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29 de outubro de 2026
  • Música

    Rammstein volta após dez anos com clipe superproduzido e polêmico

    30 de março de 2019 /

    A banda alemã de metal industrial Rammstein voltou à ativa de forma bombástica, após dez anos sem lançar discos. Primeiro clipe de seu novo álbum, “Deutschland” (Alemanha) explodiu no YouTube e impactou as redes sociais por trazer menções ao holocausto, gerando críticas da comunidade judaica. A presidente do Congresso Judeu Europeu, Charlotte Knobloch, chegou a dizer que a banda passou dos limites. “Com esse vídeo, eles passaram do ponto. A instrumentalização e tratar o Holocausto como algo trivial, como mostram as imagens, é irresponsável”, ela reclamou ao tabloide Bild. Felix Klein, da comissão que combate antissemitismo no governo alemão, foi no mesmo tom. “É uma exploração desrespeitosa em nome de uma liberdade artística.” O clipe é uma superprodução. E uma porrada como a música da banda, repleto de imagens violentas, que traçam a História da Alemanha, sempre cercada de mortes, desde os tempos do império romano até um enterro sci-fi no espaço sideral. O nazismo faz parte desta História, assim como as cruzadas, os conflitos entre católicos e protestantes, os comunistas de Berlim Oriental, a tragédia do zepelim de Hindeburg, os terroristas da extrema esquerda dos anos 1970 e os protestos incendiários da extrema direita atual, todos representados na obra. Os integrantes da banda atuam como personagens dessa convulsão histórico-social, enquanto a própria Alemanha (Germania) é representada por uma modelo negra (Ruby Commey), que simboliza as lutas do país e seu destino inexorável, rumo à morte. Cheio de simbolismo, o clipe tem quase 10 minutos, que passam voando diante de tanta criatividade – numa das cenas, Germania dá luza a um lobo, pelas mãos ensanguentadas de um cardeal. Polêmico, claro, como a música da banda – e como se espera de seus clipes após “Mein Teil”(2004). Mas não antissemita. Muito antes pelo contrário. A direção é de Specter Berlin, pseudônimo de Eric Remberg, um respeitado diretor alemão de publicidade, designer e fundador do selo de rap Aggro Berlin, que em 2017 transformou um álbum do rapper Marteria em filme – “Antimarteria”.

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  • Filme

    Cillian Murphy vai se juntar a Emily Blunt na continuação de Um Lugar Silencioso

    30 de março de 2019 /

    Cillian Murphy (“Dunkirk”) abriu negociações para se juntar a Emily Blunt na sequência de “Um Lugar Silencioso”. Os detalhes da trama também estão em um lugar muito silencioso, mas fontes da revista The Hollywood Reporter vazaram que Murphy interpretará um homem com intenções misteriosas, que se une à família do filme original. Os intérpretes da mãe e dos filhos sobreviventes já tiveram seus retornos confirmados. Além de Emily Blunt, os jovens Millicent Simmonds e Noah Jupe reprisarão seus papéis. E embora tenha morrido na trama original, John Krasinski também estará de volta, pelo menos atrás das câmeras como diretor – além de também ter contribuído com o roteiro. Com um orçamento de US$ 17 milhões, “Um Lugar Silencioso” arrecadou US$ 341 milhões nos cinemas de todo o mundo e venceu vários prêmios, do troféu do Sindicato dos Atores (SAG Award) para Emily Blunt ao Critics Choice de Melhor Filme de Terror/Sci-Fi do ano passado. O longa ainda disputou o Oscar 2019 de Melhor Edição de Som, fato significativo, já que sua trama gira em torno da necessidade de se manter silêncio o tempo inteiro, para evitar o ataque de monstros desconhecidos responsáveis pelo apocalipse. O filme original acompanhou os esforços da família formada por Blunt, Krasinski e seus filhos para sobreviver a esse cenário. E Krasinski chegou a comentar que gostaria de expandir esse grupo no próximo lançamento. A continuação tem estreia prevista para maio de 2020.

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  • Filme

    Jai Courtney diz que voltará a viver Capitão Bumerangue no novo Esquadrão Suicida

    30 de março de 2019 /

    O ator Jai Courtney afirmou que vai voltar a interpretar o Capitão Bumerangue no novo filme do “Esquadrão Suicida”, escrito e dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”). “Estamos preparados para filmar daqui a alguns meses”, disse Jai em entrevista ao Business Insider. “Não há muito mais que posso revelar, mas, sim, vocês verão o Capitão Bumerangue de volta com certeza”. A Warner ainda não confirmou quais atores do filme original voltarão para o novo projeto, que, por sinal, não está sendo considerado uma continuação, e sim uma reinvenção da franquia. O plano de Gunn seria reunir novos personagens da DC para a produção. Mesmo assim, Margot Robbie é considerada garantida no papel de Arlequina. Já Will Smith, intérprete do Pistoleiro no filme de David Ayer, será substituído por Idris Elba (“A Torre Negra”). O novo “Esquadrão Suicida” tem data de lançamento prevista para agosto de 2021.

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  • Etc

    Nicolas Cage diz na Justiça que estava bêbado quando se casou

    30 de março de 2019 /

    Para pedir a anulação de seu casamento, Nicolas Cage disse que estava bêbado quando assinou os papéis do matrimônio com a maquiadora Erika Koike em Las Vegas nesta semana. As informações são do site TMZ, que teve acesso à ação judicial protocolada pelo ator para cancelar a união. Cage explica em seu processo que “Erika sugeriu que eles deveriam se casar” e que ele reagiu de “forma impulsiva e sem entendimento do impacto de suas ações”. O ator ainda afirma que o casamento foi uma fraude porque ela não revelou “toda a natureza e extensão de seu relacionamento com uma outra pessoa”, nem foi sincera ao esconder que possuía um histórico criminal. O cancelamento do matrimônio seria justificável, segundo Cage, porque “conflitos de personalidades tornam os dois incompatíveis no casamento”. O TMZ ainda conseguiu fotos do casal minutos após eles se casarem – e o clima tenso é o oposto de uma lua de mel. Segundo testemunhas, a dupla brigou na saída do cartório antes de ir embora. Veja as fotos abaixo. O casal está junto desde abril de 2018 e Koike é a quarta esposa de Cage, após Patricia Arquette (1995-2001), Lisa Marie Presley (2002-2004) e Alice Kim (2014-2016).

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  • Etc

    Liam Neeson volta a se desculpar por confissão racista

    30 de março de 2019 /

    O ator Liam Neeson voltou a se desculpar pela revelação polêmica feita durante a divulgação de seu novo filme “Vingança a Sangue-Frio”. Numa entrevista do começo de fevereiro, ele confessou que já teve desejo “de matar um homem negro” após uma amiga ser estuprada. A frase pegou mal e as explicações do contexto só pioraram a situação, gerando impacto negativo nas bilheterias do novo filme do ator. “Vingança a Sangue Frio” registrou a pior estreia do astro desde 2010. Desde então, ele disse ter refletido bastante. “Ao longo das últimas semanas, tenho refletido e falado com várias pessoas que foram prejudicadas pela minha lembrança impulsiva de um estupro brutal de uma querida amiga há quase 40 anos e meus pensamentos e ações inaceitáveis”, disse o ator em novo comunicado. “O horror do que aconteceu com minha amiga deu início a pensamentos irracionais que não representam a pessoa que eu sou. Para explicar essas declarações: eu passei do ponto e magoei muitas pessoas em um momento em que a linguagem é tão frequentemente armada e uma comunidade inteira de pessoas inocentes é alvo de atos raivosos”, acrescentou. “O que não consegui perceber é que não se trata de justificar minha raiva há tantos anos, mas também do impacto que minhas palavras têm hoje. Eu estava errado em fazer o que fiz. Eu reconheço que, embora os comentários que fiz não reflitam, de forma alguma, meus verdadeiros sentimentos, eles foram prejudiciais e divisivos. Eu peço desculpas profundamente.”, concluiu. Durante a entrevista realizada ao jornal Independent, Neeson contou que pretendia se vingar do estupro de uma de suas melhores amigas. “Minha reação imediata foi… Eu perguntei se ela sabia quem foi, e ela disse que não. Perguntei se era alguém branco ou negro, e ela disse negro”, disse Neeson. “Eu fui para a rua com um cassetete, esperando que alguém me abordasse. Eu sinto vergonha de dizer isso hoje em dia. Eu fiquei andando pela rua todas as noites por uma ou duas semanas, esperando que algum negro viesse para cima de mim ou algo assim. Para que eu pudesse matá-lo”, completou. Após as declarações, o ator de 66 anos negou ao programa “Good Morning America”, da emissora americana ABC, ter preconceito. “Não sou racista”, garantiu, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Após a polêmica, “Vingança a Sangue-Frio” chegou a ser adiado no Brasil por algumas semanas, estreando no dia 14 de março.

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  • Filme

    Atriz de Sabrina enfrenta monstros apocalípticos em trailer de terror da Netflix

    30 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “The Silence”, mais um filme apocalíptico em que os personagens precisam fazer silêncio para não ser atacados por monstros. Desta vez, são criaturas voadoras, similares a morcegos, que aterrorizam a humanidade, criando um cenário de devastação. Como em “Um Lugar Silencioso”, os bichos caçam usando a audição e, por isso, os sobreviventes devem se manter em silêncio. Outra semelhança envolve o papel vivido por Kiernan Shipka (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), uma adolescente surda, que desenvolveu seus outros sentidos. Com o ataque, seus pais fogem para o interior do país, mas encontram outra ameaça, uma seita que quer explorar as habilidades da jovem para sobreviverem. O elenco também inclui Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Miranda Otto (também de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), John Corbett (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) e Billy MacLellan (“Defiance”). “The Silence” é o trabalho de maior orçamento dos irmãos roteiristas Shane e Carey Van Dyke, netos do ator Dick Van Dyke (de “Mary Poppins”), que se especializaram em escrever terrores baratos feitos para DVD, como “The Sacred” e “Chernobyl”. A direção é de John R. Leonetti (“Annabelle”) e a estreia está marcada para 12 de abril em streaming.

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  • Música

    Evento Star Wars in Concert vai acontecer no Brasil pela primeira vez

    29 de março de 2019 /

    O “Star Wars in Concert” ganhará uma versão brasileira pela primeira vez. O evento exibe o famoso filme de George Lucas, lançado nos cinemas como “Guerra nas Estrelas” em 1977 (e rebatizado “Star Wars: Uma Nova Esperança” em 1981), com a presença de uma orquestra sinfônica ao vivo. A apresentação acontecerá no mês de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em SP, a exibição está marcada para o dia 20, no Allianz Parque, com preços que variam de R$ 125 a R$ 460. No Rio, ela será no dia 27, na Jeunesse Arena, com valores entre R$ 120 e R$ 420. Os ingressos podem ser comprados pelos sites Ingresso Rápido e Guichê Web. O detalhe é que as orquestras responsáveis por executar a icônica trilha de John Williams são brasileira. A trilha paulista será fornecida pela Orquestra Sinfônica Villa Lobos, formada por músicos da OSESP (Orquestra Sinfônica de São Paulo) e OSMSP (Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo). Já no Rio, o concerto será realizado pela OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira). Ambas as apresentações serão regidas pelo maestro brasileiro Thiago Tibério, que rege apresentações dos filmes da Disney em todo o mundo.

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  • Série

    Minissérie baseada em O Nome da Rosa ganha trailer americano e coleção de pôsteres

    29 de março de 2019 /

    O canal pago americano Sundance TV divulgou o primeiro trailer em inglês e a rede italiana RAI uma coleção de pôsteres de personagens da minissérie baseada no best-seller “O Nome da Rosa”, fenômeno literário dos anos 1980. A adaptação teve seu roteiro supervisionado pelo próprio escritor Umberto Eco, antes de falecer em 2016, e já está sendo exibida na Itália. Apesar de ser uma coprodução italiana e alemã, a série foi lançada com dublagem italiana na Europa. As gravações foram originalmente feitas em inglês, visando o público internacional, com um elenco encabeçado pelo americano John Turturro (“Transformers”). O ator vive o monge franciscano William de Baskerville, que chega, com seu jovem aprendiz Adso de Melk (vivido pelo alemão Damien Hardung), num mosteiro isolado nos alpes italianos, durante o século 14. Incumbido de participar das discussões de uma disputa de propriedade entre franciscanos e o papado, Baskerville acaba se defrontando com uma série de assassinatos macabros. O elenco ainda destaca o inglês Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como o inquisidor Bernard Gui, inimigo de Baskerville, enviada pelo papa para investigar os crimes, além do americano Michael Emerson (“Lost”), o escocês James Cosmo (“Legítimo Rei”), os alemães Sebastian Koch (“Ponte dos Espiões”) e Richard Sammel (série “The Strain”) e os italianos Fabrizio Bentivoglio (“Capital Humano”), Greta Scarano (“Diva!”), Stefano Fresi (“Paro Quando Quero”) e Antonia Fotaras (“SKAM Italia”). O roteiro é assinado pelo cineasta Andrea Porporati (“Missão Romana”) em parceria com o britânico Nigel Williams (“Elizabeth I”), e todos os oito episódios são dirigidos por Giacomo Battiato (“O Jovem Casanova”). As gravações duraram cinco meses nos estúdios históricos da Cinecittà, em Roma, com orçamento de US$ 26 milhões. “O Nome da Rosa” foi publicado em 1980, vendendo 50 milhões de cópias pelo mundo, e já teve uma adaptação para o cinema. Dirigida pelo francês Jean-Jacques Annaud em 1986, a produção foi estrelada por Sean Connery e Christian Slater, respectivamente como Baskerville e Melk. A série vai estrear em 1 de maio no canal pago Sundance TV nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme,  Série

    Filme de Downton Abbey ganha pôsteres com personagens

    29 de março de 2019 /

    A Focus Features divulgou quatro pôsteres do filme derivado da série britânica “Downton Abbey”. As artes trazem os personagens se preparando para um evento, com as ladies Mary (Michelle Dockery) e Edith Crawley (Laura Carmichael) ajustando as jóias, enquanto a criadagem – incluindo Robert James-Collier como Thomas Barrow – prepara a recepção. Como sugere o teor dos cartazes, os convidados são o próprio público – “Estávamos esperando vocês”, diz o texto em inglês. Os detalhes da história ainda estão sendo mantidos em sigilo. Mas ela vai se passar após os eventos finais mostrados na produção televisiva, que durou seis temporadas no canal britânico ITV. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, o filme tem direção de Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará também com as voltas de Maggie Smith, Elizabeth McGovern e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. Já Lily James ficou de fora, justificando sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra, após se mudar para os EUA na série. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). O lançamento foi marcado para 13 de setembro no Reino Unido, uma semana depois nos EUA e apenas em 7 de novembro no Brasil.

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  • Filme

    Filme animado da Família Addams ganha primeiro pôster

    29 de março de 2019 /

    A MGM divulgou o pôster do longa animado de “A Família Addams”. A arte inclui a palavra “Halloween”, como referência à data de lançamento. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) será a voz de Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublará seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnará a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Série

    Pennyworth: Série da DC Comics sobre a juventude de Alfred ganha primeiro teaser

    29 de março de 2019 /

    O canal pago americano Epix divulgou o primeiro teaser da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. A prévia destaca Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título e uma direção de arte caprichada, que recria o começo dos 1960. “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. Ben Aldridge (“Reign”) viverá o jovem milionário Thomas Wayne e o elenco ainda destaca a cantora Paloma Faith como Bet Sykes, descrita como uma “vilã espirituosa, sádica e de língua afiada” e que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas. A série não será relacionada diretamente ao universo de “Gotham”, onde o personagem é vivido pelo ator Sean Pertwee. A 1ª temporada, que terá dez episódios, vai estrear durante o verão norte-americano (entre maio e julho), em data ainda não anunciada.

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  • Etc,  Série

    Shane Rimmer (1929 – 2019)

    29 de março de 2019 /

    O ator e dublador Shane Rimmer, que deu voz ao piloto Scott Tracy na série de marionetes “Thunderbirds”, morreu em sua casa na madrugada desta sexta (29/3). Ele tinha 89 anos. Canadense, nascido em Toronto em 1929, Rimmer se mudou para o Reino Unido na década de 1950, onde trabalhou em várias séries (incluindo “Doctor Who”) e iniciou uma carreira repleta de figurações no cinema, iniciada pelo clássico “Dr. Fantástico” (1964), de Stanley Kubrick, e com direito a três filmes de 007 nos anos 1970 – “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973) e “007: O Espião que me Amava” (1977), sempre como personagens diferentes. Rimmer também tinha uma relação afetiva com as adaptações da DC Comics. Após aparecer nos três primeiros filmes de “Superman” estrelados por Christopher Reeve, ainda figurou em “Batman Begins” (2005). Sua ficha no IMDb cita 165 créditos, incluindo “Guerra nas Estrelas” (1977) e o vencedor do Oscar “Gandhi” (1982), mas a maioria de seus papéis de cinema foi tão pequena que nem sequer tinha nome – em vez disso, eram identificados como o “técnico mais velho”, o “treinador”, o “coronel”, o “comentarista”. Seu trabalho mais consistente se deu nas séries do produtor Gerry Anderson. Além de dar voz ao líder da tripulação dos Thunderbirds entre 1964 e 1966, ele também dublou personagens de outras duas atrações famosas de bonecos, “Capitão Escarlate” (1967-68) e “Joe 90” (1968-69). Para completar, apareceu em carne e osso nas séries live-action de ficção científica do produtor, “Projeto UFO” (1970-71) e “Espaço: 1999” (1975–1977). Um de seus últimos trabalhos foi uma minissérie em que voltou a dublar o líder dos Thunderbirds. Foram três episódios lançados em 2015. Entretanto, quando a série original foi refeita no mesmo ano, os novos produtores não o chamaram de volta, encerrando sua longa ligação com o legado de Gerry Anderson (1929–2012).

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  • Etc,  Filme

    June Harding (1940 – 2019)

    29 de março de 2019 /

    A atriz June Harding, que fez sucesso nos anos 1960, ao estrelar a comédia “Anjos Rebeldes” (1966), morreu no dia 22 de março em uma casa de repouso no Maine. Ela tinha 78 anos. Com aparência bem mais jovem que sua idade real, Harding registrou seu primeiro trabalho numa pequena participação na longeva novela “As the World Turns” aos 16 anos, de onde partiu para Nova York, buscando virar atriz de teatro. Após se apresentar em peças pequenas, ela estreou na Broadway aos 21 anos, em dezembro de 1961, como a filha mais nova de Art Carney na peça de sucesso “Take Her, She’s Mine”, mas logo voltou para a TV, virando integrante da série de antologia “The Richard Boone Show”, entre 1963 e 1964. Ela ainda apareceu em episódios de “Dr. Kildare”, “Os Defensores” e “O Fugitivo” antes de ser escalada em seu primeiro e único filme. Já tinha 26 anos quando protagonizou “Anjos Rebeldes” ao lado da estrelinha da Disney Hailey Mills, então com 19. No clássico dirigido por Ida Lupino, as duas viviam as personagens do título, estudantes espirituosas de um internato de meninas, administrado por uma Madre Superiora durona (Rosaland Russell). O filme fez grande sucesso e rendeu uma homenagem para a atriz em sua cidade natal de Emporia, na Virginia. Ela recebeu a chave da cidade e foi comemorada com um novo feriado municipal, o “Dia de June Harding”. Mas Harding não deu sequência na carreira, aposentando-se logo no começo dos anos 1970. Seu último papel foi no telefilme “The Cliff” (1970). Desde então, vinha se dedicando à pintura.

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