ray Donovan é renovada para sua 7ª temporada
O canal pago americano Showtime renovou a série “Ray Donovan” para sua 7ª temporada. O drama protagonizado por Liev Schreiber vai continuar em Nova York no próximo ano, após a produção ser relocada de Los Angeles para a nova locação na atual temporada. Atualmente exibindo os últimos episódios do seu sexto ano, “Ray Donovan” encerra o atual arco em 13 de janeiro e vai retornar no fim de 2019 com novos capítulos. Ainda não foi confirmado se a atriz Susan Sarandon (“A Intrometida”) vai continuar na série, após aparecer com destaque na 6ª e 7ª temporadas.
Black Mirror teve episódio gravado no Brasil, que estaria prestes a estrear
Um mistério ronda a produção da 5ª temporada da série “Black Mirror”. Os atores Beto Sargentelli e Eline Porto, mais conhecidos no mundo dos musicais, revelaram ter participado das gravações de um episódio da série sci-fi britânica gravado no Brasil. As biografias dos dois, publicadas no site oficial do musical “Os Últimos 5 Anos” – que ficou em cartaz entre setembro e novembro em São Paulo – revelam este detalhe e outras informações sobre o “capítulo brasileiro” da série. O texto do perfil Beto Sargentelli afirma que ele “poderá ser visto em breve no único episódio gravado no Brasil da série do Netflix ‘Black Mirror'”. Já o perfil de Eline Porto vai além e entrega que Owen Harris dirigiu o episódio. Trata-se do mesmo diretor do aclamado episódio “San Junipero”, que integra a 3ª temporada e venceu o prêmio Emmy. Ele também assinou “Be Right Back”, da 2ª temporada. “Recentemente foi dirigida pelo inglês Owen Harris no único episódio gravado no Brasil da série ‘Black Mirror’ e fez uma participação na série ‘Coisa mais linda’ (Direção – Caito Ortiz) que vai ser lançada em 2019 na Netflix”, descreveu a atriz. Em março, o site Buzzfeed chegou a noticiar que uma equipe de “Black Mirror” viria ao Brasil para gravar um episódio em abril, mas a Netflix não confirmou. A Netflix continua até agora a não confirmar as informações. Oficialmente, o serviço de streaming diz não ter novidades sobre a 5ª temporada de “Black Mirror”. Aliás, a Netflix não fala nem de um filme “perdido” da série, que surgiu do nada entre os próximos lançamentos na plataforma, com estreia marcada para 2018. Ou seja, para daqui a no máximo 10 dias. Foi na quarta (19/12) que o serviço passou a incluir em seu catálogo uma imagem de “Black Mirror: Bandersnatch”, com o selo “um filme Netflix”, programado para 28 de dezembro. A informação foi confirmada nas redes sociais do serviço. Mas logo imediata e misteriosamente apagada. Veja abaixo o registro. Serão as duas coisas uma coisa só? Isto é, o episódio brasileiro seria o filme de “Black Mirror” que “poderá ser visto em breve” – isto é, na sexta (28/12) que vem? Provavelmente não, já que imagens feitas em Londres no começo do ano mostraram gravações de um episódio ainda não exibido de “Black Mirror”, com visual dos anos 1980. Uma das fotos registrou uma placa com o título “Bandersnatch” – que é uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mistério. Ou divulgação danada de ruim. @oliviat_93 Hi Olivia. Black Mirror is also filmed today and tomorrow at One Croydon. pic.twitter.com/aHkP25SOoX — Boskee (@boskee_voitek) April 23, 2018
Peter Masterson (1934 – 2018)
O ator, roteirista e diretor Peter Masterson, que foi bastante ativo nas décadas de 1970 e 1980 à frente e atrás das câmeras, morreu na quarta-feira (19/12), após sofrer uma queda em sua casa, no interior de Nova York. Ele tinha 84 anos e sofria de doença de Parkinson. Nascido Carlos Bee Masterson Jr. em 1 de junho de 1934, ele fez sua estreia no cinema com papéis no filme de guerra “A Baia da Emboscada” (1966) e no thriller clássico “No Calor da Noite” (1967), que venceu o Oscar. Após aparecer em outros longa e séries, foi escalado como o diretor da clínica que sugere uma maneira de salvar uma jovem (Linda Blair) aparentemente possuída pelo demônio. “Você já ouviu falar em exorcismo?”, ele pergunta para a mãe (Ellen Burstyn) da garota, introduzindo a trama de “O Exorcista” (1973), um dos filmes mais famosos dos anos 1970. Ele também apareceu em outro clássico do período, “As Esposas de Stepford” (1975), como o marido da protagonista Katharine Ross. A produção também marcou a estreia de sua filha no cinema, a atriz Mary Stuart Masterson, que viveu a filha de sua personagem aos oito anos de idade. Depois disso, Peter Masterson só apareceu em mais dois filmes, encerrando a carreira de ator cinematográfico com “Jardins de Pedra” (1987), de Francis Ford Coppola. Mas não aposentou das câmeras. Apenas passou para trás delas. Em 1978, ele escreveu a peça “A Melhor Casa Suspeita do Texas”, que virou um enorme sucesso na Broadway e acabou se tornando também um blockbuster de cinema em 1982, com Burt Reynolds e Dolly Parton nos papéis principais. A partir daí, passou a se interessar por outras funções que não fossem atuação. Fez sua estreia como diretor em “O Regresso para Bountiful” (1985), drama de época que rendeu muitos elogios da crítica e o Oscar de Melhor Atriz para Geraldine Page. Mas, infelizmente, não voltou a conseguir a mesma repercussão com suas obras seguintes. Dirigiu, ao todo, nove longa-metragens e dois telefilmes até 2005, entre eles “Lua Cheia em Blue Water” (1988), com Gene Hackman, “Amores e Desencontros” (1997), estrelado por Diane Keaton e Sam Shepard, e “Lily Dale” (1996), protagonizado por sua filha Mary Stuart Masterson. Em depoimento emocionado para a imprensa, a atriz descreveu Peter Masterson como “o melhor pai imaginável e uma verdadeira inspiração para mim, de forma criativa e em todos os sentidos”.












