Titãs: Brenton Thwaites aparece como Asa Noturna na primeira foto oficial
A plataforma DC Universe divulgou a primeira foto oficial de Brenton Thwaites no uniforme de Asa Noturna (Nightwing), que será introduzido no episódio final da 2ª temporada de “Titãs”. Esta é a nova identidade de Dick Grayson (Thwaites), após queimar o uniforme de Robin na temporada anterior, e pode ser conferida também no trailer anteriormente divulgado. Intitulado justamente “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.
O Irlandês traz elenco sublime em obra-prima de Martin Scorsese
Cineastas católicos costumam lidar com a culpa de maneira muito intensa. Alfred Hitchcock, Abel Ferrara, Clint Eastwood, Robert Bresson, Éric Rohmer são alguns desses exemplos. Basta citar seus nomes para lembrar da temática da culpa em alguns de seus trabalhos mais marcantes. Mas Martin Scorsese, que vem tratando do peso dos atos de seus personagens, e possivelmente dele mesmo como espelho desses alter-egos, conseguiu chegar a um desses exemplares definitivos em que o remorso acompanha também o espectador, até pela duração e pelo andamento mais pausado – e de certa forma pesado – de “O Irlandês”. Se os filmes de máfia do diretor trazem momentos de euforia e alegria entre suas muitas mortes, Scorsese também sempre foi mestre em mostrar o fundo do poço, a descida aos infernos de seus personagens. Isso aconteceu em “Caminhos Perigosos” (1973), “Os Bons Companheiros” (1990), “Cassino” (1995) e até em “O Lobo de Wall Street” (2013), uma espécie de atualização do gênero. Porém, “O Irlandês” oferece algo de natureza distinta, feita com carta branca da Netflix, que investiu os US$ 159 milhões necessários para a realização deste projeto acalentado há mais de dez anos. O projeto nasceu quando Robert De Niro leu o livro de Charles Brandt, “I Heard You Paint Houses”, e ficou fascinado. Comentou com Scorsese, que percebeu o entusiasmo do amigo. Isso foi na época em que De Niro dirigiu “O Bom Pastor” (2006). Importante lembrar que Scorsese não se reunia com De Niro – e Joe Pesci – nas telas desde “Cassino” (1995). Qualquer reencontro seria cercado de expectativas. Ao incluir Al Pacino, então, a expectativa atingiu o infinito. O livro de Brandt, adaptado pelo roteirista Steve Zaillian (“A Lista de Schindler”, “O Gângster”), gira em torno de Frank Sheeran, um hitman da máfia que foi guarda-costas do líder sindical Jimmy Hoffa, e que conta sua própria versão dos fatos envolvendo a misteriosa morte do sindicalista, desaparecido em 30 de julho de 1975, e declarado morto 10 anos depois. É importante não saber detalhes dessa história – bem popular nos EUA, mas menos conhecida no Brasil – para não estragar as surpresas e principalmente o impacto que o filme provoca. A narrativa atravessa seis décadas e, para viver os personagens na fase mais jovem da vida, Scorsese recorreu a uma tecnologia de rejuvenescimento digital. A decisão encareceu bastante o projeto, mas decorreu da visão do diretor, que acreditava que colocar atores jovens para interpretar os mesmos papéis de De Niro e Pesci seria algo inconcebível, ainda mais que eles viveram na época retratada e conheciam bem demais os nuances da trama, algo importantíssimo para o filme. Scorsese também considerou que utilizar próteses e maquiagem serviria mais para situações de envelhecimento e não ao contrário – o próprio De Niro fez isso em “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, quando teve que envelhecer na base da maquiagem. O resultado do processo digital na tela é o mais bem-sucedido uso dessa tecnologia, embora seja possível notar que os corpos não acompanham a aparência jovial dos personagens – continuam se movimentando como homens septuagenários. No entanto, uma vez que se embarca na história, é fácil ficar não apenas envolvido, mas também muito impressionado com a interpretação das versões mais jovens de De Niro, Pesci e Pacino. Especialmente De Niro e Pesci, sublimes. E pensar que Pesci já estava aposentado e só aceitou voltar a atuar após muita insistência de Scorsese e De Niro… De forma interessante, ele tem um papel bastante distinto de suas parcerias anteriores com Scorsese, geralmente muito elétricas. Em “O Irlandês”, o ator vive um chefão da máfia gentil, doce até. E com uma fala mansa e pacificadora, mesmo quando precisa lidar com situações em que assassinatos são detalhes corriqueiros. Scorsese também elencou atores do porte de Harvey Keitel e Bobby Cannavale e se dá ao luxo de utilizá-los muito pouco. O mesmo poderia ser dito de Anna Paquin, que vive um das filhas de Frank Sheeran, mas sua interpretação, com uma ausência de falas bem explícita, é compensada com o olhar de confronto que ela trava com o pai. Aquilo é forte o suficiente para magoar o coração de um homem velho cheio de remorsos. Um peso que o personagem leva como uma cruz. Velhinho, ele precisa de muletas, cai em uma cena. O filme mostra sua decadência física, seu desaparecimento. Como se ele precisasse daquela trajetória toda para que compensasse, de algum modo, o mal que fez no passado. Do ponto de vista temático, “O Irlandês” ainda coincide com outra reflexão cinematográfica recente sobre a velhice, “Dor e Glória”, de Pedro Amodóvar. Ambos os filmes são trabalhos que lidam com o processamento da dor, com os arrependimentos, com as mudanças provocadas pelo tempo no modo de ver a vida. Saímos deles diferentes de quando entramos. E não apenas por termos acabado de ver uma obra-prima.
A Odisseia dos Tontos envolve com humor politizado de revanche popular
Na América Latina, os planos econômicos que visam a salvar a economia acabam sempre estourando do lado dos mais fracos e que já estariam acostumados a serem ludibriados, como tontos. Aqui no Brasil, o plano Collor foi um exemplo dramático de situações terríveis, provocadas pelo confisco do dinheiro poupado pelo cidadão. Na Argentina, em 2001, houve o corralito, que segurou os dólares, limitando drasticamente o seu uso e transformando-os em pesos, que perdiam valor. Como também aconteceu – e acontece – por aqui, informações privilegiadas de pessoas poderosas e dos bancos favoreceram uns e acabaram com a vida de outros. É nesse contexto de crise econômica que desempregados e subempregados do filme “A Odisseia dos Tontos”, em busca de sobrevivência, conseguem juntar dólares para reformar e reavivar uma cooperativa agrícola, até que o corralito, associado a uma manobra bancária escusa, acabou com a economia deles de vez. Só que eles dizem “Chega!” e prometem fazer de tudo para encontrar o dinheiro que lhes foi roubado, arquitetando uma revanche dos perdedores, os tontos. Se o filme começa bem político, acaba se transformando em uma aventura em forma de comédia. Mas que mantém o espírito crítico e a ironia, associados a uma forte raiva de se sentir, mais uma vez, passado para trás. Tudo acontece numa pequena vila da província de Buenos Aires, onde afinal todo mundo acaba se conhecendo e sabendo de tudo que se passa. Desse modo, as estratégias possíveis são ampliadas e viabilizadas, embora as consequências também o sejam. A trama é muito bem construída, revelando, uma vez mais, que a Argentina tem escritores e roteiristas muito bons para relatar histórias e relacioná-las ao ambiente social, econômico e político do país. O diretor Sebastián Borensztein já tinha realizado o delicioso “Um Conto Chinês”, em 2011, e dirigiu também um episódio de “Relatos Selvagens”, de 2014, enquanto o roteirista Eduardo Sacheri, em cujo livro o filme é baseado, também escreveu “O Segredo dos Seus Olhos”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira de 2010. Sucessos de público no Brasil. Aqui, eles trabalham com um elenco magnífico, liderado por Ricardo Darín (que estrelou os três filmes citados), com participação de seu filho, Chico Darín, e que tem Luis Brandoni, Andrés Parra, Verónica Llinás e muitos outros bons atores e atrizes. Isso resulta num filme bem equilibrado, convincente nas atuações e com um bom ritmo, capaz de envolver o espectador na história. “A Odisseia dos Tontos” teve sua première nacional na Mostra de São Paulo e foi escolhido pela Argentina para representar o país na disputa pelo Oscar de filme internacional. A Argentina costuma indicar produtos fortes nessa disputa, desta vez, porém, por melhor que seja o longa, é difícil que obtenha êxito, porque há grandes filmes na competição, inclusive o brasileiro “A Vida Invisível”, de Karim Ainöuz.
Diretor de A Favorita vai comandar sua primeira série
O diretor grego Yorgos Lanthimos, indicado ao Oscar 2019 por “A Favorita”, vai dirigir e produzir sua primeira série americana. Trata-se da minissérie “Clark Rockefeller”, sobre um famoso impostor alemão, que está sendo desenvolvida pela divisão televisiva do estúdio Fox Searchlight. Originalmente, o projeto seria um filme dirigido pelo argentino Pablo Trapero (“O Clã”) e estrelado pelo inglês Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), mas o ator não deve interpretar o personagem-título na nova configuração. A série é baseada no livro “The Man in the Rockefeller Suit: The Astonishing Rise and Spectacular Fall of a Serial Impostor”, de Mark Seal, que conta a história real de Christian Karl Gerhartsreiter, um vigarista alemão que enriqueceu ao se passar por integrante da família Rockfeller, conseguindo um emprego em Wall Street e se casando com uma empresária promissora. Mas sua vida virou de cabeça pra baixo quando seu segredo foi descoberto, o casamento terminou e ele foi preso por sequestrar a própria filha. Ainda não há cronograma para o começo das gravações, nem previsão de estreia.
Chandler Riggs sofre queda de cavalo e é hospitalizado
O ator Chandler Riggs, que interpretou Carl Grimes em “The Walking Dead”, está se recuperando no hospital após uma concussão ocasionada por uma queda de cavalo. Felizmente, o ator estava usando capacete, o que evitou ferimentos mais graves na cabeça. Apesar disso, sua mãe pediu nas redes sociais que os fãs mantenham Chandler em suas orações, descrevendo a concussão como “muito ruim”. Veja o post abaixo, que mostra o ator no hospital. Chandler Riggs está atualmente na série dramática “A Million Little Things”, exibida na rede americana ABC e disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay. Ver essa foto no Instagram The call every mom hopes she never gets… Thankfully, he’s going to be ok and thankfully I’m here with him! He was thrown off of his horse yesterday afternoon. Thank GOODNESS he was wearing a helmet. He has a pretty bad concussion and is in a lot of pain but no broken bones! I took the first flight out to LA and got here at around 9:30 last night. Keep him in your prayers!! Oh, and I had missed his episode so I stayed off of social media until I finally watched it this morning. Thank you for all of the kind words!!! . . . #chandlerriggs #amillionlittlethings #thewalkingdead #hesokay Uma publicação compartilhada por Gina-Ann Riggs (@ginaannr) em 22 de Nov, 2019 às 7:30 PST
Séries Havaii Five-0 e Magnum P.I. terão crossover em janeiro
“Crise nas Infinitas Terras” não é o único crossover de séries que vai agitar a TV aberta americana nas próximas semanas. A rede CBS vai juntar duas franquias clássicas, “Hawaii Five-0” e “Magnum P.I.”, em janeiro de 2020. O showrunner Peter M. Lenkov, que produz ambas as séries, revelou que o episódio de “Magnum PI” já foi gravado, enquanto o de “Hawaii Five-0” está em fase de conclusão. Mas o crossover entre os dois programas já ganhou data para ir ao ar: no dia 3 de janeiro, com dois episódios seguidos na programação do canal americano. As duas séries são remakes de atrações clássicas e ambas se passam no Havaí, mas seus personagens principais nunca se cruzaram, apesar das décadas de existência das franquias. O motivo é simples. O “Magnum” bigodudo original surgiu oito meses após a exibição do último capítulo da encarnação histórica de “Havaí 5-0”, em 1980. Embora a trama deva produzir o primeiro encontro entre Thomas Magnum (Jay Herndandez) e Steve McGarrett (Alex O’Loughlin), vários personagens de “Hawaii Five-0” já apareceram anteriormente em episódios de “Magnum P.I” – entre eles, Kamekona (Taylor Wily), Duke (Dennis Chun), Noelani (Kimee Balmilero), Flippa (Shawn Mokuahi Garnett) e Harry Brown (William Forsythe). No crossover, a equipe Five-0, liderada por McGarrett e Danny Williams (Scott Caan) encontrarão Magnum e sua parceira Juliet Higgins (Perdita Weeks) durante uma mesma investigação. “De certa forma, Higgins e Magnum se tornam as testemunhas que o Five-0 precisava. E assim nossos dois mundos colidem”, disse Lenkov em comunicado. “É uma história de grandes apostas que realmente parece um filme de duas horas”. Magnum (Jay Hernandez), Higgins (Perdita Weeks), TC (Stephen Hill) e Rick (Zachary Knighton) serão os personagens de “Magnum P.I.” que estarão presentes em “Hawaii Five-0”. Já os personagens da Five-0 que farão uma visita à outra série são os “novatos” Junior (Beulah Koale), Tani (Meaghan Rath) e Quinn (Katrina Law). Vale lembrar que, anteriormente, “Hawaii Five-0”, já tinha cruzado com “NCIS: Los Angeles” e com outro rescaldo dos anos 1980, “MacGyver”.
Servant: Série de terror de M. Night Shyamalan é renovada antes da estreia
A Apple anunciou a renovação de “Servant”, série de terror produzida pelo cineasta M. Night Shyamalan, uma semana antes da estreia. O diretor do “Sexto Sentido” e “Vidro” anunciou a renovação na noite de sexta-feira (22/11), durante participação no programa “The Tonight Show”. Com “Servant”, a Apple TV+ soma cinco renovações consecutivas, o que pode atrair mais produtores para a plataforma, num contraste com a recente política de cancelamentos precoces da Netflix. Todas as séries lançadas junto com o serviço de streaming, em 1º de novembro, foram renovadas – “Dickinson”, “For All Mankind”, “The Morning Show” e “See”. “Servant” será a quinta estreia e a quinta renovação da plataforma. Os três primeiros episódios serão disponibilizados na próxima quinta-feira (28/11), em que é comemorado o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, com o restante da temporada de 10 episódios sendo lançado semanalmente às sextas-feiras em todo o mundo. Servant foi criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”, com produção e direção de M. Night Shyamalan. A trama acompanha a chegada de uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”), contratada por um casal para cuidar de seu filho recém-nascido. O detalhe é que o bebê morreu no parto e a babá irá cuidar de um boneco. Para espanto do pai, ela acha normal e até compactua com a situação, concebida para contornar um surto da mãe, que não suportou a perda da criança. Mas a forma como ela trata o boneco não parece normal. Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) vivem os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) completa o elenco como irmão da personagem de Ambrose. Confira abaixo o trailer da série.
Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio
O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.
Doctor Who: 12ª temporada finalmente ganha trailer e pôster
A rede BBC finalmente divulgou o pôster e o primeiro trailer da 12ª temporada de “Doctor Who”. A prévia oferece muitos alienígenas, novos e velhos conhecidos, viagens no tempo, explosões e incontáveis efeitos visuais, além das frases típicas do Doutor, agora Doutora, na interpretação de Jodie Whittaker. O vídeo também mostra as participações especiais de Stephen Fry (“V de Vingança”) e Lenny Henry (“Broadchurch”), e foi liberado três dias após o anúncio do término das gravações dos novos capítulos. A 11ª temporada chegou ao fim em dezembro de 2018, seguida por um especial de Ano Novo no dia 31. Desde então, os fãs aguardam por novos capítulos. Mas a BBC ainda não revelou a data exata de estreia da próxima temporada, apenas que é prevista para “breve” – ou seja, no começo de 2020. Rumores indicam que a demora se deve a uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos primeiros episódios produzidos por Chibnall. A BBC queria uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado a apressar a produção, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Mas nem isso foi produzido. Aparentemente, a exigência de cinco episódios anuais também foi defendida pela nova protagonista, Jodie Whittaker. Um meio termo pode ter sido encontrado no lançamento de 10 episódios em 2020 – cobrindo supostamente os 5 de 2019 e mais 5 que seriam produzidos no ano que vem. Whitaker trabalhou com Chibnall na série “Broadchuch” e foi a escolha do produtor para virar a primeira mulher a estrelar “Doctor Who”. O trabalho dos dois na 11ª temporada registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. Seja qual for sua data de estreia, a 12ª temporada de “Doctor Who” será exibida no Brasil pela plataforma Globoplay.
Após queixa de Emilia Clarke, diretores do Reino Unido ganham manual para cenas de nudez
Poucos dias após Emilia Clarke revelar em entrevista que foi pressionada a fazer mais cenas de nudez que esperava durante as gravações de “Game of Thrones”, a associação profissional de diretores do Reino Unido, Directors UK, lançou um manual com diretrizes para a realização desse tipo de gravação – cenas de nudez e simulações de sexo em filmes e séries. Clarke disse ter ficado impressionada com a “quantidade de nudez” da 1ª temporada de “Game of thrones”. A atriz contou que, mesmo tendo lido o roteiro e concordado com as cenas descritas, se sentiu insegura durante o set, que foi sua primeira grande experiência após completar a escola de teatro. “Eu nunca tinha estado em um set como aquele, e agora estava lá completamente nua com todas aquelas pessoas, e não sabia o que fazer e o que era esperado de mim, e não sei o que eu queria ou não queria”, relembrou. Com as novas diretrizes, o Directors UK espera evitar situações de desconforto iguais, com orientações para ensaios, direção de cenas de violência sexual e planejamento de gravações de forma que atendam a cláusulas contratuais. Segundo a entidade, a ideia é “encontrar soluções criativas para os desafios que ocorrem no set”. O manual tem o apoio de outras organizações importantes do audiovisual no Reino Unido, como o Bafta, BFI, o sindicato de diretores de casting e o sindicato dos roteiristas do Reino Unido, assim como grupos que advocam pela igualdade de gênero, como o ERA 50:50 e o Time’s Up UK. Presidente do comitê do Directors UK e vencedora de um Bafta, a diretora Susanna White celebrou o lançamento do guia. “O diretor, como o líder criativo da produção, deve dar o tom para um ambiente profissional e respeitoso no set. Todos nós estamos aqui porque queremos contar histórias emocionantes e impactantes, e nenhum integrante do elenco ou da equipe deve ser colocado numa posição em que se sinta inseguro, explorado ou mal gerenciado — especialmente na hora de filmar conteúdos sensíveis”, disse a cineasta de “Uma Mulher Exemplar” (2017) e “Nanny McPhee e as Lições Mágicas” (2010), em comunicado.
Gugu Liberato (1959 – 2019)
O apresentador de TV Gugu Liberato morreu nesta sexta-feira (22/11) aos 60 anos, após um acidente doméstico em sua casa, em Orlando, nos Estados Unidos, na última quarta-feira. Ele caiu de uma altura de quatro metros, enquanto tentava trocar o filtro do ar-condicionado em sua casa, e não resistiu aos ferimentos. No momento do acidente, estava acompanhado apenas de sua mulher, Rose Di Matteo. Filho de pais portugueses, Antônio Augusto Moraes Liberato, começou na televisão aos 14 anos como auxiliar de produção do Silvio Santos, à época na TV Globo. O jovem paulistano foi chamado por Silvio porque lhe escrevia cartas sugerindo programas. Sílvio Santos o transformou em apresentador ao assumir o controle de um canal de TV, a TVS, depois transformada na rede SBT, e Gugu mais que correspondeu, conquistando grandes audiências nas noites de sábados com seus programas “Viva a Noite” (1982-1992) e “Sabadão Sertanejo (1991-1996)”. Durante sua passagem pelo SBT, ele ajudou a promover a febre das boys band no Brasil, primeiro com o grupo porto-riquenho Menudos, depois com o similar nacional Dominó. Fez tanto sucesso que, no final dos anos 1980, recebeu uma oferta da Globo para assumir a programação dominical da emissora. Mas Silvio Santos interviu, oferecendo-lhe parte de seu horário de domingo, um grande aumento salarial e honorários de publicidade. Gugu passou a apresentar os quadros “Passa ou Repassa” e “Cidade contra Cidade” na faixa que até então era inteiramente comandada por Sílvio Santos, até assumir um programa próprio, “Domingo legal” (exibido até 2009) no SBT. Enquanto isso, Faustão foi contratado pela Globo e os programas dos dois protagonizaram uma das maiores guerras de audiência da década de 1990. Nos últimos anos, o apresentador tinha se mudado para a Record, onde estrelou “Gugu” (2015-2017) e atualmente comandava o reality “Power Couple Brasil” e o show de talentos “Canta Comigo”. Por conta de sua enorme popularidade com o público brasileiro, Gugu também acabou aparecendo em alguns filmes. E não foram poucos. Ele participou de sete longa-metragens, sempre de temática infantil. A estreia aconteceu em “Padre Pedro e a Revolta das Crianças” (1984) como coadjuvante de Pedro de Lara, jurado do “Show dos Calouros”, de Sílvio Santos. Mas, curiosamente, seus filmes seguintes foram todos com astros da Globo: três filmes dos Trapalhões (“Os Fantasmas Trapalhões”, “O Casamento dos Trapalhões”, “Os Trapalhões na Terra dos Monstros”), dois longas solo de Renato Aragão (“Uma Escola Atrapalhada” e “O Noviço Rebelde”) e uma produção da Xuxa (“Xuxa e os Duendes”), que foi seu último papel no cinema em 2001. O apresentador deixa três filhos, frutos do casamento com a médica Rose Miriam di Matteo: João Augusto, de 18 anos, e as filhas gêmeas, Marina e Sofia, de 15.
The Walking Dead: Daryl e Carol tem conversa emotiva em cena inédita do último capítulo do ano
O canal pago americano AMC divulgou mais uma cena inédita do último episódio do ano de “The Walking Dead”. A prévia mostra uma conversa bastante emocional entre Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride), sobre o desejo obsessivo de vingança contra Alpha (Samantha Morton). Intitulado “The World Before”, o capítulo vai ao ar no domingo (24/11) e será o último de 2019, antes do hiato de fim de ano. Ele também pode marcar a despedida de Michonne (Danai Gurira), porque sua intérprete não renovou contrato para continuar na atração. Clique aqui para ver mais três cenas, inclusive a abertura do episódio, em vídeos anteriormente divulgados. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Crise nas Infinitas Terras: Pôster reúne heróis do megacrossover do Arrowverso
A rede The CW divulgou o pôster oficial de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover das séries de super-heróis do Arrowverso. A imagem traz personagens de seis séries diferentes, mas apenas cinco estão efetivamente comprometidas com a produção. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção, como demonstra o cartaz. Os episódios serão acompanhados pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”).












