Roberto Benigni vira Gepeto na primeira foto do novo Pinóquio
O estúdio Le Pacte divulgou a primeira foto da nova versão de “Pinóquio”. A imagem traz o ator e diretor italiano Roberto Benigni (vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Vida É Bela”) como o marceneiro Gepeto diante do boneco de madeira. O filme marca a volta de Benigni ao cinema, oito anos após seu último papel, quando fez uma pequena participação em “Para Roma, com Amor” (2012), de Woody Allen. E, por coincidência, numa adaptação da mesma obra que lhe rendeu o seu maior fracasso. Benigni foi diretor, roteirista e protagonista de uma versão anterior da mesma história, lançada em 2002. Na ocasião, no papel do boneco de corpo e cara-de-pau, ele conseguiu a façanha de atingir 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. O novo filme é dirigido por Matteo Garrone, que volta ao mundo das fábulas encantadas após o ótimo “O Conto dos Contos” (2015). Em comunicado à imprensa, Garrone afirmou que o projeto representa “dois sonhos se tornando realidade”: dirigir uma adaptação de “Pinóquio” e trabalhar com Benigni. As filmagens começaram em 18 de março na Itália e vão continuar por mais 11 semanas. Apesar de ainda não ter previsão de estreia, a produção italiana vai chegar aos cinemas antes de seus concorrentes americanos saírem do papel. Há pelo três filmes sobre “Pinóquio” em desenvolvimento nos Estados Unidos: um longa animado de Guillermo del Toro, com produção da Netflix, uma versão “live-action” da Disney, que traria Tom Hanks como Gepeto, e outra da Warner com Robert Downey Jr. Pela falta de atualizações, é provável que a última já tenha sido descartada. A adaptação mais famosa da obra de Carlo Collodi continua a ser o desenho lançado pela Disney em 1940, que venceu o Oscar de Melhor Canção Original – pela clássica “When You Whish Upon a Star”.
Episódio chocante de The Walking Dead foi o menos visto da série
Apesar da repercussão na imprensa e nas redes sociais, o episódio mais recente de “The Walking Dead” registou a pior audiência da série. Um dos capítulos mais chocantes da atração, “The Calm Before”, exibido no domingo passado (24/3), teve 10 mortes e a exibição de cabeças decepadas de protagonistas em estacas de madeira. Mas foi visto por apenas 4,15 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. O desempenho representa novo recorde negativo, como o capítulo menos visto da série. Além disso, caiu para 1,5 ponto de audiência na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por enquanto, mesmo com os números em queda, “The Walking Dead” ainda se mantém como a série mais vista da TV paga americana. Mas isso também acontece porque os principais lançamentos da temporada aconteceram em streaming. Vale lembrar que o capítulo mais visto da série, “No Sanctuary”, episódio de estreia da 5ª temporada, atraiu 17,2 milhões de telespectadores em outubro de 2014. “The Walking Dead” encerra sua 9ª temporada no próximo domingo (31/3) com o episódio intitulado “The Storm”.
Miley Cyrus adota penteado de Hannah Montana para celebrar 13 anos da série
Depois dos Jonas Brothers e Sandy & Júnior reviverem seus projetos musicais da juventude, Miley Cyrus decidiu comemorar os 13 anos da série “Hannah Montana” voltando a adotar o visual da personagem. Após passar pelo salão de beleza e mostrar que a nova franja não é peruca, ela postou uma série de vídeos e fotos nas redes sociais com a hashtag #HannahMontana. Os comentários feitos nos vídeos, porém, foram bastante irônicos, referindo-se, por exemplo, ao título do hit “The Best of Both Worlds” como uma forma de combinar duas drogas. Ela até dançou ao som da música “Hannah Montana”, do grupo de rap Migos, cuja letra era, de fato, referência à combinação de duas drogas. E ainda postou uma foto em que contrasta a loirice da personagem pop com uma camiseta clássica de Alice Cooper e visual roqueiro. “Hannah Montana agora é punk!”, brincou. Ela acabou entrando nos tópicos mais comentados do Twitter com seus posts, fazendo com que os fãs lançassem campanha para vê-la novamente como a personagem. Apesar da brincadeira, não há indícios de que a Disney esteja interessada numa Hannah Montana punk. Com quatro temporadas, exibidas entre 2006 e 2011 no Disney Channel, além de um filme e shows, “Hannah Montana” lançou a carreira de Miley Cyrus e criou um padrão para as produções musicais adolescentes da Disney. Mas assim que seu contrato acabou, a cantora se reinventou com uma imagem oposta à da jovem inocente, trocando o country pop por dance music e um estilo de vista marcado por muito hedonismo. I WIN! #10YearChallenge pic.twitter.com/e1PoxpWnKm — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 pic.twitter.com/WOGPhNUH8S — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 Icons only! #HannahMontana pic.twitter.com/SfjweSaLYo — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 pic.twitter.com/4S99QFnIEa — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 pic.twitter.com/HEjaOVGLIl — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 Hannah Montana @Migos pic.twitter.com/v62ncSpaQ1 — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 Hannah is punk now! ☠️ pic.twitter.com/I4nUdajchD — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 #HannahMontana & @billyraycyrus pic.twitter.com/OaIulhrRMA — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019
Law & Order: SVU é renovada e vira a série mais longa de todos os tempos
A rede americana NBC anunciou a renovação da série “Law & Order: Special Victims Unit” para sua 21ª temporada. Com isso, a produção policial se tornará a série live-action (com atores) mais duradoura da TV norte-americana. Até então, o recorde de “SVU” era dividido com a “Law & Order” original (1990-2010) e o western clássico “Gunsmoke” (1955-1975). “Estou muito orgulhosa de fazer parte dessa série inovadora, e muito humilde por entrar para a história da televisão hoje”, disse em comunicado a protagonista Mariska Hargitay, que está a atração desde sua estreia em 1999. “A longevidade e o sucesso contínuo de ‘SVU’ é um testamento não só da capacidade da série de contar histórias poderosas e de sua habilidade de se conectar com o público, mas também da necessidade de que exista uma série assim. Nós contamos histórias importantes durante 20 anos, e vamos continuar a contá-las”, continuou a atriz. “‘SVU’ vai entrar em sua terceira década e Mariska se tornou uma figura icônica, além de uma estrela e defensora das mulheres. É uma delícia tê-la como a número um do meu elenco, e para mim, se tornou uma grande amiga”, elogiou Dick Wolf, criador da série. “Law & Order: SVU” acompanha os trabalhos dos detetives da unidade de crimes especiais de uma delegacia nova-iorquina. As investigações são voltadas à violência sexual e ao abuso de crianças e idosos, e tem a característica de adaptar histórias da vida real, desde casos de pedofilia na Igreja Católica a escândalos sexuais que assombraram a indústria de entretenimento de Hollywood nos últimos anos. Além de Mariska Hargitay, que vive a tenente Olivia Benson, outro destaque do elenco é o ex-rapper Ice-T, que vive o detetive Odafin Tutuola desde a 2ª temporada. Em sua 20ª temporada, “Law & Order: SVU” vem mantendo uma média de 4,3 milhões de telespectadores por episódio nas noites de quinta-feira, a mais tradicional da NBC. Isto representa uma audiência baixa. Entre os 11 dramas atualmente transmitidos pela rede, não passa do 8º lugar de público. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal. Vale lembrar que o recorde de “Law & Order: SVU” corresponde exclusivamente às séries “live-action”, já que possui dez anos a menos que a animação “Os Simpsons”, atualmente em sua 30ª temporada.
Agnès Varda (1928 – 2019)
A cineasta Agnès Varda, um dos maiores nomes da nouvelle vague, morreu na madrugada desta sexta (29/3), aos 90 anos, cercada por sua família e amigos, em consequência de um câncer. Feminista, diretora de cinema, artista plástica e também fotógrafa, ela assinou clássicos que ficaram conhecidos por suas ousadias, com estruturas e narrativas originais. “La Pointe-Courte” (1955), seu longa de estreia, por exemplo, tinha narração dupla, enquanto acompanhava histórias distintas de uma vila. Vários críticos citam este trabalho como precursor da nouvelle vague, já que foi lançado antes que seus colegas de geração (François Truffaut, Jean-Luc Godard, Alain Resnais, Claude Chabrol, Jacques Rivette, Éric Rohmer) filmassem suas obras mais famosas, desprendendo-se das convenções narrativas do cinema. Nascida Arlette Varda em 1928 numa região de Bruxelas, capital da Bélgica, ela estudou fotografia na Escola de Belas Artes de Paris e aos 21 anos desembarcou com a sua câmara fotográfica no Festival de Avignon, o mais antigo festival de artes da França e um dos maiores do mundo, do qual passou a ser a fotógrafa oficial em 1951. Em pouco tempo, passou das imagens estáticas para as de movimento, mas sua experiência fotográfica a acompanhou por toda a carreira. Ao fazer um filme, Varda também assumia a câmera, além do roteiro, edição e produção. Dizia que só assim conseguiria a coesão – e a autoria completa – sobre suas obras. Em 1954, criou sua produtora, a Ciné-Tamaris, por onde lançou “La Pointe-Courte”, que a tornou conhecida como “mãe” ou “madrinha” da nouvelle vague. Mas seu filme mais conhecido viria no auge do movimento, em 1962. Seu segundo longa, “Cléo das 5 às 7”, imprimiu um viés feminista ao cinema. A trama acompanhava a personagem-título por duas angustiantes horas pelas ruas de Paris, enquanto aguardava o resultado de um exame de câncer. Foi considerado o Melhor Filme do ano pelo sindicato dos críticos franceses. Seu terceiro lançamento, “As Duas Faces da Felicidade” (1965), vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Berlim, focava a hipocrisia masculina, mostrando uma família que seria perfeita, não fosse o patriarca um homem infiel, apesar de feliz no casamento. Depois de dirigir Catherine Deneuve em “As Criaturas” (1966), Varda e o marido, o também cineasta Jacques Demy, mudaram-se para Los Angeles, onde ela mergulhou “no espírito de revolta” da contracultura e se reinventou como documentarista. Querendo registrar o período, filmou diversos curtas sobre tópicos quentes, como os Panteras Negras, a revolução cubana, a guerra do Vietnã e o próprio feminismo. Só foi voltar à ficção em 1977, com “Uma Canta, a Outra Não”, história de duas amigas ao longo de uma década de reivindicações femininas. Mesmo assim, passou a se alternar-se entre registros de tudo o que lhe chamava atenção, como os murais grafitados das ruas de Los Angeles (o documentário “Mur, Murs”, 1981), e trabalhos em que se expressava por meio de atores, como o drama de uma jovem encontrada morta numa vala. Este foi o tema de “Os Renegados” (1985), estrelado por Sandrine Bonnaire, que venceu o Leão de Ouro como Melhor Filme do Festival de Veneza. Essa dualidade a permitiu filmar duas vezes a atriz Jane Birkin de forma completamente diferente no mesmo ano, como personagem no polêmico “Le Petit Amour” (1988), que flertava com a pedofilia, e como pessoa real no documentário “Jane B. por Agnès V.” (1988). A morte do marido em 1990 inspirou um de filmes seus mais belos, “Jacquot de Nantes” (1991), baseado na infância e juventude de Jacques Demy, em que transbordava amor. Também fez um documentário tocante sobre a carreira do diretor, “The World of Jacques Demy” (1995). Mas não foi tão feliz ao tentar contar as memórias do próprio cinema em “As Cento e uma Noites” (1995), um híbrido de ficção e documentário que a levou a se afastar de vez dos atores. A partir daí, só filmou pessoas reais, como os trabalhadores rurais e catadores de lixo em “Os Catadores e Eu” (2000), sempre inserindo-se no contexto, como ficava explícito pelos títulos. Ao abandonar os atores, passou a dar mais atenção à fotografia. Na verdade, ao aspecto mais artístico das imagens. “Se vocês prestarem atenção, minha carreira se divide em duas partes, a do século 20 e a do 21. Na primeira sou mais cineasta; na segunda, artista plástica”, explicou, no último Festival de Berlim. Em “As Praias de Agnès” (2008), começou a cuidar de seu legado, revendo cenas e lugares de sua vida – e, de quebra, conquistando uma porção de prêmios em diversos festivais, justamente pela plasticidade com que descreveu sua jornada. Em 2017, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos lhe rendeu homenagem com um Oscar honorário pelo conjunto de sua obra. “Musa Pioneira. Ícone. Uma mulher que lançou um movimento de cinema”, assim a apresentou o presidente da Academia, John Bailey, quando Varda se tornou a primeira mulher cineasta a ter a carreira reconhecida pelo Oscar. Mas, incansável, ela ainda voltou à premiação em 2018, quando concorreu ao Oscar de Melhor Documentário por “Visages, Villages”, tornando-se, aos 89 anos, a pessoa mais velha a ser indicada em uma categoria competitiva do principal troféu da indústria cinematográfica. Seu último trabalho como diretora foi uma minissérie biográfica, “Varda par Agnès – Causerie”, que após a première no Festival de Berlim no mês passado, foi exibida há 11 dias na França. A obra se encerra com um borrão branco, em forma de névoa, que engole a cena em que Agnès Varda contempla uma praia. Ela se preocupou até em deslocar os créditos de encerramento para outro lugar, de forma a não terminar seu último filme com uma tela preta, representando a escuridão, mas sim com a mais completa claridade. “Preciso me preparar para dizer adeus e achar a paz necessária para isso”, ela disse em sua última entrevista coletiva, no Festival de Berlim, 46 dias antes de morrer. Na tarde desta sexta-feira, ela ainda inauguraria uma exposição de fotografias e instalações de arte em Chaumont-sur-Loire, que será aberta sem ela.
Sony vende plataforma Crackle, que será relançada com anúncios
Na contramão de seus concorrentes, a Sony Pictures Television vendeu sua plataforma de streaming, a Crackle. A Chicken Soup for the Soul (CSS), empresa de Connecticut que fez fortuna com livros de autoajuda, comprou a participação majoritária no serviço. Mas a Sony continuará como parceira minoritária. Juntas, as duas empresas irão operar uma nova joint venture, a Crackle Plus (Crackle+, como Disney+ (Disney Plus) e Apple TV+), que abrigará o serviço de streaming. Além do conteúdo original da Crackle e de filmes e séries da Sony, o reboot da plataforma também incluirá o material da Popcornflix, Popcornflix Kids, Popcornflix Comedy, Frightpix, Espanolflix e Truli, plataformas da CSS. Diferente da Crackle original, a Crackle Plus não será baseado em assinaturas. O projeto irá oferecer acesso gratuito a todos os interessados, em troca da exibição de anúncios pagos. Esse formato é chamado de AVOD, abreviatura de ad-supported video on-demand, e já vinha sendo explorado pela CSS em suas plataformas. A Sony vai manter a propriedade das séries originais do Crackle, como “Start Up” e “The Oath”, além de oferecer a tecnologia da plataforma por meio de sua subsidiária de mídia, a Sony Electronics. De acordo com as empresas, a Crackle Plus oferecerá mais de 38,5 mil horas de programação e começará com uma audiência mensal de 10 milhões de usuários ativos nos Estados Unidos. Além disso, oferecerá produções independentes distribuídas pelo app Pivotshare. Com a mudança, a Sony busca encontrar um modelo alternativo de crescimento, já que não conseguiu competir com a estratégia agressiva de lançamentos da Netflix e Amazon, que estão gastando bilhões para produzir séries originais. Em comunicado, o presidente da Sony TV, Mike Hopkins, disse acreditar que existe uma demanda crescente por plataformas gratuitas, financiadas por anúncios, à medida que os consumidores começam a se cansar com a proliferação de ofertas de assinatura. A própria Amazon chegou a lançar seu AVOD, o IMDb Freedive, enquanto a Viacom investiu em janeiro na compra da Pluto TV, um serviço patrocinado por anúncios. “Com o aumento da demanda por conteúdo de vídeo online gratuito, bem como a necessidade de os anunciantes alcançarem os consumidores, as redes de AVOD, como a Crackle Plus, estão posicionadas para um crescimento substancial”, disse ele. A Crackle foi fundada em 2004 como Grouper e vendida para a Sony em 2006. Mas só foi lançar seu primeiro produto original em 2012: o programa de Jerry Seinfeld “Comedians in Cars Getting Coffee”, que se mudou para a Netflix no início de 2018. Com o negócio, a Sony recebeu US$ 5 milhões, que podem ser convertidos em ações da CSS em até cinco anos. A expectativa é que a compra valorize as ações da CSS.
Nicolas Cage se casou nesta semana e já quer a separação
Nicolas Cage se casou com a maquiadora Erika Koike em Las Vegas há quatro dias. Mas esta não é mais a notícia. A novidade é que ele já quer se separar. Segundo o site TMZ, o ator de 55 anos entrou na justiça na quarta (27/3) para cancelar o matrimônio com a maquiadora de 35. Um vídeo que circulou no começo desta semana mostrou o astro e a atual mulher no cartório para obter a autorização para o casamento, no último sábado. Eles trocaram alianças horas depois. Na gravação, Cage está aparentemente embriagado e, segundo testemunhas, falava que ela “vai tirar todo o meu dinheiro”. “Eu não vou fazer isso”, diz o ator no vídeo sobre o casamento. “Eu não pedi para você fazer isso”, responde Erika. No final, ele a empurra para que fossem assinar os papéis. O casal está junto desde abril de 2018 e Koike é a quarta esposa de Cage, após Patricia Arquette (1995-2001), Lisa Marie Presley (2002-2004) e Alice Kim (2014-2016).
Denzel Washington e Frances McDormand vão estrelar nova versão de Macbeth
Os atores Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) e Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) vão estrelar uma nova versão de “Macbeth”, clássico de William Shakespeare. A direção será de Joel Coen, marido de McDormand, que normalmente trabalha ao lado do irmão Ethan Coen. O site Deadline, que apurou a notícia, não informou se o projeto será um raro voo solo do cineasta. A peça de William Shakespeare é uma das obras mais filmadas do cinema, tendo já sido adaptada por Orson Welles em 1948 e Roman Polanski em 1971. A versão mais recente é de 2015, do australiano Justin Kurzel, com Michael Fassbender e Marion Cotillard nos papéis principais. A conhecida trama acompanha um nobre escocês que, após encontrar um trio de bruxas que jura prever seu futuro, é convencido que está destinado a se tornar rei. Com a ajuda de sua ambiciosa mulher, ele realiza um banho de sangue para cumprir a profecia e tomar a coroa. A nova versão vai reunir uma equipe premiadíssima, numa produção do estúdio indie A24. McDormand já venceu dois Oscar de Melhor Atriz, por “Fargo: Uma Comédia de Erros” (1996) e “Três Anúncios Para Um Crime” (2017), enquanto Washington tem um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Tempo de Glória” (1989) e outro de Melhor Ator por “Dia de Treinamento” (2001). Para não ficar para trás, Joel Coen tem nada menos que quatro estatuetas por trabalhos ao lado do irmão: Melhor Roteiro Original por “Fargo” e Melhor Filme, Direção e Roteiro Adaptado por “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007).
Tom Hanks negocia viver empresário de Elvis Presley em cinebiografia
O ator Tom Hanks está em negociações para estrelar uma cinebiografia de Elvis Presley, ainda sem título, que será dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) para a Warner Bros. Caso o acordo seja fechado, ele viverá o Coronel Tom Parker, o lendário empresário que controlava todos os aspectos da vida de Elvis. Lurhmann está produzindo o longa com a esposa Catherine Martin. Os dois estão desenvolvendo o projeto desde que o diretor finalizou seu último filme em 2013. O filme vai se focar na ascensão e no auge de Presley, destacando seu relacionamento com Parker. Tom Parker era um trapaceiro nascido na Holanda que nunca se naturalizou americano e ganhou seu posto de “coronel” como título honorário. Ele estava tendo dificuldades para iniciar sua carreira como empresário musical quando se deparou com Elvis em meados dos anos 1950 e ficou impressionado com o talento do jovem (que ainda não tinha 18 anos na época). Ao longo de dois anos, ele adquiriu todos os contratos e pagou todas as demais figuras que cuidavam da carreira do cantor para se tornar seu representante exclusivo. E com sua direção, Elvis se tornou o Rei do Rock – e algo que a América nunca tinha visto antes. Luhrmann escreveu o roteiro com Craig Pearce, com quem também escreveu “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Segundo o site The Hollywood Reporter, a expectativa é que as filmagens comecem no outono norte-americano (entre setembro e novembro), mas os produtores ainda não começaram a procurar um intérprete para Elvis. Hanks pode ter uma abertura em sua agenda para o papel, porque seu próximo filme após a sci-fi “Bios”, atualmente em pré-produção, seria “News of the World”, do diretor Paul Greengrass, que pode não sair do papel. É que a Disney fechou o estúdio responsável pelo projeto, a Fox 2000.
Novo terror produzido por Guillermo del Toro ganha primeiro trailer
A CBS Films divulgou dois novos pôsteres e o primeiro trailer completo de “Scary Stories to Tell in the Dark”. A prévia tem a marca registrada de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), com crianças assustadas por monstros que avançam nas sombras. Além disso, ao contrário de “Goosebumps”, outra adaptação de terror infantil literário, os contos arrepiantes que se materializam na tela teriam sido escritos por uma das próprias criaturas tenebrosas. E o clima é de terror puro, como “It – A Coisa”, e não feito um terrir para menores. Iniciada em 1981, a trilogia literária de Alvin Schwartz contava histórias de terror para o público infantil, mas, graças às artes fantasmagóricas que ilustravam suas páginas, ingressou na lista das obras banidas das escolas americanas. Del Toro assina a produção, mantendo as características assustadoras das histórias originais, além de ter concebido o roteiro da adaptação em parceria com John August (“Sombras da Noite”). Mas os créditos finais ficaram com os irmãos roteiristas Dan e Kevin Hageman (da série animada “Caçadores de Troll”, também criada por Del Toro). Já a direção é do norueguês André Øvredal (“O Caçador de Trolls”, “A Autópsia”). E o elenco inclui Gabriel Rush (“O Grande Hotel Budapeste”), Michael Garza (“Wayward Pines”), Zoe Margaret Colletti (“Annie”) e Gil Bellows (“Eyewitness”). A estreia está marcada para 9 de agosto nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Novo trailer legendado de UglyDolls traz música inédita de Kelly Clarkson
A Diamond Films disponibilizou o novo trailer legendado de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O desenho musical traz vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E o vídeo destaca uma das músicas inéditas da trilha, “Broken & Beautiful”, cantada por Kelly Clarkson. Além dela, os cantores Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo, Bebe Rexha, Charli XCX e Wang Leehom também fazem parte do elenco – junto dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Já a trilha sonora tem até música da brasileira Anitta. Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa virou animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”). Na trama, um grupo de bonecos descartados por serem defeituosos resolve entrar no mundo das crianças perfeitas e enfrentar a rejeição de frente, mostrando que suas diferenças é que lhes dão personalidade e os tornam atraentes. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Annabelle 3 ganha título nacional e nova data de estreia no Brasil
O sentido de Aranha disparou. É que a Warner “traduziu” o título do terceiro filme de “Annabelle”. “Annabelle Comes Home” virou “Annabelle 3: De Volta para Casa”. O estúdio também “oficializou” uma imagem disponibilizada pelo produtor James Wan em suas redes sociais, incluindo-a na divulgação oficial. E ainda marcou uma nova data de estreia. Originalmente previsto para 11 de julho no Brasil, o filme vai estrear mais cedo, em 27 de junho, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos. O terceiro “Annabelle” será o primeiro filme da boneca maligna a incluir os personagens da franquia central, “Invocação do Mal”. Como foi revelado em julho passado, a história será centrada na menina Judy Warren, de dez anos, assim como seus pais – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme deve contar como a boneca foi parar com os Warren, retomando a trama do “Invocação do Mal” original de 2013. Diz a sinopse divulgada pela Warner: “Determinados a impedir que Annabelle possa causar mais destruição, os demonologistas Ed e Lorraine Warren levam a boneca para a sala de artefatos da sua casa, colocando-a ‘em segurança’ atrás de um vidro sagrado e assegurado pela benção de um padre. Mas, em uma noite profana de horror, Annabelle acorda os espíritos maléficos do lugar, que estabelecem um novo alvo: a filha de 10 anos dos Warren, Judy, e suas amigas.” A atriz mirim McKenna Grace foi a escolhida para interpretar a versão mais nova de Judy Warren. A personagem foi vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Homem-Aranha: De Volta…”, ops, “Annabelle 3: De Volta para Casa” também marcará a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”.
Trailer e pôster do final de Gotham introduzem Batman
A rede americana Fox divulgou um trailer e um pôster especial para os últimos capítulos de “Gotham”, que vão mostrar a transformação de Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. O jovem herói aparece de costas, vestindo o famoso capuz de morcego na imagem. A exibição da 5ª temporada entrou em hiato e só vai voltar em 18 de abril para exibir o penúltimo episódio, intitulado “They Did What?”, seguido pelo capítulo final no dia 23, “The Beginning…”. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Além desse elenco central, a última temporada também mostrou a origem de Bane, vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e promete a transformação definitiva de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan) no Coringa, apesar do personagem ter aparentemente morrido – de novo. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.












