6ª temporada de The 100 ganha pôster “demoníaco”
A rede americana The CW divulgou o primeiro pôster da 6ª temporada de “The 100”, sua única série sci-fi. A imagem mostra uma espécie de caleidoscópio formado por reflexos sombrios da protagonista Clarke (Eliza Taylor) e o terreno do lar dos personagens, acompanhada pela mensagem: “Encare Seus Demônios”. E, de cabeça para baixo, o pôster realmente sugere o contorno de uma figura demoníaca. Veja abaixo da imagem oficial. A 6ª temporada será um recomeço completo da série, ao mostrar os últimos sobreviventes da Terra chegando em um planeta desconhecido, após passarem 125 anos em sono criogênico. Os novos episódios começam a ser exibidos no dia 30 de abril nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.
HBO anuncia documentário de duas horas sobre o final de Game of Thrones
A HBO anunciou a exibição de um documentário sobre a produção da temporada final de “Game of Thrones”. Intitulado “Game of Thrones: The Last Watch”, o filme terá duas horas e vai mergulhar nos bastidores da 8ª e última temporada da série criada por David Benioff e D.B. Weiss. Segundo comunicado oficial da emissora, a diretora Jeanie Finlay (“Orion: The Man Who Would Be King”) acompanhou de perto as gravações dos seis capítulos finais, e teve acesso a todos os membros do elenco e da equipe para realizar o documentário. A sinopse oficial diz que “The Last Watch” “mergulha fundo na lama e no sangue, para revelar as lágrimas e o triunfo envolvidos no desafio de dar vida ao mundo de fantasia de Westeros em estúdios, campos e estacionamentos da Irlanda do Norte”. “Muito mais do que um ‘documentário de making of’, esta é uma história engraçada e triste, contada com sabedoria e intimidade, sobre os prazeres agridoces de criar um mundo – e então ter que se despedir dele”, completa o texto. “The Last Watch” vai ao ar nos EUA em 26 de maio, uma semana depois da exibição do episódio final da série, e deve detalhar a grandiosidade da produção, que inclui a maior batalha já realizada para a televisão, além de, claro, trazer comentários sobre o desfecho da história. Ainda não há informações sobre sua transmissão no Brasil.
The Big Bang Theory vira a série de comédia mais longa dos Estados Unidos
A série “The Big Bang Theory” vai acabar na atual temporada. Mas antes de chegar ao capítulo final em maio (junho, no Brasil), terá outra data importante em seu calendário. Na véspera do final, a atração exibirá seu 276º episódio (ainda sem título) e, com isso, entrará na história da televisão como a série de comédia mais longeva dos Estados Unidos. A antiga recordista era “Cheers”, que teve 275 episódios exibidos entre 1982 e 1993. O ator Kunal Nayyar, que interpreta Raj na série, comemorou o feito em seu Instagram com uma foto do roteiro do próximo episódio. “Este script nos transforma oficialmente na sitcom mais longa da história da televisão. Um brinde a isso. O pequeno menino de Deli [na Índia] está fazendo história”. A atriz Kalley Cuoco, a Penny, ecoou o sentimento em seu próprio post, dizendo-se “abençoada, humilde, espantada e grata” por superar o recorde “da grande série ‘Cheers'”, além de revelar a foto do bolo encomendado para a comemoração. Veja abaixo. Atualmente em sua 12ª temporada, “The Big Bang Theory” acompanha as aventuras de quatro nerds Leonard (Johnny Galecki), Sheldon (Jim Parsons), Raj (Kunal Nayyar) e Howard (Simon Helberg), e as três mulheres de suas vidas, Amy (Mayim Bialik), Bernadette (Melissa Raucha) e Penny (Kaley Cuoco). O final será exibido no Brasil em 2 de junho, às 22h, no Warner Channel. A despedida da série acontecerá com um episódio duplo, de uma hora de duração. Visualizar esta foto no Instagram. And there you have it… this script officially makes us the longest running sitcom in the history of television, just surpassing the show “Cheers.” So cheers to that:) lil Delhi boy, making history. What a dream come true. Thank you for your kindness over these past 12 years, there are no words in any language that could ever express the love I have for all of you… so, from my heart to yours, I love you. ? #tbbt Uma publicação compartilhada por Kunal Nayyar (@kunalkarmanayyar) em 27 de Mar, 2019 às 10:02 PDT Visualizar esta foto no Instagram. @bigbangtheory_cbs is officially the longest running multi cam show in history surpassing the great show Cheers. ? blessed, humbled, amazed, grateful. Thank you to everyone who has supported us the last 12 years. ? THANK YOU! Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) em 27 de Mar, 2019 às 10:58 PDT
Ryan Phillippe vai estrelar piloto de série inspirada em Frankenstein
O ator Ryan Phillippe vai tentar voltar à TV na próxima temporada, após o cancelamento da série “Shooter”, baseada no filme “O Atirador”. Ele terá o papel principal no piloto de “Alive”, projeto da rede CBS. Trata-se de uma série policial de trama batida, que esconde uma reviravolta ainda mais antiga – da era gótica. Em “Alive”, Phillippe interpretará Mark Escher, um investigador da polícia de San Francisco que é dado como morto após um ataque seguido de incêndio em sua casa. Mas reaparece, seis meses depois, como se nada tivesse acontecido, reencontrando-se com sua família. Escher não é mais o mesmo e vive assombrado por visões do caso em que estava trabalhando quando morreu. Junto com a esposa, Elizabeth, ele buscará respostas sobre quem o sequestrou e o que foi feito com ele. Apesar desta sinopse, “Absentia”, ou melhor, “Alive” – é fácil confundir as duas sinopses, e não apenas porque os títulos das séries tem uma palavra iniciada pela letra “A” – é, curiosamente, apresentada como uma nova versão da história de “Frankenstein”. De fato, o projeto chegou a ser batizado de “Frankenstein” durante sua etapa inicial de desenvolvimento, pelo roteirista Jason Tracey (de “Elementary”). E para não dizer que a referência é sutil, um dos personagens é um doutor chamado Victor Frankenstein. Ele é vivido por Aaron Staton (de “Mad Men” e “Narcos: México”). Frankenstein também é o ex-marido de Elizabeth, atual esposa de Escher, que será interpretada por Katrina Law (de “Arrow” e “The Oath”). Para virar série, o piloto da produção precisará ser aprovado.
Com audiência em queda, Charmed troca showrunner
A rede The CW anunciou uma mudança criativa na série “Charmed”. Carter Covington (criador de “Faking It”) deixou o cargo de showrunner e será substituído pelo casal de roteiristas Elizabeth Kruger e Craig Shapiro na 2ª temporada. Kruger e Shapiro foram responsáveis pela criação das séries “Salvation” e “Necessary Roughness”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a emissora espera que com a troca de produtores executivos a série “se apoie mais em seus enredos sobrenaturais e menos na dinâmica familiar”, que era o forte de Covington. A verdade é que, apesar de renovada, “Charmed” não está tendo um bom desempenho, atingindo sua pior audiência no último domingo (24/3), quando foi assistida por 589 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Isto representa metade do público que sintoniza a outra série nova de bruxas do canal, “Legacy”. E aponta que o CW fez a escolha errada ao deixar “O Mundo Sombrio de Sabrina” ir para a Netflix, com a justificativa de não querer três lançamentos de bruxas no mesmo ano. Preferiu “Charmed”, que não atingiu o mesmo sucesso de “Sabrina” em streaming. “Charmed” é um reboot latino da série homônima de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), sobre três (quatro, a partir do 4º ano) irmãs bruxas, que durou oito temporadas até 2006. As três garotas superpoderosas do reboot são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”.
Trailer legendado de drama espanhol reúne atores de La Casa de Papel
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “Quem Você Levaria para uma Ilha Deserta?”, filme dramático que traz dois nomes conhecidos das séries espanholas da plataforma. María Pedraza e Jaime Lorente, ambos estrelas de “La Casa de Papel” e “Elite”, protagonizam a atração, ao lado de Pol Monen (“Amar”) e Andrea Ros (“[REC]² Possuídos”). O filme é a adaptação de uma peça de sucesso na Espanha e acompanha quatro amigos que decidem comemorar sua última noite juntos no apartamento que compartilharam por anos, mas a festa toma um rumo inesperado que mudará a vida de todos para sempre. Dirigido pelo autor da peça homônima, Jota Linares, “Quem Você Levaria para uma Ilha Deserta?” estreia no serviço de streaming em 12 de abril.
Astro de Hannibal vai se juntar à esposa na última temporada de Homeland
Hugh Dancy, que foi indicado ao Emmy por seu papel na série “Hannibal”, terá participação recorrente na 8ª e última temporada de “Homeland”. O ator é casado com Claire Danes, estrela de “Homeland”, e será a segunda vez que o casal contracenará na carreira. Eles iniciaram o relacionamento após trabalharem juntos em “Ao Entardecer” (2007). Casaram-se dois anos depois e hoje têm dois filhos. Dancy vai interpretar John Zabel, personagem descrito como “um experiente consultor de Washington que se junta à Casa Branca como novo assessor de política externa do presidente e um formidável oponente de Saul Berenson (Mandy Patinkin)”. A temporada final de “Homeland” irá mostrar Carrie Mathison (Danes) se recuperando de meses de confinamento brutal em um gulag russo. Seu corpo está se curando, mas sua memória continua fraturada – o que é um problema para Saul, que agora é o Conselheiro de Segurança Nacional do presidente Warner (Beau Bridges). Enviado para negociar a paz com o Talibã, Saul – ignorando conselhos médicos – pede a Carrie para voltar ao Afeganistão uma última vez. Carrie deixou assuntos inacabados no Oriente Médio e irá reencontrar dois personagens marcantes da atração: Tasneem Qureshi (Nimrat Kaur), uma agente do serviço de inteligência do Paquistão, e o líder talibã Haissam Haqqani (Numan Acar), que lhe deu um baile na 4ª temporada. Desde que estreou em 2011, “Homeland” venceu cinco Globos de Ouro e oito Emmys. A série faz parte da programação do canal pago FX no Brasil.
Trailers de Angry Birds 2 juntam porcos e pássaros contra novo inimigo
A Sony divulgou uma coleção de pôsteres de personagens e dois novos trailers completamente diferentes de “Angry Birds: O Filme 2”. Um vídeo mais extenso foi lançado no mercado americano, enquanto a versão internacional ganhou dublagem em português para o público brasileiro. Ambos exploram a inesperada cooperação entre os pássaros e seus inimigos do primeiro filme – e dos games que inspiram as adaptações – , os porcos verdes. Eles decidem se unir contra uma ameaça em comum: Zeta, personagem dublada por Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), que vive numa ilha congelada e resolve declarar guerra aos habitantes das outras duas ilhas ensolaradas. O conflito contará com o retorno dos dubladores originais, que incluem Jason Sudeikis (Red), Josh Gad (Chuck), Danny McBride (Bomba), Bill Hader (Leonardo) e Peter Dinklage (Mega Águia). Já as novas vozes, além de Leslie Jones, destacam as participações de Dove Cameron (“Descendentes”), Sterling K. Brown (“This Is Us”), Awkwafina (“Podres de Ricos”), Rachel Bloom (“Crazy Ex-Girlfriend”), Zack Woods (“Silicon Valley”), Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), Lil Rel Howery (“Corra!”), a menina Brooklynn Prince (“Projeto Flórida”) e a cantora Nicki Minaj. Curiosamente, o primeiro filme não foi exatamente um blockbuster. Com um orçamento de US$ 73 milhões, a animação de 2016 só faturou US$ 346 milhões em todo o mundo e foi massacrada pela crítica (44% de aprovação no Rotten Tomatoes). Mas teve boa recepção em home video, figurado em 1º lugar em locações no iTunes e com boas vendas em DVD e Blu-ray. De todo modo, a Sony resolveu mudar completamente a equipe criativa. O novo roteiro foi escrito por Peter Ackerman (de “A Era do Gelo”) e a direção compartilhada por Thurop Van Orman (da série “As Trapalhadas de Flapjack”) e John Rice (de “Rick & Morty”). A estreia está marcada para 16 de agosto nos Estados Unidos e apenas em 3 de outubro no Brasil.
Série Sex and the City vai ganhar continuação
“Sex and the City” vai ganhar uma continuação literária, que será transformada em série de TV. A Paramount TV e a produtora Anonymous Content adquiriram os direitos do livro “Is There Still Sex in the City?”, de Candace Bushnell, autora da obra que inspirou a série original da HBO e o prelúdio “The Carrie Diaries”, também adaptado para a TV. O livro só chega às livrarias norte-americanas em agosto, mas a produção da série já começou. Bushnell vai escrever o roteiro do episódio piloto e servir como uma das produtoras do projeto. “Is There Still Sex in the City?” (em tradução livre: “Ainda Há Sexo na Cidade?”) explora as vidas sexuais e amorosas de um grupo de mulheres nova-iorquinas sofisticadas que já passaram dos 50 anos. Mas não serão necessariamente as personagens da série clássica, embora elas tenham atingido a idade prevista na trama. “Antigamente, não se esperava que pessoas de 50 e poucos anos fizessem nada além de se aposentar”, brincou Bushnell em comunicado oficial. “Ninguém esperava que elas se exercitassem, começassem novos negócios, mudassem de cidade, fizessem sexo casual ou recomeçassem tudo do zero”. “Hoje em dia, no entanto, é assim que a vida de muitas mulheres de 50 e 60 anos pode ser descrita. Estou animada por poder refletir a riqueza e complexidade de suas realidades nas páginas, e também nas telas”, completou. Bushnell publicou “Sex and the City” em 1996, e a série da HBO foi produzida entre 1998 e 2004. Trazendo Sarah Jessica Parker como a inconfundível Carrie Bradshaw, a comédia se tornou um marco cultural por abordar francamente sexo e relacionamentos sob o ponto de vista feminino, mas também pelo consumismo de suas personagens – influenciando de drinques a sapatos favoritos de uma geração. A série ainda rendeu dois filmes, em 2008 e 2010, que continuaram a jornada de Carrie e suas amigas, e um prólogo sobre a juventude da protagonista, “The Carrie Diaries”, exibido em duas temporadas, de 2013 a 2014 na rede americana The CW.
Vilão de Doctor Who vai estrelar piloto da série derivada de Game of Thrones
A produção do piloto da série derivada de “Game of Thrones” escalou novos nomes em seu elenco. E o grande destaque é o ator britânico John Simm, que estrelou a cultuada série “Life on Mars” e viveu o vilão Mestre no revival contemporâneo de “Doctor Who”. Além de Simm, o piloto ainda escalou Marquis Rodriquez (“Luke Cage”), Richard McCabe (“Peaky Blinders”), John Heffernan (“The Crown”) e Dixie Egerickx (“Estranha Presença”). Como de praxe, os papéis dos atores não foram revelados. Cercada de mistério, a produção não revelou até agora quais são os personagens do projeto, que está reunindo um casting grandioso, liderado por Naomi Watts (“Diana”) e que também inclui Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo” e “Harry Potter/Animais Fantásticos”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Miranda Richardson (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Josh Whitehouse (“Poldark”), Denise Gough (“O Menino Que Queria Ser Rei”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“O Mínimo Para Viver”) e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). A atração foi desenvolvida pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo autor George R. R. Martin, que escreveu os livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, a base de “Game of Thrones”. De acordo com a sinopse oficial divulgada pela HBO, a série se passará “milhares de anos” antes dos eventos de “Game of Thrones”. “A série retrata o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”. No universo criado por Martin, a Era dos Heróis começou cerca de 10 mil anos antes dos eventos de “Game of Thrones”, e levou ao que é conhecido como Longa Noite – o inverno que perdurou por vários anos. Foi nesse período em que os Caminhantes Brancos surgiram e os habitantes de Westeros travaram uma grande batalha contra eles. Ainda sem um título oficial, o spin-off foi oficializado em junho, antes de a HBO ser incluída na venda da Time-Warner para a AT&T – que originou a WarnerMedia e levou à mudanças no comando do canal pago. Por enquanto, o projeto está em fase de produção de piloto e não tem garantia de virar série. O piloto, que será dirigido por SJ Clarkson (da série “Jessica Jones”), precisa ser aprovado pelos novos executivos da HBO para gerar encomenda da 1ª temporada.
Trailer dublado de Toy Story 4 revela nome nacional de novo personagem
A Disney divulgou um novo pôster internacional e o trailer dublado de “Toy Story 4”, que explica a história da continuação. A prévia é ligeiramente diferente do recente trailer americano, mas revela a tradução do nome de um dos novos personagens. Forky (dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”) vai se chamar Garfinho no Brasil. Ele é muito importante para a trama. Um garfo transformado em brinquedo pela pequena Bonnie (dublada no novo filme pela menina Madeleine McGraw, da série “Outcast”), Garfinho sofre uma crise existencial por não saber se é brinquedo ou talher e resolve fugir, dando início à nova aventura. Ao sair em seu resgate, Woody (Tom Hanks) acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. O reencontro faz Woody se ver dividido entre Betty e seu dever como brinquedo da menina Bonnie, vivendo sua própria crise existencial, enquanto Buzz Lightyear (Tim Allen) lidera os demais brinquedos na missão de encontrá-lo. A prévia também apresenta outros personagens novos, que ainda não tiveram as traduções de seus nomes reveladas, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), que aparecem numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Há ainda Duke Caboom, um dublê motociclista que tem a voz de Keanu Reeves (“John Wick”), a Policial Giggle McDimples (dublada pela atriz Ally Maki, de “Wrecked”), que é a nova melhor amiga de Betty, e a vilã da história, Gabby Gabby (voz de Christina Hendricks, de “Good Girls”), uma boneca dos anos 1950 que vive em uma loja de antiguidades e nunca teve uma criança para brincar. Ela comanda um exército maligno de antigos bonecos de ventríloquos – cujo visual é inspirado no terror “Na Solidão da Noite” (1945). A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Censura chinesa à Bohemian Rhapsody irrita fãs do Queen e gays do país
A censura sofrida por “Bohemian Rhapsody” nos cinemas da China foi lamentada por fãs do Queen e gays do país. Os censores locais decidiram cortar uma série de cenas relacionadas à sexualidade de Freddie Mercury (Rami Malek), as referências à Aids e os momentos em que a banda consome drogas. “As cenas deletadas afetam a história. O filme é sobre como Freddie encontrou sua identidade, e sua sexualidade é parte disso”, disse Peng Yanzi, ativista de direitos LGBTQIA+ na China e fã de longa data do Queen, em entrevista à revista americana Billboard, que realizou reportagem sobre a polêmica. Outra ativista, Hua Zile, fez questão de comparar a versão chinesa de “Bohemian Rhapsody” com a exibida no território semiautônomo de Hong Kong, que não sofreu censura. “É uma pena o que eles fizeram com o filme”, comentou. “Isso enfraquece a identidade gay do personagem. É desrespeitoso à experiência real de Mercury, e deixa o personagem superficial. Não o vemos crescendo”. Entre as cenas cortadas pelos censores chineses, estão o momento em que Mercury diz para Mary Austin, então sua mulher, que pode não ser heterossexual. O momento em que o vocalista conta aos companheiros de banda que tem AIDS ficou sem o áudio. Su Lei, que trabalha como contadora, disse à Billboard que leu a biografia de Mercury antes de assistir ao filme. “Os cortes foram desnecessários. É uma nova era na China, influenciada por produtos do Ocidente. Todo mundo seria capaz de entender e aceitar [a sexualidade do personagem]”, disse. A lei chinesa não proíbe a exibição da homossexualidade nos cinemas, mas veta expressamente os temas LGBTQIA+ na TV e nos serviços de streaming disponíveis no país. Apesar disso, os censores chineses costumam não autorizar a exibição de filmes com personagens LGBTQIA+. Filmes americanos premiados como “O Segredo de Brokeback Mountain” e “Moonlight” não estrearam no país, e até a versão para menores de “Deadpool 2” (que inclui um casal lésbico de super-heroínas) precisou fazer cortes para entrar na China.
Bolsonaros vão ao cinema e primeira dama compara filme com situação vivida pelo presidente
O presidente Jair Bolsonaro assistiu à première filme “Superação: O Milagre da Fé”, numa sessão especial realizada na manhã de terça (27/3) em um shopping de Brasília, ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro e da ministra Damares Alves. O filme religioso americano é baseado no livro autobiográfico de Joyce Smith, que relata que seu filho de 14 anos de idade caiu em um lago congelado no Missouri, nos EUA, durante o inverno, e chegou a ser declarado sem vida por uma hora, mas teria “ressuscitado” milagrosamente por causa da fé e das orações da mãe. Num discurso de improviso em frente à tela, Michelle viu similaridades na história com o atentado contra a vida do marido, no ano passado. Segundo a primeira dama, que é evangélica, a facada desferida por Adélio Bispo “resgatou uma nação e despertou uma igreja que orou pela recuperação dele”. “Gente, obrigada. Foi um prazer estar aqui nesta manhã com todos vocês. E nós temos muito em comum com esse filme pelo momento difícil que o Jair passou. Creio que todos aqui, como no filme, oraram pela recuperação dele. Fico muito emocionada em saber que o Deus que fez milagres no passado continua fazendo hoje. O Deus que fez o milagre em 2015 fez o milagre em 2018”, afirmou a primeira-dama. O presidente acompanhou de pé a esposa dizer que ela e os filhos dele tinham “a mesma certeza” da protagonista de que Bolsonaro iria se recuperar, após sofrer o atentado durante a campanha presidencial. “O Senhor colocou paz no nosso coração. O que era para ser a morte foi para o milagre. Resgatou o patriotismo, resgatou uma nação, despertou uma igreja que orou pela recuperação dele”. Produção da Fox, “Superação: O Milagre da Fé” tem direção de Roxann Dawson, que comandou episódios de “The Americans” e “This Is Us”, e traz a atriz Chrissy Metz (também da série “This Is Us”) no papel de Joyce Smith. A estreia comercial está marcada para 11 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.












