Jovens Bruxas vai ganhar remake dos produtores de Corra!



O popular terror dos anos 1990 “Jovens Bruxas” vai ganhar remake da produtora Blumhouse, de Jasom Blum, responsável por alguns dos filmes mais bem-sucedidos do gênero nos últimos tempos – “Corra!”, “Nós”, “Fragmentado”, “Uma Noite de Crime”, etc.

O estúdio Sony se acertou com Blum para sua produtora desenvolver uma nova versão do horror adolescente de 1996 que, apesar de despretensioso, acabou cultuado – e ainda rendeu a música-tema da série “Charmed”, lançada dois anos depois.

O elenco original incluía Robin Tunney (a Teresa Lisbon de “The Mentalist”), Fairuza Balk (Ginger em “Ray Donovan”), Neve Campbell (a Sidney Prescott da franquia “Pânico”), Rachel True (série “Half & Half”) e Skeet Ulrich (o FP Jones de “Riverdale”).

A trama antecipava “Meninas Malvadas” (2004) como terror, ao acompanhar uma jovem recém-chegada numa nova escola, que faz amizade com três garotas malvadas, envolvidas em bruxaria. Mas a irmandade formada por elas é quebrada quando uma das bruxas abusa do poder. Ao se voltarem contra a novata, esta se mostra muito mais poderosa que o esperado.

A Sony tenta filmar o remake desde 2015, quando contratou a cineasta Leigh Janiak (do terror indie “Honeymoon”) para o projeto. Na ocasião, a iniciativa não deu em nada.



A nova versão será escrita e dirigida pela atriz Zoe Lister-Jones, que estreou atrás das câmeras com a comédia musical indie “Band Aid”, premiada em festivais norte-americanos em 2017. E a produção vai contar com participação do diretor do filme original, Andrew Fleming (“Nancy Drew e o Mistério de Hollywood”).

O novo “The Craft” (título em inglês) ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos.

Veja abaixo o trailer para relembrar o filme original, ao som do cover de “How Soon Is Now” (The Smiths) cantado por Richard Butler (Psychedelic Furs) na banda Love Spit Love, que viraria tema de abertura de “Charmed”.



Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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