Vídeo de Vingadores: Ultimato traz depoimentos sombrios do elenco
A Marvel divulgou um novo vídeo de “Vingadores: Ultimato”, que traz o elenco comentando os eventos que conduziram ao filme. “Imagine se, pela primeira vez, os nossos heróis perdessem”, diz Robert Downey Jr., intérprete do Homem de Ferro, na abertura do vídeo, dando o tom do material. Ele é seguido por Chris Evans, o Capitão América, que reflete sobre as consequências da derrota para Thanos (Josh Brolin). “Todo mundo está lutando para manter a cabeça erguida”, diz Chris Evans, o Capitão América, sobre as consequências desta derrota. “Mas esta tampouco é uma batalha que eles conseguirão ganhar. Nós não estávamos acostumados a perder”. A dramaticidade é alimentada por cenas do final de “Vingadores: Guerra Infinita” e imagens do trailer de “Ultimato”, enquanto os protagonistas se sucederem em depoimentos sombrios. Segundo Chris Hemsworth, o Thor, os heróis “ainda estão tentando entender como lidar com tudo o que aconteceu”. Já Scarlett Johansson, a Viúva Negra, diz que sua personagem “se tornou mais dura” por causa da derrota no filme anterior. O produtor Kevin Feige, chefe da Marvel Studios, finaliza o vídeo refletindo sobre a reação dos fãs ao final de “Guerra Infinita”. “A reação das pessoas realmente indicou o quanto o mundo se conectou emocionalmente com os nossos personagens”. De fato, “Vingadores: Guerra Infinita” tornou-se um fenômeno, faturando US$ 2 bilhões, a maior bilheteria de um filme de super-heróis em todos os tempos – e a 4ª maior da História, atrás de “Avatar” (2009), “Titanic” (1997) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A expectativa é que “Vingadores: Ultimato” fature ainda mais, apesar da dificuldade extra representada pela longa duração – de três horas. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, o filme estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Série baseada em Cine Holliúdy ganha data de estreia na Globo
A Globo marcou a data de estreia da série “Cine Holliúdy”, baseada no filme homônimo do diretor Halder Gomes, sucesso de bilheteria de 2013. A atração será exibida às terças, a partir de 7 de maio, após a novela “O Sétimo Guardião”. A série foi gravada no ano passado e será novamente estrelada pelo ator Edmilson Filho, no papel do cineclubista Francisgleydisson, que luta para manter viva a arte do cinema no interior do Ceará depois que um aparelho de televisão chega à cidade. O elenco coadjuvante, porém, foi bastante modificado em relação aos dois filmes do personagem. Matheus Nachtergaele (“Trinta”) vai integrar o elenco como o prefeito de Pitombas, cidade fictícia do Ceará em que a trama se passa. Heloísa Périssé (“Odeio o Dia dos Namorados”) foi escalada como sua esposa, “importada” de São Paulo, que está decidida em modernizar a comunidade ao colocar televisão na praça para que a população possa assistir às novelas. E Letícia Colin (“Entre Irmãs”) será sua filha – batizada, apropriadamente, de Marilyn. Ao ver seu faturamento de bilheteria cair, Francisgleydisson vai se desdobrar para tornar seu cinema mais atrativo, buscando se reinventar e até fazer graça da sua desgraça. O diretor do filme vai compartilhar a direção da série com Patrícia Pedrosa (de “Mister Brau”), e o elenco contará com muitas participações especiais, como Miguel Falabella (série “Sai de Baixo”), Ney Latorraca (“Irma Vap: O Retorno”), Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”). A produção da Globo será a terceira versão da história, já que “Cine Holliúdy” começou como um curta – “Cine Holiúdy: O Artista Contra o Cabra do Mal”, de 2004. Além de ter rendido um longa em 2013, a trama também teve continuação nos cinemas com o lançamento de “Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral” na semana passada.
Parceiro de Ryan Murphy, Brad Falchuk assina contrato de exclusividade com a Netflix
O produtor, diretor e roteirista Brad Falchuk assinou um contrato de exclusividade com a Netflix para desenvolver novas séries. Ele é mais conhecido como parceiro de Ryan Murphy na criação de séries de sucesso como “Glee”, “American Horror Story”, “9-1-1” e “Pose”. O contrato foi fechado um ano após Murphy assinar um acordo milionário com a Netflix. Inclusive, Falchuk irá ajudar Murphy a tocar o seu primeiro projeto em streaming: a série musical “The Politician”. Vale lembrar que uma das estrelas de “The Politician”, a atriz Gwyneth Paltrow, casou-se com Falchuk em setembro do ano passado. Segundo o site do Deadline, Falchuk pretende aproveitar o novo contrato para se desvincular um pouco do nome de Murphy, pretendo criar séries próprias para a Netflix. Ele é dono da produtora Brad Falchuk Teley-Vision, que pretende ampliar com a ajuda da plataforma de streaming. A contratação de Falchuk segue um novo modelo de negócios da Netflix, que está cancelando séries produzidas por grandes estúdios – que terão seus próprios serviços de streaming – para apostar em séries que ela própria produzirá – e das quais será 100% proprietária, podendo explorar merchandising, receber pela exibição em outros canais, lançamento de Bluray, etc. Para desenvolver sua nova programação, a plataforma também contratou Kenya Barris (criador de “Black-ish”), Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e até o casal Barack e Michelle Obama.
Laís Bodanzky assume a direção da Spcine
A cineasta Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”) assumiu a direção da Spcine, empresa municipal de cinema. A cerimônia de posse aconteceu nesta terça (26/3) no complexo cultural Praça das Artes, centro de São Paulo, ocasião em que ela destacou a solidez do órgão. “Chego aqui pegando uma empresa saudável. Não vou pegar um abacaxi. É uma empresa que nasceu de forma sólida”, ressaltou a cineasta, que por 15 anos desenvolveu com o marido, o também cineasta Luiz Bolognesi (“Ex-Pajé”), o projeto social Tela Brasil, levando cinema a locais como periferias, aldeias indígenas e penitenciárias. Criada em 2015 na gestão do ex-prefeito Fernando Haddad, a Spcine tem como objetivo fomentar e desenvolver o audiovisual na capital paulista. E recebe um nome de peso na gestão de Bruno Covas, no momento em que a área cultural enfrenta cortes de investimento por empresas estatais, incluindo a Petrobras e a Caixa, com tradição no patrocínio cinematográfico – além do rebaixamento do Ministério da Cultura à condição de secretaria pelo governo de Jair Bolsonaro. A situação foi lembrada pelo secretário municipal de Cultura, Alê Youssef, durante a posse da cineasta. “Nosso partido é a cultura”, sintetizou. “A cultura vem sendo atacada, vem sendo objeto de boatos absurdos, de empresas estatais retirando patrocínios, de ataques a Lei Rouanet e ao sistema S. A melhor maneira de enfrentar tudo isso é continuar fazendo coisas belas, e isso passa por escolher uma equipe plural e representativa.” Primeira mulher a dirigir o órgão, Laís Bodanzky anunciou planos de ampliar o conselho consultivo da Spcine e investir no Observatório da entidade, com levantamento de dados sobre o setor audiovisual que servem de base para políticas públicas. A diretora de “Como Nossos Pais” (2017), “As Melhores Coisas do Mundo” (2010), “Chega de Saudade” (2007) e “Bicho de Sete Cabeças” (2000) também pretende melhor a comunicação da Spcine. “Queremos criar um choque de comunicação para todos saberem o que a Spcine fez e faz”, disse Bodansky, referindo-se a projetos como o Circuito Spcine, que leva cinema a periferias da cidade, e o Spcine Play, plataforma de streaming que dispõe de mais de 190 produções.
Jovens Bruxas vai ganhar remake dos produtores de Corra!
O popular terror dos anos 1990 “Jovens Bruxas” vai ganhar remake da produtora Blumhouse, de Jasom Blum, responsável por alguns dos filmes mais bem-sucedidos do gênero nos últimos tempos – “Corra!”, “Nós”, “Fragmentado”, “Uma Noite de Crime”, etc. O estúdio Sony se acertou com Blum para sua produtora desenvolver uma nova versão do horror adolescente de 1996 que, apesar de despretensioso, acabou cultuado – e ainda rendeu a música-tema da série “Charmed”, lançada dois anos depois. O elenco original incluía Robin Tunney (a Teresa Lisbon de “The Mentalist”), Fairuza Balk (Ginger em “Ray Donovan”), Neve Campbell (a Sidney Prescott da franquia “Pânico”), Rachel True (série “Half & Half”) e Skeet Ulrich (o FP Jones de “Riverdale”). A trama antecipava “Meninas Malvadas” (2004) como terror, ao acompanhar uma jovem recém-chegada numa nova escola, que faz amizade com três garotas malvadas, envolvidas em bruxaria. Mas a irmandade formada por elas é quebrada quando uma das bruxas abusa do poder. Ao se voltarem contra a novata, esta se mostra muito mais poderosa que o esperado. A Sony tenta filmar o remake desde 2015, quando contratou a cineasta Leigh Janiak (do terror indie “Honeymoon”) para o projeto. Na ocasião, a iniciativa não deu em nada. A nova versão será escrita e dirigida pela atriz Zoe Lister-Jones, que estreou atrás das câmeras com a comédia musical indie “Band Aid”, premiada em festivais norte-americanos em 2017. E a produção vai contar com participação do diretor do filme original, Andrew Fleming (“Nancy Drew e o Mistério de Hollywood”). O novo “The Craft” (título em inglês) ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Veja abaixo o trailer para relembrar o filme original, ao som do cover de “How Soon Is Now” (The Smiths) cantado por Richard Butler (Psychedelic Furs) na banda Love Spit Love, que viraria tema de abertura de “Charmed”.
Better Things é primeira série renovada pelo FX após virar canal da Disney
O canal pago americano FX anunciou sua primeira renovação após ser adquirido pela Disney. A série de comédia “Better Things”, estrelada por Pamela Adlon, vai para a 4ª temporada. O anúncio veio após a exibição do quarto episódio do terceiro ano, que registrou uma queda significativa de audiência (cerca de 100 mil telespectadores) em relação à temporada anterior. Apesar de não ter grande audiência, trata-se de uma atração queridinha da crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mesmo assim, correu risco de ser cancelada no final de 2017, após o escândalo sexual de Louis C.K., co-criador e produtor original da atração. Ele foi demitido de todas as produções que comandava no FX, mas, contrariando expectativas, “Better Things” conseguiu sobreviver – assim como a premiada “Baskets”. “Better Things” foi co-criada e é estrelada por Pamela Adlon no papel de uma atriz divorciada, que tenta criar suas três filhas. A 4ª temporada só vai estrear em 2020.
Joseph Pilato (1949 – 2019)
Joseph Pilato, que ficou conhecido dos fãs de terror como o Capitão Rhodes do clássico “Dia dos Mortos” (1986), morreu na terça-feira (25/3) aos 70 anos de idade, enquanto dormia. Pilato era originalmente assistente de efeitos de maquiagem dos filmes de zumbis do mestre George A. Romero. Ele estreou diante das câmeras fazendo figuração como policial no cultuadíssimo “Despertar dos Mortos” (1978), mesmo filme que lançou a carreira de ator de seu chefe no departamento (Tom Savini). Os dois ainda trabalharam juntos em “Cavaleiros de Aço” (1981), novamente dirigidos por Romero. Mas em “Dia dos Mortos”, Pilato foi incentivado a assumir um papel maior, aproveitando bem sua pose de canastrão. Ele viveu o militar que comandava um abrigo subterrâneo em que cientistas buscavam uma cura para epidemia zumbi. Até que a claustrofobia do lugar e a paranoia crescente o levam a se voltar contra os civis, com consequências trágicas. “Eu sempre fui um cara de esquerda, politicamente”, disse o ator em entrevista recente. “Eu protestei contra a guerra do Vietnã, fui perseguido e agredido pela polícia em Boston e em Washington. Então, Rhodes era tudo o que eu abominava, o que fez com que interpretá-lo ficasse mais fácil” A morte do personagem, devorado vivo, estabeleceu um novo patamar para efeitos gore (sanguinolência extrema) e foi o ponto alto da carreira do ator, que, aliás, não foi curta. Após “Dia dos Mortos”, Pilato participou de inúmeros filmes B. Mas também foi lembrado por Quentin Tarantino para uma pequena aparição em “Pulp Fiction: Tempo de Violência”, que, entretanto, ficou fora da versão que foi parar nos cinemas. A maior parte de sua filmografia é composta por títulos de terror, entre eles “Segredos do Passado” (1992) e “O Mestre dos Desejos” (1997). Mas ele também esteve na comédia “Atração Irresistível” (1998), estrelada por Jude Law e foi dublador de desenhos animados e videogames. Era dele a voz em inglês de MetalGreymon na série animada (e no filme) “Digimon”, febre infantil da virada do século. Pilato continuou trabalhando até os últimos anos de vida. E além de atuar em horrores lançados direto em streaming, envolveu-se no desenvolvimento de uma publicação de terror em quadrinhos, chamada “Bottom Feeder”, cedendo seu visual para um personagem – e gravando frases do texto para a divulgação.
Prefeito de Chicago ataca Jussie Smollett: sem moral, ética ou decência
O Prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, e o chefe de polícia da cidade, Eddie Johnson, atacaram Jussie Smollett após o ator da série “Empire” se pronunciar sobre o cancelamento de seu julgamento por supostamente forjar um ataque racista e homofóbico contra si mesmo. Emanuel foi um dos políticos mais estridentes no embalo da acusação da polícia de que Smollett teria mentido sobre o ataque apenas para conseguir aumentar seu salário. E Johnson foi quem elucubrou sobre esses motivos alegados para a encenação da violência, além de ter trazido à público cheques contestados e testemunhos retratados, que implodiram o caso da promotoria. O Superintendente da Polícia disse que defendia o trabalho de seu departamento e acreditava que as acusações contra o ator de “Empire” foram justificadas. “Todos sabemos o que aconteceu mesta manhã”, disse ele. “E todos vocês sabem de que lado eu fico nisso. Eu acho que a justiça foi cumprida? Não. Eu acho que esta cidade ainda merece um pedido de desculpas.” Ele continuou: “Se alguém me acusasse de fazer qualquer coisa que pudesse comprometer minha integridade, eu iria querer o meu dia no tribunal. Ouvi dizer que eles [equipe jurídica de Smollett] queriam seu dia no tribunal só para as câmeras de TV. Os Estados Unidos poderiam saber a verdade, mas não, eles escolheram esconder-se atrás de segredos e negociar um acordo para contornar o sistema judicial. Meu trabalho como policial é investigar um incidente, reunir provas, reunir os fatos e apresentá-las ao Procurador do Estado. Foi o que fizemos. Eu apoio a investigação dos detetives”. Quanto ao valor de US$ 10 mil Smollett perdeu, o prefeito disse: “US$ 10 mil nem chega perto do que a cidade gastou em recursos [na investigação do suposto ataque]. E ele fez isso tudo em nome da autopromoção”. Emanuel insistiu que Smollett usou as “leis. princípios e valores” por trás da legislação de crimes de ódio “para auto-promover sua carreira”. Ele acrescentou que isso representava um custo para todos os indivíduos, “homens e mulheres homossexuais que um dia dirão que foram vítimas de um crime de ódio e agora serão duvidados; pessoas de fé, muçulmanas ou qualquer outra fé, que serão vítimas de crimes de ódio; pessoas de todas as esferas da vida, antecedentes, raça, etnia, orientação sexual, agora isso lança uma sombra sobre se eles estão dizendo a verdade”. Exaltando-se, o prefeito sugeriu que, por ser ator, Smollett foi privilegiado pela promotoria: “Onde está a responsabilidade do sistema? Você não pode, devido à posição de uma pessoa, aplicar um conjunto de regras a ela e outro conjunto de regras a todos os outros. De outra forma, você vendo este jogo em universidades onde as pessoas pagam extra para obter seus filhos uma posição especial nas universidades. Agora você tem uma pessoa por causa de sua posição e trabalho ser tratado de uma forma que ninguém nunca seria.” Depois que as acusações foram oficialmente retiradas na manhã de terça-feira, Smollet deu uma entrevista coletiva e que voltou a repetir sua inocência e manteve sua história sobre o que supostamente aconteceu na noite em janeiro em teria sido atacado. Essa declaração injuriou Emanuel. “O Sr. Smollett ainda está dizendo que é inocente, ainda reclamando do departamento de polícia de Chicago. Como ele ousa? Como ele ousa? Mesmo depois dessa pá de cal, ainda não demonstra senso de responsabilidade pelo que fez… Esta é uma pessoa que agora foi liberada sem ser responsabilizada pelo erro moral e ético de suas ações.” Ele acrescentou: “Você tem uma pessoa usando leis de crimes de ódio que estão nos códigos penais para proteger as minorias da violência para fazer avançar sua carreira e conseguir sua recompensa financeira. Não há decência neste homem?” A decisão de abandonar as acusações foi tomada pela promotora Kim Foxx. Ela explicou que, se fosse a julgamento, Smollett teria no máximo que prestar serviço comunitário, mas como o ator já realiza trabalho voluntário em Chicago, a condenação seria redundante. Entretanto, fontes do site TMZ afirmam que o caso da promotoria “se desintegrou” nas últimas semanas. Smollett foi acusado de pagar dois homens que conheceu no set da série “Empire” para atacá-lo nas ruas de Chicago no fim de janeiro, supostamente para criar comoção nacional em torno de seu nome. Abertamente gay, ele teria sido agredido por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas apesar de testemunhar que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio ator em suspeito. A polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos de origem nigeriana por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras – estariam viradas para o lado errado. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do suposto falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. Em entrevista coletiva pouco antes da prisão do ator, o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Johnson também afirmou à imprensa que Smollett havia escrito uma carta de conteúdo ameaçador que chegou ao set de “Empire” alguns dias antes do ataque. Na realidade, segundo o TMZ, as investigações da polícia e do FBI não conseguiram determinar que o ator foi autor da carta. Além disso, ao contrário do que disse a promotora a respeito de uma possível condenação render serviços comunitários, o ator de 36 anos enfrentava 16 acusações de conduta desordeira e cada acusação implicava em uma pena máxima de três anos de prisão e uma multa de US$ 25 mil. Levado diante de um juiz, ele se declarou inocente e esperava voltar ao tribunal no dia 12 de abril para o início do julgamento. “Jussie foi atacado por duas pessoas que ele não conseguiu identificar em 29 de janeiro. Ele foi uma vítima, mas foi tratado como vilão e criminoso, graças à declarações falsas e inapropriadas feitas ao público [pela polícia]”, disseram os advogados do ator em comunicado oficial. “Jussie e muitas outras pessoas foram prejudicadas por estas ações injustas”, continuaram. “Toda esta situação serve para nos lembrar que um caso criminal não deve ser julgado no tribunal da opinião pública. Fazer isso é errado”. O prefeito e o chefe de polícia de Chicago continuam usando a mídia para atacar o ator, após acusações e afirmações levianas levaram à implosão judicial do caso.
Nova comédia romântica de Noah Centineo ganha primeiro trailer legendado
Sabe o dente perfeito de Noah Centineo? Ganhou trailer. A Netflix divulgou a primeira prévia de “O Date Perfeito”. Fale em voz alta. É uma ode à perfeição odontológica de Centineo, galã oficial das comédias românticas adolescentes da plataforma de streaming. A tradução (ou seria a falta dela?) do título é tão ruim que nem as legendas do filme acompanham. Veja o trailer com atenção. Toda vez que o galã fala “date” em inglês, a legenda corre para explicar que se trata de “namoro”, “sair junto” ou um “encontro”. Nunca usa a palavra “date” em “português”, porque essa expressão é tão antiga que se fosse “pegar” já teria sido moda na época dos bisavós da atual geração. Como no lançamento de “A Date with Judy” (“O Príncipe Encantado”, no Brasil), um “date” perfeito de 1948, ou até mesmo no suspense “A Date with Falcon”, que chegou no Brasil como “Um Encontro com o Falcão” em 1942. Não se sabe porque o velho e famigerado “encontro” virou “date” na era do streaming. Afinal, faz só quatro anos que a pequena Riley, de “Divertida Mente”, estrelou o curta “O Primeiro Encontro da Riley” (Riley’s First Date). Mas a verdade é que nem a história deste “Date Perfeito” é novidade. Na trama, o crush de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e “Sierra Burgess é uma Loser” interpreta Brooks, um jovem tentando arrecadar dinheiro para ir à faculdade através de um aplicativo de namoro diferente, em que se apresenta como “namorado de aluguel” para acompanhar garotas em ocasiões sociais. Dá muito certo, mas ele logo se vê questionando sua identidade e dividido entre duas garotas que leva para um, hmm, “date” – Laura Marano (a Ally de “Austin & Ally”) e Camila Mendes (a Veronica de “Riverdale”). Os mais velhos, que ainda iam a encontros em vez de “dates”, devem se lembrar de algo similar em “Loverboy: Garoto de Programa” (1989) e “Namorada de Aluguel” (1987), ambos estrelados pelo crush, digo, galã juvenil dos anos 1980 Patrick Dempsey. O roteiro “original” de “O Date Perfeito” é assinado por Steve Bloom (“James e o Pêssego Gigante”) e Randall Green (“Billions”). A direção é de Chris Nelson (“Amigas Inseparáveis”). E a estreia está marcada para 12 de abril.
Vingadores: Ultimato ganha 32 pôsteres com (quase) todos personagens
A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres de “Vingadores: Ultimato”. São nada menos que 32 cartazes que destacam individualmente quase todos os personagens do filme. A lista junta os sobreviventes e aqueles que se desintegraram após o estalo cataclísmico de Thanos, diferenciando-os em dois grupos de 16 personagens cada – os que vão começar a história vivos aparecem a cores e os que serão salvos ao final da trama estão em preto e branco. São muitos personagens, tanto que “Vingadores: Ultimato” terá três horas de duração. E isso que ainda faltou incluir, além de Thanos (Josh Brolin), o Dr. Hank Pym (Michael Douglas) e Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que relatos já confirmaram fazer parte do filme, sem esquecer de Nakia (Lupita Nyong’o), M’Baku (Winston Duke), Ayo (Florence Kasumba), Sharon Carter (Emily VanCamp), Maria Hill (Cobie Smulders), Heimdall (Idris Elba), Odin (Anthony Hopkins) e a esquecida Sif (Jaimie Alexander), importantes no universo Marvel – ou mesmo Luis (Michael Peña) e sua gangue, Fantasma (Hannah John-Kamen), todos os coadjuvantes do Homem-Aranha, etc. O quarto longa dos Vingadores marca o final do contrato dos principais atores do universo Marvel, o que coloca em dúvida o destino de Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), os Vingadores originais. Destes, apenas Johansson tem retorno garantido, num filme solo da Viúva Negra – que, entretanto, é um prólogo e pode se passar antes de uma possível morte da heroína. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia em 25 de abril nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Jussie Smollett reafirma sua inocência e diz querer apenas voltar a trabalhar
O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, fez um pronunciamento sobre a decisão da promotoria de Chicago de abandonar a acusação de que ele teria forjado um ataque racista e homofóbico contra si mesmo. Ele leu um comunicado oficial para a imprensa, simbolicamente diante do tribunal da cidade norte-americana. Em sua declaração, Smollett reafirmou sua inocência e disse que agora “só quer voltar ao trabalho”. “Antes de qualquer coisa, quero agradecer à minha família, meus amigos, e às pessoas incríveis de Chicago e ao redor do mundo que rezaram por mim e demonstraram o seu amor. Ninguém pode saber o quanto isso significou para mim, e sou muito grato. E quero que saibam que nada disso foi em vão”, disse o ator. “Eu fui verdadeiro e consistente [com a polícia] em todos os níveis, desde o primeiro dia deste caso. Eu não seria o filho da minha mãe se fosse capaz daquilo que fui acusado de fazer. Esta foi uma época difícil, provavelmente uma das piores da minha vida inteira”, continuou. “Eu sou um homem de fé, e um homem que conhece a sua própria história. Eu não colocaria a minha família ou os movimentos que eu represento nesta situação. Eu nunca faria isso. Eu quero agradecer muito aos meus advogados e ao estado de Illinois por fazer a coisa certa neste caso”, reafirmou. “Agora eu desejo apenas voltar ao trabalho e seguir em frente com a minha vida. Mas não se enganem, eu continuarei lutando pela justiça, pela igualdade e pela melhoria de vida de todas as pessoas marginalizadas ao redor do mundo”. Ele se despediu com novos agradecimentos. “Novamente, obrigado a vocês por todo o apoio. Obrigado pela fé e obrigado a Deus. Que Deus os abençoe. Muito obrigado”, concluiu. Veja o vídeo com a íntegra do pronunciamento abaixo. A polícia de Chicago se recusou a comentar as declarações do ator ou o caso. A decisão de abandonar as acusações foi tomada pela promotora Kim Foxx. Ela explicou que, se fosse a julgamento, Smollett teria no máximo que prestar serviço comunitário, mas como o ator já realiza trabalho voluntário em Chicago, a condenação seria redundante. Entretanto, fontes do site TMZ afirmam que o caso da promotoria “se desintegrou” nas últimas semanas. Smollett foi acusado de pagar dois homens que conheceu no set da série “Empire” para atacá-lo nas ruas de Chicago no fim de janeiro, supostamente para criar comoção nacional em torno de seu nome. Abertamente gay, ele teria sido agredido por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas apesar de testemunhar que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio ator em suspeito. A polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos de origem nigeriana por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras – estariam viradas para o lado errado. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do suposto falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. Em entrevista coletiva pouco antes da prisão do ator, o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços de personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Johnson também afirmou à imprensa que Smollett havia escrito uma carta de conteúdo ameaçador que chegou ao set de “Empire” alguns dias antes do ataque. Na realidade, segundo o TMZ, as investigações da polícia e do FBI não conseguiram determinar que o ator foi autor da carta. Além disso, ao contrário do que disse a promotora a respeito de uma possível condenação render serviços comunitários, o ator de 36 anos enfrentava 16 acusações de conduta desordeira e cada acusação implicava em uma pena máxima de três anos de prisão e uma multa de US$ 25 mil. Ele se declarou inocente e esperava voltar ao tribunal no dia 12 de abril para o início do julgamento. “Jussie foi atacado por duas pessoas que ele não conseguiu identificar em 29 de janeiro. Ele foi uma vítima, mas foi tratado como vilão e criminoso, graças à declarações falsas e inapropriadas feitas ao público [pela polícia]”, disseram os advogados do ator em comunicado oficial. “Jussie e muitas outras pessoas foram prejudicadas por estas ações injustas”, continuaram. “Toda esta situação serve para nos lembrar que um caso criminal não deve ser julgado no tribunal da opinião pública. Fazer isso é errado”. "I am a man of faith, and I am a man that has knowledge of my history, and I would not bring my family, our lives, or the movement through a fire like this." WATCH: Jussie Smollett speaks after charges against him are dropped. https://t.co/Id9kl0AfIa pic.twitter.com/lh8V8J7AHY — NBC News (@NBCNews) March 26, 2019
Julgamento de ator de Empire é cancelado após caso “se desintegrar”
O caso mirabolante de Jussie Smollett, ator de “Empire” acusado de forjar um ataque racista e homofóbico contra si mesmo, teve nova reviravolta inesperada. O julgamento foi cancelado. Segundo apurou o site TMZ, os advogados do ator entraram em acordo com os promotores de Chicago, e o caso foi abandonado. Smollett vai ter como prejuízo apenas os US$ 10 mil que pagou como fiança quando foi preso. A decisão de abandonar as acusações foi tomada pela promotora Kim Foxx. Ela explicou que, se fosse a julgamento, Smollett teria no máximo que prestar serviço comunitário, mas como o ator já realiza trabalho voluntário em Chicago, a condenação seria redundante. Entretanto, fontes do TMZ afirmam que o caso da promotoria “se desintegrou” nas últimas semanas. Smollett foi acusado de pagar dois homens que conheceu no set da série “Empire” para atacá-lo nas ruas de Chicago no fim de janeiro, supostamente para criar comoção nacional em torno de seu nome. Abertamente gay, ele teria sido agredido por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas apesar de testemunhar que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio ator em suspeito. A polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos de origem nigeriana por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras – estariam viradas para o lado errado. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do suposto falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. Em entrevista coletiva pouco antes da prisão do ator, o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços de personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Johnson também afirmou à imprensa que Smollett havia escrito uma carta de conteúdo ameaçador que chegou ao set de “Empire” alguns dias antes do ataque. Na realidade, segundo o TMZ, as investigações da polícia e do FBI não conseguiram determinar que o ator foi autor da carta. Além disso, ao contrário do que disse a promotora a respeito de uma possível condenação render serviços comunitários, o ator de 36 anos enfrentava 16 acusações de conduta desordeira e cada acusação implicava em uma pena máxima de três anos de prisão e uma multa de US$ 25 mil. Ele se declarou inocente e esperava voltar ao tribunal no dia 12 de abril para o início do julgamento. “Jussie foi atacado por duas pessoas que ele não conseguiu identificar em 29 de janeiro. Ele foi uma vítima, mas foi tratado como vilão e criminoso, graças à declarações falsas e inapropriadas feitas ao público [pela polícia]”, disseram os advogados do ator em comunicado oficial. “Jussie e muitas outras pessoas foram prejudicadas por estas ações injustas”, continuaram. “Toda esta situação serve para nos lembrar que um caso criminal não deve ser julgado no tribunal da opinião pública. Fazer isso é errado”.
Rede de cinemas revela que Vingadores: Ultimato tem 3 horas de duração
A rede norte-americana de cinemas AMC confirmou que “Vingadores: Ultimato” terá duração de 182 minutos (3 horas e 2 minutos). A informação foi postada no site oficial da empresa, ao lado da sinopse da produção, mas saiu da página após alguns minutos. Veja abaixo a imagem capturada. O “segredo” em torno da duração é bobo – como tantos outros “segredos” da Marvel – , porque os diretores Anthony e Joe Russo vêm falando desde dezembro que o filme poderia ter três horas de duração. “Existe uma possibilidade muito grande de que esse filme conte com cerca de três horas. É um filme muito grande, com muita história”, afirmou Anthony Russo há quatro meses, em entrevista à revista britânica Empire. “Vingadores: Ultimato” estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












