Gugu Liberato (1959 – 2019)
O apresentador de TV Gugu Liberato morreu nesta sexta-feira (22/11) aos 60 anos, após um acidente doméstico em sua casa, em Orlando, nos Estados Unidos, na última quarta-feira. Ele caiu de uma altura de quatro metros, enquanto tentava trocar o filtro do ar-condicionado em sua casa, e não resistiu aos ferimentos. No momento do acidente, estava acompanhado apenas de sua mulher, Rose Di Matteo. Filho de pais portugueses, Antônio Augusto Moraes Liberato, começou na televisão aos 14 anos como auxiliar de produção do Silvio Santos, à época na TV Globo. O jovem paulistano foi chamado por Silvio porque lhe escrevia cartas sugerindo programas. Sílvio Santos o transformou em apresentador ao assumir o controle de um canal de TV, a TVS, depois transformada na rede SBT, e Gugu mais que correspondeu, conquistando grandes audiências nas noites de sábados com seus programas “Viva a Noite” (1982-1992) e “Sabadão Sertanejo (1991-1996)”. Durante sua passagem pelo SBT, ele ajudou a promover a febre das boys band no Brasil, primeiro com o grupo porto-riquenho Menudos, depois com o similar nacional Dominó. Fez tanto sucesso que, no final dos anos 1980, recebeu uma oferta da Globo para assumir a programação dominical da emissora. Mas Silvio Santos interviu, oferecendo-lhe parte de seu horário de domingo, um grande aumento salarial e honorários de publicidade. Gugu passou a apresentar os quadros “Passa ou Repassa” e “Cidade contra Cidade” na faixa que até então era inteiramente comandada por Sílvio Santos, até assumir um programa próprio, “Domingo legal” (exibido até 2009) no SBT. Enquanto isso, Faustão foi contratado pela Globo e os programas dos dois protagonizaram uma das maiores guerras de audiência da década de 1990. Nos últimos anos, o apresentador tinha se mudado para a Record, onde estrelou “Gugu” (2015-2017) e atualmente comandava o reality “Power Couple Brasil” e o show de talentos “Canta Comigo”. Por conta de sua enorme popularidade com o público brasileiro, Gugu também acabou aparecendo em alguns filmes. E não foram poucos. Ele participou de sete longa-metragens, sempre de temática infantil. A estreia aconteceu em “Padre Pedro e a Revolta das Crianças” (1984) como coadjuvante de Pedro de Lara, jurado do “Show dos Calouros”, de Sílvio Santos. Mas, curiosamente, seus filmes seguintes foram todos com astros da Globo: três filmes dos Trapalhões (“Os Fantasmas Trapalhões”, “O Casamento dos Trapalhões”, “Os Trapalhões na Terra dos Monstros”), dois longas solo de Renato Aragão (“Uma Escola Atrapalhada” e “O Noviço Rebelde”) e uma produção da Xuxa (“Xuxa e os Duendes”), que foi seu último papel no cinema em 2001. O apresentador deixa três filhos, frutos do casamento com a médica Rose Miriam di Matteo: João Augusto, de 18 anos, e as filhas gêmeas, Marina e Sofia, de 15.
The Walking Dead: Daryl e Carol tem conversa emotiva em cena inédita do último capítulo do ano
O canal pago americano AMC divulgou mais uma cena inédita do último episódio do ano de “The Walking Dead”. A prévia mostra uma conversa bastante emocional entre Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride), sobre o desejo obsessivo de vingança contra Alpha (Samantha Morton). Intitulado “The World Before”, o capítulo vai ao ar no domingo (24/11) e será o último de 2019, antes do hiato de fim de ano. Ele também pode marcar a despedida de Michonne (Danai Gurira), porque sua intérprete não renovou contrato para continuar na atração. Clique aqui para ver mais três cenas, inclusive a abertura do episódio, em vídeos anteriormente divulgados. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Crise nas Infinitas Terras: Pôster reúne heróis do megacrossover do Arrowverso
A rede The CW divulgou o pôster oficial de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover das séries de super-heróis do Arrowverso. A imagem traz personagens de seis séries diferentes, mas apenas cinco estão efetivamente comprometidas com a produção. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção, como demonstra o cartaz. Os episódios serão acompanhados pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”).
John Turturro entra no elenco do novo filme de Batman
O diretor Matt Reeves confirmou mais um ator em “The Batman”, filme que vai relançar o herói de Gotham City nos cinemas. John Turturro, conhecido por seus papéis em “O Grande Lebowski” e na franquia “Transformers”, viverá o mafioso Carmine Falcone. O anúncio foi feito pelo Twitter oficial do cineasta. Veja abaixo. Falcone é chefe de uma das principais famílias criminosas de Gotham City e um dos principais antagonistas de Batman na minissérie “O Longo Dia das Bruxas”, arco que tem sido cogitado como inspiração para a trama de “The Batman”. O personagem já foi vivido no cinema por Tom Wilkinson (em “Batman Begins”) e na TV por John Doman (em “Gotham”). A participação de Turturro torna ainda mais imponente o elenco de “The Batman”, que contará com Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) no papel-título, substituindo Ben Affleck após três filmes (“Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça”), além de Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoë Kravitz (“Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim e Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred. Escrito e dirigido por Matt Reeves, “The Batman” tem previsão de estreia para junho de 2021. ? I said… #CarmineFalcone pic.twitter.com/wa5zNuVwPg — Matt Reeves (@mattreevesLA) November 22, 2019
Adão Negro: Dwayne Johnson diz que filme vai introduzir a Sociedade da Justiça
Após confirmar a data de estreia de “Adão Negro”, Dwayne “The Rock” Johnson revelou que o filme não será exatamente uma aventura solo, pois aprofundará o universo da DC Comics nos cinemas. Em entrevista ao site Screen Rant, Johnson revelou a participação da Sociedade da Justiça da América, supergrupo original da editora, criado na chamada Era de Ouro dos quadrinhos. O filme vai “apresentar a Sociedade da Justiça da América ao mundo”, disse o ator. Nos quadrinhos, Adão Negro chegou a fazer parte da equipe. A informação foi complementada por apuração do podcast That Hashtag Show, que alegou que Gavião Negro, Esmaga-Átomo e Stargirl fazem parte da trama. Por outro lado, Johnson disse que “Adão Negro” não deverá ter ligação direta com “Shazam!”, apesar da óbvia proximidade entre os personagens – Adão Negro também recebeu seus poderes do mago Shazam e foi rival do herói por muitos anos. “Adão Negro” tem roteiro de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”) e será dirigido por Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”). A expectativa é que as filmagens comecem em julho de 2020 para um lançamento em dezembro de 2021.
Titãs: Robin vira Asa Noturna no trailer do final da 2ª temporada
A plataforma DC Universe divulgou o trailer do final da 2ª temporada de “Titãs”. A prévia destaca a estreia de Asa Noturna (Nightwing), nova identidade de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o antigo Robin, que aparece em cima da hora para salvar os Titãs de um novo ataque do vilão Exterminador (Esai Morales). O vídeo também inclui uma luta entre Superboy (Joshua Orpin) e Moça-Maravilha (Conor Leslie) e um aviso sinistro, de que um Titã “vai cair”. A última cena registra os personagens com roupas pretas e cara de velório – e a ausência de duas heroínas. Intitulado “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.
Apple cancela lançamento de The Banker após polêmica com netas de personagem real
A Apple cancelou a pré-estreia mundial e adiou indefinidamente o lançamento do filme “The Banker”, um de seus primeiros filmes originais. O motivo foram alegações das netas de um dos personagens, que apontaram distorções temporais na história, baseada em fatos reais, para acomodar uma versão em que elas não existiriam, quando na verdade já estavam sofrendo abusos sexuais do irmão mais velho. O acusado Bernard Garrett Jr., filho do empresário que inspirou a produção, é produtor do longa. “The Banker” deveria ter estreado na quinta-feira (21/11) em um evento do Instituto Americano de Cinema (AFI, na sigla em inglês), antes de chegar nos cinemas americanos em 6 de dezembro e ter seu lançamento streaming em janeiro. Mas vai ficar na gaveta até a Apple e os demais produtores verem como tratar das acusações disparadas contra o filme. “Adquirimos ‘The Banker’ no início deste ano porque ficamos motivados por sua história divertida e educativa sobre mudança social e conscientização financeira”, disse a Apple em um comunicado. “Na semana passada, chamaram nossa atenção para preocupações relacionadas ao filme”, acrescentou a empresa. “Nós, assim como os cineastas, precisamos de algum tempo para analisar estas questões e determinar os melhores passos a seguir”. O filme é baseado na história real de dois empresários afro-americanos dos anos 1950, que empregaram um branco pobre para se passar por seu testa de ferro e assim conseguir aprovação do sistema financeiro racista para adquirir um banco e realizar empréstimos a negros durante o período de segregação dos Estados Unidos. Os papéis principais são vividos por Anthony Mackie e Samuel L. Jackson, ambos de “Os Vingadores: Ultimato”. O problema se concentra no filho do personagem de Mackie. Duas meia-irmãs de Garret Jr., 15 anos mais jovens que ele, o acusam de ter abusado sexualmente delas durante os vários anos em que a família viveu na mesma casa. “O filme mente para esconder que seu produtor abusou sexualmente de mim e da minha irmã por anos e depois apagou a história de vida da minha mãe ao lado do meu pai. Nossa família não vai continuar em silêncio!”, escreveu Cynthia Garrett no Twitter. O “apagar” faz alusão ao fato de “The Banker” ter mostrado o protagonista casado apenas com a primeira esposa (mãe de Bernard) quando, num dos períodos abordados, ele já estava com a mãe de Cynthia. Em seu comunicado, a Apple não mencionou a razão da polêmica. Veja o trailer da produção abaixo.
The Crown: Atriz de Harry Potter negocia viver Elizabeth II na 5ª temporada
A atriz Imelda Staunton, que viveu a vilã Dolores Umbridge na franquia “Harry Potter”, negocia virar a próxima Rainha Elizabeth II da Netflix. Segundo o jornal britânico Daily Mail, ela estaria negociando sua participação nas temporadas de número 5 e 6 da série “The Crown”. Sua participação manteria o rodízio bienal, após Claire Foy interpretar a monarca nas duas primeiras temporadas e Olivia Colman nos anos 3 e 4. As mudanças têm o objetivo de acompanhar a passagem do tempo, já que a trama de cada temporada da série se passa numa década diferente. A Netflix emitiu uma nota desmentindo a informação. A plataforma afirma que está focada na 4ª temporada, atualmente em fase de gravações, e ainda nem começou a conversar sobre a renovação da série, quanto mais escalar o elenco do 5º ano. Mas o site Deadline confirmou com suas próprias fontes que as negociações estão de fato acontecendo entre a atriz e a produtora Left Bank Pictures, responsável pela série. Curiosamente, Imelda Staunton já interpretou um membro da família real britânica, a mãe de Elizabeth II na minissérie “Os Espiões” (Cambridge Spies, 2003), da BBC. A 3ª temporada de “The Crown” foi disponibilizada no domingo passado (17/11) em streaming.
Michael Jackson vai ganhar cinebiografia do produtor de Bohemian Rhapsody
O sucesso de “Bohemian Rhapsody” convenceu o produtor Graham King a insistir na fórmula. Depois da cinebiografia de Freddie Mercury e seus parceiros de Queen, ele vai produzir um filme sobre Michael Jackson. Se “Bohemian Rhapsody” foi acusado de amenizar as polêmicas do cantor do Queen, o novo longa deve ir além. Com apoio da família e dos administradores do legado de Michael Jackson, o filme será uma versão chapa branca da vida do cantor, mostrando suas músicas e sua popularidade mundial. Polêmicas como a do documentário “Deixando Neverland” devem ser completamente ignoradas, refletindo a posição da família de Jackson. Falecido em 2009, aos 50 anos, Michael Jackson foi realmente o cantor mais popular do mundo, merecendo o título de Rei do Pop, mas sua fama também colocou um holofote sobre seu comportamento excêntrico, que incluíram cirurgias plásticas para torná-lo mais parecido com um homem branco e a obsessão por se cercar de crianças – a ponto de chamar sua propriedade particular de Neverland (a Terra do Nunca, onde as crianças não viravam adultos na história de “Peter Pan”). Essa proximidade rendeu processos de abuso contra o cantor. O roteiro foi encomendado para John Logan, criador da série “Penny Dreadful”, escritor de vários filmes de “007” e três vezes indicado ao Oscar – por “Gladiador” (2000), “O Aviador” (2004) e “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). Desta lista, “O Aviador”, foi uma biografia: do produtor, cineasta e empresário Howard Hughes. King e sua produtora GK Filmes ainda não tem apoio de nenhum estúdio para o projeto, por isso não há diretor ou cronograma de filmagens definido.
Diane Lane, Piper Perabo e Amber Valletta são presas em protesto nos Estados Unidos
As atrizes Diane Lane (a mãe da Superman nos filmes da DC), Piper Perabo (“Covert Affairs”) e Amber Valletta (“Revenge”) fora presas nesta sexta (22/11) durante protesto da campanha Fire Drill Fridays, que organiza demonstrações semanais em Washington, exigindo que o governo americano adote medidas de combate ao aquecimento global. A organização ganhou notoriedade graças à participação de Jane Fonda nos protestos. A atriz de 81 anos foi presa por três semanas seguidas, e continua comparecendo às demonstrações, agora evitando os policiais. As três atrizes presas no protesto desta semana não tiveram a mesma sorte que Fonda e o ator Manny Jacinto, conhecido pelo papel de Jason na série “The Good Place”, que também compareceu à manifestação e — assim como Fonda — conseguiu evitar a prisão.
Novo clipe de Panic! At the Disco traz cenas da animação Frozen 2
A banda Panic! At the Disco divulgou um clipe de “Into the Unknown”, música-tema de “Frozen 2”. O vídeo inclui cenas da animação da Disney. Assim como “Let It Go”, o grande hit do primeiro longa, a faixa é cantada no filme por Idina Menzel no papel de Elsa – com uma ajudinha da cantora norueguesa Aurora -, mas também aparecerá nos créditos na versão do Panic! At the Disco. Os autores também são os mesmos de “Let It Go”, que venceu o Oscar de Melhor Canção em 2014. A versão disponibilizada anteriormente, na voz de Menzel, caprichava nos gritos à beira da histeria. E quando a voz parecia ter chegado no limite da altura, o mesmo verso retornava com uma vingança, em tom ainda mais alto. A versão do Panic! At the Disco também não é material de karaokê. Acompanhada por guitarras guinchantes, a gritaria chega a exumar o velho estilo do heavy metal dos anos 1980, a ponto de lembrar a banda Journey – uma escolha que seria, inclusive, bem mais adequada para a gravação. Além de Panic! At the Disco, a trilha do filme também terá gravações de Weezer e Kacey Musgraves. A continuação da segunda animação de maior bilheteria de todos os tempos (depois do remake de “O Rei Leão”) volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013, e contará com os mesmos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A estreia acontece nesta sexta (22/11) nos Estados Unidos. Mas há uma notícia ruim para quem quiser ver logo o filme nos cinemas nacionais. O Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. Por aqui, o lançamento vai acontecer apenas em 2 de janeiro.
Trolls 2: Trailer dublado em português transforma roqueiros em vilões
A Universal divulgou o trailer dublado de “Trolls 2” (Trolls: World Tour), sequência da animação de 2016, que vai abordar uma guerra entre diferentes estilos musicais. No novo longa, a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente: existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. E o rock – denominação do som que no trailer é representado como heavy metal dos anos 1980 – é o vilão dessa história. Os roqueiros querem dominar o mundo Troll e acabar com os outros gêneros musicais. A ironia dessa premissa é que ela representa o oposto do que sempre aconteceu no mundo real, onde o pop foi criado no final dos anos 1950 para acabar com o rock. E finalmente conseguiu seu objetivo no século 21, após se mesclar com o R&B e fazer sumir qualquer vestígio de rock nas paradas de sucesso comercial. O pop basicamente dominou o mundo. Assim, “Trolls 2” é uma inversão completa do que realmente acontece no mundo da música, mostrando-se mais um ataque declarado do pop contra o rock, que pretende ensinar às crianças como roqueiros representam o mal. Em suma, o que o pastor Jimmy Lee Swaggart já fazia nos anos 1950, ao conclamar seguidores a queimar os discos de rock – música do diabo. A continuação bizarra traz Justin Timberlake e Anna Kendrick de volta aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente. E entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e até Ozzy Osbourne (“Um Diabo Diferente”). Nas cópias sem dublagem em português, ao menos. Os roteiristas são os mesmos do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, e a direção está a cargo da dupla Walt Dohrn e David P. Smith, que estreiam em longa-metragem após comandarem episódios de séries animadas. A animação tem estreia marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Juliette Binoche: “As políticas de Bolsonaro dão muito medo”
A estrela francesa Juliette Binoche, que vem ao Brasil na semana que vem para a festa de aniversário da distribuidora cinematográfica Imovison, deu uma entrevista ao jornal O Globo, em que falou sobre a sua relação com o país – sua mãe, Monique Stalens, vem de família carioca. “Minha cultura sobre o Brasil é limitada”, disse. “Aprendi muito sobre esse país conversando com o meu amigo cineasta, Walter Salles, porque tivemos um projeto juntos, que terminou não saindo”. Mesmo assim, a vencedora do Oscar por “O Paciente Inglês” (1996) e uma das atrizes francesas mais premiadas de todos os tempos, refletiu sobre a visão da Europa sobre o atual governo brasileiro e seu medo do atual presidente do país. “A verdade é que o incêndio na floresta amazônica preocupa todo o planeta. As escolhas políticas do presidente de vocês, Bolsonaro, dão muito medo. Ele parece ter visões egoístas e muito radicais, que não estão em sintonia com a situação atual”, definiu. “Há uma preocupação geral, e a política atual do Brasil sobre a Amazônia dá medo. Mas isso ocorre em todo o mundo. É necessário haver uma mudança de atitude e consciência”, continuou. “Minha impressão é que será preciso ir até o limite da crise para que as pessoas acordem, o que é lamentável, porque poderíamos nos antecipar e reduzir os impactos”, concluiu. Binoche participará no Brasil de um evento da Imovision, marcado para o Reserva Cultural de Niterói em 29 de novembro, ocasião em que será exibida uma versão remasterizada de “A Liberdade É Azul”, do já falecido Krzysztof Kieślowski, drama vencedor do Festival de Veneza, que ele estrelou em 1993.












